A caminho EXPEDIENTE
Já seguimos para a metade do ano de 2017 e as dúvidas no mercado agríco-
Em Folha é uma publicação da Alltech Crop Science Brasil
la brasileiro ainda soam muito fortes para todos os setores da cadeia produ-
Diretor comercial
tiva. Custos altos e a incerteza de preços seguros da produção agrícola são
Ney Ibrahim
pontos fundamentais que preocupam o produtor brasileiro e dificultam a
Gerente técnico
tomada de decisão.
Leonardo Porpino Alves Gerente de marketing
Mesmo assim a roda gira e o tempo segue. Em meio a tantas incertezas, o
Manuela Lopes
agricultor continua lutando e não desiste de sua atividade, promove as mu-
Responsável comunicação
danças necessárias, adapta-se à realidade e vai em frente. Essa flexibilidade
Rafael Antunes Alltech Crop Science Brasil Rua Curió, 312-B - Capela Velha Araucária - Paraná - CEP 83.705-552
do produtor brasileiro o faz ser admirado no mundo todo. Fora do Brasil, poucos suportariam tanta insegurança.
Email: cropsciencebr@alltech.com
Da mesma forma, seguimos em frente. Já vamos para a 5ª edição da nossa
www.alltechcropscience.com.br
revista Em Folha e o destaque agora vai para a produção de hortaliças e
Facebook: AlltechCropScienceBrasil
Produção Centro de Comunicação www.centrodecomunicacao.com.br Jornalista responsável
frutas, que merecem esse espaço pela competência com que o setor vem buscando melhorias na qualidade e na produção. Algo que pode ser notado por todos nas bancadas do varejo país afora. Também trazemos um destaque especial para o lançamento da linha de
Guilherme Vieira (MTB-PR: 1794)
fertilizante sólido da Alltech Crop Science, Gradative SR. São marcas que
Colaboração
agora fazem parte do nosso portfólio e vão contribuir para que nossos
Camila Castro
clientes continuem sua saga de produzir com qualidade e responsabilidade
Projeto Gráfico e Diagramação
sustentável.
Cleber Brito Impressão e tiragem Corgraf Editora Gráfica Ltda. 8 mil exemplares Foto capa Shutterstock
Desejamos uma boa leitura e lembre-se que em se tratando de soluções agrícolas, “é natural crescer com a gente!”. Ney Ibrahim Diretor comercial - ACS Brasil
ACS na mídia No primeiro semestre do ano, a Alltech Crop Science lançou sua nova campanha corporativa. Inspirada na tagline da empresa "É natural crescer com a gente", ela reforça a importância da parceria entre todos os elos da cadeia produtiva agrícola para o sucesso do agronegócio. As peças da campanha incluíram adaptação de logo, folder, anúncios em diversas mídias e ações em redes sociais, sendo direcionada aos públicos interno e externo. O assunto ganhou espaço em veículos especializados do setor como Portal do Agronegócio, Agroin, Campo & Negócios, entre outros.
Qualidade ACS
Receita para bons
resultados
Crop-SetTM impulsiona parâmetros de qualidade da uva no Vale do São Francisco Quem nunca visitou a região do Vale
mos os trabalhos visando ganho de
so: os produtos Bulk® e Liqui-Plex®
do São Francisco custaria a acreditar
diâmetro de bagas com resultados
CaMg+B. “Conseguimos uma unifor-
que em meio ao semiárido nordesti-
expressivos. Hoje, além dos ganhos
midade de cor fantástica, que o mer-
no se formou um dos maiores polos
de crescimento, estamos notando
cado precisa”, completa o consultor.
de produção frutífera do Brasil. Dali
melhor estrutura e crescimento do
saem frutas, principalmente uvas,
cacho, bem como um melhor com-
com qualidade para atender aos mais
portamento de toda a planta”.
altos padrões dos mercados nacional e internacional.
O consultor acredita que o tratamento proporciona aos produtores uma
Há 18 anos trabalhando na região,
forma de aumentar a rentabilidade
Lubarino de Souza presta consulto-
de suas frutas. “O Crop-Set™ interfe-
ria para mais de 400 hectares de uva,
re diretamente na rentabilidade da
atendendo a 25 empresas produtoras
produção, pois você consegue enviar
no Vale. “Hoje o mercado demanda
para o mercado uma fruta diferencia-
alta qualidade, com dois fatores princi-
da”, afirma.
pais: sabor e pós-colheita da fruta”, explica o consultor. Os produtores que
Lubarino ainda acrescenta outros dois
conseguem alcançar esses parâme-
ingredientes na sua receita de suces-
Hoje o mercado demanda alta qualidade, com dois fatores principais: sabor e póscolheita da fruta
tros se destacam diante dos outros. TRATAMENTO RECOMENDADO POR LUBARINO SOUZA NA UVA
Para fazer com que seus clientes atendam a essa demanda, L ubarino conta com o auxílio de um velho conhecido no Vale, o produto CropSet™. “Conheço a solução desde o início dos anos 2000, quando começa-
Crop-Set™
“Ele nos auxilia no crescimento e alongamento das bagas, além do ganho de produtividade, sem perder qualidade.”
