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Pódio - 1º de março de 2015

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MANAUS, DOMINGO, 1º DE MARÇO DE 2015

esportes@emtempo.com.br

Liderança em Jogo O estádio do Maracanã será o palco do clássico Botafogo e Flamengo neste domingo. Além da rivalidade, o duelo põe em jogo a liderança do Campeonato Carioca Pódio E8


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MANAUS, DOMINGO, 1º DE MARÇO DE 2015

Ana Paula OLIVEIRA

Vivemos UM MOMENTO de transição NA ARBITRAGEM brasileira

ALBERTO CÉSAR ARAÚJO

DIVULGAÇÃO

ANDRÉ TOBIAS Equipe EM TEMPO

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pós diversos lances polêmicos marcarem a primeira rodada do Campeonato Amazonense 2015, o PÓDIO traz uma entrevista exclusiva com a exárbitra e agora instrutora de arbitragem da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ana Paula Oliveira. A musa do apito esteve em Manaus como convidada da Federação Amazonense de Futebol (FAF) para ministrar palestra aos árbitros locais, durante a pré-temporada deles para o Barezão.

Houve um grande equívoco na temporada passada em algumas rodadas do Campeonato Brasileiro, em que houve a interpretação por parte de alguns que entendiam que toda bola que se tocava não mão devia ser marcada. Não é isso que diz a regra

PÓDIO – Após erros e acertos como bandeirinha, você está de volta a arbitragem nacional. Desta vez como instrutora. Qual tipo de trabalho feito por você nesta nova função? Ana Paula Oliveira - Exárbitra e agora instrutora. Quem bom voltar dessa forma, estou feliz por estar de volta. Vou completar um ano agora em maio na CBF como instrutora e retornando a Manaus, o lugar onde eu estive a honra de apitar dois jogos e agora voltei como instrutora. É um passo importante e numa fase em que eu venho como convidada para contribuir um pouco mais com os conhecimentos e aproximar critérios. Quando a gente diz aproximar critérios o que é? O árbitro estadual aproximado do árbitro nacional, que é um conceito que a CBF busca hoje. Nós temos árbitros aqui também que pertencem ao quadro nacional e a ideia é trazer o que tem de novo. PÓDIO – Existe algum tema em especial que você aborda nas suas palestras pelo Brasil? APO - A questão da mão na bola, controle de jogo, autoridade do árbitro, impedimento, interferência no jogo, interferência no adversário, jogar de forma deliberada... São temas que em todo campeonato vem à tona, gera polêmica. Então, temos que trabalhar sempre com afinco a isso para que o

árbitro esteja pronto, para que quando esse tipo de problema surgir na frente dele ele tome a decisão correta. PÓDIO – O Brasileirão do ano passado foi marcado por uma série de polêmicas sobre os pênaltis marcado de toque de mão na bola. Afinal, qual o critério para apitar este tipo de infração? APO - Não é na linha da CBF, é na linha da Fifa. São três itens: mãos coladas ao corpo, movimento natural e antinatural. Se as mãos estão coladas ao corpo, não é infração. Se o jogador finge um movimento que é antinatural. O que é isso? Se ele abrir em demasiado o braço e ocupar um espaço além e essa bola toca no seu braço, cabe ao árbitro a interpretação de entender que houve mão na bola. E o jogador quando vai para a disputa de bola corre o risco. Quando é correr o risco? Quando ele vai disputar essa bola num movimento que pode ser considerado natural, mas que ele usa a amplitude desses braços, ele correu o risco e vai pagar por esse risco. Agora, deixar bem claro: não é toda bola que toca na mão que deve ser punido. Houve um grande equívoco na temporada passada em algumas rodadas do Campeonato Brasileiro, em que houve a interpretação por parte de alguns que entendiam que toda bola que se tocava não mão devia ser marcada. Não é isso que diz a regra. São esses três itens que devem ser levados em consideração. PÓDIO – Polêmicas à parte, qual a importância de palestras como estas que ministrou aos árbitros amazonenses? APO - É importantíssimo, como eu disse anteriormente, o que nós, instrutores do quadro nacional vimos fazer é aproximar critério, porque inicia-se a temporada no Estadual, então assim como as equipes, o time de futebol começa a aquecer os seus motores, o árbitro também começa a aquecer o seu trabalho na temporada no Estadual. E quando começa, como aqui já começou a Copa Verde, nós

