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Pódio - 3 de Maio de 2015

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FOTOS: DIVULGAÇÃO

esportes@emtempo.com.br

a t l o S grito, o torcedor!

MANAUS, DOMINGO, 3 DE MAIO DE 2015

Botafogo e Vasco, no Rio de Janeiro, e Santos contra Palmeiras, em São Paulo, fazem as finais dos principais campeonatos estaduais do Brasil. Em Manaus, torcedores destes clubes preparam festa para comemorar o título. Pódio E4 e E5


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MANAUS, DOMINGO, 3 DE MAIO DE 2015

Vladimir BASTOS

‘O ÁRBITRO é a figura MAIS IMPORTANTE de um jogo DE FUTEBOL’

FOTOS: RAIMUNDO VALENTIM

ANDRÉ TOBIAS Equipe EM TEMPO

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á mais de uma década, Vladimir Bastos está à frente da Comissão Estadual de Arbitragem de Futebol do Amazonas (CEAF/AM) como presidente. Nesse período, ele viu o declínio do futebol local e inúmeras polêmicas envolvendo os “homens de preto” do Estado. Em conversa com o PÓDIO, ele opinou sobre a questão da profissionalização dos árbitros de futebol no Brasil, comentou sobre sua gestão à frente da CEAF e acredita em dias melhores para a arbitragem baré.

Sem o goleiro você joga, basta pegar outro jogador e colocar no gol, mas sem o árbitro você não tem um jogo, porque é ele quem vai arbitrar, decidir os lances que são faltosos e que não são”

PÓDIO – Nós últimos jogos, é perceptível uma postura diferente da arbitragem. O jogo está correndo mais e poucos cartões sendo distribuídos. Há algum tipo de recomendação para isso? Vladimir Bastos - Cada jogo é um jogo. De uns jogos para cá, nós temos a circular 017, que foi baixada pela comissão nacional, da qual os árbitros foram orientados a não tolerar reclamações e isso foi passado para os clubes, para eles terem conhecimento e evitar esse tipo de reclamação para não surgir muitos cartões à toa. Mas mesmo assim teve muitos cartões, teve jogo com sete ou oito cartões. Nós fizemos do mês de janeiro até o início de fevereiro um trabalho direto de sala de aula, teórico, prático, no campo. Ao final da nossa pré-temporada, veio a Ana Paula para fazer o fechamento e passar as instruções da comissão nacional para os nossos árbitros que trabalham a nível nacional e os nossos locais, para que o mesmo padrão de arbitragem que está sendo aplicado aqui seja o usado em todo Brasil. Nós buscamos a essência para que o futebol fique melhor jogado, mas muitas vezes não há condições de fazer isso porque os jogadores não colaboram. PÓDIO – O fato de não ter calendário do futebol profissional o ano todo acaba prejudicando o desenvolvimento técnico dos árbitros locais?

VB - Nós temos uma sequência de um ano todo na nossa arbitragem, porque nós trabalhamos os árbitros do quadro nacional e os árbitros locais durante o campeonato profissional. Os que são do quadro nacional já iniciam entrando na Copa do Brasil e na Copa Verde. Terminando o campeonato da Série A, começa o campeonato de juniores e já começa Série A, Série B, aí vem a Série C e Série D. Os do quadro nacional têm a sequência, tanto a nível nacional quanto a nível local. Nós trabalhamos na categoria juniores. Terminando os juniores, começa o infantil e o juvenil. Terminando infantil e juvenil já vem a Copa Amazonas, depois da Copa Amazonas vem o futebol feminino. Então, nós trabalhamos até o mês dezembro direto, com jogos quase todos os finais de semana. PÓDIO – Profissionalizar a arbitragem é o caminho para alcançar um bom nível e diminuir os erros? VB - Eu acho que as federações do Brasil não suportariam. Por exemplo: nós temos um quadro de 51 árbitros, entre árbitros e árbitros assistentes. A federação teria que arcar com a responsabilidade de pagamento de salário e das obrigações sociais. Eu acredito que a federação não suportaria. Até porque hoje o nosso futebol está com público reduzido. Mas, o grande boom da arbitragem é que hoje, a nível nacional, nós estamos trabalhando com os árbitros que tem curso superior. Todos os árbitros são profissionais liberais. No nosso quadro mesmo nós temos 11 professores de educação física, temos pessoas formadas em turismo, outras formadas em administração, outras são gerentes de fábricas. São pessoas com profissões definidas e que tiram o seu tempo para trabalhar com arbitragem e exercer a profissão dele. Nós temos uma situação que, por exemplo, se você for verificar, a nível nacional, nós temos jogador ganhando milhões. Mas um árbitro, mesmo ele sendo Fifa, ganha a nível de Brasil R$ 3,8 mil para apitar um jogo. PÓDIO – O empecilho acaba sendo a estrutura

