Akadémicos FOTO: SARA VIEIRA
Suplemento do JORNAL DE LEIRIA, da edição 1294, de 30 de Abril de 2009 e não pode ser vendido separadamente.
‘Zé’ Oliveira Cartoonista “O humor serve para pensar, não para rir” 06 e 07
35 anos depois de Abril
Geração ausente?
FOTO: STEVEN PORTELA
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Vai lá, vai... Abertura Director: José Ribeiro Vieira jose.vieira@movicortes.pt Director Adjunto: João Nazário direccao@jornaldeleiria.pt Coordenadora de Redacção Alexandra Barata alexandra.barata@jornaldeleiria.pt Coordenadora Pedagógica Catarina Menezes cmenezes@esecs.ipleiria.pt Apoio à Edição Alexandre Soares asoares@esecs.ipleiria.pt Secretariado de Redacção André Mendonça, Sara Vieira Redacção e colaboradores Andreia Antunes, Ângela da Mata, Cátia Jesus, Damien Pires, David Sineiro, Dora Matos, Inês Lopes, José Pires, Luís Almeida, Marcelo Brites, Nadir Silva, Patrícia Pereira, Pedro Jerónimo, Sara Vieira, Steven Portela, Tiago Gomes Departamento Gráfico Jorlis - Edições e Publicações, Lda Isilda Trindade isilda.trindade@jornaldeleiria.pt Maquetização Leonel Brites – Centro de Recursos Multimédia ESECS–IPL leonel@esecs.ipleiria.pt
Presidente do Instituto Politécnico de Leiria Luciano de Almeida presidencia@ipleiria.pt
Presidente do Conselho Directivo da ESECS José Manuel Silva jmsilva@esecs.ipleiria.pt
Directora do Curso de Comunicação Social e Educação Multimédia Alda Mourão
A Política e a Politiquice
Um estudo recentemente encomendado pelo Presidente da República revelou que, na União Europeia, os jovens portugueses eram dos que menos se interessavam por política. Houve logo quem se apressasse a recordar as críticas do costume: que os jovens não dão valor à liberdade conquistada pelos mais velhos, que não lutam pelos seus ideais ou mesmo que os não têm. Por outro lado, também não faltou quem apontasse que tal afastamento apenas era sinal de inteligência por parte de uma juventude que, por ser mais instruída, não se queria relacionar com um sistema político decrépito e decadente. Acontece que uma leitura mais atenta do mesmo estudo mostra que em Portugal não são apenas os jovens que se desinteressaram pela política. Na verdade, a diferença entre os jovens portugueses e os restantes jovens europeus não é diferente da que existe entre os adultos portugueses e os restantes adultos europeus. Ou seja, os jovens em Portugal não são diferentes dos demais. A única diferença está no nível da democracia do país em que vivem. Conseguisse a democracia portuguesa interessar a sociedade da mesma maneira que as suas congéneres europeias e os jovens portugueses, estou certo, dariam a mesma resposta que os restantes. Sucede que, na jovem democracia portuguesa, falta ainda chegar a esse ponto para o qual a própria Constituição já nos direcciona, ou seja, o aprofundamento da democracia participativa. Para isso é necessário que, de uma vez por todas,
o poder exercido pelos eleitos seja reconhecido por estes como pertencendo aos eleitores; depois, é preciso mostrar aos portugueses, jovens ou menos jovens, que a sua opinião conta, mesmo quando não estão eleições à porta; por fim, falta criar condições reais para que as pessoas possam participar activamente nos destinos da sua comunidade. Este atraso democrático, facilmente explicado pela história do século XX português, coloca sobre os ombros dos nossos jovens uma responsabilidade acrescida. Portugal dispõe neste início de milénio da juventude mais instruída, mais qualificada e mais informada que alguma vez teve nos seus mais de oitocentos anos de história e que, por isso mesmo, não é dispensável. Cabe-lhes um papel central nesta viagem em direcção a uma sociedade mais justa, solidária e evoluída. Este caminho, é importante não esquecer, vale mais pelo percurso do que pelo destino. O que importa é ir caminhando, por mais pequenas que sejam as passadas. Cumpre a cada jovem português descobrir onde melhor pode dar o seu contributo, sem se deixar iludir com a ideia de que só vale a pena caminhar nas grandes corridas. Nem só das grandes questões nacionais ou europeias se faz a política. A Política, no verdadeiro e nobre sentido da palavra, passa pela nossa cidade, pela nossa rua ou até pelo nosso prédio. Nessa Política os jovens estarão presentes. Não queiram os mais velhos é que os jovens se tenham que interessar pelos mesmos temas que os animam. Não esperem os mais velhos é que os jovens queiram fazer parte da sua politiquice.
amourao@esecs.ipleiria.pt
Jorge Varela Docente ESECS/IPL
Os textos e opiniões publicados não vinculam quaisquer orgãos do IPL e/ou da ESECS e são da responsabilidade exclusiva da equipa do Akadémicos.
akademicos@esecs.ipleiria.pt
Uma agenda do mês FEIRAS
CINEMA
A partir de 1 de Maio Feira de Maio Começa já amanhã a tradicional Feira de Maio. Um parque temático que oferece actividades lúdicas a todos os visitantes. Gastronomia, vestuário e muita diversão durante todo o mês.
