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Pódio 06 de julho de 2018

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A história do

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| CAPÍTULO 5 |

Perigo real Diante da Bélgica, a seleção brasileira terá seu primeiro grande desafio na Copa do Mundo da Rússia: enfrentar um dos times considerados favoritos à conquista do título, repleto de talentos individuais e com qualidade em todos os setores do campo


ANDRÉ MOURÃO/MOWA PRESS

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Manaus, sexta-feira, 6 de julho de 2018

Pódio Badalada geração belga tenta mostrar do que é capaz diante da seleção brasileira, nesta sexta-feira, às 14h, em Kazam

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azan (Rússia) – A disputa por vaga na semifinal da Copa do Mundo entre Brasil e Bélgica, nesta sexta-feira (6), às 14h (de Manaus), em Kazan, de certa forma tem uma importância maior para os europeus do que para a seleção. Se para o país pentacampeão mundial o confronto vale, obviamente, a permanência no torneio, para os adversários o peso é maior por se tratar da chance de garantir a sobrevida de uma geração badalada e talentosa, mas ainda sem conseguir convencer no planeta do futebol. Nomes como Courtois, Vertonghen, Hazard, De Bruyne e Lukaku representam a maior esperança da Bélgica voltar a uma semifinal de Copa depois de 32 anos. O elenco formado anos atrás, quando esses atletas eram apenas jovens promissores, agora chega à de-

cisão contra o Brasil composto por estrelas de clubes ingleses e consagrados individualmente. Porém, todos ainda buscam um resultado pela seleção capaz de legitimar a fama que durante anos a equipe levou. Toda essa expectativa pode ruir diante do Brasil nas quartas de final. Como em uma espécie de autodefesa, a Bélgica tem jogado todo o favoritismo para o adversário e buscado tirar o peso do momento. Afinal, em jogos eliminatórios anteriores, como contra a Argentina, na última Copa, e País de Gales, na Eurocopa de 2016, os belgas mostraram inexperiência para lidar com decisões. O problema é que talvez nos próximos anos esta mesma geração não tenha o vigor para chegar tão longe e ter outra oportunidade. “Jogar com o Brasil é um teste e tanto para vermos como está nossa equipe”, comentou o atacante Lukaku, autor de quatro gols nesta Copa. Cerca de dois terços deste grupo belga esteve na Copa de 2014 e veio para a Rússia com o discurso de usar a experiência a favor. “Como nunca ganhamos uma Copa, temos essa barreira psicológica. Então o Brasil leva vantagem nisso, pois sabe o caminho para ganhar”, resumiu o técnico da Bélgica, o es-

Neymar, mais uma vez, estará no centro das atenções

Favoritos ao título,

Brasil e Bélgica


panhol Roberto Martínez. Na opinião dele, a equipe demonstrou um caráter diferente ao ter batido o Japão de virada após levar dois gols nas oitavas de final. A determinação e o equilíbrio emocional foram fatores do quanto esta Bélgica pode estar à altura do apelido de Diabos Vermelhos. Acostumada a ver os vizinhos e rivais holandeses se destacarem em Copas, a Bélgica considera a partida com o Brasil como a mais importante da história do país. Ao mesmo tempo, a equipe pode igualar a melhor campanha em um Mundial, mostrar força, superar a tradição do Brasil e comprovar o poderio. “Para jogos assim não se precisa de motivação. Quando você enfrenta o Brasil em uma partida de quartas de final, isso é o bastante. Trabalhamos dois anos para isso”, comentou Martínez. Sem peso A seleção brasileira se difere da Bélgica por não lutar contra o status de favorita. A equipe parece sofrer menos da pressão pelo momento histórico e o próprio técnico Tite disse estar agora, em pleno mata-mata, em momento bem mais leve se comparado à da estreia na Copa. “O desempenho dos atletas aconteceu. Isso me

