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Elenco - 8 de dezembro de 2013

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O JORNAL QUE VOCÊ LÊ

s a l u a s à Volta

Hora

Manaus, domingo, 8 de dezembro de 2013 - Não pode ser vendida separadamente

da matrícula


AMAZONAS EM TEMPO Manaus, domingo, 8 de dezembro de 2013

volta às aulas # Elenco

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4 Educação

O governo do Amazonas dá um grande salto na educação do Estado e destaca os novos desafios para 2014.

Editorial A educação é direito fundamental e essencial do ser humano. A Lei de Diretrizes e Bases para a Educação Nacional afirma que “é direito de todo ser humano o acesso à educação básica”, assim como a Declaração Universal dos Direitos Humanos estabelece que “toda pessoa tem direito à educação”. Tendo como referência os direitos estabelecidos, neste domingo apresentamos aos nossos leitores uma edição diferenciada voltada para o retorno às aulas, com dicas especiais de como economizar na hora de comprar o material escolar, idade ideal para iniciar o processo de aprendizagem, além de uma entrevista exclusiva com o vice-governador José Mello, que fala sobre a educação do Amazonas e os projetos para 2014.

6 MERENDA

Selma Reis destaca o prato ganhador do concurso promovido pela Semed com as merendeiras das instituições.

10 IDADE IDEAL

Conheça os métodos e o período que seus filhos devem começar a frequentar a escola.

20 LINGUAGEM

A escola é um dos ambientes propícios ao desenvolvimento motor e cognitivo dos pequenos.

16 intercâmbio

É a oportunidade de muitos jovens conhecerem países diferentes e agregarem novos conhecimentos.

Guto Oliveira Nota Os artigos publicados nesta revista são de responsabilidade de seus autores e não expressam, necessariamente, a opinião do jornal. Atendimento ao leitor: E-mail: elenco@emtempo.com.br./Tel. (92) 3090-1042 /Endereço para correspondência: rua Dalmir Câmara, 623, São Jorge – CEP: 69033-070 – Manaus-AM

Expediente

Editor Guto Oliveira guto@emtempo.com.br Subeditora

Vera Lima weralima@yahoo.com.br

Repórter Mellanie Hasimoto

Diagramação Adyel Vieira

Tratamento de imagem Klinger Santiago Pablo Filard

Capa Ione Moreno


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EM TEMPO Elenco # volta às aulas AMAZONAS Manaus, domingo, 8 de dezembro de 2013

Nas duas últimas décadas, o Amazonas deu um salto no desenvolvimento da educação

Uma nova página na educação O Amazonas, nos últimos 20 anos, deu um salto muito grande em relação a educação. Conquistas em diversas áreas, como a Universidade do Estado do Amazonas (UEA), as escolas estaduais de tempo integral, entre outras, fizeram o Estado saltar da penúltima colocação no ranking do Ministério da Educação (Mec) para o 11º lugar. O vice-governador, professor José Melo, fala sobre esses avanços e também sobre o que o governo do Amazonas planeja para o futuro “Quando fui secretário de educação pela primeira vez, tivemos que aguardar 3 meses para o início do ano letivo porque faltavam carteiras escolares. Grande parte dos professores que lecionavam na zona rural era leiga, e nós tínhamos professores lecionando no ensino médio que só tinham o ensino médio. De um lado

você não tinha a base física, por outro você não tinha a qualificação. Além disso, tinha família que vinha 3 dias antes para a fila porque não havia vagas”, lembra. Hoje, destaca o vice-governador, todos os professores da rede estadual têm curso superior, e recentemente foi lançado um projeto para 7.600 professores terem pós-graduação. “Além disso, as nossas escolas da noite estão ociosas porque não tem alunos, as vagas não são mais disputadas em filas, pois o sistema é integrado e de qualquer escola dá para fazer matrícula do seu filho ou visualizar a vaga”, completa. O Amazonas, que era o penúltimo na classificação do MEC, hoje é o 11º, revela Melo. “A educação é um processo que não acontece do dia para a noite – é como construir uma casa, você vai fazendo aos poucos. Demora 40 anos para mudar uma situação como essa, e o estado não

demorou tudo isso para entrar nesse eixo”, reforça. Avanços A vinda da UEA foi fundamental para isso. “A UEA foi o veículo por onde passaram todos os professores do Estado, do município, no sentido de dar a eles a qualificação e habilitação indispensável para que eles pudessem, em sala de aula, fazer o seu trabalho”, comemora o vicegovernador. Outra coisa fundamental para a mudança neste quadro foram as escolas de tempo integral. O Amazonas, ressalta José Melo, é um dos pouquíssimos estados brasileiros a ter escolas onde o aluno entra às 7h e sai às 17h, depois de ter aulas, atividades de esporte, lazer e cultura. “É a escola do futuro, porque quanto mais tempo o aluno permanecer na escola, mais chances ele tem de somar conhecimentos”, avalia.

Por conta disso, mais unidades serão construídas na capital, além de outras no interior. “O estado tem projetos que são fundamentais. Um deles é a escola de tempo integral, e só no interior estamos fazendo 20, e mais 11 em Manaus. Temos que continuar fazendo mais e mais para que, daqui a 10 anos, você ter a maioria absoluta das escolas em tempo integral, com bibliotecas virtualizadas, professores continuadamente treinando”, informa. O programa de treinamento e reciclagem dos professores também irá continuar, garante o vice-governador, para que os profissionais possam ter acesso mecanismos novos de ensino. “Eles têm que ter oportunidade de participar de outros cursos para poder somar o seu nível. Temos que continuar informatizando as escolas para permitir que os alunos acessem o conhecimento pela via virtual”, completa.