temos também a Copa Nordeste, que são campeonatos organizados pela confederação, nós temos Copa do Brasil e Campeonato Brasileiro em que esses árbitros irão atuar, eles já estarão próximos dos critérios utilizados pela CBF. Provavelmente retornaremos ao Estado para atuar especificamente com os árbitros do quadro nacional, que aí é a exigência e a preparação que a CBF espera dos seus árbitros que pertencem ao quadro nacional, para a temporada dela, dos campeonatos que ela organiza, mas essa convivência é fundamental porque todos ganham. PÓDIO – Até quem não faz parte do quadro nacional acaba sendo beneficiado com esse tipo de orientação? APO - Os árbitros locais também que não pertencem ao quadro nacional, já tem a informação do que a Fifa espera, do que a CBF espera, e já começa a se projetar. Ele fala assim: “Ó, um dia eu sonho em ser Fifa. Um dia em sonho em ser nacional. O que pensa um árbitro nacional? O que pensa um árbitro internacional?”. Quando ele tem esse contato conosco ele já começa a vislumbrar a sua carreira. Então, isso é um fator motivacional muito importante para o árbitro local. PÓDIO – Qual a sua avaliação sobre o cenário atual da arbitragem no Brasil? APO - Eu entendo que vivemos um momento de transição na arbitragem brasileira, em que grandes nomes deixaram de apitar. Tem o Wilson Senemi, Paulo César de Oliveira, entre tantos outros nomes que eu não vou ficar aqui citando porque é uma lista enorme, e que veio uma geração de jovens árbitros que precisam amadurecer. Eu entendo que um árbitro que amadureceu nessa temporada foi o Ricardo Marques, que foi eleito o melhor árbitro. Era um árbitro que vinha numa fase de crescimento, que viveu transformações e que agora ganhou a sua ma-

turidade. Então, a arbitragem brasileira está passando por esse momento de maturação. Assim como o jogador jovem precisa passar por esse momento de maturação, a arbitragem também passa por esse processo. Acredito que neste ano teremos uma temporada melhor do que foi 2014, porque alguns árbitros já começaram a ganhar essa maturação. Outros vão começar, mas alguns já ganharam. Em relação a regra 11, houve uma melhora. Melhoramos 3%. Almejamos que para esse ano de 2015 possamos melhorar não só três, mas quem sabe 6%. Até porque é uma regra dificílima quando se trata de impedimento. Sabemos que isso interfere diretamente na partida, mas houve uma melhora, então vamos trabalhar mais em relação a isso. PÓDIO – Quais árbitros você destaca para esta temporada? APO - Falando mais do árbitro, acho que vivemos transformações, mudanças. Hoje, jovens árbitros ingressaram no quadro internacional e posso falar do Raphael Claus, do (Anderson) Daronco, do Luis Flávio, são nomes que chegaram no quadro internacional e podem contribuir com essa geração de agora, para 2015. Então assim, vamos ser otimistas. Eu espero que o futebol melhore em 2015, e aí eu estou falando das equipes e que com essa melhora a arbitragem brasileira também evolua e cresça. PÓDIO – Você é a favor ou contra o auxílio da tecnologia ao árbitro? APO - Eu entendo que é bem-vinda (a ajuda). Assim, a linha gol, o sistema gol, foi de grande valia na Copa do Mundo, acho que acrescentou e muito. A utilização do spray é uma tecnologia que veio para agregar, para somar, então foi um avanço. O bipe, que se a gente for falar da bandeira eletrônica não existia e hoje passou a existir. Então, a tecnologia quando ela é bem aplicada, bem utilizada e treinada, é sempre bem-vinda.

Assim como as equipes, o time de futebol começa a aquecer os seus motores, o árbitro também começa a aquecer o seu trabalho na temporada no Estadual

Vamos ser otimistas. Eu espero que o futebol melhore em 2015, e aí eu estou falando das equipes e que com essa melhora a arbitragem brasileira também evolua e cresça


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MANAUS, DOMINGO, 1º DE MARÇO DE 2015

Confronto da reabilitação

Iranduba e Rio Negro medem forças na tarde deste domingo no estádio Colina, buscando marcar os primeiros pontos no Campeonato Amazonense, já que perderam na primeira rodada para Fast e Nacional, respectivamente DIEGO JANATÃ