1 de Maio Che–O Argentino Com duração de 133 minutos, o filme do realizador Steven Soderbergh, Che – O Argentino vai estrear dia 1 de Maio no Teatro José Lúcio da Silva em Leiria. Uma história que fala do derrube da ditadura e da ascensão de Che na Revolução Cubana. Uma produção que conta com as participações especiais de Benicio Del Toro, Julia Ormond e Pablo Guevara.
música 5 de Maio, 20:30 Lenny Kravitz Dia 5 de Maio o Pavilhão Atlântico abre as portas a Lenny Kravitz. O músico norte-americano traz na bagagem o seu maior espectáculo ao vivo e o disco It’s Time For a Love Revolution. Os bilhetes para assistir a este concerto rondarão os 30 euros.
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dora matos
CIRCO 15 de Maio, em Lisboa Cirque du Soleil No fundo de uma floresta, no topo de um vulcão, existe um mundo extraordinário. Um mundo chamado Varekai. Varekai é uma homenagem ao espírito nómada, à alma e à arte da tradição do circo. Fundado em Quebec em 1984 por dois exartistas de rua, o Cirque du Soleil visita Lisboa, no dia 15 de Maio no Passeio dos Heróis do Mar, no Parque do Tejo. Um espectáculo que já fascinou 80 milhões de pessoas no mundo inteiro. Mais informações em www.cirquedusoleil.com.
Kapas
Tradição no recinto
DR
Está a dar
Está a terminar mais uma edição da Semana Académica
FOTOS:LUÍS ALMEIDA
luís almeida e ângela da mata
“A lutar por uma academia melhor”. Foi este o mote para mais uma edição da Semana Académica de Leiria. Desde 23 de Abril que a comunidade estudantil segue rumo ao recinto, onde pode contar com música e diversão, com algumas bandas do panorama musical português. Fonzie, Irmãos Verdade, Makongo, Orxestra Pitagórica, Jim Dungo foram alguns dos nomes em palco durante os sete dias que já decorreram. Para hoje, está prevista a actuação de Blasted Mechanism e para amanhã a presença já habitual de Quim Barreiros. De forma
a salvaguardar o evento do mau tempo que afectou as últimas edições, a edição deste ano não decorreu no habitual palco exterior, contando apenas com uma tenda gigante.
Serenata e desfile
Às doze badaladas do passado dia 26, ao som dos acordes da tradicional Serenata, por entre lágrimas e sorrisos, foram traçadas as capas, um momento marcante na vida de todos os estudantes. É neste mar de capas negras que “morrem” os caloiros e “nascem” os Corvos. O evento mais espera-
do pelos caloiros decorreu, como habitualmente, junto à Sé. Já os finalistas ansiaram pelo desfile que, este ano, decorreu na terçafeira com a participação de todas as escolas. As emoções continuam em Maio, altura da Bênção dos Finalistas. A Benção dos alunos da ESTG e da Escola Superior de Saúde decorrerá dia 16 de Maio e a bênção dos finalistas da ESECS e ISLA, no Sábado, dia 23. Às capas negras juntam-se as fitas, à alegria de ver terminado o curso junta-se a tristeza de deixar a vida de estudante.
“Semear” a inclusão
CRID comemora dia da árvore josé pires
Integrados nas actividades pedagógicas desenvolvidas pela equipa do CRID, Centro de Recursos para a Inclusão Digital, da Escola Superior de Educação e Ciências Sociais, cinco alunos da Escola D. Dinis vestiram a pele de jardineiros para comemorar o Dia Mundial da Árvore. Pedro Borges, finalista estagiário do curso de Educação Social e um dos membros da equipa responsável pela actividade explica que o objectivo foi consciencializar estes alunos com necessidades educativas especiais para a importância da preservação do meio ambiente. Assim, prossegue Pedro Borges, “atribuímos-lhes a res-
ponsabilidade de serem padrinhos da árvore e, para a realização da actividade, contámos com a ajuda dos jardineiros da ESECS, que nessa semana estavam a fazer manutenção dos jardins da Escola”. Depois de plantada a árvore, foi proposto aos participantes que realizassem um desenho relativo à experiência que tinham vivenciado, utilizando as tecnologias informáticas existentes no CRID. Segundo o finalista, a avaliação da primeira e segunda fase desta actividade foi “bastante positiva”, verificando-se o empenho de todos os alunos e das professoras acompanhantes.
