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Pódio - 12 de julho de 2015

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Nacional estreia na Série D do Campeonato Brasileiro neste domingo diante do Náutico-RR, em Boa Vista, dando início ao plano de subir para a Série C, a terceira divisão do futebol do país. Pódio E3

MANAUS, DOMINGO, 12 DE JULHO DE 2015

esportes@emtempo.com.br


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Dênis

‘No NACIONAL, o JOGADOR só tem A preocupação de TREINAR’

FOTOS: EDUARDO NICOLAU/AE

THIAGO FERNANDO

N

os últimos 3 anos, o volante Dênis foi o “dono” do meio de campo do Nacional. Como “cão de guarda” da defesa leonina, o atleta se decepcionou com a eliminação na Série D em 2013. Porém, em 2015 entrou para a história do time como o capitão da equipe que levantou a taça do Barezão na Arena da Amazônia Vivaldo Lima. Responsável por fazer a transição do time da defesa para o ataque, Dênis sabe da sua importância para o elenco que sonha com o acesso para a terceira divisão neste ano. Para comentar algumas curiosidades, o jogador bateu um papo com o PÓDIO. Na entrevista, Dênis relembrou o seu começo no futebol, o sentimento de conquistar o primeiro título pelo Nacional e sua relação com o treinador Aderbal Lana.

Desde os 10 anos, minha alegria sempre foi jogar futebol. Essa era a diversão que tínhamos antigamente. Não tinha brinquedos, internet e computadores como hoje em dia. Vivia jogando futebol na rua”

PÓDIO – Como foi o seu começo no futebol? Denis – Meu começo foi há muitos anos atrás, afinal já estou com 33 anos. Comecei no Juventus-SP, passei pelo Palmeiras e assim foi indo. Mirim, infantil e juvenil. Passei pelo União Bandeirante-PR e fui rodando. Desde os 10 anos, minha alegria sempre foi jogar futebol. Essa era a diversão que tínhamos antigamente. Não tinha brinquedos, internet e computadores como hoje em dia. Vivia jogando futebol na rua. Também não gostava muito de estudar. Às vezes fugia da escola para jogar futebol. Comecei jogando futebol de várzea e depois um treinador me levou para fazer teste no Juventus da Mocá. Esse foi o meu começo. PÓDIO – Como surgiu o convite para ser jogador do Nacional? D – Isso aconteceu em 2013. Estava na Penapolense disputando o Campeonato Paulista. Meu empresário recebeu a proposta. Ele me passou e falou tudo sobre o Nacional. Falou do projeto do clube naquele ano que era disputar o estadual e subir para a Série C. Acabei vindo e gostando logo do clube. Outro ponto que pesou foi a cidade. Também gostei muito. Aqui, temos todas as condições para trabalhar. PÓDIO – Sua primeira

temporada aqui foi traumatizante. O time não conquistou nenhum dos seus objetivos. Como lidou com essa decepção? D – Cheguei no começo do segundo turno. Fomos campeões e garantimos vaga na final. Depois acabamos perdendo nos pênaltis para o Princesa. Era um campeonato importante. Foi um jogo muito difícil. Ficamos tristes com isso, tanto que na final desse ano algumas pessoas lembraram do fato. Para mim, foi uma revanche, porque não esqueci aquela derrota. Na Copa do Brasil, fomos até bem. Chegamos às oitavas de final, mas perdemos para o Vasco. Começamos bem o Brasileiro, nos classificamos, porém, jogamos fora contra o Salgueiro-PE e empatamos em 0 a 0. Dentro de casa, infelizmente, não conseguimos subir. Isso ficou marcado. Prejudicou o Nacional e os jogadores, porque o acesso era muito importante para todos. PÓDIO – Em 2015, o Nacional lançou um novo projeto visando o acesso no Brasileirão. Isso pesou na sua decisão de voltar para o Leão? D – Muito. O Nacional é um clube que tem um projeto muito bom. Ele dá uma estrutura qualificada para os jogadores, tanto dentro quanto fora de campo. Eles pagam em dia. Hoje, no Brasil, conheço vários jogadores que estão desempregados que gostariam de jogar no Nacional por isso. Existem outros atletas que estão dois meses sem receber. Isso pesa na balança para o Nacional. Fora isso, a cidade de Manaus é muito boa para viver. É um pouco quente, mas já me acostumei. Gosto da cidade. Então, para mim, o convite foi muito bom. PÓDIO – A estrutura física do Nacional é um diferencial do clube. Ela realmente pesa na decisão do atleta de acertar com o clube? D – Com certeza. O que importa para o jogador é o bem-estar de sua família. É muito importante para o jogador estar com a sua família. Quem é casado, estar com a sua esposa, morando bem. Você vem treinar e volta tranquilo. Ele acaba só pensando em jogar futebol. Chega no final do mês, o dinheiro está na conta. Hoje em dia no Nacional,

