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Boletim setembro outubro/2023

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[ Editorial ]

A Missão da Igreja em relação aos militares e agentes de Segurança Pública URANTE O XXI CONGRESSO Nacional

da União de Militares Cristãos Evangélicos do Brasil – UMCEB, realizado em Guarapari (ES) nos dias 19 a 22 de outubro de 2023, tive oportunidade de apresentar uma palestra sobre o presente tema. O assunto, além de sua relevância bíblica, teológica e prática, merece atenção especial face à crescente demanda pertinente à assistência religiosa e espiritual apresentada por militares e agentes de segurança pública em nosso país. Resolvi publicar aqui um resumo da palestra a fim de que os leitores deste Boletim, em especial aqueles que não puderam participar do evento, participem da reflexão que acontece atualmente a respeito dessa importante temática. guisa de introdução, são colocadas duas quest es preliminares 1 ) O orizonte missionário da Igre a deve incluir os militares e profissionais de segurança pública (Mc 1 .1 , At 1. , o 1 .1 e referências bíblicas afins), conforme prop e o Capelão Robert Cric em sua obra Outside the Gates. (Cric , 2011, p. 12 ). 2 ) A Missão da Igre a em relação aos militares e agentes de segurança pública deve promover benefícios a eles, às suas famílias, às suas Corporaç es e, por fim, à Sociedade. Tal lin a de raciocínio está em conformidade com o art. 1 da Constituição ederal, de vez que a Igre a, enquanto parte da Sociedade, possui algum grau de responsabilidade quanto à Segurança ública o que, indiretamente, passa por atribuiç es que l e são peculiares, as quais são abordadas na presente reflexão, ainda que de forma introdutória. O cumprimento dessa responsabilidade deve fundamentar se em legislação específica, a título de colaboração de interesse público, conforme o art. 19 I da C . Ilustro essa 2

D Aluísio Laurindo da Silva

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questão preliminar com a pergunta que me foi feita pelo Capitão N Caio ompeu de Souza Brasil, no Batal ão Riac uelo, em 19 , a respeito da liberação dos uzileiros evangélicos que iriam participar da Conferência Mundial entecostal, no Maracanã ual o benefício que esse evento trará para a Marin a do Brasil , interrogou me o Capitão Brasil.1 Eis os ob etivos propostos para à presente reflexão – omentar a reflexão sobre o tema e – Contribuir para o aprimoramento da doutrina (princípios ) que rege m as relaç es das partes envolvidas nessa área da Missão da Igre a. A presente reflexão sobre a Missão da Igre a em relação aos militares e agentes de segurança pública abrange seis tópicos, sobre os quais discorro brevemente. I – ORA O E OS MI ITARES E AGENTES E SEGURAN A B ICA A Igre a deve orar por eles pelos seguintes motivos 1. Eles possuem necessidades na área espiritual ( ueira ver exemplo do Centurião Cornélio, sua família e amigos em At 10) 2. Eles possuem necessidades em outras áreas da vida ( ueira ver exemplo dos soldados que dirigiram perguntas ao rofeta oão Batista, de acordo com c 3.1 e .1 10) 3. Eles exercem uma profissão que visa combater o mal por meio da dissuasão e punição dos malfeitores ( umanos). ( ueira ver ensino de aulo em Rm 13.1 e de 1 e 2.13 1 ) . Eles exercem uma profissão que visa a manutenção da segurança (nacional e pública), da lei e da ordem civil ( ueira ver ensino de aulo em 1Tm 2.1 ) . Eles exercem uma profissão que inclui solene uramento de fidelidade à átria, até


com o sacrifício da própria vida ( ueira ver Estatuto dos Militares, art. 2 I e 2Tm 2. ). II – A ROXIMA O OS MI ITARES E AGENTES E SEGURAN A B ICA 1. Necessário se torna considerar, primeiramente, possíveis causas do distanciamento entre Igre a e instituiç es militares e policiais, tais como falta de visão missionária, indiferença, receio de não ser bem recebida, ausência de significado missionário, insucesso em tentativas anteriores, efeito retardado dos tempos em que o Brasil possuía uma religião oficial etc. 2. Necessário se torna considerar, em seguida, motivos, iniciativa e finalidades da aproximação entre Igre a e instituiç es militares e policiais 2.1. Motivo de aproximação o orizonte missionário inclui essas categorias profissionais 2.2. Iniciativa da aproximação pode ser de qualquer das partes, mas a Igre a deve ser proativa 2.3. inalidades da aproximação estabelecer interlocução (diálogo), promover (permitir) con ecimento e