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THIAGO FERNANDO Equipe EM TEMPO

randuba e Rio Negro entram em campo na tarde deste domingo (01) para apagar a má impressão que deixaram na primeira rodada do campeonato amazonense. Ambas as equipes foram goleadas nas partidas contra Faz e Nacional, respectivamente. Mandante do duelo, o Iranduba foi derrotado no último sábado (21) por 4 a 1 pelo Rolo Compressor e ocupa a lanterna da competição. A equipe alviverde é comandada pelo treinador Frederico Braz, que começou o treinamento duas semanas antes do inicio da competição. Para o jogo contra o Rio Negro, o técnico deve manter o mesmo time que iniciou a última partida. Já pelo lado do Rio Negro, o Galo da Praça da Saudade perdeu o clássico Rio – Nal na última quinta-feira (26) por 3 a 0 no estádio da Colina. Apesar do resultado, o time do treinador Sergio Duarte conseguiu em determinados momentos de a partida envolver o forte Nacional. Para Carlinhos, o Rio Negro se postou bem dentro de campo diante do Nacional. Para o confronto diante do Iranduba, o experiente jogador acredita que o time terá mais ritmo de jogo e isso fará toda a diferença no decorrer da partida. “A equipe se postou bem na partida. Ficamos bem postados. Como é um elenco jovem, pecamos em detalhes. Isso em clássico é mortal. Atrás disso, perdemos a partida,

mas se formos analisar o jogo em si, pressionamos bem o Nacional. Tanto que eles cansaram. Ainda temos 17 partidas pela frente. Vamos atrás do ritmo de jogo agora. Temos que colocar a cabeça no lugar contra o Iranduba e fortalecer nosso jogo. Vamos continuar trabalhando. Sabemos das nossas dificuldades e de tudo que enfrentamos no dia-a-dia. Acredito que vamos levantar a cabeça e buscar o resultado contra o Iranduba”, afirmou o lateral

FICHA TÉCNICA IRANDUBA

Téc.: Frederico Braz

Alex Pastor

William Gabriel

Mandagua Rogério Pedra

Douglas

Somália Vidinha

Hilário Kastor

Carlos Henrique Lucas Peteca Felipe

Vamos ajustar as peças que precisamos para fazer um jogo bom e se tudo der certo, vamos sair de campo com a vitória

T. Amazonense Serginho

Carlinhos Ithon

Rondineli

Marcelinho Victor

Filho

RIO NEGRO

Téc.: Sergio Duarte

Carlinhos, volante do Rio Negro

que ainda completou dizendo que o treinador Sergio Duarte ajustou os detalhes que faltavam no último treinamento feito pela equipe. Um dos pontos mais focado pelo comandante foram as bolas paradas. “Vamos ajustar as peças que precisamos para fazer um jogo bom e se tudo der certo, vamos sair de campo com a vitória. Não podemos cometer os mesmos erros que cometemos contra o Nacional”, disse Carlinhos.

Local: Estádio Ismael Benigno (Colina) Horário: 16h Árbitro: Maks Jean

Frederico Braz dando instruções aos seus comandados na beira do gramado

REPRODUÇÃO

BAREZÃO

Penarol e Naça Borbense se enfrentam em Itacoatiara

FICHA TÉCNICA PENAROL

Téc.: Marquinhos Piter

Robson Maceió

Endy

Peru Rafael

Felipe Cristiano Thompson Célio

Mael Binho Murilo

Tety Jefferson Márcio

Beto Bahia

Alberoni Luiz Gustavo Franco

Guilherme Araújo

Adalto Douglas

NACIONAL BORBENSE

Téc.: Robson Sá

Local: Estádio Floro de Mendonça Horário: 15h30 Árbitro: Francisco da Conceição Costa

Após dois anos no Princesa, Marquinhos Piter assumiu o Penarol

Mais uma vez o estádio Floro de Mendonça, em Manacapuru, vai ferver. Penarol e Nacional Borbense se enfrentam às 15h30 (de Manaus) em partida valida pela segunda rodado do Campeonato Amazonense, nesta domingo (1). O Leão da Velha Serpa entra em campo na busca pela segunda vitória no Estadual. O time comandado pelo técnico Marquinhos Piter venceu na estréia por 1 a 0 o Manaus FC. Para o jogo deste domingo, o treinador deve manter a mesma equipe que entrou em campo na primeira rodada. Apesar disso, para Piter o time precisa melhorar na parte tática para sair vencedor de campo. “Estreamos bem e a vitória serve para motivar os jogadores. Foi uma partida difícil, mas conseguimos sair com os três pontos. Porém, para o jogo contra o Nacional de Borba, precisamos melhorar. Treinamos durante a semana o posicionamento do time. Não podemos dar espaço, pois o nosso adversário é bom e rápido. Estamos confiantes e sabemos que nossa torcida estará presente no estádio para nos apoio. Vamos atrás da nossa segunda vitória”, afirmou Marquinho. Explorar os contra-ataques, essa será a tática do Nacional Borbense. A equipe comandada pelo treinador Robson Sá perdeu na estréia do campeonato amazonense, dentro de

