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DIVULGAÇÃO

Tributo aos 20 anos da morte de Ayrton Senna Pódio E4 e E5

MANAUS, QUINTA-FEIRA, 1º DE MAIO DE 2014

esportes@emtempo.com.br

SÓ DEU TIMÃO

DIEGO JANATÃ

O Corinthians cumpriu a meta estabelecida para o confronto com o Nacional-AM, ontem, em Manaus. Em jogo de homenagem ao piloto alvinegro Ayrton Senna, que morreu há 20 anos, a equipe do Parque São Jorge venceu por 3 a 0 e avançou à terceira fase da Copa do Brasil. Pódio E3


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MANAUS, QUINTA-FEIRA, 1º DE MAIO DE 2014

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Sonnen: “Eu fui a uma pizzaria comum, que nem as outras. Quatro pessoas foram, e a conta deu US$ 300 (R$ 669)! Nos EUA, US$ 300 em pizza, um time inteiro de beisebol infantil pode comer

ARTILHARIA

FRASE

Total de gols marcados

Seu ‘ônibus na frente da área’ mostrou seu forte esquema defensivo, mas os Blues caíram

16

Torcedores do Atlético de Madrid escolheram o treinador do Clelsea, José Mourinho, como alvo preferido das brincadeiras

Tabelas do Brasileirão SÉRIE A

Time 1º Fluminense 2° São Paulo 3° Corinthians 4° Atlético-PR 5° Cruzeiro 6° Internacional 7° Sport 8° Goiás 9° Bahia 10° Grêmio 11° Palmeiras 12° Santos 13° Coritiba 14° Vitória 15° Atlético-MG 16° Chapecoense 17° Flamengo 18° Botafogo 19° Criciúma 20° Figueirense

2014 SÉRIE B

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6 4 4 4 4 4 4 4 3 3 3 2 2 1 1 1 1 1 0 0

2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2

2 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0

0 1 1 1 1 1 1 1 0 0 0 2 2 1 1 1 1 1 0 0

0 0 0 0 0 0 0 0 1 1 1 0 0 1 1 1 1 1 2 2

4 4 2 3 3 3 3 1 3 2 2 1 0 2 1 1 0 2 1 0

Zona de classificação para a Libertadores Zona de rebaixamento

GC SG 0 1 0 2 2 2 2 0 2 2 2 1 0 3 2 2 2 5 3 5

4 3 2 1 1 1 1 1 1 0 0 0 0 -1 -1 -1 -2 -3 -2 -5

Time 1º Bragantino 2º América-MG 3º Náutico 4º ABC 5º Luverdense 6º América-RN 7º Paraná 8º Joinville 9º Sampaio Corrêa 10º Oeste 11º Ceará 12º Atlético-GO 13º Ponte Preta 14º Portuguesa 15º Santa Cruz 16º Vasco 17º Boa Esporte 18º Vila Nova 19º Icasa 20º Avaí

SÉRIE C

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5 4 4 4 4 3 3 3 3 3 3 2 2 2 2 1 1 1 1 0

3 2 2 2 2 2 2 1 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2 2

1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 1 0 0 0 0 0 0 0 0 0

2 1 1 1 1 0 0 0 0 0 0 2 2 2 2 1 1 1 1 0

0 0 0 0 0 1 1 0 1 1 1 0 0 0 0 1 1 1 1 2

6 4 4 2 2 4 4 3 3 2 1 3 3 3 2 2 1 0 1 2

GC SG 5 1 2 1 1 3 3 2 2 2 3 3 3 3 2 3 2 2 4 5

1 3 2 1 1 1 1 1 1 0 -2 0 0 0 0 -1 -1 -2 -3 -3

PRIMEIRA FASE - GRUPO A Time 1º Cuiabá-MT 2° Paysandu 3° Botafogo-PB 4° ASA 5° CRB 6° Fortaleza 7° Salgueiro 8° Treze-PB 9° CRAC-GO 10° Águia de Marabá

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3 3 3 0 0 0 0 0 0 0

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3 2 3 0 0 0 0 2 1 0

GC SG 1 0 2 0 0 0 0 3 3 2

2 2 1 0 0 0 0 -1 -2 -2

PRIMEIRA FASE - GRUPO B Time 1º Madureira 2° Mogi Mirim 3° São Caetano 4° Macaé 5° Tupi 6° Caxias 7° Juventude 8° Guarani 9° Guaratinguetá 10° Duque de Caxias

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1 1 1 1 1 1 1 1 1 1

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2 1 1 1 1 0 0 0 0 0

GC SG 0 0 0 1 1 0 0 1 1 2

2 1 1 0 0 0 0 -1 -1 -2


E3 RICARDO OLIVEIRA

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Em noite de homenagens a Senna, Timão bate o Naça ANDRÉ TOBIAS E THIAGO BOTELHO Equipe EM TEMPO

