Não pode ser vendida separadamente
Elenco
i m o n o r Gast
MANAUS, DOMINGO, 16 DE SETEMBRO DE 2012
a
sabor Um novo #Página 16
Confira nas próximas páginas um guia gastronômico que é de dar água na boca
AMAZONAS EM TEMPO Manaus, domingo, 16 de setembro de 2012
Editorial Neste número apresentamos uma edição com gostinho bem diferente, nas próximas páginas você irá conhecer um pouco dos restaurantes locais e algumas reportagens que passeiam por vários segmentos da gastronomia. Tudo o que envolve esse universo de delícias está presente na Elenco Gastronomia. Convidamos a jornalista e apresentadora da TV EM TEMPO Norma Araújo, conhecedora da arte de comer bem, para falar do que ela mais gosta da querida Manaus e da sua típica gastronomia que vem conquistando gregos e troianos mundo a fora. Com um estilo inconfundível Manazinha não esqueceu um só detalhe. Vale a pena tirar uma hora deste domingo ensolarado para ler. Em contrapartida, conheça os famosos macarrons franceses, só que esses vêem com um sabor bem diferente, que aliam ingredientes regionais como cupuaçu, castanha e açaí no recheio, a novidade foi trazida pela chef Érica Rodrigues, da Miss Doçura. Em se tratando de sabor, a jornalista Vera Lima foi conhecer um dos maiores patrimônios brasileiros que, depois do futebol e do samba não pode faltar, uma boa cachaça. Bom domingo e aproveite nosso guia gastronômico para deixar o seu dia ainda mais alegre e saboroso. Boa Leitura!
a Guto Oliveir
Nota Os artigos publicados nesta revista são de responsabilidade de seus autores e não expressam, necessariamente, a opinião do jornal.
gastronomia# Elenco
10 GASTRONOMIA REFINADA
Situado na cobertura do Park Suites, com o melhor cenário da praia da Ponta Negra, o bistrô Mon Plaisir é sinônimo de luxo e sofisticação, onde você pode saborear os melhores pratos regionais com um toque de requinte, ao mesmo tempo em que observa o belo pôr do sol sob as águas do rio Negro.
13 ENTREVISTA
A empresária Janete Fernandes explica, em entrevista exclusiva, os desafios de presidir a Abrasel – Associação Brasileira de Bares e Restaurantes. Uma entidade nacional, sem fins lucrativos implantada em Manaus desde 1999.
16 CHEFS
Os chefs Thiago Santana, Gabrielle Harb e Bianca Paes participaram de um divertido encontro, promovido pela Elenco, para revelar um pouco mais do magia da profissão.
24 ALQUIMIA DE SABORES
Norma Araújo convida para uma viagem inesquecível ao mundo dos sabores extraordinários da Amazônia e descreve, sem pudor, novos lugares, novas paisagens e novos paladares.
27 BANQUETEIRAS
Dulcila Luniére, Charufe Nasser e Denise Coelho são referências quando o assunto é a organização de bufês. Com um vasto currículo no ramo de eventos, as três empresárias falam sobre o primoroso trabalho de receber bem e com qualidade indiscutível.
Atendimento ao leitor: E-mail: elenco@emtempo.com.br./Tel. (92) 3090-1042 /Endereço para correspondência: rua Dalmir Câmara, 623, São Jorge – CEP: 69033-070 – Manaus-AM
Expediente Editor Guto Oliveira guto@emtempo.com.br
Subeditora Vera Lima weralima@yahoo.. com.br
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Repórteres Alita Menezes Isabela Siqueira
Diagramação Adyel Vieira
Tratamento de imagem Pablo Filard
Revisão Antônio Fonseca Dernando Monteiro Joyce Tino
Colaboradores: Selma Reis, Allex Derzi, Taísa Melo, Carol Heinrichs, Bruno Mazieri, Marcelo Guilherme, André Fendii e Gabriel Machado
Capa Mário Oliveira
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Um patrimônio
brasileiro VERA LIMA Equipe EM TEMPO
Não dá nem para discutir, se o uísque é escocês, a cachaça é patrimônio nacional, tão brasileira quanto o samba e o futebol. Poderíamos até dizer que é tão apreciada quanto um e outro. Quando se fala em cachaça artesanal, então, a discussão está encerrada antes de começar, porque o produto hoje tem qualidade e uma legião de fãs de carteirinha Em Manaus, se o assunto é cachaça da boa, não tem para onde correr, a Cachaçaria do Dedé é referência no que diz respeito à comercialização do produto. E atenção aos apreciadores da “boa”, o diferencial é que essa bebida é o único produto brasileiro que pode ser envelhecido por meio
do armazenamento em produtos de madeira, conforme explica o coordenador do empório, Valdir Costa. Para quem não conhece bem o produto aí vai uma ressalva, ela não custa pouco. Uma garrafa pode chegar a custar até R$ 40 mil. Ficou boquiaberto com o valor? Pois fique não, esse custo alto se explica pelo investimento no processo de envelhecimento. Costa explica que a bebida pode ser apresentada como Premium (que é envelhecida durante um determinado tempo e engarrafada sem adicionar nenhum tipo de bebida), Standartizada (não é produzida em um único lugar e apresenta padrões diferenciados de qualidade), e industrializada (cachaça feita em larga escala, extraída no campo, e tem seu álcool separado em questão de tempo por uma máquina).
Ele acrescenta que o envelhecimento da cachaça é semelhante ao do vinho, porém com algumas diferenças, como o fato de que a bebida não carece de uma adega climatizada e o processo de envelhecimento dura em média um ano. Está explicada a história da cachaça artesanal, que exige uma produção especial para ficar no ponto. Qualquer descuido pode resultar em um produto de baixa qualidade. E, se você ainda não compreendeu muito bem a diferença entre elas, é bom saber que até a tonalidade do produto tem uma razão específica. “A cor é decorrente do tipo de madeira usada”, diz Costa. “A umburana, por exemplo, não deixa cor na cachaça. Já com o tonel de carvalho, quanto mais tempo se passa, mais a bebida absorve não só a cor, como o sabor da madeira também”, conclui.