Tal como esta actividade, todos os projectos desenvolvidos no CRID são de “extrema importância para desenvolver as potencialidades das pessoas com necessidades especiais”, já que, conforme acrescenta Pedro Borges, “a sociedade não pode seguir só com uma parte, mas sim com o todo”. Para o finalista é ainda necessário “fazer com que todos aceitem a diferença, pois todas as crianças, jovens, adultos, idosos, com deficiência e/ou incapacidade têm direito à informação, educação, formação profissional, emprego, como também à expressão dos seus afectos e sexualidade”, remata.
josé pires
O Código da Inteligência
Seria fácil apresentar a obra de Augusto Cury, bastando recorrer à sua biografia. No entanto, tratando-se de um livro tão profundo e problemático - na medida em que rompe com os cânones vigentes e com o status quo da psiquiatria e da psicologia clínica – permito-me abordá-lo dentro de uma nova perspectiva filosófica, humana e científica, que muitos outros autores defendem e praticam nas suas clínicas com resultados positivos. O Código da Inteligência surge assim enquadrado numa nova perspectiva ontológica da medicina desenvolvida por autores e investigadores como Brian Weiss, John Watson ou Nightingale. Uma nova perspectiva integral e funcional em que o ser humano é considerado como um todo e deve ser tratado como tal. Ela não é assim tão recente; psiquiatras, psicólogos e médicos já a põem em prática há mais de duas décadas e dela dão testemunho sobretudo em obra publicada. Cury – psiquiatra, psicoterapeuta, cientista e escritor – selecciona uma frase transcrita do seu livro “as cortinas do teatro da mente estão prestes a abrir-se”, escrita na capa, como subtítulo. É o mote para nos debruçarmos sobre a excelência da obra. De um modo sintético, poderíamos dizer que O Código da Inteligência descreve de forma fascinante o eu como gestor psíquico, da intuição criativa, da autocrítica. Esses códigos conseguem estimular-nos a ser mais criativos e a desenvolver a saúde psíquica e a excelência profissional. Descreve também as armadilhas da mente em que facilmente caímos e que podem bloquear a inteligência. Um outro comentário: “um livro indispensável para todos aqueles que se queiram tornar mestres na arte de pensar”. Não fosse Cury autor de A Saga de um Pensador. Foi o desenvolvimento do conceito de inteligência multifocal (uma perspectiva inovadora do funcionamento da mente e da construção do pensamento), já abordada por Howard Gardner em Inteligências múltiplas (1995), que lhe permitiu desenvolver o método terapêutico funcional e integral. Dos vários códigos da inteligência, o código do eu, enquanto gestor da inteligência, é aquele que poderá abrir as cortinas do teatro da mente. Citando: “O eu representa a nossa auto-consciência, a consciência da essência humana (o que somos), da nossa identidade (quem somos), do nosso papel social (o que fazemos) e da nossa localização no espaço e no tempo (onde estamos). O objectivo da apresentação deste autor e deste livro é induzir no leitor o desejo de se auto-conhecer, promover a sua auto-cura ou ainda adquirir know-how para uma escolha consciente de profissionais de saúde e ou terapias.
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Jovens e vida política
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Num mês em que se comemoram os 35 anos do 25 de Abril, volta a falarse da relação entre jovens e política. Enquanto em 1974 se assistia a um visível envolvimento dos jovens nas questões públicas, nos dias de hoje, o diagnóstico tem sido outro. Mas, estarão mesmo os jovens afastados da política? E o que se pode fazer? TEXTO: STEVEN PORTELA e TIAGO GOMES FOTOS: STEVEN PORTELA
Alargar a participação
Um estudo encomendado por Cavaco Silva à Universidade Católica em 2008 sobre Os Jovens e a Política indica que “os jovens se encontram menos expostos à informação política e tendem a exibir menores níveis de conhecimentos”, generalizando-se num discurso público que evidencia preocupação com a ignorância e apatia das novas gerações e com o futuro da democracia. Mas há quem contrarie esta ideia de desinteresse. João Costa, 27 anos, é o coordenador distrital da Juventude Social-democrata (JSD) de Leiria e explica que as injustiças o fizeram decidir “sair do sofá” e ir para a política. Uma motivação não muito diferente da de Pedro Silva, 29 anos e coordenador distrital da Juventude Socialista (JS) de Leiria, que constatou que o seu interesse pelo movimento político surgiu “por convicção nas ideias socialistas de igualdade de direitos entre as pessoas”.
Conflito de gerações?
