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Relatório Anual de Atividades AEA 2021

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RELATÓRIO ANUAL DE ATIVIDADES 2021 A GENTE PENSA, O BRASIL ACELERA

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Palavra do

PRESIDENTE Prezados Associados e Parceiros AEA, Definitivamente não é o meu estilo. Mas preciso pontuar neste espaço que conseguimos “atropelar” a pandemia por Covid-19 e o isolamento social ao longo de 2021. E com muito louvor. Sem perder a humildade, quero dizer que a Diretoria Executiva, Comissões Técnicas e membros do staff foram gigantes neste ano, ao cumprir todos os compromissos assumidos. Realizamos todos os eventos do calendário anual, ainda que de modo virtual, todos os cursos programados, e fomos protagonistas nos principais debates do setor automotivo brasileiro, entre os quais sobre o Proconve L7 e L8, Euro VI/Proconve P8, a segunda fase do Rota 2030, roadmap de segurança veicular e conectividade, programa combustível do futuro, a terceira etapa do Desafio AEA de IoT e compartilhamos a agenda MSBC – Mobilidade Sustentável de Baixo Carbono, ao lado da Anfavea, SAE, Sindipeças e a Unica. No cotidiano, ao longo de 2021, estivemos em contato permanente com os ministérios do Governo Federal, envolvidos no setor automotivo, e também com as universidades, tão fundamentais na clarificação para onde a engenharia automotiva nacional deve seguir. Em novembro último, tivemos – inclusive – a oportunidade de defender a condição brasileira de matrizes energéticas, em especial com o nosso biocombustível, em fóruns europeus, no momento em que ocorria a COP26, a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas. Ainda em novembro, em Brasília, defendemos a biomassas em reunião promovida pelo ministro Bento Albuquerque, das Minas e Energia, com representantes estrangeiros interessados na tecnologia brasileira.

Assim, volto a enfatizar: a atuação da AEA permanece vigorosa em temas como emissões veiculares, eficiência energética, segurança veicular, combustíveis, entre outros tantos, ao trazer demandas dos órgãos competentes, debatê-las e devolvê-las com análises e estudos técnicos. Entendo que a AEA firmou posição técnica à altura do que a indústria precisa e o Governo Federal necessita para a formulação consistente de uma política industrial, ainda em construção, mas que será capaz de manter tanto o polo produtivo como o mercado interno expoentes no cenário internacional. E, obviamente, sem deixar de acompanhar muito de perto as transformações que ocorrem no mundo. Desejo a vocês um ótimo final de ano. Que possamos estar juntos em 2022, presencialmente, com muita saúde e paz.

Besaliel Botelho

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Sumário Interativo 02

Palavra do Presidente

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Diretoria e Conselho AEA 2021

04

Diretoria

04

Conselho

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AEA Digital

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Comissões Técnicas e Grupos de Trabalho 2021

18

Área Técnica de Emissões e Consumo de Veículos Pesados

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Área Técnica de Segurança Veicular

20

Área Técnica de Acreditação de Laboratórios

Live e Workshop AEA

21

Área Técnica de Combustíveis

05

Cursos Online 2021

23

Área Técnica de Lubrificantes

06

Eventos

23

Área Técnica de Eletroeletrônica

06

Simea 2021

24

Área Técnica de Manufatura

08

XIV Prêmio AEA de Meio Ambiente

25

Área Técnica Tendências Tecnológicas

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VII Simpósio de Eficiência Energética, Emissões e Combustíveis

25

Grupos de Trabalho Especiais

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Ações em parceria com Órgãos Governamentais

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Seminário de Segurança e Conectividade

34

Destaque Boletim Rota 2030

13

VI Seminário de Manufatura Automotiva

35

Empresas Associadas

14

XIV Simpósio Internacional de Lubrificantes, Aditivos e Fluidos

38

Desafio AEA IGM de Manufatura Avançada

16

Seminário de Inovação Powertrain

38

18

Comissões Técnicas e Grupos de Trabalho 2021

Confira a lista de vencedores do 1º Desafio AEA de Manufatura Avançada

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Agradecimento


Diretoria e Conselho AEA 2021

Diretoria Presidente: Besaliel Botelho Robert Bosch

Flávio Sakai Harman

Paulo Jorge Santo Antonio Mercedes-Benz

Gustavo Noronha Toyota

Raquel Mizoe GM

João Irineu FCA

Rogério Gonçalves Petrobras

Luciana Giles Cummins

Sidney Oliveira Robert Bosch

Antonio Calcagnotto AUDI

Marinna Silva Ford

Simone Hashizume JX Nippon Oil

Carlos Sakuramoto GM

Marcello Depieri Marelli

Edson Orikassa AEA

Marcelo Massarani FDTE -POLI USP

Gerente Executivo: Paulo Consonni AEA

Everton Silva Mahle

Marcio Azuma Honda

Vice-Presidente: Marcus Vinícius Aguiar Renault Diretoria Executiva: Anderson Suzuki AEA

Assessoria de Imprensa: Koichiro Matsuo Texto Final

Conselho Presidente: Francisco Emilio Baccaro Nigro USP

Frederico Guilherme Da Costa Kremer

Renato Linke CETESB

Gilles Laurent Grimberg ActiOil

Valeria Pires Amoroso Lima IBP

Vice-Presidente: Vicente Alves Pimenta

Maurício Lavoratti BOSCH

Individual: Vicente Alves Pimenta

Stephan Heinz Blumrich, UMICORE

Universidades e Institutos de Pesquisa Alexandre Xavier L. Martins IQA

Ricardo Simões Abreu Henry Joseph Jr. Mantenedor: Antonio Carlos Botelho Megale Volkswagen Antonio Sergio Martins Mello FCA Group

Órgãos Governamentais e Estatais Daniel Mariz Tavares DENATRAN

Anderson Borille, ITA

Fabio Vinhado ANP

Francisco Emilio Baccaro Nigro USP

Margarete Gandini MDIC

Paulo Carlos Kaminski POLI-USP

Paulo Henrique Demarchi PRF

Renato Romio IMT

Fernando Malvezzi, IMT

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AEA Digital

Live e Workshop AEA Com a retomada da grade completa dos eventos programados para 2021, a AEA abriu espaço para realizar quatro Lives e dois Workshops ainda em formato online neste ano. As Lives tiveram temas como, “Rota 2030 Linha V: Lançamento Oficial da Chamada de PD&I Nº 01/2021”, “Rota 2030 - Ferramentarias: Lançamento Oficial de Chamada de PD&I”, “A Eletromobilidade no Brasil e o Programa Rota 2030” e “Autorregulamentação para Lubrificantes e Fluídos - Aspectos Jurídicos”.

Com relação aos Workshops, foi realizado no primeiro semestre o “Workshop Lubrificantes – Desafios dos Novos Lubrificantes para Atendimento do PROCONVE P8”, já no segundo semestre, a AEA apresentou o “Workshop AEA – A Matriz de Combustíveis na Mobilidade do Brasil”, que teve como destaque o formato que contava apenas com presenças femininas, apresentando ao público mulheres com grande relevância e domínio dos temas discutidos durante todo o evento.

Cursos Online 2021

Em 2021 optamos por segurança em manter a realização dos cursos apenas em formato online. Durante o ano, realizamos 15 cursos, com destaque aos Cursos Online AEA Homologação e Regulamentação Veicular e Veículos Híbridos e Elétricos - Módulos I e II.

Os dois cursos tiveram muita procura, por esse motivo, realizamos duas turmas para cada um deles durante o ano. Com isso, levamos conhecimento a mais de 200 profissionais e estudantes neste ano. 5


Eventos 2021

Sociedade 5.0 e os desafios da mobilidade marcam SIMEA 2021 Sociedade 5.0 e os desafios da mobilidade foram os principais temas debatidos durante o SIMEA 2021 – Simpósio Internacional de Engenharia Automotiva, em sua 28ª edição, ocorrido nos dias 17 e 18 de março, pela primeira vez em plataforma online, com mais de 1.000 inscritos e participação efetiva de 643 profissionais e executivos da cadeia automotiva brasileira e internacional no primeiro dia e 586 no segundo dia. Sob o macrotema “A revolução da mobilidade na sociedade 5.0”, o SIMEA 2021, em sua sessão solene, o presidente da AEA – Associação Brasileira de Engenharia Automotiva, Besaliel Botelho, destacou o papel da entidade, do simpósio e dos engenheiros brasileiros para o setor automobilístico nacional, cuja linha de raciocínio foi complementada pelo discurso de Carlos Zarlenga, presidente da General Motors América do Sul e presidente de honra do SIMEA 2021, para quem o Brasil precisa debater, com urgência, caminhos tecnológicos e investimentos setoriais que vão definir o futuro da indústria local. José Gustavo Sampaio Gontijo, secretário-substituto de Empreendedorismo e Inovação, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, por sua vez, enfatizou a impor-

No Brasil, simpósio sai na frente nos debates sobre a sociedade 5.0, ao reunir especialistas estrangeiros e brasileiros de renomes internacionais tância industrial e econômica do setor automotivo brasileiro, para quem tecnologia e inovação são primordiais no desenvolvimento setorial e destacou que o Governo está atento e à disposição para dialogar com o setor privado. Uma das apresentações mais aguardadas do SIMEA 2021, a da keynote speaker Yuko Harayama, diretora executiva da consultoria japonesa Riken e uma das maiores autoridades mundiais em sociedade 5.0, mostrou o case nipônico, com destaque especial sobre o processo de conscientização das pessoas em relação à organização estrutural da sociedade. Na sequência, o evento mostrou em seu primeiro painel, com o tema “Sociedade 5.0 e os desafios da mobilidade”, as apresentações de William Chernicoff, senior manager – Global Research & Innovation, da Toyota USA Mobility Foundation; de Ricardo Augusto Martins, vice-presidente da Hyundai Motor Central & South America; e de Umut Genc, da Eatron Technologies. Durante a sessão de debates, moderada por Raquel Cardamone, da Bright Cities, os três painelistas deram um show à parte, com argumentos técnicos e econômicos que atenderam às expectativas dos internautas conectados.