confiança mútuos, construir pontes (isto é relaç es institucionais condicionadas à colaboração de interesse público), identificar e atender demandas relacionadas à Missão da Igre a, em conformidade com os princípios que regem a laicidade colaborativa. III – ISCI U A O OS CRIST OS MI ITARES E AGENTES E SEGURAN A B ICA 1. eve orientar se por proposta de conteúdos curriculares mínimos outrinas Cristãs Básicas, Mandato Cultural, Grande Comissão de esus, amília Cristã, tica Cristã, ocação e ro eto de ida 2. eve conter orientaç es práticas sobre como permanecer no Camin o do Sen or, como compartil ar o Evangel o de Cristo, como fazer a diferença no ambiente militar por meio do testemun o pessoal (ilibada conduta pessoal e profissional), da realização de boas obras (aç es solidárias), de atividades sociais e do anúncio do Evangel o. Obs. importante lembrar o suporte que Igre as e o Compan eirismo Militar Cristão podem oferecer nesse sentido 3. eve realçar a construção de legados que a udem a consolidar e difundir o testemun o cristão, tanto no âmbito da Corporação, quanto da Sociedade Civil. Exemplos de legados A Sinagoga de Cafarnaum foi construída por um Centurião do Exército romano ( ucas .1 10), o Templo Evangélico da M foi construído e doado pelos Ms evangélicos integrantes da Ação Missionária dos Militares Evangélicos (AMME) do , o gesto amigo do Capelão oão . Soren ao abastecer o cantil do Capelão Católico acob Emílio Sc neider que serviu com ele

continua na pág

guint

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continuação a pág ant io

na II Guerra, o empen o pessoal do Cel Med Otávio Carval o Sobrin o da MES em prol da construção do M ES, a colaboração prestada pelo autor desta matéria na redação da norma adotada pelo Comando da MAC em favor Assistência Religiosa e Espiritual dessa Corporação, dentre outros exemplos. I – ANO E ASSIST NCIA ASTORA A OTA O E AS IGRE AS ARA SEUS MEMBROS, CRIST OS MI ITARES E AGENTES E SEGURAN A B ICA

1. Organização responsável Igre a de cada militar ou agente de segurança pública (At 20.2 e passagens afins) 2. Organização corresponsável Compan eirismo Militar Cristão ( ueira ver Manual do Capelão, . , item 23, referência à origem do Compan eirismo Militar Cristão com o Capitão Trotter, na ndia 1 1 e ainda o Manual de Referência da AMC ). Obs. Assistência astoral pode ser prestada no Templo, na residência ou noutro local a combinar, mas também em espaço pertencente à instituição militar ou policial, cu o acesso é regulado por legislação específica ei .210 19 , ei 9.9 2 2000, .923 19 1 etc. 3. Os ob etivos específicos do plano buscarão respostas para as seguintes perguntas – uem são os militares e agentes de segurança pública, membros da Igre a – Onde estão residindo e servindo – Como estão – uais são suas necessidades e de suas famílias – Como prestar assistência regular a eles e às suas famílias – Como resgatar espiritualmente os militares e agentes de segurança pública il os ródigos e Soldados eridos – RE A O A IGRE A COM ORGANI A ES ARCEIRAS

1. ormalização de parcerias modelos instrumentos apropriados 2. Ob eto das parcerias aquisição de Bíblias e porç es bíblicas, material didático para cursos, devocionais, patrocínio de eventos e preletores, sustento ou a uda a Capelães não institucionais etc.

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3. Relação exemplificativa de organizaç es parceiras – ACMEB (entidade representativa de Igre as de capelães institucionais) – UMCEB (entidade representativa do Compan eirismo Militar Cristão, nos âmbitos nacional e estaduais) – Sociedade Bíblica do Brasil – A é em pelo Ouvir – Os Gide es Internacionais – Ministérios ão iário – Universidade da amília – Organizaç es estrangeiras AMC , ACCTS, IAEC etc. I – RE A O A IGRE A COM RG OS MI ITARES E E SEGURAN A B ICA 1. estabelecida com base em leis federais e estaduais específicas 2. isa à colaboração de interesse público (Art. 19 I da C ) 3. ormas de colaboração – Cessão de astores as para a Capelania Institucional – Cessão de astores as para a Capelania oluntária – Outras Cessão de templos e dependências, liberação de palestrantes, cantores, grupos musicais, oferecimento de espaços para divulgação de matéria de utilidade pública, participação em ACISO, participação na olícia Comunitária, colaboração com a efesa Civil, apoio ao trabal o realizado unto aos presos e ao pessoal da reserva etc. A título de exemplificação, cito o trabal o realizado pela Igre a Batista do ovo, em São aulo, pela AMME, no , pela UNICRISTO e algumas Igre as de Goiânia