Bulk®
“Conseguimos melhor maturação e uma uniformidade de cor fantástica, que o mercado precisa, sem perder qualidade no pós-colheita.”
Liqui-Plex® CaMg+B
“São três elementos extremamente importantes. Com ele, a gente obtém uma fruta com maior crocância, resistência, sem deficiências nutricionais e com ótimo pós-colheita.”
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Lado a lado
Preparados
para desafios Superar obstáculos, no campo e no mercado, é questão de planejamento Os produtores de hortifruti con-
maior valor ao produto no mo-
vivem com variação de oferta,
mento da venda.
demanda e, consequentemente, preço, durante todo o
De acordo com o consultor
ano. Por isso, planejar
Paulo Faria, da Copel Agropecu-
as ações é fundamen-
ária, que atende os produtores
tal para o sucesso na
de tomate da região do Triângulo
colheita e também
Mineiro, as principais preocupa-
na comercialização
ções na região são o controle de
desses
alimentos. ou-
qualidade e uma boa comer-
tra estratégia en-
cialização. "Os produtores de
contrada
pelos
tomate se planejaram, aposta-
tem
ram em novo manejo e em uma
sido o investimen-
nutrição mais balanceada para
Além
disso,
agricultores
6
pragas e doenças, a busca pela
to em qualidade e
conseguir melhor qualidade de
variedades diferen-
fruta. Quem conseguiu manter
ciadas, para agregar
um bom giro de capital, no início
do ano, tem expectativa de boa safra", explica. O
agricultor
Geraldo
Van
Leeuwen planta batata nas cidades de Ipuiuna e Pouso Alegre, na região sul de Minas Gerais, e seu produto é distribuído para todo o Brasil. Em todos os ciclos do cultivo, ele prefere sempre o pensamento positivo. "Não pode ter excesso de otimismo nem pessimismo, você tem que estar ciente que são fases. Por isso, é preciso se estruturar, saber que lá na frente tem um horizonte
Paulo Henrique de Faria Os produtores de tomate se planejaram, apostaram em novo manejo e em uma nutrição mais balanceada
Minas Gerais 1º estado em produção de
Batata
3° estado em produção de
Tomate
novo e isso tem futuro na bata-
Geraldo Van Leeuwen Não pode ter excesso de otimismo nem pessimismo, você tem que estar ciente que são fases
ta", conta. Pensando nisso, Leeuwen procu-
no futuro para ter um retorno
ra sempre investir em tecnologia
em qualidade e produtividade.
e produtos com foco na quali-
Mesmo que o custo da batata es-
dade do tubérculo. "A primeira
teja baixo, você não pode deixar
preocupação é colher batata
de investir", c omplementa.
boa, para então pensar na hora da venda, que é consequência. O
Para auxiliar os produtores que
solo da região já está exaurido,
atende, Faria sempre está aten-
pois há muitos anos se planta
to a novas pesquisas, conteúdos
nesses locais, por isso investi-
e informações relevantes. "Sem-
mos em produtos para esse tra-
pre trabalhamos pensando no
tamento e também na fase final
melhor para motivar o produ-
para a padronização do tubércu-
tor. Neste ano já vimos uma
lo", afirma.
recuperação dos preços e isso anima o agricultor." Além disso,
De acordo com Leeuwen, o con-
o consultor explica que existe a
sumidor busca esses resultados.
busca por uma agricultura cada
"Quando a pessoa compra uma
vez mais sustentável. "O pes-
batata boa no mercado, ela vai
soal vem apostando muito na
consumir efetivamente melhor.
qualidade de manejo e na mão
Se o produtor não tiver uma qua-
de obra mais qualificada. Procu-
lidade boa do que colhe, não che-
rando um manejo de nutrição
ga nem a arrancar a batata, ele
como um todo mais equilibra-
perde o campo. É preciso pensar
do", finaliza.