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Eventos 2021

Ainda no primeiro dia, no período da tarde, o SIMEA 2021 trouxe uma rodada de palestras técnicas, a começar por “Tecnologia de combustíveis e sustentabilidade”, de Roberto F. Ardenghy, diretor de Relacionamento Institucional e Sustentabilidade da Petrobras; “A tecnologia dos elétricos nas pistas de corrida do mundo”, com Maurício Slaviero, da FIA/ETCR – Electric Touring Car Race; e “Melhorando o trânsito com Waze Carpool”, de Douglas Tokuno, head of Waze Carpool LATAM, Waze. 2º dia – O painel 2, com a temática “As novas tecnologias e o perfil do profissional da mobilidade”, teve participação de David Dias, diretor da Accenture Technology. Autor da palestra “Tecnologias: Internet das Coisas, Inteligência Artificial e Veículos Autônomos”, Dias comentou sobre o cenário dos carros autônomos em 2025, os quais terão automação nível 3, ou seja, com a necessidade do ser humano como coadjuvante neste processo, apesar do veículo dirigir sozinho. “Melhor dos mundos é a combinação da máquina com o julgamento humano que pressupõe também outras questões como cultura , estratégia, valores etc. E isso associado à tomada de decisão da Inteligência Artificial gera melhores práticas e resultados”, afirmou Dias. O head do Área Automotiva em Desenvolvimento de Negócios da Williams Advanced Engineering, Dyrr Ardash, em apresentação “Caminho para o veículo elétrico: da faísca para a evolução” trouxe ao público quatro tecnologias de alta performance para pacotes de bateria e enfatizou os esforços da indústria na busca por fontes de energia alternativas para lidar e trazer respostas à sociedade. Para Ardash, “a eletrificação é a chave para o futuro da propulsão automotiva e as alternativas de energia em pesquisa precisam ser sustentáveis e, ao mesmo tempo, atender às exigências do consumidor final para manter a confiança na eletrificação”. “A Inteligência Artificial agrega valor no topo dos esforços de digitalização e segue uma abordagem capaz de aprimorar os processos de desenvolvi-

mento e as especificações do produto”, disse Gerhard Schagerl, diretor de Inteligência de Dados da AVL, em palestra “Inteligência Artificial – Aplicações em todo o ciclo de desenvolvimento do produto”. O Painel 2 foi encerrado após debate entre os palestrantes, mediado pelo editor do Jornal do Carro/Estadão, Tião Oliveira. A coordenadora geral de Transformação Digital do MCTI – Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações, Eliana Emediato, trouxe a apresentação “As novas tecnologias e as políticas de governo” e comentou sobre as iniciativas para a transformação digital. “Na Câmara da Indústria 4.0, o objetivo é de incentivo para a produção de itens mais complexos, além de aumentar a produtividade da indústria nacional a partir de modelos de negócios inovadores e maior cooperação das cadeias produtivas”. No capital humano, o propósito é dispor de recursos humanos qualificados para atuarem no ambiente da Indústria 4.0 e no desenvolvimento de tecnologias relacionadas; enquanto na pauta da cadeia produtiva e fornecedores, o foco é na promoção da aplicação de tecnologias habilitadoras e soluções para a Indústria 4.0 em empresas de todos os portes visando o aumento da produtividade”, afirmou a coordenadora. O tema “Navegando pelos novos regulamentos automotivos de segurança cibernética” foi apresentado por Bryan Blancke, consultor sênior de Segurança e Testador de Penetração Automotiva da ESCRYPT América do Norte. Segundo Blancke, a ciber segurança tornou-se um fator crítico de sucesso empresarial e será obrigatório na União Europeia e em outros mercados em 2022.

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Eventos 2021

Em evento online, AEA anuncia vencedores do XIV Prêmio de Meio Ambiente A AEA anunciou no dia 10 de junho, os resultados do XIV Prêmio AEA de Meio Ambiente, do melhor trabalho técnico e menções honrosas do SIMEA 2021 e do Destaque Novos Engenheiros 2021. À 14ª edição do Prêmio AEA de Meio Ambiente, 66 trabalhos foram inscritos nas quatro categorias: Jornalística, Responsabilidade Ambiental, Responsabilidade Social e Tecnologia. Os trabalhos foram analisados por uma banca de jurados, liderada por Alfredo Castelli, coordenador do evento.

E também o melhor trabalho técnico e menções honrosas do SIMEA 2021 e do Destaque Novos Engenheiros 2021. na qualidade do ar utilizando informações de medições ambientais e de inventários de emissões”, dos autores Edmilson Dias de Freitas, Maria de Fatima Andrade, Rafaela Squizzato, Sergio A. Ibarra-Espinosa e Thiago Nogueira, da Universidade de São Paulo; Pedro Vicentini, da Petrobras CENPES; e Leila Droprinchinski Martins, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná.

Na Categoria Jornalística, a grande vencedora foi a reportagem intitulada “Mercedes-Benz produz legumes, verduras e temperos”, de autoria do editor de Autodata, André Barros. A primeira menção honrosa também é da Autodata, cm a reportagem “HVO ganha espaço como alternativa ao biodiesel, dos jornalistas André Barros, Bruno de Oliveira e Caio Bednarski. “O que é micromobilidade e por que ela não funciona no Brasil”, de Gabriel Aguiar, publicado na Quatro Rodas, também ficou com menção honrosa.

Ainda na categoria, levaram as menções honrosas os trabalhos “Sustentabilidade nos processos produtivos da Hyundai Motor Brasil”, de Anderson Belmiro Salvador, Bruna Batagin Fabregat, Fernando Rolim Rubio Albuquerque Passarella, Marcio Luiz Norbiato, Wagner Bolow e Wagner Nascimento da Costa, e “Utilização de materiais de construção biodegradáveis e de processos construtivos ecologicamente corretos para à construção de uma edificação sustentável: Estudo de Caso da Casa PAS”, trabalho elaborado por Bernardo de Oliveira Andrade, Gilcenara de Oliveira, Lorena Franklin Pinto e Matheus Sousa Pinheiro Bastos, Universidade de Fortaleza.

O título de melhor trabalho da Categoria Responsabilidade Ambiental foi para “QUALAMET: Modelagem do Impacto das Emissões Veiculares com diferentes combustíveis

Thábata Regina Prosdos Kimis e Nelson Alexandre Paulino, da Faculdade de Engenharia de Sorocaba – FACENS, com o paper “Autônoma para PCDs”, foram os grandes vence-

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Eventos 2021

dores na Categoria Responsabilidade Social. As menções honrosas desta categoria ficaram para “O que você usa e consome tem muito do que você sente e acredita: Projeto Costurando o Futuro”, dos autores Sandra Maria Viviani e Vitor Hugo Silva Néia, da Fundação Grupo Volkswagen, e “Programa Laço Amarelo”, de José Aurélio Ramalho, do Observatório Nacional de Segurança Viária. E, finalmente na Categoria Tecnologia, os vencedores foram André Luiz Martelli e Celso de Souza Corsino, da CAAR Pesquisa e Engenharia Hybrid e-Controls, por “Equipamento para medição de NOx específico (g/kW.h) em veículo para diagnóstico do sistema de controle de emissões”. Uma das menções honrosas ficou para “O desenvolvimento de um transporte urbano sustentável com a frota de caminhões Volkswagen e-delivery”, dos autores Alexandre Nogueira, Argel Franceschini, Carlo Fernandes, Daniel José Ribeiro, Fabricio Kawakami e Rodrigo Chaves”, da Volkswagen Caminhões e Ônibus. A outra menção honrosa foi entregue para Bruno Fineto e Rafael Antonio Bruno, da Mahle Metal Leve, por “Pacote de anéis euro 6 de baixa emissão de particulado com etanol e sem filtro”.

SIMEA e Novos Engenheiros O melhor trabalho técnico apresentado no SIMEA 2021 – Simpósio Internacional de Engenharia Automotiva foi o paper intitulado “Miller cycle and wet ethanol injection for high efficiency and low NOx emissions on a HD diesel engine”, do agrupamento “combustíveis e lubrificantes convencionais e alternativos”, dos autores Vinicius Bernardes Pedrozo Brunel, University London Centre for Advanced Powertrain and Fuels Research; Thompson Diórdinis Metzka Lanzanova, da Universidade Federal de Santa Maria DEM; Hua Zhao Brunel, da University London Centre Reino Unido da Grã-Bretanha e Irlanda do Norte; e Lincoln Prado Ferreira, da Universidade Federal de Santa Maria Engenharia Mecânica. As menções honrosas foram para “Modelagem e projeto de um amortecedor com controle eletrônico das forças de amortecimento” (do tema: Bem-estar/Conforto embarcado); “Desenvolvimento de

um sensor de quinta roda para o monitoramento da dinâmica do conjunto veicular em caminhões articulados (Dinâmica e controle veicular); “Validação das Interfaces entre o Sistema de Partida Auxiliar e o Módulo de Controle Motor utilizando o Hardware in the Loop” (Eletrônica e software veicular); “Estudo da formação de ozônio em câmara de reação por motociclos flex fuel” (Emissões e poluentes causados pelos veículos automotores); “Automated engine calibration in vehicle to optimize emissions levels using machine learning” (Emissões e poluentes causados pelos veículos automotores); “Soluções para preservar a competitividade do motorPFI flex fuel para o Proconve L8” (Emissões e poluentes causados pelos veículos automotores);“Bioeletrificação – Desenvolvimento de um Veículo Elétrico com Módulo de Extensão de Autonomia a Etanol com uso de um Compacto Motor à Combustão” (Gerenciamento de Energia e Powertrain avançados); “Sistema flexível de apoio à manufatura: uma proposta para a indústria automobilística” (Manufatura, materiais e redução do peso embarcado); “Uma nova abordagem sobre as tecnologias usadas para desenvolver, testar e validar sistemas CAVs” (veículos conectados e automatizados) (Mobilidade Autônoma e Conectada); “Potencial de redução de acidentes de trânsito e impacto econômico através da implementação de itens de segurança automotivos” (Segurança Passiva e Integral) e “Equipamentos de Medição Óticos no Suporte ao Desenvolvimento de Produto na Transformação Digital” (tema Transformação digital). E o Prêmio Destaque Novos Engenheiros 2021 foi para Fábio Akira Miranda Kamikawa (IMT – Instituto Mauá de Tecnologia), Gabriel Menezes da Silva (POLI-USP), Lucca Heinze Faro (UNICAMP), Lucas Miranda de Souza (Mackenzie), Paulo Eduardo Siqueira (UNIP), Lucas Bartz Nogueira Portante (FEI) e Lucas São Gregório Silva (UFSCAR).

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Eventos 2021

Simpósio questiona rumos da indústria automobilística brasileira Em um dos eventos online mais acirrados, a AEA promoveu no dia 17/6, a 7ª edição do Simpósio de Eficiência Energética, Emissões e Combustíveis, com o tema “Powertrain no Brasil: rumo à liderança ou à zona de conforto”, por meio do qual os três palestrantes questionaram os rumos da indústria automobilística brasileira, dependendo da adoção de política industrial com apenas um tipo de fonte energética. “Mobilidade sustentável: os potenciais do Brasil” foi o tema do primeiro palestrante, de Ricardo Abreu, consultor da Bright Consulting, que defendeu para o País o uso de plataforma diversificada de matrizes energéticas como solução para manter o polo produtivo brasileiro em destaque no cenário internacional. “Se enveredarmos somente para os veículos elétricos, perderemos a chance de ter protagonismo setorial, além de sucatear a indústria local e, com isso, reduzir drasticamente a empregabilidade de brasileiros. A outra questão é em relação à análise mais aprofundada sobre as emissões veiculares ´do poço à roda´, fato que, no Brasil, favorecem os biocombustíveis”, enfatizou Ricardo Abreu, que fez ampla defesa do conceito de uso de fontes baixo carbono. A segunda palestra foi conduzida por Adalberto Maluf, presidente da ABVE – Associação Brasileira do Veículo Elétrico, que ofereceu um panorama

geral sobre a eletrificação veicular no mundo, comparando-a com a realidade brasileira e sul-americana. “Já estamos muito atrás da Europa, China e Estados Unidos, até mesmo do Chile, país que hoje compra ônibus chineses e não mais do Brasil. Não sou contra os biocombustíveis, mas precisamos avançar em veículos elétricos. Caso contrário, vamos perder o bonde da história”, pontuou Maluf. Erasmo Carlos Batistella, presidente ECB Group, falou sobre “Produção de biocombustíveis no Brasil”. Ele reforçou a tese de que o setor brasileiro de biocombustíveis é o terceiro maior produtor do mundo e que a sua contribuição atende aos três pilares da sustentabilidade por uso adequado de fontes energéticas. “Além de ter papel preponderante na redução de emissões veiculares, lembro a todos que a adição de 1 ponto percentual de biocombustíveis significa geração de 30 mil empregos diretos, o que significa geração de renda aos brasileiros”. No evento coordenado por Christian Wahfried, Renato Linke, Sergio Viscardi e Vicente Pimenta, a apresentação de abertura do simpósio foi feita por Marcus Vinicius Aguiar, vice-presidente da AEA. O debate ao final foi mediado por Alfred Szwarc.