Apesar destes exemplos de envolvimento partidário,
a maioria dos jovens parece afastar-se cada vez mais, pelo menos, deste tipo de estrutura formal. Como explica Pedro Abrantes, Sociólogo e docente na Escola Superior de Educação e Ciências Sociais, os jovens afastam-se porque os partidos são “demasiado fechados a quem não quer fazer carreira na área”. Nesse sentido, o sociólogo acrescenta que vai surgindo um desencantamento com os partidos políticos. Para além disso, é um facto que os lugares de tomada de decisão, são ocupados maioritariamente pelas gerações mais velhas. Analisando a sociedade portuguesa actual, Pedro Abrantes considera que o problema da afirmação dos jovens passa por “haver uma elite que está habituada a pensar que é ela que toma as decisões”. O docente refere que é importante analisar o perfil da sociedade portuguesa, mais concretamente, dos mais novos. Segundo Pedro Abrantes, apesar de estes estarem fortemente ligados às novas tecnologias como forma de comunicação e busca de in-
formação, a sua maior preocupação passa pelas “dificuldades em conseguir arranjar emprego”. Acrescenta, também, que os jovens, apesar de gostarem de se afirmar como cidadãos do mundo, “ficam em casa dos pais até muito tarde e demoram a assumir certas responsabilidades”. Mas outros argumentos são apresentados neste diagnóstico da situação, João Costa, da JSD considera que, na realidade, existe um desalinhamento ideológico que se reflecte no desalinhamento partidário. Para além disso, uma eventual relutância no que respeita ao envolvimento politico poderá dever-se também ao facto dos jovens sentirem que as suas ideias não têm consequência, perdendo assim a motivação, como afirma Pedro Silva da JS. João Costa da JSD e Fábio Salgado, deputado do Bloco de Esquerda na Assembleia Municipal da Nazaré, referem também que, aliada a este sentimento de falta de capacidade de participação, surge a sensação de inope-
rância dos partidos políticos em questões relacionados com as preocupações dos jovens, provocando o afastamento deste grupo etário por não ver os seus problemas resolvidos. João Costa vai mais longe e constata que, por vezes, o problema da geração anterior é “estar no poder há tempo demais”. Neste sentido, Pedro Silva da JS considera ser necessário haver “uma lufada de ar fresco e mais oportunidades dentro dos partidos”. Mas nem só o sistema deve ser responsabilizado. Para Fábio Salgado, do BE, também “é preciso que os jovens se envolvam para reivindicarem o seu lugar”.
Pensar soluções
Várias têm sido as estratégias apontadas para cativar as novas gerações e, neste sentido, os dirigentes das juventudes partidárias, sublinham o seu papel, por exemplo, através da promoção de acções de formação política. Tais acções passam por informar as pessoas sobre política pois “não faz
TAK Tomografia Axial Komputorizada Projecto Luminoso Marco Feliciano e Américo Mónico
Chamam-se Marco Feliciano e Américo Mónico, são recém-licenciados do curso de engenharia electrotécnica, da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Leiria e foram contemplados com o primeiro prémio Ideias Luminosas 2008, um concurso de ideias
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de negócio na área da eficiência energética, promovido pela EDP em parceria com a Universidade de Coimbra. Desde cedo se recordam de um certo gosto pela área científica. Marco Feliciano salienta que, por isso, já no secundário, ingressou num curso relacionado com engenharia. No entanto, nessa altura, nem pensava ingressar no ensino superior. O desejo surge quando constata a verdadeira afeição ao conteúdo
leccionado: “apercebi-me de que gostava mesmo da área e que valia a pena adquirir mais conhecimento”. Varcomp II, é a designação do projecto que levaram a concurso e consiste num equipamento que, ligado à rede eléctrica, melhora a qualidade da energia e, como explica Marco Feliciano, permite também “diminuir a factura eléctrica ao final do mês”. Considerado inovador pelo júri do concurso, o equi-
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sentido levar os jovens para a política se estes não estão preparados”, esclarece João Costa da JSD. Num tempo em que se aproxima um período de decisões políticas e em que os portugueses vão ser chamados às urnas, João Costa explica que a JSD não participa nas eleições a “colar cartazes, a abanar bandeiras, a aplaudir ou a assobiar a ninguém, mas sim desenvolvendo uma campanha para informar ou colocar questões na cabeça das pessoas”. No fundo, ajudar “a pensarem por elas próprias”, conclui o jovem político.
Por sua vez, as actividades da JS passam por acções de rua sobre variadas questões desde sensibilização para problemas como a SIDA, ambiente, casamento de homossexuais, explica Pedro Silva. Já Fábio Salgado, do Bloco de Esquerda, considera que o objectivo das “jotas” não é eficaz porque “encostam os jovens num cantinho onde só podem discutir os seus assuntos sem incomodar o partido” e nesse sentido, refere que, “no Bloco, não há essa divisão”. Fábio defende que qualquer colaborador participa activamente
na construção do programa e na tomada de iniciativas, pois “não há chefes no Bloco e por isso toda a gente tem espaço para trabalhar”. Mas, nesta reflexão sobre a questão, o sociólogo Pedro Abrantes sublinha ainda, que “a política também tem de assumir outros sentidos” e não pode apenas ser considerada a “participação em grupos partidários”. Outras formas de participação devem ser valorizadas, como a “inserção em grupos de activismo ou voluntariado” para os quais os jovens parecem revelar uma crescente apetência.
