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Akadémicos 20

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Akadémicos« Suplemento do JORNAL DE LEIRIA, da edição 1215, de 25 de Outubro de 2007 e não pode ser vendido separadamente

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06 e 07

Sónia Tavares DAVID SINEIRO

Vocalista dos The Gift

Escuela

School Shule Escola École “Temos um leque de bandas que não Okul School Shule Escuela École Scuola nos envergonhava em lado nenhum do Mundo” Okul School Shule Escuela École Scuola Okul School Shule Escuela Scuola Okul Shule Escuela École Scuola Okul School Shule Escuela Ecola Okul School Shule Escuela École Scuola Okul School Shule Escuela Escola École Okul School Shule École Scuola Okul School Escuela École Scuola School Shule Escuela École School Shule Escuela École Scuola MobilidadeScuola de estudantesOkul aumenta Okul School Shule Escuela École Scuola School Shule Escuela École Scuola Okul School Shule Escuela École 03 e 04 Scuola Okul School Shule École Scuola Okul School Shule Escuela École Scuola Okul School

Scuola École École Scuola Escola Scuola Escuela Shule Okul Okul Alunos sem fronteiras Escuela Shule


Vai lá, vai... Abertura FICHA TÉCNICA Director: José Ribeiro Vieira jose.vieira@movicortes.pt Director Adjunto: João Nazário direccao@jornaldeleiria.pt Coordenadora de Redacção Alexandra Barata alexandrabarata@gmail.com Coordenadora Pedagógica Catarina Menezes cmenezes@esel.ipleiria.pt Apoio à Edição Alexandre Soares asoares@esel.ipleiria.pt Secretariado de redacção Ângela Duarte, Sónia Olaio Redacção e colaboradores André Conceição, Cláudia Silva, Carina Rodrigues, David Sineiro, Joana Faustino, Jorge Bastos, Lília Ramalheira, Marta Capela, Paulo Amendoeira, Pedro Jerónimo, Rafael Costa, Ricardo Gomes, Sónia Olaio, Verónica Ferreirinho Departamento Gráfico Jorlis - Edições e Publicações, lda Paginação Isilda Trindade, Rita Carlos

Presidente do Instituto Politécnico de Leiria Luciano de Almeida presidencia@ipleiria.pt Presidente do Conselho Directivo da ESE José Manuel Silva jmsilva@esel.ipleiria.pt Directora do Curso de Comunicação Social e Educação Multimédia Alda Mourão amourao@esel.ipleiria.pt Os textos e opiniões publicados não vinculam quaisquer órgãos do IPL e/ou da ESE e são da responsabilidade exclusiva da equipa do Akadémicos.

akademicos@esel.ipleiria.pt

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Quero em primeiro lugar saudar todos os estudantes que vão iniciar mais um ano connosco. Bem-vindos e desejos sinceros de sucesso académico. Em segundo lugar, gostaria de referir que este ano vamos ter todos os cursos do IPL a funcionar já de acordo com o modelo de organização de Bolonha. Quer isto dizer que houve uma série de alterações que foi necessário fazer aos cursos (o processo de adequação) mas significa principalmente que vamos começar a funcionar de maneira diferente. Ensino centrado na aquisição de competências e orientado para o desenvolvimento da capacidade de trabalho autónoma dos estudantes. Ou seja, vamos ter mais trabalho mas, espero, vamos ter um trabalho mais rentável e possivelmente mais atraente. O Processo de Bolonha representa uma harmonização do ensino superior entre todos os países que subscreveram o

JORNAL DE LEIRIA 25.10.2007

Presidente do IPL

CLÁUDIA SILVA, PAULO AMENDOEIRA, RAFAEL COSTA

TEATRO

MÚSICA

Amanhã às 21:30 horas A delicada arte de amar - Te-Ato - Grupo de Teatro de Leiria Incursão poético-dramática das obras Arte de Amar e Amores de Ovídio (poeta latino do século I a.C.). Bilhetes: cinco euros Teatro Miguel Franco

Amanhã, às 21:30 horas Sérgio Godinho ao vivo Bilhetes a partir de dez euros Teatro José Lúcio da Silva

CINEMA

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Luciano Almeida

Uma agenda do mês

Domingo às 21:30 horas A gargalhada de Yorick Uma versão de Hamlet com André Gago e Joaquim Nicolau Teatro José Lúcio da Silva

Akadémicos«

tratado. Esta harmonização possui um potencial enorme em termos de mobilidade de estudantes e docentes. Irá certamente permitir-nos ter acesso a outras culturas académicas e alargar os nossos horizontes enquanto estudantes, que somos todos, e enquanto instituição. A multiculturalidade proporcionada pela mobilidade será certamente o caminho que deveremos percorrer para a partilha e a tolerância entre todos os povos do mundo. E o IPL quer ser também uma instituição activa nessa frente, reforçando tudo o que já faz em termos de mobilidade: com a União Europeia, com os países da CPLP, com a Ásia… Ser estudante do IPL é também ser estudante do mundo.