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Segurança e conectividade veiculares enfrentam desafios da legislação e da realidade de trânsito As quatro palestras proferidas durante o Seminário de Segurança e Conectividade, com o tema “O futuro do setor automotivo frente às novas legislações no dia 19/8, organizado e promovido pela AEA, mostraram claramente a busca por convergência de pilares, entre inovações tecnológicas, legislação e a realidade de trânsito no País. Na avaliação do vice-presidente da AEA, Marcus Vinicius Aguiar, responsável pela abertura dos trabalhos, “cada vez mais, segurança e conectividade veiculares são uma exigência do consumidor e também das novas legislações, diante das tecnologias disponíveis pela indústria e da realidade de trânsito. Agora, na fase 2 do Rota 2030, há uma aceleração dos protocolos. Por isso, a indústria precisa estar pronta, mas com previsibilidade de cumprimento das normas, diante da premência de se reduzir os índices de mortes e de lesões corporais dos cidadãos brasileiros”. Dentro desse contexto, a primeira palestra, de autoria de Daniel Tavares, do Denatran, abordou o tema “Pnatrans – Plano Nacional de Redução de Mortes e Lesões no Trânsito”, por meio do qual iniciou sua explanação a partir da Resolução 64/255, da Organização das Nações Unidas, instituída em 2010, para a década de 2011 a 2020, que objetivou a

redução de mortes por acidentes de trânsito. No Brasil, somente em 2018, por meio da Lei 13.614, foi instituída meta de se reduzir à metade o número de mortes por acidentes de trânsito. Para tanto, Tavares lembrou que o Pnatrans trabalha com três pilares – inspeção técnica, evolução tecnológica e telecomunicações embarcadas – de modo a validar o Sistema Seguro de Mobilidade. Segundo Tavares, “pesquisa realizada em 53 países mostra que aqueles em que o sistema seguro de mobilidade foi aplicado, o índice de mortalidade por acidentes veiculares caiu drasticamente”. Carlos Gibran, membro da Comissão Técnica de Segurança da AEA, discorreu sobre “O roadmap de segurança veicular no Brasil: evolução dos trabalhos da Resolução Contran 717”. O palestrante salientou que o setor automotivo brasileiro, em atendimento ao Contran – Conselho Nacional de Trânsito, estuda 38 tecnologias a serem regulamentadas, em favor da segurança dos ocupantes de um veículo e transeuntes. “Até o final deste ano, devemos concluir estudos de 10 temas tecnológicos; em 2022 mais 13”, disse Gibran, “a partir daí, vamos propor novas tecnologias de segurança veicular”.

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João Henrique Oliveira, o diretor geral de Operações da Volvo Cars e também presidente de Abeifa – Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores, falou sobre “Carros conectados e autônomos em tempos de LGPD”. Fez uma ampla explanação sobre a sueca Volvo, fundada em 1927, montadora que, desde o seu surgimento, levantou a bandeira de segurança veicular. Oliveira narrou a experiência da Volvo em relação a seus veículos conectados e a LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados. “Temos adesão de 98% de nossos clientes ao nosso programa que pode controlar vários parâmetros. Mas estamos cientes da responsabilidade que temos diante da legislação brasileira”. E, por fim, sob o tema “Veículo conectado & cybersecurity em tempos de 5G”, Lucas Chamon, da RA Automotive Software Solutions, fez uma leitura ampla e futurística do que a rede mundial de computadores pode beneficiar o cotidiano das pessoas, em especial em relação às facilidades e conveniências no uso de veículo conectado. Ao final das apresentações, a jornalista Isadora Carvalho, da revista Quatro Rodas, mediou o debate.

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Em favor da sociedade, competitividade clama por infraestrutura à indústria 4.0 “O Brasil “corre” contra o tempo em busca de efetividade e de maior cobertura da tecnologia 4G, enquanto aguarda o 5G. Sem essa infraestrutura, indústria 4.0 tende a derrapar e comprometer a competitividade de setores produtivos”. Essa foi a principal conclusão da 6ª edição do Seminário de Manufatura, que ocorreu no dia 23/9 e que teve como tema central “Indústria 4.0 e Sociedade 5.0: um ecossistema em construção”, com a coordenação de Carlos Sakuramoto, Anderson Borille, Fernando Villela e Carolina Assumpção. Logo na abertura do evento, o presidente da AEA, Besaliel Botelho, já anunciava o seminário e o tema como centrais no processo de competitividade dos meios produtivos do País, com destaque para a indústria automotiva brasileira e à sociedade de engenheiros automotivos, de modo a não desgarrar dos avanços tecnológicos e das transformações estruturais que vários países já vivenciam. Ainda na abertura do seminário, Fernando Villela, um dos coordenadores, discorreu rapidamente sobre os cenários internacionais de investimentos em Pesquisa e Desenvolvimento. A principal palestra da 6ª edição do Seminário de Manufatura foi de Rubens Caetano Barbosa de Souza, coordenador de Pesquisa e Desenvolvimento, da Secretaria de Empreendorismo e Inovação do MCTI, que fez ampla explanação sobre a

“Implementação do 5G no Brasil – Perspectivas” e constitui-se em lastro para as demais nove apresentações do evento. No Painel I, as apresentações de Ricardo Martins (Hyundai) com o tema “Urban Air Mobility”, seguido de “Exemplo de Aplicação do 5G – implantação industrial”, de Erick Cogliandro, da Umlaut, “Campo 4.0”, de Marcelo Lopes, da John Deere, e “Dados e inteligência a serviço da saúde pública”, de Leon Nascimento, do Sesi-RJ, contaram seus cases de implementações dos conceitos da Indústria 4.0 e seus resultados, ainda que parciais, mas sobretudo mostraram que “tratam-se de caminhos sem volta caso o Brasil queira buscar, e quer, competitividade no cenário internacional”, concluíram os palestrantes em debate moderado por Anderson Suzuki, diretor de Eventos da AEA. Desafio AEA de Manufatura Avançada – Honra ao Mérito”; “Câmara Brasileira Indústria 4.0 + Formação de pessoas”, de Eliana Emeditato, do MCTI; “Plataforma digital”, de autoria de Marcus Vinicius, do ME; “Senai – roadmap tecnológico”, de Alex Figueiredo, da Volvo, e Gustavo Bicalho, da Stellatins; e “Apoio financeiro – FINEP alavancando a ciência”, com Maurício Syrio, da FINEP.

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Indústria de lubrificantes deve crescer 2% ao ano no Brasil, com novo perfil de produtos sustentáveis. A retomada da indústria de lubrificantes aos patamares pré-pandemia só deve ocorrer em 2024. A retração global no ano passado foi de 10%, com 35 milhões de toneladas comercializadas, ante as 38,8 milhões de 2019. A expectativa é de crescimento anual entre 1,5% e 2% nos próximos três anos, com investimentos contínuos em novas tecnologias focando sustentabilidade e eficiência. Os dados sobre mercado e perspectivas foram revelados por Sergio Rebêlo, da Factor Kline, na palestra inaugural da 14ª edição do Simpósio Internacional de Lubrificantes, Aditivos e Fluidos, organizada e promovida pela AEA, realizado nas manhãs dos dias 27 e 28 de outubro, o evento teve por tema central a “A indústria de lubrificantes pós-pandemia”. Em sua palestra sobre “Mercado de lubrificantes pós-pandemia”, Rebêlo projetou para o Brasil expansão anual de pelo menos 2% das vendas, com avanços tecnológicos que representarão novo mix na oferta de produtos. Na sua avaliação, a participação dos sintéticos e semissintéticos será ampliada, acompanhando tendência da indústria automotiva de reduzir emissões e melhorar a eficiência energética. O consultor também falou dos aumentos de custos no setor e das dificuldades para aquisição do óleo básico, o que vem reduzindo margens com consequente queda de lucra-

tividade. Na sua opinião, contudo, a pandemia deixou uma lição importante: “Temos de abraçar a incerteza, treinar as equipes para cenários inesperados. Aprendemos ser fundamental ter maior flexibilidade operacional e diversificar as fontes de fornecimento”. Participaram da sessão de abertura do evento o vice-presidente da AEA, Marcus Vinicius Aguiar, e a diretora de Lubrificantes da entidade, Simone Hashizume, também coordenadora do evento. Após a palestra do representante da Factor Kline, houve apresentações com Kleber Lins, da Vibra Energia; Paulo Gomes, da Iconic; e Rogerio Ludorf, da Petronas, seguidas de um debate com mediação de Sergio Viscardi, também coordenador do evento. Todos destacaram que, apesar das dificuldades, estão sendo mantidos investimentos em novas tecnologias e processos. A Vibra Energia, por exemplo, está aumentando em 60% a sua capacidade, acreditando “em um futuro interessante para o mercado de lubrificantes”, conforme palavras de Kleber Lins. Outro ponto consensual refere-se à perspectiva de o ritmo de eletrificação no Brasil ser mais lento do que em outros