A Política também tem de assumir outros sentidos Pedro Abrantes, Sociólogo
nadir silva
pamento tem como alvo as empresas,”mas também se adapta ao público particular”, acrescenta Marco. Questionados sobre a confiança na vitória, explicam que só se aperceberam do verdadeiro potencial do projecto quando foram convidados para realizar uma apresentação na EDP: “Nessa altura, percebemos que o nosso projecto tinha realmente despertado interesse e que tínhamos uma certa
possibilidade. A partir daí, passámos a acreditar vivamente que se não ficássemos em primeiro lugar, pelo menos nos três primeiros ficávamos“, sublinha Marco Feliciano. Actualmente a frequentar mestrado, os dois alunos referem que o prémio no valor de 40 mil euros servirá para prosseguir com o desenvolvimento do projecto para, posteriormente, poderem “registar patente”.
Marco Feliciano deixa alguns conselhos aos outros estudantes: “em primeiro lugar acho que devem acreditar. Se realmente fizerem o que gostam, independentemente do mercado de trabalho estar pior ou melhor, ir-se-á arranjar qualquer coisa”. Américo Mónico sublinha também que “o trabalho compensa”. Admitem existir dificuldades em conciliar a vida social com a vida académi-
ca, tentando, no entanto, dar conta das duas: “nós vimos a nossa vida social muito limitada mas, fizemos sempre os possíveis para nos divertirmos como qualquer estudante do superior”, salienta Américo Mónico. Por essa mesma razão, tendo algum tempo livre, o que gostam mesmo é de “conviver com os amigos” e “assistir a alguns jogos de futebol”, referem os dois vencedores do concurso.
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‘Zé’ Oliveira, cartoonista
Sentado “O humor interventivo e inteligente no mocho está a desaparecer” Sentou, vai ter k explicar O lápis é o melhor amigo de José Oliveira. O cartoonista é conhecido na região pela autoria d’Os Corvos, mas tem desenvolvido outros projectos, como caricaturas académicas para livros de curso. Premiado dentro e fora de portas, garante que a caricatura “exagera mas não mente” e defende a dignificação da profissão TEXTO: damien pires e sara vieira FOTOS: SARA VIEIRA
Como nasceu o seu gosto pelo desenho e pela arte do cartoon? O gosto pelo desenho nasceu pelo facto de eu ser filho único e filho de ferroviários, o que me obrigava a constantes viagens e mudanças de residência. Tinha muitas vezes de brincar sozinho. E a forma mais prática de um garoto se entreter é desenhar. É evidente que isso terá de ser suportado por algum gosto, e eu sempre gostei de ver coisas artísticas. Eu viajava muito de comboio e ainda me lembro de ver os painéis de azulejo da estação de Campanhã, no Porto. Eu ficava maravilhado a olhar para aquilo. Estava longe de imaginar que aquilo era o melhor que havia naquela época. O que define um bom cartoon? Um bom cartoon deve apresentar uma mensagem jornalística. Deve também ser actual, pois é um género jornalístico. Além disso, deve ter uma carga crítica. A peça deve ser obviamente bem desenhada. Um cartoon apresenta uma história, uma ideia, uma situação. Já alguma vez ouviu vozes de protesto ou indignação devido a um desenho publicado? Já, e das mais disparatadas. Uma pessoa que tinha conhecido muito recentemente, quando me viu pela segunda vez, conversou comigo para me dizer que não era tão gordo como estava na caricatura, criticando o trabalho. Coisas de carácter mais sério também há: cartoons que ficam suspensos ou que são censurados. Existem (ou devem existir) limites no cartoon? É possível “brincar” com qualquer assunto? O cartoon é um género jornalístico, por isso, e por ser jornalismo de opinião, é crónica. Só que é crónica gráfica. É necessário ter o mesmo cui-
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dado quando se faz um cartoon do que quando se faz outro tipo de peça. Não há grande diferença. Eu costumo dizer que o caricaturista não mente. Exagera mas não mente. Considera que em Portugal a arte do cartoon é devidamente valorizada? Não. Um dos aspectos que a nossa associação, a FECO [Federation of Cartoonists Organizations] Portugal, está a enfrentar é consciencializar os associados. Está na moda pedir desenhos de cartoon gratuitos aos desenhadores. Um jornal do concelho, gratuito, mandou um e-mail para a direcção da Associação a pedir o seu envolvimento no sentido de possibilitar um cartoon gratuito a cada número. Na minha resposta, escrevi que esta Associação não fomentava, antes desaconselhava, o trabalho gratuito aos seus associados. Há mais casos. Uma empresa pediu-nos para que seleccionássemos um grupo de associados que estivesse interessado em facultar cartoons gratuitos para os monitores dos autocarros. Uma empre-