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Panorama A mudança foi diametral, informa José Melo. “Porque sem educação, sem base de conhecimento, nenhum povo vai à frente e fica eternamente a reboque”, enfatiza. Por conta dessas mudanças, o vicegovernador vê um futuro diferente para o Amazonas. “Esses fatos indicam que nossos netos e bisnetos terão um Amazonas bem diferente do que estamos tendo hoje. A base de oportunidades para essas crianças e jovens adquirirem conhecimento é infinitamente maior do que foi na minha época. E isso dá a garantia que, pela educação, ele vai ter o acervo de conhecimento necessário para enfrentar o grande desafio desse século no Amazonas, que é pegar todas as riquezas do Estado e, de forma sustentável, transformá-los em renda e emprego”, diz. Entre as riquezas do Estado, Melo destaca o petróleo, gás, a mineração, potássio para transformar em fertilizante, a oportunidade de criar peixes em cativeiro, entre outros. “A biodiversidade, como transformar nossas frutas e folhas em remédio ou cosmético, essas coisas todas que só o conhecimento pode contribuir para a transformação”, descreve.

Futuro Melo e o governador Omar Aziz fazem questão de dar prioridade à educação. “Eu e o Omar demos uma retroalimentação fantástica. Temos um clima maravilhoso na área da educação, que sabe que o governo tem sido parceiro e, no limite que os recursos permitem, o governo tem contribuído. Isso nos dá a certeza de que os nossos filhos terão dias melhores do que os nossos do ponto de vista do desenvolvimento deste Estado”. Para frente, o governo do Amazonas quer ter uma educação diferenciada e, para isso, precisa continuar potencializando professores, dando condições aos alunos e tratando da base física das escolas, ambientes que possam dar conforto e segurança aos alunos e professores. “Já começamos a abrir a estrada e começaremos a construir em janeiro a cidade universitária. Em dois anos teremos todas as unidades lá. O Amazonas terá uma ambiência física que vai atrair todo mundo porque nenhum campus será tão bonito como este, que será encravado no meio da floresta e cercado de rios, o que encanta muita gente. Teremos muitos cientistas do mundo aqui, na universidade mais exótica do mundo”.

volta às aulas # Elenco

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Ponto de vista “Olhando esse horizonte durante esses anos todos, a educação no Amazonas mudou diametralmente, da água para o vinho. Hoje, a educação do Amazonas está no caminho correto: professores treinados, o plano de cargos e carreiras aprovados, as progressões horizontais e verticais acontecendo, não falta material, tem escolas com ar-condicionado e bibliotecas, estão virtualizadas as bibliotecas para acessar seu conteúdo de qualquer parte. No interior do Amazonas, onde não há condições de ter escolas regulares, os Centros de Mídia lançam, via satélite, o conhecimento para uma comunidade mais distante.”

O grande desafio do Estado foi investir mais em novos projetos para a educação


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Elenco # volta às aulas SELMA REIS Especial EM TEMPO

E dezembro chegou embalado por mil compromissos que temos este mês. Impressionante como tenho a impressão de que transformamos o mês em dois. É mês do 13º salário! Deve ser por isso... E queremos confraternizar com todos os grupos que nos rodeiam e tentar cumprir o que não conseguimos o ano inteiro. Dureza! Mas é um mês especial. É Natal! O ano está acabando e passamos por mais um. Tempo de agradecer. Tempo de celebrar! Mas dezembro também é um mês de provas finais, PSC e das famosas recuperações para aqueles que enrolaram o ano inteiro. Vamos estudar gente! Não há nada nesta vida que represente mais para nós mesmos do que o conhecimento que adquirimos, mesmo que por alguns instantes nos questionamos para que servem certas coisas que aprendemos. Essa talvez seja uma das perguntas que as mães mais respondem. Conhecimento é conhecimento. Sabe por quê? Conhe-

Reis Selma empresária

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cimento gera segurança, aumenta a autoestima e nos deixa mais confiantes, e com isso, muito mais preparados e felizes. Não há elogio, conforto e dinheiro que gere a segurança pessoal necessária a todo ser humano, sem a complementação da educação formal. Por isso, estude, leia e tente adquirir conhecimento de todas as maneiras que puder e eu tenho certeza que você será uma pessoa mais completa e com isso, uma pessoa melhor. Quando você ouve que um país precisa dar formação ao seu povo para ser um país melhor, é a mais pura realidade. Invista em você e você verá tudo a sua volta, até o seu país, muito melhor. A tarefa mais importante a ser feita em dezembro é a matrícula escolar e ela é assunto da nossa matéria de hoje. Tenho acompanhado os projetos da Semed, a nossa Secretaria Municipal de Educação, e vi ao longo deste ano o desenrolar de um belíssimo trabalho desenvolvido pelo nosso secretário, Pauderney Avelino e o convidei a responder algumas perguntas.

AveSlienmoed y e n r e da titular Paud

Desa educ


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Risoto agridoce de frango e banana pacovã Receita de Tatiana Lopes Merendeira da escola municipal Antônia Alexandrina

em cubinhos •1 xicara (chá) de óleo pra fritar as bananas

Ingredientes: •3 dentes de alho amassados •1 xícara (chá) de cebola picada •1 xícara (chá) de pimentão verde picado •1 xícara (chá) de tomate picado •1 xicara (cafezinho) de pimentade-cheiro picada •1 colher (sopa) de óleo •1 1/2 xícara (chá) de arroz lavado e escorrido •Sal e pimenta do reino a gosto •1 xícara (chá) de frango cozido e desfiado •3 xícaras (chá) de água fervente •200g de bananas pacova fritas