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O bom da gastronomia
italiana
Família reunida em torno da mesa para se deliciar com uma boa comida. Quem sabe uma pizza, nhoque, macarronada, ou ainda um fettucine à carbonara de camarões? Sentir o aroma dos azeites, das ervas é um prazer inigualável. É, isso tudo faz parte da gastronomia italiana, uma culinária que chegou para ficar e tem tudo para agradar a gregos e troianos. E tem agradado especialmente aos amazonenses
A comida italiana é uma festa para os olhos e o paladar. Talvez você consuma com frequência e nem saiba, mas é difícil encontrar quem não aprecie a boa “comida da mama”, como se costuma dizer no país das massas. Não tem muito segredo, a culinária italiana é rica em aromas de ervas como, orégano, manjericão, molhos de tomates, frutos do mar,
Tony Cavalli é chef de cozinha, especialista em comida italiana
e não pode faltar um dos ingredientes principais, o macarrão. De acordo com Tony Cavalli, chefe de cozinha, especialista em comida italiana, o brasileiro tem forte aceitação da comida italiana e talvez um dos motivos seja a imigração italiana para o Brasil, que ocorreu entre os anos de 1880 a 1930. “É uma gastronomia muito rica, eles trouxeram receitas com molhos, queijo, e ervas e o brasileiro adorou”, disse Cavalli. Ainda de acordo com Cavalli, as pessoas se sentem bem quando estão reunidas em torno da mesa para degustar as massas e pizzas. “Elas se sentem bem, os temperos trazem sensação de bem-estar”, afirmou o chef. Em Manaus, segundo ele, que trabalha há sete anos na cidade, tem crescido a procura pelas cantinas, o que demonstra que o amazonense tem gosto refinado.
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ALITA MENEZES Equipe EM TEMPO
O restaurante Palazzolo foi criado, inicialmente, para oferecer aos público gastronômico de Manaus o modelo de rodízio de massas, com as melhores receitas italianas, mas os seus mais de 22 anos de funcionamento introduziram no seu cardápio pratos da gastronomia regional e de várias partes do Brasil Já no nome, o restaurante Palaz-zolo, que se trata de uma cidade localizada no sul da Itália, faz uma homenagem à gastronomia que ainda hoje é um dos carros-chefe da casa. Localizado na MS Casa – avenida
Djalma Batista, 1.375, Chapada – o restaurante é hoje ponto de parada obrigatória para os amantes da boa culinária. “Temos uma cozinha variada (regional, nacional e internacional), com uma carta de vinhos diversificada para todos os públicos, inclusive para aqueles preocupados em manter a alimentação sempre balanceada, pois contamos com uma nutricionista que faz um cardápio de almoço com controle de calorias”, destaca a proprietária, Janete Fernandes. Também funcionando com o serviço delivery, pelos telefones 35844999 e 3584-5000, o Palazzolo abre todos os dias a partir de 12 horas, com pastas e massas de fabricação própria, além de molhos elaborados com matéria-prima de alta qualidade.
Da Itália cozinha am
O restaurante é parada obrigatória para um bom prato
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a para a mazonense
DIEGO JANATÃ
Cucina tradizionale Pizzas de todos os sabores, doces e salgadas, massa leve e saborosa, tudo isso você encontra no Palazzolo, tradicional em servir as melhores massas italianas, como o capelletti de frango ao sugo, à bolonhesa, aos quatro queijos ou ao molho branco. O ravioli gratinado com ricota, nozes e passas é outro prato típico que merece destaque, assim como o tradicional spaguetti à carbonara bacon, ovos, queijo parmesão. Gosto da terra “Aruanã do amor guerreiro”, esse é o nome do prato do restaurante Palazzolo que foi premiado na sexta edição do “Brasil Sabor”, o maior festival gas-
tronômico do país. Composto pelo aruanã empanado, servido com um delicioso molho agridoce de tucupi, o prato é acompanhado de arroz com tucumã e queijo coalho e creme de leite acompanhado de acelga, palmito, pimentas e cebola à juliana refogados. Entre as opções regionais, a caldeirada de tambaqui, que serve perfeitamente duas pessoas, com pedaços de tambaqui cozidos, ovos, batatas, verduras, pirão e arroz branco, é um dos pratos mais pedidos. O pirarucu à belle meuniere, feito com o filé de peixe, alcaparras, arroz branco e batatas sauté também não pode ficar de fora.
O Palazzolo é reconhecido pela qualidade de suas massas
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Sabor mil GUTO OLIVEIRA Equipe EM TEMPO
A milenar culinária japonesa, tradicionalmente conhecida por seus pratos leves e saudáveis, está cada vez mais popular no Brasil. Repleta de alimentos com pouca gordura e baixo colesterol, como peixes e legumes, esta cozinha se preocupa, mais do que qualquer outra, com a apresentação dos pratos. Um dos mais tradicionais é o sushi. A combinação de arroz temperado com vinagre, sal e açúcar e mesclado com legumes e pedaços de peixe vem ganhando
seu espaço e novos adeptos, mesmo que ainda seja uma iguaria cercada por mitos. Em Manaus a cozinha virou moda e cada dia inaugura-se cada vez mais temaquerias e restaurantes especializados. Vale lembrar que a gastronomia oriental é campeã quando o assunto são as famosas entradinhas. Nesse sentido, o restaurante Suzuran é referência há mais de 30 anos na capital amazonense. Comandado pelo chef Hiroya Takano, o local não sai da lista dos mais frequentados da cidade, e preza pela tradição da culinária milenar. “Temos o sashimi, o camarão empana-
do, o gyutan - que é uma língua bovina cortada como um carpaccio grelhado, com molho especial -, e o shumai, uma espécie de trouxinha de massa de porco”, exemplifica Takano. De acordo com o chef, o que faz a diferença na culinária oriental é que os japoneses comem um pouco de cada coisa, e, com isso, muita variedade. “As entradas não são necessariamente mais leves, uma pessoa pode comer cinco ou seis variedades de entradas, além do prato principal e do misushiro, que é um complemento. Os brasileiros costumam comer tudo junto”, conclui.
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enar Chef Hiroya Takano está à frente da boa cozinha do Suzuran
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Os primeiros sushis foram elaborados ainda no século 18
Origem do sushi O mais conhecido prato da culinária japonesa teve origem nos antepassados chineses, quando era necessário conservar o peixe. Para isso foi desenvolvido um sistema que consistia em limpar, cortar o peixe em filés e cobri-los com sal. Por cima, para prensar o peixe, era colocada uma pedra pesada, em forma de prensa. Logo depois, os japoneses descobriram que os peixes poderiam ser conservados no arroz, já que o cereal liberava o ácido acético e láctico, o que garantiria a qualidade do pescado por mais tempo. Passado mais um tempo, percebeu-se que alternando camadas de peixe, arroz cozido e sal, sob uma pedra pesada, poderia o peixe ficar ainda melhor. Logo após, verificou-se que se o peixe fosse enrolado em arroz e vinagre seria fermentado em apenas alguns dias. No século 18 um cozinheiro chamado Yohei decidiu parar de utilizar o peixe fermentado e passou a oferecer algo parecido com o que conhecemos por sushi.
