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Ano II - 18ª Edição - Dezembro de 2008

Escriba

Distribuição gratuita

UMA REVISTA DA ASSOCIAÇÃO DOS ESCRIVÃES DE POLÍCIA DA PCDF

PESSOAL

RECONHECIMENTO

eQUIPAMENTO ERGONÔMICO

PREVENÇÃO A LER/DORT

SOFTWARES P/USO DO ESCRIVÃO

AUMENTO DO EFETIVO

ESCALA 12/60 RESPEITO

QUE O NATAL BRINDE A FAMÍLIA POLICIAL CIVIL COM UM ANO DE UNIÃO, LUTAS E MUITAS VITÓRIAS FILIE-SE JÁ, A AESP É A VOZ DA ESCRIVANIA DA POLÍCIA CIVIL

Telefax:(61) 3965-5960/3965-5959 - SQS Qd.01 Bl. L Ed. Márcia - Sala 801 Brasília/DF CEP:70307-900 - e-mail: falecom@aespdf.org

CURSOS DE

APERFEIÇOAMENTO


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Editorial Ao término de mais um ano continuamos envoltos aos mesmos problemas: Falta de pessoal, pouco desenvolvimento tecnológico para uso específico do Escrivão, inexistência de material ergonômico e uma política de prevenção às doenças resultantes do trabalho, má distribuição de equipamentos móveis e tecnológicos, etc. Contudo, apesar de fecharmos mais um ciclo com todas as adversidades históricas que cercam nossa categoria, o futuro pode nos ser bem mais generoso, pois desta feita, além do alento trazido pelo ingresso dos novos Escrivães, estamos diante da nossa redescoberta, estamos percebendo que sem a nossa força de trabalho a polícia

EXPEDIENTE

Endereço AESP/DF: efetivamente pára! SCS Qd. 01, Bl. “L”, Ed. Márcia Sl. 801. Além disso, ainda que de Fones: 3965.5959/3965.5960. forma incipiente, estamos Horário de Funcionamento: seg. a sex. das 09:00hs às 17:00hs. nos organizando, primeifalecom@aespdf.org ro passo para sairmos da sombra e virmos Diretoria da AESP com firmeza na AGNALDO MACHADO CRUZ PRESIDENTE busca dos nos(61) 9901.8512 - agnaldo@aespdf.org BIOMAR RIBEIRO DA SILVA sos objetivos. VICE-PRESIDENTE Que a rememoLINDOMAR DE SOUSA ROCHA SECRETÁRIO-GERAL ração do nasciEDVALDO VIEIRA DINIZ SECRÉTARIO-ADJUNTO mento do Cristo VANCERLAN FERREIRA GUEDES renove nossas DIRETOR FINANCEIRO ARNALDO DIAS BARROS esperanças num novo ano com muita DIRETOR FINANCEIRO-ADJUNTO FRANCISCO GOMES DE SOUSA luta, sim, mas pleno de vitórias. (DIRETOR-JURÍDICO – IN MEMORIAN)

Um forte abraço e até a próxima. Agnaldo Machado Cruz Escrivão de Polícia Presidente da AESP/DF

ROBERTO ANTÔNIO R. INÁCIO DIRETOR JURÍDICO-ADJUNTO LUCIANA DE OLIVEIRA RIBEIRO DIRETORA-SOCIAL ANTONIO MARINHO NETO SOCIAL-ADJUNTO

Conselho Fiscal JEZIEL DA SILVA NASCIMENTO PRESIDENTE DO CONSELHO FISCAL OSNI ATAÍDE CAVALCANTE VICE-PRES. DO CONSELHO FISCAL JADIVÂNIA DA SILVA MOREIRA VOGAL DO CONSELHO FISCAL MARIA CONCEIÇÃO F. N. LEÓDIDO SUPLENTE DO CONSELHO FISCAL

SUMÁRIO BALANÇO 2008 ...................................................................................... PÁG. 03 JUSTAHOMENAGEM ...............................................................................PÁG. 05 AESP EM FOCO ............................................................................ PÁG. 06/07 DESABAFO ........................................................................................ PÁG. 08 ESCRIVÃO QUE FAZ ............................................................................. PÁG. 09 ESCRIBA ENTREVISTA .................................................................. PÁG. 10/11 ANIVERSARIANTES ................................................................................ PÁG. 12

>> Se liga! A PÁGINA DA AESP NA INTERNET PASSOU POR UMA RECONSTRUÇÃO E AGORA TORNOU-SE UM SITE INTERATIVO E DE FÁCIL NAVEGAÇÃO. ACESSE O www.aespdf.org E FIQUE POR DENTRO DO MUNDO DA ESCRIVANIA.



