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Pódio - 11 de maio de 2014

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MANAUS,, DOMINGO, 11 DE MAIO DE 2014 MANAUS

esportes@emtempo.com.br esportes @emtempo.com.br

DECISÃO Hoje o Amazonas pode conhecer finalmente o campeão de 2014 do futebol estadual. Se Princesa vencer garante o título antecipado. Já para o Nacional a vitória vai provocar mais duas partidas decisivas. Pódio E5

Corinthians e São Paulo: a revanche

Clássicos vão agitar torcidas

Pódio E7

Pódio E8


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MANAUS, DOMINGO, 11 DE MAIO DE 2014

Lutador: Cosme Júnior Academia: Amazon Warrion Categoria: Meiomédio (até 77 kg)

Guerreiros

do octógono

DIVULGAÇÃO

Lutador: Leandro Moreira Academia: Champions Factory Categoria: Meiomédio (até 77 kg)

Com a proximidade do campeonato “Rei da Selva Combat”, os lutadores acirram a disputa nos treinos

Cosme x Leandro ANDRÉ TOBIAS Equipe EM TEMPO

O

duelo entre os debutantes no evento Cosme Júnior, da academia Amazon Warrion e Leandro Moreira, que representa a Champions Factory, pela categoria “meiomédio” promete ser um dos mais emocionantes da noite. Ambos praticantes da arte

marcial tailandesa Muay Tai e estreantes no MMA, os lutadores devem promover um combate de trocação franca e o chão pouco deve ser utilizado por eles. O professor de muay tai Cosme Júnior, 29, está confiante na vitória. Há pouco mais de um ano em Manaus, ele residiu em Belo Horizonte (MG), onde ensinava a arte tailandesa para os mineiros. Ao pintar o convite

de voltar à capital amazonense, sua cidade natal, para dar aula de muay tai profissional e amador, não pensou duas vezes e já chegou com a intenção de formar uma equipe de MMA. Tailandesa Praticante da arte tailandesa há 10 anos, ingressou no mundo das artes marciais mistas apenas há três. Sobre o

adversário, diz conhecer pouco, mas o suficiente para estar bem preparado e enfrentá-lo de igual para igual. “Eu sei que ele vem do muay tai também e é estreante no MMA, assim como eu”, garante. Orgulhoso, Cosme lembra que seu atleta, Victor Neves, vai disputar o cinturão do “Rei da Selva Combat” na mesma noite. Menos experiente, mas com um currículo recheado de títu-

los, o técnico em automação Leandro Moreira, 26, pratica muay tai há seis anos e conta com sete troféus em sua galeria. Oriundo do K1, organização que promove luta em pé, ele estreia no MMA e no evento confiante em um nocaute devido às características dos lutadores. Strikes “A expectativa é a me-

Lutador: Júnior Freitas Academia: Clube Freitas Categoria: Leve (até 70 kg)

lhor possível. É uma luta de dois strikes, onde será o combate se desenrolará em pé e certamente terminará em nocaute. Sei que meu adversário vem do muay tai também e não tem muita experiência no chão. Vai ser uma luta de pura trocação. Estou treinando bastante a parte de socos, chutes e joelhadas para não ser surpreendido”, revela.

Lutador: Helderson Filhão Academia: Chiquinho Top Team Categoria: Leve (até 70 kg)

Júnior Freitas x Helderson Filhão Agora é a vez do jiu-jitsu. O duelo entre Júnior Freitas da academia Clube Freitas, e Helderson Filhão, que representa a Chiquinho Top Team, põe frente a frente lutadores da categoria “leve” oriundos da arte suave e especialistas na luta de chão. Os dois debutam no “Rei da Selva Combat” e esperam fazer uma grande luta para não

decepcionar os fãs que irão prestigiar o evento. O professor de jiu-jitsu Júnior Freitas, 26, está confiante numa boa apresentação. Ele conta que paixão pela pratica da arte suave vem de berço, é de família. Ainda quando era pequeno, deu aprendeu a andar dentro de um tatame. Para o combate, ele continua treinando nor-

malmente sem um foco específico, já que seu oponente também é do jiu-jitsu. “Não conheço praticamente nada dele. Sei que ele vem do jiu-jitsu e está cerca de dois anos parado devido a uma cirurgia que fez no joelho. Não estou realizando nenhum tipo de treinamento especifico, mas estou pronto para disputar