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Uma nova e refinada a i m o n o r t s ga ALITA MENEZES Equipe EM TEMPO
Cozinha regional com uma tendência francesa, assim pode ser classificada a culinária do restaurante bistrô Mon Plaisir que, sob os comandos do proprietário Ney Barroso e da chef Bianca Paes, elevou a gastronomia local a um novo patamar
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roso Ney Barempresário
MÁRIO OLIVEIRA
“O que buscamos, na verdade, é tentar fazer com que o produto servido seja tão bom quanto a vista do restaurante”, brinca Ney Barroso ao mencionar que só pela localização a visita ao Mon Plaisir já vale a pena. Situado na cobertura do Park Suites, com o melhor cenário da praia da Ponta Negra, o bistrô é sinônimo de luxo e sofisticação. Imagine-se degustar uma ventresca de pirarucu com creme e camarão, conhecido como Pirarucu a D’Jaime, ao mesmo tempo em que observa o belo pôr do sol sob as águas do rio Negro. A narração mais parece cena de filme, mas está ao alcance daqueles que primam pela comida de qualidade e pelo atendimento diferenciado. Com pouco mais de um ano, o Mon Plaisir veio para colocar a gastronomia local em um novo patamar. “Temos um público com perfil classe A, que sabe o que come e que quer experimentar coisas novas, por isso temos um menu fixo, mas sempre pesquisamos novos sabores para incorporar ao cardápio”, comenta Ney. Há dois meses e meio comandando a cozinha do bistrô a chef Bianca Paes revela que seu maior diferencial está na apresentação dos pratos, que mais parecem obras de arte, além, é claro, do sabor inigualável de suas receitas. “Nosso cuidado vem desde a escolha das frutas e verduras a serem utilizadas para o preparo das refeições, seleção minuciosa dos fornecedores de fora, equipe de atendimento, tudo para manter o padrão esperado por nossos clientes”, destaca Bianca. Para o proprietário, mesmo tendo conquistado os paladares mais refinados, a busca pela qualidade deve ser algo constante. “Por traz de todo glamour também existe muito trabalho e o mais gratificante é, no final de tudo, ver a expressão de satisfação no rosto do cliente”, completa.
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Pirarucu a D’Jaime: ventresca de pirarucu com camarão
Ingredientes da culinária regional com um toque sofisticado
Cardápio regionalíssimo Já ao sentar no bistrô Mon Plaisir é possível sentir como se estivesse em qualquer um dos melhores restaurantes franceses, o clima agradabilíssimo e ao mesmo tempo descontraído do local, proporciona uma sensação de bem-estar que se completa ao serem servidos os pratos. É nesse momento, em que se dá a primeira garfada, que vem à mente a recordação de que se está em Manaus, pelo sabor inconfundível dos temperos e peixes regionais.
De acordo com Bianca Paes, pessoas de todas as partes já se renderam aos sabores amazônicos, como o tucupi, o pirarucu, o açaí, tucumã e muitos outros. “Estando aqui, no meio de toda essa riqueza de gostos, não podemos fugir da nossa essência, o que também não impede de combinar essa característica nossa com a culinária de outros países, como a francesa, por exemplo”, conclui a chef.
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O poder de multiplicar qualidade ALITA MENEZES Equipe EM TEMPO
Uma entidade nacional, sem fins lucrativos e que há 25 anos ajuda a construir um ambiente empresarial mais favorável aos negócios no setor de bares e restaurantes, assim é a Abrasel – Associação Brasileira de Bares e Restaurantes, implantada em Manaus desde 1999 e que atualmente é presidida pela empresária Janete Fernandes, que explicará um pouco mais sobre os desafios da entidade
ndeseársia rnaem e F e pr t e n Ja
ELENCO: Quantos associados há na capital amazonense e como é estar à frente de uma categoria em plena expansão? Janete Fernandes: Atualmente contamos com 170 associados e nosso maior objetivo é fortalecer a representatividade do segmento de Alimentação Fora do Lar, o mais respeitado na sociedade e no âmbito governamental. Temos o desafio diário de auxiliar os empresários do setor na busca da profissionalização e sucesso em suas empresas, por meio de palestras, cursos com novas tendências, cozinhas shows e feiras, contribuindo também
para o desenvolvimento do turismo local. ELENCO: Manaus, cada vez mais, adere à cultura de bar e restaurantes. Comparando com o sul do país, que é mais tradicional nesse segmento, a cidade está em que patamar? Janete Fernandes: O segmento de Alimentação Fora do Lar tem crescido muito, de 7% a 10% ao ano, o que confirma que o segmento de bares e restaurantes cresce mais até que os demais segmentos do comércio. Em Manaus, começamos com um movimento muito tímido e limitado, hoje contamos com uma infinidade de opções com as mais variadas gastronomias, que têm apostado na melhoria de seus serviços e, certamente, se equiparado ao restante do país. ELENCO: Você, como presidente da Abrasel, é também uma amante dos barzinhos? Janete Fernandes: Sim, sou amante da boa gastronomia, da boa música e, sobretudo, do bom serviço. Como empresária do segmento estou sempre em contato com os outros colegas, prestigiando o que a culinária regional tem de melhor.
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Alta gastronomia Local de muito bom gosto, com uma decoração incrível e paladar requintado, sem perder o foco regional O restaurante com nome francês denominado Village, que significa vilarejo, com 15 anos no mercado, passou por várias transformações desde a decoração até o menu. Com o mesmo requinte de sempre, o Village mudou e atualmente oferece um amplo cardápio regional aliado a toques sofisticados da cozinha internacional. Um dos pratos mais apreciados pelos frequentadores são os peixes nobres da região como o tambaqui. Segundo o gerente do local, Natanael Costa Cruz, além do tambaqui, outro peixe que não pode faltar no cardápio é o pirarucu. O alto astral do restaurante pode ser conferido tanto durante o almoço como também no jantar e, apostando cada vez mais em um público jovem, o menu foi ajustado para atender vários bolsos. “Foi preciso adaptar um cardápio mais regional e barato, porque Manaus tem pessoas de outras cidades que querem comer algo daqui, e também pagar mais barato, pois o público da cidade não está acostumado com a cultura de comer bem em um restaurante, sem se importar com o valor’’, diz Natanel. Um ambiente de aparência refinada não pode deixar de apresentar a variedade de vinhos que a casa possui. Diferencial autenticado, o local dá sugestões de pratos para harmonizar com um certo tipo de vinho e isso, segundo Natanel, também é algo singular. O gerente afirma que o vinho deve combinar com a comida, ser servido de forma correta e até dá dicas de como deve ser colocado à mesa. “’Tudo é uma questão de preparo. A sugestão, degustação e a forma como é colocado para o cliente’’, conclui.
