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Alltech Crop Science Em Folha - Ed. 04

Page 1

Bem-vindo, 2017 EXPEDIENTE

Estamos iniciando mais um ciclo anual de trabalho. Renovadas as esperan-

Em Folha é uma publicação da Alltech Crop Science Brasil

ças e projetos, temos novamente um longo caminho a percorrer, sempre

Diretor Ney Ibrahim Gerente técnico

de forma diferente, sempre buscando melhorias e novos frutos. Aliás, esperança tem sido o desejo de todo brasileiro, esperança de que con-

Leonardo Porpino Alves

sigamos novamente retomar a estabilidade político-econômica para que o

Gerente de marketing

país possa voltar ao seu crescimento.

Manuela Lopes Responsável

No setor agropecuário, nossa esperança é a de que o clima seja favorável, que

Rafael Antunes

tudo transcorra dentro da normalidade e permita que nossas safras sejam

Alltech Crop Science Brasil

um sucesso. Um bom resultado de colheita associado a um câmbio favorável

Rua Curió, 312-B - Capela Velha Araucária - Paraná - CEP 83.705-552 Email: cropsciencebr@alltech.com

permitirá um fôlego a mais para que o setor se fortaleça e possa fazer os investimentos necessários para manter-se competitivo no mundo global.

www.alltechcropscience.com.br Facebook: AlltechCropScienceBrasil

Produção Centro de Comunicação www.centrodecomunicacao.com.br Jornalista responsável

O foco de nossa revista traz o destaque para a segunda safra de verão, que de longe deixou de ser safrinha, onde o milho mostra sua força em contribuir para a rentabilidade da atividade agrícola no Brasil. Segundo dados da Conab, a produção agrícola brasileira de grãos poderá crescer até 15% na safra 2016/2017, com crescimento em quase todos os cultivos. Isso mostra

Guilherme Vieira (MTB-PR: 1794)

que o setor de grãos está confiante em uma demanda aquecida para a ma-

Colaboração

nutenção de bons preços.

Camila Castro Projeto Gráfico e Diagramação

Estamos otimistas e prontos para fazer a nossa parte! Você já se preparou

Cleber Brito

para fazer a sua?

Impressão e tiragem Exklusiva Gráfica e Editora Ltda 10 mil exemplares Foto capa Shutterstock

Boa leitura! Ney Ibrahim Diretor comercial - ACS Brasil

Alltech Crop Science adquire espanhola Solbiosur O grupo Alltech adquiriu a Solbiosur, companhia espanhola especializada em horticulturas. A empresa é reconhecida na Espanha há mais de 10 anos por fabricar e distribuir soluções inovadoras e sustentáveis, contribuindo com o desempenho e rentabilidade no campo. Com a integração da Solbiosur à Alltech Crop Science, os produtores agrícolas em toda a Europa podem se beneficiar de soluções naturais de alta qualidade e eficiência.


Qualidade ACS

Produção de

citros rentável

Uso do Coppercrop® tem auxiliado agricultores da região nordeste A produção de citros de mesa no

produto Coppercrop® e suas ca-

mendar a solução para seus pro-

litoral norte da Bahia e sul de Sergi-

racterísticas. Ele resolveu então

dutores. “Ele casou muito bem

pe é dependente das chuvas, prin-

fazer um teste comparativo com

com o tratamento que a gente

cipalmente as que caem no fim e

o tratamento padrão que vinha

vinha fazendo, os produtores fica-

início de ano. Quando estas águas

realizando e surpreendeu-se. “O

ram tão satisfeitos que já adota-

vêm, a melhor qualidade das frutas

resultado foi perfeito, o Copper-

ram no manejo anual”, explica.

contribui para a rentabilidade. Mas

crop deixou as plantas mais vi-

não é só o clima, é necessário que

gorosas”, afirma.

Mais rentabilidade

por meio do manejo nutricional e

Notando a eficiência em todas as

A comercialização das frutas cítri-

fitossanitário dos pomares para

áreas, Henrique passou a reco-

cas na região acontece dentro dos

®

os produtores façam a sua parte

pomares. Os compradores vão

melhorar a produtividade.

até as propriedades e escolhem Segundo o consultor de citros

apenas a fruta para seu mercado,

­Carlos

Góis,

de acordo com a qualidade encon-

“quem investe em manejo dife-

Henrique

Ávila

trada. Portanto, ter um fruto bem

renciado, tem qualidade e produ-

nutrido e de boa sanidade contri-

tividade melhor, então a rentabi-

bui para que o produtor consiga

lidade aumenta”. Ele relata que,

melhor rentabilidade.

além do clima, o principal desafio da região é produzir com qualidade diante das adversidades fitossanitárias para destinar a maior parte da produção para o mercado in natura, onde se obtém melhor preço. A necessidade de Cobre para os pomares da região chamou a atenção do consultor para o

Chegando ao pomar, o comprador precisa ver a diferença na qualidade do fruto. Ele quer uma fruta bonita, atrativa e saudável

Segundo o consultor Henrique Ávila, a diferença de preço das frutas pode alcançar 100% para quem realiza o manejo nutricional e fitossanitário. “Chegando ao pomar, o comprador precisa ver a diferença na qualidade do fruto. Ele quer uma fruta bonita, atrativa e saudável, que não tenha carência para poder ser consumida.”