O humor serve para pensar, não para rir, para edificar, não para demolir sa de Lisboa também fez uma proposta para cedermos desenhos gratuitamente. Em Espanha, o El País, que é um jornal de referência, tem cinco cartoonistas. A Voz da Galiza, que é um regional, tem 14. Isto explica-se pelo facto de ter quatro ou cinco cartoonistas no jornal principal e outros pelos vários cadernos e revistas que publica pelo resto de
Espanha. Em Portugal, é um cartoonista para dois jornais. Há mesmo alguns que trabalham em sete ou oito jornais! Qual é a sua receita para o humor? Neste momento o meu empenhamento no humor é mais com a caricatura calculista. O cartoon, como já referi, deve ser actual e deve ter um sentido crítico identificativo. Deve pôr o dedo na ferida e “apanhar” aquilo que está a frente dos olhos das pessoas, mostrar-lhes a realidade. Deve afirmar aquilo que não se pode dizer numa peça escrita, pois há um pouco mais de liberdade no humor. O humor serve para pensar, não para rir, para edificar, não para demolir. A ironia é uma boa forma de fazer humor? É uma das melhores. A ironia é uma das receitas para o humor. Mas também se utiliza a sátira, que é uma forma de “brincar” com as pessoas. Há um estilo humorístico que, apesar de ainda não existir em Portugal, deverá aparece mais tarde ou mais cedo. É o chamado “Humor Blanco” (em espanhol), que ainda não se usa em Portugal. É um humor que só tem o objectivo de fazer rir. O humor interventivo e inteligente está a desaparecer. Os jornais são cada vez mais concentrados em grupos e têm cada vez menos liberdade para veicular a opinião. Só interessa passar a opinião dos “opinadores” oficiais. Isto não é uma situação desejável para os cartoonistas. O objectivo dos jornais passa cada vez mais por vender. O humor vai ficando cada vez mais de lado, pois é de intervenção e é muito abrangente, o que o torna bastante perigoso neste aspecto. Alguns cartoons podem ser lidos por um analfabeto, pois muitos não têm palavras. As pessoas podem não ter tempo para ler
o jornal, mas vêem sempre o cartoon. Este poderá estar a transmitir uma enorme carga de informação e de conteúdo crítico. A Internet é um bom meio para difundir os trabalhos de um cartoonista? É. Mas, infelizmente para os cartoonistas, as pessoas “bastam-se” pelo consumo de cartoons na Internet. Se alguém, com acesso a Internet, quiser ver 50 ou 100 cartoons, pode. O cartoonista tem de ser um profissional, e não o é. Vi recentemente um cartoonista, que já estava há muitos anos num jornal, ser despedido, apesar de não apresentar mais de 60 anos. A idade não é, ou não deveria ser, um obstáculo ao trabalho do cartoonista. Neste momento aposta-se cada vez mais nos jovens, mas com uma intenção, “pegar” naqueles que são facilmente manobráveis. É por isso que o humor passará a ser aquele só para rir e não para pensar. Já recebeu inúmeros prémios e menções honrosas em Portugal e no estrangeiro. Como lida com os prémios? É agradável, pois traz-nos a confirmação de que estamos a comunicar em condições e que o nosso trabalho está a ser reconhecido pelos júris, mas não faço muito alarido. Coloco a informação nos vários blogues que tenho, mas apenas com a intenção de obter trabalho. Como está a política em Portugal? A política neste país é desenvolvida por gente amadora. Os senhores que estão hoje a governar o país não são aqueles que se distinguiram mais a nível académico, nem aqueles que estudaram mais. Simplesmente andaram a colar cartazes e a bater palmas aos líderes dos partidos. Não são pessoas muito bem preparadas.
Kultos
David sineiro
S1nais do Futuro
Existe alguma situação actual que gostaria de caricaturar? O primeiro-ministro, que teve a desfaçatez de insultar uma equipa de jornalistas. Ele não tem o direito de fazer apreciações desta natureza. Tem-se dedicado também a Caricaturas Académicas para Livros de Curso. Como é trabalhar com jovens? Interessante. As caricaturas são feitas com um sentido subjacente em que o estudante nem sequer se apercebe. É a despedida dele. O estudante despede-se da vida académica e da liberdade, enfrentando a vida profissional, onde vai encontrar pela frente vários problemas. Ele despede-se daquela vida, a melhor que se pode ter, com um documento que lhe trará sorrisos. Vai-se rir um pou-
co. Uma caricatura destas nunca é feita pela própria pessoa, mas sim pelos colegas. O próprio não gosta, pois ninguém gosta de se ver ridicularizado. Que projectos tem para o futuro? Neste momento faço um cartoon por mês e continuo a desenvolver esforços para a Associação. Gostaríamos que todos os profissionais deste país nesta área tivessem trabalho, e que o desempenho do cartoonista fosse dignificado. Quem tem uma profissão tem direito a trabalhar. Que caricatura faria da Semana Académica? Seria uma caricatura sobre os excessos, sobretudo ao nível do álcool. Mas é muito importante que as pessoas se divirtam, pois é uma despedida. Mas com alguma moderação.