Sábado, às 18:30 e às 21:30 horas Cinema Documental - Contadores de Histórias Os fotógrafos leirienses Filipe Silva e Gonçalo Duque prometem levar os espectadores numa viagem por um mundo por muitos desconhecidos através de imagens recolhidas durante dois anos e meio de trabalho de campo. Bilhetes: dois euros Centro Cultural Mercado de Sant' Ana

EXPOSIÇÕES De 27 de Outubro a 8 de Novembro; Segunda das 13 às 18 horas, terça a sexta-feira das 10 às 18 horas Exposição de pintura - Ver para Sentir A obra da pintora Lisette Almeida. Entrada livre , Biblioteca Municipal Afonso Lopes Vieira Até 26 de Novembro de terça a domingo das 10 às 18 horas Exposição de vidro artístico contemporâneo português - Contemporâneos Uma exposição de trabalhos de vários artistas portugueses Palácio Stephens - Museu do Vidro da Marinha Grande

CONFERÊNCIAS De 7 a 9 de Novembro Conferência Internacional Media for all - Text on screen, text on air A prática e teoria da tradução audiovisual em discussão no Instituto Politécnico de Leiria


Está a dar

Encontro de culturas

"Eu sou uma aluna de Erasmus e estou aqui porque quero conhecer melhor outras culturas, outras religiões, outras pessoas.” É desta forma que Aysegül Uzun, aluna turca que chegou à ESE para estudar Educação de Infância, resume a expectativa que deposita neste programa. De acordo com vários testemunhos, as principais razões que levam um aluno a querer estudar num país estrangeiro são a vontade de conhecer novas culturas, de aprender novas línguas e de viver uma experiência diferente. Os preconceitos ficam em casa e chegam de mente aberta para uma experiência que os influenciará para o resto da vida. A escolha da instituição de destino depende dos protocolos existentes entre os diversos estabelecimentos. No entanto, a escolha do país fica, na maioria das vezes, à responsabilidade dos estudantes. "Eu tinha duas hipóteses: Portugal ou Espanha. Depois de alguma pesquisa sobre os dois países - a cultura, a educação e a economia de ambos e das universidades, decidi vir

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Na ESE, por exemplo, os corredores transformaram-se numa aldeia global, onde se passeiam alunos provenientes de diferentes culturas. Aqui, encontram-se, a fazer Erasmus, noruegueses, espanhóis, uma rapariga suíça e duas raparigas turcas . Mas nem todos chegam através do programa Erasmus. Este ano, encontram-se também 22 macaenses e chineses, que frequentam o segundo ano de Tradução e Interpretação de Português-Chinês, um curso que resulta de uma parceria com o Instituto Politécnico de Macau e que tem como característica especial o facto de o 1.º e o 4.º anos serem feito no país de origem e o 2.º e 3.º serem feitos, no caso dos alunos portugueses, em Macau e, no caso dos alunos macaenses, em Portugal. A esta miscelânea juntamse ainda uma aluna brasileira, e vários alunos de Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP) - Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique,

PORQUÊ O IPL

para aqui", conta Çigdem Topcu, estudante vinda da Turquia para fazer cadeiras do curso de 1.º Ciclo do Ensino Básico. Para Par Ericsson, estudante sueco na Noruega, a escolha do País não se deveu apenas a questões académicas: "Portugal é quente e é tudo barato. A cerveja é barata e vocês fazem festa pela noite dentro!" No caso do Erasmus espanhol, Ruben Ezquerra, o factor "média" foi preponderante: "No final, calhou-me Leiria. E estou contente!" A motivação dos estudantes de Português-Chinês é diferente. A questão que se lhes coloca, não é a escolha do país, mas sim a escolha do curso. Para Wang Cheng Xu, estudante chinesa em Macau, a escolha do curso deveu-se ao facto de este lhe dar a possibilidade de poder ter "um bom emprego ". Si Hou, estudante macaense, completa: "A língua portuguesa é uma das línguas mais importantes no mundo. Há muitos países que a falam e muito deles estão a manter relações culturais e comerciais com a China. Estudar português é importante para uma carreira futura e para abrir portas; para fazer carreira noutros países lusófonos.

» Polacos, turcos, noruegueses, espanhóis, chineses... O número de estudantes estrangeiros a frequentar as escolas do IPL aumentou. Não conhecem o País e falam pouco Português, mas isso não os impediu de escolherem a região para passarem os próximos meses da sua vida académica.

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ERASMUS E NÃO SÓ

Timor e Angola - e uma aluna norte-americana.

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cular e cultural dos estudantes e o apoio disponibilizado por parte do Instituto Politécnico de Leiria", justifica.

