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Pró-Genéricos 18 anos

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MEDICAMENTO

GENÉRICO Há 18 anos mudando a história da saúde pública no Brasil

18 anos MEDICAMENTOS GENÉRICOS


18 anos MEDICAMENTOS GENÉRICOS


MEDICAMENTOS GENÉRICOS, 18 ANOS DE BENEFÍCIOS PARA A SOCIEDADE BRASILEIRA. Ao completar 18 anos de existência no país, os medicamentos genéricos proporcionaram uma nova realidade para os consumidores e para a saúde pública do país. Milhares de cidadãos que não conseguiam se medicar ou que tinham dificuldade em dar continuidade ao tratamento, por impossibilidade econômica, encontraram nos genéricos uma alternativa viável para se medicar corretamente. Além do baixo preço, a Lei 9.787, de 1999, que estabeleceu a criação da política de medicamentos genéricos no país e regulamentou a produção e comercialização desses produtos, também ofereceu à sociedade brasileira um salto sem precedentes na qualidade dos medicamentos comercializados no território nacional, do ponto de vista sanitário. Como representante legítima deste segmento da indústria farmacêutica, a Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos, a PróGenéricos, que reúne as 14 maiores empresas fabricantes de genéricos do país, respondendo por cerca de 84% das vendas deste segmento, elencou os 18 principais benefícios proporcionados pelos genéricos a toda sociedade brasileira nestes 18 anos de história. Genéricos não são apenas medicamentos. Trata-se do principal instrumento de saúde pública que temos disponível no país para solucionar o grave problema da falta de acesso a medicamentos, que ainda afeta dezenas de milhares de cidadãos brasileiros.


18 BENEFÍCIOS

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REGULAÇÃO SANITÁRIA O Medicamento Genérico, por meio de todo seu arcabouço legislatório e regulatório, promoveu o maior salto da indústria farmacêutica brasileira do ponto de vista sanitário. Introduziu no país o conceito de medicamentos de cópia com comprovação de bioequivalência em relação aos produtos inovadores de marca. Não havia marco regulatório sanitário que previsse esse tipo de teste no país.

QUALIDADE COMPROVADA A Lei 9787, de 1999, que estabeleceu a criação da política de medicamentos genéricos no país e regulamenta a produção e comercialização desses produtos, foi estruturada com base em legislações avançadas, como a dos Estados Unidos (FDA-Food and Drug Administration) e a do Canadá (Health Canada). Graças a essa Lei, os genéricos só podem chegar ao consumidor depois de passarem por testes de equivalência farmacêutica e bioequivalência, estes últimos realizados em seres humanos. São esses testes que garantem que os medicamentos genéricos possuem o mesmo grau de eficácia, qualidade e segurança dos medicamentos de referência

INTERCAMBIALIDADE Os testes de qualidade dos genéricos garantem a esses produtos um atributo muito importante: a intercambialidade. Os genéricos são produtos autorizados por lei a substituírem os medicamentos de referência prescritos nas receitas médicas. Essa prerrogativa legal dos genéricos, a exemplo do que acontece na maior parte dos países desenvolvidos, proporciona aos médicos e pacientes uma alternativa segura e eficaz de viabilização dos tratamentos a preços mais acessíveis.


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FISCALIZAÇÃO RIGOROSA A criação da política de genéricos vigente no país ocorreu simultaneamente à criação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária ANVISA. Com competência técnica alinhada às práticas de vigilância sanitária já adotadas em outros países, a ANVISA estabeleceu políticas de controle de qualidade, segurança e eficácia rigorosas sobre os genéricos brasileiros, atribuindo aos nossos produtos padrão de qualidade internacional, permitindo que estes produtos sejam hoje exportados para EUA, União Europeia, Ásia e América Latina.


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BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO Certificações de Boas Práticas de Fabricação exigidas para as indústrias, auditorias e controles internos rigorosos, são exemplos da austeridade da ANVISA junto às indústrias. Estas também, por meio de programas próprios de farmacovigilância (que monitora sistematicamente a qualidade dos medicamentos), fazem sua parte. O Programa Nacional de Verificação da Qualidade dos Medicamentos – PROVEME instituído pela ANVISA e outras ferramentas de controle de qualidade e segurança, como o Sistema de Informações de Acidentes de Consumo (SIAC), criado pelo Ministério da Justiça e pelo Ministério da Saúde, também contribuem para garantir a qualidade dos genéricos.


