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Pódio - 1º de fevereiro de 2015

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MANAUS, DOMINGO, 1º DE FEVEREIRO DE 2015

esportes@emtempo.com.br

Força interiorana Penarol (Leão da Velha Serpa) e Iranduba (Hulk do Amazonas) vivem momentos distintos. O primeiro sonha com o título estadual, o outro luta para compor o elenco, mas ambos acreditam na força do interior para triunfar Pódio E4 e E5


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SINOMAR NAVES

Para o Nacional,

INTERESSA SEMPRE ESTAR

disputando o título

FOTOS: DIEGO JANATÃ

ANDRÉ TOBIAS Equipe EM TEMPO

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Inicialmente nós vamos trabalhar, com 23, 24 jogadores. A gente sabe que é um número insuficiente de atletas para fazer frente a três competições fortes e importantes. Então, nós já vamos iniciar com esse grupo e depois sim, no decorrer da competição, nós vamos direcionar a aquisição de novos reforços

u diria que nós temos uma responsabilidade muito grande”. Foi desta forma que o técnico Sinomar Naves respondeu à primeira pergunta da entrevista concedida ao PÓDIO. Atual campeão amazonense, o goiano projeta um ano vitorioso para o Leão da Vila Municipal. Com a experiência e habilidade necessária para alcançar todos os objetivos propostos pela diretoria nacionalina na temporada, o comandante caiu nas graças dos dirigentes e da torcida ao assumir a nau leonina no segundo turno no Estadual 2014. Sinomar acalmou o ambiente interno após a saída de Francisco Diá, recolocou o time nos trilhos e, de maneira histórica, conquistou o Barezão do ano passado. Para este ano, o técnico volta ao Nacional para dar continuidade no trabalho. Ciente da responsabilidade de comandar o maior campeão do Amazonas, ele não promete títulos, mas admite que o principal objetivo da temporada é o acesso à Série C. PÓDIO - O Nacional é o grande favorito para conquistar o Campeonato Amazonense? Sinomar Naves - Eu diria que nós temos uma responsabilidade muito grande, porque fomos os campeões no ano passado e estamos preparando nossa equipe para ganhar também esse ano. Logicamente que, assim como a nossa equipe, todos os outros querem vencer. Ninguém entra numa competição pensando em perder, todos vêm pensando em conquistar e nós não somos diferentes. Esperamos que com o trabalho que estamos fazendo a equipe possa dar o resultado esperado e para o Nacional interessa sempre estar disputando o título e sempre conquistando. PÓDIO – Dois jogadores deixaram a equipe antes mesmo das competições começarem e agora chega o Felipe Manoel. Com essa aquisição o elenco está fechado? SN – Indicamos o atleta até para suprir as posições que ainda estão carentes. Nós perdemos o Jeff, que é lateral-esquerdo e o Evandro que é meia. Precisávamos de outro jogador, um volante. Encontramos o jogador que já trabalhou comigo, é um bom jogador no nível desses que aqui estão. E como nesse momento a gente encontra muita dificuldade para contratar jogadores e quando você tem um atleta da qualidade dele já procuramos completar logo os jogadores da posição. Com a chegada dele a gente fecha com os volantes e agora só falta acertar com um lateral-esquerdo e mais um meia. PÓDIO – Depois dessas contrata-

ções o clube fecha o elenco para a disputa do Estadual? SN – Isso aí. Desta forma o Nacional inicia a Copa Verde e depois se houver necessidade aí sim nós vamos buscar (reforços). Inicialmente nós vamos trabalhar, com 23, 24 jogadores. A gente sabe que é um número insuficiente de atletas para fazer frente a três competições fortes e importantes. Então, nós já vamos iniciar com esse grupo e depois sim, no decorrer da competição, nós vamos direcionar a aquisição de novos reforços e dentro daquilo que a diretoria tem condições de nós oferecer. Nós vamos trabalhar dessa forma. PÓDIO – O Nacional vem trabalhando desde o dia 15 de dezembro e só estreia no dia 8 de fevereiro na temporada. Após quase dois meses de preparação, a equipe vai chegar 100% fisicamente para o duelo contra o Vilhena (RO)? SN – Vai chegar porque nós fizemos um planejamento e são competições bem difíceis e simultâneas. Então você precisa ter um grupo bem preparado em todos os aspectos, seja ele físico, técnico e na parte coletiva também ajustado, porque requer. Além do desgaste dos jogos, o tempo é muito pequeno para a recuperação desses jogadores. Então, se não estivermos bem preparados eles não vão suportar e estaremos correndo risco de perder jogadores por contusão, e às vezes até por falta de uma condição de suportar essa carga de trabalho, que vai ser muito intensa. PÓDIO – Com três competições sendo disputadas simultaneamente, você já pensa em priorizar alguma delas caso seja necessário? SN – Não, porque nós não temos um número suficiente de jogadores para isso e você precisaria então já estar trabalhando com esses jogadores para pensar em priorizar alguma competição. Então, nós não temos esse número suficiente para fazer esse tipo de trabalho. Nós vamos trabalhar com o que temos para as três competições. PÓDIO – O que o Sinomar pode prometer para a torcida nacionalina nesta temporada e aonde essa equipe pode chegar nas três competições que vai disputar? SN – Dentro daquilo que é possível de a gente dizer para o torcedor, vou oferecer e nós já estamos oferecendo: o nosso trabalho árduo do dia a dia. Nós estamos trabalhando intensamente e aquilo que a gente sabe nós vamos colocar em favor do Nacional. Então, é muito trabalho e com a experiência que gente tem nessas competições, eu sempre quero chegar o mais longe possível. O que nós vamos prometer é isso, junto com o grupo, o treinador não conquista nada sozinho. Nós temos uma equipe