financeira? VB – O árbitro é a figura mais importante de um jogo de futebol. Sem o goleiro você joga, basta pegar outro jogador e colocar no gol, mas sem o árbitro você não tem um jogo, porque é ele quem vai arbitrar, decidir os lances que são faltosos e que não são. É por isso que eu acho que nós estamos um pouco longe da questão da profissionalização da arbitragem, em função dessa situação. No quadro nacional são 358 árbitros. Teria que ser uma empresa muito grande para arcar com salários variados e de todas as categorias. Na CBF nós temos o árbitro Fifa, o árbitro especial, o aspirante a Fifa, o CBF-1 e CBF-2. Seriam três níveis de salário que a CBF teria de arcar. Eu vejo desse jeito. Hoje o árbitro recebe razoavelmente bem para aquilo que faz. Hoje um árbitro nosso ganha R$ 550,00 para arbitrar uma partida. O assistente R$ 380,00, o quarto árbitro R$ 290,00. É um suporte que fica para ele. A gente está mais na arbitragem porque gosta, porque vive isso aqui. A arbitragem é uma cachaça. PÓDIO – Você acha que a arbitragem evoluiu em relação à qualidade técnica durante a sua gestão? VB - Evoluiu e muito. Hoje nós não temos no futebol amazonense nenhum clube

em nenhuma série do futebol brasileiro. Nós temos o Nacional que vai disputar a Série D, mas ninguém pertence a ela. Você consegue a vaga para a Série D se ganhar o título. E hoje a nossa arbitragem teve uma evolução tão grande que temos no nosso quadro, mesmo sem ter o nosso futebol a nível de séries no Brasil, uma assistente aspirante à Fifa. Então, eu acho que é um progresso muito grande, Nós não atingimos o nosso objetivo ainda, que é conseguir colocar um árbitro do quadro masculino como aspirante à Fifa ou quiçá Fifa, mas nós estamos correndo atrás disso e se Deus quiser, antes de eu me afastar daqui, a gente vai conseguir esse objetivo. PÓDIO – Muito se discute sobre o uso da tecnologia no futebol. É a favor ou contra? VB - É importante ter a tecnologia como um instrumento de ajuda ao árbitro. Ela não é o principal, mas ela é mais um instrumento que pode ajudar o árbitro. Muitas vezes o árbitro não consegue ver o lance e o assistente “bipa”, porque ele está com a bandeira eletrônica ou então ele está usando o rádio. Ele vai conseguir desenvolver bem o seu trabalho dentro de campo e fazer com que a partida se desenvolva da melhor forma possível.

Hoje um árbitro nosso ganha R$ 550,00 para arbitrar uma partida. O assistente R$ 380,00, o quarto árbitro R$ 290,00”

É importante ter a tecnologia como um instrumento de ajuda ao árbitro. Ela não é o principal, mas ela é mais um instrumento que pode ajudar o árbitro”


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Elas entendem

da regra ANDRÉ TOBIAS Equipe EM TEMPO

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liane Nogueira dos Santos, Anne Kesy Gomes de Sá, Elivane Trindade da Costa e Noelia Chaves da Paixão. Sabe o que essas quatro mulheres têm em comum? O amor pelo futebol. Mas não, elas não são jogadoras. Pelo contrário. Todas são responsáveis por aplicar a regra do esporte bretão dentro das quatro linhas. Sem o apito na boca, o principal acessório de trabalhos das “mulheres de preto” são as famosas bandeirinhas, nome pelo qual também são conhecidas. Sem espaço na modalidade como atletas profissionais, elas resolveram trilhar o caminho da arbitragem. “Eu sou ex-jogadora de futebol, e quando vi que não dava para continuar procurei fazer alguma coisa que me deixasse no futebol também. Foi uma grande oportunidade que eu

consegui de estar no quadro de arbitragem do Amazonas”, disse Eliane Nogueira dos Santos, 32. Há quatro anos trabalhando na arbitragem, a educadora física foi convidada por uma colega para fazer o curso e aprofundar seus conhecimentos sobre as regras do futebol. Ela gostou dos ensinamentos e logo se tornou bandeirinha. Ano passado, Eliane foi indicada ao quadro nacional da CBF. “Eu estou conseguindo conciliar uma coisa com a outra. Dá para trabalhar e também arbitrar, fazer os dois”, explica a árbitra assistente, que faz dos jogos de futebol uma atividade adicional, já que ela é professora. Sobre os xingamentos e reclamações de jogadores, técnicos e torcedores, Eliane tira de letra. De acordo com ela, a concentração é tão grande no jogo, que as ofensas oriundas das arquibancadas acabam passando desper-

cebidos. “Quando estamos focadas demais no jogo, a gente quase não consegue entender o que eles estão falando. Só escutamos os gritos. O foco tem que estar

