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Alltech Crop Science Em Folha - Ed. 02

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CICLO DE TREINAMENTO ONLINE

Seu cultivo precisa de mais produtividade e qualidade? Não perca a oportunidade de aprender mais sobre os manejos e soluções que vão transformar a sua lavoura. Participe ao vivo dos Treinamentos Online. As inscrições serão divulgadas através do nosso site e Facebook.

Confira o calendário de Treinamentos e programe-se!

4

abr Manejo de Fusarium e Rhizoctonia na cultura de Feijão Engº Agrônomo Vinícius Abe

19 set

Melhoria no desempenho reprodutivo de plantas frutíferas e cafeeiro

Engº Agrônomo Marcos Revoredo

9

mai

11

Efeito fisiológico do Bulk® na produção de frutas Engº Agrônomo Aloísio Maciel

17

A importância dos out nós reprodutivos e dossel foliar da soja como ferramentas de aumento de produtividade Engº Agrônomo Fransérgio Batista

AlltechCropScience.com.br

jul

Benefícios do Coppercrop® no desenvolvimento e auxílio do manejo da proteção de plantas Engº Agrônomo Marcos Revoredo

7

nov

Importância do enraizamento no desenvolvimento e produção de hortícolas e frutíferas Engº Agrônomo Aloísio Maciel

1

ago

12 set

5 motivos para investir no enraizamento inicial da soja

Manejo Alltech Crop Science para tratamento de solo Engº Agrônomo Vinícius Abe

21 nov

Uso do Coppercrop® aliado ao manejo fitossanitário de cultivos

Engº Agrônomo Vinícius Abe

Engº Agrônomo Fransérgio Batista

5

dez

Uso da tecnologia Alltech Crop Science para maximizar a fase reprodutiva da soja

Engº Agrônomo Fransérgio Batista

/AlltechCropScienceBrasil Curta nossa nova página


Altas exigências EXPEDIENTE Em Folha é uma publicação da Alltech Crop Science Brasil

No mundo todo, o mercado de frutas, legumes e verduras passa por

Diretor

vêm exercendo sobre os centros de distribuição e, por consequência,

Ney Ibrahim Gerente técnico

grandes mudanças devido à pressão que os mercados consumidores aos produtores por uma melhor qualidade em termos de tamanho,

Leonardo Porpino Alves

cor, sabor e aparência, além do respeito social e ambiental na entrega

Gerente de marketing

de seus produtos. Nos países europeus e na América do Norte isso já é

Manuela Lopes

realidade e o Brasil, que tem um papel importante nesse jogo, também

Responsável

avança nessas questões e precisa se adaptar às novas regras, seja para

Rafael Antunes Alltech Crop Science Brasil Rua Curió, 312-B - Capela Velha

atender ao mercado interno ou externo.

Araucária - Paraná - CEP 83.705-552

Com o consumidor final mais exigente e consciente, demandando quali-

Email: cropsciencebr@alltech.com

dade e segurança nos vegetais que consome, toda a cadeia de produção

www.alltechcropscience.com.br Facebook: AlltechCropScienceBrasil

parte em busca de sustentabilidade, rastreabilidade e regulamentação. O desafio está em atender a essas demandas sem que o custo inviabilize

Produção

o negócio. É preciso muita organização e profissionalismo para satisfazer

Centro de Comunicação

os mercados sem colocar em prejuízo as atividades no campo.

www.centrodecomunicacao.com.br Jornalista responsável Guilherme Vieira (MTB-PR: 1794) Colaboração

É impossível seguir sozinho frente a tantas dificuldades, por isso o setor precisa e deve se unir. Procuramos fazer nossa parte através de um tra-

Camila Castro e Camila Tsubauchi

balho próximo ao campo e aos produtores, levando informação e pro-

Projeto Gráfico e Diagramação

dutos de qualidade. É com este propósito que preparamos a segunda

Cleber Brito

edição da revista Em Folha.

Impressão e tiragem Exklusiva Gráfica e Editora Ltda 10 mil exemplares Foto capa Karime Xavier/Folhapress

Boa leitura! Ney Ibrahim Diretor comercial - ACS Brasil

ACS na mídia No mês de abril, a Alltech anunciou a aquisição da irlandesa Keenan, empresa líder em soluções agropecuárias. O assunto rendeu matéria para veículos como Diário Indústria & Comércio, Safras & Mercado, Aveworld, entre outros. O ciclo de treinamentos online da Alltech Crop Science também movimentou a imprensa. Com a proposta de despertar o interesse dos agricultores para problemas em suas lavouras, a pauta foi destaque no site da Revista Dinheiro Rural, Cultivar, Agrolink e Negócios da Terra.

