Suplemento integrante da edição nº 4088 de 23 de julho de 2015 do semanário REGIÃO DE LEIRIA. Não pode ser vendido separadamente.
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Gonçalo Lopes Vice-Presidente e Vereador da Câmara Municipal de Leiria
trabalho e voluntariado
As alternativas de muitos estudantes à praia págs. 4 e 5
Leiria tem um dinamismo muito assinalável na prática desportiva informal págs. 6 e 7
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A ABRIR
1 de agosto, 21h00 · Nazaré
Neon Run Portugal
Não perkas Ana Catarina Sousa
DESPORTO 25 de julho, 14h00 Centro Nacional de Lançamentos, Leiria
EXPOSIÇÕES Até 29 de agosto Edifício Banco de Portugal, Leiria
Exposição de Brinquedos de Plástico da Região de Leiria
A exposição recorda o fulgor do setor durante parte do século passado, sendo uma iniciativa de dois colecionadores que cederam peças e documentos para serem expostos. Em exibição vão estar bonecas, carros, animais, baldes de praia e também vários brinquedos e o respetivo molde que lhes deu origem. De 24 de julho a 26 de julho · Leiria
Mercado Medieval Isabel Raynha Santa Artesãos, animação infantil, mercadores místicos, danças medievais, recriações históricas, música medieval e muito mais. É com este ambiente que Leiria se vai apresentar nestes dias, mostrando as vivências da época e dando destaque a uma figura histórica da cidade, a Rainha Isabel. Os horários e espaços são diferenciados ao longo dos dias e as entradas são gratuitas.
Diretor Francisco Rebelo dos Santos francisco.santos@regiaodeleiria.pt Coordenadores Pedagógicos Catarina Menezes cmenezes@ipleiria.pt Paulo Agostinho paulo.agostinho@ipleiria.pt Apoio à Edição Alexandre Soares asoares@ipleiria.pt
Maquetização e Projeto Gráfico Leonel Brites – Centro de Recursos Multimédia ESECS–IPL leonel.brites@ipleiria.pt Secretariado de Redação Guilherme Francisco e João Pedro Santos
Play4Summer’15
O Play4Summer é um torneio de futebol 5, em relva natural, que se irá realizar pelo 3º ano consecutivo. O objetivo deste torneio é somente a diversão, não existindo qualquer prémio monetário para os vencedores. O único requisito é cada equipa apresentar 5 a 8 elementos. As inscrições já se encontram abertas.
Cinco quilómetros a caminhar ou a correr, por entre as luzes, o som e toda a animação. Esta iniciativa pretende criar uma nova abordagem de entretenimento e uma nova forma de fazer desporto. Os bilhetes incluem um kit de participação e estão à venda a partir de 10€ para os adultos e 5€ para as crianças entre os 7 e 14 anos. Podem ser adquiridos no site oficial da Neon Run ou então localmente nos seguintes espaços: Nazaré Surf School, NorPark, Ginásio TonyGim Health Club, Cross Over Loja Desporto e Posto de Turismo da Nazaré.
31 de julho, 19h30 · Pedreiras, Porto de Mós
Caminhada em Noite de Lua Azul
O intuito deste encontro é assistir ao Pôr do Sol e Nascer da Lua Cheia quase em simultâneo, com a particularidade de esta ser Azul. A Lua Azul é o nome que se dá à segunda Lua Cheia que ocorre num mês. Este fenómeno só acontece num intervalo de dois anos e, enquanto se aguarda pelo grande momento, será servido chá, café e bolo. As inscrições são obrigatórias até ao dia 30 de julho.
Redação e colaboradores Ana Catarina Sousa, Catarina Pereira, Cristina Oliveira, João Pedro Santos, Rui Sousa, Vanessa Carreira.
MÚSICA 7 de agosto, 21h00/05h00 Estádio Dr. Magalhães Pessoa, Leiria
David Carreira e Bob Sinclair no Dancefloor
No próximo dia 7 de agosto, o Festival Dancefloor em Leiria promete trazer muita animação à cidade. O evento vai ter lugar no Estádio Municipal de Leiria e a organização conta com a presença de 15 mil pessoas. Como artistas principais estão Bob Sinclair, David Carreira e Dj’s como Rich, Albert e Bruno. O evento terá o custo de 15€ e os principais responsáveis esperam, já no próximo ano, alargar o festival para dois dias. Presidente do Instituto Politécnico de Leiria Nuno Mangas presidencia@ipleiria.pt
Os textos e opiniões publicados não vinculam quaisquer orgãos do IPL e/ou da ESECS e são da responsabilidade exclusiva da equipa do Akadémicos.