Eu sou ex-jogadora de futebol, e quando vi que não dava para continuar procurei fazer alguma coisa que me deixasse no futebol também Eliane Nogueira, Árbitra assistente

no jogo sempre. A gente tem que trabalhar o psicológico para não desconcentrar de jeito nenhum”, conta. Relação profissional Aos 26 anos, Elivane Trindade da Costa faz parte do

quadro local de arbitragem desde 2012 e duas épocas depois passou a compor o quadro nacional. De acordo com ela, a relação com as demais colegas de profissão é amistosa. “A gente tem um debate muito amplo, não só entre a gente como com os homens. Discutimos lances, dúvidas, sempre fazemos debate no fim do jogo. Fazemos uma avaliação para saber se foi bom e onde deve melhorar. Temos uma relação muito boa”, avalia. Graduada em serviço social, Elivane traça metas audaciosas sobre seu futuro na arbitragem. Ela sonha em apitar um jogo de Copa do Mundo. Mas, por enquanto, seu objetivo terá de ser adiado. O motivo é nobre: ela está grávida. Contudo, ainda será possível trabalhar em mais dois jogos

não ficam jogando piadinha sobre isso, nos apóiam bastante. Os jogadores respeitam muito dentro de campo. A gente sofre mais preconceito por parte da torcida, eles ofendem mesmo. Mas, nós fazemos ouvidos de mercador, entram por um lado e sai por outro. Eu tiro disso mais força, dá vontade de provar que não tem nada a ver, que a gente pode e tem competência para arbitrar”, afirma. Apaixonada por futebol, Eliane encontrou uma forma de ficar próximo das quatro linha: se tornar bandeirinha

Amazonense aspirante à Fifa Com apenas 23 anos, a educadora física Anne Kesy Gomes de Sá entrou para a história ao se tornar a primeira árbitra do Amazonas, entre homens e mulheres, a fazer parte do quadro de aspirantes à Fifa. “Sempre gostei de futebol, sempre acompanhava, mas nunca gostei de jogar bola, então me encontrei na arbitragem”, expõe. Em 2014, Anne Kesy participou de três jogos da Série D e outros dois da C, além do Campeonato Brasileiro de futebol feminino. Nesta temporada, ela participou do jogo entre Vasco e Flamengo, pelo

do Estadual deste ano. Assim como sua colega de profissão, Elivane usa a discriminação, os xingamentos e as ofensas como motivação. “Os meninos são bem compressivos,

torneio Super Series. Considerada experiente na arbitragem local, apesar da pouca idade, a jovem bandeirinha afirma nunca ter tido problemas dentro de campo. “Como eu já tenho muitos anos, eu já consigo entrar no jogo e focar sem ligar para xingamentos da torcida. Mas eles são diversos, todos os possíveis, mas não incomoda mais. Por parte dos jogadores nunca tive problemas. Mas eu estou achando esse campeonato bem tranquilo em relação aos treinadores, eu acho que esse ano eles estão bem conscientes”, pondera Anne Kesy.

Toque feminino na arbitragem Pertencente ao quadro de arbitragem amazonense desde 2010, Noelia Chaves da Paixão é mais experiente dentre as quatro meninas. “Eu sempre gostei de futebol. Minha primeira paixão é futebol, fui jogadora de futsal. Quando deixei o futsal, queria estar perto do futebol e achei melhor ser assistente. Comecei como amadora, fiz o treinamento onde morava, depois vim a Manaus para fazer o curso”, resume. Licenciada em informátiAnne Kesy está entre as melhores bandeirinhas do Brasil

ca, Noelia faz pouco caso sobre o que escuta das arquibancadas. A insegurança inicial ficou de lado com a experiência que ela foi adquirindo com o passar dos jogos. “Logo no início eu sofria muito com isso devido ao preconceito, os homens acham que mulheres não sabem regras, mas na verdade muitos torcedores não sabem. Hoje em dia, tudo que falam para mim eu levo na esportiva. Hoje eu sei que conheço a regra, eu entendo de regra de futebol”, finaliza Noelia.