3


Lado a lado

Cultivo

equilibrado Produtores de folhosas buscam práticas de manejo que atendam o consumidor Cultivar folhosas em um país com mais

de Biritiba Mirim (SP), estado que lidera a

de 8,5 milhões de km², com climas, so-

produção de hortaliças no Brasil, explica

los e características diferentes em cada

que a região possui um solo muito anti-

região é um desafio. Cada vez mais, os

go e, como consequência, pragas varia-

produtores brasileiros têm buscado prá-

das já tiveram incidência no local. “Nosso

ticas de manejo equilibradas que contri-

solo tem mais de 50 anos de produção,

buam para a resistência das hortaliças e

então, diversas doenças já se instalaram

atendam a um mercado consumidor que

na região. Além disso, sempre acabam

preza por produtos saudáveis e com qua-

surgindo novas”, conta.

lidade de procedência. Segundo o produtor Kikuti, neste segmenO agricultor Makoto Kikuti, da Hydromania,

4

to, é necessário, principalmente, o ­cuidado


na parte nutricional, para que a

vai estar mais equilibrado, ela vai

planta apresente mais resistência

se desenvolver melhor. Com isso,

às doenças da região. “Com isso,

a coloração e a resistência melho-

o shelf life (tempo de prateleira)

ram, além do período pós-colheita,

muda, você tem um padrão de qua-

incluindo o shelf life”, explica.

lidade mais constante, e ainda menos incidência de doenças”, afirma.

Exigências de Norte a Sul

Já no Nordeste, especificamente

De acordo com relatório da Eu-

em Mossoró (RN), os principais

romonitor, a comercialização de

problemas estão ligados à falta de

alimentos e bebidas naturais, or-

chuva. “Nossa dificuldade é a falta

gânicas, diet, light, sem glúten e

de água. Aqui na cidade, já faz cin-

sem lactose cresceu 98% no país

co anos que estamos com perío-

entre 2009 e 2014. Ainda segundo

dos chuvosos abaixo da média”, re-

o estudo, 28% dos brasileiros con-

lata o agricultor orgânico da região,

sideram o valor nutricional o mais

­Rodrigo Benjamim, da HortVida.

importante na hora de consumir um produto, enquanto 22% pre-

De acordo com Benjamim, os cui-

ferem alimentos naturais e sem

dados para o equilíbrio da planta-

conservantes.

Rodrigo Benjamim Cobram pela qualidade do produto e isso é crescente. Cada vez mais as pessoas estão procurando o que há de melhor

ção resultaram na melhor qualidade do produto oferecido. “A planta

A busca por produtos de qualidade

consegue absorver com mais facili-

também é observada por Kikuti.

dade os nutrientes e, como o solo

“Eu acho que a exigência é uma tendência do mercado, não só de São Paulo, mas do Brasil”, afirma.

Alface

Segundo o produtor, a produção de folhosas precisa seguir padrões de registro e rastreabilidade, além de respeitar os prazos de carência dos produtos utilizados no cultivo. Segundo Benjamim, o Nordeste não é caracterizado como uma re-

Makoto Kikuti Eu acho que a exigência é uma tendência do mercado, não só de São Paulo, mas do Brasil

gião que consome hortaliças, entretanto, a parcela do mercado consumidor é de alta exigência. “Cobram pela qualidade do produto e isso é crescente. Cada vez mais as pessoas estão procurando o que há de melhor”, analisa. Entre os principais aspectos desejados: o tamanho, a

Folhosa mais consumida no Brasil

1,5 mi t

produzidas por ano

R$ 8 bi

movimentados no varejo por ano Fonte: ABCSEM * Dado do último levantamento divulgado pela entidade, em 2012.

coloração e a constância.

5


Páginas verdes

Passaporte para

embarques

Presidente da Abrafrutas, Luiz Roberto Barcelos, avalia exportação de hortifrutis

O mercado consumidor externo de hortifruti, considerado de alta exigência, ainda é pouco explorado pelos produtores brasileiros. De acordo com dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o país é o terceiro maior produtor de frutas do mundo, atrás apenas de China e Índia, entretanto, exporta menos de 3% de sua produção total, afirma o presidente da Associação Brasileira dos Produtores Exportadores de Frutas e Derivados (Abrafrutas) e diretor institucional da Agrícola Famosa, Luiz Roberto Barcelos. Segundo o especialista, o Brasil embarcou em torno de 700 milhões de dólares em 2015, valor muito inferior se comparado a outros países da América do Sul, como Chile e Peru, que encontram no mercado internacional novos destinos de comercialização.

6


Quais são as principais exigências para exportação de hortifruti?

recursos naturais. Mas quando você fala especificamente da fruta, normalmente o que se busca mais é o sabor, são os níveis de brix, teor de

As principais exigências vêm do

açúcar que a fruta tem. A aparência

cliente, do importador, e são as cer-

também é importante porque atrai

tificações internacionais de boas

esse consumidor.

práticas agrícolas, conhecidas como Global G.A.P. (Good Agricultural Practices), que consistem em três pilares. O primeiro é a segurança alimentar, ou seja, você tem que ter o controle de toda sua produção pela rastreabilidade, para que seja possível verificar de onde aquela fruta saiu, como ela foi produzida, e os

Falta o produtor conhecer e enxergar esse mercado de fora como um potencial e explorá-lo outras questões de sustentabilidade. Por último, a responsabilidade social,

O segundo item é o meio ambien-

que envolve o cumprimento das leis

te, as licenças ambientais, a correta

trabalhistas e a garantia de condições

utilização da água, o destino para os

dignas de trabalho ao funcionário.

resíduos sólidos, a reciclagem, entre

Do lado da iniciativa privada, falta uma cultura exportadora. Falta o produtor conhecer e enxergar esse mercado de fora como um potencial e explorá-lo. O governo também

arquivos de todas as aplicações de defensivos e fertilizantes.

