setembro 2021
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nova em folha Guia do Estudante 2021-22 Versão em Português Redação Ana Catarina Tiago
Podes semp re env NOVA iar pa ra o em Fo fotogr lha as afias/ t u a s ilustra serem ções p public a ra adas n mens ais ou as edi até se ções rvirem Conta de cap cta-no a! novae s para mfolh a.ae@ fcsh.u nl.pt
Edição Gráfica Ana Carolina Ferreira Beatriz Cabanilhas Francisca Dias João Martins Liliana Marques Liza Basysta Rita Serpa
Beatriz Cabanilhas Beatriz Mateus Diana Neves Francisca Dias Francisco Nunes Guilherme Machado João Martins Liliana Marques Madalena Carvalho Mafalda Carvalhal Manuel Pinto Maria Gonçalves Pedro Fernandes Rita Serpa
Colaboradores Catarina Santos
José Pinho Maria João Falcão Pedro Freire Vasco Martins
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Jornal NOVA em Folha | Guia do Estudante 2021-22 impressão: 500 cópias | distribuição mensal e gratuita
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ASSOCIAÇÃO DE ESTUDANTES DA
FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS
DA UNIVERSIDADE NOVA DE LISBOA
DEPARTAMENTOS Administrativo Comunicação Cultural Desporto Núcleos Recreativo Saúde e Ambiente
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ÍNDICE
pág.
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FCSH e a falta de democracia nas IES - Pedro Freire Ensino Superior: uma corrida de barreiras - Maria João Falcão (In) Acção Social Escolar - O triste caso das bolsas "Geração Nova" - José Pinho Mestrados - Propinas e Adiamentos - Catarina Santos Uma AE que não se confina - Vasco Martins
FCSH 101 13 14 16 17 19 22 23 25 29
Como chegar? Calendário Escolar Pagamentos e Taxas Normas de Segurança para o COVID-19 Espaços na FCSH Mais Infos da FCSH Balcão da AE FAQs - Percurso Académico e Época de Exames Testemunhos
FCSH 2.0 - Dicas de Estudantes para Estudantes 31 33 36 38
Habitar na FCSH Vida Universitária Explora e Adapta-te Núcleos/Grupos de Estudantes
Desporto 44 45
Equipas Desportivas da AEFCSH Entrevistas Desportivas - Testemunhos do Mundo da Bola e das Redes
Cultura e Sugestões 52 54 55 56
Agenda Cultural - Ana Catarina Tiago e Mafalda Carvalhal Playlist de Estudo Checklist - Filmes e Séries Receitas
FCSH e a falta de democracia nas IES Pedro Freire
O movimento nacional estudantil sempre se pautou pela reivindicação dos interesses e direitos dos estudantes. A resistência às ingerências nestes direitos e interesses pelas demais entidades constitui e continua a constituir uma das principais vias para a conquista dessas reivindicações. As Associações de Estudantes desempenham um processo fundamental neste processo, do plano mais institucional à mobilização daqueles que representam e manifestam as suas posições. A AEFCSH sempre se bateu por um Ensino Superior público, gratuito, democrático, inclusivo e de qualidade para todos. Entendemos que um dos problemas estruturantes do Ensino Superior em Portugal é a falta de democracia nas IES e a FCSH não é exceção. Muitos são os exemplos em que tanto a direção da faculdade como a Reitoria da Nova impedem os estudantes de participarem activamente nos momentos de decisão da vida das instituições. Estes exemplos vão das coisas mais simples, das quais não imaginaríamos que se tratasse sequer de um problema, como o facto da antiga direção da faculdade insistir que a Associação de Estudantes precisava de pedir autorização para colocar faixas no campus, mesmo sendo a AE cogestora da instituição, como a situações mais graves como é exemplo a vergonha que ocorreu no dia da eleição do director da FCSH. No dia 23 de Junho de 2021 deu-se a eleição do novo director da FCSH, do qual acabou por sair vencedor o Professor Luís Baptista. Nas semanas que antecederam esta eleição, sempre foi dito à comunidade estudantil que a sessão de eleição seria pública, o que acabou por não se verificar. Mal os estudantes começaram a chegar ao auditório onde decorreria a sessão, foi-lhes proibida a entrada e pedido que se dirigissem para outro auditório onde poderiam vi-
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sualizar uma stream online do que se estava a passar no piso de baixo. Naturalmente, nem a AEFCSH nem os estudantes ali presentes aceitaram as mudanças antidemocráticas de última hora e, portanto, não arredaram pé do sítio onde se encontravam durante toda a sessão. Durante mais de uma hora, ouviram-se palavras de ordem em frente ao auditório onde decorria a sessão privada da eleição do director de maneira que se desse a entender tanto à antiga como à recém-eleita direção que nunca tirarão a palavra aos estudantes da FCSH. O actual Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior traduziu-se por uma marcada diminuição da democracia interna das Instituições de Ensino Superior, pelo aumento da permeabilidade da sua administração aos interesses privados, eliminou órgãos plenários, reduziu os representantes dos estudantes e dos trabalhadores não docentes a números simbólicos nos órgãos de decisão. Apenas 1 (um) estudante da FCSH pode ser eleito para o Conselho de Faculdade, órgão máximo de decisão dentro desta instituição, ao qual compete, entre outras tarefas, aprovar os estatutos da faculdade, enquanto são também eleitos 4 membros externos que nada têm a ver com a instituição. Como pode um estudante representar toda uma comunidade estudantil composta por quase 5000 alunos? A AEFCSH apresentou a sua proposta aquando da altura de alteração dos estatutos, que pretendia aumentar não só a representação dos estudantes, mas também a dos trabalhadores não docentes. A AEFCSH defende a alteração do RJIES, aumentando a democracia interna, abolindo o regime fundacional e dotando as Instituições do Ensino Superior de meios de gestão que, no quadro da sua autonomia e no respeito por regras de bom uso dos dinheiros públicos, permitam uma gestão ágil e eficiente.
Ensino Superior: uma corrida de barreiras Maria João Falcão
A entrada na universidade é um momento importante para muitos jovens. Está normalmente associado com um período de maior independência e com o caminho de perseguição de sonhos e desejos de carreira. Infelizmente, a propina como a conhecemos tem sido uma barreira à entrada e permanência de estudantes no Ensino Superior desde os anos 90. Atingindo o seu pico nos 1063,57€, no 1º ciclo de estudos, este valor pago às instituições pelos ingressantes serve para compensar a falta de investimento do Estado na educação, nomeadamente na educação superior e não obrigatória. Nos últimos anos, contudo, tem havido uma descida no valor do teto máximo praticável pelas Instituições de Ensino Superior, sendo atualmente 697€. Esta descida no teto máximo é um passo importante na caminhada até à gratuitidade do ensino, como a Constituição da República Portuguesa indica no ponto 2 do artigo 74º “Na realização da política de ensino incumbe ao Estado: (…) e) estabelecer progressivamente a gratuitidade de todos os graus de ensino”. Ainda assim, não é suficiente, pois ao custo da propina estão associadas outras taxas e emolumentos que tornam dispendiosa a vida do estudante do Ensino Superior, como é exemplo, na nossa instituição, o pagamento do diploma de fim de licenciatura, que tem um valor de 50€, ou o pagamento da inscrição em melhorias de nota, algo que devia ser gratuito visto tratar-se de um direito do estudante. Outro problema estrutural do ensino superior, e que contribui expressivamente para o abandono escolar e para a deterioração das Instituições de Ensino Superior, é a falta
de residências universitárias públicas e a falta de camas nas residências existentes. Na NOVA FCSH, a pandemia da COVID-19 fez diminuir o número de camas disponibilizadas pelas 3 residências do SAS NOVA, que servem para todas as faculdades da Universidade Nova de Lisboa, passando estas a ter cerca de 300 em vez das 460 camas pré-pandemia. Isto significa uma diminuição de um número que já era crítico, tendo em conta que a FCSH por si só tem cerca de 5 mil estudantes. Este é um problema geral que torna mais difícil ainda a possibilidade de um estudante conseguir ter um lugar na residência, sendo assim remetido para o mercado imobiliário que, como é do conhecimento de todos, se encontra com preços exorbitantes e que, em conjunto com o pagamento da propina, torna quase impossível a permanência de estudantes com mais dificuldades financeiras, os quais se veem obrigados a ir trabalhar e, por vezes, pôr os estudos em segundo lugar para pagar os custos de frequência no Ensino Superior. Neste sentido, é necessário o fim da propina para que deixe de haver estudantes a ter que escolher entre comer e pagar a propina. É absolutamente necessária a gratuitidade do Ensino Superior para que todos possam ingressar neste nível de ensino, para que todos os jovens tenham oportunidades de continuar a sua educação e seguir os seus sonhos e objetivos. A AEFCSH defenderá sempre os interesses e direitos dos estudantes e, por isto mesmo, estará sempre a manifestar-se e a lutar por um ensino superior público, democrático e de qualidade, que deixe de ver os estudantes como clientes e que os trate novamente como a sua prioridade.
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(In) Acção Social Escolar - O triste caso das bolsas “Geração Nova” José Pinho
O direito à educação é um direito universal consagrado na Constituição da República Portuguesa. Como tal, é imprescindível que se tomem medidas concretas para a conquista de um Ensino Superior público, democrático, gratuito e de qualidade, sem barreiras para ninguém que queira estudar e ingressar no Ensino Superior. Para garantir a todos o acesso aos mais elevados graus de ensino, consequentemente garantindo o direito à educação, é necessário que sejam garantidas as condições para que todos possam estudar através da Acção Social Escolar (ASE). No entanto, os ataques a este mecanismo têm sido constantes, desvirtuando o seu propósito e suplantando o seu propósito por múltiplos projectos de “caridadezinha”, que condicionam os estudantes a exercerem os seus direitos de forma emancipada. A título de exemplo, os Serviços de Acção Social (SAS) da Universidade Nova de Lisboa decidiram criar, em plena pandemia, um programa de donativos com o nome “Bolsas Geração NOVA A oportunidade de todos os estudantes acederem à Universidade” de modo a apoiar estudantes carenciados. É dito que “As Bolsas Geração NOVA foram criadas com o objetivo de apoiar todos os estudantes cujo agregado familiar não dispõe de meios suficientes para fazer face às despesas escolares, quer sejam de habitação (quando alunos deslocados) material escolar, transporte ou alimentação. Estas bolsas serão financiadas pela sociedade civil. Todos as pessoas singulares ou empresas que queiram realizar um donativo poderão fazê-lo através do site.” E ainda, “As Bolsas Geração NOVA são apoios destinados aos estudantes da NOVA de Licenciaturas e Mestrados integrados cujos rendimentos familiares dificultam ou impedem os alunos de continuar os seus estudos, e que em simultâneo não sejam elegíveis para outras
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bolsas de apoio social.” Portanto, significa esta infeliz descrição que os SAS NOVA estão cientes da existência de estudantes impedidos de frequentarem o Ensino Superior por dificuldades económicas, mas em vez de ser criado um apoio digno para estes estudantes, opta-se por criar uma esmola semestral ou mensal, dando a possibilidade a um qualquer mecenas apadrinhar um estudante do Ensino Superior. Qualquer semelhança com o programa de apadrinhamento do Jardim Zoológico de Lisboa é pura coincidência. Quanto à angariação de donativos, entra-se no campo da conversão da esmola em modelo de negócio. Acede-se a uma secção de compras, com um carrinho a que se pode acrescentar 115,50€ para alimentar um aluno, 750€ para o alojamento, 500€ para aquisição de computadores, 50€ para material digital, 50€ para material escolar, 697€ para propina ou 22,50€ para transporte. A descrição de alguns destes itens chega a ser uma afronta: “É crucial que os alunos tenham acesso a uma alimentação saudável e completa, para que nada os impossibilite de ter os melhores resultados possíveis. Infelizmente, sem ajuda, nem sempre é possível. Nos SASNOVA queremos mudar esta situação e o seu contributo é uma maneira de garantir que nenhum aluno carência de um bem tão essencial como este. Faça o seu donativo e financie a alimentação saudável e completa a um aluno que precisa e garantir o aproveitamento escolar. Nota: valor calculado com base na média mensal para 2 refeições completas em cantina por dia útil.” Esta “solução” proposta não é garantir ASE, mas sim colocar os estudantes numa situação precária e incerta, sem saber se o apoio irá durar para o mês seguinte. Pergunto-me se a formação em empreendedorismo que o reitor da Universidade, João Sàágua, quer impor aos estudantes de todos os cursos tem como objectivo colocá-los a angariar patrocinadores para terem condições para se alimentarem.