Modo de Preparo: Em uma panela, em fogo médio, frite o alho, a cebola, o pimentão, o tomate e a pimenta-de-cheiro no óleo. Depois acrescente o arroz, tempere com sal e pimenta-doreino e continue fritando. Coloque o frango e a água, abaixe o fogo e deixe cozinhar até secar a água, com a panela semitampada. Enquanto seca, frite as bananas e deixe escorrer o óleo. Quando o arroz tiver secado, mas ainda estiver úmido, desligue o fogo, misture os cubinhos de banana e sirva bem quentinho.

fio da ação

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GARFO & FACA Como foi o início desse desafio para você? Quando assumimos, Manaus, em 2011, tinha um desempenho abaixo da média nacional e esse era o desafio que tínhamos que enfrentar. As escolas tinham toda a sorte de problemas, outras sem condições de funcionar, não havia foco na função pedagógica. A merenda escolar não funcionava, às vezes nem merenda tinha. Por causa disso, estabelecemos algumas metas e dentre essas metas nós colocamos a estabelecida pelo MEC, a do IDEB (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) para 2016, ou seja, antecipamos em três anos e começamos a trabalhar. O que é o Programa de Alimentação Escolar? É o projeto que lançamos no dia 4 de março, que visa oferecer uma educação de qualidade, pois acreditamos que crianças bem alimentadas se concentram mais e adoecem menos. O programa combate também os índices de baixo peso e promove hábitos alimentares mais saudáveis. Nesse projeto, além das aulas, os alunos recebem três refeições sendo, café da manhã, frutas e almoço para o turno matutino, e, almoço, fruta e lanche para o vespertino. Os alunos da noite recebem jantar, com a opção de fruta de sobremesa. Esse projeto reduziu em muito a falta dos alunos. E como resolvem as ques-

tões de abastecimento? De onde vêm os produtos? A maioria dos itens são adquiridos e produzidos na nossa região por agricultores e seus familiares através de um convênio firmado em parceria com a Agência de Desenvolvimento Sustentável do Estado do Amazonas – ADS. Com isso, conseguimos implementar o Programa de Regionalização da Merenda Escolar – Preme que tem como objetivo credenciar o máximo de produtores rurais, associações e cooperativas. Somente neste ano, investimos em torno de R$ 22 milhões, o que representa o maior volume de investimentos em compra de produtos da agricultura familiar da história de Manaus. Atendemos a agricultores de mais de 30 municípios. Por sinal, no dia 12 próximo, estaremos entregando a ultima remessa de ordens bancárias para os agricultores. E quem prepara? Formamos 400 merendeiras através de uma universidade local e na última semana do curso, resolvi criar um Concurso Gastronômico para incentivá-las a priorizar a qualidade no preparo. Os sete distritos participantes escolheram suas representantes e dessas sete elegemos as três melhores. E seus planos próximos? No momento, só quero ir tocando a vida e esses projetos, no ano que vem, vou me candidatar novamente.


volta às beleza# aulas # Elenco

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Construção do conhecimento O Centro Educacional La Salle Manaus, com mais de 30 anos de história e tradição na educação, atende estudantes da educação infantil a partir dos 2 anos de idade ao ensino médio. Localizado no bairro Dom Pedro 1º, Zona Centro-Oeste de Manaus, oferece um espaço seguro, lúdico, moderno e afetivo, pensado com amor para o cuidado, conforto e aprendizado das crianças e jovens O trabalho desenvolvido no La Salle prima pela construção do conhecimento e o desenvolvimento integral dos estudantes. Na Rede

La Salle o estudante é protagonista na construção do seu conhecimento, baseado em uma educação de qualidade e no desenvolvimento integral do sujeito que compreende o conhecimento como um processo de construção por meio da interação. A proposta pedagógica do Centro Educacional tem por finalidade proporcionar educação humana e cristã às crianças e jovens, oferecendo aos seus alunos o conhecimento progressivo de si mesmos, das pró-

prias potencialidades e limites, nas dimensões biológica, psicológica, social, espiritual e afetiva. Faculdade Cumprindo sua missão, a Faculdade La Salle promove a produção e socialização do conhecimento e da cultura priorizando o pensamento crítico-reflexivo, a capacidade de

análise e síntese, a postura ética e o espírito inovador considerando o ensino, a pesquisa e a extensão bem como sua articulação enquanto processo que se desenvolve. A instituição oferece cursos de graduação como administração, ciências contábeis, educação física, relações internacionais, sistemas de informação, tecnologia em marketing, tecnologia em gestão da produção industrial e tecnologia em gestão financeira e, na pós-graduação, outros 11 cursos.

Cumprindo sua missão, o Centro Educacional La Salle promove a produção e socialização do conhecimento e da cultura


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Elenco # volta às aulas

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A idade ideal para

escola

ingressar na MELLANIE HASIMOTO Equipe EM TEMPO

Depois de todos os mimos e cuidados dos primeiros meses de vida, muitas mães precisam voltar ao trabalho. E é nessa época que muitas famílias se deparam com uma grande dúvida: qual é a idade certa para colocar a criança na escolinha? Estudos comprovam os efeitos positivos a longo prazo de colocar as crianças para interagir com outras em idades precoces. Para quem ainda tem dúvidas, especialistas destacam os benefícios do jardim de infância. A gerente de departamento pessoal Gabriela Sanches, 29, é mãe dos pequenos Gabriel, 5, e Mayara, 3. Ela conta que o primogênito foi para o jardim de infância aos 3 aninhos, para se adaptar. “Ele é muito calminho, na dele. Ele foi para o jardim, onde ficava desenhando, brincando. E, como ele era meu primeiro filho, fiquei com receio de colocá-lo direto em uma escola mais puxada”, diz. Com a mais nova, diz Gabriela, foi o oposto. “Ela já é mais comunicativa, interage com todos, por isso já vai direto para a escola, no ano que vem”, diz. Gabriela acredita que a escola

ajuda a aprender responsabilidade com os deveres, socialização com outras pessoas e, principalmente, que começando cedo, as crianças “pegam” tudo mais rápido.