Diretor da ESECS Rui Matos dir.esecs@ipleiria.pt Diretora do Curso de Comunicação Social e Educação Multimédia Catarina Menezes cmenezes@ipleiria.pt
akademicos.esecs@ipleiria.pt
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23 julho 2015
Projeto My Machine convida crianças a desenvolver máquinas
está –a– dar
KO
Texto: Rui Sousa
Aprender a atar os atacadores, evitar os pesadelos ou enfrentar o medo do escuro são necessidades comuns no quotidiano das crianças. Com o projeto My Machine os mais pequenos puderam aprender a resolver este tipo de problemas de uma forma divertida. O projeto surgiu na Bélgica, na Universidade de Howest em Kortrijk. O sucesso foi garantido e o My Machine chegou este ano letivo a Portugal. A iniciativa, desenvolvida pelo Parque Tecnológico de Óbidos em parceria com o Município de Óbidos e com o Instituto Politécnico de Leiria, proporcionou a 70 alunos do primeiro ano de escolaridade, das escolas de Furadouro, Alvito e dos Arcos, a oportunidade de conceberem e concretizarem projetos de máquinas. A metodologia de trabalho foi bastante simples: cada criança deu a sua ideia de máquina, foram escolhidas as cinco melhores e alunos e professores das Escolas do Politécnico de Leiria encarregaram-se da conceção, do design e por fim da construção dos protótipos.
Leiria esteve In com a semana da Indústria Texto: Ana Catarina Sousa
De 11 a 26 de julho, Leiria acolheu a Semana da Indústria. A iniciativa, também chamada de Leiria In, resulta da cooperação entre o IPLeiria e a Fórum Estudante e pretende sensibilizar para a importância da indústria na economia e desenvolvimento do país e despertar vocações para as profissões ligadas ao setor. O evento envolveu 50 estudantes do ensino secundário, oriundos de todo o país, que vieram conhecer a realidade industrial e empresarial da Região Centro e Oeste. Os estudantes foram selecionados através da realização de uma reflexão sobre o tema da Indústria e Produção, num desafio que decorreu entre os meses de março e junho, permitindo assim estimular a curiosidade de conhecer de forma aprofundada a realidade da Indústria, explica Nuno Mangas, Presidente do IPleiria. Atividades de formação e de lazer no âmbito da Indústria e das suas potencialidades preencheram o programa. Ao longo da semana os participantes visitaram empresas e indústrias locais, realizaram workshops em oficinas práticas (situadas na Escola Superior de Tecnologia e Gestão) e tiveram acesso a diversas experiências culturais.
Konsumo obrigatório
“Esta participação pode ser vista como um projeto singular já que envolve alunos e professores desde o ensino básico até ao ensino universitário”, explica Ana Sofia Godinho, coordenadora do Gabinete de Educação de Óbidos e uma das porta-voz do projeto My Machine. As ideias vencedoras, que se concretizaram em máquinas reais, foram o Monstro Eduardo (boneco que ensina a atar os atacadores), o Comboio Hulk (comboio que anda nos pátios para as crianças se divertirem), a Mátira (máquina para ajudar a deixar de ter medo do escuro e dos sonhos maus), a Máquina Ensinadora (máquina para ensinar a atar os atacadores) e a Biocleta (máquina para brincar, apanhar bolas do telhado da escola e apanhar moscas). As cinco máquinas foram apresentadas em Óbidos no passado dia 11 de julho, aquando da inauguração dos edifícios centrais do Parque Tecnológico de Óbidos. k O evento foi desenvolvido em parceria com o Banco Banif, Câmaras Municipais de Leiria e Marinha Grande, nerlei (Associação Empresarial da Região de Leiria), cefamol (Associação Nacional da Indústria de Moldes), adae (Associação de Desenvolvimento da Alta Estremadura) e 22 empresas da região. Mariana Duarte, uma das participantes do Leiria In, refere que “todas as pessoas deviam experimentar, não só esta semana, como tantas outras que a Fórum proporciona”. A estudante acrescenta que os participantes “procuram uma visão real daquele que poderá ser o futuro que ambicionam, levando-os a ter mais certezas do que querem para a sua vida profissional”. k
Tamari Onde a comida é saudável
João Pedro Santos
Depois de ter realizado um curso de cozinha macrobiótica no Instituto de Macrobiótica de Portugal, a proprietária, Yolanda Oliveira, não podia estar mais feliz, pois um restaurante dedicado à cozinha vegetariana e macrobiótica foi o que sempre desejou ter. Desde que abriu o Tamari, há cerca de um ano, têm sido muitos os curiosos a experimentar este tipo de cozinha “Temos tido clientes de diversas dietas alimentares, uns são 100% vegetarianos e outros têm uma alimentação mista que engloba carne e peixe. Por vezes torna-se engraçado porque até mesmo os clientes que costumam comer carne tornam a vir cá”, refere Yolanda Oliveira. “Há pessoas que nunca experimentaram comida vegetariana e dizem logo que não gostam. Mas a experiência que tenho tido é que as pessoas que experimentam, acabam por adorar”, acrescenta. Na base da cozinha do Tamari estão as leguminosas, o tofu, o seitan e os cereais. O restaurante oferece uma ementa diária com três pratos principais, mas o cliente pode colocar tudo aquilo que entender no prato, uma vez que o restaurante funciona como buffet. O preço de uma refeição varia entre os 5 e os 10 euros. O restaurante recusa-se a vender refrigerantes e portanto as bebidas são todas 100% naturais. “Temos chá do dia que pode ser servido quente ou frio, temos limonada e ainda um outro sumo que varia de dia para dia, mas que também é 100% natural, produzido com frutas da época”, esclarece a proprietária. As sobremesas são produzidas sem açúcar e lacticínios: “Nós gostamos de inventar receitas novas para as sobremesas o que acaba por ser muito divertido pois os clientes até gostam do resultado final”, explica Yolanda. O Tamari conta ainda com a modalidade de take away, onde o cliente pode levar para casa os pratos disponíveis na ementa do dia. O restaurante disponibiliza também serviço de catering para qualquer tipo de eventos. Para além destes serviços, tem vindo a dinamizar workshops de cozinha macrobiótica e vegetariana. Yolanda Oliveira refere que o último que realizou, “Cozinha vegetariana sem stress”, foi um sucesso, pelo que já pensa na próxima edição que deverá acontecer no final do verão. O restaurante Tamari localiza-se na Avenida Marquês de Pombal e está aberto de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h. Para além de almoços, o Tamari também serve pequenos-almoços e lanches. Saudáveis, claro. k