o jogador só tem a preocupação de treinar, jogar e conseguir o objetivo do clube. PÓDIO – Como você viu a campanha histórica desse ano que culminou no título estadual? D – Começamos o campeonato bem conseguindo 15 vitórias seguidas. Iniciamos a temporada com o professor Sinomar Naves e depois mudou. Sempre tem aquela pressão, porque ninguém sabe se vai ter ou não. Mas a obrigação do jogador é estar focado no trabalho. Não interessa se é amistoso ou treino, sempre quero ganhar. Esse é o meu objetivo. Graças a Deus deu certo. Não foi fácil, mas conseguimos o objetivo maior que é ser campeão e, consequentemente, garantimos para o clube uma vaga na Copa Verde, Copa do Brasil e na Série D, caso não aconteça o acessa nesse ano. Para qualquer clube, ser campeão é importante. O pensamento de todos os jogadores do Nacional deve ser vencer e sempre crescer. PÓDIO – Qual foi a emoção de levantar a taça de campeão na Arena da Amazônia? D – Foi uma felicidade inexplicável. Já fui campeão em outros clubes. Já tenho seis títulos na carreira, mas essa foi a primeira vez que levantei a taça como capitão. Ainda mais que foi um torneio importante dentro da Arena da Amazônia. Isso foi marcante. Passei a semana inteira feliz. Demorei para dormir, mas a sensação foi muito boa e acaba sendo inexplicável o que senti. PÓDIO – Qual vai ser o maior desafio do Nacional na Série D? D – Passou o Estadual e, graças a Deus, ganhamos. O pessoal do clube deu uma semana de folga para todos. Voltamos a treinar firmes. Já focamos no Brasileiro. Nosso pensamento tem que ser de jogo a jogo. Temos que ganhar do Náutico-RR. Consequentemente, vamos pensar no próximo adversário. Claro que queremos subir, mas temos que manter os pés no chão e pensar em cada adversário. PÓDIO – Para essa temporada, o Nacional investiu em atletas que já fizeram

sucesso no clube em anos anteriores. Qual a importância disso para a equipe? D – É muito bom ter esses jogadores no clube. Já joguei com Lídio, Felipe e o Danilo Rios que chegou. Tudo serve de lição. Em 2013, infelizmente, não conseguimos o nosso objetivo maior que era conquistar o acesso. Agora, temos que esquecer e deixar para trás. Graças a Deus, estamos ganhando uma segunda chance e estamos aqui novamente. Penso que não podemos deixar essa oportunidade passar. Temos que fazer o possível e o impossível para conseguir mais esse objetivo. Vamos tomar cuidado com os erros que cometemos em 2013 e vamos fazer tudo direitinho. Vamos nos comprometer de verdade para alcançar o objetivo. Esse ano vai. PÓDIO – Qual a maior diferença do trabalho do Aderbal Lana para o do Sinomar Naves? D – Cada treinador tem sua maneira de trabalhar. Conhecia pouco o Sinomar, joguei uma partida no ano passado e fiz a pré-temporada desse ano. Já com o Lana, trabalhei em 2013 e me dou muito bem com ele. Procuro fazer muito bem o meu trabalho. Chego cedinho e sou o mais profissional possível. Acho que quem faz essas coisas não tem problema com o Lana. Se você se comprometer de verdade dentro de campo, não tem problema com ele. O Aderbal é um ótimo treinador. Muito experiente e vitorioso. PÓDIO – A experiência do elenco o Nacional é um ponto positivo para a disputa da Série D? D – Acho isso muito importante. A maioria dos jogadores são rodados e estão com 28,29 ou 30 anos. Jogamos a nossa bola praticamente a vida toda. Minha vida inteira fiz isso e acaba ajudando a se comprometer. Se cuidar fora de campo também, principalmente aqui na cidade que é quente. Isso faz a maior diferença. Podemos ver que a maioria dos clubes vitoriosos têm atletas experientes. São poucos os que investem nos jovens. Até na seleção podemos ver isso. A Brasileira pegou o Paraguai e não agüentou. Podemos ver isso com a do Chile. Isso é importante.

Começamos bem o Brasileiro. Classificamos, porém jogamos fora contra o Salgueiro-PE e empatamos em 0 a 0. Dentro de casa, infelizmente, não conseguimos subir. Isso ficou marcado. Prejudicou o Nacional e os jogadores, porque o acesso era muito importante para todos”


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Nacional inicia caminhada

rumo à Série C

FICHA TÉCNICA NÁUTICO-RR

Téc.: Zé Henrique Stanley Anderson Negão Luiz Felipe Dudé Wandão

Léo

Mas a equipe que deve entrar é a que veio do Estadual, em função do conjunto e desses jogadores que estão chegando terem de se adaptar ao grupo. Durante a semana houve vários treinamentos e agora vamos fazer uma análise e ver o que conseguimos colher de informação do Náutico”, despista o técnico leonino. Sem confirmar qual time será o titular no duelo de logo mais, Lana explicou sua opção por manter o esquema vitorioso no Estadual, com três volantes (Dênis na contenção e Felipe Manoel e Bruno Potiguar saindo mais para o jogo), dois meias (Charles e Danilo Rios) e uma referência (Nando). “Eu tentei sair dos três volantes, como alguns cronistas esportivos que estão lá no tempo do onça ainda falam do ponta direita, falam em volante. Hoje não existe mais isso no futebol, as equipes geralmente tem um primeiro volante e jogam com outros dois, que saem mais para o jogo, como é o caso do Felipe e do Bruno, que não são dois volantes de contenção. Eu tentei trabalhar só com dois volantes, mas não funcionou bem durante a semana, precisaria de um tempo maior, por isso optei em voltar ao sistema

antigo”, conta o comandante. Gramado Sem conhecer a equipe do Náutico, que foi formada às pressas para a disputa do Campeonato Brasileiro da Série D, Lana também reclamou do estado do gramado do estádio Ribeirão, local da partida deste domingo. Para o técnico, o campo de jogo nessas condições prejudica o Leão da Vila Municipal. “Existe uma tônica no futebol brasileiro de

que o gramado ruim prejudica as duas equipes. Eu não comungo dessa opinião. O jogo com gramado ruim prejudica a equipe que sabe trabalhar a bola e tem mais técnica. O Nacional com um gramado ruim vai ficar prejudicado”, alega Lana.