FOTOS: DIEGO JANATÃ

Mulheres da arbitragem amazonense falam sobre a experiência de trabalhar dentro das quatro linhas


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Decisão lá, eufori

Finais em São Paulo e no Rio de Janeiro movimentam torcedores de Vasco, Botafogo, Santos e Palmeiras em Manaus, que preparam festa da vitória após as partidas

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ão Paulo (SP) – Santos e Palmeiras se enfrentam neste domingo, às 15h (de Manaus) na Vila Belmiro para decidir quem ficará com alcunha de melhor time de São Paulo em 2015. Com vantagem de ter vencido o primeiro duelo, o Verdão pode ter a volta de Valdivia ao time titular. O técnico Oswaldo de Oliveira faz mistério, mas há expectativa que o chileno entre em campo desde o início. A baixa é do volante Arouca, que se contundiu na partida no Allianz Parque e não conseguiu se recuperar. A solução será o recuou de Robinho para fazer a função do camisa 5. “Se eu precisar e o Arouca não puder, o Robinho vai jogar ali. Demonstrou isso o tempo todo e não tenho a menor dúvida, estou muito seguro”, disse Oswaldo. A provável escalação do Palmeiras é: Fernando Prass; Lucas, Victor Ramos, Vitor Hugo e Zé Roberto; Gabriel e Robinho; Rafael Marques, Valdivia e Dudu; Leandro Pereira. Já no Santos, a expectativa é pela volta de Robinho. O atacante ficou fora do primeiro jogo da final por conta de um edema na coxa esquerda. O técnico Marcelo Fernandes informou que só colocará o jogador em campo se ele estiver 100% recuperado. “Para o Robinho ir a campo, precisa estar 100%. Não

adianta entrar mais ou menos porque vai estourar. Ele melhorou bem. Agora, o estudo é mais importante. Não só eu, mas o departamento médico também não vai querer colocar um jogador que não esteja bem”, disse o comandante. O Peixe deve ir a campo com: Vladimir, Cicinho, David Braz, Paulo Ricardo, Victor Ferraz; Renato, Lucas Otávio, Lucas Lima, Chiquinho; Geuvânio e Ricardo Oliveira. Rio de Janeiro Para voltar a conquistar o Campeonato Carioca, que não vem desde 2003, o Vasco aposta na vantagem e na força da torcida para voltar a triunfar. Os ingressos do setor vascaíno no Maracanã acabaram em um dia. Incentivo da arquibancada não vai faltar.

Dentro de campo Doriva pode começar com Bernardo na articulação da jogadas. Ele deve ficar com a vaga de Marcinho. Assim, o Vasco deve ir à campo com: Martín Silva; Madson, Luan, Rodrigo e Christiano; Pablo Guiñazú, Serginho, Julio dos Santos e Bernardo; Dagoberto e Gilberto. Precisando vencer por dois ou mais gols, o Botafogo aposta no espírito guerreiro que o time tem demonstrado para levantar o caneco e conseguir a primeira conquista da temporada. Durante o treinamento, Rene Simões esboçou o time com a seguinte formação: efferson (Renan), Gilberto, Renan Fonseca, Diego Giaretta e Carleto; Marcelo Mattos, Willian Arão, Fernandes e Tomas (Gegê); Rodrigo Pimpão e Bill.

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Luis Ricardo, lateral-direito do Fogão, na primeira partida da final do Campeonato Carioca

Fúria Jovem do Botafogo reunida para incentivar a equipe

Vibrações de Manaus para o Rio Apesar de ter saído em desvantagem na primeira partida, a torcida do Botafogo confia que o time comandado pelo técnico René Simões pode reverter a situação e sair de campo campeão neste domingo. O presidente da torcida organizada Fúria Jovem Botafogo, Hélcio Lemos, afirmou que a festa já está preparada para antes, durante e depois do duelo. Segundo ele, o time de General Severiano já mostrou que pode superar o rival e a torcida vai apoiar a cada segundo da partida. “Nossa torcida está aberta

ao publico. Qualquer pessoa que quiser ver a partida com a gente será bem recebida. Quanto mais gente para incentivar o Botafogo é melhor. Vamos fazer aquela corrente positiva para a final. Estamos com cânticos novos vindos do Rio de Janeiro. Se tudo der certo, vamos ser campeões em cima do Vasco”, afirmou Hélcio, que ainda relembrou que a Fúria é a maior torcida do time da estrela solitária, tanto no Rio de Janeiro quanto em Manaus. “A Fúria Jovem do Botafogo existe desde 2001 no Rio de

Janeiro e, em Manaus, está desde 2010. Fui ao Rio e trouxe uma família para cá. Hoje em dia, é a maior torcida do Botafogo no Rio e em Manaus. Estamos com um número grande de componentes que são fiéis e estão torcendo no dia a dia, independente dos estudos, famílias e empregos. São sagrados todos os jogos nos reunirmos para apoiar o time. Fazemos tudo isso por amor ao Botafogo”, revelou o presidente.