Escriba - uma revista da Associação dos Escrivães de Polícia da PCDF

Textos e reportagens AGNALDO MACHADO CRUZ Fotos e revisões LUCIANA MELO Diagramação e Designer Gráfico CRISOFT (61.8498-1180) Impressão Studio 9 Comunicação Ltda Contatos Publicitários Luiz Carlos da Rocha (61) 8441-2008

OBS.: As matérias e artigos assinados são de responsabilidade de seus autores.


Balanço 2008

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Descansando na harmonia implícita no espírito de natal e segura na renovação das forças e da esperança trazidas pelo novo ano, a Associação dos Escrivães fecha mais esse ciclo fazendo um balanço de sua atuação.

Ainda carecemos de uma maior adesão da categoria, o que verdadeiramente nos dará o respaldo necessário para que consigamos transformar nossas petições em realidade, mas a despeito desse vácuo, nada será obstáculo para nos tirar a perseverança.

2008 foi um período de resgate, de tentar colocar aos colegas a necessidade e a importância da existência da nossa entidade. Claro que a missão de tirar o desesperançado do ceticismo e evitar que os sobreviventes deixem o barco a deriva, e sozinhos procurem um porto seguro, é muito difícil. Mas a despeito de herança boa ou ruim, de culpados ou inocentes, arregaçamos as mangas e fomos a luta.

Ao menos uma vez durante esse ano, mesmo sem recursos e trabalhando a custa de boa vontade, crença no projeto chamado “Escrivão” e com o uso de muita criatividade, visitamos todas as unidades em que se tem profissional da Escrivania.

Oferecemos nossa cara a tapa e na defesa da categoria não tivemos medo de errar; buscamos ajuda dentro e fora da Instituição, fomos aceitos e rejeitados, fomos aplaudidos e injustiçados; às vezes ficamos a falar sozinhos, Agnaldo Machado Cruz mas também conseguimos nos Presidente da AESP/DF mobilizar. Vimos nossas fileiras crescerem, mas tivemos a saída de bravos guerreiros; sofremos com o adeus a muitos colegas e derais e Distritais, de parceiros e nos alegramos com a chegada colaboradores, nos foram abertas, dos novos profissionais. fazendo com que criássemos personalidade e fôssemos reconheciA dualidade de sentimentos per- dos aonde chegássemos. meou nossa jornada, pois fomos condecorados, homenageados, A AESP/DF hoje não é apenas reconhecidos, mas continuamos uma associação fechada em si no esquecimento institucional, mesma. Protegidos pela armaduórfãos de quem abrace a nossa ra da humildade, sem, no entanto luta e ouça o nosso clamor. sermos subservientes, convictos Mineiramente tivemos acesso às autoridades constituídas e portas de gabinetes de Secretários de Estado, de Deputados Fe-

de nossos propósitos, mas distantes da arrogância, conseguimos o respeito das diversas esferas de representação e de poder em nossa capital.

Sem tirar o olhar do futuro, reverenciamos e nos abrimos para os nossos aposentados. Mantivemos intercâmbio com associações congêneres. Buscamos convênios e parcerias que contribuam na vida diária do profissional. Por meio do nosso periódico, “Escriba”, e do nosso site, www.aespdf. org, interagimos e nos comunicamos de forma rica e com a qualidade devida, com todo Escrivanato ininterruptamente durante os doze meses do ano. Não resta dúvida que se for colocada um pouquinho de boa vontade no olhar crítico, será fácil perceber a presença da Associação dos Escrivães na vida do Escrivão de Polícia. Mas ainda não fizemos nada, pois para nos fazermos grandes e irmos de encontro às nossas reais e justas conquistas, precisamos mais que associações ou de pessoas de boa vontade para com a categoria; precisamos fundamentalmente uns dos outros.

