Portfólio Projetual Introdução ao Projeto Arquitetônico 1
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Alana Szimanski Moro Universidade Federal do Rio Grande do Sul Faculdade de Arquitetura e Urbanismo Introdução ao Projeto Arquitetônico I Semetre: 2019/1 Turma: C Daniela Mendes Cidade Eliane Constantinou Juliano Vasconcellos Silvana Jung de Stumpfs
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Sumário Introdução.................................................................. 4 Apresentação.............................................................. 6 Macro área................................................................. 8 Os estudos sobre o campus B da UFRGS................. 10 A implantação da proposta de intervenção.............. 12 Os diagramas compositivos........................................ 13 As diretrizes............................................................... 14 Micro área.................................................................. 16 O diagrama formal de estudos.................................. 18 O diagrama funcional................................................. 20 A planta baixa............................................................ 21 A maquete eletrônica................................................. 22 Os croquis em perspectiva cônica............................. 26 Referências..................................................................30 Anexos......................................................................... 32
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Introdução
Este portfólio é o resultado dos estudos feitos no decorrer da disciplina de Introdução ao Projeto Arquitetônico I (IPAI) da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), e tem como fito apresentar uma proposta de intervenção no Campus Centro B da universidade. Sob essa óptica, a proposta tem seu foco de intervenção entre os entornos da Faculdade de Educação (FACED) e o Contraponto, de modo a elaborar um espaço edificado que proporcione mais conforto e acolhimento a todo o fluxo de indivíduos que passa por aquele local diariamente.
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Apresentação
Após estudos e análises do Campus Centro B da UFRGS, de questões como o fluxo de pessoas, de suas potencialidades e de suas fragilidades. fora possível desenvolver um plano geral de intervenção em todo o campus - as diretrizes (feitas em grupo) que nortearam a realização das etapas posteriores individuais.
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Microestrutural
Macroestrutural
Potencialidades
Fragilidades
Diversidade de espaços, de alimentação; Existência de seviços de qualidade; Espaços culturais; Segurança no campus; Bicicletário;
Falta de permeabilidade nos pisos; Falta de acessibilidade universal; Falta de áreas sombreadas para os pedestres; Problemas de drenagem; Falta de sinalização; Poucos pontos com bicicletário; Espaços de convivência mal definidos, muitos deles rodeados por estacionamentos;
Acessibilidade; Existência de serviços; Alta densidade; Existência de pontos de transporte; Bicicletário;
Falta de acessibiidade universal; Poluição sonora; Insegurança noturna; Baixa iluminação em algumas regiões; Alto fluxo veicular; Falta de ciclovias; Falta de áreas de embarque e desembarque; 7
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Macro Área
Ao realizarmos os estudos da Teoria da Deriva, a qual fora criada em 1958 por Guy Debord, percebemos que tudo ao nosso redor está interligado. Reparamos, também, que existem inúmeros locais críticos dentro do campus, como a falta de delimitações para a passagem de carros e de pedestres, sendo esse o impasse central de todas as fragilidades .
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OS Estudos sobre o campus b da ufrgs
Forma
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AMbiência
Usos e Fluxos
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A Implantação da proposta de intervenção
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OS diagramas compositivos
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Fluxo principal de pessoas
Fluxo secundário de pessoas
Grelha 3mx3m
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programas propostos
1- Estar de espera e de alimentação
O Campus Centro B UFRGS possui 2 grelhas principais, uma que predomina na região da FAU e seus entornos e outra que predomina na parte oriental do campus, em direção diagonal, Além disso, há uma região de intersecção das duas grelhas, situada nos entornos da FACED. Ao analisarmos os eixos compositivos de cada grelha, percebemos que o fluxo de pessoas está diretamente relacionado a eles.