Adaptação Para quem tem bebês em casa, a psicóloga Nadja Freitas diz que o mais indicado é ingressar na educação infantil a partir dos 2 ou 3 anos de idade. “É a partir desta idade que elas terão menos dificuldade de adaptação a rotina escolar e estarão com o sistema imunológico mais fortalecido”, esclarece. A dinâmica de muitas famílias, porém, não possibilita este período de estimulação em casa, sendo necessário matricular a criança já a partir dos 6 meses, como foi o caso de Liah, 6, filha da jornalista Lane Lima, 31. Ela teve o primeiro contato com a vida estudantil aos 2 aninhos. “Pesou o fato de eu ter que voltar a trabalhar”, diz. “Neste caso as escolinhas combinam com a família um período de adaptação, no qual a criança frequenta a escola em horário reduzido e com a presença da mãe, sendo que este período é gradualmente estendido, assim como o afastamento da mãe”, indica a psicóloga.


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Confiança Independentemente do momento em que a família decide matricular a criança na escolinha, é fundamental estabelecer uma relação de confiança entre escola e família. “Esta relação começa a ser construída a partir do processo de escolha da escola”, ressalta Nadja. O processo da escolha da escolinha é importante. Geralmente, as que estão próximas de casa ou do trabalho são as primeiras a serem visitadas, já que a preocupação com o trânsito se faz cada vez mais presente em nosso cotidiano. “Selecionadas algumas escolas, a família solicita uma reunião com a coordenação, para compreender qual a filosofia da escola e como se dá a relação desta com os pais. Este momento é indispen-

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Educação especial em foco

A mamãe Gabriela, com os filhos Gabriel e Mayara

sável para que futuramente os princípios da escola não entrem em conflito com os princípios da família”, explica. Após esta reunião a família agenda uma visita à escola preferencialmente em horário de aula, para assim observar ainda que brevemente, como se dá a relação professor aluno. “Uma dica para este momento é observar o comportamento e fisionomia das crianças. Por último, mas não menos importante, devese observar a estrutura física da escola, incluindo limpeza, espaços de lazer, salas de aulas”, lembra.

Há, ainda, a preocupação com crianças que necessitam atenção especial. Como ressalta Nadja, cada caso deve ser avaliado individualmente, de acordo com as necessidades da criança e possibilidades da família. “Geralmente as crianças têm uma rotina que inclui diversas atividades terapêuticas, como fonoterapia, terapia

A jornalista Lane Lima com a pequena Lyah, que começou cedo na escolinha

ocupacional, equoterapia, entre outras. Na impossibilidade de custear estas atividades, uma boa opção é contar com o serviço institucional, que pode ser oferecido no contra turno escolar e oferece atividades multidisciplinares. Infelizmente ainda contamos com poucas instituições no país, que não suprem nossa crescente demanda”.


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Escola bilíngue faz a MELLANIE HASIMOTO Equipe EM TEMPO

A fluência em um segundo idioma é apenas uma das vantagens que as crianças têm ao estudar em uma escola bilíngue. Estudos mostram que o aprendizado bilíngue melhora o desenvolvimento cognitivo das crianças, além de dar-lhe mais confiança e mais facilidade de adaptação em um mundo multicultural. Em Manaus, os pais que desejam dar essa educação diferenciada para os seus filhos contam com a Maple Bear School, que provê uma educação de estilo canadense. Na Maple Bear Manaus, as crianças podem ingressar aos 2 anos de idade, em um programa de imersão em inglês. Quando completam 5 anos, eles também recebem instruções na língua portuguesa, junto com a imersão no inglês. No primeiro ano, o programa é bilíngue, com educação inglesa na língua inglesa, matemática e ciências, e educação portuguesa em língua portuguesa, história e geografia. “Quando as crianças entram em contato com um segundo idioma numa idade jovem, aprender o idioma é mais fácil, pois se torna uma forma natural de comunicação. Isso

cria muitas oportunidades para elas. Outro beneficio é que quando as crianças sabem falar dois idiomas, elas desenvolvem habilidades e rápido desenvolvimento para aprender mais outros idiomas”, explica a coordenadora Karla Lindoso. Alguns estudos mostram que o aprendizado bilíngue melhora o desenvolvimento cognitivo das crianças. “Uma das mais importantes vantagens da educação bilíngue é a confiança que é desenvolvida nas crianças. Eles aprendem que eles podem viver em diferentes ambientes, podem ler em mais de uma língua, e podem viver e se adaptar a um mundo multicultural”, completa Karla. Por conta disso, a melhor hora para colocar a criança numa escola bilíngue é quando as crianças são jovens e flexíveis, e aprendem tão rápido. “Crianças entre 2 e 6 anos podem rapidamente aprender inglês no programa de imersão. Se eles começarem um pouco depois, eles também vão aprender o idioma, e nós recomendamos aulas adicionais de inglês intensivo por um curto período de tempo, para melhorar o conhecimento da língua inglesa”, diz a coordenadora.

Quando começam cedo, os pequenos aprendem mais rápido


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diferença

volta às aulas # Elenco (13) FOTOS: IONE MORENO

Programa único O sistema da escola Maple Bear oferece um programa único que envolve a curiosidade da criança por meio de experiências variadas, como jogos e brincadeiras. “Nós sabemos a importância das crianças estarem ativamente envolvidas em seu aprendizado e saberem a forma e motivo das coisas acontecerem e como acontecem”, destaca a diretora da Maple Bear, Emmanuelle Lins. A metodologia da escola envolve a curiosidade própria das crianças, pois o objetivo da instituição é inspirar a paixão pelo aprendizado de longa data. “Nós queremos que eles entendam como e porque as coisas acontecem no mundo deles com brincadeiras, centros

e atividades práticas. Nós queremos desenvolver nas crianças a habilidade do pensamento crítico, para que eles façam perguntas sobre o mundo em que vivemos, e adquiram o conhecimento e habilidades necessárias para sua educação no futuro”, completa. Esse programa, explica Emmanuelle, é diferente do programa de ensino em português, já que as crianças estão envolvidas em uma sala de aula ativa e dinâmica, usando o tato com diversos materiais, de forma a fortalecer o entendimento dos conceitos que estão sendo ensinados, e como as coisas funcionam e por que, tudo em imersão numa sala de aula bilíngue.