que trabalha, tem a diretoria que apoia e tem um grupo de jogadores realmente comprometidos com os objetivos do clube. Nós esperamos que eles tenham confiança, acreditem e que apóiem o clube em todas as circunstâncias, porque o objetivo nosso, assim como o do torcedor, é buscar o máximo para o Nacional nesse ano, seja na Copa Verde, no Campeonato Amazonense ou na Copa do Brasil. E depois sim, para o grande foco do Nacional no segundo semestre, nós vamos ter condições de buscar o acesso para a Série C do ano que vem. Mas nós temos primeiro que passar por essas fases para depois a gente chegar lá, que é o grande foco do Nacional esse ano no segundo semestre: a Série D. PÓDIO – Durante o período de pré-temporada, a equipe fez dois amistosos, conquistou uma vitória, diante do Operário, e perdeu para o São Raimundo. Qual avaliação você faz do desempenho da equipe nesses jogos-treino? SN – O objetivo, eu frisei várias vezes, principalmente no primeiro jogo com o São Raimundo, era ver em ação, jogando, todos os jogadores que a gente tinha a disposição. Então, eu coloquei todos os jogadores para atuar, deu uma noção para a gente tirar boas conclusões. Fizemos uma avaliação de todo o grupo e a partir dali deu para a gente ter uma visão geral da capacidade, da competência de todos os nossos jogadores. Tanto é que fizemos um primeiro tempo muito bom, criamos várias oportunidades e depois nós trocamos todo mundo, a equipe do segundo tempo não manteve o mesmo nível do primeiro, mas em função até do que o adversário provocou também dentro de campo. Para o segundo jogo já mantemos mais a base daquele primeiro jogo, já deu uma condição melhor e também deu para a gente tirar boas conclusões. Nós não temos a ilusão de achar que o resultado vem dizer tudo para a gente, porque o time deles ainda estava em formação, com pouco tempo de treinamento, mas o que importou também foi a gente ver a movimentação dos jogadores, o comportamento deles dentro de campo. PÓDIO – O time já está com a sua cara, jogando como as equipes que você já treinou? SN – Eu acho que precisa ajustar, mas até agora está dentro do planejado. A gente sabe que ainda falta mais um tempo de treinamento que vamos ter até a estreia e a equipe vai estar num nível bom para iniciar a competição. A gente espera que o resultado possa aparecer dentro de campo, porque aqui nos treinamentos, no dia a dia, nós estamos percebendo esse resultado. Mas, nós só temos a condição de analisar no jogo e eu espero que o resultado seja o melhor possível.

Nós temos uma equipe que trabalha, tem a diretoria que apoia e tem um grupo de jogadores realmente comprometidos com os objetivos do clube

A gente espera que o resultado possa aparecer dentro de campo, porque aqui nos treinamentos, no dia a dia, nós estamos percebendo esse resultado. Mas, nós só temos a condição de analisar no jogo e eu espero que o resultado seja o melhor possível