O que falta para o Brasil ser um player na exportação de hortifruti?

O que o consumidor final, fora do Brasil, procura quanto à qualidade do produto?

precisa fazer a sua parte, trabalhando acordos de comércio, principalmente com a comunidade europeia, Estados Unidos e outros países potenciais compradores dos produtos brasileiros. Além disso, é necessário que a iniciativa pública desburocratize os processos de exportação e invista nas infraestruturas portuárias para que esse processo seja mais rápido e ágil. O Brasil tem um potencial

No mercado externo, existe uma

muito grande para exportação de

forte cultura de sustentabilidade,

hortifruti, já somos um grande pro-

então, os consumidores estão preo-

dutor, temos frutas com bastante

cupados se a produção vem de uma

sabor e portos próximos às regiões

situação equilibrada, na qual não há

de destino, mas ainda não explora-

exploração de recursos humanos e

mos esse mercado externo.

7


HF

De olho no

fornecedor

Além de qualidade, comércio varejista de hortifrutis exige atendimento à legislação No setor de frutas, legumes e verdu-

das embalagens mais adequadas,

ras (FLV), frescor, coloração e sabor

que, além de preservar os horti-

adequados são imprescindíveis para

frutis, devem apresentar as infor-

agradar o consumidor, mas nem

mações gerais sobre o produto e

sempre são suficientes para atender

as instruções de rastreabilidade.

às expectativas dos comerciantes.

Com os dados para rastreio, o

Nos últimos anos, a legislação que re-

consumidor pode saber em qual

gulamenta a produção e o comércio

região do país o item foi cultivado,

desses produtos tem sido ampliada,

além de dados sobre o t­ ransporte

o que fez com que muitas redes de

e sobre o engenheiro agrônomo

supermercados do país passassem a

responsável pela produção.

cobrar também regularidade no fornecimento e respeito às normas.

A tendência é, segundo o consultor especializado em FLV, Hélio Nishi-

Antes de fechar o contrato com um

mura, que essa visita técnica ganhe

fornecedor de hortifrutis, o analis-

popularidade e se torne quase uma

ta de negócios em FLV de uma das

auditoria. “Porque sem isso, o com-

principais redes de supermercados

prador não sabe se o produtor está

do Paraná e Santa Catarina, Luiz de Souza, visita a propriedade e acompanha o processo de limpeza dos itens. “Vamos verificar se o produtor tem condições de atender àquele determinado mercado com o nível de qualidade, padrão e higiene esperados. Ele passa por uma espécie de certificação”. Durante a visita, acontece a classificação do produto e a definição

8

Hélio Nishimura

analista de negócios em FLV

Não só o mercado varejista tem que se estruturar cobrando, precisamos contar também com a base produtiva


atendendo à legislação, se tem a mão de obra correta, se faz os controles

Planejamento

de higiene sanitária adequados, se

Outro ponto avaliado por Souza é a

faz treinamentos, se respeita todas

regularidade no fornecimento. “Va-

essas questões técnicas. As grandes

mos até o produtor para ver com qual

redes de supermercados cobram

linha de produtos trabalha, se vai ter

não só boas práticas agrícolas, mas a

sequência disso e se tem tradição

aplicação de boas práticas de fabrica-

de cultivo”, destaca. Dessa forma, o

ção, de rotulagem, de rastreabilidade

analista de negócios consegue evitar

como previsto na legislação”.

rupturas, um dos principais problemas enfrentados no varejo de frutas,

Para Nishimura, o respeito às leis e

legumes e verduras.

normas do setor de hortifrutis cresce como diferencial no mercado.

”Quando o varejista pede 100 [quilos]

“Vai estar cada vez mais em voga.

e o produtor entrega 80 [quilos], dese-

Não se pode mais ter produção sem

quilibra o sistema de planejamento”,

responsável técnico e sem manejo

justifica Nishimura. Os supermerca-

produtivo. O produtor tem que estar

dos também se preocupam com a

preparado, se atualizar, participar de

quebra operacional dos lotes que é o

palestras, entender e aplicar a legis-

percentual de produtos perdidos por

lação. Não só o mercado varejista

excederem o prazo de validade ou

tem que se estruturar cobrando,

condições de comercialização. “Se o

precisamos contar também com a

varejista compra cebola, precisa saber

base produtiva.”.

se 100% vai ser aproveitada ou não”.