PEDRO JERÓNIMO

No ano em que o programa de intercâmbio entre instituições de ensino superior LLP/Erasmus (Lifelong Learning Programme/Erasmus) comemora o seu 20º aniversário, Portugal é um dos países da União Europeia que recebe mais alunos estrangeiros. Em nono lugar na lista dos países mais procurados, espera-se que mais de cinco mil estudantes escolham Portugal como destino neste ano lectivo. Alguns ficam em Leiria. De acordo com o Gabinete de Mobilidade e Cooperação Internacional, no início deste ano lectivo, chegaram ao Instituto Politécnico de Leiria (IPL) cerca de 70 estudantes Erasmus, que estão espalhados por toda a comunidade académica. A escola que acolhe mais alunos estrangeiros é a Escola Superior de Tecnologia e Gestão (ESTG), com um total de 34. Por outro lado, as com menos alunos são a Escola Superior de Tecnologias do Mar (ESTM) com sete estudantes e a Escola Superior de Saúde (ESS) que recebe apenas dois. A Escola Superior de Artes e Design (ESAD.CR) e a Escola Superior de Educação (ESE) recebem, respectivamente, 16 e 12 alunos. São os primeiros sinais de Bolonha que - com o novo sistema de créditos - facilita o intercâmbio de estudantes. Na ESE, "nos últimos cinco anos, o número de estudantes em mobilidade quadruplicou, tanto no que diz respeito a estudantes estrangeiros que vêm para a escola, como alunos da ESE que vão para outros países", afirma Alexandre Soares, do Gabinete de Relações Públicas e Cooperação Internacional. Este aumento poderá estar relacionado com diversos factores: "o processo de Bolonha, que aproxima as instituições de ensino superior europeias, ajudando, nomeadamente, nos processos de equivalências; uma maior abertura para a mobilidade internacional como forma de enriquecimento curri-

PEDRO JERÓNIMO

CARINA RODRIGUES, JOANA FAUSTINO, MARTA CAPELA

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Konsumo obrigatório ANDRÉ CONCEIÇÃO

Wang Cheng Xu Nunca fui a um bar. Os chineses são mais envergonhados e não gostam muito de cantar e dançar à noite.

APOIOS

ERASMUS BUDDY Procura-se amigo(a): - És comunicativo? - Gostas de experiências inovadoras? - A aldeia global é a tua terra natal? - O Inglês para ti não é problema? O EBuddy é um estudante do IPL que funciona como contacto do estudante internacional, ou seja, existe um buddy português para cada estudante Erasmus. Os buddies (amigos) são designados antes da chegada do estudante estrangeiro a Portugal e prestar-lhe-ão todo o apoio necessário. No final, será incluído um certificado de participação em trabalho voluntário no seu curriculum vitae. Mais informações em gmci@ipleiria.pt

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Made in Europa de Leste

Si Hou Alguns estudantes portugueses quando nos vêem dizem "chineses bla bla bla" (risos). Mas acho é apenas curiosidade sobre nós, porque somos 23

Guimarota. Supermercado russo. Ao entrar no Mini-Mix sente-se imediatamente uma diferença de aromas. Mas as diferenças não ficam por aqui. Nas estantes, saltam à vista as embalagens escritas noutra língua. Em Português, apenas uma pequena indicação sobre os produtos juntamente com o

Integração. Esta é a palavrachave para tornar a experiência de estudar no estrangeiro uma aventura proveitosa. Para que a adaptação decorra da melhor forma, o IPL prepara um conjunto de iniciativas. Durante o mês de Setembro, todos os estudantes têm a possibilidade de frequentar o Erasmus Intensive Language Course(EILC), um curso intensivo de Língua e Cultura Portuguesa. "Neste curso, para além da preparação linguística, os alunos realizam visitas culturais à região", explica Alexandre Soares. Foi também criado o Dia do Estudante Erasmus, uma actividade que junta todos os estudantes deste programa e que promove a inclusão no instituto e este ano, pela primeira vez, existe o Erasmus Buddy (Amigo de Erasmus). O objectivo é que um estudante do IPL seja o guia do estudante estrangeiro e que o auxilie nos primeiros dias na academia. A ESE promove ainda, como actividade extracurricular durante um semestre, cursos de língua portuguesa, que ajudam o aluno estrangeiro a superar a barreira linguística. Quanto aos alunos de Português-Chinês, Eduardo Fonseca, coordenador do curso, garante que "os estudantes têm tido um apoio total, a todos os níveis". A ADAPTAÇÃO