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Com o ‘fico’ de Fred, Flu encara Friburguense São Paulo (SP) - Com o fim da parceria com a Unimed, o Fluminense perdeu várias de suas estrelas e estreia no Estadual do Rio sob desconfiança. O primeiro desafio do time tricolor na Taça Guanabara será neste domingo (1), contra o Friburguense, no estádio Raulino de Oliveira, em Volta Redonda (RJ). O encerramento do patrocínio da cooperativa médica obrigou o Fluminense a liberar vários jogadores que tinham salários bancados pela parceira comercial - o meia argentino Conca foi a baixa mais significativa. Mas o time conseguiu manter o centroavante Fred e ainda estendeu o contrato do atleta por quatro anos. Em campo, a equipe comandada por Cristóvão Borges não deslanchou na pré-temporada. Mas o treinador acredita que a mescla de jovens vindos da base e de equipes menores com os jogadores mais experientes possa embalar no Estadual. “Diferentemente da temporada passada, tivemos muitas modificações. Mas trabalhamos muito durante esse período de férias. A filosofia é manter a maneira de jogar, com um jogo de muita intensidade”, afirmou. Ídolo Cristóvão também comemorou a permanência de Fred nas Laranjeiras. “Ídolo é necessário para todos os

clubes, e o Fred é um dos protagonistas da história recente do Fluminense. Ele é querido e respeitado por todas essas conquistas. A permanência dele foi um alívio, uma felicidade muito grande, porque a contribuição dele sempre ajuda muito”. Capitão da equipe, o camisa 9 tem presença garantida no jogo deste domingo. No meio-campo, Wagner e Vinícius serão os responsáveis pela armação.

FICHA TÉCNICA FLUMINENSE FRIBURGUENSE Local: Raulino de Oliveira, em Volta Redonda (RJ) Horário: 17h30 Árbitro: Pathrice Wallace Correa Maia (RJ)

Fluminense: Diego Cavalieri; Renato, Henrique, Victor Oliveira e Giovanni; Edson, Jean, Wagner e Vinícius; Lucas Gomes e Fred Técnico: Cristóvão Borges Friburguense: Marcos; Sergio Gomes, Cadão, Pierre e Flavinho; Bidu, Damião, Rômulo e Jorge Luiz; Ziquinha e Caique Técnico: Gérson Andreotti

Sob novo comando, Vasco duela com Cabofriense Comandado pelo jovem Doriva e com um time renovado, nau cruz-maltina inicia caminhada na temporada em busca da redenção e do apoio da torcida

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Técnico Doriva chega ao Vasco com status de aposta. Ele comandou o Ituano e o Atlético-PR

ão Paulo (SP) - Após garantir o retorno à elite do Nacional no final do ano passado, o Vasco agora mira o título carioca para apagar a imagem ruim da última temporada. Renovado e sob o comando do jovem técnico Doriva, o time cruz-maltino estreia na Taça Guanabara neste domingo (1), contra a Cabofriense, no estádio Moacyrzão, em Macaé (RJ). Campeão do mundo e da Libertadores com o São Paulo e vice com o Brasil na Copa1998, na França, o ex-volante Doriva teve início meteórico como treinador. Em seu primeiro trabalho, foi campeão paulista com o Ituano em 2014, e depois comandou o AtléticoPR no Nacional. Nesta temporada, chega ao Vasco com a missão de recolocar a equipe na disputa por títulos. “Foi uma semana muito produtiva. Procuramos balancear bem o repouso do atleta e o trabalho. Demos ênfase à parte tática. Os trabalhos sempre foram voltados para o jogo”, afirmou. “Temos que tomar cuidados, mas a iniciativa tem que ser nossa. Iremos buscar a vitória desde o primeiro minuto”, acrescentou. Com elenco bastante mo-

dificado em relação ao ano passado, o Vasco aposta em nomes como o goleiro Martín Silva, o zagueiro Rodrigo, o meia Bernardo e o atacante Rafael Silva. O time também mira uma vitória na estreia do Estadual para apagar a má imagem deixada por derrotas sucessivas em amistosos e jogos-treino na pré-temporada.

FICHA TÉCNICA CABOFRIENSE VASCO Local: Wagner do Nascimento Magalhães (RJ) Horário: 15h Árbitro: Moacyrzão, em Macaé (RJ) Cabofriense: Rafael; Amaral, Victor Silva, Mário e Leandro; Lenon, Bruno Neves e Hiroshi; Arthur, Gilcimar e Jones Técnico: Alfredo Sampaio Vasco: Martín Silva, Jean Patrick, Luan, Rodrigo, Christiano; Serginho, Lucas, Bernardo, Montoya e Marcinho; Rafael Silva Técnico: Doriva

DIVULGAÇÃO

CARIOCA


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Interioranos com o Neste quarto raio-X do Campeonato Amazonense de 2015, você fica por dentro de duas equipes do interior do Estado, que prometem acirrar ainda mais a disputa pelo título do certame: Penarol e Iranduba da Amazônia