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em maiores dificuldades e com homenagem a Ayrton Senna, o Corinthians superou o forte calor de Manaus e bateu o Nacional por 3 a 0 na noite de ontem (30), na Arena da Amazônia Vivaldo Lima e se classificou para a terceira fase da Copa do Brasil. Agora, a equipe paulista aguarda o vencedor do confronto entre América-MG e Bahia para continuar na luta pelo título da competição e garantir uma vaga na Libertadores do próximo ano. Livre, leve e solto Antes do apito inicial, os jogadores corintianos homenagearam Ayrton Senna ao

entrar cada um com a réplica do capacete usado pelo piloto brasileiro tricampeão mundial de Fórmula 1, que também era corintiano. Com a bola rolando, a equipe paulista partiu para cima dos nacionalinos desde o primeiro minuto de jogo, e disposta a eliminar o jogo de volta, em São Paulo, que estava marcado para o dia 14, no estádio do Pacaembu. Com esmagadora maioria na arquibancada, o Corinthians abriu o placar logo aos seis minutos para o delírio da fiel em Manaus. Após um erro de passe cometido por Chapinha, Negretti fez falta. Na cobrança, Jádson cruzou para Cléber, que subiu sozinho e cabeceou sem chances para o fundo da rede do gol defendido por Jairo. 1 a 0 para o Timão.

Tratamentos diferenciados Ao final do jogo, o técnico Sinomar Naves reclamou do tratamento que o Nacional recebeu antes da bola rolar. Segundo ele, o time azulino foi impedido de fazer o aquecimento no gramado, mas logo em seguida o Corinthians gozou desse privilégio. “A análise que a gente faz é que tem que haver justiça. Por que abrir para eles e não para nós? A mentalidade tem que mudar, porque isso mostra que a valorização das equipes daqui é muito menor do que das equipes que vêm de fora”, falou. Os jogadores do Nacional entraram em campo segurando bananas, como forma de protesto pela onda de racismo no futebol mundial. O atacante Fabiano disse que é inaceitável em pleno século 21 ainda acontecerem situa-

ções como essas. “Eu acho que em pleno século 21 ainda existir coisas como essa é muito triste. Entramos desse jeito para estimular a consciência das pessoas”, disse. O técnico Mano Menezes elogiou a Arena da Amazônia e acredita que a estrutura dos estádios de Copa do Mundo, onde a torcida fica próxima dos jogadores, cria uma atmosfera diferente para a partida, e previu que as seleções europeias sofrerão com o calor amazônico. “O calor e a umidade certamente vão fazer com que os jogos, principalmente no segundo tempo, tenham um ritmo muito abaixo do que estamos acostumados a ver. Fora isso, o estádio é lindo e acredito que Manaus vai fazer uma grande Copa”, disse.

FOTOS: DIEGO JANATÃ

Corinthians lembrou dos 20 anos da morte do piloto de Fórmula 1, Ayrton Senna e no jogo venceu o Nacional por 3 a 0 Não demorou muito para a equipe paulista ampliar o placar. Aos 21 minutos, após Chapinha perder a bola na entrada da área para Bruno Henrique, o volante chutou forte, Jairo espalmou para frente da área e Guerrero, um dos mais ovacionados pela torcida em Manaus, empurrou para o gol. Tentou, mas não deu Disposto a garantir o jogo da volta, o técnico Sinomar Naves voltou com o atacante Carlinhos Bala no lugar de Eder. O time cresceu e deu sinais de reação. Mano Menezes respondeu e sacou Luciano para a entrada de Romarinho. A substituição surtiu efeito imediato. Quatro minutos depois, o artilheiro do Corinthians na temporada aproveitou falha de Jairo para marcar seu nono gol no ano e dar números finais a partida.

Cléber fez o primeiro gol do Corinthians aos 6 minutos do primeiro tempo na Arena da Amazônia

FICHA TÉCNICA NACIONAL-AM CORINTHIANS

0 3

Local: Arena da Amazônia, em Manaus (AM) Árbitro: Gilberto Rodrigues Castro Júnior (PE) Nacional-AM: Jairo; Amaral, Índio, Rodrigão e Jefferson Recife; Negretti, Dênis Santos, Eder (Carlinhos Bala) e Chapinha (Luciano); Fabiano e Léo Paraíba (Felipe Capixaba). Técnico: Sinomar Naves Corinthians: Cássio; Fagner, Cleber, Gil e Uendel; Ralf, Bruno Henrique, Petros (Guilherme) e Jadson (Zé Paulo); Luciano (Romarinho) e Guerrero. Técnico: Mano Menezes Gols: Cleber, aos seis minutos do primeiro tempo; Guerrero, aos 21 minutos do primeiro tempo; Romarinho, aos 17 minutos do segundo tempo Cartões amarelos: Dênis Santos (Nacional); Petros e Fagner (Corinthians)