Sempre afinada, bateria da Mancha Verde dita o som dos torcedores do Palmeiras em Manaus

Em Manaus, a FJB se reunia anteriormente no Parque da Laranjeiras, porém, desde o ano passado, eles se mudaram para o bar de um torcedor alvinegro. Para quem quiser conhecer a torcida, o local de encontro dos torcedores é no Bar do Kininho, localizado na alameda Santa Lúzia, Bairro São Geraldo, por detrás da avenida Constantino Nery.

ANDERSON

RODRIGUES/

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Maestro do Santos, Lucas Lima é uma das apostas da torcida para reverter a vantagem do Palmeiras

Santistas se reúnem no bairro Dom Pedro para assistirem aos jogos do time praiano


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a da torcida aqui Força Jovem com festa preparada

IDE GOMES/FRAME

Há 12 anos o Vasco não levanta a taça de campeão carioca. Essa inscrita pode se encerrar neste domingo. Com a vantagem do empate, o time de São Januário entra em campo como favorito. Os torcedores vascaínos não conseguem esconder a confiança. Muitos afirmam que essa conquista já está “no papo”. A principal torcida organizada do clube, a Força Jovem Vasco, já preparou a festa para comemorar o 23º titulo estadual do time carioca. “A torcida está em Manaus desde 1992. Desde então, a família nunca parou. Já passamos por vários locais da cidade. Já entrou e saiu muitas

pessoas, mas sempre mantivemos o ideal da torcida que é apoio o Vasco em primeiro lugar. Hoje em dia estamos na rua Israel, em Flores, próximo ao aeroclube. Lá temos uma estrutura boa para os vascaínos. A torcida, atualmente, é formada por mais ou menos 200 pessoas, mas a sede suporta mil. Por isso que convidamos os vascaínos para essa festa. Nossa bateria estará completa e cantaremos os 90 minutos da partida”, afirmou o presidente da torcida, Victor Augusto, mais conhecido como “Buiu”. Após a partida, a torcida organizará o tradicional pagode dos vascaínos, que sempre acontece depois dos princi-

pais jogos do clube. Outro atrativo será o show pirotécnico que acontecerá antes e depois da final. “A torcida geralmente vai e fica para a festa. O clima é bem familiar. Os torcedores vão para tomar uma cerveja e torcer para o Vasco. Sempre temos muitas crianças e famílias no local. Se tudo der certo, vamos comemorar mais um título do clube. Convido a todos os vascaínos para comparecer e confraternizar com a melhor torcida do Amazonas, a Força Jovem Vasco 26ª família. Vai ser um festão sem igual. Vamos parar Manaus, como já paramos em outras conquistas do Vasco”, finalizou Buiu.

Campeão por todos os clubes que passou, Dagoberto quer, também, o inédito título do Campeonato Carioca

Força Jovem de Manaus é uma das mais respeitadas torcidas do Vasco em todo o Brasil

Filial da Vila no bairro Dom Pedro

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Após perder pênalti no primeiro jogo da final, Dudu espera se redimir com a torcida alviverde neste domingo, na Vila Belmiro

Na primeira partida, o time da Vila Belmiro perdeu fora de casa por 1 a 0. Agora, o Santos será o mandante da grande decisão do Paulista 2015. A expectativa para o confronto contra o Palmeiras vem crescendo a cada dia. Isso não é diferente no Amazonas. Desde 2008 os santistas que moram em Manaus podem se reunir para apoiar e torcer por seu time no bairro Dom Pedro. A torcida organizada Sangue Jovem Santos Manaus foi fundada por um grupo de amigos que tinham em comum a paixão pelo time praiano. Segundo o presidente da uniformizada, Gabriel Rodrigues, o intuito da torcida é reunir todos santistas da capital para torcerem juntos e promover eventos que engrandeça o clube. “Estamos nos organizando para cada vez reunir mais santistas. Neste domingo, vamos começar a concentração às 13h na sede oficial. Vamos fazer o tradicional churrasco antes da partida para confraternizar com os amigos. Após o jogo, se confirmando o título, vamos fazer uma carreata para comemorar”, revelou Gabriel. Confirmando a fama de tor-