O Village oferece aos seus clientes pratos regionais com um toque de sofisticação e bom gosto
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ALITA MENEZES Equipe EM TEMPO
Pode até parecer clichê, mas de fato um bom prato se come também com os olhos. A apresentação dos pratos revela ainda muito de seus criadores, que mais que chefs de cozinha são verdadeiros artistas Com perfis completamente diferentes e atuando em áreas distintas do segmento gastronômico, os chefs Thiago Santana, Gabrielle Harb e Bianca Paes participaram de um divertido encontro promovido pela Elenco para revelar um pouco mais do magia da profissão. Realizado na badalada cozinha do bistrô Mon Plaisir a reunião aconteceu em tom de descontração e ficou nítida a união entre os colegas de profissão que, entre uma pergunta e outra, acabavam trocando também receitas e truques da culinária. “Uma coisa eu sei que todos temos em comum, valorizamos os sabores da região”, fala a jovem e talentosa chef Bianca Paes, pupila do renomado mestre da cozinha francesa, Laurent Suaudeau, em Manaus há pouco mais de dois meses, exclusivamente para assumir a cozinha do Mon Plaisir. Thiago Santanta, que além de proprietário, também está à frente da cozinha do
bar e restaurante Ferrugem, completa dizendo que existem uam infinidade de sabores a serem explorados dentro das próprias comidas típicas do Amazonas e que podem ser perfeitamente inseridos na culinária de outras localidades. “Cada viagem que faço eu trago novidades que podem ser incorporadas aqui, assim como também faço questão de levar os nossos ingredientes para os clientes de fora”, conta. Atuando no delicioso mundo dos doces, a expert Gabrielle Harb diz que mesmo que se busquem os melhores chocolates belgas para sofisticar as guloseimas, são os recheios com as frutas regionais que dão um toque especial nas suas criações. Dona de um estilo despojado e divertido, é na cozinha que Bianca, ou simplesmente Bia, mostra todo seu potencial, misturando o glamour das criações francesas ao paladar genuinamente amazonense. “Desde que assumi o Mon Plaisir já modifiquei a apresentação de todos os pratos, para cada um eu dou um toque diferente que o torna único. Esse cuidado é algo que conquista o cliente antes mesmo de provarem a comida”, defende. Nascida em berço gastronômico, Bia é sobrinha de Helena Brito, dona do Village Restaurante, que foi quem a introduziu no universo mágico da culinária.“
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Thiago Santana, Gabrielle Harb e Bianca Paes, o trio de chefs que brinca com a culinária
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Comida de boteco Uma língua na chapa com champignon e farofinha brasileira, ou, que tal um petisco de coração de frango flambado no conhaque com pimentão colorido e farofa com manteiga de garrafa? Esses são apenas alguns dos petiscos criados por Thiago Santana, que lhe renderam os prêmios de primeiro e terceiro lugares no concurso Comida di Buteco em 2011 e 2012, respectivamente. O concurso foi criado em 2000, em Belo Horizonte, e tem como finalidade estimular a culinária do local em que é realizado, assim como a tradição dos estabelecimentos nas cidades. “Adoro cozinhar e experimentar coisas novas e é exatamente essa inquietação que faz com que a gente esteja sempre se atualizando e proporcionando novas sensações ao público”, comenta Thiago.
Culinária açucarada Conhecidíssima das festas infantis, a chef Gabrielle Harb, que por si só já é um doce de pessoa, prima não só pelo sabor de suas guloseimas, como também pela apresentação dos seus famosos cupcakes. “É diferente você comer um brigadeiro simples que um mais elaborado e que te conquiste já no primeiro olhar, o encanto do sabor adocicado do chocolate ganha nova nuançe quando o enfeite do doce também te conquista”, afirma Gaby, como é carinhosamente chamada. Para a doceira, as guloseimas são uma atração à parte, uma vez que o grande momento de muitas festas é a mesa do bolo e dos doces. Alguns são mais discretos, outros bem mais coloridos, mas todos têm seus encantos, que, sem dúvida, são capazes de mudar o humor de qualquer pessoa, deixando tudo muito mais encantador.
MÁRIO OLIVEIRA
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#gastronomia
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Quem come jaraqui, Não sai do Galo Carijó
Mário Adolfo Diretor de redação do EM TEMPO
HUDSON FONSECA
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Em julho de 1988, o então presidente da Federação das Indústrias do Estado do Amazonas (Fieam), João de Mendonça Furtado, chamou um de seus assessores, meteu a mão no bolso, separou um dinheiro e pediu para que ele levasse uma alta executiva do Banco Interamericano de Desenvolvimento para almoçar no “melhor restaurante de Manaus” No outro dia, chamou o rapaz e perguntou: — Para onde você levou a moça? — Ao Galo Carijó! — Tá ficando maluco? – berrou Furtadão, ameaçando demitir o assessor. Em seguida, pegou o telefone para se desculpar com a executiva. Mas a moça, gentilmente, agradeceu e disse que nunca tinha comido um peixe tão bom. “Adorei o tal do jaraqui com baião de dois e tucupi. Hoje estou retornando lá”. João Furtado, que tinha um coração do tamanho do mundo, deu até uma gratificação ao seu funcionário. O que encantou a assessora do Bird é um prato que vem agradando os habitantes de Manaus há precisamente 39 anos: Jaraqui frito, com baião de dois, salada de cheiro-verde, cebolinha, tomate e cebola; tucupi, pimenta-murupi e farinha do uaranin. Ah sim, não esqueça a cerveja estupidamente gelada. Localizado na rua dos Andradas, 536, no coração de Manaus, o restaurante Galo Carijó foi criado por Alfredo, já morto. O nome foi dado em homegem ao Atlético rio Negro Clube, de quem Alfredo era torcedor fanático e cuja mascote é um galo. Ocupando um velho casarão próximo à zona portuária de Manaus, tendo o Rio Negro como pano de fundo, Alfredo teve uma grande sacada: trabalhar somente com peixe frito – jaraqui, tambaqui, cará, sardinha, pacu e o “peixe-rei, tucunaré. O popular jaraqui, o preferido da maioria, sai por R$ 15 servido com baião de dois - salada é opcional. O tucunaré pode ser saboreado porR$ 40, para duas pessoas e também vem à mesa com baião de dois, vinagrete, pimenta no tucupi e farinha do uarini “ova”. As mesmas guarnições acompanham o tambaqui em pedaços (R$ 80 para quatro pessoas). O restaurante serve todas as cervejas e os verdadeitros guaranás da Amazônia – Baré, Magistral, Real e Tuxaua. Uma forte característica do Galo Carijó é que ali “traçam” o peixe frito estudantes, políticos, figurões da sociedade, executivos, presidentes de entidades, jornalistas e trabalhadores portuários, estivadores e carregadores do mercado municipal. Por isso, não se espante se um dia vocês estiver almoçando bem ao lado do poeta Thiago de Mello e, de trepente, um gato vagabundo roçar a sua perna, farejando migalhas de peixe.