Jerfferson Recife, do Nacional, divide bola com corintiano na tentativa de contra-ataque do Leão


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Ayrton S Brasileiros relembram os 20 anos de morte do maior piloto grave acidente no Grande Prêmio de San Marino, na Itália. A

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á exatos 20 anos, o Brasil perdia seu maior piloto e um dos maiores ídolos nacionais. No dia 1º de maio de 1994, Ayrton Senna sofreu um grave acidente no Grande Prêmio de San Marino, na Itália, e morreu aos 34 anos. Na ocasião, Senna era o líder da prova e perdeu o controle na curva Tamburello, do Autódromo Enzo e Dino Ferrari, em Imola, o que fez ele se chocar contra o muro de proteção. A prova foi interrompida e um clima de comoção tomou conta dos presentes e dos milhões que assistiam a tudo pela TV. Se aparentar qualquer reação, Senna foi retirado de seu carro e levado diretamente para o hospital, onde sua morte foi confirmada poucas horas depois. O GP de San Marino já havia sido marcado por outros

acidentes que confirmavam a falta de segurança da pista. Na sexta-feira, Rubens Barrichello perdeu o controle de sua Jordan depois de

Eu quero viver a vida muito intensamente. Eu nunca iria querer viver parcialmente, sofrendo de alguma doença ou lesão Ayrton Senna piloto de Fórmula 1

passar por uma zebra e se chocou contra uma barreira de pneus. Com o acidente, Rubinho teve pequenas escoriações e o nariz quebrado, voltando ao cockpit duas

semanas depois. No sábado, na etapa classificatória, o austríaco Roland Ratzenberger bateu na curva Gilles Villeneuve após a asa dianteira do seu carro se desprender. Assim como Senna, Ratzenberger não resistiu ao impacto em alta velocidade e faleceu. Depois dos incidentes, o brasileiro se reuniu com os outros pilotos para discutirem sobre normas de segurança. Mesmo tendo ameaçado não competir, Senna foi para a pista com uma bandeira da Áustria em seu macacão, com a intenção de homenagear o colega caso conseguisse chegar ao pódio. O mundo lamentou sua morte, e seu funeral em São Paulo foi acompanhado por milhares de fãs e personalidades do automobilismo mundial. Entre os pilotos escoltando seu caixão

A CARREIRA Ayrton Senna foi o 14º piloto brasileiro a disputar um Mundial de Fórmula 1. Sua primeira temporada foi em 1984 na modesta equipe Toleman Hart Turbo. O piloto brasileiro não venceu nenhum GP, mas chamou a atenção pelo seu talento e competitividade, e terminou a temporada na nona colocação do Mundial de pilotos, superando os renomados Nigel Mansell (Lotus-Renault), Patrick Tambay (Renault), Teo Fabi (Brabham-BMW) e Ricardo Patrese (Alfa Romeo), entre outros. O primeiro GP disputado por Senna foi em casa, no dia 25 de março, no circuito de Jacarepaguá, no Rio

de Janeiro. Com problemas no turbo, Ayrton teve que abandonar a prova na oitava volta. O momento mais memorável de seu ano de estreia aconteceu no GP de Mônaco - prova que ele venceria seis vezes na carreira, no qual sob chuva torrencial, chegou ao segundo lugar e ao se aproximar do líder Alain Prost. Entretanto, viu a prova ser encerrada com apenas 31 voltas, naquela que poderia ter sido sua primeira vitória. Já no ano seguinte, correndo pela tradicional equipe Lotus, surgiram as duas primeiras vitórias na carreira: a primeira em Por-

tugal e a segunda, na Bélgica. Em 85, Senna ainda obteve sete pole positions e fechou o ano em quarto lugar entre os pilotos. Em 1986, Senna novamente conquistou duas vitórias, na Espanha e Estados Unidos, e repetiu a colocação no Campeonato. Em 1987, Senna venceu em Mônaco e nos Estados Unidos, e só foi superado no Mundial pelos dois pilotos da Williams, Nelson Piquet e Nigel Mansell. Após o fim de seu contrato de três anos com a Lotus, Senna fez em 1988 a mudança que lhe traria os maiores sucessos da carreira, ao trocar a Lotus pela McLaren.