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AMPLIAÇÃO DO ACESSO Com 31,40% de participação de mercado e respondendo por 80 % dos produtos dispensados pelo Programa Farmácia Popular, os genéricos se constituíram no principal instrumento de saúde pública focado no acesso a medicamentos no Brasil. O consumo de centenas de substâncias essenciais à manutenção da saúde, sobretudo as destinadas ao controle de doenças crônicas, ampliou significativamente. Mercados de substâncias como o anti-hipertensivo Losartana cresceu 20.162% e a Sinvastatina, usado no controle do colesterol, cresceu mais de 7.941,14% desde 1999 até MAT Abril de 2017.

AUMENTO DA OFERTA DE PRODUTOS Atualmente, há genéricos disponíveis para mais de 95% das doenças conhecidas, das mais simples às mais complexas. E os próximos anos reservam vencimentos de patentes importantes, de produtos para cardiologia, doenças do sistema nervoso e Parkinson, que em breve terão suas versões genéricas disponíveis à população.


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ACESSO A MEDICAMENTOS DE USO CONTÍNUO

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LIDERANÇA EM PRESCRIÇÃO MÉDICA

Os genéricos promoveram um crescimento sem precedentes na história do consumo de produtos destinados ao tratamento de doenças crônicas no Brasil. O fenômeno transformou as classes terapêuticas de Anti-lipêmicos (controle do colesterol), Antidiabéticos (controle da diabetes) e Anti-hipertensivos (controle da hipertensão) e nas principais fontes de receitas das empresas do segmento. Estudo da PróGenéricos, analisou a performance destas categorias de produtos no mercado e constatou que, desde 1999 ano em que os genéricos chegaram às farmácias brasileiras, até MAT Abril de 2017, as vendas de anti-lipêmicos cresceram 2069,21%. No mercado de antidiabéticos a evolução nas vendas chegou a 1124,16%. As vendas de anti-hipertensivos, por sua vez, cresceram 569,66% em unidades.

Pesquisa recente do Instituto Close Up, responsável por auditar o receituário no Brasil, indica que dos 10 produtos mais prescritos 7 são medicamentos genéricos, que representa 70% do volume das prescrições médicas no país. Isso demonstra a compreensão dos profissionais da saúde sobre importância de garantir aos pacientes condições para a correta manutenção dos tratamentos.


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CONFIANÇA DA POPULAÇÃO Pesquisa realizada em fevereiro de 2017, pelo ICTQ ( Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade), aponta que 73% das pessoas confiam no medicamento genérico. Segundo a pesquisa, idosos com mais de 60 anos são que os mais confiam, com taxa de 78% de confiança.

ECONOMIA PARA O CONSUMIDOR: MENOR PREÇO Os medicamentos genéricos são obrigados por lei a custar no mínimo 35% menos que os medicamentos de referência. Porém, na prática, os genéricos custam, em média, 60% menos, de acordo com dados extraídos da última pesquisa do Procon, divulgada no último mês de março, que comparou os preços dos medicamentos comercializado em todo o Brasil. A população brasileira já economizou mais de 88 bilhões de reais na compra de medicamentos desde a implementação da Lei de Genéricos.


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CONCORRÊNCIA SAUDÁVEL A entrada dos medicamentos genéricos no mercado brasileiro fez com que os fabricantes dos medicamentos de referência reduzissem em média 50% do valor de seus produtos, para sobreviverem à concorrência com os genéricos, beneficiando os consumidores de medicamentos, sobretudo os mais carentes e os portadores de doenças crônicas. A população brasileira já economizou mais de 88 bilhões de reais na compra de medicamento desde a implementação da Lei de Genéricos.


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INVESTIMENTOS Do ponto de vista econômico, os genéricos também proporcionaram avanços sem precedentes para a indústria farmacêutica no Brasil. O rigor regulatório que garante a qualidade desses medicamentos demandaram investimentos superiores a 1,5 bilhão de reais nos últimos 11 anos em ampliação e construção de unidades fabris.