FOTOS: ALBERTO CÉSAR ARAÚJO

A

partir das 16h deste domingo (12), o Nacional começa sua caminhada rumo à Série C do Campeonato Brasileiro em 2016. Pela primeira rodada da 4ª divisão, o Leão da Vila Municipal visita o Náutico, no estádio Ribeirão, em Boa Vista (RR), para, quem sabe, estrear com o pé direito. Os comandados de Aderbal Lana começam a Série D embalados pelo bom primeiro semestre a nível estadual, já que a equipe não conseguiu avançar nas Copas Verde e do Brasil. Com poucas mudanças em relação ao time que garantiu o título amazonense no último mês, o Nacional é um dos favoritos para conquistar uma das duas vagas ao mata-mata da competição, num grupo que ainda contam com Remo-PA, Rio Branco-AC e Vilhena-RO. Durante as semanas que antecederam a estreia leonina, Lana pôde avaliar os novos contratados para a Série D, além de testar variações táticas. Neste domingo, o time titular deve formar com Rodrigo Ramos; Peter, Maurício Ramos, Robinho, André Luiz; Dênis, Felipe Manoel, Bruno Potiguar, Danilo Rios, Charles; Nando. “A gente tentou inserir os jogadores que foram contratados num esquema, numa variação. Então, usamos todos.

Anderson Peixe Washington Alex

Rafael Barros

Robemar

Falta entrosamento ao Náutico

Nando Danilo Rios

Charles

Felipe Manoel Bruno Potiguar Dênis Peter

Andrezinho

Robinho

Maurício Leal

Rodrigo Ramos

NACIONAL

Téc.: Aderbal Lana Local: estádio Ribeirão, em Boa Vista (RR) Horário: 16h Árbitro: Djonaltan Costa de Araujo (PA)

Técnico do Náutico, Zé Henrique durante treinamento do time nesta semana

Representante do Estado de Roraima e primeiro adversário do Nacional na Série D do Campeonato Brasileiro, o Náutico chega ao torneio com um time praticamente todo modificado em relação ao que disputou o último certame Roraimense. O time Alvirrubro que conquistou em 2015 o seu segundo título estadual ao vencer o Baré pelo placar de 2 a 1 no estádio Ribeirão, firmou parceria de dois anos com a empresa M&M Gestão Esportiva, que ficou responsável pelas contratações e montagem do elenco e comissão técnica. Dentro do pacote de reforços para a disputa do certame brasileiro, o Náutico apresentou durante a

semana a contratação de mais dois jogadores. Eduardo Magrão, que atuou no Campeonato Estadual de 2015 pelo São Raimundo-RR e recentemente estava no Atlético Acreano, está de volta. Outro nome confirmado como reforço para a Série D é o volante Dudé, com passagens por Sport-PE, Internacional-RS e Atlético-PR. O atacante Rafael Barros, que foi artilheiro do Roraimense com 12 gols pelo São Raimundo, também foi contratado. O técnico Zé Henrique deve mandar a campo a equipe com: Stanley; Luiz Felipe, Anderson Negão, Léo; Wandão, Dudé, Anderson Peixe, Washington; Rafael Barros, Alex e Robemar.

LUCAS LUCKEZIE

Felipe Manoel é uma das apostas de Lana para esta Série D

Longe de casa, em Boa Vista (RR), Leão da Vila Municipal encara o Náutico pela primeira rodada da Série D do Campeonato Brasileiro e só pensa em vitória


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Time roraimense fechou parceria com uma empresa de marketing esportiva que ficou a cargo das contratações da equipe

CKEZIE LUCAS LU

Náutico quer surpreender com gestão inovadora ELENCO DO NÁUTICO: Goleiros Stanley - ex Náutico-RR Leandro Silva - ex-Baré Altemar - base do Náutico-RR zagueiros Alan Ferreira - Ex-São Mateus- ES Anderson Negão - Ex-Blumenau-SC Volantes Dudé - Ex-Murici-AL Vandão - Náutico-RR Laterais Luis Felipe - Velo Clube - SP Léo Paulista - Sete de setembro-PE

Atacante Robmar, o Robgol, é a aposta do Náutico

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epresentante do Estado de Roraima e primeiro adversário do Nacional na Série D do Campeonato Brasileiro, o Náutico Futebol Clube chega ao torneio com um time praticamente todo modificado em relação ao que disputou o último certame Roraimense. De olhos voltados para o torneio nacional, o clube correu contra o tempo e fechou uma parceria com a empresa M&M Gestão Esportiva, que estará à frente da gestão do futebol por um período de dois anos. A empresa está responsável pelas contratações e montagem do elenco e comissão técnica. Entre as contratações para a disputa do certame Brasileiro, está o técnico Zé Henrique, que tem passagem por Li-

JOGOS DO VILHENA NA SÉRIE D Dia Dia Dia Dia Dia Dia Dia Dia Dia Dia

12/07 19/07 26/07 02/08 09/08 16/08 23/08 30/08 06/09 13/09

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1ª rodada – Vilhena (RO) x Remo 2ª rodada – Nacional (AM) x Vilhena 3ª rodada - Vilhena x Náutico (RR) 4ª rodada – Rio Branco (AC) x Vilhena 5ª rodada – FOLGA 6ª rodada – Vilhena x Rio Branco 7ª rodada – FOLGA 8ª rodada – Náutico x Vilhena 9ª rodada – Vilhena x Nacional 10ª rodada – Remo x Vilhena