PRIMEIRA VITÓRIA NO BRASIL Ayrton Senna conquistou a primeira vitória em casa em 1991, no dia 10 de março, no autódromo de Interlagos, em São Paulo. Naquele GP, Senna terminou a prova apenas com a sexta marcha de sua McLaren. Mesmo com uma única marcha, o piloto brasileiro conseguiu manter a média de 1min25 por volta. Isso

foi registrado e comprovado pelas câmeras de TV instaladas em seu carro. O esforço foi tanto para completar a prova que Senna teve de ser ajudado para sair do carro ao final da corrida. Pelo rádio do carro, ele exprimiu toda sua alegria e alívio quando completou a última volta e ultrapassou a linha de chegada. Emo-

cionado, começou a gritar: “I don’t believe” (eu não acredito, em inglês). Mais tarde Senna declarou que este GP foi muito especial em sua carreira, não só por ser a primeira vitória no Brasil, mas também pela forma heroica como a conquistou, e chegou a compará-la a sua primeira vitória na F-1.

PRIMEIRO TÍTULO MUNDIAL O primeiro título mundial de Ayrton Senna veio em 1988, com a McLaren. Foi uma campanha brilhante e uma acirrada batalha contra o companheiro Alain Prost. Senna venceu oito das 16 provas do campeonato. Naquele ano, o brasileiro voou baixo e provou que era o piloto mais rápido da

categoria, ao obter 13 polepositions. No GP do Japão, em Suzuka, no dia 30 de outubro, penúltimo da temporada, Senna garantiu o título após uma corrida fantástica. Senna teve problemas com seu carro na largada, saiu em último e completou a primeira volta na 19ª posição.

Debaixo de chuva e pilotando como nunca, Senna começou a ultrapassar os adversários até chegar próximo de Prost, que liderava. A chuva parou e o brasileiro então provou que não era bom apenas na chuva: ultrapassou Prost e venceu a prova, conquistando assim pela primeira vez o título mundial.

tes para trás. Quando se preparava para ultrapassar o francês Alain Prost, que liderava a prova, os dirigentes do GP interromperam a prova, argumentando que a chuva estava forte demais. Assim, a vitória foi dada ao francês. Ayrton Senna em sua ga-

leria de vitórias tem uma marca muito especial. O brasileiro venceu o GP de Mônaco por seis vezes e virou o “rei de Mônaco”. Nas temporadas de 87, 89, 90, 91, 92 e 93, ele deu show e banho de champanha na família real, quebrando o protocolo mais de uma vez.

REI DE MÔNACO No seu primeiro GP em Monte Carlo, em 1984, Senna deu um espetáculo. Debaixo de chuva, com a modesta Toleman, o brasileiro chegou a ultrapassar a McLaren de Niki Lauda e, andando muito rápido, continuou deixando adversários mais fortes e experienSenna foi o desportista brasileiro mais lembrado por seu país, antes mesmo de morrer


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Senna do Brasil

de Fórmula 1 de todos os tempos em seu país: ele morreu aos 34 anos (no dia 1º de maio de 1994) após sofrer um prova foi interrompida e um clima de comoção tomou conta dos presentes e dos milhões que assistiam a tudo pela TV estavam Emerson Fittipaldi, Gerhard Berger e Alain Prost, seu maior rival nas pistas. Também presente estava Sir Frank Williams, seu último chefe de equipe, que declarou: “Ayrton não era uma pessoa comum. Ele foi na verdade um homem mais grandioso fora do carro do que dentro dele.” Mesmo 20 anos depois, a figura mítica de Ayrton Senna ainda está viva na memória do povo brasileiro e dos apaixonados pela competição. Em eleição feita pelo canal britânico BBC em 2012, ele foi eleito o melhor piloto de todos os tempos. “Provavelmente nenhum piloto da Fórmula 1 tenha se dedicado mais ao esporte e dado mais de si em sua busca pelo sucesso. Ele era uma força da natureza, uma combinação incrível de muito talento e, em alguns

casos, uma determinação espantosa”, lia-se no artigo do site do conhecido veículo britânico. Além de sua genialidade nas pistas, Senna foi uma das personalidades mais carismáticas do esporte. Seu brilho como piloto era acompanhado por um intelecto iluminado e um carisma que conquistou a Fórmula 1 como nunca antes. Ninguém tentou mais intensamente ou se levou aos limites mais distantes, nem discursou tanto sobre os limites que somente os grandes pilotos alcançam. A forma com que Senna colocava tudo de si em tudo que fazia lhe rendia a admiração geral. Atrás do volante seu comprometimento era marcante, e assistir Senna em uma eletrizante volta de classificação ou incansável perseguição ao carro da fren-

te despertava uma combinação de admiração com temor pelo seu futuro. Consciente da própria mortalidade, Senna era passional na sua infinita luta para ir além dos seu limites, uma perseguição que acabou por lhe tomar a vida da forma que ele próprio afirmou. “Eu quero viver a vida muito intensamente. Eu nuca iria querer viver parcialmente, sofrendo de alguma doença ou lesão. Se algum dia eu sofrer um acidente que me custe a vida, eu espero que aconteça em um instante”, disse Senna em entrevista no início do ano de sua morte.