Mas viver noutro país pode tornar-se complicado e é necessário vir-se bem preparado. Na

mala, além de roupa e sapatos, traz-se o computador, com muitas fotografias e música; alguns livros; a câmara fotográfica, para registar os melhores momentos da aventura; e o dicionário, que é o melhor amigo do estudante estrangeiro durante a estadia em Portugal. Par Ericsson não se esqueceu de trazer consigo especiarias norueguesas: "Como vocês não têm cá, trouxe algumas para colocar na nossa comida", revela. A questão da comida também foi uma preocupação para Aysegül e Çigdem, que trouxeram alguns alimentos de casa. Os alunos estrangeiros parecem estar a adaptar-se bem a Portugal e à cidade de Leiria: "Eu estava um bocadinho apreensiva em relação a vir para cá, mas agora já conheço o sítio e as pessoas e acho que é tudo bom. As pessoas de Leiria são muito prestáveis e ajudam-nos em diversas situações", refere Çigdem. Para Hans Maridal, erasmus norueguês a frequentar o curso de Educação Física, "Portugal é um País muito simpático para viver." PRINCIPAIS DIFICULDADES

No entanto, 'nem tudo são rosas'. No caso dos estudantes asiáticos, a diferença horária é grande, o que dificulta a comunicação com os familiares e amigos: "É difícil para mim falar com os meus pais", confessa Wang Cheng Xu. Mas, para Si Hou, o facto de terem internet na Escola e nas residências, atenua essa barreira.

Para os alunos noruegueses uma das dificuldades iniciais foi a escolha das disciplinas a frequentar e a conjugação de horários. Mas a língua, parece ser, o principal problema. As alunas turcas que chegaram já depois do curso inicial de língua portuguesa, não compreendem nem falam português e têm de se expressar em Inglês. “Aqui, eu sou como uma criança que não sabe falar e que precisa constantemente de ajuda. A língua portuguesa é difícil de aprender. Tu não percebes nada, só olhas! Eu penso que se falasse a língua, poderíamos conversar e explicar muitas coisas uns aos outros, como por exemplo, a nossa cultura, a nossa religião e todas essas coisas que são tão diferentes", refere, com frustração, Aysegül.

Os preconceitos ficam em casa e chegam de mente aberta para uma experiência que os influenciará para o resto da vida

Também as aulas são uma verdadeira 'dor de cabeça', uma vez que são leccionadas em Português (excepto as de línguas). "Vou para a escola, entro na sala, sento-me e fico a olhar para o quadro. Não percebo nada de algumas das minhas aulas. Há alguns colegas, que sabem falar inglês e me dizem de que assunto estão a falar. Mas eu não consigo aprender apenas sabendo de que assunto estão a falar!" desabafa a turca. Çigdem Topçu partilha desta preocupação, mas acredita que se vai resolver: "todos os professores me dizem para eu não me preocupar que eles me vão ajudar, dando-me materiais e documentos em Inglês." I

ANDRÉ CONCEIÇÃO

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Aysegül Uzun e Çigdem Topçu Na primeira semana só comíamos a comida turca. Agora já nos habituámos à comida de cá e até gostamos!

PEDRO JERÓNIMO

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Está a dar

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Par Ericsson e Hans Maridal Trouxemos os nossos computadores, o máximo de roupa que cabia no nosso quarto e um dicionário, são provavelmente as três principais coisas.

preço e a disponibilidade das funcionárias para esclarecer todas as dúvidas. Aliás, a simpatia é um ponto a favor deste espaço multi-cultural. Os produtos - das especiarias aos congelados, passando pelos molhos e charcutaria - são provenientes da Ucrânia, Rússia e Cazaquistão. Segundo Veronika, o destaque nas vendas vai para a peixaria, charcutaria e talho, pois, sobretudo os enchidos, são muito diferentes relativamente aos nacionais , sendo muito procurados pelos imigrantes como uma forma de matar saudades de casa. E para manter esta ligação à cultura de origem, também são vendidos livros. Inaugurado há mais de um ano, o Mini-Mix tem conquistado cada vez mais clientes, da Europa de Leste, mas não só. Também os portugueses se têm rendido a estes produtos, havendo cada vez mais clientes a visitar regularmente a loja. Quando questionada sobre o top das preferências, Veronika afirma que as portuguesas veneram a estante dos doces e guloseimas enquanto que o sexo masculino procura, imagine-se… cerveja e vodka. Uma sugestão para quem gosta de novos sabores. I