5


Lado a lado

Investir

é preciso

Produtores adotam técnicas avançadas a fim de melhorar a rentabilidade na safrinha A busca por melhores índices de produtividade, qualidade e maior peso de grão ao fim da colheita tem motivado produtores brasileiros de milho a implementarem técnicas avançadas e manejos sustentáveis em suas lavouras durante a safrinha. Na região Sul do país, a geada está entre os principais desafios do agricultor. Sua incidência pode ocasionar a mortalidade do vegetal impactando na produção final. Valmir Dalgalo é produtor de milho na cidade de Cascavel (PR) e conta que o investimento na qualidade da semente, no equilíbrio do solo,

Valmir Dalgalo Estamos sempre procurando inovar, buscar as tendências no mercado para ganho de rentabilidade

consigamos produzir mais, para que seja possível melhorar o lucro”, complementa o agricultor que faz uso de soluções naturais em sua lavoura há aproximadamente cinco anos.

no balanceamento nutricional da planta e no manejo de pragas e do-

Da mesma forma como Dalgalo, o

enças tem auxiliado na sanidade do

Segundo ele, investir em novas tec-

produtor de milho Marcio Piassa

milho. Com isso, foi possível superar

nologias no campo é essencial para

de, Araguari (MG), é adepto da agri-

os desafios do clima e atingir maior

se manter competitivo nos negó-

cultura de precisão e tem trabalha-

rentabilidade e qualidade do cultivo.

cios. “Estamos sempre procurando

do na correção das áreas plantadas

“Essas práticas sempre nos trouxe-

inovar, buscar as tendências no mer-

de safrinha buscando elevar os te-

ram retorno com melhor qualidade

cado para aumentar a rentabilida-

ores de cálcio e magnésio no solo.

e maior peso final do grão”, explica.

de. A agricultura exige que cada vez

“Quando se planta o milho safrinha

6


Setores que mais consomem milho no Brasil:

1 - Avicultura 2 - Suinocultura 3 - Exportação 4 - Consumo industrial Fonte: ABIMILHO, Safras & Mercados (2010)

das e a utilização da biotecnologia tem nos auxiliado, reduzindo o efeito danoso provocado por fungos e bactérias, resultando em um incremento de produtividade. O futuro da agricultura está aí”, ressalta.

Marcio Piassa

é necessário investir e conduzir

Piassa ainda alerta que o produtor

bem a lavoura. Mesmo sendo con-

de milho safrinha da região deve

Quando se planta o milho safrinha é necessário investir, conduzir bem a lavoura

siderada uma segunda cultura, é

estar sempre atento à janela de

rentável, então é o caminho a ser

plantio do cultivo. “É preciso tomar

seguido”, afirma.

um cuidado especial com esse prazo, temos uma janela de plantio pe-

No manejo da próxima safrinha,

quena. Se conseguirmos plantar as

Piassa também utilizará soluções

cultivares precoces (soja) dentro da

naturais à base de aminoácidos, se-

época planejada, é possível termos

gundo o produtor, o objetivo é me-

uma safrinha de milho muito boa.

lhorar a qualidade e a produtividade

E neste ano o clima colaborou bem,

e diminuir ao máximo os efeitos da

os plantios começaram bem cedo. A

falta de chuva. “Temos locais com

expectativa para a colheita é muito

solo e áreas bastante desequilibra-

boa”, finaliza.

7


Páginas verdes

Mais que uma

safrinha

Superintendente da Companhia Nacional de Abastecimento, Stelito Neto, explica desafios da 2ª safra de milho

Na temporada 2015/2016, a expectativa é que a safrinha de milho seja responsável por aproximadamente 61% do volume total colhido na safra brasileira do cereal, incluindo a primeira e a segunda, resultando em um volume de produção de 40,8 milhões de toneladas. Com grande importância no cenário nacional, o resultado da safrinha impediu uma quebra ainda maior da safra de milho em relação à temporada passada, entretanto, não evitou que os embarques continuassem em alta, devido à valorização do câmbio. Com a oferta baixa e a procura alta, os preços se mantiveram elevados durante todo o ano. Para 2016/2017, as previsões são de retomada dos estoques e valores regulados, conta o superintendente substituto de gestão da oferta da Conab, Stelito Assis dos Reis Neto.