SENNA NOS BRAÇOS DO POVO No GP de 28 de março de 1993, no Brasil, em Interlagos, Ayrton Senna conseguia sua segunda vitória em casa, a 37ª na carreira e a 31ª na equipe McLaren. Nesta corrida, o rival Alain Prost liderava e, quando começou a chover forte, o francês não trocou os pneus, bateu em Christian

Fittipaldi e saiu da corrida. Senna então aproveitou e foi ganhando posições até ultrapassar o inglês Damon Hill para assumir a liderança e vencer o GP. Foi uma vitória inesquecível que mereceu uma comemoração inédita: pista invadida pelos torcedores

e Senna carregado pela multidão. O piloto brasileiro foi simplesmente arrancado do carro e comemorou a vitória nos braços da eufórica e imensa torcida brasileira presente em Interlagos.

O BICAMPEONATO MUNDIAL Ayrton Senna conquistou seu bicampeonato no penúltimo GP da temporada de 1990. Foi em Suzuka, no Japão, que o brasileiro deu o troco no rival Alain Prost, que um ano antes havia vencido o campeonato de forma pouco ética. Naquele GP, o francês “fechou a porta” quando Senna, nas voltas finais, tentou ultrapassá-lo. Houve o choque e os dois saíram da pista. Senna ainda voltou ajudado

pelos comissários, mas acabou desclassificado. Um ano depois Senna deu o troco na mesma moeda e local. Prost precisava da vitória para levar a decisão para o último GP, na Austrália, e também não podia provocar um incidente com Senna, já que desta vez o prejuízo seria seu. O suspense durou menos de dez segundos. A Ferrari do francês, que largou na segunda posição do grid,

conseguiu tomar a dianteira, mas Senna forçou o carro e entrou por dentro na tomada da primeira curva. Então nenhum dos dois deu o braço a torcer. A roda direita traseira da Ferrari tocou na dianteira esquerda da McLaren e os carros saíram da pista, fazendo uma imensa nuvem de areia. A corrida não foi paralisada e Ayrton conquistava o bicampeonato mundial de F-1.

O TRICAMPEONATO MUNDIAL No dia 20 de outubro de 1991, a Fórmula 1 conhecia o seu mais novo tricampeão mundial. Novamente no circuito de Suzuka, no Japão, Ayrton Senna disputava o título da temporada com o inglês Nigel Mansell, da Williams, que, logo na 10ª volta, abandonou a prova com problemas no freio. Daí para frente Senna deu um show e comemorou em grande estilo o tri. Na volta final, quando

liderava folgadamente, num gesto de companheirismo ou por imposição da equipe - cedeu passagem ao seu amigo e companheiro, o austríaco Gerhard Berger, que assim conquistava sua sexta vitória na F-1. Senna, então, entrava para o seletíssimo grupo dos tricampeões mundiais e também era o mais jovem piloto a conquistar essa façanha na história da F-1. E ao lado de

Nélson Piquet colocou o Brasil numa situação invejável no automobilismo mundial: era o único país a ter dois tricampeões mundiais de F1. Ainda no campeonato de 91, no último GP da temporada, Senna ganhou a corrida e quebrou um tabu de nunca vencer a prova de Adelaide, na Austrália. De passagem ainda deu o tetracampeonato mundial de construtores para a McLaren.

riscar a vida em situações tão absurdas. Sem ela, não valeria o risco, por dinheiro nenhum, por nada neste mundo”. E completava: “Ser piloto é uma questão de cromossomos: ou seu nas-

ce com esta predisposição, ou não. Se você tem as bases, pode desenvolvê-las, mas, quanto mais frio e racional, mais você precisa ter dentro de si a paixão pela corrida”.

O LEMA DO ÍDOLO O lema de Ayrton Senna desde que ingressou na Fórmula 1 sempre foi: “Vencer ou vencer”. Senna dizia: “A vitória é o único prêmio de um piloto. É a motivação real e justificável para ar-

VITÓRIA POR MENOS DE UM SEGUNDO A vitória mais dramática de Ayrton Senna em GPs foi em 13 de abril de 1986 na Espanha. Senna venceu o rival Nigel Mansell por apenas 0,014

segundos (ou seja: 14 milésimos) e com isso entrou para o livro “The Guinness Book of Sports Records”, da editora Facts on File na edição 95/96. Em toda

carreira na F-1, Senna conseguiu a incrível marca de 41 vitórias e 65 pole positions, além dos três mundiais.