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Páginas verdes
Mercado
dinâmico
Analista do Cepea, Marina Marangon, avalia preços, custos e expectativas do setor de folhosas no Brasil Influenciado diretamente pelo clima, o cultivo de folhosas é caracterizado por ciclos curtos e, consequentemente, por um mercado altamente dinâmico. Dentro desse grupo, a alface se destaca como a folhosa mais consumida no Brasil e a terceira hortaliça em volume de produção, mostram dados da Associação Brasileira do Comércio de Sementes e Mudas (ABCSEM). Com diversas variedades, o alimento movimenta um montante de R$ 8 bilhões apenas no varejo, com uma produção de mais de 1,5 milhão de toneladas ao ano, aponta a entidade. Em 2017, a rentabilidade do produtor já apresentou números positivos, avalia a analista de mercado do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea Esalq/USP), Marina Marangon, que desenvolve pesquisas focadas em alface.
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Como acontece a formação de preços no mercado de folhosas?
O início de 2017 foi considerado positivo para o produtor?
O principal fator que determina o pre-
A safra de verão, que teve início em
ço dessas hortaliças é o clima, que vai
dezembro de 2016, apresentou uma
ditar o volume de produção das folho-
produtividade muito boa, acima do
sas, aumentando a oferta ou não do
esperado para um clima típico da
produto. Isso porque a demanda não
época, devido ao volume baixo de
costuma variar muito, somente na
chuvas e temperaturas mais con-
mudança da safra de verão para a de
troladas. Com isso, a disponibilidade
inverno, sendo a procura maior nos
do alimento aumentou, diminuindo
períodos de calor. Como são comer-
as margens de lucro, mas, ainda as-
cializadas somente no mercado inter-
sim, permitindo um retorno positivo
no, geralmente dentro dos próprios
ao agricultor. Já no final de janeiro,
estados, os preços praticados fora do
as chuvas aumentaram, regulando
Brasil não impactam na precificação,
a oferta e valorizando os preços no
podendo alterar apenas os custos de
mercado, superando o custo unitá-
produção, devido aos insumos utiliza-
rio, o que favoreceu a rentabilidade
dos no processo, por exemplo.
do produtor. Temos dados aqui que mostram que o preço da alface crespa em fevereiro dobrou em relação ao mês de janeiro.
Como você avalia o investimento do produtor, nos últimos anos, em tecnologia? O produtor brasileiro de folhosas tem seguido em uma tendência de aumentar a tecnologia aplicada no campo, puxada pelo uso do sistema de hidroponia na sua pro-
O principal fator que determina o preço dessas hortaliças é o clima, que vai ditar o volume de produção das folhosas, aumentando a oferta ou não do produto
dução. Entretanto, em 2016, o agricultor foi um pouco mais receoso e cauteloso em seus investimentos e deve seguir dessa maneira este ano também. Porém, essas são variações pontuais, de ano para ano, de maneira geral o que se observa é uma busca constante pelo aperfeiçoamento e uso de novas tecnologias nas lavouras.
Média de preços
(R$/cx de 20 unidades)
Alface crespa safra verão 2015/16 (dez - jun)
15,56
safra inverno 2016 (jun - dez)
10,21
safra verão 2016/17 (dez - jun)
13,78
Alface americana safra verão 2015/16 (dez - jun)
15,14
safra inverno 2016 (jun - dez)
10,04
safra verão 2016/17 (dez - jun)
13,45
Fonte: Cepea (Março/2017)
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HF
A beleza do
hortifruti
Aspectos visuais são importantes na comercialização do alimento Mais que uma refeição saudável.
tais. Além disso, melhor classifica-
Outro ponto de exigência desta-
Para que o alimento esteja na mesa
ção nesses quesitos também per-
cado pelo engenheiro agrônomo
do consumidor, de dentro e fora do
mite ao agricultor maior poder de
Aloísio Maciel, gerente técnico de
país, aspectos qualitativos como
negociação do seu produto frente
hortifruti da Alltech Crop Science
sabor, tamanho e aparência das
aos fornecedores e a conquista de
que atua na região nordeste, é a
frutas e hortaliças são fundamen-
novos destinos internacionais.
sanidade. "A fruta ou a hortaliça precisa apresentar uma aparência sadia, sem doenças, manchas ou marcas. O mercado também está atento quanto à presença de resíduos de alguns produtos utilizados no manejo. Por isso é importante o produtor estar informado sobre as restrições", afirma. Alcançar esses padrões, entretanto, envolve dedicação durante todo o processo produtivo. "É resultado de um conjunto de fatores, que começa com a escolha de cultivar adequado, preparo do solo, bom manejo nutricional e fisiológico dessa planta, para que consiga ter uma melhor padronização do desenvolvimento desses frutos. Além da pós-colheita, que exi-
10
ge cuidados específicos para cada
Como alternativa para se diferen-
regiões próximas aos grandes cen-
tipo de produto, para conservar
ciar no mercado e atender as expec-
tros urbanos. Perto de Curitiba (PR),
a maturação e as características
tativas e exigências do consumidor,
por exemplo, existem produtores
do alimento", explica o engenhei-
com qualidade, muitos produtores
que cultivam tomates com forma-
ro agrônomo Marcos Revoredo,
têm apostado em linhas especiais
tos e tamanhos diferenciados para
gerente técnico da empresa tam-
de hortifruti com alto valor agrega-
conquistar nichos de consumido-
bém especializado em hortifruti.
do. "Essa prática ganha espaço em
res", complementa Revoredo.