8


Qual será o principal obstáculo a ser superado na safrinha 2016/2017? Para o produtor de milho da segunda safra, o grande desafio será o preço.

seja favorável e ajude na produção da safrinha.

Qual a previsão para os estoques nacionais de milho?

A nossa expectativa é que para o co-

Para essa temporada, teremos a atuação da La Niña, que sendo moderada é considerada positiva para a produção agrícola brasileira

meço do ano os valores continuem

A estimativa é que os estoques

em patamares altos. Conforme for

nacionais de milho sejam recom-

se aproximando da safrinha, no

postos com o resultado da safra

meio do ano, os preços devem cair já

2016/2017. Esperamos que os es-

que temos a chance de uma safrinha

toques totais – públicos e privados

no mínimo do mesmo tamanho que

– para 2017 retornem a patamares

a última em área, e com produção

próximos ao das duas últimas tem-

de aproximadamente 56 milhões de

poradas de normalidade, em torno

toneladas. O mercado internacional

de nove milhões de toneladas. A

também tem previsão positiva, os

perspectiva de uma boa oferta de

Estados Unidos estão com a maior

milho, principalmente com a en-

safra de milho dos últimos tempos

trada da safrinha do ano que vem,

e a Argentina mudou a política das

nos dá essa possibilidade. É uma

"retenciones". Espera-se que na safra

cifra próxima ao estoque da safra

2016/2017 eles entrem forte no mer-

2013/2014, quando tivemos 11,8

cado internacional, então vamos so-

milhões, e de 2014/2015, quando

frer concorrência forte destes dois

o número foi de 10,5 milhões. Na

países nas exportações.

temporada passada, com a quebra

Como o clima deve se comportar durante a produção da safrinha?

da safra, o estoque total foi de cinco milhões.

O que esperar da safrinha 2016/2017?

Para esta temporada, teremos a atuação da La Niña, que sendo moderada é considerada positiva para a produção agrícola brasileira. Até o momento, pelo que temos observado nas prospecções climáticas, há pouca preocupação do mercado internacional em relação às adversidades do clima se observarmos as cotações de preços internacionais futuros para a safra, ao contrário do que aconteceu na temporada passada. A expectativa é que o clima

Área

10,5 milhões ha Produção

56 milhões t Aumento

37,3%

Expectativa Conab (out 2016)

*

9


Grãos

Cuidados

estratégicos

Tratamento do solo e manejo durante o pré-pendoamento são essenciais ao milho Base da pirâmide alimentar, o mi-

de pragas e doenças. “Quando o

lho está entre os alimentos mais

produtor for plantar o milho, ele

consumidos no mundo. Importan-

tem que estar atento à saúde do

te commodity, o cereal também é

seu solo. Por isso, é fundamental

matéria-prima para a fabricação

a utilização de soluções naturais

de ração animal. Com ampla desti-

visando melhorar o equilíbrio bio-

nação no mercado, a expectativa é

lógico, auxiliando assim o manejo

que a produção do grão no Brasil,

de pragas e doenças e também na

na safra 2016/2017, deva atingir 83

liberação de nutrientes”, afirma.

Principais estados produtores

15,2 mi t

milhões de toneladas aproximadamente, de acordo com dados da

Após o “arranque” inicial de cres-

Companhia Nacional de Abasteci-

cimento do milho, o período com-

mento (Conab). Porém, para que o

preendido entre a quarta e a sexta

milho se mantenha entre os prota-

folha exige olhares especiais. “Nós

gonistas do agronegócio brasileiro,

sabemos que nesta fase será defi-

são essenciais alguns cuidados ao

nido o potencial produtivo da cul-

longo do ciclo de desenvolvimento

tura, o que torna este momento

da cultura.

extremamente importante”, ressalta o agrônomo. De acordo com

O manejo do solo é o primeiro mo-

Batista, a aplicação de produtos à

mento importante destacado pelo

base de aminoácidos, precursores

engenheiro agrônomo Fransérgio

hormonais inespecíficos e nutrien-

Batista, gerente técnico de grãos

tes vai dar uma condição favorável

da Alltech Crop Science. De acordo

para o desenvolvimento da planta,

com o especialista, a preocupa-

permitindo que ela expresse o seu

ção deve ir além da fertilidade do

potencial produtivo, impactando

solo, mas também com o manejo

diretamente na colheita.