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KAPA Estudantes abdicam das férias de verão para trabalhar Verão é sinónimo de férias, sol, praia e festivais de música. Entre banhos de mar, há também oportunidades de trabalho e voluntariado, estudantes a dar a mão por causas e a trabalhar para ter alguma independência económica. Texto: João Pedro Santos
Susana Silva, aluna de Comunicação Social e Educação Multimédia, no Instituto Politécnico de Leiria, revela que ter trabalho é uma mais-valia para si e para a sua família, sobretudo em tempos de crise e, por isso, ocupa o verão a trabalhar para poder ajudar nas despesas de casa. “Durante o verão, a partir do mês de julho, trabalho na Praia de Mira, na croissanteria, onde faço atendimento a clientes, pagamentos a fornecedores, reposição de material e confeção dos croissants. Já realizo este trabalho desde 2011 e iniciei-o porque desejava ajudar a minha família com despesas e também porque sempre quis ter um pouco de independência económica”, explica. Seja para pagar despesas pessoais ou para adquirir experiência profissional, a verdade é que trabalhar no verão acaba por ser uma realidade para muitos estudantes. A Randstad, empresa especializada em soluções de trabalho f lexível e recursos humanos, reconhece que neste período
recebem mais candidaturas a ofertas de emprego. Como refere a consultora Nádia Costa “denota-se um aumento de candidaturas sobretudo por parte dos estudantes de ensino superior e recém-licenciados”. O trabalho para André Alves tornou-se uma rotina desde que ingressou no ensino superior. O aluno, que está a frequentar o mestrado em Mediação Intercultural e Intervenção Social, nunca conseguiu obter bolsa de estudo e como o dinheiro dos pais não era suficiente para cobrir todas as suas necessidades, André foi aproveitando algumas oportunidades. Atualmente a trabalhar numa loja, André revela que “é mais um emprego fixo do que de verão”, uma vez que tem ao longo do ano “despesas da escola, da casa e despesas relacionadas com bens pessoais”. Mas o aluno de mestrado não vê o trabalho como um sacrifício e acredita que as experiências que tem tido lhe oferecem algumas oportunidades no mercado do trabalho. “Fez e faz conhecer pessoas, funcionários, gerentes e até clientes mais ou menos inf luentes que acabam por ser uma boa rede de contactos para o mundo do trabalho”, refere. Apesar de um verão ocupado por questões financeiras, ambos os estudantes estão felizes com o que fazem. Susana Silva considera que é vantajoso poder trabalhar numa zona balnear “acabo por aproveitar certos momentos de praia e conhecer pessoas novas”. Já André reconhece que não sabe o que é estar parado dois meses, mas salienta que gosta de se manter ativo e que qualquer experiência é bem-vinda, seja ela no inverno ou verão: “é uma maneira de nos tornarmos independentes e começarmos a viver a vida pela nossa conta”. Susana e André recomendam a experiência. “Prepara-nos para trabalhos futuros, como saber enfrentar certas situações que acabamos por resolver”, revela Susana. Abraçar uma causa Rita Azevedo é também estudante no Instituto Politécnico de Leiria e ocupa o verão a fazer voluntariado. Rita é voluntária na instituição CASA (Centro de Apoio aos Sem-Abrigo), onde disponibiliza o seu tempo para distribuir alimentos àqueles que não têm teto. A estudante também colabora com a Associação Cultural Ilha Mágica, onde realiza pequenas peças de teatro e animação de eventos. Rita Azevedo considera que o voluntariado é uma experiência enriquecedora. “O voluntariado é talvez uma das tarefas que mais enriquece alguém, na medida em que se o fazemos, é porque o que queremos em troca não é algo monetário. E darmos a alguém, a alguma causa sem querer nada em troca a não ser um sorriso, é das melhores sensações que um ser humano pode usufruir.” Há também casos de quem procure experiências na área de formação para adquirir experiência profissional. Inês Horta está prestes a concluir o mestrado em Educação Pré-Escolar e surgiu-lhe a oportunidade de participar no projeto Ludicidade. Este projeto de ocupação de tempos de livres é destinado a crianças entre os 6 e 12 anos e decorrerá no mês de agosto em Caldas da Rainha. A estudante do IPL ficou feliz com a proposta “fiquei motivada em participar, pois será uma oportunidade de adquirir novas aprendizagens, tanto a nível profissional como a nível pessoal. Além disso, a experiência que tenho com crianças da faixa etária que referi é muito reduzida, e portanto, também neste aspeto, irei certamente aprender mais”, refere Inês. Sobre a experiência do voluntariado, Rita Azevedo salienta que se aprende “a lidar com variadas personalidades e a gerir conf litos, rumo à felicidade do outro”. Já Inês Horta frisa a importância das “oportunidades de aprendizagem”: “são novas experiências que nos fazem crescer”, conclui.