As atividades lúdicas e práticas culturais são parte do sistema

Estrutura e currículo Os professores da Maple Bear têm treinamento contínuo e atual das metodologias por educadores canadenses duas vezes ao ano, e passam a aplicá-las imediatamente. Todas as crianças do sistema Maple Bear estão aprendendo em dois idiomas, e conseguem lidar muito bem em ambos. Todos os currículos estabelecidos pelo sistema das escolas Maple Bear Global também são compatíveis com as exigências educacionais brasileiras. “Nós oferecemos um currículo que está centrado na criança, interessante e completo nas habilidades e conhecimentos que nossos filhos precisam nesse mundo em que vivemos, repleto de mudanças”, enfatiza a diretora da Maple Bear, Emmanuelle Lins.

Todas as crianças do sistema aprendem dois idiomas

Os pequenos são estimulados a desenvolver o hábito da leitura


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Crenças e valores O Instituto Batista Ida Nelson é uma instituição confessional cristã pertencente à Convenção Batista do Amazonas cujos princípios, ideias, crenças e valores estão fundamentadas numa visão bíblica. No decorrer de seus anos de existência, o instituto localizado no Adrianópolis, tem contribuído na formação , não apenas intelectual dos jovens no Estado, mas também orientando-os nos princípios éticos e cristãos, sua principal marca Seu projeto educacional representa um

instrumento fundamental no desenvolvimento humano e cultural da Amazônia, por meio do cumprimento das finalidades e objetivos da educação nacional e na formação de valores que redundem em atitudes comprometidas com a cidadania, a democracia, e consequente luta pela justiça social. Em seus princípios, o Ida Nelson coloca a educação escolar como um sistemático e intencional processo de interação com a realidade, por meio do relacionamento humano baseado no trabalho com o conhecimento e na organização da coletividade,

cuja finalidade é colaborar na formação do educando na sua totalidade - consciência, caráter, cidadania - tendo como mediação fundamental o conhecimento que possibilite o compreender, o usufruir ou o transformar a realidade. Assumir a educação de qualidade que se manifesta na renovação dos objetivos, dos programas e da metodologia participativa, crítica e criativa, na construção coletiva do saber e do agir, na formação sistemática dos educadores, na integração dos segmentos, dentre outros, está entre os objetivos do Instituto Batista Ida Nelson.


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Elenco # volta às aulas

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Em busca de nova cultura MARCELO GUILHERME Especial EM TEMPO

Viajar é incrível, e agregar conhecimento enquanto se diverte e conhece novas culturas é ainda melhor. Por isso que muita gente opta por fazer intercâmbio, que não apenas melhora a fluência em um outro idioma, mas aumenta sua bagagem cultural de maneira impressionante Intercâmbio cultural é um programa de estudos, onde o aluno viaja até o país de sua escolha, para aprender ou melhorar a fluência no idioma, que pode ser o inglês, espanhol, francês, japonês, e muitos outros. “Intercâmbio cultural nada mais é do que ter um olhar sobre um novo ponto de vista, aprender sobre as diversidades, ter contato com o desconhecido e respeitar as diferenças culturais. Ele vai muito além do aprendizado de uma nova língua, é também um aprendizado sobre si mesmo e sobre o mundo que se abre na sua frente”, explica a diretora regional da World Study, Marilia Mangueira Tapajós. Para quem procurar dar mais peso ao seu currículo, o intercâmbio é muito importante. “Quando um RH avalia dois currículos, o que tem intercâmbio já sai em vantagem. Nem sempre o nível de inglês será o mais avançado, mas ele já mostra ter uma tolerância com o diferente. Quem fez intercâmbio também tem melhor jogo de cintura porque, provavelmente, teve que exercer essa habilidade para sua melhor adaptação no país estrangeiro”, explica Marília. O intercâmbio também ajuda na

socialização, já que em geral, esses alunos saem de sua zona de conforto e precisam enfrentar, durante o período de sua viagem, dificuldades de relacionamento, fazendo novas amizades, interagindo com pessoas de hábitos tão diferentes dos seus. “E essas habilidades que são desenvolvidas durante sua viagem, contribuem para sua colocação no mercado de trabalho, uma vez que estes alunos são mais flexíveis, tolerantes e adaptáveis à cultura de uma nova empresa”, destaca. Programas Para fazer intercâmbio, o primeiro passo das empresas especializadas nessa área é entender as necessidades do aluno e encaminhá-lo para o programa mais adequado. O destino, observa Marília, também é uma questão de perfil. “E isso tudo precisa ser conversado, para, então, oferecermos o que mais se encaixa com suas expectativas”, completa. O intercâmbio varia desde o programa de ensino médio no exterior (High School), faculdade, programa de trabalho remunerado, au pair e cursos de idiomas. A diretora do World Study reforça que, para alunos que irão fazer um programa mais especifico como o Trabalho Remunerado ou Ensino Médio (High School), o nível do idioma deve ser mais avançado. Para programas de cursos, as escolas aceitam alunos iniciantes.