Semana do Caloiro

Trajes saem do armário

Está a dar

O ano lectivo começou e com ele uma das mais antigas tradições académicas: a praxe. Diz o código que esta tradição permite a boa integração dos que chegam pela primeira vez ao ensino superior, mas sem abusos. Na academia leiriense os alunos parecem não se queixar. Lúcia Costa, aluna do 1.º ano de Comunicação Social e Educação Multimédia, uma das caloiras que não tem faltado a nenhum momento de praxe, confirma isso mesmo - o objectivo tem sido cumprido: "A praxe serve de integração e para nos unir e penso que tem sido conseguido, pois temos feito muitas praxes em grupo, o que torna mais fácil travar conhecimento entre nós caloiros. Não sinto que estejam a abusar ou a tentar humilhar-nos", afirmou Lúcia ao Akadémicos. A mesma ideia é passada por Pedro Santos, presidente da Associação de Estudantes da Escola Superior de Educação (AEESEL): "Pelo menos nesta escola não existe o hábito de humilhar os caloiros, no entanto admito que possam existir casos em que certas praxes sejam mais desagradáveis”. O certo é que não existem queixas de maus-tratos ou de abusos para com a "caloirada". "Não tenho conhecimento de quaisquer abusos durante as praxes. Se os há, são resolvidos entre caloiro e trajado, porque à associação de estudantes não chegou nenhuma queixa. Ainda assim, lanço o apelo a todos os que sentirem a sua integridade moral afectada por alguma praxe para que exponham o caso à associação ou à Comissão de Praxe", acrescentou o presidente da AEESEL. Mas da praxe nem todos gostam e se uns são "torturados" durante dias a fio, outros há que se conseguem escapar. Lúcia Costa não tem dúvida de que neste caso "o crime não vai compensar" e acres-

NÁDIA VALA

PAULO AMENDOEIRA, RAFAEL COSTA

centa: "é frustrante ver que são sempre os mesmos 15 ou 16, mas depois quando chegar a nossa vez de praxar vai ver-se quem esteve realmente presente e quem não esteve não vai praxar. Penso que aqui deve imperar o bom senso. Se não quiseram ser praxadas, também não devem praxar", referiu a aluna. I

Ao trajado é permitido o uso de: · elásticos e travessões pretos; brincos, pulseiras e anéis simples; uma bolsa de cintura preta, desde que seja de fazendas; óculos de sol pretos. O estudante está proibido de ostentar qualquer tipo de: · mala, carteira; guarda-chuva Deveres do caloiro · respeitar os superiores; nunca olhar um superior olhos nos

olhos; acatar, sem questionar, o pedido de um superior; oferecer o primeiro café do dia ao padrinho ou madrinha; respeitar o padrinho e a madrinhas; comparecer em tribunal de praxe ou trupe sempre que convocado. Direitos do caloiro · serem praxados; serem baptizados; prestarem juramento; ter padrinho ou madrinha; participarem em tribunal de praxe.

Caloiros, copos e música no ar A academia leiriense celebra a 16.º edição da Recepção ao Caloiro e a festa vai durar até amanhã. A semana conta com vários artistas de renome nacional que têm dado música à comunidade académica. Este ano, a abertura (domingo) ficou a cargo da banda Apartitudo, seguindose, na segunda-feira, a tradicional Noite de Tunas. Na terça-feira, começaram a desfilar pelo palco as bandas mais sonantes com Mundo Cão a aquecer a noite, após o concerto de Jim Dungo. Ontem foi a vez do rapper Sam the Kid e de uma banda de tributo aos Xutos e Pontapés. Hoje terá lugar a habitual noite pimba com Big Jovem e com o regresso de Quim Barreiros a Leiria. Na sexta, nomes como Diego Miranda e Linda Martini prometem não deixar ninguém indiferente. Sábado é noite para curtir ao som dos disco jockeys e do VJ do programa Planeta Deejay 94. I

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Não somos uma banda de movimentar massas

Sentado no mocho Sentou, vai ter k explicar

Sónia Tavares, vocalista dos The Gift

Numa entrevista descontraída, realizada em Alcobaça, Sónia Tavares explica como os Gift vingaram na música portuguesa. Com o conforto de quem está em casa, diz que o percurso não podia ter sido melhor e que a mais-valia é a qualidade das canções. Novo álbum não será para já... "porque demora tempo a fazer".

DAVID SINEIRO E SÓNIA OLAIO

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PEDRO JERÓNIM0

» Como se desenvolve o processo criativo da banda? Ou o Nuno faz tudo ou então tem algumas ideias, apresentame um piano, uma bateria, uns acordes de teclado e diz-me o que gostava que compusesse por cima, uma melodia, uma letra... E vamos trabalhando assim. Cada um em sua casa. Normalmente, não trabalhamos juntos. E quando há discórdia? Quando há discórdia, há conversas. É natural que haja discórdia, somos duas cabeças diferentes. Mas tentamos sempre acompanhar o processo um do outro. Quando tenho uma ideia telefono-lhe e digo-lhe: "ouve aqui" e ele diz "não gosto, gostava de uma coisa mais melancólica ou mais alegre" e tentamos assim trabalhar em conjunto. Os The Gift começaram por se destacar no Concurso de Música Moderna realizado no Bar Ben, em Alcobaça, onde alcançaram o segundo lugar. Este resultado abriu as portas à banda? Abriu e não abriu. Foi o começo. Expusemo-nos pela primeira vez aos nossos amigos. Devemos muito ao Ben, aos organizadores do concurso, mas se calhar se nos tivéssemos apresentado noutro sítio qualquer... Com o concurso percebemos que as pessoas até gostavam e nos consideravam um projecto diferente. Se calhar em Lisboa ou no Porto teríamos passado mais despercebidos, acontece tanta coisa. A banda procurou sempre desligar-se das editoras... Antes pelo contrário. Fize-