VEC durante jogo da Copa Verde na Arena da Amazônia

que atuaram pelo o Campeonato Roraimense deste ano. O atacante Alex Góes é um dos que permaneceram para a disputa da temporada e vai retomar a parceria com o irmão Robemar, dupla que foi uma das sensações do regional. Uma das promessas do time é o volante Anderson Peixe,29), que já atuou pelo Náutico-RR em 2006 na Taça São Paulo de Futebol Júnior. O lateral também teve passagem no exterior, quando atuou em um clube da Costa Rica. Dos jogadores campeões Roraimense de 2015 pelo time, a nova comissão técnica aproveitou apenas sete atletas. A equipe tem treinado em período integral visando a partida deste domingo (14) contra o Leão da Vila Municipal. Fé na classificação Segundo o presidente do

Náutico, Adroir Bassorci, o time espera representar bem o Estado e, mesmo sabendo das dificuldades, vai buscar classificação para a próxima fase. “Graças a uma parceria, o Náutico contará com alguns reforços para o Brasileiro. Temos um treinador muito experiente e esperamos fazer o melhor para representar Roraima muito bem. Será um time bem diferente dos que já foram montados”, Afirmou Adroir ao PÓDIO. O dirigente ainda falou sobre o NacionalAM, primeiro adversário no Brasileiro. “Vamos enfrentar um time forte que tem um investimento muito alto e um grupo bem entrosado, mas estamos na mesma competição e vamos dificultar o jogo para eles em nossa casa, jogando pra cima”, prometeu.

DIVULGAÇÃO

WILLIAN D’ÂNGELO

nense-SP, Vila NovaGO, União-MS e Sete de Setembro-PE. O auxiliar técnico será Anderson Brasil. O time Alvirrubro que conquistou em 2015 o seu segundo título estadual ao vencer o Baré pelo placar de 2 a 1 no estádio Ribeirão. Dentro do pacote de reforços para a disputa do certame brasileiro, o Náutico apresentou durante a semana a contratação de mais dois jogadores. Eduardo Magrão, que atuou no Campeonato Estadual de 2015 pelo São Raimundo-RR e recentemente estava no Atlético Acreano, está de volta. Outro nome confirmado como reforço para a Série D é o volante Dudé, com passagens por SportPE, Internacional-RS e Atlético-PR. Além dos reforços apresentados durante a semana, o Náutico contará com alguns jogadores locais

Meio campo Anderson Peixe - Ex-São José-SP Lucas Esqueleto - Ex-Itaborai-GO Hemilio Robinho - Ex-Botafogo-ES Eduardo Madrão - Ex-Atlético Acreano-AC Atacantes Edinaldo Bahia - Ex-Atlético Roraima Washington - Ex-Osvaldo Cruz-SP Robemar - Ex-Náutico-RR Alex Gois - Náutico-RR Bruninho - Náutico-RR Próximos reforços: Luizinho Maranhão (atacante) Barum (volante) Ex-Vilavilhense - ES Jonatan (zagueiro) Ex-Blumenau - SC Edilson (volante) Operário-MT Comissão técnica Zé Henrique - técnico Anselmo Silva - preparador físico Anderson Brasil - auxiliar

JOGOS DO NÁUTICO: HOJE: Náutico x Nacional-AM 26/07: Vilhena-RO x Náutico 02/08: Náutico x Rio Branco-AC 16/08: Náutico x Remo-PA 23/08: Rio Branco-AC x Náutico 30/08: Náutico x Vilhena-RO

EM CRISE FINANCEIRA

Vilhena tenta superar dificuldades PAULO ROGÉRIO VEIGA

Com 24 anos de existência, o Vilhena Esporte Clube não foge da regra e tenta sobreviver na mesma medida da maioria dos clubes do futebol brasileiro: afundado em divididas e sem muitos recursos financeiros. Mesmo ao término do Campeonato Rondoniense, com a conquista do primeiro turno, o que garantiu ao Lobo do Cerrado a vaga no Campeonato Brasileiro da Série D, os problemas continuam. A diretoria procura aos poucos amenizar a questão financeira e de outros compromissos. Mesmo em situação financeira delicada, o diretor de futebol do Vilhena, Natal Jacob, disse que o clube realizou algumas contratações para disputa da Série D. Os reforços são o lateral-esquerdo Maicon, o volante Dourado, o lateral-direito Portela, e o zagueiro André Morisini. Até o final da semana, mais dois jogadores devem chegar para compor o elenco na

competição nacional. A preparação da equipe para o Brasileiro da Série D, iniciou na segunda-feira (6), no estádio Portal da Amazônia, palco dos jogos da equipe na competição. O comandante do VEC não tem muito tempo para treinar, já que a estreia será com o Clube do Remo, no domingo, 12, em Porto Velho. O treinador Marcos Birigui pode contar com apenas 12 atletas, entre os quais Souza, Edilsinho, Cucaú, Alex Barcelos, mas principalmente o artilheiro do campeonato com nove gols, o atacante Cabixi. O jogador é a maior esperança de gols do Vilhena na quarta divisão e tem a confiança de toda diretoria e comissão técnica para ser o grande nome do clube no Brasileirão. Retrospecto Como representante do futebol rondoniense, o Vilhena participa pela terceira vez do Brasileiro da Série D. Na primeira participação em 2010, a equipe naquela oportunidade