A profunda limitação da atual Lei da Acção Social Escolar, as manifestas insuficiências dos apoios diretos e indiretos, a ausência de políticas efetivas de apoio aos estudantes e de garantia da igualdade de oportunidades, a responsabilização das famílias pelo pagamento dos custos exorbitantes de acesso e frequência do ensino superior – propinas, transportes, alojamento, alimentação, livros e material escolar – são fatores determinantes que ditam o afastamento de muitos milhares que querem frequentar o ensino superior, seja por via do abandono escolar, ou pelo facto de nem sequer se conseguirem candidatar. É preciso combater esta desvirtuação da ASE, fruto de décadas de políticas danosas para o Ensino Superior, para que o direito a estudar possa ser cumprido na sua plenitude.
Fotografia por Liliana Marques (@lilianasmphotography)
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Mestrados - Propinas e Adiamentos Catarina Santos Foram aprovadas em Assembleia da República por iniciativa do PCP alterações à Lei nº 35/2021 onde foi prorrogada, até ao final do presente ano lectivo o prazo de entrega e apresentação de teses ou dissertações nos ciclos de estudo conducente ao grau de mestrado ou doutoramento nas instituições de ensino superior públicas, este prolongamento não obriga ao pagamento adicional de propinas, taxas ou emolumentos. Esta medida pretende responder às dificuldades da sentida por grande parte dos estudantes do ensino superior durante a pandemia. A situação pandémica teve um grande impacto no quotidiano das instituições de ensino superior, no que toca ao regular funcionamento de todos os serviços. É também de lembrar o número alarmante de estudantes que abandonaram o Ensino Superior nestes dois últimos anos lectivos, devido ao impacto que a pandemia causou na economia e do elevado custo do Ensino Superior em Portugal. Aos alunos de mestrado da Nova FCSH, que estão a realizar a componente não lectiva no ano lectivo de 2020/2021, foi concedido um adiamento de dois meses. Este adiamento é considerado por muitos estudantes insuficiente. Já é consideravelmente difícil num ano dito normal escrever uma dissertação - e por isso temos de agradecer ao processo de Bolonha, implementado nas universidades portuguesas em 2006 – é ainda mais difícil agora com a situação pandémica que mudou por completo o nosso quotidiano e 8
métodos de trabalho. Sem bibliotecas, arquivos, laboratórios e obrigados a ficar em casa, tornou-se impossível cumprir os prazos estipulados. Qual a solução para estes estudantes que não conseguem cumprir o novo prazo? Ou desistem ou têm de pagar mais um semestre de propinas para conseguirem acabar esta componente – situação que consideramos inaceitável. As propinas são um entrave no acesso a qualquer ciclo do Ensino Superior, na questão dos mestrados acrescenta-se a agravante de não haver tecto máximo para as mesmas, apesar de na actualidade o mestrado ser considerado essencial para o exercício de qualquer profissão. O Ensino é um direito constitucional explanado no artigo 74º da nossa Constituição – onde fica explicito que o Estado tem responsabilidade directa sobre a educação, em todos os graus de ensino, devendo por isso garantir o acesso a todos os graus de ensino a qualquer cidadão. É por isso necessário exigir que se faça cumprir este direito, o ensino superior público é o principal dinamizador do sistema científico e técnico nacional e contribui para o enriquecimento do património cultural e artístico do país. A AEFCSH considera que o Ensino Superior tem de ser um investimento nacional e não um investimento que recaia sobre o individuo, é por isso que devemos exigir um ensino superior público, democrático e gratuito para todos os ciclos de estudo.
Uma AE que não se confina Vasco Martins
Resumir o trabalho ou, a bem da verdade, a grandeza do trabalho de uma organização como a Associação de Estudantes (AE) num único texto é, no mínimo, difícil e, no máximo, impossível de ser concretizado. No entanto, existem aspectos que não podem ser ignorados, e um deles é o papel determinante da nossa AE enquanto força dirigente da luta dos estudantes, por um lado e, por outro, em decorrência deste seu papel, a tarefa que a associação chamou para si de defender os direitos, interesses e aspirações do corpo estudantil. Se todos estes elementos já eram verdade em 2019 e antes, a partir de 2020, em decorrência da pandemia, assumiram um papel fundamental. Num período em que todos os estudantes foram mandados para fora da sua faculdade, afastados deste espaço que é seu por direito, poderíamos todos pensar que a própria AE se confinaria. Que se confinariam as suas iniciativas. Que se confinariam os seus dirigentes. Que se confinaria a participação estudantil. Que, inclusive, se confinariam as suas lutas e reivindicações. Aquilo que se poderia pensar, entretanto, não poderia ter passado mais longe da realidade. De um ano atribulado, a AE soube concretizar o seu poder de reivindicação em lutas concretas, consequentes e, diga-se de passagem, absolutamente seguras. Ainda em 2020, participou na concentração em frente à Assembleia da República “O Futuro Está em Risco!”, contra os problemas estruturais do ensino superior que há muito se arrastam, e contra as suas formas mais gravosas em decorrência da pandemia. Já em 2021, e confrontada com a permanência durante o restante do ano lectivo em regime online, tomou a AE a dianteira de uma verdadeira frente de luta contra este mo-
delo imposto sem consulta nem audição, modelo pernicioso para a saúde física e psicológica dos estudantes, modelo que ignorava as mais basilares necessidades do corpo estudantil. Assim, sabendo que era esta a sua responsabilidade superior enquanto organização representativa dos estudantes, a AE convocou, para o dia 14 de Maio, uma concentração em frente da faculdade onde, com largas dezenas de participantes, todos gritaram pela retoma do regime presencial, por um lado, mas também, e sempre sem esquecer que aquela era somente a ponta de um iceberg de injustiças, contra a propina, por mais condições materiais, por mais alojamento, entre tantas outras palavras de ordem. Mas sabendo que a responsabilidade da luta por mais direitos e por um Ensino Superior Público, Democrático, Gratuito e de Qualidade não era só sua, mas de todos os estudantes do país, participou a AE numa massiva frente de luta e reivindicação com outras organizações congéneres por todo o país, no passado dia 28 de Abril, com o mote “É hora de avançar, a Propina é para acabar”, que se concretizou, no caso de Lisboa, numa marcha de protesto que culminou numa concentração em frente à Assembleia da República. As massas estudantis souberam que, num momento de particular agravo das suas condições de vida e subsistência, somente com uma acção concertada em todo o país, por um lado, e somente com os gritos de protesto em frente à chamada “casa da democracia”, por outro, poderiam marcar a diferença, e poderiam deixar uma moça moral e política nas paredes daqueles que, em grande parte, continuam a ignorar o estado degradante em que vive o nosso ensino superior. A AE soube que essa era uma necessidade. E AE soube, numa grande articulação com outras AEs, concretizá-la na prática e tomar a dianteira dessa luta. 9
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Esta foi, a bem da verdade, uma AE que soube estar presente, e soube fazer-se presente. Que soube auscultar e ser o receptáculo das mais justas reivindicações e aspirações dos estudantes. Mas mais ainda, que soube transformar essas mesmas reivindicações e aspirações em luta concreta das massas estudantis, numa luta justa e digna, sabendo que não é ficando de braços cruzados, resignado e conformado com os males do mundo, que conseguimos mudar seja o que for. Esta é uma AE que, neste início de ano lectivo, sabemos todos que continuará disposta a fazer tudo em prol dos estudantes, e que venha o que vier, não se fechará em sete copas, nem se resignará ou conformará com imprevistos. Muito pelo contrário. Esta é uma AE que não se confina, exactamente por ser uma AE que sabe que quando se impõem obstáculos no caminho dos direitos dos estudantes e do Ensino Superior Público, Democrático, Gratuito e de Qualidade que tanto defendemos, há apenas uma resposta, erguida aos sete ventos: lutar! )yhpargotohpmsanailil@( seuqraM anailiL rop aifargotoF
Poderíamos, entretanto, referir outros aspectos do papel da AE. Poderíamos referir as inúmeras iniciativas online que a associação não se coibiu de continuar a realizar, desde semanas temáticas a acções relativas ao 25 de Abril. Poderíamos ainda referir o papel essencial de mobilização e organização que a AE teve na última eleição do director da faculdade quando, de forma antidemocrática, foram os estudantes e demais elementos da comunidade educativa impedidos de participar na sessão dita pública de esclarecimento das candidaturas, lado a lado com os membros do Conselho de Faculdade. A AE esteve lá, não só denunciando este modelo fechado e pouco transparente de apresentação dos candidatos, como também denunciando o carácter também ele antidemocrático da eleição do director num órgão no qual cerca de cinco mil estudantes se vêm representados por uma única pessoa, face às quatro “individualidades externas”, em nada ligadas às necessidades e destinos da faculdade. Esta foi uma AE que não confinou. Uma AE que soube debater, reunir e negociar quando foi preciso, mas que quando considerou que as suas exigências não eram ouvidas não se negou a mobilizar os estudantes para a luta. Uma AE que soube ouvir, que soube quantos daqueles que representa foram afectados pela pandemia e pelo regime online. Uma AE que continuou a organizar semanas temáticas e outras iniciativas importantes para o debate e esclarecimento junto da comunidade. Uma AE que não parou, mesmo num dos momentos mais difíceis para o nosso país, e que todos os dias deu tudo de si para que os estudantes não ficassem sem a sua legítima e devida representação, e para que os ataques que todos sofremos não ficassem sem a sua legítima e devida resposta, no diálogo ou na luta.
NOVA em Folha o jornal da aefcsh.
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UM JORNAL D@S ESTUDANTES PARA @S ESTUDANTES
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PARA SOBREVIVER...
COMO CHEGAR? O Campus NOVA-FCSH da Avenida de Berna situa-se entre a Praça de Espanha e o Campo Pequeno, com várias opções de transporte ao teu dispor. Autocarros: 716, 726, 756 (Av. de Berna / Pç. de Espanha) 727, 736, 738, 754, 783 (Campo Pequeno)
160, 161, 190 (Av. de Berna) 152, 153, 159, 162, 168, 207, 252, 260, 755 (Pç. de Espanha) Metro:
Comboios:
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Ano letivo 2021-2022 C A L E N D Á R I O
D A T A S
I M P O R T A N T E S
Licenciaturas @ às Está atent s dos datas/sala o ue deverã q , s e m a x e s no teu ser afixada ento e/ou departam s pelos informada docentes!
Período de exames destinado a Trabalhador-Estudante: 12 a 15 de julho de 2022 Registo e publicação dos resultados finais dos exames para Trabalhador-Estudante: até 19 de julho de 2022 Exame - Época Especial de Conclusão da Licenciatura: 21 a 25 de julho de 2022 Publicação dos resultados da Época Especial de Conclusão de Licenciatura até 29 de julho de 2022
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E S C O L A R
1º SEMESTRE de ABERTURA setembro27dee 28 2021 DO ANO LETIVO 27 de setembro de 2021 AULAS a 15 de janeiro de 2022 DE 20 de dezembro de 2021 FÉRIAS NATAL a 3 de janeiro de 2022 29 de janeiro de 2022 ASTÊM NOTAS DE SAIR ATÉ... 7 a 19 de fevereiro de RECURSO 2022 E/OU MELHORIA 25 de fevereiro de 2022 NOTAS FINAIS ATÉ...
2º SEMESTRE
de fevereiro 3 de21junho de 2022a de fevereiro 1 de28março de 2022a 11 a 18 de abril de 2022 17 de junho de 2022
AULAS FÉRIAS DE CARNAVAL FÉRIAS DA PÁSCOA ASTÊM NOTAS DE SAIR ATÉ... 27 dedejunho RECURSO 1 de julho 2022a MELHORIA E/OU 8 de julho de 2022 NOTAS FINAIS ATÉ...
Se tiveres 8 ou 9 a uma unidade curricular (UC), não te esqueças de submeter o requerimento para a realização do exame de recurso na plataforma InforEstudante! Paralelamente, podes inscrever-te para exames de melhoria a qualquer UC em que tenhas estado inscrito durante o semestre corrente (ou no ano letivo seguinte) com avaliação a partir de 10 valores, vigorando um custo de 15€ por exame (limite de 50€).
Ano letivo 2021-2022 C A L E N D Á R I O
D A T A S
E S C O L A R
I M P O R T A N T E S
1º SEMESTRE
20 18 de de setembro dezembro ade 2021 FÉRIAS DE 20 de dezembro de 2021 NATAL a 3 de janeiro de 2022 AS NOTAS 21 de janeiro de 2022 TÊM DE SAIR ATÉ... RECURSO 26 de janeiro a E/OU 1 de fevereiro de 2022 MELHORIA NOTAS 11 de fevereiro de 2022 FINAIS ATÉ... AULAS
Mestrados
2º SEMESTRE AULAS FÉRIAS DE CARNAVAL FÉRIAS PÁSCOADA AS NOTAS TÊM DE SAIR ATÉ... RECURSO E/OU MELHORIA NOTAS FINAIS ATÉ...