casa e de virada para o São Raimundo por 3 a 2 no último sábado (21) .Para se recuperar na competição, o Leão de Borba pretende surpreender o Penarol em Itacoatiara. Da equipe que começou a última partida, três peças foram modificadas. Duas mudanças aconteceram no setor ofensivo, é o que adiantou Sá que admitiu buscar as jogadas de velocidade para sair com os três primeiros pontos na competição.

INCENTIVO

Pelo segundo jogo seguido o Penarol terá um reforço a mais: a torcida perolense. O time de Itacoatiara promete aproveitar o incentivo vindo das arquibancados do Floro de Mendonça para vencer o Borbense “Fizemos alguns ajustes para o próximo confronto. Arrumamos a parte tática que falhou diante do São Raimundo. Mudamos também a equipe. Nosso goleiro diante do Penarol será o Douglas. As outras mudanças serão no ataque. Não por deficiência técnica, mas por opção tática. Vamos fechar a casinha atrás e explorar os contra-ataques. Sabemos da força do nosso adversário em Itacoatiara”, revelou Robson Sá.


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Colina e Zamith estr Estádios construídos para ser Campos de Treinamento da Copa do Mundo (COTs) ficaram de legado para o futebol local e os clubes da cidade têm conforto para mandar seus jogos CÍCERO JR WILLIAN D’ANGELO Rádio Em Tempo

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ntre as melhores coisas na vida está a possibilidade de se morar em um apartamento ou casa recém-construída. O torcedor amazonense sabe bem o que é pisar em uma nova “casa”; não somente uma, mas duas. A primeira praça esportiva já era velha conhecida do aficionado por futebol baré: o Estádio Ismael Benigno ou Estádio da Colina; o segundo, tem nome de guardião da história do Barezão, mas é novinho: Estádio Carlos Zamith. Ambos os estádios vieram para receber, primeiramente, as seleções que disputaram a Copa do Mundo de 2014 e foram projetados, inicialmente, para ser COT’s (Campo Oficial de Treinamentos). Posteriormente, serviriam, como já estão servindo, como estádios que atendem à demanda do futebol na capital. Colina e Zamith como são conhecidos, vem sendo utilizados desde o ano passado e trazem um misto de modernidade e nostalgia; design diferente e detalhes a ser corrigidos. Estádio da Colina Inaugurado em 19 de fevereiro de 1961, o Estádio Ismael Benigno, conhecido como Colina, foi originalmente denominado Estádio Gilberto Mestrinho e já recebia partidas do Campeonato Amazonense antes mesmo de Sport e São Raimundo fazerem o jogo amistoso inaugural da praça esportiva. Em 1967, a Colina promove sua “Festa da Luz”. O amazonense passa a ter a satisfação que o futebol propicia no turno da noite. Finalmente, em 1977, o estádio é “rebatizado” com o nome Ismael Benigno, em homenagem a um dos presidentes do

São Raimundo, que, segundo relatos históricos, foi um dos mais atuantes e dedicados. Ao longo dos seus 54 anos de existência, a Colina passou por muitos altos e baixos. Ostracismo e abandono nas épocas ruins, reavivamento e melhorias nas épocas boas. Em meados de 1997 era praticamente impossível ter espetáculos barés no estádio, além de um péssimo ambiente para os torcedores, pois as arquibancadas estavam destruídas. Já no início dos anos 2000, a tradicional praça esportiva já tinha uma estrutura melhor a oferecer, chegando a receber capacidade máxima de lotação. Mais alguns anos na frente, nova decadência e necessidade de um soerguimento. Com a vinda da Copa do Mundo a Manaus e a necessidade de se ter dois COT’s para receber as seleções, a Colina voltou a entrar na rota dos jogos do Barezão. Com estruturas modernas e diferenciadas, o Estádio Ismael Benigno tem sido uma opção um tanto mais rentável para as equipes locais e segue sendo uma das mais importantes praças esportivas amazonenses. A reforma reduziu a capacidade da Colina de 15.000 para aproximadamente 12.000 torcedores. Um dos pontos muito bons do estádio é a acessibilidade do torcedor e atende bem às necessidades dos cadeirantes, por exemplo. As arquibancadas são amplas e acomodam bem quem vai assistir às partidas. A iluminação é de excelente qualidade, embora a impressão que se tem das arquibancadas atrás dos gols é que seja um pouco escuro. Quem gosta de fazer o famoso lanche de campeonato, conta com a comodidade de espaço para a compra de lanches e bebidas e lojas que podem a vir ser utilizadas.