5 Estar ocupado faz bem à saúde A ocupação dos tempos livres no verão também acaba por ser fundamental na saúde dos próprios estudantes, sobretudo a nível mental. Para o psicólogo clínico Tiago Castro “conseguir um emprego de verão promove maior sentimento de mestria e felicidade, bem como um aumento das competências de trabalho”. Caso não haja a possibilidade de conseguir uma oportunidade de trabalho, o psicólogo revela ainda que o voluntariado é uma boa alternativa, pois ajuda a estimular maiores níveis de bem-estar. “Vários estudos comprovam que a participação em ações de voluntariado ajuda a promover menores níveis de ansiedade e depressão, em relação aos jovens que nunca participaram em nenhuma iniciativa”, explica o psicólogo. A prática de exercício físico também constitui uma atividade importante e muitos estudantes aproveitam o tempo livre de verão para se porem em forma. Esta ideia é partilhada por Fernando Patrício, aluno de Desporto e Bem-Estar, considerando que “é muito importante haver algum tipo de ocupação ligada à atividade física, para que durante as férias sejamos pessoas ativas, pois ajuda a promover o nosso bem-estar físico e psicológico”. Programas para todos As ofertas não são difíceis de encontrar e estão à disposição de todos. O Município de Leiria, por exemplo, promove diversos projetos e ações que visam envolver os jovens. Os programas de voluntariado envolvem experiências no Castelo de Leiria, Museu da Imagem em Movimento, Museu de Leiria e atividades como acolhimento de visitantes, receção, loja, serviço educativo, apoio à manutenção do espaço, visitas guiadas, apoio à produção de eventos, produção multimédia e promoção turística e comercial. Outros projetos e ações são promovidos pelo Município de Leiria em parceria com outras entidades, como a Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Leiria, a Associação de Famílias Carenciadas de Leiria-Fátima e o Banco Alimentar Contra a Fome, envolvendo recolha e distribuição de alimentos, ou o Lar Evangélico Nova Esperança, com o projeto Hora Mais, de apoio e interação com idosos. Para participar, basta preencher a ficha de candidatura junto do Banco Local de Voluntariado de Leiria. Existem ainda programas para jovens do secundário, como o projeto Valoriza-te que coloca estudantes em contacto com o meio empresarial. Trata-se de um programa ocupacional de verão dirigido a jovens dos 16 aos 18 anos. Durante uma quinzena do mês de julho, os estudantes podem ter uma experiência certificada em contexto empresarial, com vista à sua valorização pessoal, profissional e curricular. O projeto é promovido pelo Município, em conjunto com a Nerlei e a Acilis. Anabela Frazão, adjunta da vereadora da Educação, Juventude e Biblioteca refere que “a participação voluntária dos jovens em projetos promovidos pelo Município de Leiria ou por outras entidades comporta, desde logo, que assumam um compromisso de livre vontade, num exercício livre da cidadania”. Indica, por isso, ser importante que os jovens estejam motivados para que as funções que possam vir a desempenhar sejam realizadas da melhor forma. Anabela Frazão não tem dúvidas que ser voluntário é gratificante a todos os níveis. “As experiências de voluntariado ajudam os jovens a desenvolver as suas qualidades humanas e profissionais, valorizando-os como cidadãos ativos e atentos à comunidade onde se inserem. Por outro lado, importa salientar que, enquanto estudantes, todas as experiências contam. E, neste caso, aprendem fazendo”, conclui. k
À procura de Alaska, de John Green Em busca da grande incógnita
23 julho 2015
kapas
Após o sucesso de “A Culpa é das Estrelas”, que impulsionou John Green no mundo literário, surgiu uma corrida às obras do autor. Os leitores procuram a sensibilidade e leveza já habituais e, como era de esperar, John Green não Cristina Oliveira desiludiu e manteve o dom de nos tocar com a sua escrita. “À procura de Alaska” é aparentemente um livro para um público jovem, não só pelo tema, mas também pela forma simples como é escrito. Com o virar das páginas, apercebemo-nos que o livro tem mais para dar, notando-se desenvolvimento e maturidade na escrita do autor. A história é narrada por Miles, um jovem tímido e um pouco antissocial que acaba de se mudar para um colégio interno chamado Culver Creek. Lá conhece Coronel, o seu colega de quarto, e a jovem Alaska Young, por quem se apaixona, e que acaba por se tornar o centro de todo o enredo. Juntamente com Takumi e Lara, as personagens formam um grupo de amigos peculiar com uma essência magnetizante e que facilmente nos conquista com todas as suas aventuras.