21 fevereiro a 3 dedejunho de 2022 28 fevereiro a 1 dedemarço de 2022 11 a 18 de abril de 2022 19 de junho de 2022 24 a 30 de junho de 2022
Está a tent@ às datas/ salas d os exame s, que deverã ser afi o xadas no teu depar tamen to e/o inform u adas p el@s docen tes!
9 de julho de 2022 Consulta todas as restantes datas referentes a atos administrativos (de todos os ciclos) no site da faculdade (https://www.fcsh.unl.pt/calendario/ano-letivo-2021-22/)
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PAGAMENTOS E TAXAS
Taxas
Seguro escolar - 2.50€ Custos administrativos - 35€
Os alunos bolseiros apenas precisam de pagar o seguro escolar na inscrição.
Propinas
Tanto or sceogmuoroos escola custos trativos adminisser pagos no devem inscrição ato de
Propina anual: 697,00€ É possível fazer o pagamento da propina anual através de três modalidades: 1. Pagamento total da propina no acto de inscrição, no valor de 697,00€ duas prestações: 348,50€ no acto da inscrição e 348,50€ até ao dia 30 de Abril 2. Em de 2021 dez prestações de 69,70€ nos prazos estipulados, que estão indicados no 3. Em Inforestudante (tal como a referência MB para se efetuar cada pagamento)
Estudantes Bolseiros Prazos de candidatura a bolsa: O SASNOVA (Serviços de Acção Social da NOVA) concede bolsas de estudo e auxílios de emergência (apoios sociais directos) a alunos do 1º e 2º Ciclos. As bolsas de estudo atribuídas pelos SASNOVA são pagas directamente pela DGES em data calendarizada.
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Acede aqui para todas as infos: https://sas.unl.pt/bolsas-de-estudo/candidaturas/
De 25 de junho a 30 de setembro 2021 para os estudantes Bolseiros ou não Bolseiros já inscritos no Ensino Superior. Para os estudantes candidatos ao Ensino Superior (1º Ano) pelo Regime Geral de Acesso: 1º Fase: 6 a 20 de agosto 2021 2.ª Fase: 27 de setembro a 8 outubro 2021 3.ª Fase: 21 a 25 de Outubro de 2021
NORMAS DE SEGURANÇA PARA O
"[...] face ao elevado grau de vacinação conseguido e no contexto do levantamento das medidas de combate à pandemia, impõe-se retomar o regime presencial na Universidade NOVA. Esta retoma deve ser efetiva, mas cautelosa, dado que a pandemia não se acha totalmente controlada [...]. Cabe a cada um [...] zelar pelo cumprimento destas regras, tomar uma atitude responsável face à vacinação, testar-se regularmente [...] e não frequentar a Universidade em caso de doença, seguindo as indicações específicas da DGS."
Despacho nº 161/2021 Novo Regresso à Atividade Presencial
Cuidados Individuais:
Utilizar a máscara de forma correta e obrigatória em locais fechados e junto a aglomerações exteriores Lavar as mãos frequentemente e desinfetar superfícies previamente utilizadas (ex.: secretárias e computadores) Manter a distância de segurança (2m) Evitar a partilha de objetos com os colegas Privilegiar as reuniões online, quer seja com colegas ou com docentes
Nos espaços da NOVA FCSH encontrarás sinalética a relembrar os cuidados a tomar, bem como dispensadores de gel, para higienizar as mãos com frequência.
Circulação na Faculdade:
A lotação das salas de% da aulalotação deverá,normal, por enquanto, manterse em 75 sendo adotadas localmente soluções turmas, de ensinoalternância em streaming, rotaçãoetc. de de horários,
A circulação nas escadas da Torre B está estipulada por setas (direita para subir e esquerda para descer)
Deve evitar-se a sobrelotação dosapenas corredores, se para a sala na horadirigindoda aula
Nas salas de aula, devem ocupar-se apenasparaosolugares assinalados efeito
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NORMAS DE SEGURANÇA PARA O
Atendimento: Os serviços nodaatendimento FCSH (Avenida de Berna e Colégio Almada Negreiros) retomaram a normalidade presencial Deve optar-se, sempree contactos: que possível, por contactar os serviços académicos por e-mail) ou telefone (horários https://www.fcsh.unl.pt/faculdade/contactos/ Como agir perante um caso suspeito?
Qualquer pessoa nas instalações da NOVA FCSH com sintomas suspeitos de deve contactar um dos pontos focais designados e deslocar-se para 1 COVID-19 a área de isolamento (Avenida de Berna - Bloco 1, gabinete 0.01 / Colégio Almada Negreiros - Sala 118) O ponto focal acompanhará a pessoa ao longo de todo o processo Recomendamos a consulta do plano de contingência, para se 2 subsequente. informarem dos detalhes relativos à avaliação e procedimentos correspondentes a cada situação específica
Não esquecerassistência que, caso odeve indivíduo suspeitoquede mantém ter contraído a doença esteja acompanhado, aantes pessoa que prestar certificar-se a distância de segurança e colocar, de iniciar o acompanhamento ou assistência, uma máscara cirúrgica, bem como higienizar as mãos e usar luvas descartáveis.
"Ficaremos igualmente atentos ao evoluir da situação sanitária, que a todos ainda preocupa, desde já, apelando à prudência e ao respeito pelas recomendações que nesse âmbito vão sendo difundidas pelas entidades competentes", pode ler-se num e-mail dirigido à comunidade estudantil. O Diretor da NOVA FCSH acrescenta que "serão asseguradas as condições necessárias ao bom funcionamento da Faculdade, atendendo nomeadamente às condições específicas que caracterizam os seus diferentes espaços, quer na Av. de Berna quer no Campus de Campolide." 18
Mantenham uma postura cautelosa para salvaguardar a saúde de todos Informações: E-mail da FCSH para a COVID-19: covid19@fcsh.unl.pt Telemóvel da FCSH para a COVID-19: +351 910 379 586 DGS: https://covid19.min-saude.pt/
Direção-Geral da Saúde (DGS) Página da DGS para COVID-19: https://covid19.min-saude.pt/
Serviço Nacional de Saúde (SNS) Website: https://www.sns.gov.pt/ Telefone (SNS24): 808 24 24 24
ESPAÇOS NA FCSH
Para Estudo
Biblioteca Mário Sottomayor Cardia (Torre B, Piso 1)
Segunda a Sexta, das 8h30h às 20h, e Sábados, das 9.30h às 13h bibliotecamsc@fcsh.unl.pt
Biblioteca Vitorino Magalhães Godinho (Ed. I&D, Piso 1)
Segunda a Sexta, das 10h30h às 18:30h bibliotecavmg@fcsh.unl.pt
Espaço Alun@s (Torre B, Piso 0) Horário a definir
Nas bibliotecas, é obrigatório o uso de máscara e pede-se que sejam evitados comportamentos de risco. A lotação da BMSC está limitada a 95 lugares e a da BVMG a 11 lugares, sujeitos a marcação. Para saberes mais sobre a requisição e devolução de livros, o acesso aos computadores e scanners e as regras sanitárias em vigor, visita o link: https://www.fcsh.unl.pt/faculdade/bibliotecas/norma s-temporarias/ O Espaço Alun@s estará em funcionamento a partir das 8h da manhã e o horário será interrompido apenas durante o período de almoço. Mais informações serão disponibilizadas brevemente.
Para Comer
Cantina da FCSH (Torre B, Piso 0)
Refeitório: almoço das 11h30h às 14h30h / jantar das 18h30h às 20h30h Bar: serviço contínuo das 7h30h às 20h Snack: almoço das 12h às 14h30h (encerrada ao fim de semana) a a conquist
Refeição social 2.75€
No snack, encontras outras opções para almoçar. Preço (só prato):
umda AEFCSH!
Com.Sabor
Segunda a Sexta, das 8h às 18h
No Com.Sabor podes encontrar hambúrgueres, comida tradicional, sopas, shoarma, kebab, pizzas e cafeteria.
Também há pequeno-almoço vegan! 1.50€
3.20€
No bar também há baguetes! 1.60€ Menu Pequeno-Almoço 1.30€
(servem-se refeições macrobióticas)
Disponíveis por todo o campus, encontrarás máquinas dispensadoras com opções saudáveis e snacks rápidos, bem como máquinas de café, se for disso que precisares :) Há, igualmente, microondas prontos a aquecer a tua comidinha nas Torre A e B (Átrio), na cantina e na AE. 19
ESPAÇOS NA FCSH
Edif. D
Torre A
Campus da Avenida de Berna
Campus de Campolide 20
Edif. C
ESPAÇOS NA FCSH
B201a Edif. Piso Sala
Sala interior
Torre A
Torre B
Piso -1 - Auditórios 001 e 002 Piso 0 - Salas de aula TA 02 a TA 05, ILNOVA, WCs Piso 1 - Salas de aula TA 102 a TA 105, WCs Piso 2 - Salas de aula TA 202 a TA 213, WCs Piso 3 - Salas de aula TA 302 a TA 313, WCs
Edif. C
Torre B
Piso 0 (Átrio) - Cantina/Bar, Espaço Alunos, Nova Cópia, Associação de Estudantes, WCs. Piso 1 - Biblioteca MSC, Auditório 1, Divisão Académica, Divisão de Apoio ao Aluno, Tesouraria Piso 2 - Salas de aula T1 a T8, WCs Piso 3 - Auditório 2, Salas de aula T9 a T16, Sala de Estudo, WCs Piso 4 - Salas de aula 406, 416 e 425, WCs Piso 5 - Auditório 3, Sala de aula 516, WCs Piso 6 - Salas de aula 604, 607, 609 e 612 Piso 7 - Direcção, Serviços de Apoio ao Ensino, Investigação e Gestão
Piso 0 - Salas de aula 0.02 a 0.12, Sala de Estudo, Anfiteatro Piso 1 - Salas de aula 1.05 a 1.15, Mapoteca
Edif. D
Piso 0 - Livraria Colibri, Sala de estudo/informática Piso 1 - Salas de aula B2 43, B2 82, B2 90, B2 96, B2 M e B2 N, Sala de Estudo
Esplanada io e difíc e a ad apa Em c um m s s n te ma piso o co d a h l es deta diferent se sala ços! espa
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MAIS INFOS DA FCSH
FCSH ID (numero de alun@) Ao te inscreveres na FCSH, irás receber o teu número de estudante, que será o teu principal meio de identificação e acesso aos vários serviços disponibilizados pela faculdade. e-mail institucional (a + número de aluno@campus.fcsh.unl.pt), acedido através do Gmail Google Drive (com armazenamento ilimitado!), Docs e outras Apps da Google Office 365 - acesso gratuito ao Microsoft Office para o ensino superior Inforestudante - a plataforma onde podes gerir todas as tuas informações, inscrições, pedir certidões, entre outros, ao longo do teu percurso académico Moodle – para acesso à plataforma de e-learning da Faculdade Wireless Eduroam - para acesso livre à Internet na FCSH e também noutras universidades download de artigos científicos - para download a partir de casa de artigos científicos de bases de dados subscritas pela NOVA Sistema de cópia/impressão/digitalização – para uso nos vários espaços disponíveis do campus
WiFi
A internet utilizada na FCSH é a eduroam, tal como em muitas outras universidades. Seja no computador ou no telemóvel, basta aceder com as tuas credenciais da FCSH ID (email institucional + password)
Cartão de Estudante O teu cartão de estudante da FCSH - que pode ter, se assim o quiseres, vertente bancária pelo Santander - pode ser carregado com o montante que desejares para fazeres fotocópias e digitalizações na NOVA Cópia e na Biblioteca. 22
BALCÃO DA AE
Segundas a Quintas 9h30h às 21h30h Sextas 12h às 15h
No balcão podes... Comprar folhas de teste (0.05€) Inscrever-te nas equipas desportivas Verificar o merchandise da AE Obter informações ...e muito mais!
Podes steamr-pnroes contac email pelo unl.pt ae@fcsfha.cebook! ou pelo
Fala connosco sempre que precisares de alguma coisa!
Cartão de Sócio AEFCSH 5€ renovável anualmente 10€ cartão + T-shirt + caderno + caneta Gratuito para bolseiros
VERIFICA TODAS AS VANTAGENS NA PÁGINA AO LADO!
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JÁ VERIFICASTE AS NOSSAS PARCERIAS
E VANTAGENS PARA OS SÓCIOS?
Consulta todos os detalhes no site da AE ou no balcão!
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FAQ'S
PERCURSO ACADÉMICO E ÉPOCA DE EXAMES
Bem-vind@ à FCSH!
Já tens, de certeza, uma ideia do que te espera, mas é natural que surjam dúvidas nos próximos tempos. Para que nada te surpreenda, elaborámos uma lista de perguntas frequentes e as respetivas respostas, muitas das quais foram testadas pela experiência... (Mas atenção! A COVID-19 pode fazer das suas e levar a alterações.)
Percurso Académico Todas as unidades curriculares funcionam em semestres alternados? Normalmente, as unidades curriculares abrem apenas num dos semestres.