um grande combate”, afirmou Freitas. Superação O industriário Helderson Filhão, 26, vem de um momento turbulento na carreira. Após passar dois anos em Curitiba (PR) e lesionar o joelho gravemente, o que lhe deixou de molho por um ano, ele voltou à Manaus

para treinar e recuperar a forma. Apesar do tempo no estaleiro, este é apenas mais um obstáculo na carreira do jovem lutador. Mudo, o professor do atleta, Francisco de Assis, 40, faz questão de afirmar que a deficiência de seu pupilo não influencia em nada durantes os treinamentos. “Não prejudica, adapta-

mos nossos métodos de passar as orientações para ele no que aprendemos no dia a dia”, destaca. Segundo o treinador, Helderson treina jiu-jitsu desde os 12 anos de idade. “O adversário é do jiu-jitsu, assim como ele e estamos aperfeiçoando isso, mas sem deixarmos de trabalhar o muay tai e o boxe”, conclui.


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Mais feliz e colorida D

epois do sucesso que foi a primeira edição da “The Color Run – Manaus”, em 2013, o segundo ano da corrida mais feliz e colorida do mundo volta a capital amazonense no próximo dia 18 (domingo) com concentração às 7h no campus da Universidade Federal do Amazonas (Ufam), Zona Sul de Manaus. A corrida tem o objetivo de proporcionar momentos de lazer e diversão para todos os participantes. O jornalista Adriano Castro, 25, encarou o desafio no ano passado e disse ter aprovado a experiência. Ele conta que o convite para participar da corrida partiu dos amigos, que se reuniram para se divertir de uma maneira diferente, prezando pela qualidade de vida. No entanto, para supressa dele, a iniciativa foi o primeiro passo iniciar uma rotina voltada para atividade física. “No ano passado participei da ‘The Color Run’ pela proposta da diversão. Chegando lá, adorei a animação das pessoas, mas gostei muito mais é de ter corrido. Foi a primeira corrida que participei e a partir daí fiquei motivado a participar de outras corridas de rua”, disse. Além de frequentar a academia, Adriano afirma que começou a praticar corrida e

buscar locais em Manaus onde a atividade é possível, como, a faixa liberada na Ponta Negra, às quartas-feiras. A psicóloga Juliana Afonso, 26, tem a mesma opinião que Adriano Castro: a diversão toma conta do início ao final do percurso do “The Color Run”. “Acredito que eles conseguiram atingir o objetivo. Durante todo o percurso era possível ver a cara de felicidade das pessoas ali encontrando os amigos, confraternizando, se divertindo. Foi muito alto astral, com uma energia muito boa”, disse a psicóloga, que ficou sabendo da corrida por meiodas redes sociais, compartilhamento das amigas, e assim foi procurar mais informações sobre o evento e assistir ao vídeo de divulgação. Dose de animação Quem também vai repetir a dose de animação colorida são os irmãos, Amanda e D` Lucas Soares, 14 anos e 15 anos, respectivamente. Os estudantes participaram da corrida ao lado da mãe Perla Soares. “Foi maravilhoso. A experiência foi incrível e, neste ano, vamos de novo e com um grupo ainda maior”, disse Amanda. Para D’Lucas a participação na corrida só reforçou a paixão pelo esporte. Apesar de praticar

FOTOS: DIVULGAÇÃO

Segundo ano da corrida mais feliz e colorida do mundo retorna à capital amazonense no próximo dia 18 com concentração às 7h no campus da Universidade Federal do Amazonas. Evento objetiva proporcionar vários momentos de lazer e diversão musculação com frequência, ele afirma que a corrida agora entrou também na lista de preferências. “A partir da The Color Run comecei a me dedicar mais à prática de exercícios. Faço musculação e procuro correr sempre que possível”, afirma o estudante que, neste ano, já garantiu a inscrição na The Color Run e ainda pretende levar a namorada. Divertido Outro atleta que se entregou a proposta foi aadministradora Carla Nunes, 45. “Ao final quando todos se encontraram é o momento mais divertido. Foi um momento muito familiar e sem frescura. Bom demais”, ressaltou. Na The Color Run Manaus 2013, Carla estava acompanhada pelo pai, que tem 65 anos, da filha de 13, além das primas e outros amigos. Este ano ela pretende repetir a dose e garantiu que vai levar mais gente para se divertir junto com a família. “Meu pai se divertiu, todo mundo se divertiu. Foi algo bem proveitoso e organizado, apesar de ter muita gente. Ao chegar em casa outro divertimento foi ir para o chuveiro com a minha filha para tirar toda a tinta jogada nos corredores. E neste ano, queremos ficar ainda mais coloridos”, conclui.