O livro está dividido em duas partes, o antes e o depois, não havendo capítulos concretos, mas subtítulos como “cinquenta dias antes” ou “cento e quatro dias depois”. Esta contagem desperta a curiosidade do leitor e leva-o a questionar-se sobre o acontecimento seguinte. “À Procura de Alaska” relata as vidas dos adolescentes, a sua ingenuidade e intensidade, o mundo das experimentações e de todas as possibilidades. Fala do primeiro amor, da primeira experiência sexual, do primeiro cigarro, mas mais do que isso, o livro fala sobre a descoberta das respostas às questões mais difíceis da vida, como a dor e a morte. Logo desde o início, o autor conquista-nos com a sua escrita leve, fluída, sedutora, com um toque de humor e filosofia. Torna-se difícil compreender como é que de um tema tão jovial chegamos a discursos filosóficos sobre o sentido da vida. E é aí que está o encanto do livro. Consegue ler-se num único fôlego. k
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SENTADO NO MOCHO
Leiria precisa de se afirmar no contexto cultural
Gonçalo Lopes Vice-Presidente e Vereador da cultura, do desporto e do turismo da Câmara Municipal de Leiria
Responsável pelo pelouro da Cultura, do Desporto e do Turismo no Município de Leiria, Gonçalo Lopes faz o balanço dos projetos desenvolvidos. Sobre uma possível candidatura de Leiria a Capital da Cultura em 2027, diz que é “um projeto que obriga a unir esforços”. Texto: Catarina Pereira Fotos: Vanessa Carreira
Para além de ser Vice-Presidente e Vereador da cultura, do desporto e do turismo desempenha ainda funções associadas ao Espaço Jovem do Mercado Santana, ao Parque de Campismo da Praia do Pedrógão e à Representação Municipal. Como se sente trabalhando nestas áreas? Sinto que são áreas bastante motivadoras, em que temos de trabalhar para o exterior. São áreas onde a Câmara dá o seu contributo para o desenvolvimento do Concelho junto com os mais diversos parceiros, sejam eles associativos, culturais, desportivos ou empresariais. Portanto, é uma área de trabalho bastante aliciante.
Qual a ligação entre Leiria e o judaísmo? É uma ligação histórica. Leiria teve uma presença relevante da comunidade judaica antes da Inquisição. Há registos de que em Leiria a nossa judiaria, o bairro dos judeus, era um dos mais importantes no contexto nacional. E naturalmente associado a esse bairro há marcas da presença judaica. Destaca-se a presença da tipografia judaica e de uma antiga sinagoga que ficava no coração da cidade. Estes fatores podem ser o centro de uma atração turística para a comunidade judaica atual, porque esta tem uma vontade de conhecer os seus antepassados e Leiria tem para oferecer essa presença de uma maneira relevante.
Leiria que fica numa zona que queremos classificar como corredor cultural de excelência e que começa no Moinho de Papel, passa pelo Museu de Leiria, Praça Rodrigues Lobo, Igreja da Misericórdia, centro cívico, Sé, Mimo e Castelo.
Qual a finalidade da dinamização de eventos como o Mercado Medieval? O objetivo principal no mandato anterior foi colocar o Castelo de Leiria como um palco da cultura de excelência na cidade, na região e no país. Para isso, foi necessário, no momento que não tínhamos recursos financeiros suficientes, apostar na animação cultural. No Castelo criámos as parcerias necessárias para deEm dezembro do ano passado, falava-se na cria- senvolver eventos que são atualmente uma âncora de ção de um sítio ecuménico em Leiria que juntas- atratividade de Leiria. Um festival de caráter medieval, se as diversas culturas e religiões. Este projeto onde passamos pela reconstituição histórica. Depois, temos um segundo evento que marcou a mudança de foi alcançado com sucesso? O projeto está numa fase de planeamento. Vai assentar paradigma em termos culturais que foi o festival de sobretudo na intervenção da antiga igreja da Miseri- música Entre Muralhas. Tem uma componente que sai córdia, onde no passado existiu uma sinagoga. Sendo do que é o estritamente convencional e comercial e um espaço que une duas religiões, duas culturas, con- entra num nicho de mercado musical que torna Leiria sideramos importante intervir no edifício tornando-o conhecida junto deste tipo de cultura no contexto mundial. Estes dois eventos foram muitos importantes para num centro de diálogo intercultural e ecuménico. a afirmação da agenda cultural de Leiria e assentam Há projetos pensados para os próximos anos as- no Castelo, que é o nosso principal emblema. sociados a esse? Sim, é uma área de intervenção que queremos colo- O que tem a dizer relativamente à adesão a este car no âmbito do próximo quadro comunitário como tipo de eventos? de interesse relevante para dinamizar e reabilitar Temos públicos diferentes. A recriação histórica tem a zona histórica. A intervenção na igreja da Miseri- um público nacional, já o evento Entre Muralhas é córdia é uma intervenção importante. A intervenção mais internacional e mais direcionado para um deno Castelo de Leiria com o objetivo de o valorizar terminado tipo de público. Ambos contribuem para a em termos turísticos também é uma área de inter- afirmação de Leiria como cidade de excelência para a venção muito importante. Iremos ainda encontrar atividade cultural. A reação que temos da população melhorias naquilo que são as acessibilidades, não só leiriense é muito positiva. Por isso, uma parte imporao Castelo, mas ao próprio centro histórico. Temos tante desse sucesso deve-se também ao apoio que os uma outra intervenção direcionada para o Museu de leirienses atribuem a estas iniciativas. No final de
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23 julho 2015
daquilo que é a nossa capacidade coletiva. Aqueles que não concordam com esta ideia deveriam, talvez, ter tido mais oposição a outros investimentos que se fizeram no passado recente, como por exemplo o investimento no Euro 2004, onde se gastou milhões de euros num estádio e não houve o retorno desejado. A questão que coloco é se os milhões que foram gastos tivessem sido gastos num Guggenheim? Como é que Leiria não estaria hoje em termos de projeção nacional e internacional?