A busca do consumidor
As exigências do mercado não são destinadas a uma ou a outra fruta ou hortaliça. Embora específicas para cada tipo, todas precisam ser atraentes ao consumidor para ganhar espaço nas grandes
Tomate
• Padronização de tamanho; • Coloração adequada conforme a variedade.
Batata
• Padronização de tamanho; • Casca brilhosa e limpa com coloração adequada à sua variedade; • Bom teor de massa seca (destinada à indústria).
Citros
• Maior concentração de sólidos solúveis (melhor rendimento de suco); • Padronização de tamanho (mercado in natura); • Coloração entre verde claro e amarelo (mercado in natura); • Ausência de problemas ocasionados por doenças e insetos/pragas no fruto (mercado in natura); • Sabor equilibrado.
redes de varejo. Além de aspecto visual saudável e ausência de resíduos, os especialistas listam abaixo algumas expectativas do mercado em relação às principais culturas de hortifruti produzidas no país.
Uva
• Bom acúmulo de sólidos solúveis (melhor rendimento de suco e vinho); • Tamanho de bagas e cachos padronizados; • Ponto de maturação e coloração correspondentes à variedade; • Boa relação entre acidez e doçura no sabor.
Manga
• Padronização de tamanho; • Ponto de maturação adequado para obtenção de teor de brix satisfatório; • Ausência de fibras; • Ausência de queimaduras na casca.
Folhosas
• Plantas com portes maiores; • Folhas com ausência de danos fisiológicos e fitossanitários.
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Mundo Alltech
A hora e a
vez do agro Simpósio de Ideias Alltech mostra que a revolução tecnológica está chegando ao agronegócio A tecnologia já trouxe grandes
George Blankenship, ex-CEO da
transformações para diversos se-
Apple, Tesla e GAP, foi um dos des-
tores, como por exemplo trans-
taques do evento. Em sua palestra,
portes
entretenimento
ele apresentou como as empresas
(Netflix) e comunicação (WhatsA-
que dirigiu tornaram-se referência
pp, Facebook). Mas será que essa
em inovação. “As pessoas pensam
revolução ainda está distante do
que é impossível, mas nada é im-
agronegócio? Com certeza, não!
possível, apenas não foi feito ainda,”
Essa é a mensagem que ficou mar-
afirma. Para finalizar, Blankenship
cada para todos os que estiveram
deu sua receita para criar inovação:
presentes no ONE: Simpósio de
“simplifique, tenha coragem, de-
George Blankenship
Ideias Alltech, que aconteceu en-
monstre convicção, celebre os erros
ex-CEO da Apple, Tesla e GAP
tre 21 e 24 de maio, em Lexington,
e acertos e, mais importante, dê o
no Kentucky, EUA.
primeiro passo!”
Segundo o presidente e funda-
Outro grande nome presente no
dor da Alltech, Dr. Pearse Lyons,
ONE foi o megaempreendedor
“se uma empresa não abraçar a
Peter Diamandis, um grande en-
inovação, ela estará fora do ne-
tusiasta das transformações que a
gócio”. O futuro da agricultura
tecnologia é capaz de causar. Para
demanda mais eficiência no cul-
ele, as rápidas mudanças que o
tivo, resultados mais rápidos e
mundo está passando devem ser
economia de recursos, e esses
vistas como oportunidades. “Hoje
objetivos serão alcançados com a
você pode resolver qualquer pro-
ajuda da t ecnologia.
blema que quiser, na verdade, a
12
(Uber),
Peter Diamandis
megaempreendedor
Tour Crop Science Estado
Texas
Participantes
60 pessoas Propriedades visitadas
7
Cultivos no roteiro
7
sua determinação é a coisa mais
a biotecnologia e sua importân-
grupo de clientes e parceiros para
poderosa no planeta,” explicou.
cia para agricultura nos próximos
um Tour nas principais fazendas do
“Faça acontecer”.
anos. Bioestimulantes, ativadores
estado do Texas (EUA). A comitiva
de genes e indução de resistência
teve a oportunidade de conhecer
Sessão Crop Science: o futuro da agricultura
são as ferramentas sustentáveis
de perto as técnicas e os manejos
para os agricultores modernos.