Luiz de Souza

analista de negócios em FLV

Vamos verificar se o produtor tem condições de atender [...] ao nível de qualidade, padrão e higiene esperados

9


Mundo Alltech

Uma grande

ideia

O simpósio do grupo Alltech contou com mais de três mil participantes “Uma experiência incrível.” “Poderoso e

mundo todo, entre eles, empresários,

instigante.” Estes foram alguns dos co-

pesquisadores e líderes do agronegócio.

mentários ao fim do ONE: Simpósio de Ideias Alltech, que aconteceu entre os

Para o presidente e fundador da Alltech,

dias 22 e 25 de maio, na cidade de Le-

Dr. Pearse Lyons, “escolhas mudam vi-

xington, Kentucky, nos Estados ­Unidos

das, não chances”. Para os participantes

(EUA). O 32º simpósio anual do grupo

que escolheram estar presentes, o Sim-

Alltech foi o maior já realizado, trazen-

pósio foi uma oportunidade de vislum-

do para a cidade 3.156 participantes do

brar o futuro da agricultura e entrar em

Allan Mulally

ex-CEO da Ford em um dos períodos mais conturbados da montadora

Trabalho em equipe sempre funciona 10


contato com ideias revolucioná-

pessoas que os jovens empre-

rias que podem transformar o

endedores

agronegócio.

para iniciar um negócio:

Confira um pouco do que acon-

- Um orientador: que sabe de

teceu durante o ONE.

negócios e como fazer d ­ inheiro;

devem

se

cercar

- Alguém de marketing: que

Uma revolução

sabe a qualidade do produto; - Um bom engenheiro: que tem

Steve Wozniak foi o principal pa-

talento e sabe o que vai e não

lestrante do ONE. O fundador

vai funcionar.

da Apple, ao lado de Steve Jobs, apresentou para o auditório lotado a sua trajetória pessoal e

Tour Alltech Crop Science

contou como iniciou de dentro de uma garagem o negócio que

Na

revolucionou o mundo. Wozniak

ao Simpósio, a Alltech Crop

semana

que

antecede

acredita profundamente no po-

S cience levou um grupo de ­

der da tecnologia e do empre-

clientes, parceiros e amigos

endedorismo

provocar

para um Tour através das prin-

revoluções positivas no mundo

cipais propriedades rurais do

e recomendou os três tipos de

estado de Washington (EUA).

para

Dr. Pearse Lyons

presidente e fundador da Alltech durante abertura do ONE

Uma ideia e uma escolha podem simplesmente mudar o mundo

11


Mundo Alltech

A

comitiva

pôde

conhecer

sentes nele para potencializar

tecnologias de ponta, novos

a produtividade. Steven Borst,

métodos de produção, arma-

Gerente Regulatório da ACS,

zenamento e beneficiamento

questionou a sustentabilidade

empregados pelos agriculto-

do modelo agrícola atual. Para

res norte-americanos. Entre

ele, é hora de uma solução in-

os visitados, estava a colônia

tegrada combinando práticas

Huterita de Warden, um dos

de impacto mínimo e eficiên-

principais fornecedores de ba-

cia máxima.

tatas para o McDonald’s.

O futuro da agricultura

Nicolas Body, agrônomo da ACS Europa, apresentou cases inovadores de modelos

Uma sessão dedicada exclusi-

de produção baseados em hi-

vamente à Crop Science apre-

droponia e aquaponia, otimi-

sentou e debateu temas que

zando recursos e produtivi-

vão pautar o futuro e a sus-

dade. Por fim, Rebecca Noble,

tentabilidade da agricultura.

gerente de novos negócios da

Robert Walker, Diretor Geral

ACS, falou sobre o novo perfil

da Alltech Crop Science, falou

de consumidores de alimen-

sobre a importância do solo

tos saudáveis e como aten-

e de como é preciso compre-

der às novas tendências de

ender os microrganismos pre-

­c onsumo.

Simpósio em números

3.156

participantes vindos de 71 países

60 palestrantes

115 jornalistas cobrindo US$

9,5 mi

de impacto econômico

Robert Walker

diretor geral da Alltech Crop Science

A ciência tem conhecimento de apenas 2% dos microrganismos presentes no solo, o que poderiam conter os outros 98%?

12


Qualidade ACS

GrupoAgro Produção com qualidade e sustentabilidade em MG

A preocupação com a sustentabi-

ambientais. O aumento das tem-

Agro Mos® e Coppercrop®. “Te-

lidade sempre guiou as ações do

peraturas verificado nos últimos

mos já comprovado os benefícios

Grupo Agro, com sede em Pará de

anos se mostra o principal desa-

do conjunto de soluções Alltech

Minas (MG). Desde 1993, o grupo

fio de produção. “Houve casos

Crop Science, que nos ajudam

vem expandindo seus negócios e

de chegar a 50 graus dentro das

desde o enraizamento até a pro-

atuando em todos os segmentos

estufas”, relata Ricardo. Na busca

teção dos cultivos. Em destaque,

agro, desde a venda de insumos,

por soluções alternativas de ma-

ressalto a ação do Agro Mos®,

assistência e desenvolvimento de

nejo, os produtos da Alltech Crop

que nos favorece muito dentro

tecnologias até o beneficiamento

Science se encaixaram perfeita-

do cultivo protegido, fortalecen-

e comercialização de hortaliças.