10

1º Mato Grosso

14,4 mi t 2º Paraná

6,4 mi t 3º Goiás

Dados da Conab referente à safra 2015/2016 *


O terceiro ponto realçado pelo

ramentas proporciona um melhor

gerente é o pré-pendoamento,

resultado na colheita e permite

momento em que se determina o

mais qualidade ao produto. “Se

tamanho das espigas. “Se realizar-

investirmos nestas fases, o agricul-

mos a aplicação de um produto

tor vai produzir melhor. E com mais

que tenha nutrientes, aminoácidos

qualidade no grão, o mercado vai

e precursores hormonais inespecí-

oferecer um preço mais alto pelo

ficos também nessa fase é possível

produto”, explica. Ainda de acordo

que o produtor tenha ganhos ex-

com o agrônomo, esses resultados

pressivos em ­produtividade”.

são possíveis sem danos ao meio ambiente. “Eu consigo extrair be-

Segundo o engenheiro, todo o ma-

nefícios do solo e da planta sem

nejo realizado por meio dessas fer-

trazer prejuízos”, finaliza.

Importância do Cobre Durante o ciclo de cultura, principalmente fungos e bactérias podem comprometer significativamente a produtividade do milho. O uso do cobre associado aos defensivos agrícolas tem sido uma das principais ferramentas que o produtor tem para minimizar as perdas causadas por estes patógenos.

11


Mundo Alltech

Crescimento contínuo

Alltech Crop Science mantém perspectivas para 2017 Desde o ano 2000, quando ini-

constante nos últimos cinco anos

tro-Oeste e ao Nordeste, a capa-

ciou suas atividades no Brasil, a

da empresa.

cidade produtiva da empresa foi

Alltech Crop Science tem se con-

elevada em 150%. “A nova unidade

solidado no mercado nacional

O número foi impulsionado pelos

nos deu sustentação para manter-

por meio de suas soluções natu-

R$ 4 milhões investidos, sendo a

mos o ritmo forte de crescimento,

rais para os desafios da agricultu-

maior parte do montante voltada

permitindo o processo de aber-

ra. Em 2016, a divisão agrícola do

para a nova fábrica em Uberlândia

tura de novas áreas de atuação”,

grupo Alltech manteve o ritmo de

(MG), inaugurada em setembro.

afirma o engenheiro agrônomo

crescimento de aproximadamen-

Com o empreendimento, respon-

Ney Ibrahim, diretor comercial da

te 30% em faturamento, média

sável pelo abastecimento ao Cen-

­Alltech Crop Science Brasil.

12


ACS em 2016: Crescimento

30%

Investimento

R$ 4

milhões

Ney Ibrahim

diretor comercial da ACS do Brasil

De acordo com Ibrahim, a avaliação

Para 2017, a projeção de crescimen-

de 2016 é positiva. “Foi um ano mui-

to está mantida. A empresa continua

to bom para nós em que igualamos

o ritmo de investimentos em expan-

o crescimento em relação a 2015, o

são da equipe de campo e abertura

que já é uma grande vitória. A ex-

e ampliação de novas regiões de

pectativa, no início, era temerosa em

atuação. Cresce também o foco de

função das instabilidades econômi-

trabalho nas culturas de grãos e

ca, inflacionária e do clima. Porém,

café. “Hoje, todo o cenário, em ter-

todo o transcorrer do ano compro-

mos de preço futuro, mostra que os

vou aquilo em que apostamos: na

grãos ainda são uma atividade que

força do setor agrícola, que supera

têm potencial para crescimento em

qualquer fator negativo”, afirma.

2017”, finaliza Ibrahim.

Um ano de deliciosas histórias saborosa, valorizando a origem

Foi um ano muito bom para nós em que igualamos o crescimento em relação a 2015, o que já é uma grande vitória

daquele alimento. Entre os personagens, está o produtor de macadâmia e diretor de produção agrícola e industrial da empresa Queen Nut, Pedro Piza, de Dois Córregos (SP). O agrônomo acredita que é extremamente importante que as pessoas tenham conhecimento do que se passa no campo. “O agricultor moderno está mais responsáUm dos projetos que marcaram

vel com o meio ambiente e com

o ano de 2016 da Alltech Crop

os impactos sociais, cuidando

Science foi a realização do livro

para produzir um alimento de

“Delícias do Campo: Histórias e

qualidade. A reunião da história

Receitas do Brasil”, uma grande

desses produtores preocupados

homenagem aos agricultores

com estas questões para ofere-

através de suas histórias de pai-

cer alimentos saudáveis é muito

xão, desafios e dedicação à terra.

positiva”, afirma Piza.