Pódio gera confiança”, afirmou o treinador, que confirmou o retorno de Marcelo à lateral-esquerda. O Brasil terá ainda a presença do volante Fernandinho na vaga de Casemiro, suspenso, e uma grande torcida a favor. A cidade de Kazan está cheia de brasileiros, que andam pelas ruas com camisas amarelas cantando músicas. A movimentação levou a imprensa belga questionar Martinez se o otimismo do público não significava excesso de confiança, tema que ele evitou comentar. Para o Brasil, de certa forma, o encontro também tem a importância de carimbar a equipe como favorita ao título. A seleção chegou até aqui sem derrotar adversários de muita tradição em Copas e pela primeira vez terá um confronto com uma equipe de nível técnico e de talento parecidos. Nomeado novamente capitão, o zagueiro Miranda elogiou o adversário e respondeu uma provocação feita pelo zagueiro adversário Kompany de que os belgas já estariam preocupados com a semifinal. “Conhecemos todos os tipos de provocações. É uma forma de ocultar o medo e mostrar confiança, porque é sempre difícil jogar com a seleção brasileira”, comentou .

duelam por vaga na

seminal

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Hazard é o capitão da badalada geração belgas

AFP PHOTO/YURI CORTEZ

Manaus, sexta-feira, 6 de julho de 2018


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Manaus, sexta-feira, 6 de julho de 2018

Pódio

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GA

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Danilo está fora da Copa do Mundo O lateral-direito sofreu uma lesão no tornozelo esquerdo após entorse no treino e não vai conseguir se recuperar para atuar no Mundial da Rússia

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Danilo sofreu uma entorse no tornozelo esquerdo e está fora da Copa

azan (Rússia) - O lateral-direito Danilo não tem mais chances de disputar partidas da Copa do Mundo da Rússia. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) comunicou que o jogador do Manchester City (ING) sofreu uma lesão ligamentar no tornozelo esquerdo após entorse no treinamento em Kazan, na véspera da partida de quartas de final contra a Bélgica. O tempo necessário para se recuperar não permite que o atleta participe de outros jogos da equipe no torneio. Danilo foi submetido a exames de imagem, que confirmaram a lesão. Apesar disso, continuará com o grupo na Rússia. O jogador pediu para a comissão técnica para ficar com o grupo mesmo sem ter condições de atuar e, assim, seguirá concentrado com a seleção enquanto durar a participação dela na Copa do Mundo. O tratamento de recuperação já se iniciou. O lateral-direito foi titular do Brasil apenas no primeiro jogo - o empate contra a Suíça por 1 a 1, em Rostov. “Acompanhado do médico da

Seleção Brasileira, Rodrigo Lasmar, o jogador realizou exames de imagem que confirmaram a lesão e não tem tempo suficiente para recuperação no período de disputa da Copa do Mundo. Em conversa com a comissão técnica, Danilo pediu e permanecerá com o elenco. Ele iniciou hoje (ontem) mesmo o tratamento com o Departamento Médico da seleção”, informou a CBF. Escolhido como titular contra a Costa Rica, ele sentiu um problema no quadril no treinamento de véspera e acabou substituído por Fagner. O retorno aos treinos com a equipe foi na semana passada, em Sochi. No entanto, o técnico Tite preferiu manter o jogador do Corinthians na posição.O problema com Danilo deixa a seleção com apenas um lateral-direito de origem para os três jogos finais da Copa do Mundo, número de compromissos a serem disputados caso a equipe avance à semifinal. Como possível opção para Fagner, Tite pode apostar na improvisação do zagueiro Marquinhos, que tem experiência em atuar na posição pelo seu clube - o Paris Saint-Germain (PSG). A seleção tem enfrentado seguidos problemas de lesão durante a Copa do Mundo. Os mais recentes foram do lateral-esquerdo Marcelo, com espasmo nas costas, e do atacante Douglas Costa, com problema na coxa. No início da preparação, Fagner também se apresentou com um problema no joelho sofrido ainda pelo Corinthians e o meia Renato Augusto também começou os treinos com dores no joelho.