Um dos lugares mais tradicionais da cidade dedicado à culinária regional
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Sofisticação com sabores da terra WANDILSON PRATA Especial EM TEMPO
Você já ouviu falar em macarron? Não vai pensando que é uma comida italiana com aquele molho de tomate Na verdade macarron é um doce com vários tipos de cores e recheios trazidos da culinária francesa, que a chef Érica Silveira Rodrigues, de 23 anos, trouxe da França para a cidade após concluir sua especialização em culinária francesa. Mas a novidade é que ela inovou os produtos com sabores da Amazônia e
Os doces tradicionais ganharam um toque regional
decidiu montar o Miss Doçura, que apesar de ser inaugurado a pouco menos de três meses, já conquista uma boa clientela na capital amazonense. Entre os macarrons mais produzidos na França estão o de baunilha, framboesa e chocolate, mas em Manaus o que vem conquistando o público local são os sabores regionais de cupuaçu e açaí, que vendem até 600 unidades por dia. Localizado no bairro Adrianópolis, o estabelecimento todo climatizado oferece diversos tipos de pães artesanais, doces e sanduíches com sabores re-
gionais e também da culinária francesa, que são produzidos com uma equipe dividida entre padaria, confeitaria e cozinha quente, onde os produtos são feitos em um ambiente todo higienizado, tudo para agradar os clientes. Mas o macarron, o doce colorido com formato de um biscoito gigante que fica exposto nas vitrines com 12 sabores, parece até pecado colocar na boca por parecer um brinquedo. Os sabores são: chocolate amargo, damasco, framboesa, limão ciciliano, café, coco, pistache, baunilha, brigadeiro, cupuaçu e o açaí.
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dos sa
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drigues Olívia Ro empresária
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veira Érica Sil empresária
Investir em novidades De acordo com a empresária Olívia Rodrigues, a casa, apesar de recém-inaugurada, vem trabalhando com inovação e adaptação dos produtos voltados à realidade da região amazônica. “Aqui buscamos mostrar a culinária francesa e também adaptar com os sabores da nossa região, pois no mundo de hoje, precisamos pensar na gastronomia com uma
visão voltada para o conhecimento, produto e tecnologia, porque isso faz todo o diferencial”, diz Olívia. Para Érica, a ideia é sempre oferecer novas receitas e produtos para sua clientela. “O macarron veio e está conquistando crianças, jovens e adultos, e o objetivo daqui para a frente é sempre inovar e trazer outros novos sabores”, garante.
stres A loja também oferece uma variedade de doces regionais
O macarron pode ser encontrado em vários sabores e cores
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Elenco #gastronomia
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Mania
Bom atendimento, conforto e um cardápio apetitoso que já está virando mania em todo Brasil são serviços encontrados em uma churrascaria de Manaus A churrascaria Picanha Mania, uma empresa amazonense com o diferencial do bom atendimento e conforto aos seus clientes, tem como especialidade o saboroso cardápio “picanha no bafo”, uma delícia preparada com uma técnica exclusiva que deixa a carne bem suculenta e saborosa. Com isso, o restaurante já é preferência dos manauenses.
Para atender a todos os tipos de clientes, a Picanha Mania, além do cardápio variado de carnes, principalmente a picanha, oferece outros tipos de comidas como o frango, a linguiça com queijo picante, linguiça toscana, entre outros. Vale ressaltar, que todos os pratos acompanham o arroz com brócolis e a maionese, que, aliás, é o item mais pedido e uma novidade que surgiu junto com a picanha no bafo, conforme explica a gerente operacional, Franci Lima. A variedade da casa não acaba na tradicional picanha, quem gosta de uma boa sobremesa também pode contar com opções saborosas.
A Picanha Mania tem uma estrutura ampla que suporta um total de 440 lugares, ambiente climatizado, com um brinquedoteca para a diversão das crianças e segurança dos pais. Outro diferencial da empresa é um espaço fechado para eventos, que aceita reservas por telefone. A churrascaria se destaca pelo ambiente agradável, bonito, aconchegante e familiar. Além do atendimento de excelente qualidade, o Picanha Mania trabalha com preços acessíveis e oferece serviços como: entrega em domicílio e translado-mania, um serviço para quem deseja conhecer o restaurante e está disponível para empresas locais.
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em Manaus
Além da tradicional picanha no bafo, a casa oferece variedade de linguiças e queijos assados na brasa e arroz com brócolis
Bom preço e qualidade Basta telefonar e agendar horário e local, tudo sem nenhum custo adicional. O delivery e eventos externos são exclusividade do Picanha Mania da Constantino Nery e Ramos Ferreira. Além de proporcionar o serviço à la carte nessas duas unidades, o restaurante trabalha com o ‘’food express’’ em outras unidades, geralmente em shopping centers, que suportam uma variedade de pratos prontos. De acordo, com o gerente-geral, Marcos Teixeira, os preços variam muito e de acordo com o
consumo do cliente e os pedidos do cardápio, mas ele considera que, nesse ramo de atuação, a casa pratica os melhores preços da cidade. Ainda segundo ele, a trajetória surpreendente da empresa foi planejada por uma administração que prioriza a qualidade do produto, do atendimento e da infraestrutura. Para mais informações e os endereços da churrascaria Picanha Mania em Manaus é só acessar o site www.picanhamania.com.br ou pelo tel. 3655-1000.
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AMAZONAS EM TEMPO Manaus, domingo, 16 de setembro de 2012
Alquimia de sabores Convido vocês para uma viagem inesquecível ao mundo dos sabores extraordinários da nossa Amazônia E por falar em viagem nós somos um povo que, pintou um feriado, lá vamos nos aventurar em busca de novos lugares, novas paisagens, novos paladares. Falando sério, levamos sem pudor na mala as farinhas, o peixe a castanha (novinha) o tucupi e tudo o que der. Quando chegamos em outro lugar e estendemos a toalha com nossas iguarias o povo arregala os olhos e saliva de desejo, eu diria que é quase um momento erótico, aliás, comer dá um prazer incomensurável... Mas vamos destrinchar essa conversa, já que somos comensais! Começo pelo Mercadão, aliás, nada melhor do que acordar cedinho num
domingo e pegar o rumo de lá, menina é uma alegria sentir o nosso cheiro e ver a nossa gente como ela é. Só se conhece uma cidade verdadeiramente quando se vai ao mercado, ali temos o retrato real do lugar. Sem medos e sem frescuras, vamos com os sentidos aguçados para fazer as melhores compras. Geralmente começo pelos peixes, aquela faca afiada limpando o peixe e tirando as espinhas é de uma maestria que parece um bailado minuciosamente coreografado. A variedade é imensa: tambaqui, pirarucu, tucunaré, pescada, pacu, matrinxã, jaraqui e os peixes lisos que passamos e torcemos o nariz, (desculpem os que curtem) mas acho que nosso preconceito começa porque ele escorrega e amazonense gosta mesmo é de segurar com as duas mãos.