acabou ficando na primeira fase da competição. A última participação do Vilhena foi em 2012, mas de forma diferente e até considerada como histórica. A equipe rondoniense conquistou a vaga para segunda fase, com um jogo de antecedência. Na fase classificatória, o VEC conseguiu derrotar de forma surpreende o Remo-PA, com uma goleada de 4 a 2. Ainda no seu grupo, a equipe jogou com Penarol-AM, Náutico-RR e Atlético-AC. Pela segunda fase, o Vilhena enfrentou o Sampaio Corrêa-MA. No primeiro jogo no Portal da Amazônia, jogando debaixo de muita chuva o time empatou em 1 a 1. A partida de volta aconteceu na reinauguração do Estádio Castelão, com 50 mil espectadores. O VEC venceu o primeiro tempo, com gol de Cabixi, mas no segundo veio o empate e a derrota por 4 a 1. No final da Série D, o Sampaio Corrêa acabou conquistando o título da temporada.


Sonho em

movimento Amazonense Laiana Rodrigues, que tem paralisia na perna direita, conseguiu “caminhar” em busca de seu sonho e se juntou, recentemente, à Seleção Brasileira de Vôlei Sentado GERSON FREITAS

C

om a trajetória esportiva marcada por abandono, dedicação e superação, a paratleta amazonense Laiana Rodrigues conta ao PÓDIO como superou as dificuldades e conseguiu chegar à Seleção Brasileira de Voleibol Sentado, onde atualmente ocupa uma vaga no time reserva. Segundo ela, esse foi um sonho que estava praticamente guardado na gaveta, mas voltou com força total após um encontro casual com o presidente da Confederação Brasileira de Voleibol para deficientes, ocorrido no ano passado. Apaixonada pelo esporte desde a infância, a professora de educação física, que é dona de pelo menos 15 medalhas, conquistadas em campeonatos de voleibol regionais e nacionais, lembra que a sua carreira teve que ser interrompida tragicamente em 2001. Laiana ficou 15 anos afastada das quadras de voleibol devido a uma dengue hemorrágica, conhecida como Síndrome de Guillain Barret que provocou uma paralisia na perna direita. Durante o período de recuperação, a atleta sofreu com a falta de recursos financeiros e com o desamparo do clube do qual era contratada. “No auge da minha carreira, quando eu tinha 18 anos de idade, fui forçada a parar o esporte devido a uma paralisia provocado por dengue hemorrágica. Na época eu era atleta do Nacional, clube que me negou assistência porque a paralisia não foi provocada

Amazonense se juntou recentemente à Seleção Brasileira de Vôlei Sentado

por um acidente de trabalho. Minha recuperação foi bastante difícil, não tínhamos recursos para investir em tratamento. Somente após dois anos deitada numa cama foi que o SUS liberou a minha fisioterapia. Foi um processo longo, sofrido, mas em nenhum momento a vontade de retomar a minha vida, meu esporte e minha paixão foi deixada de lado. Foram 15 anos afastada de uma das coisas que eu mais gosto de fazer, mas, graças a Deus, a minha família e a muitos amigos que caminharam junto comigo nesse tempo, eu consegui voltar às quadras”, salientou. A atleta, que atualmente participa do programa Vive Melhor, destinado a pessoas com deficiência física, destaca que após o tratamento, teve dificuldades em voltar às quadras e aos treinos em virtude da falta de estrutura no Estado para esportes destinados a pessoas com deficiência física. Questionada sobre o vôlei sentado, Laiana afirma que só tomou conhecimento da categoria após trabalhos de pesquisas na internet realizada por ela e por alunos que se empenharam para colher informações que pudessem contribuir para o seu retorno ao voleibol. Transformação Mas nem só de sofrimento viveu a atleta. Em outubro do ano passado, quando participava de um curso durante a visita do Comitê Paraolímpico em Manaus, a sorte bateu novamente em sua porta. De acordo com Laiana, a volta às quadras foi proporcionada durante um encontro casual com o presidente da Confederação Brasileira de Voleibol Sentado. Na ocasião, a atleta viu a oportunidade de resgatar aquele sonho que estava praticamente esquecido na memória. “Parecia um sonho. Eu me perguntava se isso era verdade, se eu estava vendo essa oportunidade de voltar às quadras. Até então eu só tinha visto alguns artigos na internet, mas nada aprofundado. Como sou professora de educação física, pedi para os meus alunos pesquisarem sobre o assunto, e eles conseguiram informações das quais eu ainda não tinha acesso. Para mim, isso foi sensacional. Eu não teria participado do voleibol sentado se eu não tivesse inserida nos trabalhos de pessoas com deficiência. Durante a realização de cursos promovidos por órgãos estaduais e municipais no período em que o Comitê Paraolímpico esteve em Manaus, eu tive que me inscrever em uma das ativida-