São contadas, ao todo, 10 histórias de produtores e receitas que

A versão digital do livro está

levam o ingrediente produzido

disponível gratuitamente no en-

por eles, de forma que o leitor

dereço:

possa desfrutar de uma refeição

Campo

http://bit.ly/Deliciasdo-

13


Nossa tecnologia

O Cobre (Cu) é um elemento nutricional essencial aos seres vivos, sua demanda embora seja baixa, é fundamental. Sua importância às plantas está relacionada entre vários outros benefícios à sua participação em processos fisiológicos presentes no metabolismo vegetal, como respiração e fotossíntese. Segundo Y ­ruela (2005), o Cu atua como um elemento estrutural em proteínas reguladoras e participa no transporte de elétrons na fotossíntese, na respiração mitocondrial, nas respostas ao estresse oxidativo, no metabolismo da parede celular e de sinalização hormonal. Por isso, sua importância para o desenvolvimento e a sanidade das plantas. No entanto é bom ressaltar que quando o cobre está presente em excesso nas células, aparecem problemas, uma vez que inibe o desenvolvimento das plantas e impede que diversos processos

14


Hoje algumas tecnologias estão sendo desenvolvidas como forma de tornar o fornecimento de Cobre mais eficiente

celulares importantes aconteçam, como o transporte de elétrons na fotossíntese.

agressão. O mecanismo de ação do elemento Cu, diferentemente de uma molécula de agrotóxico, age por contato onde os íons de cobre são absorvidos por meio de processos osmóticos resultando em aumento de permeabilidade da membrana da célula, provocando vazamento de sais originalmente armazenados dentro dela, além de desnaturação do conteúdo celular.

de doenças não só em videiras, A utilização do cobre como um

mas em melão, batata, tomate e

Hoje algumas tecnologias estão

agente protetor data de 1842.

outras hortaliças.

sendo desenvolvidas como for-

Mas apenas em 1882, ainda no

ma de tornar o fornecimento de

século XIX, que por acaso os fran-

Ao longo dos anos, muitos pro-

Cobre mais eficiente. ­Munindo-se

ceses Gayon e Millardet conse-

dutos à base de cobre surgiram

de um efeito mais rápido, utilizan-

guiram visualizar o efeito no con-

no mercado, todos com o apelo

do menos Cu metálico e maior

trole de míldio em videira a partir

de serem insolúveis e assim for-

percentual bioativo por meio da

da mistura do sulfato de cobre na

mar uma barreira contra pos-

utilização do mineral complexado

cal hidratada. Esta combinação,

síveis contaminações, uma vez

em molécula orgânica, capaz de

conhecida como Calda Bordale-

que o patógeno ao entrar em

facilitar seu acesso e distribuição.

sa, foi considerada na época a

contato com a área da planta

Com isso, garantindo maior efeti-

solução para suprir a humanida-

que possui o elemento em sua

vidade nos resultados e seguran-

de de alimentos, já que seu uso

superfície não irá se desenvolver

ça, tanto para a aplicação quanto

tornou-se padrão para o controle

e assim a planta não sofrerá a

para o ­ambiente.

Importância do Cobre • Está relacionado à respiração e à fotossíntese • Atua como um elemento estrutural • Participa do transporte de elétrons • Age na sinalização hormonal Cobre Aminoquelato: forma em que o elemento é transportado dentro da planta

15


Vitrine

Coppercrop® Nutrição para sua proteção Dentre muitos produtos do mercado, o Coppercrop apresenta-se com ®

uma oportunidade por ser único e inovador, reunindo quatro características fundamentais para maior equilíbrio nutricional e efetividade no fortalecimento de plantas, tornando-as mais resistentes e menos suscetíveis

O produto exerce função fundamental na síntese proteica, na fotossíntese e respiração

de alguns agentes causadores de sintomas que comprometem a integridade dos cultivos.

Mecanismo de ação O Coppercrop® tem ação nutricional e protetora atuando de forma sistêmica. De forma indireta os íons de cobre

aos inconvenientes ambientais.

(Cu++) têm acesso ao interior celular O Coppercrop® é derivado da tec-

dos microrganismos por meio do

nologia RESS (Rápido, Eficiente,

processo osmótico, após absorvidos

Sistêmico e Seguro), que combina

ocorre aumento da permeabilidade

o Cobre ligado a uma molécula or-

da membrana celular, que por sua

gânica (aminoácidos), conferindo

vez provoca o vazamento de sais já

maior biodisponibilidade do ele-

presentes intracelular, ou seja, os íons

mento às culturas. O produto exer-

Cu++ acumulam-se nas células, for-

ce função fundamental na síntese

mando complexos com enzimas que

proteica, na fotossíntese e respira-

possuem grupos sulfidrila, hidroxila

ção, haja vista que o Cobre é trans-

ou carboxila, tais enzimas são inativa-

portado dentro da planta na forma

das levando à desordem generalizada

de Cobre-Aminoquelato, a mesma

padrões internacionais de qualida-

fornecida pelo produto.

de, que compõe o programa Alltech Quality System (AQS).