cida mais familiar do Amazonas, a Sangue Jovem espera bater o recorde de presentes na final. A motivação é grande dos torcedores. Para o presidente, a grande final do Paulistão é a partida perfeita para os curiosos conhecerem a sede oficial. “Aos santistas da cidade de Manaus, convido que venham participar da nossa festa, churrasco e de todos os eventos que organizamos. Essa final vai ser emocionante. Estamos confiantes e espero vocês para comemorar mais um título do Santos”, concluiu. Para quem quiser tirar alguma dúvida ou tiver curiosidade, Gabriel Rodrigues afirmou que os torcedores podem ligar para o telefone 99333-7899. Mancha Verde Manaus O outro lado da decisão do Paulista também estará representada em Manaus. Na capital amazônica, os palestrinos podem se reunir na Mancha Verde Manaus. A torcida foi a primeira organizada oficial do Palmeiras na cidade. Sua fundação foi em 2008. A uniformizada é aliada da Força Jovem Vasco, Torcida Jovem do Botafogo e Terror Bicolor do Paysandu. Segundo

o presidente da organizada, Andrei Guerra, mais conhecido Zec, a torcida tem a obrigação de fazer uma grande festa nesse domingo. “Somos a primeira torcida oficial do Palmeiras nessa cidade, e completamos sete anos de existência. Temos o dever de fazer mais uma bela festa nessa final. Estamos organizando com a bateria, vai ter show pirotécnico, telão e trio elétrico com o possível titulo do porco”, afirmou Zec. Para conquistar o campeonato paulista 2015, o Palmeiras precisa vencer por dois gols de diferença. Caso vença por apenas um, o grande campeão será definido nas cobranças de pênaltis. O presidente da organizada fez questão de convidar os torcedores do verdão para assistirem a final na sede da Mancha. Zec lembra que com mais gente no local, a festa ficará mais bonita. “Convido a todos os torcedores do Palmeiras de Manaus para torcer nessa final na nossa sede. Vamos apoiar até o final o nosso time. A nossa sede fica localizada na rua Rosa de Maio, numero 7b, na avenida Torquato Tapajós. O ponto de referencia é a Nova Igreja Batista”, finalizou o torcedor.


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Inter e Grêmio decidem título no Beira-Rio

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Atacante Nilmar começa entre os titulares a final deste domingo

Colorado Com o atacante Lisandro López liberado pelo Departamento Médico, o Internacional terá força máxima para o duelo contra o Grêmio, em casa, neste domingo. O argentino deve ser opção no banco de reservas. Nilmar será mais uma vez o titular. Além de Lisandro López, os treinamentos da semana revelaran como deve ser o sistema defensivo Colorado no Gre-Nal, caso o treinador não modifique a formação para surpreender o Grêmio. A defesa treinada foi a mesma do clássico de domingo passado, na Arena. No meio, três

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volantes: Freitas, Rodrigo Dourado e Aránguiz. Também o mesmo time do último fim de semana, portanto. Ao que tudo indica, o Colorado terá no Gre-Nal Alisson; William, Ernando, Alan Costa e Géferson; Freitas, Rodrigo Dourado, Aránguiz, D’Alessandro e Eduardo Sasha; Nilmar. O Inter precisa vencer para ser pentacampeão gaúcho. Empate com gols dá o título ao Grêmio, e novo 0 a 0 leva a disputa para os pênaltis.

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Marcelo Grohe; Matías Rodríguez, Rhodolfo, Erazo e Marcelo Oliveira; Maicon, Fellipe Bastos, Douglas, Giuliano e Luan; Braian Rodríguez. “Já até sonhei em levantar essa taça. Espero que domingo se torne realidade. Nosso elenco vem conversando muito. Sabemos que é um título muito importante, por causa do jejum. Acredito que tirando esse peso, outras conquistas virão naturalmente”, afirmou Rhodolfo. Se vencer, o Tricolor levantará seu 37º caneco de campeão gaúcho.

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orto Alegre (RS) – O Internacional joga em casa e busca o pentacampeonato gaúcho. Já o Grêmio tem a vantagem de jogar por um empate com gols e quer, desesperadamente, dar fim à hegemonia do rival no campeonato estadual. Desta maneira que Colorados e Tricolores se enfrentam no Gre-Nal de número 406, neste domingo (3), às 15h (de Manaus), no estádio do Beira-Rio. Ainda sem saber se contará com o atacante Yuri Mamute, que só será avaliado minutos antes da partida, o técnico Luis Felipe Scolari fechou os treinamentos do Grêmio e tenta, ao máximo, esconder a tática que usará na partida decisiva. Porém, com o elenco limitado que tem, o ex-técnico da seleção brasileira deve manter a mesma formação que atuou na primeira partida da final. Apenas o zagueiro Geromel, suspenso, sai para a entrada de Erazo. Assim, o time que buscará ser campeão gaúcho no Beira-Rio deverá ter