de alta produtividade dos agricul-
O ONE contou com uma sessão
Tour inesquecível pelo Texas
dedicada exclusivamente às ino-
tores norte-americanos. Passando por campos de melão, melancia, cebola, milho doce, feijão, uva e outros cultivos, os participantes tive-
vações na agricultura. O Greening, uma das doenças mais importan-
Antes de desembarcar no Simpó-
ram dias de intenso aprendizado e
tes na indústria citrícola, recebeu
sio, a Alltech Crop Science levou um
muita troca de experiência.
um painel especial, apresentando como a Flórida está conseguindo combatê-la através da indução de resistência e nutrição dos pomares. As microalgas e microrganismos
também
foram
destaques, com usos inovadores para alcançar produtividade e qualidade no campo. Por fim, um painel abordou
13
Vitrine
Gradative SR
Nova tecnologia combina fração orgânica ao nutriente mineral A adubação é o segundo fator
Composto por uma tecnologia
de maior impacto para a pro-
inovadora, o GRADATIVE SR
dução agrícola, ficando atrás
possui diferentes formulações
apenas da água. Isso faz da
de NPK juntamente com maté-
nutrição um ponto a ser traba-
ria orgânica bioestabilizada e
lhado com toda a atenção, uma
micronutrientes no mesmo pel-
vez que o reflexo de sua má
let. Além disso, suas proprie-
administração traz prejuízos
dades mecânicas viabilizam a
diretos à produtividade e qualidade. Quando se deseja adubar uma área é imprescindível levar em consideração as interações entre o solo e a planta, ou seja, que este ambiente seja favorável a um melhor aproveitamento do fertilizante. Isso consiste em torná-lo disponível durante todo o ciclo, atendendo as necessidades de maneira eficiente. O GRADATIVE SR é um produto peletizado, que possui uma fração orgânica associada uniformemente com o fertilizante mineral, composto por diferentes formulações adaptadas aos mais variados cultivos e fases de desenvolvimento a fim de suprir sua necessidade nutricional de maneira adequada e equilibrada.
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Disponível nas fórmulas: NPK • 06-30-00 • 07-00-28 • 12-12-12 • 14-03-19 • 15-04-15 • 16-00-16 • 29-00-00 NPK + Micronutrientes • 03-16-16 | 0,3% B + 0,3% Zn • 04-22-06 | 0,3%B + 0,3% Mn + 0,3% Zn
aplicação nos mesmos equipa-
físicas e biológicas conferem ao
volatilização, fixação, lixiviação,
mentos utilizados para aplicar
GRADATIVE SR a vantagem da
distribuição homogênea de nu-
o fertilizante mineral comum.
liberação gradual dos nutrien-
trientes no solo e fornecimento
Suas características químicas,
tes e redução das perdas por
da matéria orgânica.
BENEFÍCIOS DO GRADATIVE SR - União da fração mineral e da
- Menor geração de grânu-
orgânica para serem aplicadas
los quebrados e pó, permi-
juntas e de maneira uniforme;
tindo uma distribuição mais
- Redução da concentração de sais na rizosfera; - Maior enchimento de grãos e tubérculos devido à redução de perdas do potássio por lixiviação; - Maior equilíbrio nutricional; - Diminuição da superfície específica do fertilizante; - Distribuição homogênea do NPK no solo e micronutrientes em algumas formulações específicas;
uniforme; - Maior disponibilidade do elemento, redução das perdas por lixiviação do potássio, e por volatilização do nitrogênio, além de ter em sua composição o inibidor de urease; - Evita a adsorção do fósforo, tornando-o mais disponível; - Possui 20% de matéria orgânica bioestabilizada 100% de origem vegetal, que contribui para as características químicas, físicas e biológicas do solo.
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Nossa tecnologia
A importância da
matéria orgânica O uso de produtos ou até mesmo
como suas ações, é necessário o
Estes húmus estáveis são conheci-
subprodutos agrícolas para apor-
entendimento da ligação e relação
dos como ácidos húmicos, ácidos
te da matéria orgânica em siste-
das etapas de sua transformação
fúlvicos e huminas. Possuem es-
mas de produção é primordial
no solo, que são:
truturas complexas com alto grau de polimerização, alta reatividade
para a manutenção e melhoria da qualidade do solo. A matéria orgânica, no sentido am-
1) Apresenta-se por resíduos orgâ-
de superfície (grupos funcionais
nicos não decompostos e reconhe-
carboxílicos, fenólicos, aminos e
cíveis, como a liteira ou serapilheira;
carbonil) e elevada massa mole-
plo, refere-se à deposição dos ma-
cular. Ressalte-se que a comple-
teriais de resíduos de plantas e/ou
2) Resíduos em diversos estágios
animais, pouco ou bem decompos-
de decomposição no interior do
tos, em interação com a atividade
solo, que não são reconhecíveis;
microbiana. Possuem composição extremamente variável, que essen-
3) Biomassa microbiana;
cialmente são celulose, hemicelulose, lignina, proteínas, carboidra-
4) Substâncias não-húmicas produ-
tos, ceras e resinas, formando um
zidas pelas atividades biológicas;
sistema complexo coloidal e ativo no solo que determina muitas de
5) Substâncias húmicas (húmus es–
suas propriedades e qualidades.
tável).