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países, como os europeus e os Estados Unidos, com as atenções voltadas mais para o híbrido flex num primeiro momento. Um cenário, na opinião dos palestrantes, que favorece o mercado local de lubrificantes. “O Brasil tem uma diversidade de matrizes energéticas, que o favorece na área de biomassas. Emissões e eficiência energética – Na segunda etapa do primeiro dia do simpósio, teve palestras de Marcus Vercelino, da Lubrizol, sobre “Tecnologia de aditivos para motocicletas”, de Raquel Mizoe, da General Motors e diretora de Veículos Leves da AEA, sobre “Visão das tecnologias de propulsão no mercado brasileiro”; e de Rodolfo Ferreira, da Afton Chemical, sobre “Lubrificantes Dexos 1 geração 3”. Todos participaram de um debate que teve mediação de Everton Gonçalles, membro da Comissão Técnica de Lubrificantes da AEA. Sobre as motos, Vercelino destacou a importância de os usuários utilizarem produtos dedicados, que atendam as especificações do universo duas rodas. Rodolfo Ferreira, por sua vez, informou que dados coletados nos Estados Unidos, que refletem o mercado das Américas, mostram que a participação dos lubrificantes sintéticos, que era de apenas 28% em 2010, já está na casa dos 40%. Dentre outros assuntos, Raquel Mizoe abordou os avanços em emissões e eficiência energética decorrentes de programas como o Proconve e o Rota 2030, mas lembrou que a frota brasileira é muito antiga. A executiva defendeu a importância de uma política pública para incentivar novas tecnologias rumo à eletrificação. “Todas as tecnologias vão conviver ainda por muitos anos. Mas o Brasil tem de pensar no longo prazo para não deixar o país e a engenharia brasileira para trás””, destacou Mizoe. Essa mesma linha de raciocínio foi abordada por Ricardo Abreu, da Bright Consulting, em palestra que abriu os trabalhos do segundo dia do evento e teve por tema “A importância dos combustíveis fósseis e renováveis na matriz energética brasileira”. O consultor foi enfático na análise de que o motor a combustão ainda vai perdurar por muito tempo. “O objetivo é a sustentabilidade. Nenhuma tecnologia sozinha vai resolver o problema. Vamos ter

de combinar as tecnologias disponíveis de acordo com o uso e as peculiaridades dos veículos”, comentou Abreu. “O Brasil está atrás do baixo carbono e não importa como isso vai acontecer. É necessário, contudo, traçar um plano para o País. A velocidade das transformações vai depender das legislações”. . Fora de estrada e agrícola – Os demais temas abordados no segundo dia do simpósio da AEA foram “Equipamentos fora de estrada”, com apresentação de Boris Sanchez (Volvo Constrution), “Máquinas agrícolas”, com André Rocha (AGCO), “Lubrificantes para motores off-road”, com Jorge Manes (Infineum) e “Tecnologia de aditivos para tractor hydraulic fluid”, a cargo de Marcos Davi Rufino (Oronite). O debate realizado após essas apresentações foi mediado por Roberta Teixeira (Iconic), que também foi uma das coordenadoras do evento. Assim como aconteceu em todo o simpósio, todos os participantes desse último debate focaram suas considerações em sustentabilidade e eficiência. André Rocha, da AGCO, destacou que não adianta haver investimentos na evolução dos produtos se não houver utilização adequada dos fluídos, lubrificantes e até mesmo dos combustíveis. Opinião semelhante foi manifestada por Boris Sanches, da Volvo Constrution. Já Marcos Rufino, da Oronite, falou sobre máquinas agrícolas. “A alma do trator é a transmissão”. Ainda sobre fluidos, comentou que os e-fluids, além de lubrificar, terão papel fundamental na refrigeração de componentes dos veículos elétricos. Ficou evidenciado ao final do evento que o setor de lubrificantes, aditivos e fluidos deve passar por transformações nos próximos anos. No Brasil, em particular, o setor ganha mais força a partir do fato de o motor híbrido flex, com uso do etanol, ser considerado uma alternativa importante rumo à descarbonização.

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Seminário de Inovação em Powertrain mostra as ações conjuntas da indústria, universidades, associações e governo em prol da descarbonização. Os desafios ainda são grandes, mas o trabalho conjunto de empresas, universidades, entidades e governo vem sendo fundamental para os avanços no desenvolvimento de novas tecnologias veiculares com vistas à descarbonização no Brasil. Ações nessa área foram debatidas na 7ª edição do Seminário de Inovação em Powertrain, promovido pela AEA – Associação Brasileira de Engenharia Automotiva, que teve por tema “O futuro carbono-neutro: a hidrogenação da mobilidade”. Realizado na manhã do dia 11/11, o evento online foi dividido em três painéis: políticas públicas, mercado/produção e tecnologias da mobilidade. Sua abertura esteve a cargo de Francisco Nigro, presidente do Conselho Diretor da AEA, e a coordenação foi de Christian Wahfried. A primeira palestrante, Mônica Panik, da ABH2, Associação Brasileira de Hidrogênio, abordou o cenário do “H2 no mundo”, mostrando que segmento de veículos pesados é o que mais vem recebendo investimentos nesse sentido. Citou exemplos de caminhões desenvolvidos pela Hyundai e Toyota, dentre outras marcas, enfatizando que “no caso da célula de combustível, quanto maior o porte do veículo, melhor”.

Assim como os demais participantes do seminário, Mônica lembrou que todos os sistemas em desenvolvimento hoje, incluindo elétricos a bateria, elétricos plug-in e célula de combustível, não vão competir entre si, mas serão complementares. “Vai depender da aplicação”, comentou. Ela também fez questão de ressaltar que o Brasil tem inúmeras fontes para produzir hidrogênio, dizendo que “o sonho brasileiro de ter tecnologia de hidrogênio movida a etanol tem de começar agora”. Nesse mesmo sentido, Marlon Arraes, do Ministério das Minas e Energia, enfatizou os incentivos ao desenvolvimento da célula de combustível a etanol no contexto do “Programa Nacional do Hidrogênio”. Na avaliação do representante do governo, o Brasil é importante liderança mundial na transição energética, com grande potencial de cooperação internacional em biocombustíveis. Ele disse ser necessária uma integração entre os programas existentes atualmente, citando, entre outros, o Rota 2030, Renovabio, o Biodiesel e o Proconve. “O importante é a análise do ciclo de vida do poço à roda. Nesse contexto, nosso flex, por exemplo, é competitivo com os elétricos” avaliou Arraes.

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Parcerias importantes – No segundo painel do seminário, “Mercado/Produção”, a primeira palestra foi a de Alessandro Colucci, da AHK, Câmara Brasil-Alemanha de São Paulo, sobre “Cenário da produção de H2 verde no Brasil”. Ele lembrou que a Alemanha aposta no hidrogênio, mas terá de importar 90% do que for utilizar internamente. “O H2 verde é o produto do futuro. Nós fomos chamados pelo governo da Alemanha para fazer divulgação da tecnologia aqui”, comentou Colussi, dizendo que também representava no evento a Câmara do Rio de Janeiro. “Há espaço para importantes parcerias Brasil-Alemanha em prol do hidrogênio verde”, garantiu. Em se tratando de parcerias, as universidades têm peso importante no desenvolvimento de novas tecnologias veiculares no Brasil. Também no segundo painel, Gerhart Ett, da FEI, falou sobre “P&D de H2 verde”, lembrando que a instituição, que realiza curso de especialização em hidrogênio, tem um laboratório de engenharia eletroquímica com foco no H2. Dentre várias parcerias, citou uma que a FEI mantém com a Universidade Federal de Minas Gerais, a Sabó, a AVL e a Fundep, que envolve o projeto “eficiência energética em motores flex com enriquecimento de hidrogênio obtido por reforma catalítica embarcada”. Enfatizando que o Brasil é rico em fontes de hidrogênio, Gerhart Ett abordou também a produção do H2 a partir do etanol, uma solução que pode ser de grande relevância para o País. No terceiro painel do seminário da AEA – “Tecnologias da mobilidade”, Eugenio Coelho, da AVL, falou sobre “Tecnologias de propulsão, hidrogênio e biocombustíveis”. Assim como a primeira palestrante, também o representante da AVL comentou que a aplicação do uso do hidrogênio para propulsão está mais avançada nos veículos comerciais pesados. Ele também avaliou que a transição dos combustíveis fósseis ainda levará muitos anos, mas destacou importantes projetos em curso com o hidrogênio, como a célula de combustível PEM e a tecnologia SOFC (Solide Oxide Fuel Cells), que

permite trabalhar tanto com etanol como com combustíveis fósseis. A Nissan, inclusive, tem projeto de uso da célula de combustível SFOC com etanol, assunto abordado pelo gerente sênior de engenharia da montadora no Brasil, Ricardo Abe, na última palestra do seminário, cujo tema foi “Desafios vencidos e a vencer”. Ao lembrar que o projeto é coordenado pela matriz japonesa em parceria com as engenharias dos Estados Unidos e do Brasil, Abe informou já haver avanços importantes para aplicação da tecnologia em veículos. “Já conseguimos reduzir o tamanho do sistema e os custos. Esse sistema produz o hidrogênio dentro do reformador”, explicou. Segundo o executivo, os testes com o e-Bio fuel-cell EV no Brasil começaram em 2016, destacando ser essa uma tecnologia bastante viável no País. O seminário foi encerrado com um debate coordenado por Helton José Alves, da Universidade Federal do Paraná, quando todos os palestrantes tiveram oportunidades de tirar dúvidas e expor considerações finais sobre as novas tecnologias em powertrain. Foi posição consensual que o maior desafio em relação a hidrogenação ainda é o custo. Mônica Panik disse que uma das formas de reduzir o custo do hidrogênio verde é reduzir o custo da energia renovável. Com relação ao veículo, a escala é fundamental, assim como a nacionalização do máximo possível de peças.

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Área Técnica de Emissões e Consumo de Veículos Leves Comissão Técnica de Eficiência Energética (GT Poço à Roda) Coordenador: Marcos Palasio, ROBERT BOSCH

Vice Coordenador: Rafael Rossini, GMB

Visando suportar a futura discussão sobre a próxima etapa do programa Rota 2030, a CT discutirá com entidades chaves os caminhos para viabilizar a contabilização das emissões de CO2 no conceito do poço-à-roda. A partir do segundo semestre de 2021, esta CT passou a se chamar GT Poço à Roda, com a finalidade de definir os parâmetros e metodologias para a mensuração de Eficiência Energética Sustentável (energético-ambiental) para veículos, aliando parâmetros de eficiência energética veicular em conjunto com a aferição de emissões de Gases do Efeito Estufa (GEE), utilizando neste momento a avaliação “do poço à roda”.

Comissão Técnica de Emissões de Veículos Leves (GT OBDBr) Coordenador: Vice Coordenador: Renato Linke, CETESB Michele K. Gansauskas, TOYOTA A comissão vem trabalhando desde 2019 no desenvolvimento do texto para Instrução Normativa referente a novas propostas de limites de emissões para OBDBr3, sendo essa uma das demandas do IBAMA para implementação das fases L7 e L8 do PROCONVE. Em 2020, um grupo menor foi formado para preparar o material sobre PDTCs e PIDs complementares, com a finalidade de acelerar o processo de elaboração da proposta de texto de OBD. No segundo semestre de 2021, o GT de OBD Br-3 finalizou o trabalho encomendado pelo IBAMA em 2019, de elaborar propostas dos requisitos para veículos Leves, de ignição por centelha e por compressão para as fases do PROCONVE L7 e PROCONVE L8. O documento final será enviado ao IBAMA, o GT voltará a se reunir caso haja necessidade de ajustes no texto proposto.

Área Técnica de Emissões e Consumo de Veículos Pesados Comissão Técnica de Emissões de Veículos Pesados Coordenador: Tadeu Cordeiro, PETROBRAS

Vice Coordenador: Marcos Y. Tabuti, VWCO

Esta comissão técnica manteve os trabalhos referentes ao preparo da fase PROCONVE P8.Por meio da Comissão Técnica Emissões de Veículos Pesados, suportada pelo grupo técnico de OBD/AES Pesados, foi centralizado as discussões de alinhamento referente ao procedimento de atendimento à resolução CONAMA 490 de 16/11/2018 (PROCONVE P8). A comissão também foi responsável por dar suporte aos GTs RVEP Para Veículos Pesados, Calibração do Contador de Partículas e GT Ruído P8, auxiliando na condução dos trabalhos.