Só me posso inscrever no máximo em 6 cadeiras por semestre a partir do 2° semestre do 2° ano? Ou não existe limite? A partir do 3
º
semestre, o limite da inscrição semestral é de 36 ECTS, que corresponde
geralmente a 6 unidades curriculares. Até lá o limite de inscrição é de 30 ECTS.
É possível mudar de curso dentro da FCSH durante o ano letivo? O que é o regime de mudança de par/instituição? Não, é geralmente necessário esperar que abra o concurso/regime de mudança de par/instituição. O regime
de
mudança
de
par/instituição
é
um
concurso que se realiza no final de cada ano letivo, com
vag
as
universitários
pré-definidas, que
para
pretendam
estudantes mudar
de
curso/instituição de ensino. Para mais informações consulta
o
site
da
DGES
(https://www.dges.gov.pt/pt/pagina/mudancade-par-instituicaocurso). Tem em atenção o prazo de submissão de candidaturas e os requerimentos específicos
do
curso/universidade
para
a
qual
pretendes mudar.
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FAQ'S
???
PERCURSO ACADÉMICO E ÉPOCA DE EXAMES
Existem unidades curriculares com precedência obrigatória? É necessário cumprir o plano de estudos recomendado para cada curso? Normalmente, as unidades curriculares (UC) não incluem requisitos prévios obrigatórios, mas depende da licenciatura e da UC em si, por isso convém pesquisares no guia de cursos da UNL (https://guia.unl.pt/pt/2020/fcsh) o programa de cada cadeira. Não é necessário obedecer a um plano, no entanto, se seguires o percurso aconselhado ser-te-á mais fácil acompanhares a matéria do curso.
Independentemente do número de cadeiras em que estou inscrito, posso-me inscrever em unidades curriculares isoladas, ou o limite das 6 disciplinas também influencia a inscrição nessas cadeiras? A inscrição em unidades curriculares isoladas só pode ser feita em disciplinas de opção livre. O custo é de 200
€
por disciplina + 35
€
de custo administrativo. (máx. 3 U.C. por
semestre). O total de ECTS inscritos na Licenciatura não interfere com o limite máx. de ECTS inscritos em unidades curriculares isoladas.
Posso realizar os 30 ECTS livres noutro curso da FCSH? Sim, podes até usar esses 30 créditos em 5 unidades curriculares de 5 cursos diferentes. No entanto, se realizares as 5 unidades curriculares livres no mesmo curso, obténs um Minor no mesmo
-
o
faculdade,
Minor
consiste
relativas
a
em
uma
5
unidades
dada
curriculares
licenciatura.
Se
as
(geralmente) concluíres,
pré-definidas adquires
pela
formação
adicional numa área distinta da tua, enriquecendo o teu currículo.
Como funcionam as cadeiras opcionais, condicionadas e livres? Ao
ingressares
selecionar opções
numa
da
FCSH,
poderás,
a
certo
ponto
do
teu
percurso,
cadeiras opcionais para o adaptar ainda mais ao teu interesse, quer sejam
condicionadas
qualquer
licenciatura
curso
da
(de
FCSH,
uma ou
lista
outra
pré-definida
instituição
da
própria NOVA).
do Tens
teu
curso)
também
a
ou
livres
hipótese
(de de
substituir uma das opções livres por um estágio ou voluntariado, ou mesmo uma língua no ILNOVA (Instituto de Línguas a operar no campus da FCSH). Atenção, porém, ao número de créditos que necessitas de cada tipo de cadeira para terminar a licenciatura, o que varia de curso para curso.
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FAQ'S
???
PERCURSO ACADÉMICO E ÉPOCA DE EXAMES
Época de Exames É necessária uma nota mínima para ir a exame de recurso a uma disciplina? Sim,
é
necessário
necessitas
de
ter
pelo
submeter
o
menos
devido
8
valores
na
requerimento
nota
para
final.
Se
realizares
tiveres o
8
exame
ou de
9
valores,
recurso
na
plataforma InforEstudante.
Se a nota no exame de melhoria for inferior à da avaliação final, a nota desce? Não,
conta
a
melhor
recurso/melhoria
nota.
substitui
Se
a
subires
100%
a
em
melhoria/recurso,
nota
anterior,
geralmente
independentemente
a
nota de
de
haver
ponderadores ou não. Se for inferior, manténs a nota anterior na integra.
Qual é a diferença entre recurso e melhoria? Intitula-se
de
recurso
o
exame
que
um
aluno
realiza
quando
chumbou
a
uma
unidade
curricular, sendo a nota da avaliação em recurso definitiva. Por outro lado, um aluno vai a melhoria quando necessita de subir a nota a uma unidade curricular à qual já foi aprovado (com a nota mínima de 9,5). Apesar das definições diferirem, o exame de recurso e melhoria é normalmente o mesmo, só variando a situação na qual o aluno o realiza.
Existe um limite de cadeiras a que se pode fazer recurso/melhoria? E se subir a nota em melhoria, são devolvidos os 15€ de inscrição nesse exame Não
existe
limite
de
unidades
curriculares
para
fazer
melhorias
ou
recursos,
nem
um
reembolso do pagamento de melhorias.
Existe o prazo de 1 ano para fazer melhoria a uma disciplina? Sim,
podes
curricular seguinte,
fazer
no no
melhoria
próprio
a
uma
semestre,
respectivo
ou
unidade no
ano
semestre.
No
entanto, só te podes inscrever uma vez em melhoria por cada Unidade Curricular.
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ILNOVA
Instituto de Línguas da Universidade Nova de Lisboa O ILNOVA dedica-se ao ensino de línguas estrangeiras, atuando como um centro oficial para vários exames acreditados internacionalmente. Os estudantes da FCSH podem, inclusive, optar por fazer um curso de língua semestral como cadeira livre de 6 ECTS! Se estiveres na FCSH (Campus da Av. de Berna), passa pelo Secretariado do ILNOVA na Torre A, R/C. Se não, liga, envia um e-mail, ou procura mais informações no site.
CALENDÁRIO LETIVO 2021-22 1º SEMESTRE PERÍODO DE INSCRIÇÕES ANULAÇÃO DAS INSCRIÇÕES AULAS FÉRIAS DE NATAL
até 1 de outubro de 2021 até 22 de outubro de 2021 de 11 de outubro a 12 de fevereiro de 2021 de 20 de dezembro a 3 de janeiro de 2021
2º SEMESTRE PERÍODO DE INSCRIÇÕES ANULAÇÃO DAS INSCRIÇÕES AULAS FÉRIAS DA PÁSCOA
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até 18 de fevereiro de 2022 até 12 de março de 2022 de 2 de março a 25 de junho de 2022 de 11 de abril a 18 de abril de 2022
CONTACTOS TELEF.: 217 908 382 (no horário de atendimento presencial) E-MAIL: ilnova@fcsh.unl.pt SITE: https://ilnova.fcsh.unl.pt/
Testemunhos ILNOVA, Estágio Curricular, Voluntariado Curricular
ILNOVA Ser capaz de entender e comunicar em mais do que uma língua é uma capacidade que nunca perde valor e nos abre para um novo mundo de conteúdos, relações e até entretenimento. Por exemplo, no meu primeiro ano da licenciatura, deparei-me com alguns desafios que não esperava, entre os quais a questão da inteligibilidade de certas obras e bibliografia, apenas disponíveis nos idiomas originais. Foi, então, por interesse académico mas também prazer pessoal, que decidi ingressar no ILNOVA e melhorar o meu nível de Francês (para começar). A experiência foi muito positiva, quer pelo ensino personalizado e a resposta eficaz face à pandemia, quer pelo apoio próximo dos docentes e a relação criada em turma. Escolhe uma das mil línguas que o ILNOVA te oferece e aventura-te, não te vais arrepender.
João Martins, 3º ano da Licenciatura em Ciência Política e Relações Internacionais
Estágio Curricular Iniciei o meu estágio curricular em Fevereiro de 2021, no segundo semestre do terceiro e último ano de licenciatura em Ciências da Comunicação. Apesar de o meu tempo no jornal Público ter sido de apenas quatro meses, ensinou-me muito e deu-me bases valiosas para o meu futuro no jornalismo e no mercado de trabalho. Comecei a enviar emails para vários órgãos de comunicação social. Obtive respostas de alguns, mas acabei por optar pelo Público, porque já tinha pedido ao NIPAA para me ajudar a entrar em contacto com o jornal e também porque o Público sempre foi, e continua a ser, a minha escolha número um de local de trabalho.
Após ter ido a uma entrevista, preenchi toda a documentação necessária, tarefa para qual tive sempre ajuda da faculdade, que se mostrou disponível para me ajudar constantemente. Também obtive o tão esperado "sim" da minha orientadora de estágio quando lhe perguntei se se queria juntar a mim nesta viagem que culminaria num Relatório final de Estágio que ela iria avaliar. No Público, estagiei na secção Online, onde tive oportunidade de fazer de tudo um pouco: desde cobrir a actualidade nacional e internacional da pandemia, até escrever reportagens e artigos dos quais me orgulho imenso, onde tive a oportunidade de explorar realmente os meus temas de interesse. Apesar de ter sido sempre em teletrabalho, tendo em conta que estávamos no segundo confinamento, senti-me muito bem integrada num ambiente de trabalho sério e digital, mas também divertido, em que os editores me davam temas e me incentivavam a ter ideias e a ser criativa. Aconselho todos a fazerem um estágio curricular durante a licenciatura, independentemente se estiverem em Ciências da Comunicação ou em História. Não só é o primeiro passo na entrada no mercado de trabalho, como é uma maneira de estabelecer contactos que nos podem recomendar a futuros locais de trabalho. Carolina Bento, 1º ano do Mestrado em Edição de Texto
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Testemunhos ILNOVA, Estágio Curricular, Voluntariado Curricular
Voluntariado Curricular O Voluntariado de Leitura, coordenado pela Prof. Drª Isabel Alçada, consiste em auxiliar, incentivar e fomentar o gosto e a criação de hábitos de leitura junto de crianças que frequentam o 1º ciclo do Ensino Básico. Três semanas após ter começado, foi necessário alterar e adaptar o projeto à realidade que em março deste ano fez mudar as nossas vidas (COVID-19). Deste modo, fiquei responsável pela Marta, uma menina de 9 anos, tímida e divertida. Ver a nossa relação a crescer, sessão após sessão, foi altamente gratificante. Terminada a tarefa principal - a leitura de um livro à escolha dela ou à minha, adequado à sua idade - eu e a Marta ficávamos a falar; perguntava-me que livros gostava de ler, se tinha irmãos, o que queria ser! Um dia, pegou no telemóvel e correu para o quarto para me mostrar o brinquedo que tinha trazido de Londres, e ficou imenso tempo a falar dele. Esta proximidade, esta confiança e carinho, será sempre, sempre, a melhor parte do voluntariado. Momentos como este foram recorrentes nas minhas primeiras três semanas de voluntariado presencial: uma menina pediu para lermos um livro que tinha os passos de diferentes danças, e melhor, para além de querer ler, queria que imitássemos também! Conclusão: lá estivemos as duas a dançar ballet passo a passo no meio da biblioteca da escola! Apesar do trabalho com as crianças ser o foco principal, o voluntário também tem aulas com a Professora Isabel Alçada, onde se reflete sobre a literacia, as políticas públicas de promoção de leitura e a aprendizagem da leitura. É sobre estes temas que o voluntário tem, ocasionalmente, de realizar uns pequenos trabalhos. No fim, é-lhe pedido um relatório sobre toda a atividade que desenvolveu, quer na parte teórica, quer na prática. Mas que os trabalhos não vos assustem! Vale a pena trocar uma cadeira por este voluntariado, onde vocês dão tanto, e recebem igual ou mais. Carolina Carreiro, 3º ano da Licenciatura em História
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DICAS DE ESTUDANTES PARA ESTUDANTES
Habitar a FCSH
Nas palavras de Terry Pratchett, “A sabedoria vem da experiência. A experiência é frequentemente resultado da falta de sabedoria.”. Neste sentido, os membros da equipa do NOVA em Folha têm o prazer de te apresentar os seus sábios conselhos universitários, para que a tua experiência na FCSH seja o mais suave possível. Aproveita!