O piloto de Fórmula 1, Ayrton Senna, morto em 1994, será eternizado na memória dos brasileiros


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CAIU Equipe do Cruzeiro foi a Assunção com o dever de ganhar: e consegui a vitória

San Lorenzo elimina o Grêmio nos pênaltis

Cruzeiro vence na raça e avança na Libertadores

Com a vitória de 2 a 0 contra o Cerro Porteño, do Paraguai, time mineiro avança às quartas de final da competição

D

epois de iniciar a partida muito nervoso e render pouco no primeiro tempo, o Cruzeiro superou a pressão de mais de 25 mil torcedores, venceu o Cerro Porteño, por 2 a 0, ontem (30), em Assunção, e avançou às quartas de final da Copa Libertadores. Com um jogador a menos, depois da expulsão de Bruno Rodrigo, o time mineiro marcou com Dedé, que fez de cabeça aos 35min, e já nos acréscimos Dagoberto selou a vitória celeste. Depois de tropeçar no jogo ida, ao empatar por 1 a 1 no Mineirão, o Cruzeiro conseguiu a classificação na raça atuando fora de casa e ganha força para

a sequência da Libertadores. O time mineiro foi mal no primeiro tempo, mas equilibrou a partida na etapa final e, mesmo com dez jogadores, aproveitou uma jogada aérea para vencer com gol de Dedé, que não vinha bem na partida e se redimiu ao marcar o gol da vitória celeste. Quando o jogo chegava ao final, o atacante Dagoberto decretou a classificação celeste, quando os paraguaios também estavam com um jogador a menos, com a expulsão de Corujo. Visivelmente nervoso, o Cruzeiro não conseguiu apresentar o futebol que a torcida acostumou a ver e foi pressionado pelo Cerro na maior parte do primeiro tempo. Mais

presente ao ataque, o time paraguaio teve duas chances claras para abrir o placar. O primeiro susto sofrido pelo Cruzeiro ocorreu aos 8minutos de jogo. Angel Romero deu um drible desconcertante em Dedé na ponta esquerda e cruzou para a área. Corujo recebeu livre e chutou forte para a defesa de Fábio, que evitou o gol dos paraguaios. O segundo ocorreu aos 17minutos. Depois de uma bola cruzada na para a área, Angel Romero ficou livre para finalizar e acertou o travessão do goleiro Fábio, que nada pôde fazer. A pressão paraguaia aumentou o nervosismo do time mineiro.

FICHA TÉCNICA CERRO PORTEÑO 0 CRUZEIRO 2 Local: Estádio General Pablo Rojas, Assunção (Paraguai Árbitro: Dario Ubriaco (URU) Cerro Porteño: Fernández; Bonet, Cardozo, Ortiz e Alonso (Gamarra); Corujo, Julio dos Santos, Oviedo e Oscar Romero; Daniel Güiza (Beltran) e Angel Romero (Godoy) Técnico: Francisco Arce Cruzeiro: Fábio; Ceará, Dedé, Bruno Rodrigo e Samudio; Henrique, Lucas Silva, Everton Ribeiro e Ricardo Goulart; Willian (Dagoberto) e Júlio Baptista (Borges) (Leo) Técnico: Marcelo Oliveira Gols: Dedé, aos 35min, Dagoberto, aos 48min do segundo tempo Cartões Amarelos: Bruno Rodrigo (2), Dedé, Samudio, Luan (CRU); Carão vermelho: Bruno Rodrigo (CRU); Corujo, Güiza (CER)

Foi um sofrimento e o Grêmio caiu. O time honrou a fama de ‘imortal’ e, ontem (30), venceu o San Lorenzo por 1 a 0 com gol de Dudu aos 38 minutos do segundo tempo, na Arena, levando a decisão da vaga nas quartas de final da Libertadores para os pênaltis. Mas nas cobranças, o time do Papa Francisco foi melhor e venceu por 4 a 2. Com o resultado, o San Lorenzo terá pela frente o Cruzeiro nas quarta de final. O time mineiro venceu o Cerro Porteño por 2 a 0 e confirmou vaga. Foi a terceira participação seguida na Libertadores em que o Grêmio foi eliminado nas oitavas de final. A queda frustra o principal objetivo do ano e revive pressão sobre Enderson Moreira, que pode ser demitido junto com sua comissão técnica e até o departamento de futebol. Sem a chance de disputar o título da Copa e derrotado na final do Gauchão, o primeiro semestre de 2014 esteve longe dos planos azuis. O Grêmio precisava atacar. Atrás por força da derrota por 1 a 0 no jogo de ida, o time brasileiro tratou de buscar o gol. Aos 10 minutos

esteve muito perto de atingir o objetivo. Dudu enfiou para Barcos que encobriu o goleiro Torrico. Mas Buffarini correu, deu carrinho e evitou o gol gremista. O San Lorenzo fez o que se esperava. O time argentino se postou defensivamente com linhas compactas sempre atrás do meio-campo.