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Período ideal Para quem já está no mercado de trabalho e não dispõe de tanto tempo, o programa indicado é o de cursos, onde o aluno formata o programa de acordo com suas necessidades. As aulas iniciam todas as segundas-feiras e a duração mínima é de duas semanas. “Em geral, o público adulto dispõe de 4 a 5 semanas, duração muito comum para quem tem entre 25 a 35 anos”, diz. Não existe um período do ano ideal para quem quer fazer intercâmbio. O conselho da especialista é apenas evitar o período de alta temporada, que geralmente são entre os meses de dezembro a fevereiro, e de junho a agosto. “Nesse período a chance de você encontrar muitos brasileiros nas escolas é muito maior. Outro detalhe são os valores das passagens, que invariavelmente estarão mais caras”, aponta Marília.

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Destinos mais desejados Até o ano passado, o destino mais desejável era o Canadá. De dez alunos matriculados, entre 6 e 7 iam para o Canadá. Mas essa tendência mudou em 2013. “Tivemos muitos alunos para os Estados Unidos, e alguns destinos exóticos como Mendoza, na Argentina e Malta, na Europa”, revela Marília Tapajós. Outros destinos interessantes para os jovens são Nova Zelândia e Austrália. “Em geral,

são destinos de alunos que já foram para Canadá ou EUA e agora buscam uma nova rota”, completa. O ranking em 2013 ficou assim: 1 - EUA 2 - Canadá 3 – Reino Unido (Inglaterra e Irlanda) 4 - Nova Zelândia 5 - Espanha

Dicas para encontrar a melhor empresa O pré-embarque é o momento decisivo para quem quer fazer intercâmbio. Antes de fechar a matrícula, você deve se informar sobre a agência, ter indicação de quem já viajou por eles. Evitar descontos milagrosos que são oferecidos pela internet. Lembre-se, intercâmbio é sobretudo, um investimento na Educação. Após decidido destino e programa, o aluno deve efetuar a matrícula e garantir sua inscrição para

a data desejada. Existem programas iniciando o ano inteiro. Antes do embarque o aluno deve ter em mãos todas as informações necessárias como endereço da casa de família, carta de aceitação da escola, telefones de emergência, confirmação do translado. Nenhum aluno pode embarcar sem essas informações. Fique atento também ao visto. Verifique se o destino escolhido solicita visto. Veja tudo com antecedência!


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Universo didático “Um país se faz com homens e livros”. A frase do escritor Monteiro Lobato define bem a trajetória da livraria Lira, um negócio familiar, que começou com uma “portinha” e dois funcionários, como lembra o empresário Erick Lira. Hoje, após 35 anos no mercado, a livraria Lira conta com mais de 140 pessoas empregadas e continua sendo a referência para pais e alunos quando a questão é material didático “A livraria foi fundada pelo meu pai, Josias Lira, em 1978. Era apenas uma portinha, um balcão e dois funcionários, ali na rua Tapajós. Fomos distribuidores da editora Ibep, um dos maiores grupos editoriais do país”, recorda Erick Lira, administrador da livraria. Com o crescimento da empresa,

SERVIÇO LIVRARIA LIRA End: Rua Henrique Martins, 396 – Centro Tel: 2121-0200 facebook.com/livrarialiraAM

além dos materiais didáticos, a livraria Lira passou a comercializar objetos de papelaria e artes, e hoje é considerada pela revista “Papelaria” a melhor livraria da Região Norte, prêmio recebido durante o 3º Prêmio Desempenho para Papelarias e Representantes Comerciais, realizado em São Paulo. Atualmente, a livraria Lira conta com uma estrutura que ocupa três andares de um prédio na rua Henrique Martins, distribuídos em mais de mil metros quadrados para atender os clientes. “Estamos servindo a sociedade amazonense há 35 anos, com empenho, dedicação e muito respeito ao cliente. Nosso objetivo é proporcionar satisfação por meio de nossos serviços e produtos, e buscamos sempre nos atualizar e oferecer o que há de melhor no mercado”, finaliza. A livraria ocupa uma estrutura de três andares no Centro

A Lira é uma empresa familiar de tradição e nome na cidade

São mais de 35 anos de prestação de serviço à sociedade


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Referência multidisciplinar MELLANIE HASIMOTO Equipe EM TEMPO

Referências na Região Norte, as creches da Secretaria Municipal de Educação (Semed) contam com uma moderna e bem equipada estrutura. As escolinhas atendem crianças entre 1 e 3 anos em período integral, e a prefeitura promete entregar mais outras 14 unidades em breve. De acordo com a própria Semed, Manaus contava apenas com uma creche na rede municipal, até 2012. Em 60 dias a Prefeitura de Manaus entregou duas novas unidades que atendem, juntas, a 140 crianças. A primeira inaugurada foi a Creche Manuel Octávio Rodrigues de Souza, no bairro Jardim Mauá, Zona Leste de Manaus. Já a segunda, Creche Maria Ferreira Bernardes, fica na Zona Norte, comunidade Fazendinha. As creches inauguradas atendem crianças de 1 a 3 anos de idade, em período integral e contam com dormitórios, cadeiras de bebê, banheiros adaptados, lavabos e brinquedos educativos. Logo em seguida, a Semed inaugurou mais duas unidades: Magdalena Arce Daou e Virginía

Marília de Mello Araújo, as duas maiores creches de Manaus, localizadas nos bairros Santa Luzia, Zona Centro-sul, e comunidade Gilberto Mestrinho, Zona Leste de Manaus. “Juntas, atendem mais de 300 crianças em período integral em uma estrutura com salas de informática, brinquedoteca, solarium e playground”, ressalta o titular da secretaria, Pauderney Avelino. Mais unidades Nas creches, informa Avelino, as crianças recebem cinco refeições diariamente. “Todos os dias elas tomam café da manhã, fazem lanche, almoçam, lanche da tarde e jantar. Além disso, elas têm a assistência de uma equipe multidisciplinar, que conta com técnicos em enfermagem, psicólogos, assistentes sociais, pedagogos e profissionais de educação física”, destaca. Todas as atividades são registradas na agenda da creche e os pais ficam sabendo de tudo que acontece com seus filhos diariamente. Mais 14 creches estão com suas construções em fase de finalização, e a Semed

pretende entregar mais duas unidades ainda este ano – uma contemplará o bairro da Compensa, na Zona Oeste, e outra no bairro Jorge Teixeira, Zona Norte.