O curso não se faz sozinho - arranja amigos e atividades na FCSH que tornem o teu dia a dia melhor. Começa a planear o teu percurso com antecedência! Os anos passam num instante e, mal dês por isso, é hora de estagiar ou de acabar as cadeiras de opção livre! Cuidado com as sobreposições de horário e atenção aos prazos! Nunca tenhas problemas em contactar os gabinetes e secretaria da FCSH, pois é sempre melhor falar com alguém do que ler um site. Participa em eventos e projetos da faculdade - há para todos os gostos e ficas a conhecer pessoas de outros cursos e anos. Estar numa nova cidade que, eventualmente, não conheces pode ser assustador… Não tenhas medo de pedir ajuda! A FCSH é a tua casa, mas não deixes de te aventurar, e não te limites à Avenida de Berna. Colabora e discute com os teus colegas - a faculdade é um sítio excelente para trocar ideias. Não coloques demasiadas expectativas sobre ti logo no 1º semestre - é uma fase nova, de adaptação. A forma de ensino é diferente e o nível de exigência muda. Está muita coisa a acontecer e o que interessa é tentares o teu melhor, mesmo que não corresponda sempre à nota elevada que querias ter. Ser gentil contigo é o primeiro passo para conseguires lidar com a pressão. Não te esqueças das moedas para o café. Certamente que ao longo da tua licenciatura terás que pedir uma quantidade absurda de fotocópias ou impressões. Isso poderá ficar bastante caro, mas lembra-te que a Nova Cópia te oferece um desconto em todos os seus serviços se fores sócio da AEFCSH! Aproveita para conviver e passar tempo com colegas e amigos, são esses os momentos de que te vais lembrar daqui a uns anos e não os dias que passaste em casa a estudar :) Cada pessoa tem o seu tempo e a sua forma de aprender. Não há forma correta de fazer uma licenciatura, por isso não aches que o teu caminho tem que ser igual ao de toda a gente. Constrói o caminho que quiseres! Subscreve a newsletter do NIPAA para te manteres informad@ sobre oportunidades de estágio e voluntariado, ofertas de emprego, sessões de esclarecimento, eventos e concursos, …
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2.
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DICAS DE ESTUDANTES PARA ESTUDANTES . . .
A faculdade tem imensas atividades/oportunidades para lá das aulas. Não tenhas medo de usar todas elas e aproveitares um espaço tão fértil como a FCSH. Se puderes, leva alguns apontamentos de outros colegas de outros anos para as aulas, como um guia que podes ir usando ao longo da aula para acompanhar a matéria de forma mais fácil. (Consulta o banco de apontamentos da AEFCSH e dos diversos núcleos) Se puderes, leva alguns apontamentos de outros colegas de outros anos para as aulas, como um guia que podes ir usando ao longo da aula para acompanhar a matéria de forma mais fácil. (Consulta o banco de apontamentos da AEFCSH e dos diversos núcleos) As melhorias e os exames de recurso não são um sinal de que falhaste, não tenhas medo dessas opções se sentires que nem sempre consegues compactuar com tudo. Mudanças são sempre complicadas, não te isoles e nunca penses duas vezes em contactar os serviços de psicologia da faculdade se precisares de algum conselho ou ombro amigo mais profissional - é para isso que eles servem e a senhora Olga é uma querida. Não te restrinjas demasiado ao teu curso - procura ver se cadeiras de outros cursos te interessam, multidisciplinaridade é ótimo e permite-te explorar novos conhecimentos e horizontes para além daquilo que é a tua zona de conforto. Aproveita, além da vida da FCSH, a rotina lisboeta e todas as oportunidades e portas que a cidade tem para te proporcionar! Se for complicado para ti estudar sozinho tenta fazê-lo com amigos para que se possam entreajudar e trocar apontamentos. Para além disso, tenta não deixar a matéria acumular toda até à frequência: é melhor se te mantiveres a par do que se está a passar nas aulas. Não tenhas medo de meter conversa com os teus novos colegas. Todos se sentem perdidos e sozinhos, não há melhor altura que esta para criar novas amizades. Por isso fala com os teus colegas nas aulas e vais ver que no fim do dia já criaste todo um novo grupo de amigos. Queres ficar a saber que textos, arte e novidades são inspirados pela eclética experiência de que disfrutam @s estudantes da FCSH? Além de ler as nossas edições mensais, ...
@umuniversitariotambemchora
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SUBSCREVE A NOSSA NEWSLETTER (envia-nos o teu e-mail por Direct ou Messenger)
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DICAS DE ESTUDANTES PARA ESTUDANTES . . .
VIDA UNIVERSITÁRIA UM ROTEIRO INDISPENSÁVEL PARA @ ESTUDANTE
PARA ESTUDAR Biblioteca Palácio Galveias
CUPAV
IST (Técnico) Jardim ou Biblioteca Gulbenkian Caleidoscópio
Hospital de Santa Maria Mosteiro dos Jerónimos
Museu da Presidência
Biblioteca dos Coruchéus
PARA VISITAR
Planetário
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DICAS DE ESTUDANTES PARA ESTUDANTES . . .
Igreja de S. Domingos LX Factory Torre de Belém
MAAT
Palácio da Pena Oceanário Castelo de S. Jorge Museu do Aljube
PARA PASSEAR
Monsanto 34
Elevador de S.ª Justa Jardim da Estrela
Alfama
Quinta das Conchas
EXPLORA E ADAPTA-TE! Intercâmbio Estudar e viver no estrangeiro ou noutra cidade é uma oportunidade única, potenciadora de aprendizagens e memórias que nunca irás esquecer. É, aliás, cada vez mais fácil enriquecer o currículo com o ingresso num programa de intercâmbio nacional, europeu ou mesmo intercontinental. A melhor estratégia é procurar com antecedência e tomar atenção a períodos de candidatura, requisitos e equivalências, bolsas, etc.. Não conseguimos listar de forma concisa todas as opções e procedimentos ao teu dispor, pois a NOVA tem centenas de protocolos com universidades de todo o mundo. Porém, sabemos quem te pode ajudar se sentires o bichinho da aventura! O site da faculdade é capaz de te esclarecer as primeiras dúvidas e facilitar-te a seleção de uma opção de intercâmbio (Erasmus+, Almeida Garrett e similares): 🌐 https://www.fcsh.unl.pt/internacional/mobilidade-outgoing/ Por outro lado, não te esqueças de verificar qual @ docente responsável pela mobilidade no departamento ao qual pertence o teu curso: 🌐 https://www.fcsh.unl.pt/internacional/coordenadores-de-mobilidade/ Para te informares melhor sobre programas de mobilidade, apoio aos estudantes e acordos Erasmus+, contacta o NEIMA - Núcleo de Estudante Internacional e Mobilidade Académica. ✉️apoio.mobilidade@fcsh.unl.pt //out.mobility@fcsh.unl.pt 📞 217 908 332 Para conheceres melhor parcerias internacionais, protocolos e oportunidades de financiamento de projetos internacionais, contacta o GAIRE - Gabinete de Apoio à Internacionalização e Relações Externas. ✉️international@fcsh.unl.pt 📞 217 908 300 (ext.: 31297) Se te restar qualquer dúvida ou hesitação, tens sempre a Associação de Estudantes da FCSH, cujo balcão e redes sociais estão sempre prontos para te receber!
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Emprego, Estágio e/ou Voluntariado O NIPAA - Núcleo de Integração Profissional e de Antigos Alunos - apoia estudantes e recém-diplomados e diplomadas na orientação e integração profissional. Entre os apoios prestados, listam-se a revisão do Curriculum Vitae e carta de motivação, a orientação e preparação de processos de recrutamento, a orientação e planeamento da carreira profissional, o aconselhamento e orientação vocacional, ações formativas relacionadas com empregabilidade e a divulgação de ofertas de estágios profissionais e de emprego. Tratam-se de serviços gratuitos, disponibilizados a todos os alunos e alumni da NOVA FCSH, a que se juntam uma Newsletter semanal com ofertas académicas e profissionais e uma plataforma dedicada ao emprego e formação (Jobteaser), além de várias sessões de esclarecimento fantásticas! ✉️nipaa@fcsh.unl.pt 📞 217 908 300 (ext.: 1564) 🌐 https://www.fcsh.unl.pt/alunos/integracao-profissional/
Saúde Mental e Inclusão
Queres ficar a saber que textos, arte e novidades são inspirados pela eclética experiência de que disfrutam @s estudantes da FCSH? Além de ler as nossas edições mensais, ...
A NOVA FCSH disponibiliza um Serviço de SUBSCREVE Psicologia, Inclusão e Igualdade (PsII+), A NOSSA contribuindo para o desenvolvimento integral e a construção progressiva da identidade pessoal e NEWSLETTER profissional d@s estudantes. É possível, durante (envia-nos o teu e-mail por todo o ano, contactar o PsII+, procurando apoio Direct ou Messenger) para a organização do tempo, o desenvolvimento de capacidades ou a melhoria do bem-estar. A análise de situações de natureza psicossocial, a orientação escolar e vocacional, o apoio em situações de crise ou a dinamização de grupos de aconselhamento e formação são também valências deste serviço. Os atendimentos realizados estão disponíveis gratuitamente para @s estudantes da NOVA FCSH, garantindo-se toda a confidencialidade dos processos. A marcação de atendimento pode ser realizada através da plataforma JobTeaser ou requerida através de e-mail (psii@fcsh.unl.pt), assim como o esclarecimento de dúvidas e pedidos de informações. 37
NÚCLEOS/GRUPOS
DE ESTUDANTES
Na FCSH, a sala de aula não é a única arena de aprendizagem e formação. Os núcleos e grupos de estudantes permitem-te enriquecer a tua expressão individual e aprofundar a tua experiência académica, com uma vasta oferta de eventos e atividades direcionadas para os estudantes. Contacta-os e envolve-te! CLei. - Clube de Leitura
clei.fcshunl@gmail.com https://www.facebook.com/CLeiClube-de-Leitura-NOVA-FCSH @clei.fcsh O CLei. é um núcleo da AEFCSH que pretende promover a partilha de experiências de leitura num ambiente descontraído e livre de preconceitos. É o grupo de estudantes mais recente na NOVA-FCSH e centra-se, como o nome explicita, na Literatura e no universo dos livros, procurando reunir pessoas interessadas nestes temas. Além de sessões de leitura e discussão, convidamos autores e promovemos um espaço de debate e reflexão sobre os vários tópicos que a Literatura fomenta.
Grupo Bíblico Universitário
https://gbu.pt/ gbu@gbu.pt https://www.facebook.com/gbulisboa @gbuportugal O Grupo Bíblico Universitário é uma associação cristã que tem como objetivo refletir, viver e comunicar a mensagem de Jesus Cristo no Ensino Superior em Portugal. Somos estudantes comprometidos como comunidade de discípulos, inspirados pelo Evangelho a influenciar a universidade, a Igreja e a sociedade para a glória de Cristo, transmitindo de forma relevante e contextualizada a mensagem bíblica no meio estudantil e socioprofissional. Com a aspiração de favorecer a emergência e amadurecimento de um pensamento bíblico aplicado ao mundo contemporâneo e assumir a sua difusão nos domínios da vida económica, social, política e do pensamento em geral, promovemos a formação integral dos estudantes, complementando a vida académica com formação cívica, social e espiritual. Como expressão de uma prática cristã coerente, participamos em programas e ações relacionados com problemáticas da juventude, promovendo o voluntariado, a solidariedade, a ação cívica, a análise crítica e a formação de liderança juvenil, bem como a integração socioprofissional dos finalistas e recém graduados, em cooperação com entidades públicas ou privadas. O GBU é um espaço de encontro, amizade, formação e mútuo encorajamento entre estudantes, entre graduados, e entre ambos. Vem conhecer-nos!
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NOVA Debate
https://linktr.ee/Nova_Debate_FCSH nova.debate@unl.pt https://www.facebook.com/ novadebateFCSH @nova.debate.fcsh A Sociedade de Debate da Universidade NOVA de Lisboa está a recrutar pessoas para abrir um núcleo na Faculdade de Ciências Sociais e Humanas. O objetivo é fomentar o debate competitivo, bem como a troca de ideias entre estudantes e docentes. O núcleo pretende organizar eventos de debate competitivo, mesas redondas e palestras, bem como colaborar com os restantes núcleos da faculdades para facilitar o debate interdisciplinar.
Grupo de Teatro da Nova
gtn@fcsh.unl.pt https://www.facebook.com/ GtnGrupoDeTeatroDaNova @gtn.nova o GTN é um espaço de criação, experimentação e liberdade. Os ateliers de formação, as acções de animação, as performances, a encenação de espetáculos e a colaboração com profissionais de teatro e de outras áreas, pretendem proporcionar aos membros do grupo o contacto com várias tendências teatrais e uma experiência o mais diversificada possível. O GTN nunca cessa de estimular e apoiar a realização de projectos da autoria de membros do grupo, bem como a criação colectiva, e está sempre aberto a propostas, colaborações e novos projectos. Curioso? Entra em contacto!
Núcleo de Estudantes de Arqueologia
narq@fcsh.unl.pt https://www.facebook.com/ narqnovafcsh @narq.fcsh O NARQ tem como objetivo proporcionar momentos complementares à formação em Arqueologia de acordo com os interesses dos respetivos membros, promovendo uma visão holística da disciplina que se apresente como uma mais-valia no mercado de trabalho. Em conformidade com tal, é também fomentado o contacto entre os estudantes dos diversos ciclos de estudos que frequentam/tenham frequentado o curso de Arqueologia na NOVA-FCSH, e com investigadores da área e de outras ciências auxiliares. Junta-te a nós!