Manaus, sexta-feira, 6 de julho de 2018

Separados por ‘apenas’ cinco títulos mundiais Para o técnico da Bélgica, Roberto Martínez, a única diferença entre as seleções, que se enfrentaram logo mais, às 14h (de Manaus), é a quantidade de Copas do Mundo conquistadas

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azan (Rússia) - O técnico da Bélgica, Roberto Martínez, destacou uma diferença básica entre sua seleção e o Brasil: títulos de Copa do Mundo. Na opinião do treinador, há semelhanças de qualidade técnica entre as duas equipes, mas esse “detalhe” é uma vantagem para o confronto pelas quartas de final, em Kazan. “Acho que a diferença é clara. As duas equipes são semelhantes em termos de qualidade. Temos talento na nossa seleção. A diferença é

que nunca ganhamos uma Copa do Mundo. É simples. É uma vantagem que o Brasil tem. Eles já se livraram dessa barreira psicológica. Vamos respeitar o Brasil por tudo o que conquistaram. Mas vamos tentar vencer e aceitar o desafio. Além da técnica e da tática, eles têm a experiência de ter vencido uma Copa do Mundo”, comentou Martínez. Em diversos momentos da entrevista coletiva, o técnico da Bélgica elogiou a seleção brasileira e a colocou como a favorita para esse confronto, apesar da boa campanha de sua equipe até agora na Copa - dona do melhor ataque, com 12 gols. Para superar o adversário das quartas de final, comandado por Tite e com Neymar como maior expoente, o treinador pretende continuar apostando num estilo de jogo ofensivo. “Nós compartilhamos algumas visões. Com todo o respeito ao Brasil, ao Tite, ao trabalho dele... o jogo não é para o técnico; é para os jogadores. Estamos esperando

ver isso, o talento. É uma grande arma de ambas as equipes. Nos baseamos no talento individual, no jogo de um contra um. Queremos jogar abertos, sem ser na retranca. Vamos defender, mas dentro de um jogo aberto”, afirmou o treinador que ainda admitiu ver o duelo como uma oportunidade de entrar na história da seleção belga. “Claro que é uma grande ocasião, não se pode esconder isso. Se você negar isso, é um imbecil. Trabalhamos duro para chegarmos aqui, e os jogadores estão prontos. Acho que estamos tão prontos quanto nunca. É um desafio, trabalhamos muito nos dois últimos anos para esse momento”, finalizou.

ELOGIO

Lukaku defende Neymar e acredita que atacante será o melhor do mundo Kazan (Rússia) - Nos últimos sete jogos em que esteve em campo pela seleção belga, Lukaku marcou nove gols. Nesta Copa do Mundo,

já são quatro em apenas três jogos. Vivendo grande fase, ontem (5), o centroavante do Manchester United (ING) foi o jogador escolhido pela Bél-

gica para conceder entrevista coletiva. Quando perguntado sobre as simulações de Neymar, Lukaku respondeu em português e defendeu o ca-

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AFP

Pódio

Para comandante belga, o duelo contra o Brasil será equilibrado e pode ser decidido por detalhes

misa 10 da seleção brasileira, que, segundo o belga, será cedo ou tarde o melhor jogador do mundo. “Neymar não é ator. Ele é habilidoso. Contra o Neymar, os jogadores chegam mais duro, porque ele tem qualidades que não são normais. Acho que no futuro ele vai ser o melhor jogador do mundo. Estou feliz de jogar pela segunda vez contra ele”, disse o jogador que aprendeu a falar o idioma com os brasileiros, presentes na maioria dos times por onde atuou na carreira.