O jornalista Adriano Castro participou do evento no ano passado e promete repetir a dose

D’Lucas, Perla e Amanda reforçam a ideia de que o esporte apaixona e aproxima as pessoas

Corrida com produto natural A corrida tem um percurso de 5 quilômetros onde, a cada quilometro percorrido, tintas produzidas com amido de milho e corante alimentício (produto 100% natural) são jogadas sobre os participantes e ao final todos de encontram para uma grande festa denominada ‘Festival das Cores’, momento onde os corredores jogam o pó colorido, ao som de muita música eletrônica. De acordo com Loren Lunière, produtora da The Color Run no Brasil, as cores representam a alegria e a igualdade entre os participantes. Ela ressalta que, nesta prova, não existe premiação. “É uma corrida onde todos podem participar, desde os atletas, idosos, crianças, deficientes físicos, corredores de fim de semana, enfim, é um grande encontro em nome do esporte e da alegria. Não existe um único

vencedor”, disse. Nesta edição, os organizadores decidiram limitar o número de inscrições para que haja comodidade aos participantes.“Decidimos controlar um pouco essa questão do público participante para dar mais conforto e comodidade durante o percurso. Pretendemos fechar entre seis e sete mil inscritos. A corrida continua com o mesmo formato e todos são convidados a participar dos 5 km mais felizes do mundo”, destacou Lunière. Inscrições As inscrições para a ‘The Color Run’ estão abertas até 14 de maio (quarta-feira) para pagamentos com boleto bancário e até o dia 16 de maio (quinta-feira) para pagamentos com cartão de crédito, feitas pelo site br.thecolorrun.com/Manaus.


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Juizado do Torcedor quer

levar paz aos estádios

Tribunal de Justiça do Amazonas já atua na Arena da Amazônia desde a partida teste entre Nacional e Corinthians

THIAGO BOTELHO Equipe EM TEMPO

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rradicar a violência nos estádios sempre foi um desafio para poder público. Ano após ano, vidas são ceifadas dentro e nos arredores das praças esportivas brasileiras. Episódios como o da Arena Joinville, em dezembro do ano passado, quando torcedores de Vasco-RJ e Atlético-PR protagonizaram cenas de selvageria, e mais recentemente, a morte do torcedor do Sport, Paulo Ricardo Gomes da Silva, que foi a óbito após ser atingido na cabeça por um vaso sanitário, chocaram o Brasil e o mundo. Preocupado com a segurança durante a Copa do Mundo e desejoso em devolver a paz aos estádios de futebol, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) recomendou a criação do Juizado do Torcedor e Grandes Eventos (Recomendação nº 45, de 17 de dezembro de 2013) em todos os estados do país. O Juizado do Torcedor e de Grandes Eventos funcionará como extensão do Plantão Judiciário, fora do expediente, em eventos desportivos promovidos por ocasião da Copa. Amazonas No Amazonas, os trabalhos tiveram início no último dia 30 de abril, durante o jogo entre Nacional x Corinthians, pela segunda fase da Copa do

Brasil, e estão sendo coordenados pelo Desembargador Lafayette Vieira Júnior e o Juiz Rogério Vieira, que por sinal são irmãos e têm ligação com o futebol local. O Juizado faz parte da Justiça Itinerante com competência plena e exclusiva sobre fatos e ocorrências em decorrência de eventos realizados na Arena da Amazônia seja na esfera Criminal, Cível ou da Infância e da Juventude. As ações são realizadas em conjunto com o Centro de Operações da Arena, que em princípio registra os flagranteados ou questões que envolvam crianças e adolescentes para a apreciação do Juiz de Direito em