des. Na verdade eu não queria participar do vôlei sentado, eu pensava que já era um esporte em que eu já sabia algumas coisas e que nada iria acrescentar, não tive interesse, mas só tinha vaga nesse curso. Quando comecei o curso, conheci o Amauri Ribeiro, que é o presidente atual da Confederação Brasileira de Voleibol para deficiente. Conversamos sobre a minha experiência no esporte e após disso surgiu o convite para passar uma temporada com a seleção brasileira. Quando foi em março deste ano, realizei meu primeiro treino. Não esperava esse resultado positivo, fiquei surpresa, consegui passar no teste. Foi a minha maior superação”, conta. Em abril deste ano, a atleta foi convocada para participar de um torneio, realizado na Holanda. Participando de apenas um jogo, Laiana confessou que o retorno às quadras foi um processo difícil e que a adaptação foi dolorida, devido à forma em que é praticado o esporte, mas que a forca de vontade em permanecer e conquistar uma vaga na seleção brasileira era maior que qualquer obstáculo. “Graças a Deus, fiz pontos no meu primeiro jogo. Tive muitas dificuldades no deslocamento, porque não é fácil você sair do voleibol olímpico e após 14 anos sem jogar uma partida voltar para o mesmo esporte, sendo que desta vez sentada, onde os movimentos são mais complicados. Tive um bom desempenho no meu retorno às quadras, mas preciso de mais, preciso treinar, de uma estrutura boa e quando estou em Manaus não consigo fazer isso, pois aqui não temos espaço para esse tipo de esporte. Dia 17 estarei indo para o Sesi em São Paulo para treinar e em seguida parto para Toronto no Canadá para participar de competições”, frisou. Sobre o futuro, a atleta que está encerrando contratos com Estado do Amazonas afirma que ainda não tem nada definido sobre a sua mudança definitiva para São Paulo. Ela acredita que tudo vem no tempo certo e que caso seja necessário fixar moradia no sudeste do país para o seu crescimento profissional, não irá pensar duas vezes. “Cheguei até aqui com muita fé em Deus, acredito que tudo vem no tempo certo, a principio só irei a São Paulo para treino, mas se for necessário ficar por lá para me aperfeiçoar nessa categoria, irei ficar sim. Vou encarar esse desafio de pleitear uma vaga no time titular. Era um sonho que estava morto, mas que hoje estava mais vivo do que antes quando eu participava do voleibol em pé. Mas entrego tudo a Deus ele saberá o que é melhor para mim”, finalizou. O PÓDIO procurou o Nacional Clube para falar sobre o assunto, mas até o fechamento

DIEGO JANATÃ

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Italiano, Paulo Salemi defende as cores da Seleção Brasileira de Polo Aquático

SATIRO SODRE/CBDA

Brasil tem mais estrangeiros do que amazonenses no Pan Delegação brasileira tem 19 atletas nascidos em outros países, enquanto o Amazonas tem apenas cinco THIAGO BOTELHO E ASSESSORIAS

T

oronto (Canadá) O Time Brasil está mais internacional do que nunca. A delegação verde e amarela no Pan-Americano de Toronto conta com mais atletas nascidos fora do território nacional de que em muitos Estados brasileiros, incluindo o Amazonas.

Ao todo, 19 gringos defenderão as cores do time verde e amarelo no Canadá pelos próximos 15 dias. É um número superior, por exemplo, à quantidade de catarinenses no Pan, que estarão com 16 representantes nas arenas canadenses. Ou de capixabas, que levam 12 representantes. Quando comparado com o Amazonas, a disparidade fica maior. O Estado terá apenas cinco competidores nesta edição do Pan. Daynara de Paula (natação), Lucianne Barroncas (polo aquático), Aílson Eráclito (remo), Ligia Silvia (tênis de mesa) e Larissa Feitosa (tiro com arco). O número de estrangeiros é maior que outros 18 Estados, como Acre, Alagoas, Ceará, Piauí, Maranhão, Bahia, Espírito Santo, Paraíba, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Sergipe, Pará, Rio

Grande do Norte, Rondônia, Roraima, além do Distrito Federal. Nenhuma dessas unidades da federação terão mais de 19 atletas. Algumas delas não terá nenhum representante sequer, como Acre, Sergipe e Rondônia. Por outro lado, haverá seis competidores nascidos nos Estados Unidos. O Time Brasil do Pan ainda contará com três ingleses, dois italianos, francês, holandês, cubano, croata, chinês e espanhol. A maior parte dos gringos está em modalidades pouco populares no Brasil. É o caso do hóquei na grama. Defendem o time nacional os holandeses Yuri van Der Heijden e Patrick van Der Heijden, além do inglês Chris MchPherson. Na equipe de rúgbi ainda há dois ingleses e uma americana. É o polo aquático a modalidade em que o Brasil con-

seguiu reunir uma grande quantidade de expatriados. A equipe comandada pelo técnico croata Ratko Rudic, tetracampeão olímpico, tem em sua base um croata,

CURIOSIDADE

Um dos melhores jogadores de polo aquático da atualidade, Felipe Perrone é brasileiro naturalizado espanhol, mas voltou a defender o Brasil recentemente após receber convite de CBDA espanhol, cubano e italiano. No feminino, há a francesa Tess Flore de Oliveira. Mas o caso de Tess, que teve brilhante atuação na estreia do Pan, na quartafeira, é semelhante ao de

alguns outros estrangeiros no Time Brasil. Ela nasceu na França, mas cresceu no Brasil. Assim como a carioquíssima Rosângela Santos, uma das melhores velocistas do atletismo brasileiro. Ela é de Washington, nos Estados Unidos, mas passou toda sua vida no Rio de Janeiro. Caso idêntico ao da velejadora Patrícia Freitas, igualmente da capital dos Estados Unidos, mas criada na capital fluminense. Para uma delegação com 590 integrantes, a quantidade de atletas nascidos fora do país é muito pequena. Basta comparar, por exemplo, com o grupo que o Canadá montou para disputar o Pan em casa. Dos 719 atletas, 95 são estrangeiros. Enquanto que os Estados Unidos têm em seu time 51 gringos entre 633 competidores.