Norma Araùjo Apresentadora de TV e jornalista
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Na mesa de um amazonense não pode faltar a farinha como acompanhamento
É para comer rezando...
A variedade de peixes possibilita a diversidade no cardápio
O exótico jambu se destaca entre os temperos da boa terrinha
Nossos peixes são de um sabor especial, uma calderada de tucunaré bem temperada com chicória, cebolinha, coentro, pimenta de cheiro e o pirão no ponto, tem seu valor! Que tal um tambaqui assado na brasa que vai pingando aquela delícia toda? Achou pouco? E o pirarucu tipo à milanesa bem sequinho com vinagrete e um purê de batata baroa? Mana, tem tantas receitas dos deuses que não dá para descrever. Vamos para as farinhas, o que é aquela farinha de macaxeira que quando você derrama no pote faz uma nuvem de poeira de tão fina que é! E por falar nisso, vocês sabem fazer uma farofa de babar? Mana, é assim: põe a margarina na panela e deixa derreter bem, quando estiver bem quentinha põe a farinha e mexe sem parar no fogo baixo até ficar quase morena........ é de enlouquecer!!!! Acho que é por isso que quando se tem um filho no exterior e ele liga, a primeira frase é: e a farinha? Estou morrendo de saudades.... É mole? E a amarela? A ovinha do uarini? O que é aquilo torradinha no forno? E a cena daqueles seres descascando o tucumã e a castanha? Tem coisa melhor que um sanduíche de tucumã com queijo coalho? E uma tapioca
bem fininha com aquela manteiga derretida? E o nosso abacaxi? Tem igual no mundo????? Manos não dá para descrever tanta maravilha. O tucupi é um capítulo a parte a começar pela cor, parece um rio barrento carregando os segredos do mundo. A sua mistura com o jambu o camarão seco e a goma, mais parecem um mini-caldeirão da vidente desvendando seu futuro..... A língua treme e suamos de prazer! Hoje, nossas iguarias são motivo de pesquisa dos maiores chefs do mundo. Eles chegam caladinhos, se embrenham por todos os lugares e saem recriando e sofisticando os sabores numa alquimia mágica que une pessoas. E é aí que está o “pulo do gato”. A gastronomia é um dos grandes prazeres do homem! Ela junta, faz rolar a conversa, faz o povo gemer de prazer, tira a pessoa do sério instalando o bom humor, dá uma leveza de alma tão necessária nos dias de hoje! Nossos sabores são tão exóticos e quentes como nosso verão, e agregam definitivamente, à marca Amazônia mais valor e a vontade incrível do povo do mundo vir conhecer, portanto nosso orgulho tem que ser do tamanho dessa delícia! Bom apetite!
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O prazer de servir bem
ALITA MENEZES Equipe EM TEMPO
Mais que profissionais gabaritados, eles são verdadeiros amantes da culinária e da produção de eventos, assim podemos descrever os banqueteiros de profissão, pessoas que encontram a satisfação do trabalho tornando sonhos em realidade Há 30 anos à frente do Dulcila Festas e Convenções, dona Dulcila Luniére é, sem dúvida, o primeiro nome que vem à mente quando o assunto é organização de bufês. Caprichosa como só ela, está sempre buscando algo novo para oferecer aos clientes. “Mesmo quando trabalho com pessoas que já têm seu ceri-
monial contratado não deixo de estar presente em todos os detalhes, e quando acho que algo não cai bem tenho o cuidado de colaborar para que tudo seja perfeito”, disse a empresária. Declaradamente apaixonada pela culinária, Dulcila revela com franqueza que não é do tipo que se prende a receitas. “Eu mantenho um cardápio tradicional, mas estou sempre à procura de novos sabores, reinventando receitas”, conta. Para a dona de bufê, trabalhar com esse segmento é trabalhar com a realização de sonhos, pois cabe também aos banqueteiros cuidar para que a festa planejada a tantos meses seja perfeita e fique para sempre na lembrança dos clientes e convidados.
Os banqueteiros são responsáveis por toda a organização dos eventos
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Nasser Charufe empresária
oelho Denise Cempresária
uniére Dulcila L empresária
Dedicação exclusiva Hoje, com uma média de quatro eventos por semana, dona Dulcila Luniére recorda do início da carreira. “Sempre amei cozinhar, fazia festas de familiares e amigos e depois que me aposentei resolvi tornar o hobby em profissão, abrindo meu primeiro espaço no bairro Aleixo”, conta. Atualmente, o Dulcila Festas e Convenções do Aleixo passa por uma reforma. O local será modificado para receber eventos do segmento imobiliário e do setor de arquitetura, além da nova loja Decor. O mundo em sabores Uma chef desde muito nova, Charufe Nasser fez do seu prazer por cozinhar uma maneira de adquirir seu sustento, e mais, de
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levar muito mais sabor à vida das pessoas. Acostumada a organizar os comes e bebes dos eventos familiares, ela aprimorou sua culinária viajando por diversos países do mundo, sendo a comida árabe sua principal especialidade. “Já são 25 anos de profissão e eu sei que fiz a escolha certa, porque apesar do trabalho exaustivo eu me sinto realizada”, destaca. “Algo comum a todos os colegas de profissão deve ser o zelo por apresentar sempre o melhor”, conclui. Muito simpática Charufe diz, em tom de brincadeira, que não ousa se comparar a Dulcila Luniére. “Ela é uma mestra e acredito que tem muito a acrescentar no mercado local”, diz. “A cozinha para mim é um eterno laboratório e os cozinheiros são cientistas. Vivemos
sempre experimentando novos sabores”, finaliza. Tratamento especial Para falar em exclusividade no atendimento é preciso citar Denise Coelho, que há 22 anos atua no segmento de banquetes e faz questão de não marcar mais de um evento por dia. “Gosto de estar presente em todos os momentos, acompanhar a cada etapa de perto para garantir que tudo saia perfeito”, afirma. Conhecida pelo seu perfeccionismo, a dona do Denise Coelho Buffet defende que a organização é imprescindível. “Eu costumo dizer que a gente passa a fazer parte da vida das pessoas, cria-se uma ligação pessoal e participar diretamente para que um evento se concretize é realmente uma responsabilidade muito grande”, conclui.