Pódio

REUTERS/MARCOS BRINDICCI

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Manaus, sexta-feira, 6 de julho de 2018

Mbappé tenta fazer mais uma vítima sulamericana na Copa

DIVULGAÇÃO

Sem Cavani, Luis Suárez é a esperança de gols do Uruguai

Choque de gerações marca duelo entre Uruguai e França Enquanto time sul-americano confia no talento de Luis Suárez, europeus apostam na juventude de Mbappé

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íjni Novgorod – Uruguai e França abrem as quartas de final da Copa do Mundo de 2018 em grande estilo nesta sexta-feira (6), às 10h (de Manaus), no estádio de Níjni Novgorod, em Nizhegorodskaya, na Rússia. A Celeste despachou o campeão da Eurocopa, Portugal, de Cristiano Ronaldo, com um triunfo por 2 a 1. Já os

franceses, em confronto eletrizante, superaram a Argentina por 4 a 3. O treinador da França, Didier Deschamps, conversou com seus jogadores sobre a importância de manter a intensidade ao longo dos noventa minutos. Em quase todos os confrontos da Copa do Mundo, o time francês, sempre que se aproximou dos seus objetivos, relaxou, permitindo que o adversário criasse dificuldades. “Nós sabemos que a seleção francesa está disposta a fazer um grande torneio do início ao fim. Estamos conseguindo isso, porém, o nível de exigência só tende a aumentar, e, por isso, mesmo precisamos atuar com uma intensidade só. Sei que o desgaste físico é um com-

ponente que joga contra, mas podemos superar isso também”, disse Didier Deschamps. A França, do trio ofensivo composto por Antoine Griezmann, Kylian Mbappé e Olivier Giroud, é realmente uma das grandes atrações deste Mundial. Tendo no atacante do Barcelona Luis Suárez a sua principal estrela, o técnico da Celeste, Óscar Tabárez, aposta em um futebol solidário para alcançar a sua meta. “A França tem muita qualidade, mas não é um time que não pode ser vencido. Tem fragilidades como qualquer outro e por isso mesmo precisamos estar bem atentos para não deixarmos de aproveitarmos as situações que podem nos trazer a

vitória”, disse Tabárez. Em termos de escalação, as duas equipes têm desfalques, porém, no caso do Uruguai trata-se de um “senhor problema”. Isso porque o artilheiro Edinson Cavani, autor dos dois gols diante de Portugal, fica de fora devido a um edema na panturrilha esquerda. A sua vaga será disputada pelo meia Cristian Rodríguez, que reforçaria a marcação e é a possibilidade mais concreta, e pelo atacante Christian Stuani. Pelo lado da França o desfalque é no setor de marcação do meiode-campo. O volante Blaise Matuidi cumpre suspensão por acúmulo de cartões amarelos. O substituto deverá ser Corentin Tolisso, em uma troca simples .


Manaus, sexta-feira, 6 de julho de 2018

Pódio

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MARTIN BERNETTI/AFP

Técnico do Uruguai recolocou o país na rota das grandes seleções do Mundo

S

ão Paulo (SP) - Óscar Tabárez possui uma trajetória notável no futebol de clubes. Comandou o Peñarol na conquista da Libertadores de 1987, levou o Boca Juniors ao título do Apertura, o Campeonato Argentino, de 1992, quebrando um jejum de 11 anos da equipe, e dirigiu o Milan recheado de estrelas em 1996. Porém, esses feitos parecem pouco pelo que já proporcionou à seleção uruguaia. Depois de boas passagens pelo time sub-20 do Uruguai, Tabárez assumiu o comando da equipe principal pela primeira vez em 1988. Na Copa América do ano seguinte, fez boa campanha ao levar a Celeste ao vice-campeonato. No entanto, o desempenho na Copa do Mundo de 1990 não foi satisfatório. Depois de sofrer para avançar da primeira fase, parou nas oitavas de final para a Itália. Diante desse cenário, o técnico não seguiu no cargo. Em 2006, o reencontro aconteceu. Dessa vez, Tabárez tinha uma nova missão: resgatar o protagonismo do futebol uruguaio, uma vez que o país não tinha sequer se classificado para as Copas de 1994, 1998 e 2006, além de ter caído na primeira fase de 2002. Logo de cara, levou a seleção às semifinais da Copa América de 2007, onde perdeu para o Brasil nos pênaltis. Em 2010, outra campanha ótima, agora, na Copa do Mundo. Depois de 30 anos, a Celeste, impulsionada pelas atuações de Diego Forlán, voltou às semifinais do torneio, fase em que foi derrotada pela Holanda por 3 a 2. Na Copa América de 2011, enfim a consagração. Após eliminar a Argentina, dona da casa, nas quartas, a equipe de Tabárez ganhou do Peru nas semifinais e garantiu o título com uma vitória segura por 3 a 0 diante do Paraguai. Porém, o time caiu de ren-