mente no conceito de sustentabi-

do as plantas e contribuindo com

Exemplo disso é a produção pró-

lidade almejado.

nossa busca por uma agricultura mais segura”, afirma o agrônomo.

pria de tomate Sweet Grape e miniabóbora Pumpkino, como parte

Em suas estufas, realizam apli-

do Sistema Integrado Sakata no

cações periódicas de Liqui-Plex®

A qualidade final é evidente na

estado mineiro, que conta com a

Root, Compost-Aid , Soil-Set™,

hora da colheita do Sweet Grape

®

e Pumpkino. Além das boas prá-

Alltech Crop Science no manejo. Há 10 anos, o Grupo decidiu apostar no cultivo sustentável dos minivegetais como oportunidade de mercado. Segundo o agrônomo Ricardo Roberto, responsável pela produção, “buscávamos um produto diferenciado e seguro

Grupo Agro: beneficiamento

Sweet Grape

40 toneladas por mês

ticas agrícolas e rastreabilidade, o Grupo Agro ainda se destaca pelo planejamento de produção, que lhes permite ter produtos o ano inteiro. “Com a qualidade que entregamos, felizmente a procura está sendo muito alta, de forma que falta produto para

para consumo, atendendo a to-

atender toda a demanda,” finali-

dos os padrões de qualidade”.

za o agrônomo.

Mesmo com o cultivo protegido, o Grupo sofre com as adversidades

Pumpkino 1 tonelada por mês

Onde encontrar: - Redes de supermercado em MG

13


Vitrine

Crop-Set

TM

Solução para melhoria da performance, qualidade e produtividade As plantas necessitam de estímulos para iniciar seus processos fisiológicos. Tudo isso ocorre de maneira natural, uma vez que ela se encontre em condição de equilíbrio nutricional, fisiológico e ambiental. Como na prática agrícola o equilíbrio fica comprometido, faz-se necessário o uso de técnicas e produtos que consigam melhorar esta relação e extrair dos cultivos seu máximo potencial. O metabolismo vegetal é regulado a partir da sinalização ocorrida de forma direta através de hormônios e indiretamente induzida pelos seus precursores. Entender tal funcionamento auxilia na aplicação de técnicas para suprir uma dada necessidade com a administração de produtos à base destes ativos compostos por hormônios e/ ou seus precursores. O uso agrícola destas substâncias se dá em diferentes maneiras, podendo ser utilizadas substâncias sintéticas que possuem efeito direto aos processos fisiológicos. Outra forma de promover ou estimular estes efeitos metabólicos é aplicar nas plantas precursores naturais específicos ou não. Neste caso, a segurança favorece a resposta­a ­ gronômica

14


O Crop-Set™ age diretamente nos processos fisiológicos regulando o metabolismo

desejada, uma vez que a planta esta-

como agentes precursores de fitor-

rá recebendo um agente precursor e

mônios. Com isso, a planta consegue

não um sinalizador de ordem direta,

se desenvolver normalmente. Dife-

como no uso de um hormônio, que

rentemente de seus concorrentes,

poderá trazer danos irreparáveis,

a Alltech Crop Science não utiliza

caso sua utilização ultrapasse o limite

ferramentas químicas em seus pro-

o qual a planta necessite naquele mo-

dutos. Os componentes fisiológicos

mento. Segundo SALISBURY & ROSS

das plantas são estimulados com a

(2013), “um composto hormonal pode

utilização de uma tecnologia à base

inibir em uma concentração e promo-

de precursores hormonais inespecí-

ver em outra o efeito da aplicação dos

ficos oriundos de extratos vegetais

hormônios quando aplicados em con-

compostos por saponinas, estru-

centrações apropriadas”.

turas químicas semelhantes às de vários compostos orgânicos, que

Pensando em todas as conveniências

segundo WINA et al. (2005) pode in-

de métodos mais seguros, a Alltech

fluenciar na atividade ou na síntese

Crop Science opta por utilizar tecno-

de diversos hormônios.

logias eficientes e sustentáveis, que oferecem maior desempenho aos cul-

Outra característica importante desta

tivos através de uma linha de produ-

tecnologia é que, segundo FRANCIS

tos que possuem em sua composição

et al. (2002), as saponinas possuem

precursores metabólicos naturais ca-

grande atividade como surfactante,

pazes de estimular os componentes

ou seja, diminuem a tensão superfi-

fisiológicos, potencializando o meta-

cial. Propriedade importante na ab-

bolismo e deixando a planta em con-

sorção dos nutrientes, pois permite

dições equilibradas, capaz de externar

uma maior regulação no fluxo de

todo seu potencial produtivo.