Núcleo de História
n.hist.fcsh@gmail.com nhist@fcsh.unl.pt https://www.facebook.com/NHIST-N @n.hist.fcsh O N.HIST é um núcleo que procura promover o interesse e o envolvimento da comunidade estudantil nas questões relacionadas com a História. Para tal, dinamiza conversas informais, concursos, quizzes, momentos de partilha de testemunhos, entre outros eventos, sem esquecer a ligação à comunidade académica nacional. Vem fazer história connosco!
Núcleo de Alun@s de Sociologia
nasnova@fcsh.unl.pt http://www.facebook.com/nesfcsh @nesfcsh Somos um grupo formado por (e para) alun@s de Sociologia. Temos como principal objectivo facilitar a comunicação entre alun@s e professores, bem como estabelecer pontes entre o nosso curso e a restante comunidade académica. Desta iniciativa nascerão uma série de propostas que pretendem mostrar não só a importância da Sociologia, como também o que de melhor se faz neste campo das Ciências Sociais. Visita as nossas redes sociais! Esperamos por ti!
Núcleo de Estudos Africanos e Lusófonos
neal@fcsh.unl.pt https://www.facebook.com/ nealnovafcsh Com o objectivo de promover atividades relativas a África e aos Países de Língua Portuguesa no seio da NOVA FCSH, o Núcleo de Afrodescendentes propõe-se consciencializar a comunidade académica da importância da questão dos Afrodescendentes e o seu papel crescente no contexto da Lusofonia. O núcleo integra alunos de diversos cursos do universo NOVA, bem como de outras instituições académicas, promovendo sinergias e uma vasta cooperação com outros núcleos de carácter semelhante e diversas associações de estudantes da CPLP. Junta-te e participa!
Núcleo de Alunos de Línguas, Literaturas e Tradução
nallt@fcsh.unl.pt https://www.facebook.com/nalltfcsh/ @nallt_fcsh O Núcleo de Alunos de Línguas, Literaturas e Tradução da FCSH-UNL é composto principalmente por alunos dos cursos de Línguas, Literaturas e Culturas, Tradução, Estudos Portugueses e Ciências da Linguagem. Contudo, abre-se também à participação de todos os interessados da mesma faculdade, e visa promover diferentes línguas, culturas e literaturas em todas as suas vertentes dentro e fora do meio universitário.
Núcleo de Estudantes de Ciências Musicais
necm@fcsh.unl.pt ccesem@fcsh.unl.pt https://www.facebook.com/ necienciasmusicais https://www.facebook.com/ cysmus.cesem O NECM é um projecto colectivo e inclusivo, dos estudantes para os estudantes, que promove sessões de debate, contacto com investigadores e professores, palestras, concertos, tertúlias, sessões interactivas e outras iniciativas abertas à comunidade estudantil, num espaço totalmente aberto à participação de todos. São frequentes as parcerias com o CysMus - Núcleo de Estudos em Música e Cibercultura -, que reúne investigadores e colaboradores de diferentes graus e áreas de especialização no âmbito da investigação musicológica no campo da cibercultura, média, audiovisuais e internet. Vem saber mais e envolve-te!
Núcleo de Estudantes Católicos
nucleocatolico.fcsh.unl@gmail.com https://www.facebook.com/necfcsh @nec.fcsh Com uma forte ligação à Pastoral Universitária da Diocese de Lisboa, o NEC tem como objetivo criar um grupo coeso de jovens universitários orientados para os valores da partilha e para o espírito de missão. Para viver Deus no dia-a-dia, o NEC promove momentos de oração (terços, noites de oração e missas), de partilha e de discussão sobre vários temas, contribuindo para o desenvolvimento pessoal de todos os seus membros. A par destas atividades, surgem momentos de animação e de ação social, com destaque para os projetos “Missão País” e para o campo de férias solidário “Cetáceos”, criado em 2017 por membros do NEC. O ano letivo termina com uma tradicional peregrinação, que junta todos os membros da nossa comunidade. Através destas vivências, pretende-se que Deus chegue não só aos estudantes católicos, mas também a todos os alunos da NOVA-FCSH!
Núcleo de Estudantes de Ciências da Comunicação
neccom@fcsh.unl.pt https://www.facebook.com/ neccomnovafcsh @neccomnovafcsh O NECCOM é uma associação composta e dirigida por alunos do departamento de Ciências da Comunicação da NOVA FCSH que se compromete a levar o espírito crítico para fora das salas de aula, criando um espaço de discussão livre e aberto às preocupações e interesses dos estudantes. O núcleo pretende complementar a componente letiva e reforçar as competências práticas dos estudantes, instigando a proatividade, o dinamismo e o empreendedorismo, fomentando o contacto com profissionais das áreas abrangidas pelas Ciências da Comunicação, aproximando a instituição e os alunos do mercado de trabalho e promovendo a interação e cooperação entre cursos e outras associações. Estamos à tua espera!
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Núcleo de Estudos de Ciência Política e Relações Internacionais
https://mundoacaneta.blogspot.com/ necpri@fcsh.unl.pt @necpri https://www.facebook.com/necpri/ @necprifcsh linkedin.com/in/necpri-fcsh-nova O NECPRI é formado por alunos do Departamento de Estudos Políticos e dedica-se à reflexão e debate de assuntos relacionados com a Ciência Política e as Relações Internacionais, abordando-os de forma dinâmica e com menor formalidade. Com o intuito de complementar o curso, essencialmente teórico, proporcionando uma vertente mais prática, organizamos tertúlias, debates, simulações, conferências e outros eventos especiais, onde todos são bem-vindos e podem participar. As primeiras atividades incluem uma Conferência sobre as Autárquicas, uma Simulação do Conselho da União Europeia e uma Formação de Comunicação Política e Opinião Pública. Procura-nos nas redes sociais – Facebook, Instagram, Twitter, LinkedIn – e segue-nos para ficares a par dos eventos e de todas as atividades e novidades do Núcleo. Contamos contigo e esperamos ver-te muito em breve! Outra forma de participares será, por exemplo, manifestares a tua visão sobre o que nos rodeia enviando os teus artigos de opinião para o blog Mundo a Caneta (através do e-mail mundoacaneta.necpri@gmail.com).
Núcleo de Estudantes de Geografia
neg.fcsh@gmail.com https://www.facebook.com/negfcsh linkedin.com/company/14045812 @neg.fcsh Nascido em 2018, o NEG foi criado com o propósito de dar voz e criar oportunidades para os alunos de Geografia e Planeamento Regional da FCSH, compondo-se de estudantes deste departamento e inserido-se na estrutura da Associação de Estudantes. Visa promover a Geografia e o Planeamento Regional, dentro e fora do meio universitário, de forma a interligar os alunos e expandir as bases desta ciência social e humana no quotidiano dos seus membros, apoiando-se numa comunidade de voluntários que tudo fazem acontecer, desde conferências, debates, cursos e seminários, a saídas de campo e outras atividades científicas e pedagógicas de interesse. O núcleo tem parcerias informais com a AIESEC in LisboaNova, HeForShe UNL, Esri Portugal, Junta de Freguesia das Avenidas Novas, OceanHope, entre outras. Queres conhecer mais sobre nós? Ou quem sabe, fazer parte da nossa equipa de trabalho? Contacta-nos!
Real Tuna Académica NeOlisipo
Estás com dificuldades ou grupo hesitante em escolher um ntes! ou núcleo? Não te apoque por ad@ Sozinh@ ou acompanh uns, colegas com interesses com SH FC dirige-te ao balcão da AE idas. e coloca todas as tuas dúv O mesmo se aplica às modalidades desportivas!
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tunolisipo@fcsh.unl.pt https://www.facebook.com/RTANeolisipo @neolisipo 2/10 - “Demasiada música para o(s) meu(s) ouvido(s)" - Jorge Martins, antigo aluno de Ciências Musicais. 10/10 - “Invadiria outra vez" - Martim Pereira, aluno de Antropologia no ISCSP. 10/10 – “Aprendi a tocar umas músicas fixes e a distinguir criaturas míticas” – Inês Leal, 3º ano de História. 9/10 – “Ainda não atingimos o recorde de expulsões em locais públicos” – Luana, 3º ano de CC. 4/10 – “Havia pouca coisa para fazer! Entre fazer pandeireta, estandarte, tratar dos emblemas e arranjar instrumentos não me consegui decidir por uma coisa" - Diana Varela Santos, agora aluna de Relações Internacionais no ISCSP. 10/10 – “Têm um adufe e tocam músicas do Zeca." - Ana Raquel Ferraz, 4º ano de Línguas, Literaturas e Culturas. 10/9 - “Espera, não, esquece..., sou disléxico,... aliás, nervoso"Francisco Mendes, 2º ano de Arqueologia. 9/10 – “Foi aqui que descobri que não consigo andar e beber ao mesmo tempo" - Catarina Gato, 3º ano de CC. 5/10 - “Já participo há algum tempo e nunca parece suficiente. Há sempre mais eventos a preparar, músicas a ensaiar; noites de copos pelo meio... saudades"- Mariana, 3º ano de CC. 10/10 – “Finalmente um lugar em que se pode soltar a voz e bater os pés ao mesmo tempo que se ingere álcool e se fazem amizades.” Chandra Brandão, 2º ano de CPRI. Para mais informações, é favor contactar os (ir)responsáveis através do e-mail e/ou redes sociais.
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ENTREVISTAS DESPORTIVAS TESTEMUNHOS DO MUNDO DA BOLA E DAS REDES
Voleibol
Catarina Pereira treinadora
1. Faça uma pequena apresentação pessoal. O meu nome é Catarina Pereira, tenho 28 anos e estudei Engenharia Geológica na FCT-NOVA. A nível associativo, ao longo dos anos fui Coordenadora Desportiva de 9 modalidades e Vice-Presidente da Associação Desportiva do Ensino Superior de Lisboa. Sou atualmente Vice-Presidente do Clube Lobatos Volley. Sou também Treinadora da Modalidade de Voleibol de Grau II e ainda Árbitra de Voleibol. 2. Há quanto tempo está envolvida no mundo do voleibol? Estou ligada à modalidade de Voleibol há 18 anos, mas exerço funções de treinadora há cerca de 5. Nesse processo, fui campeã regional em 2018 nos escalões de formação, e ainda campeã universitária em 2021. Conquistei o apuramento para fases finais e nacionais em todos os anos, nomeadamente com as equipas universitárias da AEISEG, AEFCT e NOVA-SBE. Enquanto atleta, conquistei 2 títulos de Campeã Nacional e consequente subidas de divisão até ao patamar máximo, a 1ª Divisão Nacional. 3. Que diferenças nota entre treinar a equipa da AEFCSH e outras equipas de voleibol? A grande diferença parte dum maior princípio, que deveria estar enraizado – o conhecimento desportivo por parte do Clube onde a modalidade está inserida. Há muito pouco conhecimento e iniciativa interna e isso leva a que a cultura desportiva não se desenvolva no seio da faculdade e para com a equipa. Esta problemática tentou ser resolvida através de algumas iniciativas próprias, as quais coordeno, associadas a um projeto próprio e apresentado ao Clube, e que está a ser ensinado e delegado a atletas no sentido de o seguirem em continuidade. O Clube acaba assim por estar como auxílio – embora tenha contribuido no que pedimos - e não como fonte de dinamismo. A iniciativa e grande parte do trabalho vem de forma própria, o que não acontece na globalidade dos outros clubes. O trabalho é 300% maior que em qualquer outra equipa desportiva, para que seja possível construir e fazer crescer a equipa. Grande parte dos pedidos para haver um projeto consolidado partem do treinador - as próprias reuniões partem por iniciativa do mesmo, e não do Clube, o que não acontece noutras equipas. A segunda diferença é consequência da primeira, e por isso a mesma deveria ser explicada. Não havendo uma cultura ou dinâmicas desportivas integrais na faculdade, perdem-se todos os anos potenciais atletas. Não havendo iniciativa para arranjar estratégias ou reunir com o corpo técnico, perdem-se possibilidades de fomentar e dinamizar as equipas desportivas de forma assídua e estratégica. A maior parte das atletas que integram a equipa acabam por ser estudantes que nunca jogaram voleibol, ou que jogaram num nível muito inicial e por isso o enquadramento tem de ser feito com base no contexto que temos – ensinar a jogar voleibol do zero, ou maioritariamente desconstruir o voleibol e inserir o grupo que tem um contexto menos competitivo, embora estejamos numa competição, e fomentar e ensinar os valores essenciais de trabalhar em grupo e estar em equipa.