Para a compreensão das características da matéria orgânica, bem
16
Benefícios da Matéria Orgânica: • Combina-se com minerais de argila; • Retém até 20 vezes sua massa em água; • Formação de agregados.
xidade química e estrutural das
na persistência e biodegradabi-
substâncias húmicas não foi to-
lidade destes produtos. Exibe a
talmente elucidada, entretanto,
ação tamponante em solos, evi-
a participação dos grupamentos
tando a mudança extrema de pH
funcionais responsáveis pelas li-
e perdas de nutrientes.
Autores
gações e origem das cargas elétricas da matéria orgânica está bem
No processo de mineralização,
compreendida.
elementos químicos essenciais à nutrição vegetal (nitrogênio, fósfo-
A ação dos grupos funcionais faz
ro, enxofre e boro) são liberados,
com que a matéria orgânica tenha
ficando prontamente disponíveis
diferentes características, permi-
às plantas. Outros nutrientes tam-
tindo se combinar com minerais
bém podem ser retidos ou libera-
de argila, reter até vinte vezes sua
dos, tendo em vista que a maté-
massa em água, aumentando a
ria orgânica é frequentemente a
capacidade de retenção de água
maior fonte de cargas negativas
pelo solo, cimentar as partículas
nos solos, principalmente os situ-
do solo em unidades estruturais
ados em regiões tropicais.
denominadas agregados, gerando estabilidade da estrutura e melhor
Dessa forma as substâncias hú-
permeabilidade e armazenamen-
micas são reativas com ciclagem
to de água e ar no solo.
mais lenta no solo, atuam como
Arilene Franklin Chaves, Engenheira Agrônoma com doutorado em Manejo de Solo e Água pela Universidade Federal do Ceará (UFC). Professora do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE), Campus Limoeiro do Norte
reservatório de nutrientes e esA matéria orgânica também apre-
tabilização de agregados desem-
senta capacidade de se combinar
penhando um papel ambiental
com diferentes íons e/ou subs-
de grande importância, o que se
tâncias formando quelatos, ou
pode concluir que a utilização da
seja, formam complexos estáveis
matéria orgânica tem influência di-
com alumínio, ferro, outros cá-
reta nos atributos físicos, químicos
tions polivalentes e defensivos
e biológicos do solo, e consequen-
agrícolas, o que diminui o efeito
temente, na eficiência nutricional
tóxico de certos metais, agindo
para as plantas.
A Matéria orgânica também apresenta capacidade de se combinar com diferentes íons e/ou substâncias formando quelatos
Cleilson do Nascimento Uchôa Engenheiro Agrônomo com doutorado em Fitopatologia pela Universidade Federal de Lavras (UFLA). Professor do IFCE, Campus Limoeiro do Norte
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Prática
Gradative SR
em folhosas Uso da tecnologia contribui para melhoria da alface crespa
O trabalho avaliou o desempenho do organomineral Gradative SR (422-6) em comparação ao adubo convencional 4-14-8, no desenvolvimento e produtividade de plantas de alface crespa. O experimento foi conduzido em condições de campo, na propriedade do Sr. José Eduardo Sumida, em Ibiúna (SP), no período de setembro a novembro de 2016. Os tratamentos utilizados foram: 1)
tamento foi de 20m2 e a aplicação
tidade semelhantes para ambos
Testemunha (800 kg da fórmula
dos respectivos fertilizantes foi re-
os tratamentos.
convencional 4-14-8); 2) Organomi-
alizada no momento de transplan-
neral Gradative SR 4-22-6 (410 Kg
tio. As adubações de cobertura
Analisando os resultados obtidos, po-
ha-1). A área utilizada para cada tra-
foram realizadas de forma e quan-
de-se verificar que o tratamento com organomineral Gradative SR 4-22-6, que foi calculado com base no nível do nutriente Fósforo (P) e reduzido a sua quantidade em 20% em relação à quantidade presente no adubo convencional (4-14-8), proporcionou melhor uniformidade no desenvolvimento das plantas e um incremento ao nível de 3,6% na produção total de alface crespa.