2- Estar de estudos e de atividades 3- Estar de economia solidária, de estudos e de descanso 4- Estar de estudos 5- Ponto de venda de ingressos 6- Estar de descanso 7- Ponto de arrecadações
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As Diretrizes
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Ao catalogar-se, inicialmente, as principais áreas de impasses e de possíveis regiões em desenvolvimento, percebemos que muitos dos locais com potencial não são amplamente utilizados devido à falta de planejamento urbano e arquitetônico para que um maior conforto possa ser proporcionado. Dessa forma, observamos que o fluxo de pessoas é muito constante em certos lugares e, em outros, muito fraco e inconstante. Sob esse prisma, foram delimitadas 7 áreas de permanência, as quais possuem projetos de melhorias urbanas e de propostas de edificações de módulos compositivos que visam melhorar o conforto, o acolhimento e tornar o fluxo de pessoas mais constante em amplas regiões do Campus Centro B da UFRGS. 15
Micro área Ao destacar-se a região entre a FACED e o Contraponto, observa-se que esse local possui um elevado fluxo de pessoas diariamente e, ao mesmo tempo, não possui uma estrutura adequada para a quantidade de pessoas que recebe, à vista de que a região não conta com uma área edificada que possa ser utilizada tanto para eventos da Economia Solidária como para estudos ou descanso em dias muito ensolarados ou chuvosos, diminuindo o potencial acolhedor dessa área, Desse modo, a proposta de intervenção está intrinsecamente relacionada a esses aspectos que precisam ser melhorados, propondo, assim, um espaço mais agradável e aconchegante.
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O Diagrama formal de estudos
Módulo compositivo 1 Cubo original 3x3x3
Parte sólida 3x2x2 removida, dando a forma do módulo compositivo 1 (estrutura elaborada na maquete de sabão)
Estrutura final com as devidas espessuras na parede e no teto, de 0,25 m, elaboradas no SketchUp
Módulo compositivo 2
Cubo original 3x3x3
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Uma parte sólida 3x1x2 e duas partes 1x1x2 removidas, dando a forma primitiva do módulo compositivo 2 (elaborado também na maquete de sabão)
Forma elaborada no sketchUp com as devidas espessuras de 0,25 m no teto e nos pilares
Estrutura final do módulo compositivo 2, removendo 2 pilares opostos pela diagonal do teto
Janela no teto adicionada, formando uma área de intervenção com 42 metros quadrados de área coberta (terreno de 7x6), originando uma estrutura que junta os dois módulos compositivos
O módulo compositivo 1 foi elaborado com uma parede de frente ao Contraponto, com 1 m de afastamento entre a rotação de outra estrutura igual em 90 graus no sentido horário
O móddulo compositivo 2 foi posto grudado nos componentes do primeiro módulo, sem rotações, apenas mantendo o espaço de 1 m no meio, para que uma janela pudesse ser implantada no teto, propondo uma maior iluminação natural durante o dia
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O Diagrama funcional
Fluxo de pessoas Possível Fluxo de pessoas dentro dos módulos compositivos Visuais
Estar de estudos, de descanso e de Economia Solidária Proposta de criação de uma feira de troca e de venda de livros que integre os eventos de Economia Solidária na UFRGS Áreas de permanência
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A Planta Baixa
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A Maquete eletrônica Perspectivas Isométricas
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Perspectivas Cônicas
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Os Croquis em perspectiva cônica
Pq1
OBS1
OBS1
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Pq2
OBS2
OBS2
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OBS3
Pq3
OBS3
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Pq4
OBS4
OBS4
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Referências
Composição de mobiliário que possa ser utilizado tanto para estudos, como para descanso ou para programas de Economia Solidária, como a Feira Orgânica e a proposta de criação de uma região para venda e troca de livros.
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Caixotes de madeira para serem utilizados tanto em dias da Feira Orgânica como para decoração
Spots de led para iluminação
Região no teto com cobertura de vidro e de madeira, para ampliar a iluminação natural
Madeira com textura para a composição das paredes, pilares e cobertura
Madeira para o chão
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Anexos
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Fotografias dos 7 lugares de intervenção do grupo no Campus Centro B da UFRGS
A Feira Orgânica
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Estudos finalizados de implantação com as maquetes em escala 1:250 Estudos iniciais com a maquete de sabão
Estudos iniciais de implantação
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