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Remodelada, Colina tem estrutura de dar inveja a muito estádio de time de Série A do Brasil

Estádios não têm cobertura nas arquibancadas O estádio ainda conta com mais oito banheiros para utilização pública (4 masculinos e 4 femininos), sala para coletiva, dois vestiários completos com 12 chuveiros, vestiários para árbitros masculinos e femininos, sala médica, sala de exame, sala de massagem, sala de preleção e para comissão técnica. O local de aquecimento dos jogadores tem grama sintética no piso. Algo muito diferente do cenário de anos atrás. O gramado foi reparado no

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Com média de público pequena, as competições locais estão bem servidas com o Zamithão

final do ano de 2014 por conta da grande quantidade de partidas amadoras realizadas nas dependências do estádio e já está recebendo as partidas oficiais do Barezão 2015. Para evitar que isso aconteça, um limite de 16 partidas ao mês foi estabelecido. Pontos negativos Talvez um dos pontos mais contestados no recém-reformulado estádio diz respeito à falta de cobertura nas arqui-

bancadas deixando o torcedor a mercê do sol e da chuva. “Eu gostaria de fazer um apelo às autoridades para que revissem a situação de quem vai à Colina.”, apela Orleans, ex-jogador do Fast e fiel frequentador do futebol local. Para quem transmite as partidas, o novo Estádio Ismael Benigno desafia o golpe de vista dos locutores quando a cobrança do escanteio vai ser executada. Além disso, a cabine de rádio é dividida pela boa

vontade dos cooperadores da imprensa, pois não há divisórias que designam o espaço e que evitam o vazamento de som. “Quando a Colina foi projetada, o projeto tinha em mente um espaço próprio para o COT e, embora tenha sido deixada como legado para receber jogos oficiais, estes detalhes não foram atentados. Em um futuro ainda não definido, as adequações podem surgir.”, afirmou Ariovaldo Malízia em entrevista à Rádio Em Tempo.

Zamith: um estádio, uma lembrança Com nome de um dos mais renomados historiadores do futebol amazonense, o segundo COT foi construído no bairro do Coroado ao lado da mini-vila olímpica. O Estádio Carlos Zamith está operando com metade de sua capacidade que é de até 5.000 torcedores e, apesar da sua pequenez no tamanho, tem estrutura de “gente grande” e moderna. A estrutura dada aos atletas é de primeiro mundo. Há salas de massagem, para exames e os vestiários estão impecáveis propiciando muito conforto aos times. Além desta infraestrutura dada aos atletas, há salas de coletiva de imprensa e o espaço da Zona Mista é muito bom para o trabalho dos jornalistas, não esquecendo que os árbitros têm um excelente espaço para sua preparação pessoal. A acessibilidade do torcedor é outro ponto de destaque. Assim como na Colina, o torcedor cadeirante não encontra problemas em se

deslocar internamente de um lado a outro. Os banheiros estão bem localizados e são bem dimensionados, atendendo às demandas do torcedor. Por fim, a iluminação do estádio é de excelente qua-

HOMENAGEM

O nome do estádio localizado na Zona Leste é uma homenagem a um dos mais entusiastas jornalistas espotivos do Amazonas. Zamith foi o escritor do livro Baú Velho, que aborda a história do futebol local lidade e proporciona uma boa visão de jogo para o torcedor que vai ao Carlos Zamith assistir às partidas de futebol do Campeonato Amazonense. Pontos negativos Assim como na Colina,

o Carlos Zamith foi projetado para ser Centro de Treinamento da Copa do Mundo de 2014 e isso fez com que determinadas estruturas não atendessem de imediato às necessidades do certame local. Por exemplo, há apenas uma cabine de rádio com duas bancadas a serem divididas entre as emissoras. “O espaço é bem pequeno, embora confortável. Apesar de menos pontos cegos (apenas um na linha de fundo) que na Colina, a questão da divisão para as emissoras ainda é complicada.”, afirma Klauson Dutra, comentarista, que ameniza a situação ao elogiar que o espaço da imprensa nas cabines, além de climatizado, possui banheiro. Assim como no Estádio da Colina, o torcedor que vai ao Carlos Zamith não terá o conforto de se proteger do sol ou chuva, já que não há cobertura disponível nas arquibancadas