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4. Quais foram as maiores dificuldades na adaptação dos treinos ao contexto pandémico? A maior dificuldade foi sem dúvida reinventar e arranjar estratégias sem saber até quando. Foram duas paragens grandes, em tempos diferentes, que fizeram parar duas épocas desportivas. Se virmos que umas licenciaturas são de 3 anos, há atletas que, em 2 desses 3 anos na faculdade, não conseguiram competir, nem ter uma época “normal”. Portanto, é importante tentar aproximar da melhor forma, de outras formas, o que estar na equipa de voleibol da AEFCSH tem de melhor – o espírito e a família. A grande dificuldade foi sempre reinventar estratégias, e não conseguir dar respostas. No entanto, foi uma consequência que fez com que fosse possível trabalhar outras componentes, num grupo onde cerca de 70% das atletas eram novas na equipa e onde terminaram a época com um bom sentimento. 5. Que importância dá à prática desportiva no Ensino Superior? A prática desportiva no Ensino Superior tem uma importância muito grande. É importante começarmos a olhar para o Ensino Superior e torná-lo cada vez mais próximo da componente desportiva, através de bolsas desportivas. É uma problemática que vem da base – o Desporto Escolar, do qual o Desporto Universitário é a continuidade -, e que ainda estamos longe de conseguir mudar. No entanto, é importantíssimo que cada Universidade e as suas Unidades Orgânicas reúnam estratégias para que nos seus polos criem uma cultura desportiva única, que se distinga, e que dê a possibilidade da prática desportiva na conciliação com a vida académica. O Desporto forma pessoas, futuros profissionais, futuros pais, forma carácteres, espíritos de liderança e de trabalho em equipa. E não há nenhuma cadeira a valer 6 UCTs que consiga traduzir esses ensinamentos.
Maria Martins jogadora
1. Faz uma pequena apresentação pessoal. Chamo-me Maria Martins, tenho 20 anos e nasci em Lisboa. Apesar de ser 100% portuguesa, a minha família e eu emigrámos para a Bélgica (Bruxelas) quando eu tinha 1 ano. Após concluir o secundário lá, tinha curiosidade em saber como é que era viver em Portugal e foi por esse motivo que escolhi a NOVA FCSH. Hoje, sou finalista do curso de Ciências da Comunicação. 2. Já praticavas desporto antes de ingressares no Ensino Superior? Sim! O desporto sempre fez parte da minha vida. Não me lembro de um ano em que não tenha praticado, pelo menos, um desporto: já pratiquei ténis, futebol, ginástica, dança, patinagem artística no gelo, voleibol, entre outros… 3. Há quanto tempo estás na equipa de voleibol da AEFCSH? Já estou há 2 anos na equipa de voleibol da AEFCSH. Entrei na equipa no início do meu ano de caloira e pretendo ficar até ao fim. Ausentei-me este semestre por estar a fazer Erasmus em Madrid, mas em fevereiro tenciono voltar a treinar e a competir com elas.
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4. Tendo em conta a tua experiência pessoal, que importância dás à prática desportiva no Ensino Superior? Há muita gente que abandona a prática desportiva quando ingressa no Ensino Superior. Acredito que a principal razão seja o receio de ter pouco tempo. Para mim, nunca foi difícil conciliar pois são apenas 3h na semana. Sei que requer esforço, mas se formos pessoas organizadas, é possível gerirmos o nosso tempo e fazermos coisas que realmente gostamos. Quem me conhece sabe que eu digo muitas vezes: "Nós conseguimos fazer TUDO. É tudo uma questão de organização". Falando do voleibol em concreto, para
mim é uma motivação. Eu chegava a casa e despachava o estudo num curto espaço de tempo. Inclusive, ajudava-me na concentração pois não havia margem para distrações. A prática desportiva no Ensino Superior é importante a nível físico, como todos nós sabemos, mas sobretudo a nível mental. Permite fazer novas amizades, permite que nos divirtamos, permite que esvaziemos a cabeça de eventuais problemas pessoais. Eu chegava a casa exausta, mas sempre feliz! 5. Tens algum momento particular que experienciaste na equipa de voleibol da AE que queiras partilhar? Com o covid, a nossa treinadora Catarina Pereira foi incansável e não baixou os braços. Optou por fazer reuniões nos mesmos horários de treino para mantermos as nossas rotinas (na altura, terças e sextas às 19h). Na primeira quarentena enviava-nos planos de treino e fazíamos competições. Na segunda quarentena, fazíamos chamadas em que fazíamos atividades dinâmicas para integrar as caloiras que pouco ou nada tinham treinado. Foi bom para que nos pudéssemos conhecer todas e senti que ficámos uma equipa muito mais unida.
Futebol
Tiago Fonseca treinador
1. Faça uma pequena apresentação pessoal. Tiago Miguel da Fonseca, sou de Lisboa, fui aluno da FCSH, onde tirei a licenciatura em História e depois mestrado em Práticas Culturais. A minha ligação à equipa de futebol da faculdade vem desde os meus tempos de aluno e prolongou-se, com algumas interrupções, até hoje. 2. Há quanto tempo está envolvido no mundo do futebol? A minha ligação ao futebol vem desde tenra idade, comecei a praticar futebol desde os sub-13. Não vou falar de clubes para não ferir suscetibilidades clubísticas, até porque o meu percurso não correspondeu às minhas preferências. Depois, nos sub-17, deixei o futebol, pois era incompatível com o local onde vivia e estudava, e experimentei outros desportos até entrar para a faculdade. Voltei ao futebol quando ingressei na faculdade, na altura com os campeonatos universitários muito longe do que são hoje, mas, foi uma forma de voltar ao contacto com o treino e com o jogo. 3. Que diferença nota entre treinar a equipa da AEFCSH e outras equipas de futebol? A maior dificuldade de treinar uma equipa universitária, prende-se com a adesão e compromisso dos atletas para com a equipa e também a falta de recursos (humanos e materiais). O desporto universitário, e neste caso o futebol, é uma escola e um grande desafio para qualquer treinador, pois a capacidade de lidar com o imprevisto, de ter de conjugar jogadores com diferentes níveis de percepção do jogo, obriga a um grande jogo de cintura e acima de tudo a uma grande criatividade para que o treino/jogo seja desafiante para quem tem conhecimento técnico/táctico e não seja demasiado complexo para quem não tem essas bases.
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4. Que importância dá à prática desportiva no Ensino Superior? Eu acho que a prática desportiva no Ensino Superior é fundamental. Além dos óbvios benefícios para a saúde, com a manutenção da forma física e da saúde mental, ajuda na integração dos alunos. Eu, nestes anos que fui treinador da equipa de futebol, tive atletas que apenas iam treinar para "aliviar" e "libertar" o stress das aulas e dos exames. É pena que o desporto universitário não seja promovido e encorajado, e que não se criem condições para que possa funcionar de forma mais profissional como acontece noutros países. Apesar de ser uma competência das AE's, tem de existir um acompanhamento mais próximo das próprias universidades, pois ao promovermos o desporto e outros hábitos saudáveis, estaremos certamente a contribuir para uma maior taxa de sucesso dos alunos.
André Porfírio jogador
1. Faz uma pequena apresentação pessoal. Olá! Sou o André Porfírio, capitão da equipa de futebol de AEFCSH e membro pertencente do Núcleo de Estudantes de Geografia, representando o cargo de Vice-Presidente. Tenho 20 anos e estou no último ano de licenciatura em Geografia e Planeamento Regional. 2. Já praticavas desporto antes de ingressares no Ensino Superior? Sim, desde os 5 anos que jogo futebol federado. Jogo a defesa central, apesar de já ter jogado em outras posições e poder jogar, atualmente, em qualquer posição da defesa, inclusive a lateral. 3. Há quanto tempo estás na equipa de futebol da AEFCSH? Jogo na equipa de futebol da AEFCSH desde o ano letivo 2018/2019, portanto, 3 anos. 4. Tendo em conta a tua experiência pessoal, que importância dás à prática desportiva no Ensino Superior? Tendo em conta a minha experiência pessoal, é fundamental a prática desportiva enquanto se frequenta o Ensino Superior. Na minha opinião, é um escape aos "stresses" das avaliações de cariz académico da faculdade e ajuda, igualmente, a atingir o sucesso na mesma. 5. Tens algum momento particular que experienciaste na equipa de futebol da AE que queiras partilhar? Os momentos foram todos incríveis e únicos, mas diria que um dos momentos especiais que passei com a equipa foi na vitória contra a FLUL, pois, para além do resultado, o bom ambiente imperou no balneário.
Ivo Teixeira jogador
1. Faz uma pequena apresentação pessoal. Chamo-me Ivo, tenho 24 anos e sou estudante de mestrado em Gestão e Curadoria da Informação. Sou natural da ilha de São Jorge dos Açores, e Lisboa é a minha “segunda casa” há cerca de 6 anos.
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2. Já praticavas desporto antes de ingressares no Ensino Superior? Sim. Desde muito novo que tenho a paixão pelo desporto, tendo participado em várias competições de atletismo pela minha escola, nomeadamente corta-mato e salto em altura. Aproveitando o treino que tive
no salto em altura e um pouco por influência do meu pai (por ser treinador da modalidade), fui atleta de voleibol dos 13 aos 17 anos, tendo sido vice-campeão dos Açores por duas vezes. Por fim, o futebol foi a modalidade que me acompanhou desde os 7 anos de idade até hoje, tendo sido para mim um dos maiores fatores de desenvolvimento pessoal e rigor para comigo próprio. 3. Há quanto tempo estás na equipa de futebol da AEFCSH? Estou na equipa há cerca de 5 anos. 4. Tendo em conta a tua experiência pessoal, que importância dás à prática desportiva no Ensino Superior? Penso que a prática desportiva é, com certeza, benéfica para qualquer um no Ensino Superior. É algo de que sou bastante apologista e por duas grandes razões. A primeira tem a ver com as ligações que são criadas com outros colegas e pela prática do desporto em si. A segunda é pelo forte benefício que tem para a saúde mental. Digo isto porque é no desporto que encontro uma escapatória ao stress dos estudos e, também, porque me faz sentir bem comigo próprio. Para mim, é simplesmente satisfatório chegar a casa depois de um treino e sentir-me cansado, mas relaxado e motivado para o dia seguinte. 5. Tens algum momento particular que experienciaste na equipa de futebol da AE que queiras partilhar? Não tenho um, mas vários momentos. Levo comigo todos os bons e maus momentos que passei nos treinos, jogos, pós-jogos e, principalmente, guardo com muito carinho a amizade de todos aqueles que jogaram ao meu lado e que, tanto nas vitórias como nas derrotas, me faziam lembrar que o mais importante era fazer aquilo que mais gosto, divertir-me a jogar futebol. O desporto é isto. O desporto é lindo e recomendo.
Futsal
Carlos Felício treinador
1. Faça uma pequena apresentação pessoal. Sou Carlos Felício, tenho 28 anos e trabalho como assistente no apoio directo ao departamento de marketing e de sócios de um clube de futebol profissional. Sou o treinador de futsal da AEFCSH. Fiz um percurso no federado, escolar e universitário, onde em diversas ocasiões fui acumulando, em simultâneo, a vertente de jogador com a de treinador de camadas jovens. 2. Há quanto tempo está envolvido no mundo do futsal? Desde os 6 anos, pois sempre joguei futsal em torneios de verão e no desporto escolar. Oficialmente, só desde a época 2010/11, pois até aí jogava futebol de 7 e de 11. Como treinador, tive a minha primeira experiência em 2010, no futebol de 7. Em 2011/12 integrei uma equipa técnica onde desempenhei as funções de treinador adjunto e de guarda-redes, sendo que em 2017 dediquei-me totalmente à vertente de treinador principal. Fiz um percurso sempre no desporto amador, distrital, regional e mais tarde
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universitário, mas ainda tive a felicidade de disputar algumas competições nacionais, representando a selecção distrital de Portalegre. No fundo, o futsal esteve sempre presente na minha vida. 3. Que diferenças nota entre treinar a equipa da AEFCSH e outras equipas de futsal? As diferenças são essencialmente no contexto, visto que é diferente treinar equipas Universitárias e equipas Federadas, tanto ao nível de organização, como de dinâmicas e mesmo em relação ao quadro competitivo. O plantel é construído de forma "aleatória", numa fase inicial, pois dependemos sempre dos jogadores que ingressam na faculdade num determinado ano, só mais tarde acontece a selecção dos jogadores que ficam no plantel, ao invés do que acontece no desporto federado, onde os treinadores escolhem os seus plantéis.