FICHA TÉCNICA GRÊMIO 1 SAN LORENZO 0 Local: Arena do Grêmio, em Porto Alegre (RS) Árbitro: Roberto Silveira (URU) Grêmio: Marcelo Grohe; Pará (Lucas Coelho),Werley, Pedro Geromel e Wendell; Riveros, Edinho, Luan (Maxi Rodríguez), Zé Roberto (Rodriguinho) e Dudu; Barcos. Técnico: Enderson Moreira San Lorenzo: Sebastián Torrico; Julio Buffarini, Carlos Valdés, Santiago Gentiletti e Emmanuel Más; Héctor Villalba (Prósperi), Juan Mercier, Néstor Ortigoza e Ignacio Piatti; Angel Correa (Elizari) (Blandi) e Mauro Matos. Técnico: Edgardo Bauza Gols: Dudu, do Grêmio, aos 38 minutos do segundo tempo. Cartões Amarelos: Zé Roberto (GRE), Pará (GRE), Barcos (GRE) Edinho (GRE); Gentiletti (SLO), Buffarini (SLO)


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Duelo madrilenho J

osé Mourinho foi duramente criticado em todo o mundo pela retranca imposta no jogo de ida, na última semana, na Espanha. Lá, porém, o Chelsea não levou gols e ficou no 0 a 0. Para o jogo de ontem (30), Mourinho “seguiu” o que seus críticos disseram e abriu o time. Resultado? Eliminação. O Atlético de Madri venceu em pleno Stanford Bridge, por 3 a 1, de vi-

O atacante Cristiano Ronaldo vai à final como artilheiro isolado na competição de 2014

rada, e voltará a disputar uma final de Liga dos Campeões após 40 anos. Adrián, na primeira etapa, e Diego Costa, de pênalti, e Arda Turan, na segunda, tornaram inútil o gol de Fernando Torres, que abriu o placar para o Chelsea aos 6 minutos do primeiro tempo. A cidade de Madri será o centro do mundo do futebol no dia 24 de maio, um sábado, apesar do palco da decisão ser Lisboa, em Portugal. Atlético e Real se enfrentarão no Estádio da Luz no 1° clássico madrilenho a decidir a principal competição de clubes da Europa na história. Mourinho cai nas semifinais da Liga pelo quarto ano seguido. Já Diego Simeo-

ne será o primeiro técnico sul-americano a disputar uma final em 13 anos. O time do argentino soube equalizar defesa e ataque e, assim, bateu Mourinho, que mostrou ser especialista em defesa, mas que se perdeu ao tentar abrir o time que comanda. Decisivo Na decisão, o Atlético enfrentará um time o qual estava sem vencer, até o ano passado, há 13 anos. Foram três jogos desde a quebra do tabu e o Atlético não mais perdeu - duas vitórias, um empate. Agora, o objetivo é criar outro tabu: o único a vencer o clássico na hora que mais importa: a decisão continental. E o jogo foi a consagração do melhor ataque da história do Atlético. Com os três desta quarta, são 113 desde o meio de 2013, a

melhor marca da história do clube madrilenho. Diego Costa é o artilheiro, com 36. E a partida parecia que seria diferente por, pelo menos, 36 minutos. O Chelsea escalou Torres, Willian e Hazard e os três atacaram muito mais nesses minutos do que fez o clube em todo o jogo na Espanha. O resultado? Sem sustos atrás e um gol na frente. Willian, nome quase certo na seleção brasileira na Copa, passou pro dois grudado à bandeira de escantetio pela esquerda. A bola ficou com Azpilicueta, que rolou para trás. Torres chegou e abriu o placar. Não comemorou, em respeito ao clube de seu coração. “Sorte” dele que terá para quem torcer na decisão. O Atlético, a partir de então, dominou o jogo, e Torres poderá assistir ao jogo de Lisboa secando o Real Madrid, rival

do clube pelo qual surgiu. Primeiro, Juanfran salvou lançamento que sairia pela linha de fundo, bateu para trás na área e contou com furadas de Terry e Cole para que a bola chegasse aos pés de Adrián. Ou melhor, à canela. “Torto”, o meia conseguiu colocar a bola no gol de Schwarzer. Chelsea cai Se o Chelsea precisava de um gol a partir de então para se classificar, saíram logo dois. Do outro lado. Diego Costa caiu na área ao ser tocado por Eto’o aos 13 minutos. Ele mesmo cobrou e fez, com força, quase no meio do gol. Depois, Arda Turan, que dominou o meio de cam-

po durante o jogo, fez presença na área. Pegou rebote de cabeçada no travessão e só rolou para o gol. Enquanto isso, Courtois salvava atrás, com duas espetaculares defesas. Nem era preciso mais. O Atlético estará na final dia 24 de maio, após 40 anos. Se o título for conquistado, será da maneira dos sonhos de todo torcedor “colchonero”: sobre o principal rival.