SEGURANÇA

Preocupado com a segurança durante a Copa do Mundo e desejoso em devolver a paz aos estádios de futebol, o CNJ recomendou a criação do Juizado do Torcedor e Grandes Eventos exercício no estádio. Paixão pelo futebol Apaixonado por futebol e filho do ex-meia esquerda Lafayette Vieira, que jogou no Fast Clube na década de 1940, o Juiz Rogério Vieira, foi um assíduo torcedor de arquibancada. Ele acredita que

as ações do Juizado possam trazer de volta as famílias e as crianças aos estádios. “As brigas e confusões hoje em dia afastam as famílias do estádio. Aproximando a prestação jurisdicional do Estado com o cidadão e punindo os envolvidos, acreditamos que atrairemos novamente as famílias e as crianças, que são a futura geração esportiva, aos estádios”, disse. Durante a eliminação do Nacional para o Corinthians, o Juizado teve atuação tímida. Foram apenas três problemas solucionados. Dois deles na esfera cível. Ambos os fatos foram ocorridos com torcedores que compraram ingressos, mas a numeração da cadeira impressa em seus bilhetes era inexistente. Foi feito acordo, e o Nacional, mandante da partida, indenizou os envolvidos. Na última quinta, quando o Princesa do Solimões perdeu para o Santos, o Juizado esteve presente no estádio, mas sem nenhuma ocorrência. “Muitos torcedores ainda não sabem que o Poder Judiciário está presente na Arena em grandes eventos. Tivemos demanda na área cível e de família, no jogo do Nacional. Havia a expectativa de demanda criminal, mas não houve problemas. Foram ajuizadas demandas de natureza cível, com a realização das audiências presenciais e a solução imediata

do problema dos torcedores. No jogo do Princesa, foi tudo tranqüilo e sem ocorrências”, observou o magistrado. Hooligans O primeiro jogo da Copa do Muno da FIFA na Arena da Amazônia será no dia 14 de junho com o clássico europeu entre Inglaterra e Itália. Os Hooligans ingleses são famosos negativamente por serem torcedores violentos. Segundo o Juiz Rogério Vieira, não haverá um esquema especial para esse jogo e sim um trabalho uniforme, visando atender possíveis delitos, em todas as partidas do mundial. “O Juizado do Torcedor haverá de receber demandas encaminhadas pela Segurança do Estádio ou Policia Militar, por motivo de ocorrências em flagrante de delito ocorridos no estádio. Porém o planejamento de trabalho é uniforme visan-

Juiz Rogério Vieira é um dos coordenadores da Justiça Itinerante nos estádios do AM

do o atendimento de todos os torcedores que eventualmente sejam vítimas de crimes com os presos em flagrante pela segurança do estádio , com a aplicação de uma sanção penal imediata pelo Magistrado , como forma de estabelecer uma função pedagógica e punitiva ao autor do fato. Menciono por exemplo , brigas , invasão de campo pelos torcedores, arremesso de objetos nos jogadores, ou entoar cânticos discriminatórios, racistas ou xenófobos, etc...”, falou. Coordenação O Juizado do Torcedor e de Grandes Eventos é formado pelo Desembargador Lafayette Vieira Júnior e o Juiz Rogério Vieira, que são os coordenadores, e os Juízes Gildo Alves

Filho, Alexandre Novais, Luis Marcio Albuquerque, as Juízas Andrea Medeiros e Rebeca Mendonça, além do Promotor Vicente Augusto Borges Oliveira. Eles estarão de plantão durante os jogos da Copa em um dos camarotes da Arena da Amazônia.

FOTOS: DIEGO JANATÃ

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Hoje sai um campeão Se vencer, o Princesa do Solimões, de Manacapuru, ganha o título do Campeonato Amazonense de Futebol por conquistar os dois turnos da competição estadual. Jogando pelo empate, o Nacional espera conquistar o returno e forçar mais dois jogos THIAGO BOTELHO Equipe EM TEMPO

P

rincesa do Solimões e Nacional se enfrentam hoje (11), às 17h, no estádio Roberto Simonsen (Sesi) pelo segundo jogo da final da Taça Cidade de Manaus, o returno do Campeonato Amazonense. Por ter vencido por 2x1 a primeira partida, o Leão da Vila joga por um empate para forçar mais dois jogos decisivos. Já o Tubarão do Norte, com uma vitória simples, conquista o segundo turno e de quebra leva o título estadual antecipadamente. As equipes tiveram uma semana distinta. Enquanto o time da capital folgou e teve tempo de se preparar exclusivamente para o duelo, o

Princesa fez uma maratona de viagens a Manaus – foram duas em quatro dias - e foi derrotado pelo Santos, na última quinta-feira, pela segunda fase da Copa do Brasil. Por conta do desgaste físico dos atletas, a comissão técnica do alvirrubro de Manacapuru, decidiu não realizar nenhum treino antes da partida.