que colaboram com o trabal o realizado no resídio Militar ( RESMI ) do Estado. Obs. á relação colaborativa cu a formalização envolve somente Igre as enominaç es e instituiç es públicas, como é o caso do credenciamento de pastores cedidos para prestar assistência religiosa como capelães nas orças Armadas e Auxiliares, bem como em órgãos de segurança pública civis, conforme exigência da legislação específica. CONC US O Na presente fase da istória do Brasil, as Igre as e Compan eirismos Militares Cristãos são c amados a – Reforçar suas in as de Oração (para isso torna se necessário e urgente a adoção con unta de um plano específico) – Adotar uma postura mais proativa na busca de aproximação para com os militares e agentes de segurança pública, a título de colaboração de interesse público – Adotar e desenvolver um discipulado cristão com forte apelo à formação doutrinária e ética, esta última com fundamento na tica Cristã, ambas aplicadas à vida militar e policial, de modo a produzir transformação social – Adotar e implementar uma assistência astoral que responda as demandas apresentadas pelos militares e agentes de segurança pública, pós pandemia da CO I 19 – Celebrar parcerias que a udem a otimizar e acelerar a Missão da Igre a e – Colocar se à disposição dos militares e agentes de segurança pública, a fim de a udá los a se equiparem moral, ética e espiritualmente, como fatores que contribuem para promoção de sua qualidade de vida, face ao exitoso cumprimento de suas miss es constitucionais. Obs. O fec o da apresentação da palestra se deu com o cântico do ino Oração pela átria , na voz do falecido cantor uiz de Carval o, acompan ado pelo auditório. Os leitores que dese arem participar dessa linda oração podem acessar seu lin indicado a seguir isponível em <https://www.youtube.com/ watch?v=7Ja57c8 cc cesso em / / .

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ev. Aluísio Laurindo da Silva Presidente da ACMEB

REFERÊNCIAS

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ALVES, Gisleno Gomes de Faria (Org). : teoria e prática. São Paulo: Hagnos, 2017. ACCTS: Association for Christian Conferences, Teaching and Service. Disponível em < https://accts.org/ Acesso em 0 /11/2023. A CF: Association of ilitar Christian Fello ships. anual de efer ncia disponível em < https:// .amcf int.org/ Acesso em 21/10/2023. íblia Sagrada. Tradu ida em Portugu s por oão Ferreira de Almeida. evista e Atuali ada no rasil. 2. ed. arueri: Sociedade íblica do rasil, 2011. AS L. . rasília: Senado rasileiro. Disponível em < http:// .planalto.gov.br/ccivil 03/constituicao/ constituicao.htm Acesso em 25/10/2023. C C , obert. Development Services, 2012.

. Oviedo: HigherLife

AS L. Lei Federal n . 23, de 2 de unho de 1 1: versa sobre o Serviço de Assist ncia eligiosa das Forças Armadas. Disponível em < https:// .planalto.gov.br/ ccivil 03/leis/l 23.htm Acesso em: 21/10/2023. AS L. Lei Federal n . 2, de 14 de ulho de 2000: disp e a prestação de assist ncia religiosa nas entidades hospitalares públicas e privadas, bem como nos estabelecimentos prisionais civis e militares. Disponível em <https://legislacao.presidencia.gov.br/atos/ tipo LE numero 2 ano 2000 ato 7bf 1 p T1d4 Acesso em 25/10/2023. AS L. Lei n 7.210, de 11 de ulho de 1 4: institui a Lei de E ecução Penal. Disponível em <https:// .planalto.gov.br/ccivil 03/leis/l7210.htm Acesso em 21 de abril de 2022. AEC: . Disponível em < https://iaechap.com/ Acesso em 0 /11/2023.