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“QUE O REGISTRO DOS NOSSOS MOMENTOS EM 2008 SIRVAM DE ESTÍMULO PARA NOVOS ENCONTROS, NOVAS LUTAS E ACIMA DE TUDO, MUITAS VITÓRIAS EM 2009!”



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ESCRIVÃES SÃO HOMENAGEADOS COM A MEDALHA DO BICENTENÁRIO DA POLÍCIA CIVIL

No último dia 25 de novembro os Escrivães de Polícia LUIZ CLÁUDIO PINHEIRO ARAÚJO, DENISE AURÉLIO RODRIGUES, VICENTE DE PAULA OLIVEIRA, FRANCISCO AURÉLIO PAES LEME, FRANCISCO CARLOS BARBOSA, LUIZ GUSTAVO GAIÃO DOS REIS, NICODEMES ANDREIA BORGES, ELENA JOSÉ DOS S. MAGALHÃES e SANDRA LÔBO foram agraciados com a Medalha do Bicentenário da Polícia Civil do Distrito Federal Intendente Paulo Fernandes Viana como reconhecimento por terem se destacado no cumprimento do dever com relevantes serviços prestados, bem como contribuído para o engrandecimento da Polícia Civil Distrito Federal. A solenidade realizada no salão Nobre do Clube do Exército também homenageou várias outras personalidades dos três poderes e de todas as esferas do Governo local e Federal, além de represen-

tantes da sociedade civil. Para o Presidente da AESP/DF, Escrivão Agnaldo Machado Cruz, que em nome da Associação dos Escrivães prestigiou os Escrivães de Polícia agraciados, embora ainda tímidos,atos de reconhecimento dessa natureza só enchem de orgulho a categoria: “Apesar de ainda incipiente, pois em que pese o merecimento de cada um dos homenageados, um número maior de profissionais da Escrivania com certeza fariam jus e com louvor a essa medalha, esse reconhecimento é sem dúvida alguma um grande avanço, uma vez que outrora os integrantes da nossa categoria sequer eram lembrados para integrar lista de qualquer homenagem. Já colocamos o Dia do Escrivão no calendário do GDF e da PCDF e pelo segundo ano consecutivo a administração reconheceu o dia e principalmente o profissional com a realização de uma

solenidade em alusão a data, demonstrando que estamos conquistando espaço com competência, compromisso e profissionalismo, apesar de todas as circunstâncias contrárias. Sei que mais que medalhas, diplomas, solenidades ou afins, o Escrivão de Polícia clama por condições dignas de trabalho, tanto do ponto de vista material quanto humano, bandeiras de luta da AESP/DF, mas não podemos prescindir de ter nossos excelentes quadros sendo devidamente enaltecidos. É importante que o Escrivão de Polícia tenha seu nome registrado em todos os eventos dessa natureza e para mim é uma honra poder prestigiar colegas de profissão, que como tantos outros guerreiros, fazem com que sintamos orgulho de sermos Escrivães de Polícia”.

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AESP em FOC novembro

19

novembro

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O SINDEPO realizou em sua sede, no dia 19 de novembro, encontro em homenagem a seus ex-presidentes. Várias personalidades, como o ex-presidente do SINDEPO e Conselheiro do Tribunal de Contas do Distrito Federal, Renato Rainha, e o ex-ministro dos esportes, Agnelo Queiroz, prestigiaram o evento. O Presidente da AESP/DF, que também participou da homenagem, acabou sendo agraciado com um diploma em reconhecimento ao trabalho desenvolvido a frente da AESP/DF.

Escrivães de Polícia, integrantes das demais carreiras Policiais Civis e personalidades civis e militares, foram agraciados com a Medalha do Bicentenário da Polícia Civil. A AESP/DF parabeniza todos os Escrivães que honraram a categoria com esse reconhecimento.

25

novembro

26 AESP se reuniu com o SINPOL para tratar de assuntos de interesse da Escrivania. Efetivo, Escala de Serviço, Sobreaviso e outras questões peculiares à categoria fizeram parte da pauta da reunião.