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treiam no ‘Barezão’

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ALBERTO CÉSAR ARAÚJO

Pequeno porém aconchegante, é desta maneira que o torcedor vê o estádio Carlos Zamith

Capacidade segue reduzida Apesar de sua capacidade real ser para 5 mil torcedores, atualmente o Estádio Carlos Zamith está operando com apenas 50% dela. Isto por conta da falta de um alambrado nas arquibancadas do outro lado das cabines de rádio. Uma pequena grade separa o torcedor do gramado e, em um salto, qualquer pessoa pode adentrar o gramado. No lado que está funcionando normalmente, foi colocada uma rede proteção nas barras das arquibancadas afim de evitar acidentes, especialmente com crianças. Ainda não há previsão de quando o

alambrado será instalado, devolvendo assim a capacidade original do estádio. Emoção Para Carlyle Zamith, filho de Carlos Zamith, ver o nome do pai estampado no novo estádio é motivo de muita alegria e emoção. “Meu pai merecia tal homenagem. Fez muito pelo futebol amazonense e cuidou de cada registro com muito carinho. Passar na frente do estádio me trás emoção em ver seu nome estampado em um local que contribuirá e muito com o futebol local.”, emociona-se Carlyle em entrevista à Rádio Em Tempo. DIVULGAÇÃO

Arquibancada do Zamith não tem cadeiras e nem alambrados


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Com olhar de torcedor Antes dentro das quatro linhas, o exlateral Jair voltou à Colina para assistir ao Rio-Nal. Desta vez, “do lado de cá”

ANDRÉ TOBIAS Equipe EM TEMPO

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pós um ano e dez meses longe da elite do futebol amazonense, o Rio Negro voltou a disputar uma partida de Série A do Barezão. O retorno não foi o esperado: derrota por 3 a 0 para o maior rival, Nacional. O jogo também marcou o retorno de um ídolo rio-negrino aos estádios: o lateral-direito Jair, que atuou com a camisa barriga preta de 1980 a 1985 e desde então não pisada em um dos palcos do futebol local para assistir o clássico de maior rivalidade do Estado. Ao passar do portão que dá acesso a arquibancada do estádio Ismael Benigno – a colina, o ex-lateral-direito do Galo notou o primeiro fator que diferenciou o clássico da última quinta-feira (26) para aqueles em que ainda atuava como jogador: o público. “Está muito vazio para um Rio-Nal. Achei que daria casa cheia. Penso que faltou mais divulgação, e essa troca de estádio em cima da hora acabou atrapalhando os torcedores”, opina. Jair não destaca um RioNal em especial durante sua carreira como jogador. Ele que também disputou dois Campeonatos Brasileiros com a camisa do Nacional, recorda com saudosismo da época em que ele era jogador de futebol. De acordo com o ex-lateraldireito, mesmo com um poder aquisitivo menor por parte dos clubes no passado, o nível técnico não deixava a desejar. “Teve um ano que nós disputamos 12 Rio-Nal. Não teve um em especial, todos marcaram. Hoje em dia esse clássico é jogo de cumpadre. Antigamente, tinha dividida ríspida, peitada entre os jogadores, a gente chutava a bola em cima do adversário e esse tipo de atitude contagiava os tor-

