Dia de muertos
VIH: una manera de vivir
Invisibilidad Oasis: baile, encuentros y ritos La informalidad de la informalidad
Olhares Vários Temporais
Fiesta del Señor San José Atrás de la artesanía hay manos de artistas Domingo de Ramos
Semana da Consciência Negra
Rio formoso: mulheres, educação e pesca Teatro Esculturas de Manuel Nunes Procissão das Panelas - Candomblé
Dia de muertos Huyacocotla – Veracruz – México (nov. de 2008)
El dia de muertos (2 de noviembre) tiene un lugar muy especial en México, sobre todo para las comunidades indígenas. En Huyacocotla, pequeño poblado del estado de Veracruz y en su entorno, donde la mayoría de los habitantes son indígenas, la celebración de muertos es realizada durante 8 dias: 4 días antes del dia 2 de noviembre y los 3 dias siguientes. La comida tiene un papel muy importante para la gente, que prepara tamales y pan de muertos para ofrecer a los vecinos y a sus muertos. La comida para los muertos es puesta en el “altar de muertos”, y para que los muertos sepan donde hay comida los niños se ocupan en lanzar cohetes al aire indicando que allí hay altar de muertos. Proceso: rollo blanco y negro 400TX kodak Cámara: Nikon N90s
Oasis: baile, encuentros y ritos Guadalajara-MX (ago.-nov. de 2008)
La cumbia, escusa para el encuentro. Personas sencillas, en su mayoría habitantes de la periferia de la ciudad, encuentran en este espacio un lugar para relajar, bailar, divertirse. Pero curiosamente es también un espacio que genera una identidad que se asume al entrar allí. Lugar de prácticas sociales que nos muestran ciertos ritos, posturas y tipos de interacción que estos actores anónimos traen incorporados como valores y principios de su cotidiano. El hecho de compartir el mismo espacio con libertad lleva a estos sujetos a hacer algo como un “pacto social” (no dicho) de diversión y anonimato a la vez.
Proceso: rollo diapo en proceso cruzado Cámara: Nikon N90s (Este ensayo puede ser visto completo en: http://www.phk.es/paulo-maia/baile-encuentro-ritos/ )
La informalidad de la informalidad Guadalajara-MX – ago.-sept. de 2008 Ciudad Guzman-MX – oct. de 2008
Frente a la falta de trabajo formal en las grandes ciudades la gente sencilla hace de todo para sacar su vida adelante. Este ensayo realizado en el centro histórico de Guadalajara y en Ciudad Guzman (ambos en el estado de Jalisco-MX) intenta mostrar la diversidad de la creatividad de la gente, y que no hay límite etario y tampoco de género... Se buscó también evidenciar aquello que el sociólogo Pierre Bourdieu trata como la “capacidad de agencia de los sujetos” en la sociedad. Es decir, estos personajes urbanos muestran su capacidad de transformar su cotidiano a través de la informalidad comercial de sus actividades. Y sobre esta “informalidad” se considera aquí a lo que Michel de Certeau llama de “subversión cotidiana”, o sea, aquella capacidad que tienen las personas de recrear su cotidianidad. Proceso: digital (B/N y color), rollo B/N 400TX kodak y Kodak T-MAX P3200 Cámera: Nikon D200, Nikon N90s y Nikon EM
Fiesta del Señor San José (Ciudad Guzman – oct. de 2008)
Entre los dias 14 y 23 de octubre se celebra en Ciudad Guzman (Jalisco-MX) la fiesta del patrono de la ciudad, el “Señor San José”. El último dia de la fiesta, el 23, acontece el Recorrido de los Carros Alegóricos y del trono con las Sagradas Imágenes del Señor San José, el Niños Jesús y la Virgen del Rosario por las principales calles de la ciudad. El Recorrido tiene básicamente tres representaciones importantes: los carros alegóricos que llevan personajes que representan alguna escena bíblica. En general, estos personajes son gente de clase social media alta y/o alta, y son de piel blanca. El otro grupo es representado, la gran mayoría, por la gente más sencilla de las comunidades, predominantemente de rasgos indígenas (mestizos). La tercera representación, como en muchas fiestas mexicanas, ubicados entre los otros dos grupos, desfilan personajes que representan la muerte. Actualmente, el estereotipo de estos últimos está muy influenciado por las culturas urbanas y por los medios de comunicación. Proceso: foto digital Cámara: Nikon D200
Domingo de Ramos São João del Rei-MG (abril de 2009)
A Procissão de Domingo de Ramos é o ato celebrativo para os católicos que relembra o momento em que Jesus Cristo entra na cidade de Jerusalém e o povo o recebe aclamando “viva ao Filho de Davi”. Este ato marca para a Igreja Católica um dos momentos mais importantes de seu calendário litúrgico. E para os fiéis é um momento de grande devoção. Na cidade de São João del Rei, em Minas Gerais, essa celebração motiva à Igreja matriz a fazer todo o seu ato litúrgico rezado e cantado em latim. Por isso, além da devoção pelo Domingo de Ramos, essa celebração litúrgica tem atraído muitos fiéis (e curiosos) para a cidade nesse período.