­seiva. Além disso, uma vez que entrar em contato com a parede celular, sua

Possuem em sua composição extra-

permeabilidade é aumentada, facili-

tos vegetais e elementos nutricionais

tando seu acesso ao interior celular.

complexados por aminoácidos livres de alta qualidade. Esta combinação

Quando aplicamos Crop-Set™ es-

promove estímulos às plantas, que

tamos fornecendo à planta ferra-

regulam seu metabolismo e assim

mentas indispensáveis para garantir

conseguem conviver mais facilmente

maior desenvolvimento vegetativo e

com os estresses inerentes às práti-

desempenho produtivo através dos

cas agrícolas.

seus benefícios.

O Crop-Set™ age diretamente nos processos fisiológicos regulando o metabolismo, uma vez que em sua composição

existem

elementos

bioquímicos capazes de funcionar

Leonardo Porpino Alves Engº Agrº MSc. em Fitotecnia, gerente técnico Alltech Crop Science

15


Nossa tecnologia

Hormônios

vegetais

O metabolismo vegetal sob controle Os processos fisiológicos são respon-

estímulos para substâncias recep-

momento fenológico, mas no geral

sáveis pelo crescimento, pela dife-

toras de origem proteica, as quais

seu comportamento tende a seguir

renciação celular e pela formação de

originam um complexo hormônio­

o esquema ilustrado abaixo.

tecidos, que por sua vez dão origem

receptor. Algumas substâncias naturais po-

aos órgãos, e todos estes são regulados através de fatores do ambiente,

Para que os processos metabólicos

dem ser utilizadas como precur-

físicos, genéticos e hormonais.

ocorram de maneira harmoniosa,

soras de fitormônios, como ami-

a planta produz seus hormônios de

noácidos (Metionina e Triptofano)

Os hormônios vegetais denomi­

maneira balanceada ao longo do ci-

e esteroides (saponinas) produ-

nados

fitormônios/fito-hormonios

clo, de forma que seu equilíbrio deter-

zidos por alguns vegetais. Neste

são moléculas sinalizadoras, produ-

minará o bom desenvolvimento. Do

caso, moléculas com estruturas

zidas naturalmente pelas plantas

contrário, reflexos negativos pode-

semelhantes a de alguns fitormô-

em locais específicos e em pequenas

rão comprometer sua p ­ erformance.

nios poderão originar ou mesmo

concentrações. Sua ação se dá de for-

promover estímulos à síntese

ma extracelular. Quando em contato

A necessidade hormonal é variável

de forma inespecífica de vários

com a membrana, funcionam como

e específica conforme espécie e

­hormônios.

16


?

O SUCESSO DA SUA LAVOURA ESTÁ DEPENDENDO DA SORTE

AGRICULTURA NÃO É JOGO DE AZAR E A ALLTECH CROP SCIENCE TEM AS SOLUÇÕES PARA VOCÊ PRODUZIR MAIS E MELHOR.

Com extratos vegetais enriquecidos com minerais complexados por aminoácidos, Crop-Set™ age reduzindo o estresse e aumentando os caracteres reprodutivos. Maior pegamento e padronização; Estimula e regula o fluxo de seiva na planta; Promove regulação do controle estomático; Auxilia no desenvolvimento reprodutivo; Retarda a senescência.

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Prática

Manejo do Mamão

Crop-SetTM e linha Nutrição na melhora do desenvolvimento vegetativo Ensaio realizado em Baraúna (RN), de maio a outubro de 2013. Os tratamentos foram: a) Testemunha (manejo do produtor); e b) Tratamento Crop-SetTM (100 mL 100L-1) + Linha Nutrição (250 mL 100L-1), sendo uma aplicação de Crop-SetTM e de Liqui-Plex® Vegetables em maio, duas aplicações de Crop-SetTM e Liqui-Plex® CaMg+B em junho, uma aplicação em julho de Liqui-Plex® CaMg+B e Liqui-Plex® Fruit, e em agosto uma aplicação de Liqui-Plex® CaMg+B e duas de Liqui-Plex® Fruit. Para a avaliação do desenvolvimen-

Nas duas medições de altura da co-

diferenças de 20,05 e 17,15 cm, na

to vegetativo e reprodutivo das plan-

luna até o primeiro fruto de mamão

primeira e na segunda medição, res-

tas, realizaram-se uma medição em

em agosto e outubro de 2013, o tra-

pectivamente. Proporcionando assim

maio e outra em outubro de altura

tamento com Crop-Set

e Linha Nu-

melhor pegamento de frutos, mesmo

da coluna até o primeiro fruto e a

trição proporcionou menor altura do

com a dificuldade de desuniformida-

contagem do número de frutos nos

primeiro fruto em relação à superfície

de devido à elevada amplitude térmi-

primeiros 20 cm da coluna.

do solo, do que a testemunha, com

ca na região em 2013.

TM

De acordo com a contagem do número de frutos nos primeiros 20 cm da coluna, o tratamento com aplicações de Crop-SetTM e Linha Nutrição proporcionou incremento de produtividade de 3,35 frutos por planta. Considerando-se que na última contagem a diferença entre os tratamentos foi de 17,15 cm e o incremento de produtividade foi de 2,87 frutos por planta, podemos estimar um aumento de produtividade de 4309 frutos ha-1.