Ponto de vista “Estamos lutando para reduzir o déficit de creches em Manaus, que precisa de mais unidades. Agora, estamos correndo para licitar e construir mais outras a serem entregues no primeiro semestre de 2014. Nossas creches já são referência em todo o Norte. Os papais e mamães podem ficar tranquilos, já que seus filhos são muito bem cuidados.”

ey Paudern Avelino

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Elenco # volta às aulas

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A partir dos 3 anos a criança já tem uma linguagem mais completa que deve ser aperfeiçoada pelos pais e professores

Linguagem em desenvolvimento

Após o nascimento dos filhos, um dos momentos mais esperado e comemorado pelos pais é o da fala. E quando saem as primeiras sílabas juntando as palavrinhas papá ou mamá, o significado dessa ação é para lá de prazeroso Mas muitas crianças apresentam dificuldades e demoram a se comunicar, muitas vezes prejudicando a vida escolar. Este problema, às vezes, é detectado na escola, pelos professores, antes até de os próprios pais perceberem. Em alguns casos, é preciso encaminhar para que um profissional da fonoaudio-

logia ajude a criança. “A partir dos 2 anos, os pequenos começam a formar as primeiras frases. Aos três, eles têm a noção do ‘Eu’ e já exprimem orações mais completas, tornando a comunicação ainda mais eficaz. Se nesse momento, eles falam de maneira errada e não são corrigidos, eles irão continuar o raciocínio de forma equivocada e irão achar que estão fazendo o certo”, explica a psicóloga da educação infantil do Centro Literatus Educacional, Nivya Valente. Nivya sugere que quando a criança falar algo errado ou trocar a palavra, os pais devem repetir o

termo correto naturalmente. “O ideal é repetir a palavra corretamente sem corrigir. Se a criança diz “olha o tatorro”, por exemplo, os pais devem responder enfatizando a palavra cachorro. Cadê o cachorro? O que o cachorro está fazendo? Que bonito o cachorro. Esta é uma maneira eficaz de aprendizado. Indiretamente ele está ensinando a criança sem ser rígido”, conta. Para a psicóloga, demonstrar carinho com os pequenos repetindo o que eles falam, como numa brincadeira, pode prejudicar o desenvolvimento da fala nas crianças. Mas, por outro lado, corrigi-los sempre

que eles falam uma palavra de forma errada pode inibir os pequenos e bloquear a sua comunicação. O meio termo, segundo Nivya, é mostrar a diferença nas horas de brincadeiras e no momento em que a comunicação deve ser levada a sério. A psicóloga lembra ainda que trocar o nome de um objeto por um mais fácil, achando que ajudará a criança também é errado. “Chamar a chupeta de pepeta ou peta faz com que a criança tenha que aprender duas palavras para um mesmo objeto, podendo prejudicar e atrasar o desenvolvimento da linguagem”.


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Cuidado dobrado De acordo com a fonoaudióloga Patrícia Serrão, do Hapvida em Manaus, a partir dos 5 anos de idade a criança já deverá ter a capacidade de falar as palavras corretamente. Segundo a especialista, os pais devem buscar ajuda profissional caso observem que os filhos apresentem dificuldade em pronunciar as palavras corretamente após esse período. “A individualidade no aprendizado de cada criança precisa ser respeitada, mas os pais precisam ficar atentos à maneira com que ela fala após os 5 anos. No início da fase escolar, os cuidados precisam ser redobrados, para evitar que as crianças sofram algum tipo de preconceito”, afirmou. Ainda segundo a profissional, o acompanhamento das crianças com dificuldade na fala precisa acontecer pelo menos duas vezes por semana. “A instalação dos fonemas precisa ser estimulado de uma maneira muito intensa, para que os pequenos consigam falar de maneira correta o quanto antes”, afirmou.

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No Literatus, as crianças participam de muitas atividades que ajudam no desenvolvimento

Momento de lazer e confraternização com as crianças e os responsáveis


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Praticidade e conforto MELLANIE HASIMOTO Equipe EM TEMPO

O começo do ano é aquela empolgação: material novo, mochilas descoladas, o começo de mais uma etapa. No entanto, os pais precisam ficar atentos, já que mochilas pesadas demais podem prejudicar o desenvolvimento das crianças em idade escolar. O ideal, de acordo com especialistas, é que peso não ultrapasse mais do que 10% do peso corporal O médico ortopedista Marcelo Loquette explica, ainda, que é importante observar a forma que a mochila é carregada. “A mochila com peso inadequado ou carregada de forma errada pode levar a patologias da coluna numa fase de crescimento da criança, em que ela está moldando seu esqueleto para a vida adulta”, diz. A mochila não pode conter mais que 10% do peso do indivíduo; ou seja, para uma criança de 40 quilos, o ideal

é que a mochila não tenha mais que 4 quilos de peso. Excesso de peso, ressalta Loquette, pode levar a problemas na coluna, tais como escoliose (desvio da coluna), vícios posturais, ferimentos abrasivos, fadiga, irritabilidade, e, principalmente, crises de dores nas costas e ombros. “Estudos mostram que cerca de 23% das crianças e jovens que dão entrada em pronto-atendimentos de hospitais americanos queixam-se de problemas na coluna causados pelo uso inadequado das mochilas; já para a Academia Americana de Pediatria, mochilas são as grandes vilãs em 60% dos casos de meninos e meninas com problemas nas costas e nos ombros”, aponta. Para detectar problemas, os pais devem, primeiro, avaliar se o conteúdo levado para a escola realmente é essencial para as tarefas daquele dia, e a seguir pesar a mochila. “Os pais devem ficar atentos para qualquer reclamação do filho. Ao primeiro sinal de dor devem levá-lo ao médico especialista para uma melhor avaliação”, indica.