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www.aespdf.org dezembro

04

AESP se fez presente a Sessão Solene na CLDF em comemoração ao Dia do Perito Criminal. Para o presidente da AESP/DF, os peritos são a prova inconteste de que a união é o caminho da vitória.

dezembro

11

Como ocorre todos os anos, o mês de dezembro é marcado pelas festas de confraternização nas diversas Unidades da PCDF e a AESP/DF registrou um desses momentos, a festa de confraternização da DCAII, ocorrida na Chácara Ranchão em Vicente Pires, onde Delegados, Agentes, Escrivães e demais servidores puderam fazer um balanço positivo do ano, aconteceu num clima de muita harmonia e descontração.

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Desabafo “Pode até não mudar a situação, mas pode divulgar a insatisfação” Caros colegas Escrivães de Polícia, é lamentável que a nossa categoria esteja sendo massacrada dentro da Polícia, quando, na verdade, somos uma peça indispensável nessa engrenagem... Não bastasse o descaso quanto às condições laborais a que somos submetidos, com móveis e equipamentos ultrapassados, com excesso de trabalho, ainda temos que nos deparar com o desrespeito à AESP. Sim, porque até onde sei, em nenhum momento foi questionada a competência do AGNALDO para presidir aquela Associação, o que, particularmente, acho que ele fazia muito bem. Portanto, a menos que estejam faltando peças nesse quebra-cabeça, não se trata de um fato pessoal contra o presidente da AESP, e sim um descaso quanto à Associação dos Escrivães de Polícia, que representa os interesses e necessidades da categoria.

fasado e não estamos negando a necessidade de escrivães nas delegacias, e até mesmo na DCAII, mas desconheço que existam escrivães ocupando cargos em outras associações, ou até mesmo no SINPOL. Seria tão impossível, assim por dizer, ter um escrivão afastado de sua atividade fim, para que pudesse se dedicar à defesa de toda uma categoria? Já não basta os escrivães serem descartados de ocuparem cargos de chefia (exceto escrivão-chefe), bem como trabalhar em áreas em que tenham afinidade, sempre a pretexto do número de escrivães ser baixo?

Portanto, vamos nos unir, até porque acredito que nós, escrivães, tenhamos culpa da situação a que chegamos, pois costumamos nos omitir na defesa de nossos direitos, aceitando, de braços cruzados, tudo aquilo que de nós é exigido, mesmo quando temos amparo legal para nos recusarSabemos que o quadro de escri- mos a cumprir sozinhos tarefas vania da PCDF encontra-se de- que não são nossas atribuições.



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Acho que somente nós, escrivães, temos legitimidade e interesse em lutar pela nossa categoria. Não podemos esperar que agentes de polícia, delegados ou representantes sindicais se compadeçam da nossa situação (e essa lotação do Agnaldo na DCAII é apenas parte e reflexo da situação a que chegamos). O momento, portanto, é de lutar e mostrar a nossa força, ou apenas ficar observando, como meros espectadores, a nossa categoria ser cada vez mais humilhada e massacrada dentro da PCDF. Grande abraço

Iracema de Siqueira Paes Escrivã de Polícia Deixe aqui seu desabafo:

falecom@aespdf.org


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Escrivão Escrivãoque quefaz! faz! Tendo ingressado nas fileiras da PCDF aos 19 anos de idade, o Escrivão de Polícia LUIZ GUSTAVO GAIÃO DOS REIS foi lotado inicialmente na DRF, onde, há exemplo de todas as outras Unidades em que trabalhou, deixou um rastro de amizade, competência e simpatia. Dono de uma rica experiência, possível graças aos mais de trinta anos de serviço, GAIÃO, que está aposentado, num ato inequívoco de reconhecimento, foi brindado com a possibilidade de partilhar sua vivência cartorária e acima de tudo policial, com as novas gerações, uma vez que fora convidado a

ser monitor de disciplina de uma das turmas do curso de formação de Escrivão de Polícia e desde o início das aulas vem enfrentando mais esse desafio. Da velha máquina de escrever ao computador, da antiga Escola de Polícia a APC, LUIZ GUSTAVO GAIÃO DOS REIS não só sempre se destacou como se tornou referência, o que o torna, para orgulho de toda categoria, UM ESCRIVÃO QUE FAZ!