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om um campeonato cada vez mais “rumando” ao interior, o Barezão de 2015 promete, a cada dia que passa, ter doses e doses de emoção e competitividade. Penarol e Iranduba têm essa “parcela de culpa”. O primeiro, já papou dois títulos amazonenses e leva a fama de ser o único time do interior a ser bicampeão estadual. O segundo, já tirou o doce da boca do São Raimundo em 2012 e tem sido para o Tufão uma pedra de tropeço no andamento da tabela. Com elencos distintos, estruturas diferenciadas e fome de ganhar cada vez mais espaço, o Leão da Velha Serpa (Penarol) e o Hulk da Amazônia (Iranduba) apimentarão o certame local e prometem competitividade em um campeonato dividido entre a capital e o interior do estado. Penarol Fundado em 08 de agosto de 1947, o Penarol Atlético Clube, cujo nome é em homenagem ao Peñarol do Uruguai, tem se constituído em uma grande força do interior do estado. Desde que regressou à série A em 2009, o time de Itacoatiara (a 176km de Manaus) tem lutado bravamente no cenário local e nacional. Como não lembrar da brilhante classificação em cima do Santa Cruz dentro do estádio do Arruda (15.03.2012) e do inédito bicampeonato estadual em 2010 e 2011? Sem contar que desde o ano em que regressou, sempre tem disputado as primeiras posições,

sendo terceiro colocado em 2012, 2013 e chegando às semifinais da Taça Estado do Amazonas em 2014. Sem dúvidas, o Penarol é um dos favoritos ao título. Para a disputa do Barezão 2015, a equipe do Leão da Velha Serpa, presidida de forma competente por Patrícia Serudo, trouxe velhos conhecidos da torcida itacoatiarense, como Celsinho e Filipe Cristiano, e apostou

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resultados. Aqui há uma valorização ao atleta das categorias de base. Aqui terei a oportunidade de dar continuidade ao sucesso que tive ano passado”, disse Júnior.

Estou gostando muito de estar aqui no Penarol. É um novo desafio para mim e estou me esforçando muito

Junior Neymar, atacante do Penarol

em jóias do futebol amazonense, como Jackie Chan e o artilheiro da Série B do ano de 2014 Júnior Neymar. Juntos, Chan e Neymar têm a oportunidade de reviver a dupla de sucesso nas categorias de base quando jogaram pelo Tarumã. “Estou gostando muito de estar aqui no Penarol. É um novo desafio pra mim e estou me esforçando muito, trabalhando todos os dias para conquistar o meu espaço e bons

Confiança debaixo das traves Um dos atletas que ganhou a confiança do torcedor e diretoria penarolense, o arqueiro Robson, de 24 anos, defenderá novamente as cores do Leão. Após fazer uma boa temporada pela equipe do Plácido de Castro (AC) em 2013, sendo eleito em votação pelos cronistas esportivos locais, o melhor goleiro do campeonato estadual do Acre, o jogador foi contratado pelo Penarol em 2014, onde realizou boas atuações e foi o único jogador que atuou em todas as partidas não sendo substituído em nenhum momento. Com passagens por Campinense, Ceilândia, Gama e Iporá, o volante Thompson voltará a vestir o manto penarolense em 2015. O atleta participou da campanha de 2013 e seu retorno era um desejo da diretoria desde o ano passado, mas somente agora o acerto se concretizou. O volante jogou a última temporada pelo Luziânia, onde foi titular absoluto e campeão brasiliense. Outro destaque fica por conta do paraibano Mael que já treina com a equipe e promete empenho

em favor do time do Leão. “Estou disposto a auxiliar o grupo neste campeonato de alto nível técnico.”, afirma o recém-chegado que tem passagens pelo Botafogo, Campinense e Auto Esporte, todos da Paraíba. Treinador em ascensão Para o comando da equi-