cedores nas arquibancadas”, relembra Jair. Transição Antes de atuar com a camisa do Rio Negro, Jair se destacou atuando com a camisa do Santos, do bairro Educandos. No futsal, ele levantou sete troféus do Campeonato Amazonense e ajudou a transformar a equipe baré em terceira força do futebol de salão do Brasil. A transição para o futebol de campo não foi fácil, mas bem preparado fisicamente, o ex-lateral-direito se destacou logo. “Senti bastante (a transição), porque a dimensão do campo, em relação ao salão, é muito diferente e a gente tinha um preparo físico condicionado aquele espaço. Eu lembro que peguei um baile aqui nos primeiros clássicos do Campeonato Brasileiro. Contra o Paysandu, eu enfrentei um ponta-esquerda muita bom chamado Lupercínio, que já faleceu. Em contra-partida eu encarei ele quando fui para o Botafogo, quatro anos depois. Fui fazer um teste e tinha que ser aprovado em cima dele e graças a Deus tudo deu certo” conta o ex-jogador. Uma história que marcou e Jair faz questão de relembrar foi de um Rio-Nal disputado no próprio estádio da Colina. Em uma jogada disputada no ar entre o zagueiro Marcão, do Rio Negro, e o atacante Dentinho, do Nacional, houve um choque de cabeça com cabeça. O massagista do Galo da Praça da Saudade era seu Raimundo, que também era pai do centroavante leonino. Ao entrar no campo para atender Marcão, o atleta rio-negrino logo se levantou. Preocupado com o filho, seu Raimundo prestou socorro a Dentinho. O zagueiro rio-negrino ficou bravo e xingou o massagista do próprio time.

Reconhecimento do torcedor na arquibancada Durante a partida – assistida no lado da arquibancada reservada à torcida rio-negrina, Jair não passou por despercebido por entre os fãs alvinegros. O bombozeiro Mário Dirane, torcedor do Galo da Praça da Saudade, parou para conversar com o ex-lateraldireito. Ao olhar para o ídolo, ele lamentou: “Ah se fosse no

teu tempo hein, Jair”. “Bons tempos era quando ele (Jair) jogava. Todo RioNal nessa Colina era casa cheia. Se o jogo começasse às 20h, às 17h já não entrava ninguém no estádio”, ao relembrar. “Esse aqui (Jair) deu um show de bola no jogo contra o Flamengo. O Zico não fez nada em

cima dele. Ele era muito bom. Apoiava bem. Toda vez que ele ia para frente o Rio Negro se dava bem”, descreve Mário. Sobre essa mesma partida – contra o Flamengo em duelo válido pelo Campeonato Brasileiro de 1983, o atleta rio-negrino cita outro fato curioso que só

pertence ao futebol baré. “Aqui na Colina não dava para fazer cera, porque a cada dois metros tinha muita casa de formiga. Aí não dava para cair, parece brincadeira, mas é verdade. Quando o Zico caiu para fazer o tempo passar, ele se levantou coçando todo”, conclui Jair.

Jair recebendo o carinho do torcedor rio-negrino, que viu o ex-lateral direito fazer história com a camisa do Galo da praça da Saudade

FOTOS: DIEGO JANATÃ

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Mulheres reunidas na chegada da corrida da mulher do ano passado

Corrida com foco na mulher Para celebrar o Dia Internacinal da Mulher, comemorado no próximo dia 8 de março, a Associação dos Funcionários Fiscais do Amazonas (Affeam) promove a corrida que terá cinco quilômetros de percurso e pagará R$ 1 mil de premiação

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uscando aumentar o leque de atividades na cidade de Manaus, a Associação dos Funcionários Fiscais do Amazonas (Affeam) promoverá no dia 1º de março a Corrida da Mulher Amazônica. O evento dará início às homenagens alusivas ao Dia Internacional da Mulher. Com percurso de cinco quilômetros, a prova tem o objetivo de destacar a importância da mulher amazônica

nas diferentes instâncias da sociedade. A disputa ocorrerá nas categorias individual feminino, casal, cadeirantes, deficiente visual e deficiente auditivo. As premiações serão valores entre R$ 100 até R$ 1 mil. No ano passado, a primeira edição da corrida teve a participação de mais de 600 pessoas e arrecadou 500 kg de leite, que foram doados às instituições Lar Batista Janell Doyle, Lar das Marias,

Instituto Novo Mundo, Asilo São Vicente de Paula e Instituto Dona Val, beneficiando mais de mil crianças. A 2ª Corrida da Mulher Amazônia terá uma programação especial com a realização de alguns procedimentos ligados à saúde dos corredores como a aferição de pressão, glicemia, massagens e vacinação. Além disso, com foco voltado para a preservação do meio ambiente, serão plan-

tadas mudas de Pau Rosa, árvore amazônica utilizada como principal fixador do perfume Chanel Nº 5 e que está em extinção. Também ocorrerá a doação do leite arrecadado, na entrega dos kits, para instituições filantrópicas da capital. Cuidado com corpo Para o administrador Guilherme Vieira, 25, a corrida é uma ótima forma de homenagear as mulheres ama-