As dinâmicas também são totalmente diferentes visto que a compreensão do treinador e dos responsáveis deve ser outra, pois os jogadores não auferem de uma recompensa monetária para praticar o desporto, ao contrário do que acontece no federado. Relativamente ao quadro competitivo também se verificam diferenças. Jogos durante a semana, calendário muito leve até dezembro e muito apertado de março a maio. São dinâmicas totalmente diferentes, mas para as quais temos que estar mentalmente e fisicamente preparados. Falando da equipa em si, é especial treinar a AEFCSH, especialmente depois de ter sido aluno, jogador e capitão das duas equipas (futsal e futebol). Ainda que não exista uma grande tradição a nível desportivo, temos melhorado de ano para ano, tentando sempre superar o desempenho anterior, tornando a equipa cada vez mais competitiva e criando essa dimensão que nos levará à glória num futuro próximo, não tenho dúvidas disso! 4. Que importância dá à prática desportiva no Ensino Superior? A prática desportiva apresenta-se como algo muito importante para o estudante universitário, sendo que a concepção do atleta universitário pode variar em diferentes perspectivas: temos o atleta que olha para o desporto universitário como uma forma de prosseguir o seu percurso desportivo no futsal, tendo assim a hipótese de se manter activo, disputando um campeonato que é competitivo por natureza; temos o atleta universitário que procura o futsal como alternativa ao stress, procurando nesta actividade um período de tranquilidade no seu dia; e por fim, o atleta que vê no desporto universitário uma forma de conhecer pessoas, fazer amigos, desenvolver relações interpessoais e entrar no espírito de grupo. Resumindo, considero importante, pois em todas estas vertentes o estudante-atleta consegue, de uma forma ou de outra, tirar proveito da actividade.
João Marques jogador
1. Faz uma pequena apresentação pessoal. Chamo-me João Marques, sou dos Açores, natural da ilha Terceira, e acabei este ano a minha licenciatura em Ciências da Comunicação. 2. Já praticavas desporto antes de ingressares no Ensino Superior? Antes de ingressar no Ensino Superior já praticava desporto. Desde os nove anos de idade que pratico futsal, e até aos dias de hoje nunca parei.
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3. Há quanto tempo estás na equipa de futsal da AEFCSH? Entrei para a equipa de futsal da FCSH logo no meu primeiro ano de faculdade. Desde então, nunca deixei a equipa, e fiz parte da mesma ao longo dos três anos de licenciatura. 4. Tendo em conta a tua experiência pessoal, que importância dás à prática desportiva no Ensino Superior? A prática de desporto no Ensino Superior, e não só, é fundamental. Não só na componente da saúde física, mas também no bem-estar psicológico. Lembro-me quando estava mais atarefado e ansioso com questões da faculdade. Parecia que era o fim do mundo, mas mal pisava o campo e a bola, juntamente com a equipa, tudo o resto desaparecia. Éramos somente nós e a bola. Percebi logo desde o primeiro treino que aquele ambiente iria ser uma mais valia nos três anos que se aproximavam. Além disso tudo, a equipa deu-me a conhecer muita gente de vários cursos da faculdade, o que é sempre incrível para uma pessoa que vem de longe. 5. Tens algum momento particular que experienciaste na equipa de futsal da AE que queiras partilhar? Todos os momentos na equipa são especiais, desde os treinos aos jogos, desde as vitórias às derrotas. Acima de tudo valorizei imenso o companheirismo, a lealdade, e a felicidade e orgulho que cada atleta tinha ao vestir a camisola da AEFCSH.
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AGENDA CULTURAL: OUTUBRO Ana Catarina Tiago e Mafalda Carvalhal Teatro
Silêncio, Cédric Orain e Guilherme Gomes - Teatro Nacional Dona Maria II 29 de setembro a 10 de outubro Quarta a domingo às 19h30 De 29 de setembro a 10 de outubro, Guilherme Gomes e Cédric Orain trazem ao Teatro Nacional Dona Maria II o seu mais recente projeto. Silêncio ampara-se fortemente nas línguas portuguesa e francesa que alternam entre si ao longo do espetáculo e que se relacionam continuamente com o silêncio. Este elemento, a partir do qual brotam o pensamento e a palavra, sempre triunfa face às situações que se desenrolam no palco e às personagens que lhe dão vida. Juventude Inquieta, Joana Craveiro - Teatro Nacional Dona Maria II 16 de outubro a 31 de outubro Quarta a sábado às 19h e domingo às 16h No posfácio da segunda edição d’A Cidade das Flores, Augusto Abelaira refere que a sua obra “documenta a reação de certos homens a uma praga social - o fascismo”. Joana Craveiro inspira-se no romance de Abelaira para a construção da sua nova peça, Juventude Inquieta, tornando-se evidente a atualidade avassaladora dos obstáculos retratados pelo mesmo que se impõem todos os dias à justiça social. Pais&Filhos, Pedro Penim - Teatro São Luiz 24 de setembro a 3 de outubro Segunda a sábado às 20h e domingo às 17h30 Pais e Filhos foi escrita por Pedro Penim a partir do clássico russo de Ivan Turgueniev, do mesmo nome, mas agora sob a influência da obra de Sophie Lewis Full Surrogacy Now: Feminism Against Family. Com um elenco que inclui Hugo Van Der Ding, Joana Barrios e Rita Blanco, a peça que faz do São Luiz casa até 3 de outubro debate a família. 52
Sou uma Ópera, um Tumulto, uma Ameaça, Cristina Carvalhal - Teatro São Luiz 22 de setembro a 10 de outubro Quarta a sábado às 19h30 e domingo às 16h Peça baseada em O Mundo Ardente, de Siri Hustvedt, esta criação de Cristina Carvalhal procura mergulhar na distinção entre a ficção e a realidade e desconstruir as construções que a mente humana leva a cabo para criar. Música
Somersby Out Jazz - Anfiteatro de Pedra, Tapada da Ajuda Todos os domingos do mês de outubro às 15h (dia 03: JonyDaFox, Ricardo Pinto Quinteto, João Dinis (1ª Linha) / dia 10: Mr.Blue, Ran, Miguel Torga / dia 17: João Melgueira, Undertaken 4Tet, Ruau / dia 24: Caetano Nervozo, Nelson Cascais Remembrance, Handerson / dia 31: Tiago Fonseca, Os Compotas, Mr. Mute)
Até ao final do mês de outubro, o Somersby Out Jazz continua a dar vida à Tapada da Ajuda com novos artistas todos os domingos. Não te esqueças de passar lá com os teus amigos para desfrutarem de tardes repletas de boa-disposição e muita música. Exposições
Visões de Dante. O inferno segundo Botticelli - Fundação Calouste Gulbenkian 24 setembro a 29 novembro, das 10:00 às 18:00 (encerra à terça-feira) Cumprindo-se 700 anos desde a morte de Dante Alighieri, a Fundação Calouste Gulbenkian apresenta Visões de Dante. O inferno segundo Botticelli com várias edições raras da obra de referência de Dante, assim como “dois desenhos sobre pergaminho de Sandro Botticelli alusivos ao “Inferno” da Divina Comédia. Muxima, Edson Chagas - .Insofar 17 de setembro a 16 de outubro A nova galeria de arte contemporânea .Insofar acolhe, até meados de outubro, a exposição Muxima de Edson Chagas. Esta exposição, cujo nome alude a uma pequena vila perto de Luanda, tem por inspiração uma viagem que o artista angolano realizou ao mais importante local de peregrinação do seu país. 53
Playlist de Estudo
DANCE, BABY!
MULL OF KINTYRE
BLUE
B FACHADA B FACHADA
LUÍS SEVERO
CHOVE NA SALA, ÁGUA NOS OLHOS
CHOPIN: THE NOCTURNES
MUNDU NÔBU
CANÇÕES DE APARTAMENTO
ÚLTIMO A SAIR ALCOOL CLUB
TIAGO BETTENCOURT
CAIO
LIKE GOLD
CAREFULLY
ELOISE
BOY PABLO
JONI MITCHELL
MARIA REIS
CÍCERO
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CARDIGAN
TAYLOR SWIFT
WINGS
MARIA JOÃO PIRES
VANCE JOY
NOTHING BUT THIEVES DEJA VU LOVER, PLEASE STAY
CROSBY, STILLS, NASH & YOUNG
CARA D’ANJO
REVEZO
DINO D’SANTIAGO
VIAGEM
BEN PLATT
FILIPE SAMBADO
CARAVANAS
CHICO BUARQUE
PARTIDA
PENNY AND SPARROW
Checklist FILMES Fantastic Mr. Fox Le Fabuleux Destin d’Amélie Poulain Cinema Paradiso 12 Angry Men The Double Life of Veronique Summerland Shutter Island Inside by Bo Burnham
SÉRIES Unorthodox Pose
The Bold Type Outlander Clickbait
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Receitas BEATRIZ MATEUS
Infelizmente, não dá jeito andar a trazer todos os fins de semana a comida da mãe para Lisboa, embora os congelados já entupam a gaveta da arca... E aquela preguiça do fim do dia ou a falta de paciência para os cozinhados elaborados são naturais em nós, jovens universitários, que só pensamos no próximo trabalho por entregar ou numa tarde no Arco do Cego, com aquele fino fresquinho na mão. Porém, aqui vai um conselho: temos que cuidar de nós, por isso, opta por comer bem, mantêm-te saudável e evita comer sempre fora (a carteira também não aguenta!). Por outro lado, não dispenses uma boa sobremesa de vez em quando! Aliás, arrisca uma aventura na culinária vegan com as duas receitas bem docinhas que te trazemos ;)
Tarte de Maçã (vegan)
INGREDIENTES
Base: 240g de manteiga vegetal (cubada, congelada) 100ml de água gelada 300g de farinha
Recheio: 7 maçãs granny smith (podem usar outras, estas dão os melhores resultados em sobremesas)
6 c. de sopa de açúcar 1 c. de chá de canela em pó 1 c. de café de nós moscada (opcional)
Muffins de Framboesa (vegan)
P R E P A R A Ç Ã O
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Aquecer o forno a 180ºC no modo ventilação. Misturar o óleo, o açúcar, o puré de maçã, o iogurte, o leite, a baunilha e o sal. Em seguida, peneirar a farinha com o fermento e o bicabornato, dividindo esta operação em 2 ou 3 vezes. Quando estiver quase tudo envolvido, adicionar as framboesas. Numa forma de muffins, colocar as formas de papel ou silicone e separar a massa pelas 24 formas, deixando 1cm do topo da forminha para dar espaço para crescer. Levar ao forno durante 30 minutos ou até o "teste do palito" conferir um palito seco. Deixar arrefecer e saborear.
P R E P A R A Ç Ã O
Base: Misturar a farinha com a manteira com um garfo, de modo a cobrir a manteiga em farinha, e adicionar 2 a 3 colheres de sopa da água gelada para colar os pedaços de farinha não envolvidos na manteiga. Formar 2 bolas de massa: uma maior para cobrir a base da tarteira; uma mais pequena para tapar a tarte. É importante, nesta altura, a heterogeneidade da massa. Ou seja, verificar se a massa está “manchada” com bolsas de manteija, as quais contribuem para uma uma massa leve e quebradiça, daí o nome “massa quebrada”. Levar ao frigorífico durante pelo menos 45 minutos. Recheio: Descascar e laminar as maçãs para ficarem em meias-luas fininhas. Colocar as maçãs cortadas numa taça com o açúcar e especiarias. Envolver até estarem todas cobertas no açúcar e nas especiarias. Tapar a taça e aguardar 30 minutos. Ao fim desta meia hora, transferir o conteúdo da taça para um tacho, inclusive o líquido, e cozinhar a mistura em lume brando até a água evaporar e a maçã estar suave. Deixar a mistura arrefecer totalmente. Tarte: Aquecer o forno a 180ºC ventilado. Formar a base da tarte na tarteira, previamente barrada com manteiga vegetal. Colocar o recheio e cobrir de uma das seguintes formas: um círculo de massa com alguns cortes para deixar a tarte respirar; ou algumas tiras de massa (imagem), formando o padrão clássico da tarte de maçã. Colocar no forno durante 30 minutos ou até a massa estar dourada. Servir depois de completamente arrefecida.
INGREDIENTES (24 muffins +/-) 375g de farinha 3 c. de chá de fermento em pó ½ c. de café de bicabornato de sódio 1 c. de café de sal fino 160ml de óleo de girasol 200g de açúcar (80g de puré de maçã 1 iogurte de soja (de frutos vermelhos)
240ml de bebida vegetal 1 c. de sobremesa de essencia de baunilha 200g de framboesas frescas ou congeladas
UMA FACULDADE QUE LUTA !
Para passares o tempo...
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1. Funcionária responsável por confeccionar as melhores baguetes do mundo. 3. Grupos estudantis ligados a um tema (ou curso), que promovem e dinamizam. 4. Luís... (actual director da NOVA FCSH). 6. ... Maia (capitão de Abril no mural de street-art que adorna o muro exterior da FCSH). 7. Avenida de... (localização do campus principal da NOVA FCSH).
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2. FCSH - Faculdade de Ciências Sociais e ... 5. Órgão de estudantes que luta pelos teus direitos e organiza os melhores churrascos. 6. Estação de Metro próxima da FCSH (linha azul). 8. Se quiseres informações sobre o programa Erasmus, o ... é o melhor sítio para te informares.