TREINAMENTO

Ao contrário do Iranduba que ainda não tem nem elenco, os jogadores do Penarol iniciaram, no último dia 26 de janeiro, os treinamentos visando o Campeonato Amazonese de 2015 pe, o Penarol apostou em Marquinhos Piter, treinador campeão amazonense em 2013 e vice-campeão em 2014 com o Princesa do Solimões. Marquinhos goza de confiança da presidência do clube e dos torcedores. “Quando eu estava entrevistando o Píter, eu ia tendo a cada passo da entrevista a convicção de que ele era o treinador do Penarol em 2015”, afirmou a presidente Patrícia Serudo em entrevis-

ta à Rádio Em Tempo. Além de ter sido um bom lateral-direito com passagens por São Raimundo -onde foi tricampeão do norte e campeão amazonense- e Nacional, onde conquistou também um título amazonense, Píter é um profícuo conhecedor do futebol local. “Estou muito feliz com tudo que tem acontecido em minha vida e por esta nova fase no Penarol. Aqui me foi dada uma oportunidade de ouro e eu estou batalhando continuamente para realizar um trabalho de sucesso”, afirma revelando ter sido sondado pelo Palmeiras em 1999 quando jogador. Além de ser jovem, o novo comandante do Leão tem em seu favor, além do vasto currículo como jogador, a busca incessante por conhecimento na área de comando de equipes. “Sou um cara auto-crítico. Sempre estou me analisando e buscando melhorias na minha profissão. Para isso, me qualifico fazendo cursos online ou presenciais e procuro aprender de treinadores renomados do Brasil. Tudo isso, pretendo por em prática no campo de jogo e levar o Penarol ao título de 2015.”, conclui Marquinhos


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orgulho e ousadia

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Jogos do Iranduba Taça Cidade de Manaus 21/2 Fast x Iranduba 29/2 Iranduba x Rio Negro 09/3 Nacional x Iranduba 11/3 Manaus x Iranduba 15/3 Iranduba x Nacional Borbense 22/3 Princesa x Iranduba 29/3 Iranduba x Operário 01/4 Iranduba x São Raimundo 05/4 Penarol x Iranduba Taça Estado do Amazonas 12/4 Iranduba x Fast 18/4 Rio Negro x Iranduba 23/4 Iranduba x Nacional 26/4 Iranduba x Manaus 02/5 Nacional Borbense x Iranduba 10/5 Iranduba x Princesa 16/5 Operário x Iranduba 20/5 São Raimundo x Iranduba 23/5 Iranduba x Penarol

Jogos do Penarol Taça Cidade de Manaus 22/2: Penarol x Manaus 01/3: Penarol x Nacional Borbense 08/3: Princesa do Solimões x Penarol 11/3: Penarol x Operário 14/3: São Raimundo x Penarol 22/3: Penarol x Nacional 29/3: Penarol x Fast Clube 01/4: Rio Negro x Penarol 05/4: Penarol x Iranduba Taça Estado do Amazonas 11/4: Manaus x Penarol 18/4: Nacional Borbense x Penarol 22/4: Penarol x Princesa do Solimões 25/4: Operário x Penarol 03/5: Penarol x São Raimundo 11/5: Nacional x Penarol 16/5: Fast Clube x Penarol 20/5 Penarol x Rio Negro 23/5: Iranduba x Penarol

Elenco Goleiros: Robson, Pablo e Matheus Laterais: Endy, Arlesson, Rafael Vieira e Guilherme Zagueiros: Maceió, Alex, Célio e Piru Meias: Thompson, Filipe Cristiano, Thiago, Jó, Leozinho, Adrianinho, Celsinho Rivelino, Mael Atacantes: Tety, Binho, Junior Neymar e Jackie Chan Comissão técnica Técnico: Marquinhos Piter. Auxiliar: Igor Cearense, Preparador Físico: Elysson Preparador de goleiros: Lúna Massagista: Nelmo Mordomo: Márcio

Iranduba: sem time e com pouca perspectiva Fundado em 18 de janeiro de 2011, a equipe do Esporte Clube Iranduba chegou à Série A em 2012 prometendo ser mais que um coadjuvante no cenário local. Tanto que logo de cara, tirou das finais do segundo turno o São Raimundo. Entretanto, nos anos seguintes, o Hulk da Amazônia não repetiu a mesma competitividade de 2012. Em 2013, ficou em quinto lugar na classificação geral e ano passado quase caiu para a Série B. Em 2015, o time do município pertencente à Região Metropolitana de Manaus (a 20km da capital) tem ainda um outro agravante: não treinará e nem mandará seus jogos no estádio Álvaro Maranhão, interditado por falta de estrutura adequada.