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Comissões Técnicas e Grupos de Trabalho 2021

Área Técnica de Segurança Veicular Comissão Técnica de Segurança Veicular Coordenador: Carlo Gibran, ROBERT BOSCH

Vice Coordenador: Rodrigo Laurito, VOLKSWAGEN

A comissão técnica de segurança atua na área de maneira ampla, considerando todos os aspectos relativos ao indivíduo, ao veículo e à infraestrutura. Em 2021, o grupo vem realizando reuniões em ambiente virtual, devido ao isolamento social imposto devido a COVID 19. O comitê vem trabalhando nos seguintes assuntos: CONTRAN 717: O DENATRAN iniciou às atividades da Agenda regulatória 21-22 e convida a AEA a coordenar o tema Novos itens de Segurança Veicular. Foram criados 6 grupos de trabalho para suportar esta demanda, tendo a CT de Segurança Veicular como responsável por todas eles. Os grupos são: • • • • • •

GT Duplo Piso; GT Equipamentos Obrigatórios – Contran 14.98; GT Limitador de Velocidade; GT Roadmap Duas Rodas; GT Tanque de Combustível; GT Flamabilidade.

Estudo LDW: O grupo vem realizando melhorias e adequações no texto da LDWS; AEB: A comissão vem realizando melhorias em cima do texto elaborado pela CTAV;

Comissão Técnica de Segurança de Testes de Impacto Coordenador: Flávio Ferreira, TOYOTA O comitê durante o ano de 2021 realizou uma análise técnica sobre as diretrizes oficiais do Protocolo Latin NCAP para 20202023 e vem dialogando com o Sr. Alejandro Furas, por meio de conference calls. O grupo vem trabalhando em cima do draft da planilha de cálculo OEM, que vem sendo melhorada dentro da comissão e junto ao Latin NCAP.

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Área Técnica de Acreditação de Laboratórios Comissão Técnica de Acreditação de Laboratórios de Emissões de Motos Coordenador: Vice Coordenador: Ricardo Grotto, HONDA Raphael Sedano, MARELLI Durante 2021, o grupo vem realizando a criação de protocolo, ficha de inscrição e cronograma para o Ensaio de Proficiência (EP) 2021. Devido a pandemia da COVID-19, o grupo decidiu postergar o início do EP para se precaver de uma possível falta de mão de obra, materiais, insumos, acesso as empresas etc. O item de ensaio, fornecido pela YAMAHA, vem sendo testado com o combustível A11H50 antes do início do EP. Os resultados serão encaminhados para análise do INMETRO. A comissão estudará viabilidade dos laboratórios para que nos próximos EP’s já possa começar a ser inseridas as novas metodologias que estão sendo elaboradas com base na resolução 493/19, conforme previsto no apêndice 3 do Anexo V do regulamento delegado UE nº 134/2014, NBR 16529/2016 e NBR11481/2010.

Comissão Técnica Acreditação de Laboratório de Emissões Coordenador: Vice Coordenador: Danilo Torres, GM Edson Paixão, UMICORE Esta CT vem trabalhando na proposta de cronograma da 13ª Rodada da Correlação AEA-INMETRO para motores Ciclo OTTO. O veículo utilizado na correlação será um HB20X, fornecido pela HYUNDAI. A comissão vem discutindo desde 2020 a questão da Contaminação dos Gases de Serviço, tema trazido por alguns laboratórios devido problemas de qualidade no fornecimento de ar-sintético pelo seu fornecedor de gases especiais. O grupo vem trabalhando em conjunto com a empresa fornecedora visando sanar este problema. Guia de Cálculo de Incertezas: Considerando que a versão da ABNT NBR ISO/IEC 17.025:2017 determina a necessidade de identificar as contribuições para as incertezas de medições, conforme nota 3 do item 7.6.3, foi proposto pelo coordenador desta comissão a criação de uma Subcomissão para tratar sobre o assunto. Esta subcomissão tem previsão de início para fevereiro de 2022.

Comissão Técnica de Ensaio de Proficiência de Laboratórios de Motores Ciclo Otto Coordenador: Jefferson Andrade, MAHLE

Vice Coordenador: José Willian Vieira, MARELLI

O objetivo da comissão técnica é contribuir para a acreditação dos laboratórios de testes de motores do ciclo Otto, promover correlações interlaboratoriais nacionais e internacionais e harmonizar procedimentos de ensaios aumentando o grau de confiabilidade dos resultados dos testes feitos pelos laboratórios participantes. A data prevista para o término do atual EP (abril/2020) foi alterado devido o fechamento de alguns laboratórios por conta da COVID 19. O grupo concluiu os trabalhos da correlação após a realização do último ensaio feito pelo laboratório do SENAI FIEMG em 09 de abril. Conforme é realizado após os EPs, o INMETRO analisou os resultados e apresentou o relatório preliminar desta correlação aos membros da comissão.

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Comissões Técnicas e Grupos de Trabalho 2021

Esta comissão vem preparando o protocolo do próximo Ensaio de Proficiência (EP), onde será utilizado um motor fornecido pela STELLANTIS. O motor já está sendo amaciado e, posteriormente, será realizado as curvas de estabilização conforme procedimento interno.

Comissão Técnica de Ensaio de Proficiência de Laboratórios de Motores Ciclo Diesel

Coordenador: Anderson Oliveira, MWM

Vice Coordenador: Clovis Matsumoto, AVL

Na mesma linha das comissões de ensaios de laboratórios, o objetivo desta comissão técnica é contribuir para a acreditação dos laboratórios de testes de motores do ciclo Diesel, promover correlações interlaboratoriais nacionais e internacionais e harmonizar procedimentos de ensaios aumentando o grau de confiabilidade dos resultados dos testes feitos pelos laboratórios participantes. Com a conclusão do 01° Ensaio de Proficiência, foi apresentado pelo INMETRO o relatório preliminar dos ensaios e resultado de integridade do Motor, os fabricantes do Motor (MWM e Cummins) autorizam a divulgação deste material. Atualmente, esta comissão vem realizando o planejamento do 02° EP. Os motores serão fornecidos pela CNH (6 cilindros / 1000-1100 Nm / 180-200 KW) e outro pela MERCEDES (6 cilindros / 1300 Nm / 240 KW). Testes de validação estão sendo feitos pelas fornecedoras. Para este EP, foi decidido manter no protocolo os paramentos Full load para o ciclo ETC, os laboratórios devem manter o mesmo parâmetro definido pelo fabricante para os ensaios.

Área Técnica de Combustíveis Comissão Técnica de Diesel/Biodiesel Coordenador: Christian Wahnfried, ROBERT BOSCH

Vice Coordenador: Raphael Sedano, MARELLI

Esta comissão tem como foco a discussão do Diesel e Biodiesel presentes no mercado e suas normas regulamentadoras. Em 2021, o grupo vem acompanhando os testes e relatórios do combustível B10 e B15 junto ao MME, para avaliação do aumento da mistura de biodiesel, além do trabalho contínuo de acompanhamento de problemas e ocorrências de campo com o diesel brasileiro. Também estão sendo realizadas medições da qualidade do Diesel comercial ao longo da cadeia logística, com o intuito de se ter dados reais do combustível entregue ao consumidor final. Ações da CT em parceria com Órgãos Governamentais: •

Suporte ao GT MME de testes com biodiesel (B10-15-20) e consolidação dos testes Anfavea/Sindipeças;

•

Diesel de referência com biodiesel (B7) para homologação de aplicações Proconve L7, L8 e P8;

•

Regulamentação do Diesel Renovável HVO;

•

Suporte ao GT de Parâmetros Críticos do Biodiesel liderado pela ANP.

•

Revisão das especificações de qualidade do diesel comercial e do biodiesel, RANP50/2013 e RANP45/2014 respectivamente.

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Comissões Técnicas e Grupos de Trabalho 2021

Esta CT planeja através dos trabalhos desenvolvidos preparar e disponibilizar vídeos de curta duração (3 minutos) sobre boas práticas do diesel. Estes vídeos apresentarão as melhores formas de gestão, armazenamento, manuseio, transporte e boas práticas nos cuidados do Diesel. O grupo está fechando a cota de patrocínio para dar início aos trabalhos.

Comissão Técnica de Gasolina/Etanol Coordenador: Vice Coordenador: Franck Turkovics, INDIVIDUAL Mauricio C. Carmona, INDIVIDUAL O objetivo desta comissão é discutir a gasolina comercializada atualmente no Brasil: qualidade, evolução, especificações, adequação dos combustíveis gasolina e etanol às novas tecnologias de motores. No ano de 2021, foram os seguintes temas de relevância foram tratados na comissão: •

Teor de enxofre da gasolina para fases futuras do PROCONVE: atuar junto com ANFAVEA e ANP como suporte do programa de testes proposto pela PETROBRAS;

•

Combustível de referência Etanol: Flexibilização dos limites aldeídos, éster e álcoois superiores do etanol padrão (EAC e EHC);

•

Risco de corrosão com etanol importado e/ou de milho. Acompanhar o plano de trabalho do INT sobre o tema

•

Previsão, revisão e orientação do mix energético das fontes gasolina / etanol para o período 2020 – 2030;

•

Participar nos editais do Rota 2030 como por exemplo programa rota 2030 FUNDEP – LINHA V;

•

Atualização e revisão da rota tecnológica até 2030 afim de definir a estratégia de engenharia nacional para o Brasil.

Comissão Técnica de Combustíveis Gasosos Veiculares Coordenador: Vice Coordenador: Marco Antonio Garcia, SCANIA Eduardo R. Oliveira, CUMMINS Criada em novembro de 2019, o escopo desta comissão se restringe a todos assuntos técnicos ligados ao combustível Gás Natural, conforme exemplos listados: normas, produção, distribuição, qualidade, emissões e assuntos que ainda serão apontados pelas empresas participantes. No ano de 2021, a CT realizou um follow-up da Carta da AEA enviada para a ANP sobre a Gás de Referência. Esse assunto foi levado para as demais comissões de combustíveis por se tratar de um interesse mútuo. A comissão também discutiu a resolução ANP 16 2008, onde é abordado a Qualidade do Gás, desde o processamento do gás até sua distribuição.

Comissão Técnica de Hidrogênio Veicular Coordenador: Vice Coordenador: Mario Reis Pinto, MBBras Carlos Vinicius Costa da Massa, PETROBRAS Criada em 2021, o objetivo desta comissão é estudar e classificar as rotas de produção, abastecimento e infraestrutura de hidrogênio de melhor custo-benefício para a sociedade, observando as tendências globais, suportando as discussões técnicas sobre os programas brasileiros do combustível do futuro e do hidrogênio.

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Área Técnica de Lubrificantes Comissão Técnica de Lubrificantes e Fluidos Coordenador: Arley Barbosa da Silva, PROMAX Em 2021, a comissão técnica continuou abordando o tema sobre importação de amostra de óleo usado em pequenas quantidades para análise laboratorial, consultando o ministério do meio ambiente a melhor possibilidade para fazê-lo. Esta comissão também abordou os seguintes temas: •

Projeto norma troca de óleo. Para construção de norma técnica, houve reativação do comitê ABNT/CB-005/CE 005 107 001 “Serviços de Inspeção, Reparação e Manutenção de Motores Ciclo Otto” – Projeto troca de óleo.