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Tradição que se reinventa GUTO OLIVEIRA Equipe EM TEMPO
O doce dos doces se reinventa a cada dia. Apesar de o brigadeiro tradicional estar no topo das preferências, novos sabores veem ganhando espaço e a aprovação dos brasileiros Estamos falando dos brigadeiros gourmet, que invadiram o mercado com a combinação perfeita entre sabor e estilo e tornaram-se também uma excelente opção para presente. A diferença entre um brigadeiro tradicional e um gourmet está apenas na qualidade dos ingredientes e nos pequenos detalhes da receita. Recheados com bolo, cobertos com confeitos crocantes e com sabores de café, banana, castanha e até caipirinha... não há limites para deixar os brigadeiros ainda mais saborosos! A história do doce famoso das festas infantis começou a ficar conhecido em 1945, durante a campanha presidencial do brigadeiro Eduardo Ribeiro, o doce era servido durante os encontros políticos e ficou conhecido como o preferido do então presidente. A precursora dos brigadeiros gourmet no Brasil foi a chef Juliana Motter, doceira que comanda o Maria Brigadeiro, espaço em São Paulo dedicado ao doce. Por aqui, a tendência foi introduzida pelas empresárias Hellen Cavalcante e Lívia Gonçalves da brigaderia Suprema, com mais de 30 sabores feitos com chocolates belgas. Entre os mais pedidos estão pistache, noar, tradicional e chocolate branco e em breve devem ser lançados novos sabores.
Da simplicidade dos primeiros, aos novos brigadeiros, já rolou muita criatividade
Manaus
dos mil sabores
Elenco indica
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VERA LIMA Equipe EM TEMPO
A culinária amazonense cresceu e apareceu, até mesmo no cenário internacional, onde ganhou vez e voto com a diversidade dos produtos regionais, incluindo a popularidade do poderoso açaí, a peculiaridade do sabor do cupuaçu e a fartura de peixes, com uma lista que abrange mais de duas mil espécies, sendo cerca de 450 apenas no rio Negro. Não é para menos que a gastronomia amazônica hoje seja uma fonte inesgotável de criatividade para chefes nacionais e internacionais que, usando bom gosto e talento, conseguem reunir a riqueza dessa culinária local, exótica e rica, com os mais diversos sabores dos diferentes recantos do país e do mundo. O resultado é uma agradável surpresa aos mais exigentes paladares. Essa culinária nativa que aos poucos foi sendo acrescentada com um toque daqui e dali, somando culturas de todos os cantos, hoje não tem mais uma cara definida, ao contrário, é um mosaico de cores e sabores que
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dispensa definições e depende apenas do paladar. Nesta edição, a Elenco mostra uma pequena variedade dessa riqueza gastronômica que retrata a história de um povo, sua cultura, seus costumes e tradições, e as influências marcantes de outros povos que aqui chegaram e ficaram. Uma prova inegável dessa integração culinária está na variedade dos pratos genuinamente amazônicos que hoje se apresentam com sutis toques da culinária oriental, árabe, italiana, enfim, internacional. Essa riqueza de gostos e costumes está retratada na variedade de restaurantes com suas respectivas especialidades. Manaus hoje é isso, essa soma de um pouco do Brasil e do mundo, que está retratada em uma culinária saborosa que prima pela diversidade, que vai da simplicidade da tapioca com castanha, ao exótico e saboroso sanduíche de tucumã com queijo coalho e ao sofisticado tambaqui ao molho de nozes. Deu água na boca? Pois então confira algumas dicas e bom apetite.
Guia de gastronomia
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Alentejo Um dos pratos mais procurados, o bacalhau, é o “queridinho” deste restaurante tão tradicional da capital amazonense que apresenta as melhores delícias da cozinha portuguesa. Onde: Rua Pará, 555, Vieiralves. Bairro Nossa Senhora das Graças. Telefone: (92) 3233-7300
os quitutes e iguarias típicas com destaque para o frango com quiabo, maminha grelhada, feijão tropeiro, feijoada com torresmo e uma deliciosa costelinha. Onde: Studio 5 Festival Mall – loja 6 – piso térreo – Distrito Industrial Telefone: (92) 32376038
Da Itália cozinha am Banzeiro O melhor da culinária regional para agradar os mais exigentes paladares. Aceita reservas por telefone ou e-mail: contato@restaurantebanzeiro. com.br. Onde: Rua Libertador, 102 - bairro Nossa Senhora das Graças. Telefone: (92) 3234-1621
Choupana O Choupana tem um cardápio variado que traz muito pato no tucupi, risoto de peixe com camarão, bacalhau, tambaqui no tucupi e caldeirada de tucupi. A casa tem ainda as opções de filé chateabriant e filé choupana. Onde: Rua Recife, 790, Adrianópolis Telefone: (92) 3248-3636 Bela Mineira A especialidade da casa são
O Lenhador O destaque da casa é a típica tartarugada, mas o restaurante também oferece peixes regionais e o tradicional pato no tucupi. Além das delícias da culinária local, o espaço dispõe de um mix da cozinha internacional. Onde: Av. do Turismo, 2371 – Tarumã Telefone: (92) 3239-0004
Peixaria Moronguêtá Localizada em frente a um dos mais belos cartões postais de cidade, o encontro das águas, a casa oferece como especialidade tambaqui, que pode ser servido de acordo com o gosto do cliente. Onde: Rua Jaith Chaves- 30, porto da Ceasa, Vila Felicidade Telefone: (92) 3615-3362 Recanto do Peixe Quem aprecia os peixes regionais não pode dispensar
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uma visita ao local, que oferece costelas de tambaqui assada na brasa e matrinxã sem espinhas, além do popular jaraqui frito com baião de dois e farinha do Uarini. Onde: Av. Sul, 319, Conjunto Ajuricaba Telefone: (92) 3654 3930
Pekin A especialidade é uma sopa que traz o nome da casa e é feita com tofu (queijo de soja), carne de porco e legumes, mas o restaurante oferece inúmeras outras possibilidades. Onde: Av. Humboldt, 529, São José Telefone: (92) 3644-8889
a para a mazonense Restaurante Tabule Uma união de sabores da cozinha árabe com as delícias da culinária amazônica faz a diferença no Tabule, que também oferece rodízio de pizzas com sabores tradicionais e especiais, como pirarucu e chocolate. Onde: Rua Pará, 3- São Geraldo Telefone: (92) 3234- 4290
Shi Suzuran Uma deliciosa combinação da cozinha japonesa com a culinária regional é marca registrada da casa que oferece, entre outras coisas, o sushi vitória-régia, uma saborosa receita de tucunaré frito com folhas de alga e gengibre. Onde: Avenida João Valério, 762 – Vieiralves Telefone: (92) 3584-4429 Japa Food Para ir além do tradicional, o restaurante aliou o famoso sabor oriental com as especialidades da cozinha regional e uma pitada da culinária americana. Onde: * Rua Acre, 3- Vieiralves Telefone: (92) 3584-3746