DR
Gostaríamos que todos os profissionais deste país nesta área tivessem trabalho, e que o desempenho do cartoonista fosse dignificado
Nicolas Cage regressa ao grande ecrã em S1nais do Futuro, um filme fantástico e emocionante... até tentar explicar-se. Há 50 anos, os alunos de uma escola primária resolveram enterrar no chão uma cápsula cheia de desenhos daquilo que achavam que ia ser o futuro. Hoje, a escola conduz uma cerimónia para entregar cada um desses desenhos às crianças que a frequentam. Enquanto vários alunos contemplam os seus desenhos, o jovem Caleb Koestler (Chandler Canterburry) recebe um papel com números aparentemente colocados ao acaso. Acidentalmente, o seu pai, John Koestler (Nicolas Cage – O Tesouro), dá alguma atenção ao papel e detecta nele escrita a data de 11 de Setembro de 2001, com o número exacto de mortes que resultaram dessa tragédia. Perturbado pela descoberta, John dedica-se a constatar que os outros números também são datas catástrofes e o número de mortos que delas resultaram. O protagonista descobre também que três delas ainda não aconteceram. Daí até elas começarem a acontecer e até John as tentar parar, não vai muito tempo.
Para além das catástrofes, o personagem de Nicolas Cage terá de lidar com uns estranhos que perseguem o seu filho e o fazem ouvir sons indecifráveis desde que ele recebeu a lista de números. Como tudo isto também aconteceu à miúda que escreveu os números há 50 anos, pai e filho procuram a sua família, na tentativa de melhor compreender os acontecimentos. São elas Diana Wayland (Rose Byrne – 28 Semanas Depois), a filha, e Abby Wayland (Lara Robinson), a neta que também ouve os estranhos. O filme beneficia imenso por ter sido realizado por Alex Proyas. O realizador de Eu, Robot e O Corvo empresta-lhe a sua visão e mestria extraordinárias, dotando o filme de grande emoção e tensão nas cenas mais indicadas. O que estraga um pouco a experiência é mesmo o fim, que é demasiado over the top e não consegue atingir o mínimo exigido de credibilidade. No entanto, não é pelo fim que o filme deixa de ter qualidade em geral. Quer os grandiosos desastres, fabulosamente criados em computador, quer os momentos de grande tensão e até terror que aparecem pelo meio têm um ambiente perfeito, mostrando a vida extra que Alex Proyas dá às suas imagens. A sonorização ajuda claramente a ambientar o espectador, e este não vai deixar de se manter interessado até chegar o ponto inverosímil em que tudo o que acontece é simplesmente incoerente demais para fazer sentido. Pela realização, valores de produção e representações decentes consegue 7/10
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Últimas inês lopes e patrícia pereira
A Fechar
BES premeia inovação
A ESTM e a Câmara Municipal de Peniche organizam o concurso fotográfico Um Mar de Tesouros que tem como objectivo divulgar o concelho de Peniche e a sua relação com o mar. O concurso está dividido em 3 temas: Gastronomia; Tradições, Gente e Locais; Pesca e Mar. Os concorrentes poderão participar com uma fotografia de cada tema, num máximo de três. As fotografias poderão ser enviadas até 15 de Maio para o endereço electrónico: estmconcurso09@gmail.com.