•

Fluídos para veículos elétricos;

•

Cartilha e vídeo para líquido de arrefecimento;

Área Técnica de Eletroeletrônica Comissão Técnica de Eletroeletrônica Coordenador: Vice Coordenador: Leimar Mafort, ROBERT BOSCH Alyne Justi, RENAULT O objetivo do Comitê Técnico é integrar as empresas, fornecedores e consumidores, especialistas, acadêmicos e entidades ligadas à mobilidade para estudar e suportar as discussões que tratam no país da legislação e regulamentação dos componentes e sistemas embarcados que utilizem a Eletroeletrônica automotiva. Em 2021, esta comissão fez comentários referente à consulta pública ANATEL n. 9 de 2020, que trata do “Edital de Licitação para a disponibilização de espectro de radiofrequências para prestação de serviços de telecomunicações, inclusive por meio de redes ditas de quinta geração (5G), em áreas de abrangência regionais ou nacional. Esta comissão também abordou os seguintes temas: •

Comentários sobre CP82 e posicionamento preliminar da ANATEL: A comissão se posicionou, via ofício, os impactos negativos para o setor automotivo e a consequente necessidade de alterar o valor de -27dBm/Mhz publicado;

•

Acompanhamento das consultas públicas ANATEL;

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Impactos do Rota2030 e roadmap na eletroeletrônica veicular. (Eventuais impactos GT7, roadmap safety, etc);

•

Análise do perfil de cobertura e roadmap de tecnologia: a) Onde ainda há 2G? Qual o futuro para o 2G (prazo de vida)? b) Ainda haverá investimentos 3G ou 4G como aumento de cobertura? Como está a cobertura atual? c) Roadmap para 5G.

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•

Estudos sobre riscos relativos à segurança cibernética: a) OBD dongle; b) Rastreadores sem criptografia; c) Outros pontos relevantes; d) Entender se legislação europeia (ou alienígena de forma mais ampla) seria trazida para o Brasil.

•

Estudo dos processos de nacionalização dos componentes eletrônicos principalmente relacionados à ADAS e eletrificação;

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Estudo das sinalizações vertical e horizontal nos países da América do Sul. Países foco: Brasil, Argentina, Chile, Uruguai, Peru, Colômbia, Paraguai e Equador;

•

Estudo de tendências para arquitetura EE no mercado brasileiro.

Comissão Técnica de Eletromobilidade Coordenador: Vice Coordenador: Jairo de Lima Souza, INDIVIDUAL Fabio Kazuki Uema, YAMAHA Esta comissão técnica foi criada em 2020 e tem como objetivo tratar questões de interesse da sociedade brasileira relacionadas ao Conceito dos Veículos Elétricos e Híbridos, Baterias (Fabricação Reuso, Reciclagem) e Recarga (Infraestrutura). Esta CT também abordará assuntos referentes a legislação brasileira. Para otimização dos trabalhos desta, foram criados 4 clusters de prioridades sugeridas pelos membros da CT: 1. Infraestrutura, 2. Armazenamento de Energia, 3. Tecnologia de Powertrain e Eletrificação, 4. Mobilidade Elétrica Veicular Sustentável. Estes grupos trabalharão em paralelo esta comissão. Em 2021, a comissão técnica abordou os seguintes temas: •

Resposta na Tomada de Subsídios de Geração distribuída da ANEEL;

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Live sobre Rota2030 e Eletromobilidade com o Ministério da Economia;

•

Participação na PNME na construção Roadmap Nacional de Infraestrutura de Recarga.

Área Técnica de Manufatura Comissão Técnica de Manufatura Avançada Coordenador: Anderson Borille, ITA No ano de 2020, o grupo discutiu sobre as atualizações do ROTA 2030 e as propostas para legislação de Incentivos. Atualmente foram reiniciadas as discussões sobre o Capítulo II do ROTA, criação de um selo 4.0, discussões sobre melhorias do Guia Prático da Lei do Bem e os detalhes sobre o Seminário AEA de Manufatura Avançada.

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Área Técnica – Tendências Tecnológicas Comissão Técnica Tendências Tecnológicas Coordenador: Damian Moretti, RENAULT A CT de Tendências Tecnológicas elaborou um Roadmap tecnológico dividido em 2 categorias: veículos de passeio e veículos comerciais e abordará tecnologias como powertrain, chassis e conectividade. O trabalho foi concluído e postado na área de Publicações Técnicas no site da AEA.

Grupos de Trabalho Especiais GT Emissões Evaporativas ORVR Coordenador: Vice Coordenador: Michele K. Gansauskas, TOYOTA Renato Linke, CETESB Foram realizadas várias reuniões entre a Diretoria da AEA e o coordenador do PROCONVE do IBAMA para acordar as atividades e respectivos prazos, a serem desenvolvidas pela AEA, em cumprimento às exigências fixadas pelas Resoluções CONAMA 490 (Veículos Pesados) e 492 (Veículos Leves) recém-publicadas, especificamente no que diz respeito às atividades da CT e deste seu atual GT, cujos respectivos coordenadores e vice foram indicados pela Diretoria. Os principais subitens que devem ser definidos pelo GT são: família de evaporativas, procedimento de teste de evaporação de 48h, durabilidade de evaporativa, ORVR e pré-condicionamento do veículo. Durante 2020, este GT trabalhou na proposta de emenda da NBR16927, que inclui os métodos alternativos de medição de etanol - Analisador fotoacústico e Cromatografia gasosa – a qual já passou pelo processo de consulta pública nacional da ABNT, e os comentários recebidos serão analisados pela ABNT CE 005:102.002 Emissões em Veículos Leves durantes as reuniões de 2021. O GT vem realizando nos últimos encontros a tradução do Procedimento de teste de emissões evaporativas em 48h e teste de ORVR para veículos NIRCOS (Non-Integrated Refueling Canister-Only System) e PHEV.

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Grupos de Trabalho Especiais GT Emissões Corporativas Coordenador: Vice Coordenador: Luiz Gustavo de Moraes, GM Flavio Augusto Ferreira, TOYOTA Os objetivos deste grupo de trabalho serão baseados na Resolução do CONAMA 492/2018, Art.26 §2o. e §3o. o IBAMA publicação de instrumento que regulamente a geração, o saldo e a utilização de créditos de emissões pelas corporações e pelos veículos abrangidos pelo PROCONVE L8. A missão deste GT é estudar a fundo e adaptar práticas aplicadas globalmente à realidade brasileira de modo a cumprir com o objetivo de servir como mecanismo auxiliar no atendimento aos níveis de emissão corporativos. O GT adotou o seguinte cronograma em 2021 para conclusão dos trabalhos: 1. Regras para uso de créditos e débitos entre os anos de vigência do L8; 2. Escopo e conteúdo do Plano de Recuperação de cada empresa; 3. Reclassificação de BIN devido aos fatores de teste Ki e FD; 4. Reclassificação de BIN devido ao RVEP (com previsão para ajuste na Res. 299/01).

GT NMOG Coordenador: Vice Coordenador: Francisco Emilio Baccaro Nigro, POLI/USP Gabriel M. Branco, INDIVIDUAL O GT foi criado com o objetivo de auxiliar o IBAMA com as demandas técnicas de implementação das fases L7 e L8 do PROCONVE. Em 2021, a PETROBRAS e a UFRJ apresentaram o resultado dos testes de determinação de Hidrocarbonetos em Emissões de Veículos Flex com E100 e E22 realizados no laboratório da UFRJ/Petrobras, estudo bastante significativo para continuidade dos estudos deste GT. Também houve a apresentação de outros laboratórios sobre os resultados e simulação dos impactos de novos valores de MIR nos resultados dos veículos L7 já homologados pelos ATCs.

GT RDE Coordenador: Vice Coordenador: Mario Reis Pinto, MBBras Fabrício Dias Pereira, VW O GT foi criado para auxiliar o IBAMA com as demandas técnicas de implementação das fases L7 e L8 do PROCONVE. O objetivo em 2020 foi discutir a definição dos critérios de medição das emissões dos gases de exaustão veicular em Tráfego Real (real drive Emission), os representantes estão realizando testes para definir melhores métodos de medição. O grupo abordou temas pertinentes a Densidade dos gases de exaustão dos combustíveis E22 e E100, Emissão de THC nos ensaios com partida a frio utilizando combustível E100, preparação do draft de norma ABNT para os ensaios de RDE e draft da IN IBAMA.

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GT Fator de Regeneração para Consumo Coordenador: Vice Coordenador: José Ponte, GM Renato Linke, CETESB Este grupo de trabalho foi criado em outubro de 2020 e tem como objetivo atender a demanda do IBAMA para que se estabeleça um novo procedimento para ajustar o consumo/autonomia dos veículos leves equipados com sistema de pós-tratamento regenerativos, podendo afetar veículos com motores do ciclo Otto ou Diesel. O GT abordou os dados de consumo/autonomia que constam na Portaria Conjunta IBAMA/INMETRO nº 11 de 2014, os quais estão listados abaixo, sendo determinados conforme ABNT NBR 7024.: 1. Autonomia de combustível urbano (km/l); 2. Autonomia de combustível estrada (km/l); 3. Autonomia de combustível combinada (km/l); 4. Consumo Energético combinado (MJ/km).

GT Qualidade dos Combustíveis na Distribuição Coordenador: Vice Coordenador: Marco Antonio Rodrigues Lassen, RAIZEN Gilles Laurent Grimberg, ACTIOIL Este grupo de trabalho formado em Abril/2021, tem como proposta a discussão e apresentação, pelas Distribuidoras de Combustíveis, dos problemas que estão ocorrendo no recebimento e fornecimento do diesel comercial. Esse assunto já vem sendo discutido pela Associação Brasileira de Downstream – ABD do IBP e esse grupo da AEA suportará o estudo complementando com a visão de outros segmentos. O objetivo será avaliar toda a cadeia logística e apresentar sugestões de ações para mitigar problemas de qualidade que vem ocorrendo no recebimento de combustíveis pelas distribuidoras de forma a oferecer aos consumidores um produto com melhor qualidade e sem riscos de desabastecimento.

GT Emissões 2R Coordenador: Vice Coordenador: Wesney Barbosa, YAMAHA Raphael Sedano, HONDA Este grupo de trabalho se iniciou após a necessidade de normatização da Resolução CONAMA 493 de 2019, que definiu o PROMOT M5. As principais atribuições deste GT serão: •

Atualização do ciclo WMTC, o qual foi revisado para atendimento à legislação europeia Euro 5, estando atualmente defasado na norma brasileira;

•

A Norma brasileira atual considera o ciclo “WMTC stage 2”, desenvolvido para atendimento ao Euro 4

•

Para o PROMOT M5, será utilizado o ciclo “WMTC stage 3”, que foi revisado para o atendimento ao Euro 5, e que passou a exigir este ciclo revisado para todas as subcategorias da categoria L (de L1 a L7).

Em 2021 o grupo continuou com os trabalhos de revisão/tradução do regulamento EU nº 134/2014.

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Comissões Técnicas e Grupos de Trabalho 2021

GT OBD e AES Pesados Coordenador: Bárbara Bassi, CUMMINS Estre grupo de trabalho foi criado em 2019 com intuito de trabalhar na elaboração de instrução normativa referente ao OBD e AES para veículos pesados. Em 2021, este GT continuou com a construção da proposta de Instrução Normativa (IN). Foi encaminhado ao IBAMA, via AEA, em 31/08/2021, a carta com justificativa e proposta de texto para alteração da IN 20/2020, que contém as informações sobre a complementação do PID 93 e data de implementação para 1 de janeiro de 2026.