A Arena Desporto, projeto desenvolvido pela Câmara Municipal com diversas parcerias, visa promover a prática do exercício físico. Atualmente, está apenas a decorrer na Praia do Pedrógão. Como sabemos, esta localidade tem um problema de urbanização. A iniciativa pretende inverter a situação? A Arena Desporto é uma nova área de atuação, surgiu este ano e está numa fase de afirmação. É um projeto colaborativo que junta vários parceiros desportivos e educativos. A própria Câmara tem como função promover o desporto junto da população. A Arena Desporto tem uma componente na cidade, e no período de verão transfere-se para a Praia do Pedrógão. São criadas parcerias para oferecer modalidades de caminhada, atletismo, andebol, voleibol, futebol, etc. É um programa que visa tornar a estadia na praia do Pedrógão mais atrativa e mais qualificada.
Uma forma resolver a questão não seria transformar o estádio num polo para a coletividade? O estádio não está vazio. O estádio tem uma utilização reduzida para a dimensão que tem. É uma infraestrutura com 20 mil lugares sentados, quando a média de espectadores, quando a União de Leiria estava na primeira liga, andava na ordem dos mil. Claramente é uma infraestrutura que foi mal planeada e que, naturalmente, está a ser paga por esse erro de decisão. Ainda há pouco, quando introduzi a comparação entre Leiria Capital da Cultura versus Leiria Capital do Desporto Euro 2004, é para dizer que o investimento que foi canalizado para o desporto foi excessivamente mal planeado. Se tivesse ido uma pequena percentagem para cultura, o retorno que teríamos em termos económicos e em termos de bem-estar social seria muito mais eficaz. O que não quer dizer que, do ponto de vista desportivo, não haja valência e necessidade de preencher aquela infraestrutura. Será sempre um estádio de futebol e não podemos dar a volta a isso. Portanto, precisamos rapidamente de ter uma equipa a jogar futebol naquele recinto, e que consiga atrair mais espectadores. O que nós tentamos fazer é minimizar o facto de, não tendo uma equipa de futebol que consiga atrair público, criar um conjunto de eventos de modo a preencher a utilização do estádio. Não só os festivais de música. O encontro de veículos históricos é uma exposição que já leva cerca de 15 mil visitantes ao estádio em setembro. Estas são algumas áreas de atuação que não implicam investimento em obra, implicam investimento em termos de programação e de preparação de eventos. Transformar o estádio num outro tipo de oferta, seja ela na vertente de um centro associativo, de um centro comercial, de um hotel ou de um multiusos, obriga a colocar mais milhões em cima do estádio. Esse tipo de investimento a Câmara não está em condições de fazer. É preenchendo o calendário de atividade do estádio que o vamos tornando cada vez mais aberto à população.
Nas atividades no Parque do Avião e no Estádio, sente que o objetivo do projeto foi alcançado? Têm tido muita adesão. Surpreendem, sobretudo, as práticas desportivas informais, como atividades de dança ou caminhadas. Isto mostra que Leiria está, efetivamente, a afirmar-se como uma cidade desportista e saudável. Um bom exemplo disso é a prática das quartas-feiras à noite, com as Brisas do Lis Night Run, que tem milhares de pessoas a participar. Leiria tem um dinamismo muito assinalável na prática desportiva informal.
kurtas
agosto, quando chegam os góticos, Leiria torna-se uma cidade com uma presença única, que os leirienses apreciam e acarinham. Os setores económico e turístico consideram o evento muito importante no calendário anual de atividades. A recriação histórica é um evento de massas. O Castelo nesse dia bate recordes de visitantes, o que nos deixa também agradados em termos do que é a nossa pujança cultural no contexto nacional.