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Entrevista

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Foto: Divulgação

Milton Barbosa ingressou na Polícia Civil em 1972 como Agente de Polícia e aposentou-se depois

de ocupar o mais alto cargo na instituição, o de Diretor-Geral. Antes, porém, conseguiu a autonomia financeira e administrativa da PCDF. Nascido em Canto do Buriti (PI), Milton Barbosa sempre fala publicamente: “ser um policial civil é motivo de orgulho para mim e para a minha família”. Preocupado com a cidadania, transformou-se num precursor de várias causas e fez da Polícia Civil do Distrito Federal um modelo para outras polícias do País. Entre seus feitos a frente da Polícia Civil destacam-se: Criação do Laboratório de DNA Forense da Polícia Civil; Delegacia de Crimes contra a Ordem Tributária; Delegacia de Defesa do Consumidor; e a Delegacia Especial do Meio Ambiente. Milton também foi Administrador Regional do Riacho Fundo I e II e de Ceilândia, além de ainda ter ocupado o cargo de Secretário de Solidariedade. Em seu primeiro mandato, o quarto deputado distrital mais votado e que acaba de ser eleito por unanimidade de votos de seus pares Terceiro Secretário da Mesa Diretora da CLDF, o eterno Policial Civil Milton Barbosa abriu as portas de seu gabinete e concedeu entrevista ao Escriba. Confira!

entidades representativas. E, ainda, de seus parlamentares eleitos. Cada um, em um dado momento, fez o seu papel. Eu, como todos tive uma luta de anos. E na solenidade do Bicentenário da PCDF, solicitei ao governador Arruda que fosse dado tratamento isoMILTON BARLembrar o trabalho nômico no paBOSA: Para resdo Escrivão, que é gamento dos ponder, vou citar imprescindível para passivos, não um fato bem recenp r i v i l e g i a n do te. A união de polia PCDF, mas, não ninguém. A miciais e parlamenraro, nem sempre nha argumentares, nas esferas lembrado pela potação foi aceita distrital e federal, pelo governador. que levou a vitória pulação, é válido A assessoria na luta pelos pagade Arruda havia mentos dos passisugerido que vos da PCDF pelo Governo do Distrito Federal. Esta fossem liquidadas as pendências vitória demonstra mais do que um referentes aos anos de seu godireito da chamada melhor polí- verno. Porém, argumentei que a cia do Brasil, pois representa um liquidação ocorresse a partir dos exemplo de união de todos nós, passivos com maior número de como policiais civis, sem discrimi- anos de pendência, por uma quesnação de carreira e suas várias tão de justiça. Esse efetivamente foi, além dos recursos financeiros, ESCRIBA: O senhor foi nosso Diretor Geral, porém os mais novos não conheceram sua administração. Para conhecimento de todos, o senhor poderia citar ações que foram adotadas durante sua gestão a frente da PCDF?

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uma vitória dos policiais e suas lideranças. ESCRIBA: Os Policiais Civis estão cada vez mais politizados, elegendo representantes na Câmara Distrital e agora até na Câmara Federal. Contudo, no que diz respeito à Polícia Civil, sabemos que conquistas substanciais têm que ser buscadas na área federal. Nesse contexto, como o Deputado Distrital pode contribuir para tornar realidade os pleitos da categoria? MILTON BARBOSA: Deputados federais e deputados distritais têm um trabalho conjunto. Distritais junto ao Executivo local e os federais, ao governo federal nas nossas reivindicações. Eu particularmente, como deputado distrital, estou diariamente nas cidades, junto à população, ouvindo suas sugestões e críticas. E, por isso, posso conhecer e orientar sobre as reações diante de eventuais paralisações ou repercussões sobre eventos salariais dos policiais.