GT Ruído P8 - Pesados Coordenador: Gabriel Prado de Oliveira, SCANIA Este grupo de trabalho foi criado em setembro de 2020 e tem como objetivo tratar dos assuntos relativos à ruído de passagem de veículos, contidos no Capítulo IX da Resolução 490. Durante as reuniões, o GT tratou dos itens não previstos na ISO 362-1:2015: a. Condições de contorno para tipos de veículos representados pelo veículo mestre utilizado no ensaio (referência R51.03); b. Ruído de descarga do compressor (referência R51.03 Anexo 5); c. Condicionamento de silencioso contendo material fibroso (referência R51.03 Anexo 4); O GT de Ruído P8 concluiu em março de 2021, o texto técnico proposto da IN consolidada e a carta justificativa ao IBAMA e que, além do que já havia sido reportado anteriormente, houve a inclusão do referenciamento à norma de ruído emitido pelo sistema de arrefecimento de ônibus urbanos e inclusão do texto sobre família de motores.

GT RVEP Para Veículos Pesados Coordenador: Alex Araujo Bressam, SCANIA Grupo de trabalho criado em março de 2021, com objetivo de elaborar uma proposta de revisão, com foco em veículos pesados, do Relatório de Valores de Emissão da Produção (RVEP), que atualmente é estabelecido pela Resolução CONAMA 299/2001 e textos correlatos, com foco nos critérios de tamanho de amostra e tipos de ensaios de controle. O grupo foi criado devido a oportunidade de aprimoramento e harmonização de procedimentos do RVEP. Portanto, o GT irá formular uma proposta de texto, a ser encaminhada ao CONAMA, para revisão da CONAMA 299 de 2001 e demais textos que façam menção ao RVEP de veículos pesados.

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Comissões Técnicas e Grupos de Trabalho 2021

GT Calibração do Contador de Partículas Coordenador: José Antônio de Souza Junior, UMICORE Foco do GT é criar procedimento de checagem para possibilitar ampliação do prazo de vencimento da calibração devido à falta de laboratório de referência de calibração no país. Os fabricantes de contador de partículas apresentaram as metodologias existentes de calibração deste equipamento para atender UNECE R83 & R49. Os participantes deste GT entendem que os fabricantes devem manter uma estrutura para calibração dos equipamentos no Brasil, não fazendo sentido que cada laboratório tenha pelo menos um equipamento reserva. Atualmente, o trâmite de calibração leva de 5 a 6 meses devido a necessidade de exportação e importação do equipamento da matriz fabricante. Para argumentar sobre a inviabilidade de exportação do equipamento e a possibilidade de calibração em território nacional, esta comissão realizou o levantamento de número de CPCs presentes no país. O grupo vem dialogando com os fabricantes deste equipamento a melhor alternativa para atender os laboratórios.

GT Intensidade de Carbono Coordenador: Angela Oliveira da Costa, EPE Este GT foi criado em Outubro/2021 para suportar as demandas de trabalho da CT Eficiência Energética, atual GT Poço à Roda. O grupo tem como objetivo discutir os seguintes itens: 1. Uniformização dos valores de densidade energética dos combustíveis para programas RenovaBio e Rota 2030; 2. Determinação dos valores de intensidade de carbono para os combustíveis de referência e de campo e também para a energia elétrica. As definições de que tratam os itens 1 e 2 devem estar prontas antes da definição de metas para a próxima etapa do Rota 2030 (2027-2032), o que deve ocorrer em 2022.

GT Tecnologia de Powertrain e Eletrificação Coordenador: Avelino Souza, ROBERT BOSCH Grupo de Trabalho formado em 2020 para atender as demandas da CT Eletromobilidade. O GT concentra-se no estudo de tecnologias para futura industrialização e produção de componentes e sistemas no país. O processo de eletrificação de agregados (alternadores, Compressores de ar-condicionado, Sistemas de Direção, Compressores de Ar, Bombas de Óleo, etc) nos motores de combustão interna, pode ser um primeiro passo para o incremento da eficiência energética dos veículos nacionais. Nesta área temática, além das tecnologias de eletrificação de powertrain, pretende-se estudar as questões de legislação, segurança, conectividade bem como as questões relacionadas a ciclo de vida e reciclagem destes sistemas.

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Comissões Técnicas e Grupos de Trabalho 2021

GT Mobilidade Elétrica Veicular Sustentável Coordenador: Vice Coordenador: Evilym Machado, RENAULT Marco Antonio Barreto, FEI Grupo de Trabalho formado em 2020 para atender as demandas da CT Eletromobilidade. O GT aborda os aspectos necessários para a integração com segurança dos sistemas de mobilidade elétrica aos demais modais de transporte urbanos; promover a disseminação de frotas elétricas; estudar e propor soluções para suprir as necessidades viárias e de infraestrutura de transporte, como integração de terminais de ônibus e de taxis eletrificados (autônomos ou não); desenvolver estudos de capilarizarão de transportes eletrificados em subúrbios dos grandes centros e criar um roadmap com prioridades respeitando as regionalidades do país.

GT Armazenamento de Energia Coordenador: Vice Coordenador: Alexandre Sakai, SIEMENS Eduardo Nogueira Dias, BASF Grupo de Trabalho formado em 2020 para atender as demandas da CT Eletromobilidade. O GT pretende estudar os sistemas de armazenamento de energia e suas tecnologias visando a proposição de soluções para segurança e escalabilidade de produção local através do uso de matérias primas locais. O transbordamento das tecnologias de armazenamento e ciclo de vida para diversas aplicações na sociedade também serão objeto de estudo para que a comissão possa construir um roadmap. Os processos de reciclagem e tratamento de resíduos estarão comtemplados no estudo.

GT Infraestrutura Coordenador: Robson Cruz, INDIVIDUAL Grupo de Trabalho formado em 2020 para atender as demandas da CT Eletromobilidade.Estuda os sistemas de geração e distribuição de energia, bem como as oportunidades e desafios para a criação de infraestrutura de recarga para os veículos. Nesta área temática, será construído um roadmap propositivo com ações sistêmicas para a produção de resultados para a sociedade e legisladores.

GT Duplo Piso Coordenador: Alessandro Borges de Sousa Oliveira, UNB Iniciado em maio/2021, o foco do GTs será desenvolver estudo e normativo sobre Superestrutura (Duplo-Piso). Tema da Resolução CONTRAN nº 717/2017 que se encontra na Agenda Regulatória do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) para o biênio 2021-2022, divulgada pela Portaria 2.663/2020 do Ministério da Infraestrutura. O grupo terá até dezembro para concluir os trabalhos.

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Comissões Técnicas e Grupos de Trabalho 2021

O DENATRAN será responsável pela implementação, execução e acompanhamento da Agenda Regulatória e a AEA irá fornecer apoio técnico para desenvolver os temas prioritários deste ano, inclusive na revisão do Plano Nacional de Mortes e Lesões no Trânsito (PNATRANS).

GT Limitador de Velocidade Coordenador: Darlan Souza, RENAULT Iniciado em maio/2021, escopo do grupo de trabalho seria, conforme definido no item 11 – Dispositivo Limitador de Velocidade da Resolução CONTRAN 717/17: caminhões, caminhões-tratores, micro-ônibus e ônibus em acordo com a definição do Código de Trânsito Brasileiro (CTB). O grupo terá até dezembro para concluir os trabalhos. Para dar início aos trabalhos, foi apresentado ao grupo um material resumo sobre as regulamentações internacionais e do mercado latino-americano. O grupo fará análises e discussões sobre o escopo de veículos impactados por esses estudos, encerrando os trabalhos com uma proposta de draft de texto que será encaminhado ao DENATRAN.

GT Roadmap Duas Rodas Coordenador: Vice Coordenador: Marcio T. Azuma, HONDA Rodrigo Gonçalves Labiapari Ghetti, HONDAI Iniciado em maio/2021, o foco do GTs será desenvolver estudo e normativo sobre Roadmap Duas Rodas, Tema da Resolução CONTRAN nº 717/2017 que se encontra na Agenda Regulatória do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) para o biênio 2021-2022, divulgada pela Portaria 2.663/2020 do Ministério da Infraestrutura. O grupo terá até dezembro para concluir os trabalhos. O GT será responsável por elaborar a proposta de resolução que atenda aos requisitos impostos pelo DENATRAN.

GT Tanque de Combustível Coordenador: Vice Coordenador: Paulo Jorge I. Santo Antonio, MBBras José Samuel Freitas, MBBras Iniciado em maio/2021, o foco do GTs será desenvolver estudo e normativo sobre Tanque de Combustível, tema da Resolução CONTRAN nº 717/2017 que se encontra na Agenda Regulatória do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) para o biênio 2021-2022, divulgada pela Portaria 2.663/2020 do Ministério da Infraestrutura. O grupo terá até dezembro para concluir os trabalhos. O grupo analisou as normas técnicas existentes a respeito deste tema para dar início aos seus trabalhos.

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Comissões Técnicas e Grupos de Trabalho 2021

GT Flamabilidade Coordenador: Marcos Y. Tabuti, VWCO Iniciado em maio/2021, o foco do GTs será desenvolver estudo e normativo sobre Flamabilidade, tema da Resolução CONTRAN nº 717/2017 que se encontra na Agenda Regulatória do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) para o biênio 20212022, divulgada pela Portaria 2.663/2020 do Ministério da Infraestrutura. O grupo terá até dezembro para concluir os trabalhos. O grupo de trabalho de “Flamabilidade” (item n. 4 do Anexo da Resolução CONTRAN 717/17), tem por objetivo avaliar a necessidade de atualização do normativo atualmente vigente em relação às normativas internacionais sobre o assunto. O escopo do estudo deve ter como parâmetro inicial a atualização visando a aplicação aos veículos do tipo ônibus e microônibus, conforme anexo da Resolução.

GT Equipamentos Obrigatórios - Revisão CONTRAN 14.98 Coordenador: Carla Pachu, GM Iniciado em maio/2021, o foco do GTs será desenvolver estudo e normativo sobre a resolução CONTRAN 14.98, tema da Resolução CONTRAN nº 717/2017 que se encontra na Agenda Regulatória do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) para o biênio 2021-2022, divulgada pela Portaria 2.663/2020 do Ministério da Infraestrutura. O grupo terá até dezembro para concluir os trabalhos, abrangendo a todas as categorias de veículos nela listado, como Veículos automotores, ônibus elétricos, reboques e semirreboques, ciclomotores, motonetas, motocicletas e triciclos; quadriciclos, tratores de rodas e mistos; tratores de esteiras.

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Ações em parceria com Órgãos Governamentais

ANP – Agência Nacional do Petróleo •

Suporte ao GT MME de testes com biodiesel (B10-15-20) e consolidação dos testes ANFAVEA / SINDIPEÇAS;

•

Diesel de referência com biodiesel (B7) para homologação de aplicações Proconve L7, L8 e P8;

•

Regulamentação do Diesel Renovável HVO;

•

Suporte ao GT de Parâmetros Críticos do Biodiesel liderado pela ANP.

•

Revisão das especificações de qualidade do diesel comercial e do biodiesel, RANP50/2013 e RANP45/2014 respectivamente.