Tudo isso só é possível porque o gru-

no metabolismo. O Coppercrop® é dotado do conceito inovador denominado RESS, onde

po Alltech possui no B ­ rasil uma das

Apesar de não ter atuação espe-

pequenas dosagens do íon Cu++ con-

maiores plantas de fermentação

cífica no controle de doenças, o

ferem efeito protetor e curativo. Além

de leveduras do mundo, de onde o

­Coppercrop confere à planta re-

disso, o produto possui ativo elicitor,

produto tem suas matérias-primas

cursos suficientes para suportar

onde naturalmente a planta busca se

originadas atendendo critérios e

condições extremas de incidência

defender preparando-a para eventos

16

®


nocivos futuros. Possui fonte de cobre

ternamente na planta. Os cobres inso-

extremamente solúvel e complexada

lúveis geralmente não possuem par-

por aminoácidos que neutralizam a

tes bioativas, seu mecanismo de ação

bivalência positiva do elemento, facili-

consiste apenas em uma desinfecção

tando seu acesso à planta.

superficial, permanecendo assim até sofrerem lavagem pelas precipita-

Por que Coppercrop® é mais eficiente?

ções, irrigação ou por consequência

A maioria dos produtos tradicionais à

Mesmo possuindo atuação indireta, a

base de Cobre são insolúveis e, quan-

formulação à base de Cobre-Amino-

do aplicados, resultam em um reves-

quelato garante maior bioatividade ao

timento pulverulento, característica

Coppercrop®, possibilitando ao pro-

nitidamente observada na superfície

da aplicação de outros produtos.

Destaques Coppercrop® • Derivado da tecnologia RESS • Formulação à base de Cobre-Aminoquelato • Exerce função na síntese proteica, na fotossíntese e na respiração • Matéria-prima com padrões internacionais de qualidade • Fornece recursos para a

dutor ter seu cultivo mais bem nutrido

planta superar o estresse

da folha. Por proporcionarem apenas

e protegido contra as adversidades do

• Ação nutricional e protetora

isso, o cobre não atua no patógeno in-

ambiente.

17


Prática

Uso do Coppercrop® como aliado no manejo fitossanitário do milho

O presente trabalho tem como

sessoria em Fitopatologia, locali-

gicidas avaliados em desfolha

objetivo avaliar o uso de Copper-

zada no município de Jaboticabal

por complexo de manchas folia-

crop como parceiro de fungici-

(SP), com altitude de 600 metros.

res como mancha branca e ferru-

®

das no controle de doenças de

gem polisora, produtividade (em

milho, a seletividade e possíveis

Os tratamentos e doses do uso

sc/ha) e peso de mil grãos (PMS

incrementos de produtividade,

de Coppercrop mais os fungici-

- em gramas) se apresentam na

comparados à testemunha sem

das avaliados encontram-se na

tabela 2.

tratamento (tratamento padrão).

tabela 1.

®

Acesse o link para conhecer o

O experimento foi implantado e conduzido na Estação Experi-

Os resultados do uso de Copper-

trabalho completo: http://bit.ly/

mental São Joaquim da MCI As-

crop® associado ou não aos fun-

resultadotec3

Tratamentos

Formulação

1- Testemunha*

-

Dose (mL ou Dose (g 1.a/ha) Nº Aplicações g p.c/ha) -

-

-

2- Nativo + Áureo* + Mancozeb 300 SC + 800

600 + 1500

180 + 1200

ABC

3- Nativo* + Coppercrop®

600 + 300

180 + 40,2

C

300 + 134

4- Nativo* + Coppercrop®

300 + 134

600 + 250

180 + 33,5

BC

5- Nativo* + Coppercrop®

300 + 134

600 + 250

181 + 33,5

ABC

6- Coppercrop® (s/F)

300 +

600 + 250

33,5

ABC

7- Nativo* + Antracol

300 + 700 WP

600 + 2000

180 + 1700

ABC

Tabela 1 Obs. *Áureo - OMS -m Óleo metilado de soja. As pulverizações foram iniciadas quando as plantas apresentavam 42 DAE (dias após a emergência, enquanto as sequências aconteceram em intervalos de 15 dias em relação às anteriores

Tratamentos

Desfolha (%)

Prod. (sc/ha)

Incr (%)* sc 60* PMS

Inc (g)

1- Testemunha*

93.0 a

93.74 b

-

-

350.0 c

-

2- Nativo* + Mancozeb

42.0 b

104.32 ab

11.29

10.58

371.4 a

24.40

3- Nativo* + Coppercrop® 44.0 b

102.36 ab

9.19

8.62

352.0 bc 2.0

4- Nativo* + Coppercrop® 45.0 b

114.15 a

21.77

20.41

355.0 bc 5.0

5- Nativo* + Coppercrop® 43.0 b

104.52 ab

11.50

10.78

374.8 a

6- Coppercrop® (s/F)

41.0 b

108.40 a

15.70

14.72

363.9 ab 13.9

7- Nativo* + Antracol

300 + 700 WP

115.50 a

23.21

21.76

Coeficiente de Variação 5 7.6300

8.7700

367.3 a

24.8 17.3

2.4400

Tabela 2 ¹Médias seguidas por mesma letra, na mesma coluna, não diferem estatisticamente entre si (Duncan α≥ 0,05). Incr (kg)* = Incremento em Kg/ha; sc 60* = sacos de 60 Kg

18


Nem-Out™, Soil-Set™ e Initiate® no milho

Da esquerda para direita, raízes de milho tratadas respectivamente com T2 (Initiate®), T3 (padrão do produtor) e T1 (Nem-Out™ + Soil-Set™ + Initiate®).