mos uma maqueta em 1996 que tentámos apresentar a algumas editoras e a alguma imprensa e ninguém gostou. Houve alguns críticos que fizeram bons comentários nos grandes jornais, um ou outro autor de rádio, mas as editoras em si não gostaram. Era demasiado alternativo, era cantado em Inglês. Não perceberam que aquilo não era o produto final. Aquilo era a essência. Queríamos a ajuda deles para nos tornarmos uma banda com melhores condições. E eles não perceberam isso. Tendo em conta que não tivemos nenhum apoio por parte das editoras, resolvemos fazer sozinhos. Achámos que de alguma maneira a nossa música tinha de ser ouvida por mais pessoas. Tínhamos a certeza absoluta que as pessoas iam gostar. O álbum Vinyl foi um sucesso de vendas, e catapultou a banda para o universo dos mais conhecidos artistas portugueses. O que destaca os The Gift das outras bandas? Havia pessoas, como eu, que precisavam de qualquer coisa novo. Tínhamos os Blasted [Mechanism] e de repente apareceu o David Fonseca e os Silence 4 que abriram uma porta: o facto de haver bandas pop a cantar em Inglês. Graças a eles, pudemos apresentar a nossa música. Acho que nos destacamos pela originalidade, pelos espectáculos, pelas roupas, pelo design do disco, pela maneira como construímos as canções. Julgo que a mais-valia seja a qualidade das canções. As pessoas deixaram-se levar por esta coisa nova. Tocámos para 30 mil pessoas em 1999 no Festival Sudoes-

te e, aí sim, as portas foram abertas aos Gift. Recentemente ganharam vários prémios, como o MTV Europe Music Awards para Best Portuguese Act, e o Globo de Ouro na categoria de Melhor Grupo. Como encaram este reconhecimento, e qual foi para vocês o prémio mais importante? Os prémios são todos importantes. Alguns têm algum mediatismo a mais do que os outros. Uma banda portuguesa a ganhar

»

Num CD não se deve dizer algo quando não se tem nada para dizer

o MTV... É o reconhecimento do nosso trabalho. Se as pessoas nos consideraram a melhor banda deste ano, só temos de agradecer. Em 2005, ganharam o Prémio Arco-Íris, reconhecendo o contributo na luta contra a discriminação e homofobia. Consideram-se capazes de mudar consciências? Tentamos. Somos uma pequena parte a tentar mudar as coisas. Se a nossa música, se aquilo que gostamos de fazer, pode chegar às pessoas e alertá-las para uma série de coisas que achamos que são justas, é óbvio que ficamos contentes.

Muitas das vossas músicas são escritas em Inglês. Com isto procuram alcançar sucesso internacional? Não. Nós quando começámos a cantar em Inglês, nunca pensávamos em gravar discos, quanto mais em divulgar a música de uma forma internacional. Começámos com esta forma estética de ver as coisas e de chegar à pop. A popna altura, em 1994, era inglesa. Não a via de outra maneira. Muito por ser adolescente e muito pelas influências de bandas, decidimos que era assim. Hoje já amadurecemos esta maneira de ver a música. Por isso, cantamos também já em Português. É mais fácil levar a música cantada em Português para o resto do mundo do que levar pop cantada em Inglês. Somos um em milhões. E o fado já abriu tantas portas, a World music abriu tantas portas, a Mariza está a abrir tantas portas. Se cantássemos em Português, possivelmente tínhamos uma estrutura já aberta. Qual é a importância de Alcobaça para a vossa banda? Somos uma cidade pequena, onde a sede pelas coisas culturais é muito maior do que numa cidade mais cosmopolita. Na nossa altura só havia cinema duas vezes por semana, raramente havia espectáculos de teatro e concertos. Quando havia íamos lá assimilá-los com muito mais avidez e muito mais intensidade. Acho que, por isso, cultivámos um gosto tão grande pela música. Numa cidade tão calma, em que nos conhecemos todos tão bem, reina uma harmonia de tal forma grande que as coisas saem assim. Sairiam


Kultos

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O Labirinto do Fauno

É mais fácil levar a música cantada em português para o resto do mundo do que levar pop cantada em Inglês. Somos um em milhões.

Como é estar em palco? É sempre uma aventura. Os públicos são sempre diferentes. Os palcos são sempre diferentes. É um desafio: Onde é que estamos? O que vamos fazer? De que músicas vão gostar mais? O que podemos fazer para que as pessoas saiam com a sensação de que tiveram um bom concerto?