Dominado em campo pelo rival durante todo o primeiro jogo da final, a expectativa do técnico Marquinhos Piter é que a equipe repita na partida hoje, o mesmo desempenho do segundo tempo contra o Santos. Para isso, deve promover a entrada de Marinelson ou Edinho Canutama no ataque e Thiago Brandão no lugar do suspenso “He-Man”, na zaga. “Conversei

com os atletas e cobrei o mesmo comportamento do segundo etapa contra o Santos. Ao mesmo tempo, já falei para esquecerem a euforia do último jogo e se focarem no Nacional. Vamos jogar com inteligência, sabendo que temos 90 minutos para impor nosso ritmo e vencer. Queremos ser campeões no domingo”, afirmou. Expectativa O Nacional treinou durante toda a semana. A expectativa é que a única mudança em relação ao time que venceu a primeira partida da final seja a saída do lateral Amaral, que está machucado, para a entrada de Daylson. O goleiro Jairo está liberado pelo departamento médico, mas não tem escalação confirmada. Felipe Capixaba, autor do gol de empate da partida contra

o Princesa, deve ser mantido no ataque no lugar de Fabiano, que também volta de lesão. Após a saída de Chapinha, o meia Luciano será mantido entre os 11, com a responsabilidade de ser o armador das jogadas nacionalina. “O Chapinha é um amigo que eu vou levar para o resto da vida, um ótimo jogador. Eu estou tendo a oportunidade de jogar e espero responder à altura a expectativa depositada em mim”, disse o meio-campista do Leão.

FICHA TÉCNICA PRINCESA NACIONAL

Treinadores lembram do Dia das Mães Focado na final do segundo turno do Campeonato Amazonense, o técnico do Nacional, Sinomar Naves, não poderá comemorar o dia das mães ao lado de sua genitora. O comandante do Leão é Goiano, e está a milhares de quilômetros de sua mãe, mas afirma que o coração estará em Goiânia, onde ela mora. “Esse é o ônus de quem vive do futebol”, disse. Já Marquinho Piter terá tal privilégio. Antes de embarcar para Manaus, tomará café com dona Edelina, 77. O presente, segundo o técnico, só será entregue a noite, depois do jogo. “Como minha mãe é torcedora do Princesa, nada melhor do que presenteá-la com o título”.

DIEGO JANATÃ

Local: Estádio Roberto Simonsen (Sesi) Horário: 17h

DO OL IVEIR

A

Árbitro: Edmar Campos da Encarnação

RICAR

Princesa do Solimões Rascifran, Deurick, Lídio, Thiago Brandão e Alberto; Amaral, Rondinelli, Michell Parintins e Fininho, Marinelson (Edinho Canutama) e Branco Téc: Marquinho Piter Nacional Wagner (Jairo), Daylson, Rodrigão, Índio e Jéferson Recife; Negretti, Bruno Potiguar, Luciano, Éder e Léo Paraíba; Felipe Capixaba

OLHO TÁTICO

Alberto

L. Paraíba

Rondinelli

T. Brandão

Marinelson

B. Potiguar

Índio

Fininho

F. Capixaba

Rascifran

Lídio

Wagner

Luciano

Rodrigão

M. Parintins

Amaral

Deurick

Daylson

Negretti

Branco Éder

J. Recife


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A força do atletismo do AM Esporte que foi força brasileira entre as décadas de 80 e 90 ainda está vivo na memória e nos corações de quem participou daquele período. Um dos atletas que vivenciou os “tempos dourados” foi Paulo Márcio de Castro DIVULGAÇÃO