Este trabalho avaliou a aplica-

tratamentos

foram

A utilização de Initiate® promo-

ção dos produtos Nem-Out™,

T1 - Nem-Out™ (0,8 kg ha-1) +

veu o incremento de produtivi-

­Soil-Set™ e Initiate na cultura do

­Soil-Set™ (0,4 L ha ) + Initiate (4

dade em 2,89 sacos por hecta-

milho. Enquanto que N ­ em-Out™

mL kg de semente ); T2 - Initiate

®

re se comparado ao padrão do

e Soil-Set™ são soluções que

(4 mL kg de semente ) e T3 - Pa-

produtor. Enquanto que o trata-

atuam na matéria orgânica, con-

drão do produtor, conforme ex-

mento completo com Initiate® +

tribuindo para o melhor condi-

plica a tabela abaixo.

­Nem-Out™ + Soil-Set™ promoveu

®

utilizados -1

®

-1

-1

cionamento do solo, o Initiate é

incremento de 4,97 sacos por

®

direcionado para o tratamento

Foi avaliada a produtividade do

hectare com relação ao padrão

de sementes, melhorando o de-

milho em sacos por hectare.

do produtor.

senvolvimento inicial das plantas. A avaliação foi realizada na propriedade do Dr. João Rizik, na

T1

cidade de São Jorge do Ivaí (PR),

Tratamentos

Dose

Nem-Out™

0,8 kg/ha -1

Soil-Set™

0,4 L/ha-1

Initiate® (tratamento de semente)

4 mL/Kg de semente-1 4 mL/Kg de semente-1

na safra de milho de 2015, utili-

T2

Initiate® (tratamento de semente)

zando semente Dekalb 285. Os

T3

Padrão do produtor

19


Teoria

Cobre e fungicida protetor Ferramentas auxiliam no controle da ferrugem asiática A

ferrugem

asiática

da

soja

houve um aumento do número de

manejo é a resistência da ferrugem

(­Phakopsora pachyrhizi) destaca-se

aplicações de produtos contra a

asiática aos produtos de controle

por seu alto poder destrutivo e pela

doença nas lavouras, o que leva à

utilizados atualmente. Deste modo,

dificuldade de controle. Plantas se-

perda de eficácia dos fungicidas a

os agentes fitopatogênicos não pe-

veramente infectadas apresentam

cada safra.

netram no interior das plantas. É

desfolha precoce, comprometendo

necessário restabelecer o equilíbrio

a formação, o enchimento e o peso

Outro fator que faz aumentar a

perdido com a utilização repetitiva

final dos grãos. Nos últimos anos

busca por novas alternativas de

do mesmo grupo de fungicidas.

20


Cobre na soja

g = 70 Cobre

primeiros sintomas, indicando que

que o oxicloreto de cobre apresen-

a quantidade do nutriente trans-

tou efeito significativo no controle

locado no floema não é suficiente

da doença.

para sustentar o desenvolvimento

Para produzir uma tonelada de grãos, a soja absorve, em média, 70g de cobre, sendo que:

65 % encontram-se na raiz 15 % na parte aérea 20 % nos grãos

de novos tecidos.

Resultados

As principais funções do cobre são

Um produto que tem apresenta-

atuar como ativador ou compo-

do bons resultados no controle é

nente de enzimas como as oxida-

o ­Coppercrop®, um biofertilizante

ses, atuar como ativador de enzi-

composto para fornecimento de

mas que participam do transporte

Cobre (Cu) promovendo melhor

eletrônico terminal da respiração

desempenho dos benefícios des-

e da fotossíntese, influenciar na fi-

te elemento. Os resultados do

xação do nitrogênio pelas legumi-

­Coppercrop® se baseiam no meca-

nosas, ser essencial no balanço de

nismo de ação do íon cobre que por

nutrientes que regulam a transpi-

sua vez atua na planta promoven-

ração da planta e auxiliar na resis-

do processos metabólicos ligados à

tência a doenças.

fotossíntese e respiração, além de atuar diretamente sobre os com-

Para produzir uma tonelada de

plexos reprodutivos da planta.

grãos, a soja absorve, em média, aproximadamente 70 g de cobre,

Além disso, o cobre confere efeito

sendo que 65% encontram-se na

de proteção e, após ser aplicado

raiz, 15% na parte aérea e 20% nos

em condições que permitam a evo-

grãos. O cobre deve ser aplicado

lução de fitopatógenos, os efeitos

até o florescimento das plantas.

danosos devem ser suprimidos pela ação direta do íon no interior

O cobre deve ser aplicado até o florescimento das plantas.