O que pensa do panorama actual da música portuguesa? Temos um leque de bandas que não nos envergonha em lado nenhum do Mundo. Se o nosso Estado pudesse fazer o que vi em feiras de música onde as bandas espanholas estavam representadas com o apoio do Estado... Se chegássemos lá 15 bandas, Portugal ia ser elevado de uma maneira assombrosa, porque temos bandas de hiphop, de pop e de rock óptimas. Portanto, é aguardar que um milagre desses aconteça.

O melhor e o pior das digressões... O melhor é tudo. Há tantas coisas tão boas que as más não interessam nada. É só o cansaço e muitas horas a conduzir, na estrada, sem dormir e, às vezes, a comer mal. De resto, tudo compensa.

Qual a sua opinião sobre os downloads ilegais? Há que considerar a internet como uma amiga e não como uma inimiga. Por um lado, se existem downloads ilegais é menos um disco que se vende. Por outro, é a maior forma de divulgação. São os sinais dos

Como lida com os fãs fora dos concertos? É bom ser conhecido ou preferiam mais privacidade? Tenho toda a privacidade do mundo. Ninguém me incomoda. A única coisa que acontece muitas vezes é as pessoas passarem por mim na rua e virem-me agradecer, dizer que gostam do nosso trabalho. Fico muito contente. É para isso que ando a trabalhar. As pessoas que gostam dos Gift são pessoas educadas, discretas. Não somos banda de movimentar massas, teenagers histéricas. As coisas acontecem muito serenamente. Não deiUma música: My way, de Frank Sinatra Um CD: Funeral, dos Arcadefire Um filme: O último: Tarantino prova de morte (Toda a obra do Tarantino) Um livro: A morte melancólica do rapaz ostra, de Tim Burton

Um ídolo: Grissom, do CSI

PEDRO JERÓNIM0

Uma cidade: Nova Iorque

tempos e se não os podemos vencer, juntemo-nos a eles. Temos de tentar adaptar-nos. Se não compra o disco, não faz mal, vai ao concerto, compra a tshirt. As coisas têm de ser encaradas de uma maneira positiva. Eu não pirateio porque sou música. E agradecia que ninguém pirateasse, mas como não vou conseguir fazer isso tenho de arranjar uma maneira das pessoas continuarem a comprar a minha música e a ir aos meus concertos. Não temos razão nenhuma de queixa. Passámos na rádio quando devíamos passar. As pessoas compraram o que deviam comprar, se não compraram mais, tudo bem. Fizemos imensos concertos este ano. Melhor era impossível. Para quando um novo Gift ? Num CD não se deve dizer algo quando não se tem nada para dizer. Os Gift vivem à base de conceitos e isso demora tempo a fazer. Talvez no Natal do ano que vem… I

DR

xamos de ser uma banda no sentido musical mais alternativo. Temos um público bastante específico.

de outra maneira se fosse noutro sítio qualquer.

DAVID SINEIRO

Quando pensam em cinema, muitos dos leitores viajam imediatamente ao explosivo mundo criado pela máquina de Hollywood. A proposta de hoje destaca-se por ser uma produção conjunta entre Espanha, México e EUA. O Labirinto do Fauno é um filme falado em Espanhol, que junta os melhores efeitos especiais dos EUA com a cinematografia Europeia, tão mais rica que a anterior. Desta fusão sai um produto único que se revelou a maior surpresa de 2006, e para muitos, talvez o melhor filme desse ano, ovacionado durante 22 minutos no prestigiado Festival de Cinema de Cannes. O filme de fantasia do realizador Gillermo del Toro (Blade II/Hellboy) conta-nos a história de Ofélia, uma menina perdida entre os contos de fadas e a Guerra Civil Espanhola. Esta é, no entanto, uma fantasia para adultos, pois o filme contém cenas de extrema violência, definitivamente impróprias para menores de 16 anos. Ofélia é arrastada para o meio do conflito quando a sua mãe, grávida, vai ao encontro do seu padrasto (um general de Franco), para o seu quartel-general. A partir daí, uma dramática história de luta, esperança e desobediência começa a desenhar-se, à medida que Ofélia procura uma saída daquele mundo, e conhece personagens que vão desafiar a imaginação dos mais originais. Falar mais sobre a história do filme seria comprometer uma experiência que será, sem dúvida, inesquecível para todos aqueles que forem ver este filme sem pré-conceitos. Será importante, sim, falar sobre alguns dos 63 prémios que ganhou mundialmente, incluindo três óscares (melhor direcção artística, melhor cinematografia, melhor maquilhagem), e melhor filme e melhor actor do Fantasporto. Este filme foi também nomeado para outros 56 prémios que não ganhou. É importante salientar o grande trabalho da equipa técnica. Para descrever a maquilhagem das criaturas basta uma palavra: "Perfeita". O desempenho dos actores, muitos desconhecidos para nós, é fantástico. A música é do mais memorável e místico desde O Senhor dos Anéis; e a realização é muito boa, certamente muito melhor que os trabalhos anteriores de Del Toro, que se nota ser um realizador em evolução, e de quem poderemos, com certeza, esperar grandes coisas. Este filme esbanja originalidade e não é nada menos que uma obra de arte, é por isso que recomendo a todos que o aluguem ou comprem, pois já se encontra nas lojas! 10/10. I