DENATRAN - Departamento Nacional de Trânsito •

Auxílio na coordenação de discussões técnicas referentes a Agenda Regulatória para 2022. Foram criados originalmente 6 grupos de trabalho para tratar dos temas: •

Duplo Piso

•

Revisão CONTRAN 14.98 – Equipamentos Obrigatórios

•

Tanque de Combustível

•

Flamabilidade

Os trabalhos continuarão em 2022 conforme os temas iniciados forem finalizados.

INMETRO - Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia •

Correlação de laboratórios AEA-INMETRO;

IBAMA - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis Desenvolvimento das fases L7, L8 e P8 do PROCONVE, M5 do PROMOT: •

Continuação das discussões nos Grupos de Trabalho para tratar de temas específicos para o L7, L8, P8 e M5: •

OBDBr;

•

GT Ruído P8

•

NMOG;

•

GT RVEP Pesados

•

RDE;

•

OBD e AES PESADOS;

•

GT Fator de Regeneração p/ Consumo

•

EMISSÕES 2R;

•

GT Emissões Corporativas

Os trabalhos continuarão em 2022.

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Ações em parceria com Órgãos Governamentais

PRF – Polícia Rodoviária Federal •

GT OBD e AES Pesados (consumo de ARLA32)

Governo Federal Rota 2030 AEA prestou suporte ao Ministério da Economia coordenando discussões técnicas referente: •

Definição de parâmetros e metodologias para a mensuração de Eficiência Energética Sustentável (energético-ambiental) para veículos, aliando parâmetros de eficiência energética veicular em conjunto com a aferição de emissões de Gases do Efeito Estufa (GEE), utilizando neste momento a avaliação do poço à roda e elaborou e apresentou workshop para suas associadas e membros do governo relacionado a:

•

Estabelecimento de procedimentos de medição de eficiência energético-ambiental para veículos pesados, utilizando a metodologia VECTO (Vehicle Energy Consumption calculation TOol), e divulgação de resultados, inicialmente através da organização de um workshop para atualização do grupo e definição das atividades prioritárias.

Boletim Rota 2030 Projetos e Programas Prioritários AEA lança série de boletins informativos sobre o Rota 2030 e seus PPP´s Com a coordenação editorial de Marcelo Massarani, diretor de Academia da entidade e professor da POLI-USP, a AEA lançou boletins informativos sobre o Rota 2030 e seus PPP´s – Programas e Projetos Prioritários. A cada quinzena, até o final deste ano, dez edições digitalizadas – com conteúdos didáticos – foram distribuídas para a indústria, entidades correlatas da cadeia automotiva e às universidades. A compilação de debates, de estudos e de dados foi elaborada a partir das cinco linhas de desenvolvimento temático dos Programas e Projetos Prioritários, resumidas em Linha I – Alavancagem industrial através do estímulo ao desenvolvimento de produtos e processo inovadores da indústria da cadeia automotiva; Linha III – PD&I na cadeia produtiva automotiva; Linha IV – Ferramentas brasileiras mais competitivas; e Linha V – Biocombustíveis,

segurança veicular e propulsão alternativa à combustão. A Linha II – Digitalização foi absorvida na I e IV. “Inúmeros profissionais e executivos de empresas, representantes de órgãos governamentais, de ministérios e de universidades participaram das primeiras audiências públicas, que visavam a formulação do Rota 2030 e, depois, da criação dos PPP´s. Entendemos que os resultados dos estudos e dos debates técnicos estão em disseminados em vários fóruns. Daí a importância de se consolidar essas informações. Por isso, decidimos lançar os boletins informativos”, explica Massarani. O acesso ao conteúdo foi disponibilizado ao público através do site AEA, onde é possível baixar gratuitamente cada edição.

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Empresas Associadas

ABIOVE abiove.org.br

CBA cba.com.br

ACTIOIL actioil.com

CEBI BRASIL cebi.com/en

AFTON aftonchemical.com

CHEVRON ORONITE BRASIL brazil.chevron.com/about

AGCO do Brasil fendt.com.br

CNH INDUSTRIAL LATIN AMERICA cnhindustrial.com

ALTAIR ENGINEERING DO BRASIL altair.com

CONNECT MARKETING

APROBIO aprobio.com.br

CORNING BRASIL corning.com

AUDI DO BRASIL audi.com.br

COSAN LUBRIFICANTES E ESPECIALIDADES cosan.com.br

AVL SOUTH AMERICA LTDA avl.com

CUMMINS BRASIL LTDA cummins.com.br

BASF S.A basf.com/br/pt.html

DAF CAMINHÕES BRASIL dafcaminhoes.com.br/pt-br

BMW DO BRASIL bmw.com.br

DENSO DO BRASIL denso.com

BORGWARNER BRASIL borgwarner.com

EDC CONSULTORIA EM ENGENHARIA E REC HUMANOS edcgroup.com.br

CAOA Montadora de Veículos S.A. caoa.com.br

ESI SOUTH AMERICA COMÉRCIO E SERVIÇOS DE INFORMÁTICA esi-group.com

CASTROL DO BRASIL LTDA castrol.com

FCA fiat.com.br/index.html

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Empresas Associadas

FEV www.fev.com/brazil.html

INFINEUM BRASIL LTDA infineum.com

FORD MOTOR COMPANY DO BRASIL LTDA ford.com.br

INNOSPEC DO BRASIL innospecinc.com

FUCHS DO BRASIL S.A. fuchsbr.com.br

FUSCO-MOTOSEGURA fuscomotosegura.com.br

GENERAL MOTORS DO BRASIL LTDA chevrolet.com.br

HARLEY DAVIDSON DO BRASIL LTDA harley-davidson.com

INVENTTA BGI (Incentivar Consultoria Empresa) brasil.abgi-group.com IOCHPE MAXION - S.A DIVISAO FUMAGALLI iochpe.com.br

JOHNSON MATTHEY BRASIL LTDA matthey.com JX NIPPON OIL & ENERGY CORPORATION nex.jx-group.co.jp/english

KIA MOTORS DO BRASIL LTDA kia.com.br HARMAN DO BRASIL harman.com HPE AUTOMOTORES DO BRASIL LTDA (MITSUBISHI) mitsubishimotors.com.br & suzukiveiculos.com.br HYBRID E CONTROLS TECNOLOGIA AUTOMOTIVA hecontrols.com.br HYDRO EXTRUSION BRASIL www.hydro.com

HYUNDAI MOTOR BRASIL hyundai-motor.com.br

ICONIC LUBRIFICANTES iconiclubrificantes.com.br

LEAR DO BRASIL https://www.lear.com

LUBRIZOL DO BRASIL ADITIVOS LTDA lighting.phillips.com.br

LWART LUBRIFICANTES lwart.com.br

MAHLE METAL LEVE br.mahle.com

MAN LATIN AMÉRICA man-la.com

IDEMITSU LUBE SOUTH AMÉRICA idemitsu.com.br

MARELLI marelli.com

IDIADA applusidiada.com/global/en

MERCEDES-BENZ mercedes-benz.com.br

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Empresas Associadas

MULTITECH multittech.com.br

ROBERT BOSCH DO BRASIL brasil.bosch.com.br

MWM MOTORES mwm.com.br

SCANIA LATIN AMERICA SCANIA BRASIL scania.com.br

Napro Eletronica Industrial napro.com.br

NGK ngkntk.com.br

NISSAN DO BRASIL AUTOMÓVEIS nissan.com.br NOVA PETRENE CONSULTORIA novapetrene.com.br

NOVELIS DO BRASIL pt-br.novelis.com

SEG Automotive seg-automotive.com

SIEMENS INDUSTRY SOFTWARE seg-automotive.com

TCA HORIBA horiba.com/br

TECCOM INDÚSTRIA E COMERCIO teccom10.com.br

TOYOTA DO BRASIL LTDA toyota.com.br

OXITENO https://oxiteno.com/br UMICORE DO BRASIL LTDA umicore.com.br PEAK AUTOMOTIVE LTDA peak.com.br

UNICA – UNIÃO DA INDÚSTRIA DE CANA-DE-AÇÚCAR unica.com.br

PETROBRAS – PETRÓLEO BRASILEIRO S.A. petrobras.com.br

UNIPAC grupojacto.com.br

PEUGEOT CITROEN DO BRASIL site.groupe-psa.com

VCA - VEHICLE CERTIFICATION AGENCY dft.gov.uk

PROMAX PRODUTOS MÁXIMOS S.A. INDÚSTRIA E COMÉRCIO promax-bardahl.negocio.site

VOLKSWAGEN DO BRASIL vw.com.br

RAIZEN COMBUSTÍVEIS S.A. raizen.com

VOLVO DO BRASIL VEÍCULOS LTDA volvogroup.com.br

RENAULT DO BRASIL renault.com.br

YAMAHA MOTOR DO BRASIL yamaha-motor.com.br

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Desafio AEA IGM de Manufatura Avançada

Confira a lista de vencedores do 1º Desafio AEA de Manufatura Avançada Ensino Fundamental 1º Study Help 2º Quebrada Fontacity 3º CheckCovid

Ensino Médio 1º ElMakers 2º LM Innovation 3º TecGear O segundo desafio ainda está rolando e os vencedores serão informados no começo do próximo ano!

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AGRADECIMENTO Caros leitores, Na política, nas entidades, nas empresas, em quaisquer organismos organizadas, o papel do vice-presidente foi e será o de suportar o presidente e coordenar a transversalidade operacional do mecanismo funcional da estrutura corporativa, de modo que, em momentos esporádicos, tenha a capacidade de representar a liderança. Em outras palavras, o vice-presidente desenvolve atividades “nos bastidores”. Foi exatamente isso que nós procuramos fazer ao lado do presidente Besaliel Botelho, dos diretores, das comissões técnicas e dos integrantes do staff da AEA, ao longo de 2021, diga-se, com muito sucesso. Um dos pontos fortes desta vice-presidência foi o suporte oferecido aos diretores responsáveis por desenvolver trabalhos de emissões veiculares, de leves e de pesados, de segurança, combustível do futuro, até mesmo na formulação de budget da entidade, muito bem conduzido por Sidney Oliveira, nosso diretor financeiro. Aproveito este fórum para esclarecer que a coordenação transversal de 16 diretorias é essencial à AEA, entidade que há 37 anos é referência da engenharia automotiva, cujos membros são voluntários. Diferente da estrutural organizacional de empresas, em nossa entidade contamos com a iniciativa voluntária, felizmente muito colaborativa, mas premente de condução única, de visão única. Nesse sentido, tentamos analisar os diferentes trabalhos em desenvolvimento com um só olhar, de modo que o conjunto da engenharia automotiva possa servir efetivamente a sociedade brasileira, em seus vários aspectos: produção de riqueza, empregabilidade, distribuição de renda, e, obviamente, melhores produtos (mais econômicos e menos poluentes). Ao encerrar minha mensagem a este Relatório de Atividades AEA 2021, gostaria de desejar a vocês um Feliz Natal e um 2022 de esperança e de realizações.

Marcus Aguiar

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FALE CONOSCO aea.org.br 11 5908 4043


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Relatório Anual de Atividades AEA 2021 by AEA - Associação Brasileira de Engenharia Automotiva - Issuu