Ristorante Fiorentina A casa é nome tradicional quando o assunto é massa. Dentre as especialidades, destaque para a lasanha campestre gratinada com molho bolonhesa e mussarela. Onde: Praça Heliodoro Balbi, s/n - Centro Telefone: (92) 3215- 2233 Palazzolo Especialista em massa, o restaurante também tem pratos atrativos com o carré de cordeiro ao molho de vinho tinto, ou para quem preferir peixe, uma tradicional caldeirada de tambaqui. Onde: Av. Djalma Batista, 1375, loja 12 Vieiralves Telefone: (92) 3584-4999 La Farruca O diferencial da casa, além dos tradicionais cortes de carnes nobres é o frango na brasa,. O restaurante tem a tradição de um excelente serviço de entradas com uma deliciosa sopa de capelletti. Onde: Rua Pará, 415, Vieiralves
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Telefone: (92) 3584-6853 El Toro Loco Além do delicioso rodízio de carnes com os melhores pratos da culinária gaúcha, a casa oferece massas, cozinha regional e oriental. Onde: Avenida do Turismo, 215, Tarumã Telefone: (92) 3631-2557 Rancho Búfalo Oferece deliciosos churrascos, além de um serviço de bufê com saladas e delícias regionais e uma ilha da cozinha oriental. Onde: Avenida Constantino Nery, 2500, Planalto Telefone: (92) 3659-4000 Casa do Bacalhau O nome já diz tudo sobre a especialidade da casa, que oferece rodízio durante a semana com bacalhau em cinco versões. Onde: Rua Paraíba, 1587Adrianópolis Telefone: (92) 3642-1723 Barbacoa A casa oferece um cardápio rico em iguarias para o cliente mais exigente e traz, dentre outras especialidades, costela de carneiro, grelhados de carnes nobres e peixes regionais. Onde: Manauara Shopping, piso Castanheira – rua Recife Adrianópolis Telefone: (92) 3659-3448
Empório dos Reis A casa é uma inusitada mistura de bufê, rotisserie e bistrô. Onde: Rua Rio Madeira, 193Vieiralves Telefone: (92) 3584-1488 Stravaganza O restaurante apresenta um cardápio variado e sofisticado com peixes regionais, frutos do mar e sobremesas diferenciadas, como peras assadas com recheio de nozes. Onde: Rua Recife – 1000 – Hotel Mercure – Adrianópolis Telefone: (92) 3584- 1100 Tortas e Tortas A casa apresenta mais de 40 sabores ao gosto do cliente. Entre os mais populares destacam-se as tortas de cupuaçu e morango,. Onde: *Amazonas Shopping – piso 2 – Chapada Telefone: (92) 3642 -8000 Dolce Vitta Variedade de doces e salgados fritos e assados. O café é preparado com grãos orgânicos e servido em várias opções. Onde: Av. Djalma Batista, 1255 Telefone: (92) 3234-0475 * O estabelecimento tem outros endereços.
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Um bufê variado e impecável é oferecido à clientela do restaurante
cliente Ao gosto do
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“Já diz o ditado quando a comida é boa o público é fiel e no caso do restaurante D’Gust esse público é classe A”, é o que afirma a diretora da casa Janete Fernandes Aberto de segunda a sábado para almoço, das 11h às 15h, o restaurante de comida a quilo tem como público principal advogados e empresários que buscam por uma refeição de qualidade, mas que seja de rápido atendimento.
Situado na rua Maceió, n.º 437, Vieiralves, bairro Nossa Senhora das Graças, o D’Gust recebe também o público em geral, acostumado com bufê impecável, servido pelo carinhosamente chamado chef preto e dona Fran. Durante a semana, o preço do quilo é de R$ 39,90 e aos sábados R$ 49,90, com direito à deliciosa iguaria da região: tartaruga. Além dos acompanhamentos sempre incrementados com legumes e verduras, o bufê traz várias opções de saladas e pratos mais trabalhados como bacalhau e massas sofisticadas.
Com cinco anos de funcionamento, o D’Gust conta com 16 funcionários que não deixam nada a desejar no atendimento, com bandejas sempre bem servidas, higiene e organização, além de sempre estarem com um sorriso no rosto para bem servir aos clientes. Para Janete Fernandes, muitos são os prazeres de se trabalhar no segmento alimentício, como a prestação de serviço à sociedade, que devido a vida agitada do mundo contemporâneo nem sempre pode comer em casa, então precisa ter uma alimentação fora de seu lar.
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Música ao vivo “A geração de emprego e renda é outro prazer, você está possibilitando o sustento de famílias ao empregar pessoas. Não existe rotina para quem trabalha com restaurante, é preciso estar antenado sempre às mudanças, novas tecnologias e, sobretudo à concorrência”, completa a diretora. Indagada se o prazer se restringe ao ambiente profissional, Janete foi rápida em responder que em casa também é uma amante da cozinha. “É cozinhando que me aprimoro e experimento coisas novas, esse é um hábito importante para quem trabalha com o
segmento gastronômico”, finaliza. Sexta do chorinho Assim foram batizadas as noites de sexta-feira do D’Gust, o dia da semana escolhido para fugir da rotina e oferecer aos clientes uma opção de jantar deliciosamente divertida. O jantar ao som do ritmo do choro, tocado ao vivo, começa a partir das 20h, se estendendo até depois da meia-noite e, segundo a gerente do local, novos projetos de cultura e entretenimento estão sendo trabalhados. Então, é só aguardar por novidades.
O D’Gust prima pelo bom atendimento e cardápio excelente
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Mais que um
hot dog Foi se o tempo que cachorro quente era sinônimo de pão com salsicha. Depois da invenção manauara do famigerado Kikão, com recheios mil, eis que surge uma nova forma de comer o bom e velho hot dog Atualmente, tem alguns que dão mais trabalho e equivalem a uma refeição. Que o diga quem já fez um pit stop no Doggis da praça de alimentação do Amazonas Shopping e experimentou um. Um Na-
politano (R$ 9,90) vem com salsicha, claro, só que extra de 18 cm, batata palha, mais molho tradicional de tomate, queijo cheddar, catchup e ainda acompanha batata frita e refrigerante de 500 ml. Também tem o Brasileirinho, como não poderia deixar de ser. Um cachorro clássico com molho tradicional, ervilha, milho e maionese. Mas quem preferir pode optar pelo tradicional com salsicha de 15 cm (R$ 3,50) ou com de 18cm (R$ 5,90). Mas isso é lanche. Dependen-
do da fome, a pedida é um Max-Combo – cachorro quente completo, mais batata frita média, refrigerante, sundae e três pastelitos (R$ 14,90). De sobremesa sorvetes: Cascão (R$ 3,00), Casquinha (R$ 1,50) ou um Ciclone (R$ 5,20) Há mais de 15 anos no mercado, a Doggis possui 150 franquias pelo mundo. Em Manaus a franquia é do Grupo Alemã, que inauguou a unidade local na praça de alimentação do segundo piso do Amazonas Shopping.
O maxi-sanduíche vale por uma refeição completa