O elenco do Hulk segue no anonimato pelo menos até o próximo dia 10, quando o time que disputará o Campeonato Amazonense em 2015 será apresentado. A folha salarial da equipe gira em torno de R$ 50 mil mensais e deve, se as previsões se confirmarem, disputar mais uma vez um para não ser rebaixado. Atualmente, a equipe conta com 18 jogadores (nomes ainda mantido em sigilo) que já treinam a parte física. Segundo o diretor de futebol do clube, Edu Lima, o clube teve dificuldades com patrocínio para a formação do seu elenco. “É complicado, pois não tivemos uma base de recursos para montar uma planilha. Mesmo com algumas dificuldades, apresentaremos um bom time para o campeonato”,

garantiu o diretor. Experiência Juventude e experiência nacional e internacional. Assim, pode ser definido o treinador do Iranduba para 2015. Tendo na bagagem uma rápida passagem pelo o Paris Saint Germain da França, o goiano Frederico Heitor Braz chega com a missão de fazer uma boa campanha pelo o Iranduba no Campeonato Amazonense da Série A. Como jogador, o comandante atuou no Atlético (GO) e Goiás, iniciando sua carreira como treinador nas categorias de base do Corinthians (SP), passando pelo próprio Goiás e Kosova, time da terceira divisão Belga. No futebol amazonense já esteve à frente do time da Associação dos Sargentos da

Amazônia (ASA). Apesar do clube ainda não ter anunciado o elenco, Braz enaltece o trabalho da diretoria. “Já trabalhei antes com alguns integrantes do Iranduba, como Olavo Dantas, e eles têm me dado uma estrutura de trabalho muito boa. Temos tudo para colher bons frutos em 2015.”, afirma. Quando questionado sobre o fator campo de treinamento e mando de jogo, Frederico vê desvantagem em apenas um detalhe: a distância da torcida. “Aqui em Manaus temos bons campos para trabalhar e jogar. Vejo que o único problema é estar distante do povo de Iranduba, mas lutaremos para apresentar um excelente trabalho mesmo assim.”, conclui o comandante irandubense.


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Judô e jiu-jitsu para f Projeto social do pai da judoca dissemina a prática do esporte como ferramenta de transformação social THIAGO FERNANDO Equipe EM TEMPO

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sar o esporte para mudar a vida de jovens carentes. Esse é o objetivo do projeto social Construindo Cidadania, que existe a 14 anos em Manaus. Comandado pelo mestre faixa-preta de jiu-jitsu e judô, Antônio Barbosa, o projeto funciona no prédio da Associação Barbosa de Judô, localizado na avenida Carvalho Leal, Cachoeirinha, Zona Sul da cidade. No total, o trabalho social ajuda mais de 230 jovens carentes que praticam de forma gratuita os esportes. Segundo o mestre Antônio, muitos jovens já passaram pelo projeto e alguns voltam depois de um tempo para ajudar e ser espelho para nova geração. Ele admite que a alegria de todos os participantes é ver a evolução e a mudança que acontece em suas vidas. “O nosso projeto social completa 14 anos em 2015 e, nesse período, muito jovens passaram por nós. Quando os encontramos pela cidade e descobrimos que estão trabalhando, fazendo faculdade ou sustentando sua família, e mantêm os valores que ensinamos aqui

como respeito e valor, ficamos emocionados e realizados, pois conseguimos mudar as suas vidas. Fico muito feliz quando ex-alunos me param e falam que nunca esqueceram de mim. Sempre digo para eles que a única recompensa que espero é vê-los distribuindo o bem”, revelou o mestre que também é advogado. Para ajudar tantas crianças, o projeto funciona em dois turnos. Pela parte da tarde, as aulas são de judô. Já à noite, quem comanda é o jiu-jitsu. Apesar do grande esforço de todos os professores, será necessário, em 2015, abrir uma nova turma na parte da manhã para atender a grande demanda. “Temos dois turnos de treinamento. Muito em breve, vamos abrir o terceiro pela parte da manhã. No total, temos 238 crianças que na sua grande maioria moram em áreas de risco, onde a criminalidade é grande, e que, literalmente, os pais não têm condições de comprar um quimono. Tentamos ser útil para a sociedade contribuindo da nossa maneira. Projetos que nem o meu, deveriam ter apoio maiores no Amazonas, mas infelizmente, falta muito nesse sentido”, ressaltou Barbosa.