Um livro O homem duplicado, de José Saramago
Uma palavra Esperança
Uma cidade Leiria
Um sentimento Amor
Um filme The Grand Budapest Hotel, de Wes Anderson
Um sonho Ver uma Leiria cada vez mais unida
Em que consiste a iniciativa Prove Leiria? O Prove Leiria é uma marca que quer destacar Leiria Apoia a passagem do IPLeiria a Universidade? como local de excelência no âmbito da gastronomia. Sem dúvida. É um assunto bastante antigo. O PoliO que estamos a fazer é lançar um conjunto de rotas técnico tem capacidades únicas e está inserido num turísticas onde a componente da restauração está as- contexto socioeconómico de excelência. Leiria é uma sociada ao património e à natureza. Estamos a criar cidade que, num estudo recente, foi considerada como um programa de visitas ao território onde se pode a terceira melhor cidade para viver, temos um nível de ficar a conhecer o abrigo do Lapedo, mas também ir crescimento económico superior à média nacional, tealmoçar um leitão da Boavista, ou visitar as termas mos indicadores no que diz respeito a bem-estar social de Monte Real e depois ir degustar um prato caracte- que nos coloca na vanguarda das cidades mais evolurístico da freguesia, ou visitar a lagoa da Ervedeira e ídas do país. Uma universidade iria contribuir ainda mais para o desenvolvimento da região. ir almoçar um peixe fresco à praia do Pedrógão.
Como vê o envolvimento da região caso Leiria venha a ser Capital Europeia da Cultura? Obviamente que este projeto é de inclusão não só do concelho de Leiria, mas também da região. Tornar LeiNa sua opinião, qual é a relação que os estudan- Projeta-se uma eventual candidatura de Leiria a ria um referencial em termos culturais, terá de unir tes provenientes de outras localidades têm com Capital Europeia da Cultura em 2027, mas a ci- não só o concelho, mas também os concelhos vizinhos dade sempre foi mais conhecida pela indústria e que fazem parte da região de Leiria. O projeto Leiria o Município? A relação que os estudantes têm com Leiria, sobretudo pelo comércio… A que se deve esta aposta? Capital da Cultura 2027 é um projeto que obriga a unir os que vêm de fora, é uma relação de acolhimento e de Leiria precisa de se afirmar no contexto cultural por- esforços, obriga à constituição de equipas multidisciamor automático. Digo isto porque fazemos gestão de que é a melhor via para poder desenvolver um projeto plinares, a um programa ambicioso com planeamenvárias páginas do Facebook onde podemos perceber a de identidade e de crescimento nos próximos anos. Na to e um investimento devidamente cuidados. O meu relação que se cria. Muitos estudantes interagem dia- vertente industrial e empresarial as cartas dadas nos desejo é que este desafio seja também abraçado pelos riamente e percebemos com muita facilidade como últimos anos são de reconhecido empreendedorismo. A agentes culturais, e nem todos estão disponíveis até criam essa empatia com aquilo que é a nossa oferta vertente cultural é a cola que temos de criar, é a envol- à data para o fazer, portanto há aqui um trabalho de cultural, patrimonial e o gosto pelas experiências que vência, a massa, para criar um pensamento mais coleti- captar todos esses interessados. Depois, naturalmente, vivem aqui. E isso dá-nos um sinal muito claro de que a vo e de maior espírito colaborativo. O investimento que apresentar a devida proposta para podermos desenestadia de um estudante proveniente de fora do conce- é dado na cultura tem também um retorno muito con- volver o projeto. Temos experiências muito positivas lho de Leiria, é uma estadia perfeitamente realizada em creto em termos económicos. E Leiria tem condições de trabalho colaborativo e em rede com o movimento termos académicos, culturais e sociais. Cria-se uma em- únicas para poder reunir todo um conjunto de agentes. associativo, que já deu provas e que, por isso, com mais patia com a cidade que faz com que muitos deles fiquem Mas só conseguimos se tivermos as pessoas unidas em esforço, com mais inclusão, é um desígnio que pode espor cá. Seguem cá a sua carreira profissional e familiar. torno deste projeto e que haja mais ambição em torno tar ao nosso alcance desde que haja essa vontade. k
Semana Tanto Mar
Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar desafia jovens a explorar o mar e os recursos marinhos
Últimas Ana Catarina Sousa
Cursos TeSP no Politécnico de Leiria Os Cursos Técnicos Superiores Profissionais são uma nova modalidade de cursos e abrangem 34 opções de escolha. São lecionados em Leiria, Caldas da Rainha e Peniche. Apresentam uma duração de dois anos letivos e conferem um diploma de técnico superior profissional, equivalente ao nível 5 ISCED (International Standard Classification of Education). Trata-se de formação essencialmente prática, que integra um estágio com a duração de um semestre. A oferta abrange as áreas da Saúde, do Turismo, Ciências Sociais, Ciências Empresariais e Jurídicas, das Engenharias, Tecnologias e Gestão, Desporto e Artes. Informação disponível em: www.ipleiria.pt. As inscrições estão abertas até ao dia 14 de agosto. Ilustração Científica e Desenho de Natureza A Escola Superior de Artes e Design inicia, no dia 29 de setembro, um curso de Ilustração Científica e Desenho de Natureza. Os participantes não necessitam de apresentar experiência em desenho e têm de ser maiores de 15 anos, estudantes de artes ou ciências. Este curso também se destina a professores. O único requisito é o interesse pelo desenho de observação, ilustração e biologia. O curso será dividido em três módulos e decorrer uma vez por semana de setembro a junho. As inscrições estão abertas até ao dia 25 de setembro em www.esad.ipleiria.pt