ANDRÉ TOBIAS Equipe EM TEMPO

O

vitorioso atletismo amazonense, que se transformou em terceira força brasileira na modalidade entre as décadas de 80 e 90, ainda está vivo na memória e nos corações de quem participou daquele período. Um dos que vivenciaram os “tempos dourados” foi Paulo Márcio de Castro. Saudosista, ele relembra com orgulho das dificuldades enfrentadas. “A estrutura era totalmente adversa da que os atletas têm hoje. Naquela época, treinávamos numa pista de atletismo de barro, no campus da Ufam e no colégio militar. E dali surgiram muitos campeões, como o João do Peso, o Wellington e o Lincoln Johnson”, recorda. Mas, dentre todos, Castro destaca o responsável por tudo isso: Geraldo Teixeira. Ele fez uma viagem no tempo e lembrou que Teixeira bancava todas as despesas dos atletas para que eles pudessem disputar competições em âmbito nacional e internacional, diferente de hoje, quando a maioria dos atletas acabou tornando-se refém do poder público. “Ele bancava alimentação, passagem e hospedagem. Algumas empresas patrocinavam atletas, hoje não tem mais isso. Naquela época, o Geraldo con-

seguiu fazer um projeto em que a indústria adotava um atleta. Hoje você não vê mais nenhum projeto desse tipo. Mesmo com toda a estrutura que se tem hoje, poucos atletas são revelados. Se for olhar para o atletismo, a única pessoa que vem em nossa cabeça é o Sandro Viana. Que outro atleta surgiu de renome e que tenha disputado olimpíadas?”, indaga. Memórias Treinado por Geraldo Teixeira, Paulo Márcio de Castro encabeçou o ranking brasileiro e atletismo de 1981 a 1983. O Velocista foi recordista brasileiro nos 50m e 100m rasos. Ele ressalta que naquela época mais de 20 atletas faziam parte da seleção brasileira e, apesar de toda a dificuldade enfrentada, Teixeira realizava um belo trabalho no atletismo sozinho. “O projeto da Vila Olímpica foi um sonho do Geraldo. Ele é um mártir no esporte local. Estádios, ginásios, pista de atletismo, alguma coisa voltada para o esporte, deveria ser batizado com o nome dele”, destaca. Atualmente, o velocista é servidor do Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas. Com 48 anos, ele se emociona ao falar da personalidade de Geraldo Teixeira. Como principal característica do professor de educação física, ele destaca a dignidade e o profissionalismo.

Corrida que tem o apoio do Grupo Raman Neves de Comunicação acontece no dia 25. Organizadores esperam mais de 2 mil pessoas

Seguindo os passos de Geraldo Teixeira Quem decidiu seguir os passos do treinador foi Sérgio Nazareno. Corredor dos 1,5 mil metros com barreiras e dos 800m na categoria infantil, hoje, com 45 anos, se tornou educador físico como Geraldo Teixeira e corrobora com Castro quando assunto

são as qualidades do antigo técnico. “Era uma pessoa muita humana, fez muito por vários atletas, sempre os incentivou a crescer e ser estudiosos. Ele sempre ajudou, até financeiramente”, ressalta. De acordo com Nazareno, Teixeira era um

apaixonado pelo atletismo e tinha um conhecimento profundo sobre o esporte. Ele fez questão de lembrar que o técnico foi um dos que mais produziram e revelaram atletas no Amazonas e o classificou como um mito das pistas de atletismo.

Homenagem A 1º edição da “Corrida Pedestre Geraldo Teixeira” acontece no próximo dia 25. Os organizadores da competição esperam reunir duas mil pessoas em percursos de cinco e 10 quilômetros, ambos na avenida das Torres.


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E7 FERNANDO PILATOS/GAZETA PRESS

Duelo com cara de uma revanche Clássico entre São Paulo e Corinthians acontece três anos após a vitória tricolor

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Arena Barueri será, pela segunda vez na história, palco de um duelo entre São Paulo e Corinthians. Três anos depois da vitória tricolor com direito ao centésimo gol nas contas de Rogério Ceni, pelo Campeonato Paulista de 2011, o clássico volta à cidade em confronto da quarta rodada do Brasileiro, marcado para as 15 h (de Manaus) de hoje. O Morumbi não poderá ser utilizado por ter sido alugado pela diretoria para a realização de dois shows no final de semana. Decisão que Muricy Ramalho lamenta, mas entende. “Tem prejuízo isso. Todo time gosta de jogar na sua casa, e a nossa é o Morumbi. Mas, hoje em dia, isso é normal. Todos os clubes estão reformando suas arenas para também sediar shows”, disse o treinador, que encontrará Mano Menezes pela primeira vez desde a polêmica criada no Estadual. Definida com derrota do São Paulo para o Ituano, a eliminação precoce do rival na competição motivou o treinador corintiano a insinuar que a equipe de Muricy poderia ter facilitado o jogo propositalmente. O são-paulino, que rebateu o adversário, e conhecido desde os tempos em que dirigiam Internacional e Grêmio, diz ter deixado o assunto para trás. Mano afirma aguardar um cumprimento cordial antes do jogo.