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Rivais ficaram no empate sem gols na primeira partida da final. O Tricolor joga por empate com gols para ser campeão

Meia Maicon será o maestro do Grêmio


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‘Vovôs’ se enfrentam

no clássico da rodada Rodrigo Ramos e Neto estarão em campo no duelo Nacional e São Raimundo em confronto válido pela 13ª rodada do Barezão

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les chegaram sem chamar a atenção do público. Alguns torcedores acreditavam que o auge deles já tinha passado. O grande motivo dessa desconfiança era a idade. Ambos os atletas estão com mais de 30 anos, porém, o goleiro nacionalino Rodrigo Ramos e o meia-atacante sãoraimundense Neto provaram dentro de campo que a experiência apenas ajuda mais nas horas decisivas das partidas. Os atletas estarão em campo na tarde deste domingo (3) no principal confronto da 13ª rodada do campeonato amazonense 2015. A bola vai rolar às 18h no estádio da Colina para Nacional e São Raimundo. Rodrigo Ramos chegou ao Nacional no começo desta temperada. Sua contratação foi um pedido especial do então técnico Sinomar Naves. Mostrando nos primeiros treinamentos uma forte liderança, o goleiro que fez história no Sampaio Correa (MA) rapidamente assegurou a camisa 1 do Leão. Segundo Rodrigo, o segredo para se manter em alto nível por longo tempo é saber aliar a preparação antes

das partidas e o descanso necessário durante a semana. “Me cuido bastante. Isso desde a época dos juniores. Não tenho nenhum tipo de vício e costumo dormir bem cedo. Fora isso, sou um dos primeiros que chega para treinar e um dos últimos a sair. Trabalho muito a questão física. Estou muito bem. Tenho 34 anos e vivo, desde o ano

NA ULBRA

Para finalizar a rodada, Iranduba e Manaus FC se enfrentam no estádio Ulbra às 15h30. O time da capital vem de vitória sobre o Rio Negro no meio da semana e segue na caça ao G-4 do Barezão passado, uma das melhores fases da minha carreira”, afirmou o arqueiro. Durante os treinamentos, é possível observar que o goleiro nacionalino sempre está conversando ou aconselhando algum jogador. Dentro do grupo, Rodrigo é um exemplo para atletas mais novos como os também goleiros Wágner e Thiago. Questionado sobre

Rodrigo Ramos, aos 34 anos, é um dos jogadores mais experientes do elenco do Nacional e tem auxiliado os mais novos

esse papel no grupo do Nacional, Rodrigo Ramos admitiu que é uma grande responsabilidade ser exemplo para os companheiros, porém afirma ser gratificante ajudar quem está começando no futebol. “Sem sombra de dúvida isso é uma responsabilidade muito grande, mas acho uma responsabilidade bacana. Sempre tento aconselhar os mais novos. Foi assim por onde passei e estou repetindo isso no Nacional. Tento ajudar dando informações ou corrigindo detalhes. Fora isso, acabo aprendendo também. Não tem idade para isso. Essa troca de informação é bem legal. Graças a Deus tenho uma carreira bem consolidada e experiente. Posso sempre estar ajudando os mais novos”, argumentou o jogador que lamenta o fato de ter vistos jovens promessas se perdendo na vida por causa de mulheres, baladas e vícios. “Já vi muitos atletas que não têm uma vida regrada, se perdendo. A estrutura familiar também é importante para ajudar. Jogadores talentosos que acabam se perdendo na carreira por isso. Esse fato me deixa muito triste. Por isso tento ajudar os mais novos. Minha experiência nessa hora ajuda”, concluiu.

Ressurgimento de um camisa 10 Seu talento e habilidade já são conhecidos pelo público amazonense. Neto fez parte do grupo que disputou a Série B do brasileiro pelo São Raimundo. Porém, nos últimos anos, o jogadores estava sofrendo com a desconfiança da torcida. Em 2014, o “pé de anjo”, apelido que Neto recebeu na época em que atuava em Portugal, disputou o Barezão pelo Manaus FC. Com Paulo Morgado, o jogador atuava com terceiro homem de meio-campo. Apesar de muito se esforçar, Neto não conseguiu levar o seu time a final da competição. Em 2015, o atleta aceitou o desafio de voltar ao São Raimundo. Agora comandado por Eduardo Clara, o atleta reencontrou o seu melhor futebol jogando perto do gol, atrás apenas do centroavante do time. Perguntado sobre a boa fase, Neto afirmou que tudo isso é fruto do cuidado que