O mercado oferece diversos modelos com motivos alegres e infantis

O conforto e a praticidade são itens importantes na escolha


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As mochilas com rodinhas são as mais recomendadas? De acordo com o ortopedista Marcelo Loquette, as mochila com rodinhas se puxadas de maneira inadequada, com torção do eixo vertebral, os riscos são os mesmos. “A alça do carrinho tem que ter a altura adequada para a criança, e o peso também não pode ultrapassar a porcentagem desejada, senão o esforço que é feito causa lesões tão sérias quanto ao carregar nas costas”, explica o especialista.

A alça do carrinho tem que ter a altura ideal para a criança

volta às aulas # Elenco

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Como carregar as mochilas sem ter problemas na coluna • Mochilas de rodinhas: A altura correta da alça deve ser o suficiente para que a criança não tenha que se inclinar para puxá-la – o puxador deve ser ajustável à sua altura. Suas costas devem estar retas ao puxar a mochila, pois os movimentos de rotação quando muito intensos e regulares não são bem tolerados, causando dor; • Mochila com alças: As alças devem ser acolcho-

adas, com sua largura sem exceder o tamanho do dorso da criança e com altura sobre a região da cintura. Deverá estar ajustada ao tronco e carregada sobre os dois ombros. Jamais carregá-las em um só ombro pela sobrecarga em um lado do corpo. O modelo ideal é o específico para caminhadas (trilhas), pois tem uma tira que deve ser presa ao abdome, distribuindo melhor a carga; a mochila deve estar bem presa às costas, não

carregando-a “caída” sobre a região lombar. Dê preferência para mochilas com poucos bolsos. A diversidade de compartimentos pode ser um atrativo para carregar objetos inúteis. • Na escola: Idealmente, a escola deveria dispor de armários para que a criança guardasse a maior parte dos livros, para que não precisasse carregar volume em demasia.


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Elenco # volta às aulas

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Sistema de ensino

interativo Com base nos princípios da razão, religião e amabilidade, o Colégio Dom Bosco sustenta-se no método educativo conhecido como Sistema Preventivo. Fundado em 1921, educação do colégio é influenciada pelas transformações cotidianas dos nossos hábitos e das relações que estabelecemos com o mundo. Hoje, ela atende aos processos formativos, na vida familiar, nos movimentos sociais e nas manifestações culturais

O Colégio Dom Bosco, localizado no Centro, faz parte da Rede Salesiana de Escolas (RSE), no Brasil, com mais de 5 mil educadores e 90 mil alunos nas suas 116 escolas. Nas Américas somos a maior Rede de Educação Católica. A RSE tem uma proposta

educativa pautada no desenvolvimento do conhecimento científico, na liderança e nos valores no sentido de formar um cidadão crítico e capaz de transformar, para melhor, a realidade em que vive. A RSE lança em 2014 o MDD – Material Didático Digital, e o Colégio Dom Bosco passa a figurar na vanguarda das tecnologias da educação e dos sistemas de ensino interativos com o lançamento do livro digital e do caderno interativo. Essa nova tecnologia disponibiliza para os alunos, por meio de uma navegação fácil e intuitiva, vídeo aulas, slideshows, simulações, textos e atividades altamente significativas. O Colégio Dom Bosco está com o período de matrículas aberto. Para mais informações, basta acessar www.domboscomanaus.edu.br. O colégio figura na vanguarda das tecnologias da educação


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Economia na hora das

compras Todo ano é a mesma preocupação. Depois dos gastos com o período de festas, os pais nem conseguem relaxar o suficiente nas férias já antecipando as preocupações com o material escolar. O ano já começa com essa despesa obrigatória e a melhor medida é planejar os gastos para não ser pego de surpresa com a conta do cartão As escolas costumam enviar as listas de livros e de outros materiais, como cadernos, cola, tesoura, borracha. Algumas famílias assim que pegam a lista vão até uma livraria ou papelaria e compram tudo ali mesmo. Mas o que muitos pais não sabem é que a compra do material nem sempre precisa representar um rombo no orçamento familiar. Embora seja uma prioridade no início do ano, se observadas algumas regrinhas básicas de planejamento, a economia pode ser uma vantagem a mais na hora das compras. O primeiro passo é pegar a lista fornecida pela escola e riscar tudo o que você já tem em casa. Materiais como tesoura,

lápis de cor, compasso, régua, entre outros, não estragam e podem ser reaproveitados de um ano para o outro. Se você tem filhos em anos diferentes, o mais novo também pode usar livros didáticos que já foram do mais velho, desde que a professora não tenha adotado um livro diferente. É bom fazer uma análise do que a escola pede e do que sobrou dos anos anteriores. Em geral, as famílias já têm de 10% a 30% do que está na lista e com isso a economia é maior.

Antes de adquirir o material escolar das crianças confira abaixo dez dicas para diminuir os gastos com livros, cadernos e mochilas 1 - Faça um levantamento de tudo o que já tem em casa 2 - Recicle materiais 3 - Organize um projeto de troca de livros na escola 4 - Faça uma reunião familiar 5 - Faça uma pesquisa de preços na internet 6 - Junte-se a outros pais 7 - Procure saber onde vende mais barato 8 - Vá às compras sozinho(a) 9 - Pechinche na hora de pagar à vista 10 - Compre o material em partes


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