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ESCRIBA: No dia 02 de outubro de diversas Unidades Policiais, importante é não se perder esdeste ano, por meio de mensa- entre Delegacias, Departamen- paços e recursos na discussão tos, etc. Contudo, do que seja mais prioritário. Engem ao Governo essa nova estrutu- tendo que seja importante tanto Federal, o Goverra, bem maior, não criarem-se as unidades como nador do Distrito contou com nenhu- os cargos. É tradição no Brasil, Federal, JOSÉ A população tem ma provisão de re- os governos decidirem-se sob ROBERTO ARuma relação mais cursos humanos, pressão. Assim, no final, formaRUDA, solicitou direta com a PCDF o que fez com que se uma cadeia saudável com o a Casa Civil da o efetivo existente crescimento de estruturas físicas Presidência da e exige mais sua República edição presença na comu- tivesse que ser di- e de recursos humanos, ambos vidido ao extremo. da maior importância para nosde Projeto de Lei nidade Especificamente sa população. aumentando o no tocante aos Esquadro efetivo da crivães de Polícia, ESCRIBA: Dia 04 de novembro PCDF, estagnado que possuem um a Câmara Legislativa aprovou há quinze anos. O que o senhor acha que deve ser dos menores quadros da PCDF, Projeto de Lei institucionalizanfeito para que depois da aprova- essa divisibilidade levou vários do e oficializando 05 de novemção desse pedido de aumento do cartórios a situações caóticas, bro como o Dia do Escrivão no nosso efetivo não fiquemos mais chegando ao ponto de termos De- âmbito do Distrito Federal. O sequinze ou vinte anos sem que o legacias com apenas dois ou três nhor acha que legislações como nosso quadro acompanhe o cres- profissionais da Escrivania. Diante essa dão reconhecimento e facimento populacional, da criminali- dessa situação, zem justiça a esse profissional o que o senhor dade e da própria polícia? tão importante acha que podepara a Polícia JuEu particularmente, diciária? MILTON BARBOSA: Não acredi- ria ser feito para to que a implementação do projeto proteger o efeticomo deputado disfique engavetado ou esquecido. A vo das unidades MILTON BARtrital, estou diariapopulação tem uma relação mais existentes e para BOSA: Lembrar mente nas cidades, direta com a PCDF e exige mais se evitar a criação o trabalho do Esjunto à população, crivão, que é imDelegacias sua presença na comunidade. E de a conseqüência é uma pressão sem a devida proprescindível para ouvindo suas sumaior da sociedade sobre os go- visão de recursos a PCDF, mas, gestões e críticas vernos e a exigência do cumpri- humanos? não raro, nem mento das leis. sempre lembrado MILTON BARpela população, ESCRIBA: Nos últimos anos a Po- BOSA: A PCDF é válido. E, mais lícia Civil cresceu muito do ponto pertence a uma estrutura de go- ainda, quando a Câmara Legisde vista de sua estrutura organi- verno e, assim, deve obedecer a lativa, que representa o povo, zacional, o que levou a criação certos princípios burocráticos. O homenageia, reconhece e exalta o trabalho do Escrivão.

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Ao iniciarem mais um ciclo de vida, com a certeza de que novos desafios terão que ser vencidos e com a esperança de que esses novos tempos trarão preciosas e almejadas conquistas, a AESP/DF parabeniza os aniversariantes pela honradez e presteza com que, mesmo desprovidos de material humano e recursos tecnológicos suficientes, executam seu mister com qualidade e excelência perseguidas por outras Polícias. Àqueles que em muitos casos pagam com a própria saúde o afinco e a dedicação ao sacerdócio que é a Escrivania, nossa mais honesta e justa homenagem. Que no decorrer de mais esse ano, dos incontáveis que lhes desejamos, suas lutas cotidianas, quer no campo social, pessoal e/ou profissional, tornem-se vitórias perpétuas.

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SANDRA LOBO DE A MOURA E SILVA

02/12

CARLOS JOSE CAMPOS DA COSTA

05/12

ISRAEL LUNA DA COSTA

05/12

NAELENE DE OLIVEIRA PORTO

06/12

GLAUCIA DE MORAES SILVA

07/12

LUCILIA MAIA GONÇALVES

07/12

FRANCISCO ROMULO CORREA NETO

15/12

JOSE DE SOUZA BARBOSA FILHO

20/12

ROBERTO ANTONIO R. INACIO

20/12

WELLINGTON DOS SANTOS CARDOSO

20/12

FABIO DE RODRIGUES E SOUSA

22/12

GILMAR DE MEDEIROS BARBOSA

22/12

NILDETE REIS SANTOS

23/12

CARLOS BRILHANTE

25/12

MARIA DO SOCORRO A. DA CRUZ

25/12

RICARDO LEVY BOQUADY

26/12

ZILDENIR MARIA SILVA

31/12

Escriba Edição 18  
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