O brasileiro Diego Costa fez um gol contra o Chelsea e carimbou sua participação na grande final

FOTOS: DIVULGAÇÃO

Atlético e Real, ambos de Madri, fazem a grande final da “Champions League”, no dia 24 de maio, em Portugal


E8

MANAUS, QUINTA-FEIRA, 1º DE MAIO DE 2014

Vasco vence de virada o Treze e não evita 2º jogo

COPA DO BRASIL

Bahia se classifica para 3ª fase DIVULGAÇÃO

Time carioca foi à Paraíba pensando em vencer por dois gols de diferença e eliminar jogo da volta: não conseguiu

Foi um Bahia muito diferente daquele que venceu o Figueirense, no último domingo (20), pelo Campeonato Brasileiro . Com relação a escalação foram quatro modificações, duas por opção do treinador Marquinhos Santos , e outras duas por questões médicas. Foram 45 minutos sonolentos, com um time errando muitos passes e pouca criatividade.

O reflexo disso apareceu no baixo número de finalizações. O tricolor levou perigo ao goleiro Braz em apenas dois lances. Um deles foi por meio do atacante Rafinha, aos 24 minutos, após cabeçada da entrada da grande área. A equipe mineira, inferior tecnicamente, não conseguiu aproveitar o ruim primeiro tempo

do Bahia . Em duas ocasiões, ambas com erro de passe do zagueiro Demerson, criou as únicas chances de abrir o placar, sem sucesso. Na primeira, aos 5, o defensor errou o passe e, se não fosse Marcelo Lomba, marcaria contra. Mas, os gols de Henrique e Maxi Biancucchi garantiram o Bahia na próxima fase da Copa do Brasil.

AVANÇO

TREZE VASCO

1 2

Local: Estádio Engenhão, no Rio de Janeiro Árbitro: Ricardo Marques Ribeiro Treze: Gilson, Birungueta, Negretti, Douglas e Fernandes; Sapé, Esquerdinha, Douglas Packer e Clébson (Léo); Jonatas (Tiago) e Jailson (Fabinho Cambalhota) Técnico: Leandro Sena Vasco: Diogo Silva, André Rocha, Luan, Douglas Silva e Diego Renan; Felippe Bastos, Danilo, Douglas; Montoya (Yago), Reginaldo (Marquinhos) e Thalles Técnico: Adilson Batista Gols: Esquerdinha (17’) 1ºT; Thalles (5’ e 39’) 2ºT Cartões Amarelos: Diego Renan, Birungueta

Thalles quebrou um jejum de quatro jogos e marcou os dois gols

O

Vasco foi até a Paraíba para enfrentar o Treze pela Copa do Brasil, pensando em vencer por dois gols de diferença e eliminar o jogo de volta. Conseguiu metade do seu objetivo, com dois gols de Thalles, vencendo por 2x1. Esquerdinha abriu o placar para o Treze. Na volta, em São Januário, o Vasco pode até perder por um gol, desde que pelo placar de 1x0, que avança na competição. Com duas novidades entre os titulares, o zagueiro Douglas Silva e o meia Danilo, o Vasco começou o jogo com boa posse de bola, mas insistindo em lançamentos que não geravam

lance de perigo a meta do goleiro Gilson. O Treze jogava fechado e buscava explorar o contraataque, mas, até os 15 minutos, nada havia conseguido no jogo. A primeira boa oportunidade de marcar na partida veio aos 17. Danilo encheu o pé de fora da área e mandou a bola raspando a trave direita. Na sua primeira finalização, o Treze teve melhor sorte e abriu o placar. Jonatas fez uma boa jogada pela esquerda e cruzou rasteiro na área. Esquerdinha se antecipou ao zagueiro Douglas Silva e fuzilou o gol de Diogo Silva, Treze 1x0. Buscando se redimir do lance do gol, Douglas Silva quase empata para o Vasco aos 24.

O Coritiba está classificado à terceira fase da Copa do Brasil. Com um jogador a menos durante todo o segundo tempo, Carlinhos foi expulso, o time paranaense derrotou a Caldense por 2 a 0, com direito a pênalti defendido pelo seu goleiro Vanderlei, evitou o jogo de volta e avançou no torneio nacional. Além da classificação antecipada, o Coritiba encerrou uma seca de gols. A equipe não balançou as redes nas duas primeiras rodadas do Campeonato Brasileiro. Seu último tento havia sido anotado na vitória sobre o Cene por 2 a 0, também pela Copa do Brasil, no dia 16 de abril.

DIVULGAÇÃO

Coritiba bate Caldense por 2 a 0

FICHA TÉCNICA

Com a vitória sobre o Caldense, Coritiba elimina jogo da volta


Pódio - 1º de maio de 2014