Processo:
foto digital com efeito de processo cruzado em photoshop
Câmera: Nikon D200
VIH una manera de vivir Trabalho realizado como conclusão de curso de foto de estudio. Este ensaio foi pensado como modelo para uma campanha de um centro de atendimento a portadores de HIV em Guadalaja (Mesón de la Misericordia), onde fui voluntário por dois anos. A tentativa seria projetar uma idéia diferente sobre a imagem que normalmente se tem sobre o soro-positivo.
Proceso: foto digital Cámara: Nikon D200
Olhares “Olhares” faz parte de um grupo de idéias de realizar trabalhos mais experimentais. Neste caso, a idéia está no nível de minhas próprias sensações, e consiste em captar um olhar que me diga algo “consistente” sobre a pessoa fotografada. Em geral são pessoas com quem partilho certa proximidade. Para sair do nível de realismo que às vezes se exige da fotografia, apelo para o exagero de saturação das cores a fim de comunicar melhor minhas sensações.
Processo: foto digital com alterações em photoshop Câmera: Nikon D200
Rio formoso: mulheres, educação e pesca Rio Formoso-PE (de jul. de 20010 a set. De 2011)
O projeto fotodocumentário tem como principal objetivo a realização de um estudo e pesquisa sobre os processos de educação, identidade cultural e continuidade da prática pesqueira na comunidade de pescadores do manguezal de Rio Formoso. O trabalho se está pensado e projetado baseado na instrumentação teórica própria da antropologia visual. Com isso esperamos dar a conhecer a importância daquela comunidade pesqueira e consequentemente abrir a possibilidade de que eles tenham mais contato com investimentos para os projetos de sua Associação de Pescadores.
Esculturas de Manuel Nunes (projeto em andamento, Recife-PE)
Vários Esta parte reservo para aquelas fotos que em sua maioria são fruto da espontaneidade ou de algum sentimento naquele “instante” que não tem nada de “decisivo”… são muitas vezes registro de um estado, de minhas melancolias e saudades. Ou simplesmente um instante qualquer que quis fotografar.
Processo: Digital e filme (variados) Câmera: Nikon D200, Minolta X-300, Nikon EM; Nikon N90s
Temporais A vida passa por nós de muitas maneiras. Muitas vezes a apreciamos, outras, nos desiludimos… Isso porque a vida, como realidade, se impõe à nossa vontade. E uma das faces dessa imposição é o próprio tempo, que às vezes passa suave, lento… Tão lento que às vezes podemos sentir o seu cheiro. Como o perfume inebriante de uma rosa, ou o cheiro do mar, ou até mesmo o cheiro de mofo, como se o tempo mesmo nos informasse que ele está passando por ali. Mas o tempo também passa veloz, como tormenta, como temporal. Arrasta-nos com ele e nos mostra que ele é a própria força da vida. E se nos revela como um mistério, em nós mesmos. Em nosso entorno. No outro que está próximo a mim. O tempo é como um sujeito indiscreto, chega sem avisar. Simplesmente chega… Temporais é um ensaio composto por três conjuntos de 12 fotografias, que representa as dozes horas do relógio. Trata-se de um discurso de imagem e poesia que busca retratar essas facetas do tempo. Queremos prestigiar o tempo, provocá-lo, brincar com ele... como crianças que brincam com imagens e palavras. Trata-se, portanto, de ver o tempo em distintas realidades: na harmoniosa e silenciosa paisagem do sertão, em seu povo, seus objetos de trabalho, seus bichos; em meio à dinámica e rápida realidade urbana, igualmente vendo como o tempo se deixa ver nas pessoas, e em tudo o que faz parte da cidade; e nos espaços e objetos em que o tempo se escancara, como menino amostrado, dando lugar ao passado e recriando o novo, um porvir que só o tempo mesmo nos dirá...
Paulo Maia
Atrás de la artesanía hay manos de artistas Tlaquepaque – Jalisco-MX (jul. de 2006)
La diferencia que se suele hacer entre quién produce el arte, conocida como de “alta cultura”, y la artesanía consiste en que el primero lo produce el artista, y la segunda, el artesano. En general, el arte está relacionado a consumidores de alto poder económico. La artesanía, dicho también el “arte popular”, suele ser relacionada a una categoría de un arte inferior, y de más fácil adquisición. El trabajo “Atrás de la artesanía hay manos de artistas” quiere recordar otro aspecto sobre la artesanía: atrás de la artesanía hay también gente que representa la continuidad de un oficio que caracteriza su tradición familiar y/o de su pueblo. En las fotos, la mano del artesano simboliza la creación de este arte que en muchos aspectos caracteriza un grupo social y su cultura. Proceso: rollo kodak ProImage – ISO 100 Cámara: Minolta X-300
Eventos
Grupo de Teatro da UNICAP Obra: Vidas passadas e engomadas
Processo: foto digital C창mera: Nikon D200
Prociss達o das Panelas Recife-PE (dez. de 2009)
A cidade que “regaló” a Bolívia três presidentes. Tarata guarda muitas histórias na memória de seu povo, em seu modo de ser e viver a cotidianidade, assim como em suas edificações marcadas pelo desgaste que só tempo provoca. Um passado glamouroso que hoje só existe nas memórias. E um povo saudoso de um tempo que sobrevive na oralidade.
Tarata: tiempos y espacios Cochabamba-BO (jan.-fev. de 2012)