sempre teve como jogador. Ele reafirmou o que Rodrigo Ramos disse sobre a longevidade no esporte. O segredo, segundo ele, é o descanso. “O segredo é o descanso. O atleta deve se alimentar e descansar bem. Quando queremos alcançar uma meta, devemos deixar de lado as coisas que nos prejudica e continuar focado. Nunca devemos desanimar. Abri mão de muitas coisas por isso estou vivendo esse momento feliz na minha carreira. Me dediquei sempre ao futebol. Espero continuar bem por mais uns dois anos. Essa é minha meta, quero parar por cima”, disse Neto que ainda lembra que sem humildade, nenhum jogador consegue ter sucesso no difícil mundo da bola.

Meia Neto voltou ao Tufão e tem mostrado faro de gol

FOTOS: DIVULGAÇÃO

THIAGO FERNANDO Equipe EM TEMPO


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Jiu-jítsu verde e amarelo é disseminado em Jerusalém Antes vista com desconfiança, a “arte suave” vence as barreiras do preconceito, atravessa o globo e chega em Israel DIVULGAÇÃO

THIAGO FERNANDO Equipe EM TEMPO

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jiu-jítsu é a modalidade que mais garantiu medalhas para o Brasil em mundiais, isso envolvendo todos os esportes, O esporte de descendência asiática chegou ao país ainda no século passado e virou sucesso graças ao esforço da família Gracie. Com o passar dos anos, a arte suave se espalhou, quebrou barreiras como a do preconceito e criou raízes em todas as regiões do Brasil, tendo como os principais centros de treinamentos os estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Amazonas. Atletas como José Aldo, Ronaldo Jacaré, Demian Maia e Rafael dos Anjos conseguiram chegar ao principal evento de lutas do mundo, o UFC, vencendo duelos utilizando técnicas do jiu-jítsu. O Brasil é conhecido mundialmente como o país da modalidade. Vários lutadores conhecidos foram convidados para ensinarem os segredos milenares dessa luta pelo mundo. O jiu-jítsu, a cada dia, chega em mais países e acaba atraindo novos praticantes. Prova disso é que o paulista

faixa-preta Ilan Schucman, junto com seu irmão, decidiram abrir a academia Arte Livre Jiu-jítsu em Jerusalém, capital religiosa de Israel. A iniciativa do brasileiro já rendeu frutos positivos. No ano passado, um atleta da academia conquistou a terceira colocação no campeonato europeu e acabou no quarto lugar no

GUIA TURÍSTICO Além de professor de jiu-jítsu, o paulista Ilan Schucman é, também, guia turístico para brasileiros que visitam Israel. Ele já acompanhou diversas caravanas, entre elas a do Apóstolo Renê Terra Nova, de Manaus

mundial da modalidade newaza (que utiliza todas as técnicas de imobilização no chão). Segundo Ilan, todo esse trabalho começou graças ao sonho de irmão. Porém, por motivos particulares, ele acabou tendo que liderar a academia e ensinar a arte marcial que aprendeu em São Paulo com o mestre Neury Gomes.

A academia de brazilian jiu-jítsu começou com apenas cinco pessoas e foi crescendo até se tornar uma grande família

Lutadores de MMA impulsionam o esporte O faixa preta Illan explica que por causa dos lutadores brasileiros de MMA, como Anderson Silva, Vitor Belfort e Junior Cigano, os israelenses, que são apaixonados pelo o UFC, têm a curiosidade de conhecer o jiu-jítsu, porque sabem que esses lutadores se utilizam da técnica para

vencerem seus opoenentes. “ A modalidade está crescendo muito aqui em Israel. Eles respeitam bastante o esporte, apesar de que muita gente ainda não conhece a modalidade. Os interessados chegam um pouco céticos, mas respeitando por causa dos atletas do

UFC”, citou Ilan. Início de tudo “Eu comecei a treinar jiu-jítsu com 12 anos. Sempre gostei e pratiquei artes marciais. Meu irmão mais velho me apresentou o esporte. Eu fui ver e comecei. Na verdade, nunca tive a ideia de viver do jiu-jítsu. A coisa foi

acontecendo aqui em Israel. O sonho de abrir uma academia foi dele. Ele abriu e eu comecei a ajudá-lo. Ele teve que deixar a cidade em que vivíamos e comecei a dar aula no seu lugar. Daí conseguimos aumentar a academia e hoje vivo parte do jiu-jítsu e parte como guia turístico”, afirmou.


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Pódio - 3 de Maio de 2015 by Amazonas Em Tempo - Issuu