União do esporte com educacão Sabendo que o esporte é uma das ferramentas mais baratas para ensinar e educar um cidadão, o projeto Construindo Cidadania se preocupa também com a vida de seus participantes fora do tatame. O mestre Barbosa fez questão de revelar que a cada três meses, os jovens são obrigados a levar para a academia uma cópia do boletim escolar para serem avaliados. “Em dezembro, revisamos 219 boletins. Felizmente, apenas cinco por cento dos jovens tiveram problemas e vão ter que recuperar neste ano. O esporte tem que andar ao lado dos estudos sempre. Acompanhamos todos os nossos atletas de perto e buscamos ensinar que a busca pelo conhecimento nunca deve terminar”, citou o mestre. Apesar de ser conhecido no meio do esporte nacional e contar com professores ilustres no projeto, como a judoca amazonense Rafaela Barbosa, que faz parte da

seleção brasileira, eles ainda enfrentam dificuldades quando o assunto é patrocínio. Segundo Antônio Barbosa, o projeto não consegue ajudar mais crianças porque falta o equipamento básico do esporte: o quimono. “O quimono é a armadura do atleta. Impossível praticar o esporte sem um quimono. Infelizmente, esse é o nosso maior desafio, pois a maioria das crianças são de famílias carentes. Hoje, temos uma defasagem de 19 quimonos. Em vários momentos, fazemos cota para comprar alguns, porém, fica difícil atender a todos. Aceitamos doações de empresários que queiram ajudar a salvar vidas e formar novos guerreiros para o esporte do Amazonas”, desabafou o mestre. Um exemplo de vida tocada pelo projeto é a do advogado Ramon Gomes, 25. Faixa roxa, o atleta revelou que conheceu a academia há cinco anos, graças a um amigo que já participava

do trabalho realizado pelo mestre Antônio Barbosa. “Conheci o projeto em 2009 através de um amigo que me apresentou a academia. Lembro muito bem que foi no dia primeiro de janeiro daquele ano. Logo de cara, criei uma admiração muito grande por essa galera que luta para mudar a vida de muitos jovens que, provavelmente, estariam nas ruas fazendo alguma besteira”, afirmou o jovem. Ramon não treina mais no local, porém, afirma que sempre que possível, faz questão de visitar seus amigos e manter viva a raiz com o projeto. “São pessoas simples, mas que estão sempre felizes. Eles te respeitam e sempre recebem com um sorriso que acaba cativando. Eles levam a filosofia (orar, estudar, trabalhar e treinar) a serio e isso é fascinante. As amizades que criei aqui são para a vida toda. Eles são uma família”, revela o advogado.

Projeto investe em garotos de famílias carentes com foco no ensino de valores éticos Antes do início das aulas, o mestre Antônio sempre deixa uma palavra de reflexão para os jovens


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ormar jovens de bem FOTOS: DIEGO JANATÃ

Família Construindo Cidadania tem mais de 230 membros

Objetivo é propagar princípios Sem fins lucrativos, o projeto Construindo Cidadania visa tirar as crianças das ruas e indicar o caminho que devem seguir para que, no futuro, se tornem cidadãos exemplares que não esqueçam de ajudar quem precisar. Para o mestre Antônio, a maior satisfação que ele e sua família sentem é contribuir no crescimento de cada criança que participa das atividades no local. “A nossa maior satisfação é contribuir na vida dessas crianças no sentindo delas aprenderem os princípios do nosso projeto que são: orar, estudar, trabalhar e treinar. O ser humano, desde jovem, se colocar em prática esses quatro princípios, tenho certeza absoluta que vai

se tornar um ser humano produtivo, que dá valor às boas amizades e não se perderam para o tráfico ou coisa parecida”, citou o mestre que fez questão de lembrar que as artes marciais ensinam muito mais que defesa pessoal. Para ele, as lutas ensinam e obrigam os praticantes aprenderem a real importância da hierarquia e respeito ao próximo. “Atrás das artes marciais, vamos colocando na cabeça desses jovens uma nova maneira de pensar, agir e se organizar. Eles, desde cedo, vão tendo contato com o respeito e com a hierarquia. Quando forem pais, passarão para os seus filhos esse comportamento. Assim, vamos multiplicando essa forma de agir”, ressaltou.

Garotos são ensinados a respeitar desde a tenra idade


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FOTOS: DIVULGAÇÃO

Além de ser uma forma de entretenimento, o treino visa formar atletas

Saque para o futuro Com a crescente do vôlei no Brasil, o trabalho de base na modalidade ganhou espaço. Em Manaus, a Escola de Voleibol Bernardinho apresenta metodologia campeã para crianças e jovens se transformarem em atletas profissionais ANDRÉ TOBIAS Equipe EM TEMPO