Montar o elenco Assim, a preocupação de cada um deles, por ora, resume-se a montar suas equipes. Muricy tem o retorno do zagueiro Rodrigo Caio (suspenso no compromisso de meio de semana, na Copa do Brasil) como principal novidade. Em contrapartida, não poderá contar com Alexandre Pato, impedido contratualmente de atuar contra o Corinthians, clube que o emprestou até o final de 2015 - envolvido no negócio, o agora corintiano Jadson também não pode enfrentar o São Paulo. Outra dúvida na escalação é tricolor é quanto a Luis Fabiano. O centroavante machucou o cotovelo direito na quarta-feira e não participou dos dois primeiros treinos em preparação para o clássico. A versão do clube é que o caso não preocupa o departamento médico. Muricy, por outro lado, admitiu publicamente que não tem certeza se poderá utilizar ou não seu principal artilheiro no ano. Ao contrário. O técnico do São Paulo disse ter “alguma esperança” em sua utilização. É grande, portanto, o risco de atuar com um ataque todo reserva. Os desfalques poderão ser mais sentidos porque o Corinthians parece ter reencontrado a consistência defensiva perdida com a saída do técnico Tite, no final do ano passado.

DISPUTA

Bahia e Vitória se enfrentam na Fonte Nova com reservas Embalados por triunfos no Campeonato Brasileiro, Bahia e Vitória disputam o clássico baiano hoje (11), às 17h30 (de Manaus), na Arena Fonte Nova. O duelo válido pela quarta rodada da competição nacional terá importantes desfalques para ambos os clubes, como Lincoln, do Bahia, e Dinei, do Vitória. O Tricolor Baiano ocupa a sexta posição na tabela do Brasileiro, com seis pontos. Já o Vitória é o nono colocado, com quatro unidades conquistadas. No lado do Bahia, o técnico Marquinhos Santos terá a ausência de Diego Macedo e Lincoln, que se lesionou no confronto da última quarta-feira, contra o América-MG, pela Copa do Brasil. O treinador considera que o meia tem um papel importante no elenco e fará falta no Ba-Vi. “A ausência do Lincoln influencia diretamente num plano tático de jogo. Com a chegada dele o time teve evolução, fazendo com que alguns jogadores mais novos melhorassem, como o Talisca”, explica o técnico.

Desfalques Já o Vitória terá os desfalques de Dinei, Cáceres e Neto Coruja. O lateral Juan não esteve presente no treino da última quintafeira, mas deve entrar em campo contra o Bahia. O técnico Ney Franco espera repetir o resultado da última rodada do Brasileiro, quando seus comandados venceram o Fluminense por 2 a 1, jogando fora de casa, e deve manter os mesmo jogadores na titularidade. Para o meia Hugo, todos têm que cumprir com o que o treinador pede para poder triunfar novamente. Vale pontuar “Se ele me pedir pra ir no gol, vou fazer com o maior prazer pela pessoa que ele é. Eu abro mão até mesmo das minhas características porque o momento nosso é pontuar. O jogador tem que ter humildade, quando a gente tiver numa situação boa, jogar mais ofensivo, a gente vai fazer”, declarou Hugo ao Bahia.

Treinador do São Paulo, Muricy Ramalho (à dir.) vai se reencontrar com Mano Menezes três anos após a conquista tricolor