Do total de micronutrientes extra-

celular dos microrganismos noci-

ídos pela cultura da soja, grande

vos às plantas, auxiliando no ma-

parte retorna ao solo pela decom-

nejo integrado de doenças.

posição das folhas, hastes, vagens e raízes. Entretanto, uma parcela variável, segundo cada nutriente, é

Novas medidas têm se mostrado

retirada juntamente com os grãos.

eficazes no controle da ferrugem

Essa parcela exportada foi estima-

asiática da soja, como a associa-

da em função do total absorvido

ção de cobre a fungicidas, com o

pela planta, como sendo 53,1%

intuito de proteger as plantas. O

para o cobre, de acordo com estu-

cobre é um nutriente absorvido

dos realizados.

pelas plantas como íon Cu . Devi+2

do a pouca mobilidade do cobre

Silva Junior, em 2009, trabalhan-

no floema, na sua deficiência as

do com diferentes fungicidas para

folhas mais novas apresentam os

controle da ferrugem, verificou

Felipe Augusto Moretti Ferreira Pinto, Doutorando em Agronomia/ Fitopatologia UFLA Henrique Novaes Medeiros, Graduando em Agronomia UFLA

21


Histórias de sucesso

Adubação

balanceada

Sob medida, programa auxilia produtores na nutrição do tomate Considerada um dos principais de-

da cultura. “Houve uma mudan-

safios atuais do agricultor, a nutrição

ça bastante significativa da antiga

vegetal tem função determinante na

adubação, por meio de fertilizantes

qualidade e rentabilidade dos culti-

sólidos, para a que passou a ser fei-

vos. Em Sumaré (SP), tradicional pela

ta, por fertirrigação. Esta mudança

produção altamente tecnificada de

gerou muitas dúvidas para o toma-

tomate, produtores encontraram

ticultor, de como se adequar a esta

em um programa de fertirrigação

nova técnica”, explica.

auxílio para uma nutrição de precisão em suas lavouras. Criado em

Como funciona

2015 pela Biogênese Sementes e Nutrição Vegetal, empresa de dis-

O programa é uma consultoria

tribuição de insumos agrícolas de

agronômica que visa orientar so-

Monte Mor (SP), o projeto BioSystem

bre nutrição de precisão e o mane-

já atende mais de 20 propriedades e

jo adequado para uma produção

tem levado informação e novas téc-

sustentável e rentável do tomate de

nicas para o campo.

mesa. Ao todo são 30 visitas, sendo duas por semana, para acompanha-

Segundo um dos diretores da em-

mento de todas as etapas do proces-

presa especializada na área de

so produtivo monitorando as neces-

nutrição de plantas, produtos bio-

sidades nutricionais específicas de

lógicos e sementes, Antonio Cezar

cada produtor. “A primeira ação é a

Guaiume, esta consultoria está en-

análise de solo após a irrigação, para

tre os principais diferenciais da Bio-

avaliar a quantidade de nutrientes

gênese e surgiu de uma demanda

disponíveis”, afirma Guaiume.

dos próprios produtores, que estão constantemente em busca de fer-

A amostragem é feita semanalmen-

ramentas que auxiliem no manejo

te e direcionada para a Biogênese.

22

Antonio Cezar Guaiume

diretor da Biogênese

Os consumidores finais de hortaliças, atualmente, possuem grande acesso à informação


No laboratório da empresa, é feita a

avaliações, também são feitas aná-

pelo mercado, nutrição equilibrada,

análise dos nutrientes importantes

lises foliares em alguns estágios da

maior resistência da planta à pragas

para a máxima expressão da planta.

planta para que seja possível avaliar

e doenças e uso racional da água.

A partir disso é calculada a quanti-

a resposta e o nível de nutrição”.

“Há também um banco de dados

dade que deve ser incorporada na

com o histórico de cada produtor

próxima fertirrigação em função

Entre os principais resultados obser-

que o direciona para decisões futu-

do que há disponível no solo e na

vados ao longo de mais de um ano

ras. Em todo final de safra, é apre-

planta, conta o diretor. “Além dessas

do programa estão melhor quali-

sentado um relatório completo para

dade de frutos, incluindo tamanho,

o agricultor sobre tudo o que acon-

cor, firmeza, peso e tempo de

teceu na lavoura, não só na área de

prateleira, melhor aceita-

nutrição, mas em todos os aspec-

ção do produto final

tos”, finaliza.

Biogênese: Fundação 2007 Sede Monte Mor (SP) Crescimento 25% em 2016 Culturas Tomate e cereais

23


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