Atletas têm chance de medalhas Atleta do Botafogo-RJ, o manauense Aílson Eráclito competirá na categoria double-skiff peso leve. Ele passou as últimas duas semanas treinando no Grêmio Náutico União, em Porto Alegre, para fazer aclima-

tação do torneio. Ele se classificou para o Pan por meio do mundial na categoria, realizado em abril deste ano em Bled, na Slovênia. Esse será o segundo Pan-americano de Eráclito, já que integrou a seleção nos jogos de Guadalajara (MEX), em 2011. “A competição vai ser difícil. Não garanto que vou conseguir uma medalha, mas estou confiante. Por mais difícil que seja, sempre confio que posso subir no pódio”, disse ao PÓDIO em conversa pelas redes sociais. Quem tem chances reais de medalhas é a na-

dadora Daynara de Paula. Radicada em São Caetano do Sul (SP), a amazonense é especialista no nado borboleta e chega à Toronto com três medalhas pan-americanas no currículo. Quem também representará o Amazonas nas piscinas do Canadá é Lucianne Barroncas, atacante da seleção feminina de pólo aquático. A atleta de 27 anos é jogadora do Esporte Clube PinheirosSP e já foi campeã brasileira em 2011 e 2012 pela equipe paulista. Outra amazonense a levar a bandeira do Estado a Toronto é Lígia Silvia, do tênis de mesa. Aos 34 anos, a mesatenista está em seu quinto Pan-Americano. Ao contrario de Lígia, Larissa Feitoza fará sua estreia na competição internacional pela seleção de tiro com arco.


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BRASILEIRÃO

São Paulo e Coritiba se enfrentam no Morumbi São Paulo (SP) - O São Paulo reencontrou o caminho das vitórias após golear o Vasco e agora quer voltar ao G-4. Para alcançar seu objetivo, o Tricolor precisa acumular mais triunfos. Desta vez, o adversário também não será dos mais perigosos: no Morumbi, os comandados de Osorio têm compromisso marcado com o Coritiba, que aparece apenas no fim da tabela. A partida será realizada às 10h (de Manaus). O time paulista aparece em sétimo lugar na classificação, com 21 pontos. Os paranaenses, por sua vez, ocupam uma das quatro posições da degola. Para a partida, o treina-

dor irá promover o retorno de Luis Fabiano, assim, Centurión deve deixar a titularidade. Já o volante Wesley, que marcou um gol contra o Vasco, virou dúvida após dividida com Boschilia que o fez deixar o treino de sexta-feira por dores nas costas. Para suprir a ausência, caso ocorra, Osorio poderia usar Hudson, Rodrigo e o próprio Boschilia. Do outro lado, o Coxa teve a chance de, jogando em casa em duas rodadas consecutivas, conquistar os pontos necessários para deixar a zona de rebaixamento, mas não passou de dois empates sem gols que agravaram a situação do time. FRAME

Capitão tricolor, Rogério Ceni em treino no CT da Barra Funda

Fluminense quer manter embalo ao visitar Furacão Tricolor Carioca está na vice-liderança do Campeonato Brasileiro e após vencer Cruzeiro no meio de semana em casa, quer mostrar força fora de seus domínios

C

uritiba (PR) Atravessando seu melhor momento no Campeonato Brasileiro, o Fluminense visita o Atlético-PR neste domingo (12), às 15h (de Manaus), na Arena da Baixada, pela 13ª rodada. Com 24 pontos, o Tricolor é vicelíder, já o Furacão precisa reagir. O time está estacionado com 19 pontos. Sem contar com Enderson Moreira, a equipe carioca terá mudanças para partida. Autor do gol salvador contra o Cruzeiro, o lateral-esquerdo Gustavo Scarpa começa jogando no seu setor, assumindo a vaga de Victor Oliveira e deixando de ser improvisado no meio. Após cumprir suspensão, o volante Edson retorna no posto justamente de Victor Oliveira. Pelo lado do Atlético-PR, o técnico Milton Mendes orientou seus jogadores a esquecerem o mau resultado contra o Corinthians no meio de semana. Afinal de contas, a necessidade de um triunfo se torna muito real após duas derrotas seguidas. Contra o Timão, a ausência de Walter, que cumpriu suspensão automática, foi bastante sentida, já que a qualidade do atacante é indiscutível

DIVULGAÇÃO

Fred comemorando gol na vitória sobre o Cruzeiro

FICHA TÉCNICA ATLÉTICO-PR FLUMINENSE na frente do gol. E esse pode ser o diferencial na volta para casa, no confronto direto diante do Tricolor carioca. A principal estrela atleticana retorna para reencontrar o ex-clube. O volante Jadson também deve ser uma das novidades, já que desta vez que fica de fora por conta dos cartões é Hernani. Outro desafio para o técnico Milton Mendes será ter um time inteiro em campo, já que o grupo vem do desgaste de duas viagens seguidas e de uma partida dura na quinta-feira. Neste caso, o apoio das arquibancadas pode ter o energético necessário. “Temos que tentar recuperar

nossos jogadores. E o torcedor será muito importante nos próximos jogos. Estamos no caminho certo, trabalhando bem e forte. Gostaríamos de ter os torcedores junto conosco, para buscarmos o resultado positivo que nos levará para cima da tabela”, analisou. O meia Nikão ressaltou a necessidade de um bom resultado contra o Fluminense. “Precisamos reagir logo, porque teve pouco tempo de treinos entre um jogo e outro. Respeitamos o Fluminense, mas, jogando em casa, apenas a vitória nos interessa. O Atlético-PR precisa vencer”, disse.