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Embalados pela

CLÁSSICO

Desfalques do Atlético-MG e ‘time B’ do Cruzeiro preocupam

recuperação

WAGNER MEIER/AGIF/GAZETA PRESS

F

Fred sente a necessidade de retomar a ponta da tabela

luminense e Flamengo se encontram hoje (11), às 15h(de Manaus), no Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ), e duelam no clássico carioca da quarta rodada do Campeonato Brasileiro. O Tricolor está melhor colocado na tabela de classificação, com seis pontos conquistados, dois a mais que os flamenguistas. Porém, o Rubro-Negro entra em campo mais embalado após vencer, de virada, o Palmeiras no fim de semana passado, enquanto que o time das Laranjeiras precisa reagir após derrota de 2 a 1 para o Vitória. O triunfo de hoje é considerado fundamental pelas duas equipes por questões estratégicas. Para o Flamengo, a missão realmente é embalar na competição. “Nós conseguimos uma vitória muito importante contra o Palmeiras, quando demonstramos poder de reação após irmos para o intervalo perdendo. Agora teremos pela frente um clássico e podemos embalar de vez no Campeonato Brasileiro. O Flamengo deseja brigar na parte de cima da tabela de classificação e, por isso mesmo, ganhar um clássico contra o Fluminense é algo que precisamos”, afirmou o técnico Jayme de Almeida. Já pelo lado do Fluminense o triunfo neste domingo atende pelo nome de recuperação. “Um

clássico é sempre uma grande oportunidade de recuperação, pois costuma ser um duelo sempre muito equilibrado onde a vitória motiva para a sequência na temporada. Portanto, ganhar do Flamengo, além da recuperação, vai representar um novo ânimo para o nosso time”, adiantou o volante Jean.

FICHA TÉCNICA FLUMINENSE-RJ FLAMENGO-RJ

PEDRO MARTINS/AGIF/GAZETA PRESS

Para o Flamengo, a missão é embalar na competição. Já o Fluminense, o triunfo atende pelo nome de recuperação. O clássico é hoje no Maracanã

Local: Maracanã, no Rio de Janeiro (RJ) Horário: 16h(de Brasília) Árbitro: Wagner do N. Magalhães (RJ) Fluminense: Diego Cavalieri; Bruno, Gum, Elivelton e Carlinhos; Diguinho, Jean, Wagner e Darío Conca; Rafael Sobis e Fred Técnico: Cristóvão Borges Flamengo: Felipe, Leonardo Moura, Wallace, Samir e André Santos; Víctor Cáceres, Luiz Antônio, Márcio Araújo e Lucas Mugni; Paulinho e Alecsandro Técnico: Jayme de Almeida

Gols de Alecsandro são arma do Flamengo para avançar

Atlético-MG e Cruzeiro sempre se destacaram por protagonizarem clássicos emocionantes e, muitas vezes, repletos de gols. A expectativa pelos duelos entre os campeões brasileiro e da Libertadores era enorme, mas nenhuma das três partidas desta temporada conseguiu corresponder à altura. E no hoje (11), com o alvinegro cheio de desfalques e os celestes com os reservas, o clássico mais uma vez será esvaziado. O Atlético está cheio de problemas para a partida de domingo. Dentre os titulares, o meia Ronaldinho Gaúcho e o atacante Jô já estão vetados e não enfrentam o Cruzeiro. Marcos Rocha e Guilherme são dúvidas, mas dificilmente estarão em campo. No treino de quinta-feira (8), o zagueiro Réver deixou o gramado com dores e pode ser mais um problema. Já pelo lado do time celeste, o foco está voltado para a Libertadores e deverá entrar em campo com um time reserva. O técnico Marcelo Oliveira deixou claro que poupará vários titulares. É capaz até que o técnico repita a formação que venceu

o Atlético-PR, por 3 a 2, pela rodada na anterior do Brasileiro, jogando nas últimas partidas e escale apenas o goleiro Fábio como titular. Dificilmente os jogadores mais badalados do Cruzeiro, como o zagueiro Dedé, os meias Everton Ribeiro, Ricardo Goulart e Júlio Baptista, estarão em campo no próximo domingo. Fraquezas O “enfraquecimento” das equipes mais uma vez esvazia o principal clássico do Estado, que dessa vez não cria grande expectativa entre os torcedores. Os cruzeirenses estão mais preocupados com a Libertadores e sequer poderão comparecer ao Independência, pois a diretoria celeste abriu mão da carga de 10% dos ingressos para evitar novos problemas envolvendo os torcedores. Já os atleticanos, torcida única no domingo, estão apreensivos com o momento de reformulação vivido pela equipe, que não vence desde o duelo contra o Zamora entre as finais do Campeonato Mineiro. De lá para cá foram seis partidas, com três derrotas e três empates.


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Pódio - 11 de maio de 2014 by Amazonas Em Tempo - Issuu