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aixão dos brasileiros, o futebol ainda ocupa cadeira cativa em terras tupiniquins quando o assunto é esporte. Nem mesmo os recentes fracassos do time nacional foram capazes de diminuir o amor pela modalidade trazida até aqui por Charles Miller. Contudo, outro desporto evolui e ganhou cada vez mais espaço a partir da década de oitenta: o vôlei. Embalado pela famosa “geração de prata”, que em 1984 ocupou o segundo lugar no pódio das Olimpíadas de Los Angeles, o esporte que tem regras e é disputado de maneira totalmente diferente do futebol, se tornou a segunda modalidade preferida e mais praticada pelos brasileiros. Para manter o nível de excelência que o voleibol brasileiro possui, o trabalho de base passou a ser fundamental. Mesmo sem equipes representativas no cenário nacional, o Amazonas conta com um centro da prática do esporte de respeito: a Escola de Vôlei Bernardinho (EVB). Entrando no terceiro ano de atividade na capital amazonense, a franquia do maior vencedor da história do vôlei brasileiro executa um trabalho voltado exclusivamente para a prática da modalidade. Quem coordenada e ministra as aulas em Manaus é o educador físico Josué Neri, 36.

Se você acha que o técnico da seleção brasileira masculina de vôlei é exigente somente com seus comandados, está enganado. De acordo com Neri, umas das exigências da franquia EVB é participar de treinamento no Rio de Janeiro, com a presença do próprio Bernardinho. “Por ser uma franquia, uma das exigências é que os professores participe da capacitação para conhecer os protocolos avaliativos e saber como deve proceder no planejamento das aulas e na execução das mesmas. As aulas são planejadas e executadas pelo professor e um auxiliar”, descreve Neri, que participou de treinamento na sede da EVB, no Rio de Janeiro, em 2013. Diferencial Segundo o coordenador da EVB em Manaus, a franquia apresenta como diferencial um serviço personalizado, que atende as necessidades da criança. Para facilitar o processo de aprendizagem, a altura das redes e as

dimensões da quadra são alteradas conforme a faixa etária da turma. Atualmente a escola está sediada na avenida Paraíba. “Uma das propostas da EVB é proporcionar o voleibol para crianças de 7 a 16 anos, logo se entende que quanto mais cedo se motiva a criança à prática do vôlei, as chances dela se identificar com o esporte aumentam. Outro diferencial da EVB é o dinamismo da aula, pois a criança tem oportunidade de aprender os fundamentos do esporte. O material é outro diferencial, onde em cada aula o aluno pode experimentar a execução dos exercícios

várias vezes, ampliando a chance do acerto diante do erro”, explica Neri. Ainda de acordo com o coordenador da escola em Manaus, o principal objetivo da escola é incentivar a prática do voleibol infantil de forma divertida aliando técnica aos valores fundamentais para a formação de um cidadão. “Para participar da EVB o aluno precisa se matricular. A matrícula com o kit (short, camisa, squeeze e adesivo) custa R$ 105 e a mensalidade fica no valor de R$ 135. Atualmente a escola com 40 alunos regularmente matriculados”, pontua.

Escola projeta novos talentos A unidade de Manaus da EVB ainda não revelou nenhum atleta para o cenário nacional. Compreensível, uma vez que a escola completou apenas três anos na cidade, tempo insuficiente para o trabalho render frutos. Mas outra unidade da franquia já revelou uma jogadora que, inclusive, disputa a Superliga. “Ainda não tivemos (revelações) pelo fato da EVB aqui em Manaus ser recente. Estamos iniciando o terceiro ano de atividades ainda. Mas, na equipe do Rio de Janeiro, que disputa a Superliga nacional feminina, a levantadora Roberta é fruto da EVB-Hebraica, unidade que fica na cidade maravilhosa, o que prova que a metodologia produz frutos sim”, aponta Neri. Experiência Detalhista e obcecado por encontrar a perfeição, Bernardinho imprime o mesmo nível de exigência com os coordena-

dores de cada unidade. No período em que esteve em treinamento no Rio, Neri foi observado de perto pelo técnico da seleção brasileira. “Eu tive a oportunidade de conhecê-lo no período da minha capacitação. Uma pessoa muito

EXPANSÃO

A unidade de Manaus da EVB é a única da Região Norte do país. Além dela, existem mais 10 Escolas de Vôlei Bernardinho, todos com o mesmo foco: revelar atletas em nível nacional comprometida com o que faz inclusive na EVB. A franquia da EVB possui um monitoramento das aulas pelos coordenadores do Rio. Nossas aulas são acompanhadas dia a dia pelos técnicos e pelo próprio Bernardinho, que contribui com observações concernentes à metodologia das aulas e valoriza as boas aulas que o mesmo tem a oportunidade de ver”, conclui.

Alunos da EVB “batendo bola” antes do início do treino


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Pódio - 1º de fevereiro de 2015 by Amazonas Em Tempo - Issuu