Local: Arena da Baixada, em Curitiba (PR) Horário: 15h (de Manaus) Árbitro: Anderson Daronco (Fifa-RS) ATLÉTICO-PR: Weverton; Eduardo, Christián Vilches, Kadu e Natanael; Otávio, Jadson e Ytalo; Marcos Guilherme, Nikão e Walter. Técnico: Milton Mendes FLUMINENSE: Diego Cavalieri, Wellington Silva, Gum, Antônio Carlos e Gustavo Scarpa; Pierre, Edson, Jean e Gerson; Marcos Júnior e Fred. Técnico: Marcão


E8

MANAUS, DOMINGO, 12 DE JULHO DE 2015

Fla enfrenta Corinthians sem ‘xodó’ Paolo Guerrero

FORA DE CASA

Palmeiras vai a Recife para enfrentar o Sport

Ayrton continua como titular na lateral direito do Flamengo

entrar Marcelo Cirino e Gabriel, respectivamente. O Rubro-Negro deve começar a partida no maior estádio do mundo com: Cesar, Ayrton, Marcelo, Wallace, Armero, Jonas, Cáceres, Canteros, Everton, Marcelo Cirino e Gabriel. Agradecido O técnico Tite não escondeu sua satisfação em não enfren-

ESTATÍSTICA

Flamengo e Corinthians já se enfrentaram 57 vezes em campeonatos brasileiros e o equilíbrio é marca do clássico das maiores torcidas do país. São 21 vitórias para cada lado e 15 empates tar a nova dupla de ataque rubro-negra. “Eu não quero enfrentar, não. Deixa eles enfrentando outras equipes. Estou fora”, sorriu o gaucho. O comandante alvinegro não terá nenhum problema para escalar a equipe para o duelo. O que vai a campo é: Cássio; Fagner, Felipe, Gil e Uendel; Bruno Henrique; Jadson, Elias, Renato Augusto e Malcom; Vagner Love.

Recife (PE) – Em ascensão no Campeonato Brasileiro, o Palmeiras tem um teste de fogo neste domingo (12), às 17h30 (de Manaus) diante do Sport, na Ilha do Retiro. A equipe Alviverde vem de quatro vitórias seguidas e encostou no G-4. O objetivo dos comandados de Marcelo Oliveira é dar sequência a boa fase e engatar a quina neste Campeonato Brasileiro. No entanto, o técnico palmeirense terá desfalques para o duelo. Sem Victor Ramos e Egídio, suspensos, além de Vitor Hugo, machucado, Marcelo Oliveira foi obrigado a fazer mudanças radicais na defesa para o jogo contra o Sport. O treinador, porém, não quis fazer mistério e confirmou os substitutos:

Leandro Almeida fará seu primeiro jogo como titular, formando dupla de zaga com Jackson, enquanto João Paulo, recuperado de lesão, entra na lateral-esquerda. No meio, o veterano Zé Roberto continua na vaga do machucado Robinho. O Palmeiras vai à campo com: Fernando Prass, Lucas, Jackson, Leandro Almeida, João Paulo; Arouca, Gabriel, Zé Roberto, Rafael Marques, Dudu e Leandro Pereira. Já o Sport, que estava invicto até a última rodada quer voltar a vencer. O técnico Eduardo Baptista não poderá contar com Rithely, suspenso e Maykon Leite, machucado. Para o meiocampo, Rodrigo Mancha herda a vaga, no ataque Neto Moura deve fazer companhia para André. DIVULGAÇÃO

GILVAN DE SOUZA/FLAMENGO

R

io de Janeiro (RJ) – Paolo Guerrero chegou ao Flamengo e já é queridinho da torcida. O peruano marcou um gol deu uma assistência em sua estreia com a camisa RubroNegra na vitória, fora de casa, sobre o Internacional no meio de semana, mas por conta de uma clausula no contrato, não poderá dar sequência ao bom futebol neste domingo (12), às 15h (de Manaus) contra o seu ex-clube, o Corinthians. Quem também está fora pelo mesmo motivo é Emerson Sheik. O duelo das maiores torcidas do Brasil tem maior peso para o Flamengo. Com apenas 13 pontos e na 13ª colocação do Campeonato Brasileiro, o Rubro-Negro vem de maus resultados diante de seus torcedores. Já o Corinthians, no G-4 e com 10 pontos a mais que o rival, quer aproveitar os desfalques para voltar a vencer fora de casa. Diante deste cenário, o time da Gávea vai à campo forçadamente com novidades. Marcelo, que foi um dos destaques na vitória sobre o Colorado, segue como titular na zaga ao lado de Wallace. O garoto Jorge, mesmo apresentando bom futebol, deve dar lugar a Armero, devidamente regularizado. Nos lugares de Guerrero e Emerson Sheik, devem

MARCELO D’SANTS/FRAME

Por questões contratuais, o novo atacante rubro-negro não poderá enfrentar seu ex-clube neste domingo. Time carioca quer acabar com os maus resultados em casa

Recém-contratado Rildo estará à disposição de Tite neste domingo

João Paulo ganha chance na lateral esquerda do Palmeiras


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Pódio - 12 de julho de 2015 by Amazonas Em Tempo - Issuu