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Gradative SR em tomate Efeito do fertilizante no enraizamento
O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito na fundação do fertilizante organomineral Gradative SR (04-22-06 + Micronutrientes) na melhoria do desenvolvimento do sistema radicular do tomateiro, cultivar TY2006. O experimento foi conduzido na Fazenda Maranhão, em Irecê (BA). Os tratamentos utilizados para este estudo foram: 1) Testemunha (produto 06-40-08 + Matéria Orgânica); 2) Organomineral Gradative SR 04-22-06. Aplicados 1 dia após o transplante, dividindo esta dosagem em dois pontos ao redor da muda. O delineamento foi em linha contendo 5 plantas. Foram avaliadas vi-
a absorção gradativa dos nutrien-
O tratamento com o fertilizan-
sualmente e através de compara-
tes que ele contém.
te organomineral Gradative SR
ção por fotos do desenvolvimento
apresentou um melhor volume
do sistema radicular, assim como
O fertilizante organomineral, por
no sistema radicular e maior for-
a formação de radicelas. O trata-
apresentar em sua formulação
mação de radicelas, ampliando
mento com o organomineral Gra-
matéria orgânica juntamente com
a absorção de outros nutrien-
dative SR apresentou maior volu-
a parte química, influencia direta-
tes do solo. Mostra-se também
me de radicelas, bem como um
mente no desenvolvimento radi-
muito eficiente no fornecimento
maior desenvolvimento radicular.
cular e na disponibilização grada-
de matéria orgânica, a qual as
Observa-se também a formação
tiva dos nutrientes, fazendo com
radicelas se enovelam por ar-
de radicelas enoveladas na parte
que isso se reflita em plantas mais
mazenar água, carbono e outros
orgânica do produto, melhorando
equilibradas e produtivas.
nutrientes.
19
Teoria
A matéria orgânica
na CTC do solo A matéria orgânica (MO) é fator
a adoção de sistemas de produ-
imprescindível para a sustenta-
ção envolvendo manejo mínimo,
bilidade agrícola, e é a Capaci-
plantio direto e/ou uso de adubo
dade de Troca de Cátions (CTC)
orgânico tem apresentado efei-
que controla a quantidade de
tos positivos do ponto de vista
nutrientes que o solo pode for-
agronômico. Nestas condições,
necer para as plantas. A CTC do
de 60% a 90% da CTC do solo
solo é o resultado da interação
será dada pela MO, em função
de cargas negativas presentes na
do manejo.
A matéria orgânica (MO) é fator imprescindível para a sustentabilidade agrícola
superfície da MO e dos minerais da fração argila.
O incremento da CTC é conse-
vas dependentes de pH. Citamos
quência dos grupos funcionais
alguns exemplos:
Para solos de regiões de clima
carboxílicos (-COOH), fenólicos
tropical úmido, nos quais predo-
(-OH), álcoois (-OH) e metoxílicos
1) a aplicação de composto orgâ-
minam minerais de argila do tipo
(-OCH3), localizados na periferia
nico, nas doses de 35 e 70 t ha-1
1:1 e sesquióxidos de ferro, alu-
dos ácidos orgânicos presentes
(base seca), em um solo degra-
mínio e manganês, de baixa CTC,
na MO, que geram cargas negati-
dado por mineração, promoveu
Capacidade de troca catiônica, a pH 7,0, de alguns constituintes do solo Material
CTC (cmolc kg-1)
Matéria orgânica
150-400 (1)
Vermiculita
100-150
Montmorilonita
80-120
Ilita
20-50
Clorita
10-40
Haloisíta.4 H2O
40-50
Haloisíta.2 H2O
5-10
Caulinita
3-15
Óxidos de Fe e Al
4-10
[1] Valores bastante variáveis em razão da qualidade da MO, mas, em geral, bastante elevados. NOVAIS, R.F. & MELLO, J.W.V. Relação solo-planta. In: Novais, R.F.; Alvarez V., V.H.; Barros, N.F.; Fontes, R.L.; Cantarutti, R.B. & Neves, J.C.L., eds. Fertilidade do solo. Viçosa, SBCS, 2007. p.133-204.
20
o aumento da CTC de 8,4 mmolc kg-1 para 13,0 e 20,1 mmolc kg-1, respectivamente; 2) já a aplicação de 44 t ha-1 de composto em solo arenoso aumentou a CTC em 18%;
A CTC do solo é o resultado da interação de cargas negativas presentes na superfície da MO e dos minerais da fração argila
Autor
3) a aplicação de fertilizante orgânico classe C, em 21 solos ácidos, na dose de 60 t ha-1, promoveu a elevação da CTC de 7
restrita a apenas um ano agríco-
a 117%, em relação ao controle,
la. Verifica-se que os aumentos
sem adição de fertilizante.
na CTC de solos, com mineralogia predominantemente cauliní-
Aplicações consecutivas de do-
tica ou oxídica, estão diretamen-
ses elevadas de composto (> 50
te relacionados com o manejo,
t ha ano ) aumentarão a CTC de
quantidade de resíduo vegetal
solos ácidos, em contraposição
aportado ao sistema agrícola e
ao excesso de nitrogênio no sis-
com as doses de aplicação de
tema agrícola que estas aplica-
fertilizantes orgânicos.