18


Alho

Crop-SetTM na melhora de produtividade e classificação de bulbos Este trabalho avaliou o efeito do

dade ocorreu em função de uma me-

O Crop-SetTM proporcionou um maior

produto Crop-SetTM na melhoria da

lhoria na uniformidade de tamanho

desenvolvimento das plantas de alho,

produtividade e da classificação de

de bulbos e principalmente por este

melhorando a uniformidade de tama-

tamanho de bulbos de alho, cv Ito. O

tratamento apresentar uma maior

nho e a produtividade de bulbos de

experimento foi conduzido em con-

porcentagem de bulbos no tamanho

alho de cv. Ito.

dições de campo comercial, em São

das classes 6, 7 e 8.

Gotardo (MG), no período de junho a outubro de 2015. Os tratamentos utilizados para este estudo foram: 1) Testemunha (sem produto equivalente); 2) Crop-SetTM, aplicado aos 21 (0,25 L ha-1), 37 (0,25 L ha-1) e 52 (0,5 L ha-1) dias após o plantio (DAP). O delineamento experimental foi em blocos casualizados com 4 repetições. A parcela experimental foi constituída de 5 metros de comprimento e 4 linhas dupla, e as avaliações realizadas nas duas linhas duplas centrais. Foram realizadas as avaliações de produtividade e de classificação de tamanho de bulbos de alho. O Crop-SetTM aplicado no início da diferenciação de bulbo de alho, aos 21 DAP, e durante o desenvolvimento do bulbo (37 e 52 DAP) promoveu um melhor desenvolvimento destas plantas de alho da cultivar Ito, resultando assim em um incremento de 3,63% (694 kg de bulbos) na produtividade média de bulbos, em relação à testemunha. Este incremento na produtivi-

19


Teoria

Aminoácidos

Sua importância para a agricultura moderna Os aminoácidos são as unida-

sentam atividade biológica.

des estruturais básicas das

Eng. Agr. Dr. Átila Francisco Mógor Professor associado do Departamento de Fitotecnia e Fitossanitarismo da Universidade Federal do Paraná. Docente do Programa de Pós Graduação em Produção Vegetal, com vários artigos publicados sobre o tema.

20

proteínas, compondo as mem-

Os L-aminoácidos participam

branas celulares e as enzimas.

de diversas formas no meta-

São também precursores de

bolismo vegetal. Por exemplo:

inúmeras substâncias regula-

o ácido L-glutâmico desem-

doras do metabolismo vegetal,

penha papel fundamental no

como: hormônios, coenzimas,

metabolismo do N, sendo o

nucleotídeos, polímeros de pa-

primeiro composto formado

rede celular, entre outras.

na assimilação desse elemento, possibilitando o transporte

As plantas são capazes de sin-

do N na forma de glutamina e

tetizar aminoácidos a partir de

asparagina para os diferentes

moléculas de glicose produzi-

órgãos da planta e seu uso na

das na fotossíntese, combina-

síntese de clorofila e forma-

das em rotas metabólicas com

ção de outros aminoácidos

o nitrogênio na forma amonia-

por transaminação. A prolina,

cal. Os aminoácidos têm isôme-

derivada do glutamato, partici-

ros, ou seja, o mesmo aminoá-

pa dos processos de resposta

cido pode apresentar fórmula

das plantas aos estresses abi-

molecular idêntica, mas confi-

óticos, enquanto a metionina é

guração espacial diferente, as-

precursora do etileno.

simétrica, configurando-se em L e D-aminoácidos. Os amino-

O papel dos L-aminoácidos re-

ácidos em moléculas de prote-

laciona-se aos processos como

ínas são exclusivamente L isô-

a síntese de hormônios vege-

meros. Portanto, somente os

tais e fatores de crescimento,

L-aminoácidos (levógiros) apre-

e também como agentes com-


O papel dos L-aminoácidos relaciona-se a processos como a síntese de hormônios vegetais e fatores de crescimento

de uma fonte proteica. Para

flexos positivos na produção,

seu uso agrícola, sem distinção

tem sido tema de trabalhos

entre L e D, os aminoácidos

científicos atuais. Legislações

são considerados pelo Minis-

recentes permitirão a caracte-

tério da Agricultura, Pecuária

rização dos efeitos biológicos

e Abastecimento (Mapa) como

dos L-aminoácidos, neste caso

aditivos ou agentes quelantes/

não como aditivos, mas como

complexantes em fertilizantes.

componentes bioativos de ori-

Isso se deve à presença do gru-

gem natural, que certamente

po funcional carboxila (COOH)

serão ferramentas úteis em

plexantes de cátions, facilitan-

nos aminoácidos, que converti-

uma agricultura cada vez mais

do o transporte e absorção de

do a carboxilato (COO-) adquire

desafiadora.