NOTA 1 o atalhão iachuelo e istia a nião dos Evang licos ue tive o privil gio de presidir. Por isso re ueri ao Comandante da uela O , C G F Ant nio odrigues Lopes, autori ação para os Fu ileiros evang licos se ausentarem do uartel durante os dias 1 a 23 de ulho de 1 7, a fim de participarem da Confer ncia undial Pentecostal, reali ada no Estádios Gilberto Cardoso e ário Filho ( aracanã), cidade do io de aneiro. O re uerimento se baseou no Dec. 22, do E mo. Sr. Presidente da epública (Humberto de Alencar Castelo ranco), publicado no DO , n 113, de 1 / /1 7. osso pedido foi atendido. Diversos fu ileiros foram liberados. Ao me apresentar ao Capitão F rasil, Comandante de minha Cia, para informar a respeito do ocorrido, ele me fe a pergunta acima transcrita. espondi lhe respeitosamente: S o futuro dirá Estava com 1 anos de idade e não me vi em condiç es para responder tão sábia e oportuna interrogação. Todavia, a partir de então, pus me a pensar na relev ncia de tal pergunta, bem como a construir uma resposta honesta, lu da issão da gre a em relação aos militares e agentes de segurança pública.

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[ Veteranos em ação ]

reve relato de minha vida na caserna O ANO 19

3, quando o residente do Brasil era o General de Exército oão Batista de Oliveira igueiredo, o último residente militar, tive o privilégio de servir no Exército Brasileiro, no 32 GAC – Grupo de Artil aria de Campan a, na Bateria Anti Aérea em Brasília ( ), no Setor Militar Urbano. iz o curso de ormação de Cabo e dei baixa como 3 Sargento da Reserva não remunerada. No dia 1 de abril de 19 ingressei na olícia Militar do Estado de Goiás como soldado logo após fiz prova e curso para Cabo M. No ano de 1 9, com a adaptação da Constituição Estadual à ederal promulgada em de outubro 19 , mesmo á avendo feito prova e tendo sido aprovado no concurso para sargento na olícia Militar do Estado de Goiás, optei por ficar no Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás, na graduação de Cabo. Assim, fui Cabo no EB, na M e no CBM, feito nunca visto até então por outro militar alguém que foi Cabo em três instituiç es Militares. Galguei todas as graduaç es de praça e c eguei ao Oficialato, encerrando a min a carreira como Tenente Coronel Bombeiro Militar. Aceitei a esus Cristo como meu Sen or e Salvador no dia 2 de agosto de 19 e adotei como base bíblica Mateus .33, priorizando eus, família e demais coisas. O Sen or esus Cristo mudou meu viver. ui c amado por eus para o Ministério astoral, ao qual ten o dedicado boa parte de min a vida, desde quando estava no Serviço Ativo e muito mais agora, na Reserva. Casei me com uma mul er admirável, Arlete, com quem tivemos dois fil os maravil osos Marcos ilipe e osué, ambos advogados. Min a transferência para a Reserva se deu em aneiro de 201 . ecidi que, a título

N Moysés Cruz

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de gratidão a eus pela grande salvação com que me alcançou ( ebreus 2.3) e pela bril ante carreira que fiz no Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás, prestaria serviços pastorais à Corporação, na condição de Capelão oluntário. or isso, tão logo surgiu o ROARE, procurei a ireção da ACMEB e me apresentei para integrar a Equipe de Capelães oluntários, sendo um dos seus primeiros integrantes. Sinto me muito feliz pela oportunidade que ten o de continuar na convivência com meus compan eiros de farda, na condição de Capelão oluntário, prestando l es assistência religiosa e espiritual, graças aos espaços conquistados pela ACMEB, por meio da parceria celebrada por ela unto à undação . edro II e ao Comando do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Goiás. Assim, de maneira bastante resumida, compartil o um pouco da min a vida com o público leitor deste Boletim. ueira o Sen or usar esse testemun o para a edificação de sua vida pessoal e familiar, meu irmão, min a irmã. Aproveito para sugerir a você, eterano, que pense na possibilidade de, além de orar por sua Corporação, colaborar, de alguma maneira, com a assistência religiosa e espiritual dos compan eiros que continuam no Serviço Ativo. ouvado se a o Nome do Sen or

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o s s Cru Tenente Coronel BM R/R CBMGO Ca elão olunt rio integrante do PROARE/ACEMEB e Pastor da Assem leia de eus Ministério Madureira


[ Notícias das Capelanias ]