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Últimas

A fechar

LÍLIA RAMALHEIRA E RAFAEL COSTA

Workshop sobre Ambiente e Energia O Centro Para Prevenção da Poluição (C3P) e a NASA apresentam o quinto Workshop sobre Ambiente e Energia a decorrer nos dias 7, 8 e 9 de Novembro, na Escola Superior de Tecnologia do Mar de Peniche. O evento pretende fornecer informação actualizada relativamente às preocupações ambientais e energéticas comuns às indústrias portuguesas, europeias e norte-americanas.

Novo serviço de apoio ao estudante Estudar, divertir, conhecer são alguns verbos que começaram recentemente a fazer parte do quotidiano dos alunos do Instituto Politécnico de Leiria (IPL). Aprender a "conjugá-los" é o objectivo do Serviço de Apoio ao Estudante (SAPE), integrado no projecto Trajectos … com Sucesso no IPL. A separação da família e dos amigos, a adaptação a um conjunto de novas tarefas e exigências pessoais, sociais e escolares, são alguns dos desafios que se apresentam aos estudantes quando entram no ensino superior. Para ajudar no processo de integração, o SAPE disponibiliza, entre outros, apoios psicopedagógico e psicológico, bem como orientação e

Congresso Internacional de Turismo A Escola Superior de Tecnologia do Mar em Peniche acolherá o Congresso Internacional Turismo da Região Leiria e Oeste, nos dias 22 e 23 de Novembro, onde se pretende debater experiências nacionais e internacionais ligadas às políticas de valorização turística dos territórios, sua competitividade e sustentabilidade. Este congresso destinase a docentes, autarcas, empresários do sector, investigadores, técnicos de turismo e estudantes.

ESEL 2006

PEDRO JERÓNIMO

acompanhamento pessoal e social, no qual está integrado o sistema de mentorado, em que um grupo de alunos voluntários - mentores - ajuda os colegas na integração. O SAPE tem duas unidades, uma localizada na ESTG, que serve as esco-

las de Leiria e a unidade da Escola Superior de Tecnologia do Mar/Escola Superior de Artes e Design, localizada nas Caldas da Rainha e pode ser visitado também em www.sape.ipleiria.pt. A coordenação do projecto está a cargo de Graça Seco. I

Ginástica e capoeira alargam oferta JORGE BASTOS

INTERNETES ANDRÉ CONCEIÇÃO, RICARDO GOMES

útil

Fotografias a concurso

Akadémicos«

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JORNAL DE LEIRIA 25.10.2007

Para quem gosta de estar a par das últimas novidades do mundo digital e procure umsiteem português de Portugal então este é fundamental: www.hw1024.com O HW1024 dá a conhecer as últimas da tecnologia. Muito interessante ainda é a possibilidade de fazer downloads legais de alguns programas, a maioria deles gratuitos.

Agradável DR

Porque uma imagem vale mais do que mil palavras, o Rotary Club de Leiria vai organizar um concurso de fotografia intitulado "Rostos contra a fome". Os trabalhos devem ter como tema base, o problema da fome no Mundo. As imagens devem ser enviadas por correio ou entregues na sede da entidade organizadora. Além do Rotary Club, as inscrições podem ser feitas, até dia 20 de Novembro, na Região de Turismo Leiria/Fátima ou na Junta de Freguesia de Leiria.

Com o regresso às aulas, os alunos do Instituto Politécnico de Leiria (IPL) têm, uma vez mais, uma panóplia de actividades desportivas ao seu dispor. Para a temporada que agora começa, o sector de desporto do IPL viu-se reforçado com duas novas modalidades, contando ago-

ra nove. Assim, ginástica e capoeira vieram alargar um leque de ofertas que conta ainda com: futebol 11, futsal, andebol, voleibol, basquetebol, ténis e atletismo. Novo ano, esperanças renovadas. O sector de desporto do IPL espera esta temporada dar seguimento ao tra-

balho realizado nos últimos anos, que conduziu a instituição à conquista de alguns títulos universitários. Bom exemplo disso foi a conquista, na temporada transacta, do título nacional universitário de futebol 11, ténis masculino e dos 3000 metros masculinos em pista ao ar livre. I

Sem-fim de episódios de séries e filmes, disponíveis para visualização sem downloads e completamente À BORLA! O único senão é que se não entenderes Inglês as legendas só estão disponíveis em… Chinês!!! Tudo legal, pronto a ser visualizado, portanto, pipocas na mão, e boa sessão! Em http://www.tv-links.co.uk/


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