zônicas. Segundo o atleta de finais de semana, além da lembrança pelo seu dia, a prova ajudará as mulheres a melhorar a parte física e conhecer os benefícios da prática das corridas de ruas, bastante em evidência na cidade de Manaus. “Correr é um ótimo esporte. Essa prova é nova, mas já tem sua importância no calendário do Amazonas. Além do percurso ser bom (cinco quilômetros) e bem

competitivo, ele estimula aos novos praticantes do esporte a completar o desafio. Um fato legal da corrida é que tem a categoria casal. Assim, você acaba chamando sua esposa, namorada ou amiga para competir. Isso também ajuda a estimular a entrada de outros praticantes. O esporte só ajuda e melhora a vida das pessoas”, disse Guilherme que participa de corridas ao lado dos familiares.


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Clássico define liderança do Campeonato Carioca Botafogo e Flamengo se enfrentam no Maracanã pela sétima rodada da competição. Quem vencer assume a ponta do certame DIVULGAÇÃO

Pará vai atuar mais uma vez improvisado na lateral-esquerda do Flamengo

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io de J a neir o (RJ) - Botafo(RJ) go e Flamengo fazem o clássico da sétima rodada do Campeonato Carioca neste domingo, às 15h (de Manaus), no Maracanã. O duelo, coloca frente a frente os dois melhores times da competição até o momento. A equipe de General Severiano soma 16 pontos em seis jogos. Já os Rubro-Negros têm 14. A partida vai definir se a liderança muda ou não de mãos. Durante a semana, o atacante Bill, do Botafogo, prometeu marcar gol no clássico e ainda afirmou que Marcelo Cirino, do rival, não balançará as redes . A afirmação causou reação nos jogadores do Flamengo. O próprio Cirino foi um dos que “chiou”. “Se ele falou que vai fazer, deixa ele falar. Agora fazer, aí é que eu quero ver se ele vai fazer mesmo”, afirmou Marcelo Cirino, que ganhou coro de Alecsandro: “Quem tem boca fala o que quer. Tem que falar é depois do jogo. Vamos ver”, disse. Para apimentar mais o clássico, durante o treino de sexta-feira no Maracanã, pessoas do staff botafoguen-

se identificaram um espião do Flamengo. O profissional foi convidado a se retirar do local, sem grandes problemas. Adeus O clássico será especial para Leonardo Moura. Após 10 anos de Flamengo, esse será o último jogo do lateral-direito com a camisa 2 Rubro-Negra. O jogador vai se transferir para o Fort Lauderdale Strikers, dos Estados Unidos, clube do qual Ronaldo Fenômeno é um dos parceiros. Ausência confirmada é do meia-atacante Everton, com edema muscular na coxa. O volante Victor Cáceres também é dúvida. O Flamengo deve entrar em campo com: Paulo Victor, Léo Moura, Wallace, Samir e Pará; Márcio Araújo, Canteros e Arthur Maia; Nixon, Marcelo Cirino e Eduardo da Silva. Botafogo Pelo menos no que diz respeito à escalação, o Botafogo não terá mistério para o clássico contra o Flamengo, neste domingo. Em treino realizado na tarde sexta-feira, René Simões manteve Diego Jardel, recém-recuperado de lesão muscular, e praticamente confirmou a equipe que vai a campo no clássico do Maraca, pela sétima rodada

do Campeonato Carioca. Sendo assim, o Alvinegro deve ir a campo com Jefferson, Gilberto, Roger Carvalho, Renan Fonseca e Carleto; Marcelo Mattos, Willian Arão, Diego Jardel e Tomas; Jobson e Bill. Mesmo assim, René Simões não permitiu que fossem feitas imagens do trabalho específico ontem, quando ele fez algumas mudanças táticas. Adeus 2 O atacante Pimentinha, último reforço do Botafogo para a disputa do Campeonato Carioca, voltou para o Sampaio Corrêa-MA. O jogadir ficou apenas três semanas em General Severiano e não disputou nenhuma partida. Já em São Luís, capital maranhense, ele não quis revelar o motivo de ter deixado o Rio, mas deu a entender que houve algum problema. Em nota oficial, o Alvinegro explicou que o atleta se recusou a realizar exame no púbis e preferiu retornar ao clube nordestino. “Voltei para o Sampaio. Aconteceram umas coisas que vou falar no momento. Desculpe-me, mas no momento realmente não posso falar nada”, disse o jogador, sem confirmar se o motivo é um problema no púbis.


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Pódio - 1º de março de 2015 by Amazonas Em Tempo - Issuu