FORTALECIMENTO DA INDÚSTRIA De acordo com a Anvisa no Brasil existem hoje 119 fabricantes de genéricos, responsáveis por mais de 3.813 mil registros de medicamentos que derivam mais de 21,7 mil apresentações comerciais. O faturamento do setor que ultrapassou 6,3 bilhões de reais em PPP em 2016, deve avançar acima dos 10% neste ano, puxando o crescimento das vendas de todo o restante da indústria farmacêutica brasileira, que crescerá aproximadamente 6% em valores.

LIDERANÇA Entre as 10 maiores farmacêuticas instaladas no país, 9 possuem linha de fabricação de medicamentos genéricos, ou seja, muitas empresas que desenvolveram e respondem pela comercialização de produtos de marca conhecidas internacionalmente, atualmente também se dedicam à fabricação de genéricos.


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CONSTRUINDO O FUTURO As empresas fabricantes de genéricos vêm trabalhando alinhadas na construção de uma nova plataforma de desenvolvimento e produção de drogas de alta relevância terapêutica no Brasil, o que se refletirá no desenvolvimento da nossa indústria, na melhoria do acesso a tratamentos de alto custo, além de um melhor equilíbrio nos gastos públicos e na balança comercial de medicamentos.

PROTAGONISMO INSTITUCIONAL A indústria de genéricos vem atuando fortemente em conjunto com a Anvisa, Ministério da Saúde e outros orgãos governamentais, na articulação de questões essenciais ao desenvolvimento do setor farmacêutico. Comprometida com suas bandeiras, que incluem questões como a ampliação do acesso, propriedade intelectual e o constante aperfeiçoamento do marco regulatório para medicamentos a PróGenéricos vem, ao longo dos seus 18 anos de história. construindo uma trajetória absolutamente alinhada ao interesse público, visando garantir a toda sociedade o acesso a medicamentos de qualidade, seguros e eficazes.


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30 MEDICAMENTOS ONCOLÓGICOS Nos últimos cinco anos, as vendas de medi­ camentos genéricos destinados ao tratamento de câncer cresceram 44,44%, foram anali­sadas as performances de mercado dos 30 produ­tos disponíveis atualmente, contabilizando as vendas realizadas entre Junho de 2016 e Maio de 2017, o resul­tado foi de 576 mil unidades – o crescimento acumulado analisou os períodos de MAT Maio/2013 a MAT Maio/2017. Os dados são de levantamento da Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Ge­ néricos, a PróGenéricos, com base nos indica­ dores do IMS Health.


SOBRE A PROGENÉRICOS Fundada em janeiro de 2001, a Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos (Pró Genéricos) é uma entidade que congrega os principais laboratórios que atuam na produção e comercialização medicamentos genéricos no país. Sem fins econômicos, a entidade tem como principal missão contribuir para a melhoria das condições de acesso a medicamentos no Brasil através da consolidação e ampliação do mercado de genéricos. Juntas, as associadas da PróGenéricos concentram aproximadamente 90% das vendas do segmento de genéricos no país. Articulando-se com diversos setores da sociedade, instituições de ordem pública e privada, a Pró Genéricos canaliza as ações de suas associadas, dando densidade ao debate público em torno de questões relevantes para o setor da saúde e para o desenvolvimento da indústria farmacêutica no país.

EMPRESAS ASSOCIADAS:

Visite o site: www.progenericos.org.br


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TELMA SALLES Com 24 anos de atuação no segmento farmacêutico, Telma Salles ocupa a presidência executiva da PróGenéricos desde junho de 2012. À frente da entidade, a executiva vem atuando para consolidar o avanço da indústria e as conquistas sociais promovidas pelos medicamentos genéricos. Desde que chegou ao mercado, em 2001, a categoria de medicamentos gerou mais de 88 Bilhões de reais em economia aos consumidores brasileiros e contribuiu de forma decisiva para a ampliação do acesso, especialmente no que diz respeito a drogas destinadas ao controle de doenças crônicas. A agenda setorial da presidência da PróGenéricos inclui o aprimoramento do marco regulatório dos genéricos, a contestação dos pedidos de extensão de prazo de patentes, e a revisão da questão tributária, que representam hoje os maiores entraves ao desenvolvimento do setor.

MAIS INFORMAÇÕES PARA IMPRENSA: Conteúdo Comunicação Claudio Sá (claudio.sa@conteudonet.com) Tel.:55 11 5056-9810 | 55 11 9 9945-7005


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Telma Salles telmasalles@progenericos.com.br www.progenericos.org.br 55 11 389797 67


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