Óscar Tabárez resgatou o protagonismo do futebol uruguaio

Óscar Tabárez, o responsável

pelo ressurgimento da Celeste dimento nos anos posteriores e sofreu para se classificar à Copa do Brasil, onde caiu no grupo da morte, junto de Inglaterra, Costa Rica e Itália. Mesmo assim, foi às oitavas, mas parou na Colômbia. A situação não melhorou na Copa América de 2015. O Uruguai ficou pelo caminho nas quartas ao perder para o Chile, que seria o campeão. Depois de duas competições de grande porte em que não teve resultados positivos, Tabárez precisou reformular a equipe. O treinador manteve a espinha dorsal, formada pela dupla

de zaga Diego Godín e José Giménez e pelos astros Luis Suárez e Edinson Cavani, mas mudou as laterais e o meio de campo, dando chances para jovens talentos como Laxalt, Torreira, Vecino, Bentancur, Nández, De Arrascaeta e Varela, que brilharam no vice-campeonato mundial sub-20 de 2013. Desse modo, a Celeste voltou a demonstrar um bom futebol, garantindo classificação à Copa do Mundo com a segunda colocação das Eliminatórias SulAmericanas. Os 14 anos de Tabárez no co-

mando da Celeste, somando a primeira e a atual passagem, lhe renderam o recorde de treinador com mais jogos na história de uma seleção. No entanto, uma doença deve brecar a trajetória do técnico de 71 anos. Há dois anos, o ex-professor e diretor de uma escola pública de Montevidéu foi diagnosticado com Síndrome de Guillain-Barré, uma doença rara que ataca os nervos periféricos e causa fraqueza muscular, mas não interfere na lucidez de pensar o esporte.


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Manaus, sexta-feira, 6 de julho de 2018

Pódio

Tabela

Copa do Mundo 2018

Oitavas de nal

Quartas de nal

Oitavas de nal

1º JOGO DAS QUARTAS

2

1

URUGUAI

4 PORTUGAL

URUGUAI

30/6 (SÁB) 15H

FRANÇA

3

FRANÇA

6/7 (SEX) 10H

ARGENTINA 30/6 (SÁB) 11H

2º JOGO DAS QUARTAS

2

0

3

BRASIL

MÉXICO

BRASIL

2/7 (SEG) 11H

BÉLGICA

2

BÉLGICA

6/7 (SEX) 14H

JAPÃO 2/7 (SEG) 15H

3º JOGO DAS QUARTAS

1 3

1 4

1 3

PÊNALTIS

ESPANHA

RÚSSIA

RÚSSIA

1º/7 (DOM) 11H

CROÁCIA

1 2

PÊNALTIS

CROÁCIA

7/7 (SEX) 10H

DINAMARCA 1º/7 (DOM) 15H

4º JOGO DAS QUARTAS

1

1 3

0

SUÉCIA

SUÍÇA 3/7 (TER) 11H

Seminal

SUÉCIA

INGLATERRA

1 4

PÊNALTIS

COLÔMBIA

INGLATERRA

6/7 (SEX) 14H

3/7 (TER) 15H

Final

Seminal

DISPUTA DO 1º LUGAR

15/7 (DOM) 11H

VENCEDOR DO 1º JOGO DAS QUARTAS

VENCEDOR DO 2º JOGO DAS QUARTAS

DISPUTA DO 2º LUGAR

10/7 (TER) 14H

VENCEDOR DO 3º JOGO DAS QUARTAS

VENCEDOR DO 4º JOGO DAS QUARTAS 11/7 (QUA) 14H

14/7 (SÁB) 10H


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