nutrientes. Assim, pode-se in-

forma ionizada na qual podem

ferir que os L- aminoácidos, ao

se ligar cátions, cumprindo as-

serem fornecidos às plantas,

sim sua função na formulação

aplicados às folhas ou no solo,

e eficiência do produto. En-

podem participar dos proces-

tretanto, isso não tem relação

sos fisiológicos dos vegetais.

com a atividade biológica dos L-aminoácidos, e seu potencial

Como os L-aminoácidos rela-

efeito no metabolismo vegetal.

cionam-se à atividade biológica, industrialmente podem ser

A ação dos L-aminoácidos em

obtidos por processos fermen-

mitigar os efeitos dos estres-

tativos

micror-

ses abióticos e promover o

ganismos específicos, ou por

crescimento e o desenvolvi-

hidrólise enzimática a partir

mento das plantas, com re-

utilizando-se

Combinação: Planta + Aminoácidos • Plantas sintetizam aminoácidos para suprir a síntese de proteínas para desenvolvimento • O suprimento otimiza e maximiza o desenvolvimento do cultivo • O mesmo aminoácido pode apresentar fórmula molecular

COOH

idêntica

COOH

• Os L-aminoácidos podem ser obtidos por

NH2

C

H

H

C

NH2

processos fermentativos ou por hidrólise enzimática • Os L-aminoácidos

R

R

participam de diversas formas no metabolismo vegetal

Os aminoácidos têm isômeros, ou seja, o mesmo aminoácido pode apresentar fórmula molecular idêntica, mas configuração espacial diferente, assimétrica, configurando-se em L e D-aminoácidos

• Os aminoácidos atuam como fonte de Nitrogênio e Carbono

21


Histórias de sucesso

De pai

para filho Yoshida & Hirata contribui para o desenvolvimento sustentável do agronegócio Há 42 anos no mercado, a história

Posicionamento e valores que re-

da distribuidora de insumos agrí-

fletiram em números para a em-

colas Yoshida & Hirata acompanha

presa, que já possui filiais em Mogi

a própria evolução da horticultura

das Cruzes (SP) e Ibiúna (SP), e só

no Brasil. Responsável por atender

no último ano apresentou um cres-

os produtores de hortaliças, princi-

cimento de mais de 20% em seus

palmente os de folhosas, que abas-

negócios. “No início, tínhamos ape-

tecem grandes cidades paulistas, a

nas uma loja pequena, atualmente,

empresa tem entre suas principais

temos duas filiais e estamos com

preocupações a sustentabilidade,

aproximadamente 80 colaborado-

a transparência nas relações e o

res”, conta Yoshida.

profissionalismo. Para tornar cada vez mais viáveis Fundada por Makoto Yoshida, a

os negócios dos seus clientes,

direção da distribuidora, com ma-

a Yoshida & Hirata oferece um

triz em Biritiba Mirim (SP), já está

portfólio que atende às mais va-

na segunda geração, e conta com

riadas expectativas e ainda pos-

os seus três filhos entre os sócios.

sui um departamento técnico de

“Trabalhar em família é um desa-

estudo. “Nós sabemos que a cada

fio. Atualmente estamos terminan-

ponto que aumentamos no índi-

do um processo de governança

ce tecnológico de produção, nós

corporativa na empresa, pois bus-

tornamos o cultivo muito mais

camos tratar e perpetuar a história

sustentável, com um custo mui-

da Yoshida com muita profissiona-

to mais atrativo e, principalmen-

lização”, explica Alberto Yoshida, fi-

te, com maior produtividade por

lho de Makoto e sócio da empresa.

metro quadrado” afirma.

22

Alberto Yoshida

Sócio da Yoshida & Hirata

Os consumidores finais de hortaliças, atualmente, possuem grande acesso à informação


que o agricultor se profissionalize

possuem grande acesso à infor-

cada vez mais para atender ques-

mação por meio da rastreabili-

tões como certificação, controle de

dade dos produtos, buscando

origem e rastreamento.

sempre a segurança alimentar. Para isso nós tentamos produzir

Dentro disso, Alberto destaca o conceito da produção

hortaliças de uma maneira muito consciente”, complementa.

de cultivo com produtos biológicos. Desde 2008, oferecendo a linha da Alltech Crop Science, a empresa apresentou um aumento de 42,54% na comercialização

desses

produtos nos últimos quatro anos. “Nós temos muito claro que um dos segmentos que está em crescimento é o uso de produtos alternativos, que apresentam o cuidado com a microbiologia”, conta. Segundo Yoshida, as redes de

Yoshida ainda ressalta que este

supermercado estão investindo

tipo de cultivo contribui de ma-

cada vez mais no setor de frutas,

neira efetiva com a segurança

legumes e verduras aumentando

alimentar. “Os consumidores fi-

o grau de exigência, o que requer

nais de hortaliças, atualmente,

Yoshida & Hirata Fundação setembro de 1974 Matriz e filiais Biritiba Mirim (SP), Mogi das Cruzes (SP) e Ibiúna (SP) Crescimento mais de 20% em 2015 Culturas folhosas

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