Estudantes do IPLeiria fabricam carro de Fórmula 1 No passado dia 9 de julho, um grupo de 22 alunos da Escola Superior de Tecnologia e Gestão rumou até Silverstone, Inglaterra, para participar naquela que é considerada a mais reconhecida prova automóvel estudantil do mundo: a Formula Student. Trata-se de uma competição internacional em que os estudantes do ensino superior são desafiados a constituir equipas e construir de raiz um veículo de competição do tipo Fórmula 1, aplicando os conhecimentos que vão adquirindo ao longo do percurso académico. Marcelo Soares, líder da equipa e estudante da ESTG, explica que tudo começou no ano de 2012 quando um grupo de estudantes de Engenharia Automóvel quis retomar o projeto de antigos colegas. Assim foi, e 22 alunos das licenciaturas de Engenharia Automóvel, Contabilidade e Finanças, Engenharia Eletrotécnica, Engenharia Informática, Engenharia Mecânica, Gestão e Marketing uniram-se e criaram a equipa FSIPLeiria (Formula Student IPLeiria). Durante mais de um ano, a equipa desenvolveu de raiz um protótipo automóvel, que depen-
Texto: Ana Catarina Sousa
deu do apoio de 57 patrocinadores, nacionais e internacionais. A Formula Student é uma competição onde os estudantes mostram não só o carro mais veloz, mas também a sua construção, desempenho, sustentabilidade, viabilidade, produção e plano de inserção no mercado, pelo que o projeto envolveu áreas associadas à eletrónica, informática, dinâmica, chassis, mas também de direção, comunicação e logística do projeto. Na opinião do líder da equipa FSIPLeiria a participação no evento “foi uma sensação difícil de descrever. Foi o culminar de mais de dois anos de trabalho, que obrigaram a muita dedicação e esforço por parte de todos. Existe uma forte sensação de concretização de um sonho que parecia impossível”. Marcelo Soares diz também que sempre sentiram um grande apoio por toda a comunidade do IPLeiria, desde estudantes a professores e funcionários. Em 120 equipas inscritas, a FSIPLeiria ficou em 67.º lugar. A equipa vai agora mostrar o que vale no Formula Student de Hockenheim, na Alemanha, entre os dias 28 de julho e 02 de agosto. k
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Wattpad Considerada como a maior comunidade para leitores e escritores, Wattpad é uma plataforma online que pretende ligar Cristina Oliveira as pessoas através das palavras. Aqui qualquer um tem a oportunidade de partilhar a sua escrita sem ter de pagar. Podes ainda encontrar centenas de histórias em várias línguas e participar em concursos de escrita organizados pelo site. Com o Wattpad tens também acesso à tua biblioteca através de qualquer dispositivo: telemóvel, tablet ou computador.
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BookMooch BookMooch é uma comunidade de troca de livros usados. Aqui tens a oportunidade de dar uma nova utilidade aos velhos livros que ocupam a tua estante, ao mesmo tempo que adquires outros para a tua coleção. Nesta comunidade a pessoa pode escolher livros de uma vasta lista de países. BookMooch funciona através de pontos, cada livro que troques é um ponto que recebes, que depois podem ser usados para obteres outros livros. ww
Jornadas de Bioética No dia 25 de setembro, a Escola Superior de Saúde de Leiria vai receber as Jornadas de Bioética. O principal objetivo é contribuir para a tomada de posição perante dilemas éticos em doentes que se apresentem numa situação crítica. A organização é da responsabilidade dos estudantes do mestrado em Enfermagem à Pessoa em Situação Crítica. As inscrições são gratuitas, mas obrigatórias, em www. esslei.ipleiria.pt
De 31 de agosto a 5 de setembro, a Escola Superior de Turismo e Tecnologia do Mar (ESTM) do Instituto Politécnico de Leiria (IPLeiria) dinamiza mais uma edição da Semana Tanto Mar. A iniciativa proporciona uma aventura em Peniche a cinquenta jovens estudantes de todo o país, com idades entre os 14 e os 18 anos, convidando-os a explorar o mar em várias atividades.
A Semana Tanto Mar é promovida anualmente pela ESTM/IPLeiria em parceria com a Fórum Estudante, a Câmara Municipal de Peniche e a Marinha Portuguesa e visa despertar as novas gerações para a exploração dos recursos marinhos e para o valor estratégico do mar. O programa será preenchido com iniciativas diversas em torno dos recursos marinhos e das suas potencialidades, desde o surf à pesca, da ciência ao mergulho, da inovação à história. Batismo de mergulho, demonstrações de socorros a náufragos, surf e encontro com surfistas profissionais, visita às Berlengas e ao interior de um farol, atividades laboratoriais de investigação científica sobre o mar, são algumas das ações que alunos do 9.º ano e do ensino secundário podem experimentar na ESTM, em Peniche. k
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