-1
-1
ções podem causar. Contudo, a adição de materiais O uso agrícola de lodo de esgoto,
orgânicos para melhoria e/ou
pelo critério do nitrogênio, con-
manutenção da CTC de solos sob
forme preconizado pela legisla-
clima tropical deve ser pautada
ção, aumenta a CTC de solos áci-
na qualidade e estabilidade da
dos, mas esta ação geralmente é
matéria orgânica do m aterial.
Dr. Cassio Hamilton Abreu-Junior, engenheiro Agronômo, professor Associado do CENA/USP. Atuação na área de Agronomia, com ênfase em Fertilidade do Solo, Nutrição de Plantas e Manejo (adubação) Florestal, atuando principalmente com eucalipto, cana-de-açúcar, lodo de esgoto, composto orgânico, composto de lixo, metais pesados, nitrogênio e fósforo. Bolsista de Produtividade em Pesquisa do CNPq - Nível 2
21
Histórias de sucesso
DNA
comunicativo Juagro investe em campanhas para levar informação ao público Comunicar
para
transformar
a
informar,
S cience, produto que sempre
colher bons frutos. A aplica-
do
apresentou ótima performance
ção do produto cresceu 50%
campo e melhorar os resulta-
no campo", explica o gerente
na região de atuação da dis-
dos da empresa. Há aproxima-
geral da Juagro, Klayton Freire.
tribuidora, o fluxo de clientes
realidade
damente 18 anos, a Juagro, dis-
na loja aumentou e o feedback
tribuidora de insumos agrícolas
A campanha, que foi veicu-
das cidades de Juazeiro (BA)
lada em rádios, televisões e
e Petrolina (PE), abraçou essa
mídias
ideia e tem investido periodicamente em diversas ações de comunicação. Isso permitiu alcançar resultados positivos dentro e fora da revenda. "Nós temos esse DNA voltado para a comunicação, somos parceiros de uma agência de marketing da região e todo ano realizamos campanhas
estratégi-
cas voltadas ao nosso público. de
Já
questões
falamos mais
institucionais e recentemente trabalhamos a divulgação do C rop-Set TM , da
22
A lltech
Crop
impressas,
permitiu
dos agricultores foi a ssertivo.
" Conseguimos aumentar o nú-
cisa atender aos mais diversos
mero de aplicação e quem uti-
requisitos do mercado exter-
lizou nos trouxe um retorno
no. "As exigências são grandes
muito positivo com a utilização
e cada vez maiores. Tanto que
do Crop-Set , conta Klayton.
todas as áreas que trabalham
TM
com exportação precisam ser A comunicação online também
certificadas", ressalta Klayton.
está presente no dia a dia da Juagro. Nos últimos anos, a
Em 2017, a expectativa con-
empresa tem criado grupos no
tinua sendo de bons resul-
WhatsApp reunindo produto-
tados. "Temos que procurar
res e compradores, com foco
levar soluções, por meio de
na interação e debate sobre
profissionalização e muito tra-
o mercado e a comercializa-
balho. Então, não deixa de ser
ção dos cultivos. Um deles é o
um ano no qual pretendemos
grupo de Cebola, considerado
crescer. Eu estou motivado,
o primeiro do Brasil, criado no
não deixo de estar atento às
segundo semestre de 2014.
ameaças, mas também estamos procurando identificar as
"A nossa região passa por um
oportunidades para que isso
processo de profissionaliza-
garanta expectativas positi-
ção da produção de cebola, e
vas", finaliza.
a Juagro tem sido um grande incentivador
principalmente
por meio da tecnologia, buscando um aumento de produtividade. A partir do momento em que passamos a fomentar isso e mostrar ao cliente que ele precisava dar um passo importante para que continuasse competitivo no cenário nacional, sentimos a necessidade de uma troca de informações mais rápida", explica o gerente. Por meio destas ações, a distribuidora busca impulsionar cada vez mais a agricultura do Vale do São Francisco, que possui ampla liderança no em-
Juagro: Fundação 1993 Sede Juazeiro (BA) Filial Petrolina (PE) Crescimento 25% em 2016 Culturas Uva, manga, cebola e melão
barque de uva e manga e pre-
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