X Jornadas de Enfermagem
A Escola Superior de Saúde promove as X Jornadas de Enfermagem com o tema Saúde Mental: dos preconceitos à integração de novos conceitos. O evento decorre dias 8 e 9 de Maio e contempla workshops, palestras, debates, concursos de poster´s, entre outras actividades. Para inscrição e consulta de informações adicionais como o horário de cada uma das actividades, visite o site www.saudementalesslei. wordpress.com
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andreia antunes e inês lopes
Nos próximos dias 21, 22 e 23 de Maio realizarse-á nas Caldas da Rainha, o evento Caldas Late Night, organizado pelos alunos da ESAD.CR, cujo objectivo é mostrar o que de melhor e mais arrojado se faz no campo artístico. Tendo surgido, em 1997, como uma revolta contra a impossibilidade de criação de trabalhos mais audazes dentro do mundo académico, o CLN
é, segundo a organização, um evento de características únicas a nível nacional e isento de condicionantes morais e éticas, deixando completamente livre os sentidos de criatividade e imaginação. As obras são expostas em diferentes locais da cidade, públicos e privados. Apoiados pela Câmara Municipal das Caldas da Rainha, bem como por alguns docentes e diversas
associações, os alunos divulgam os seus trabalhos, disponibilizando as suas casas, fomentando a “interactividade entre pessoas, a partilha de experiências e opiniões”, explica Rui Silva, aluno e organizador. Rui acrescenta ainda que o evento se encontra aberto à participação de projectos de todo o país. O site www.caldaslatenight. com disponibilizará mais informações. www.caldaslatenight.com
Campeonatos Nacionais Universitários
INTERNETES
Futebol 11 e Atletismo alcançam primeiro lugar
cátia jesus
marcelo brites e pedro jerónimo
útil
É preciso salvar o planeta! Pois é…dizer é fácil, fazer é bem mais difícil. Pensamos sempre que não podemos fazer nada pelos animais… mas, a uma escala planetária, pequenos gestos fazem toda a diferença No site da Greenpeace Portugal é possível intervir, quer através de donativos, quer participando nas diferentes acções propostas: petições, utilização de banners, postais, mailling lists, são apenas algumas das opções a explorar… atreves-te?
Depois dos títulos de 2003 (Caldas da Rainha) e 2007 (Braga), a equipa de Futebol 11 do IPL voltou a subir ao lugar mais alto do pódio. Tal como hà dois anos atrás, o IPL encontrou na final a equipa do ISMAI. Começou melhor o IPL, tónica que se verificou em quase toda a partida, apostando a equipa do ISMAI no contra-ataque. A equipa nortenha inaugurou o marcador mas, tal como há dois anos, o IPL iria dar a volta ao resultado, conseguindo o título de campeões universitários 2009. Em Julho, o IPL marcará presença no Campeonato Europeu Universitário que decorre na cidade polaca de Cracóvia.
Atletismo também brilha
No Altletismo, João Lopes conquistou o ouro nos 3000 metros, repetindo as conquistas de 2006 e 2007. Para João Lopes esta é a sexta medalha de ouro que conquista para o IPL. Na prova mais rápida, Ivo Vital, não conseguiu repetir o ouro do ano passado, ficando pela segunda posição atrás do olímpico Arnaldo Abrantes. Também nos 100 metros mas em femininos, Cândida Bairrada repetiu o segundo lugar de 2008. Destaque ainda para o segundo lugar obtido pela estafeta feminina e para as restantes medalhas obtidas por Catarina Rosa (2ª no peso e 3ª no Salto em Altura), Ana Filipa Neves (2ª no Salto em Comprimento), Cristiano António (3º no Lançamento do Dardo)e Pedro Rocha (3º no Salto em Altura). A conjunção destes resultados deu ao IPL o 3º lugar colectivo.
Andebol feminino e Ténis
O Andebol feminino foi outra das modalidades presentes. Apesar de algumas lesões a equipa apresentou-se disposta a dar boa imagem da instituição e alcançou o 3º lugar. No ténis, o IPL fez-se representar por 3 atletas, 2 masculinos e 1 feminino. Enquanto os rapazes ficaram pelos quartos de final, a representante feminina, Inês Cristóvão, atingiu a final onde defrontou a tenista da Universidade do Porto, Diana Costa. Alguns nervos por parte da tenista do IPL conduziram a uma derrota
http://www.greenpeace.org/ portugal/
agradável
por 2-0 com os parciais de 6-0 e 6-2. Marco Oliveira, responsável pelo sector de Desporto considera, no entanto que a presença na final foi um resultado “muito positivo”. Esta edição das Fases Finais dos Campeonatos Nacionais Universitários (CNU’s) que decorreu entre os dias 20 e 25 de Abril na cidade de Vila Nova de Gaia contou com a presença de mais de 3000 atletas em representação de 32 Instituições de Ensino Superior ou Associações de Estudantes e com a participação de cerca de 50 estudantes atletas oriundos das Escolas Superiores do IPL.
A página da famosa marca de chinelos Havaianas é uma óptima sugestão nesta edição do Internetes. Com cores fortes e primaveris, o site remete-nos para a época pela qual ansiamos o ano inteiro…o Verão! E com o sol já a espreitar… inspira-te! Para além do catálogo, pode ainda consultar-se a história do produto bem como as principais campanhas publicitárias. http://www.havaianas.pt
DR
Fotografar Peniche
Caldas reabre portas ao Late Night
fotos: Sector de Desporto do IPL
Estão abertas até 11 de Julho as inscrições, para o Concurso Nacional de Inovação BES nos sectores da Biotecnologia, Agroindústria, Tecnologias de Informação e de Saúde. O objectivo é premiar e divulgar projectos de investigação, inovação e desenvolvimento. Para mais informações e inscrições consulte o site www.bes.pt/concursonacionaldeinovacaobes