Capelania e ualidade de vida UA I A E E I A é um tema muito importante nos dias atuais e tem sido alvo de políticas públicas gerais e para servidores públicos. Nesse contexto, os profissionais das orças de Segurança merecem cuidado especial, por vários motivos exercem atividades das mais estressantes do mundo, passam por alto índice de adoecimento, possuem expectativa de vida menor e taxas de suicídio maiores que a população comum. cada vez mais crescente o entendimento de que a espiritualidade é um elemento importante no contexto de qualidade de vida, pois tem alcance em várias áreas da vida, como a saúde geral, saúde mental, relacionamentos, sentido da vida, dentre muitos aspectos. Em lin as gerais, a prática religiosa é um fator de proteção contra vários problemas e um fator de desenvolvimento de várias potencialidades do ser umano. Na M , a Capelania tem assento fixo na Comissão de romoção de Saúde Integral (C SI), untamente com representantes de todos os Centros de Assistência, da área médica, odontológica, psicológica e de capacitação física. Essa comissão assessora o c efe do epartamento de Saúde e Assistência ao essoal nos assuntos de saúde integral e qualidade de vida, na perspectiva interdisciplinar. Atualmente, o c efe do Serviço de Assistência Religiosa é o presidente da C SI, servindo à Corporação como ponto focal de qualidade de vida unto ao Governo ederal ( RO I A SENAS ) e unto ao Governo do istrito ederal (SE UA I G ), que possuem diretrizes e programas próprios nessa área. Como parte dessas iniciativas, a Capelania, unto com o Centro de Assistência sicológica e Social, tem atuado na coordenação do rograma de alorização da ida, que tem sido muito efetivo no enfrentamento ao suicídio, à violência doméstica e ao endividamento. Nos dias 9 a 11 de outubro de 2023, sob coordenação da C SI, presidida pela Capelania, foi realizado o 2 Congresso de Saúde Integral e alorização da ida da M . oi um evento interdisciplinar, com a participação de todos os Centros de Assistência da Corporação. O primeiro dia foi dedicado ao cuidado e orientação aos comandantes. O segundo dia teve como foco os profissionais dos Centros de Assistência, sob a perspectiva do cuidado com o cuidador.

O terceiro dia foi voltado para a tropa e contou com representação de policiais de todas as unidades administrativas e operacionais. cada vez mais forte na Corporação o entendimento de que as diversas áreas devem trabal ar integradas em prol da qualidade de vida do policial capelães, combatentes, médicos, dentistas, psicólogos, assistentes sociais, educadores físicos etc. Cada um dos nossos profissionais a udando uns aos outros, encamin ando uns para os outros e atendendo nossa família policial de forma integral. Nessa lin a, destacam se as aç es da Capelania na mentoria financeira. Esse acompan amento leva em conta o aspecto espiritual, econ mico e emocional. a mentoria podem surgir encamin amentos para qualquer setor da rede assistencial interna ou credenciada. No aspecto social e financeiro, entidades parceiras podem auxiliar de forma coordenada e técnica, a fim de alcançarmos a solução completa para o ser umano integral. uanto ao capelão, está muito consolidado que este um representante do sagrado unto à tropa, como alguém que compreende o divino e atua na dimensão espiritual. recisamos zelar por isso No entanto, precisamos também aperfeiçoar a visão de que o capelão é um desenvolvedor de pessoas, que compreende o umano e atua na dimensão da umanidade e de seus relacionamentos. No aspecto espiritual, somos exclusivos. No aspecto umano, somos parte de uma equipe. Nos dois aspectos, somos promotores de qualidade de vida e glorificamos a eus

Gisleno Gomes de Faria Alves

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Gisleno Gomes de Faria Alves Tenente Coronel Ca elão Che e do Servi o de Assist ncia Religiosa da PM F

Evento ocorreu nos dias

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de outu ro em Brasília

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[

E ]

ma parceria ue continua dando certo... NESSES OIS TIMOS MESES, setembro e outubro, além das atividades regulares que prosseguimos desenvolvendo unto ao nosso CBMGO, queremos dar destaque, a alguns momentos memoráveis

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Entrevista com o C l

olunt rio Pr Sérgio Neres

Acmeb em Marcha ompa ti he o ue o evou a se e vo ve com o O . r ere urante muitos anos observo o trabal o e a importância dos bombeiros no cuidado da cidade. e o que são omens e mul eres comprometidos com a vida, colocando a sua própria em risco. E, como cristão, pensava em como poderia ter Pastor Sérgio Paulo S Neres acesso a eles para compartil ar o Evangel o e a udá los em suas necessidades espirituais. Sei que é um meio muito restrito de convivência e que para conquistar a confiança deles, teria que ser um meio legal e aceito por eles. E, quanto tive a oportunidade de me capacitar como capelão da segurança pública, descobri que o ROARE era este meio aceito e respeitado pela Corporação, untamente com a ACMEB, percebi que era eus com sua providência e cuidado com estes omens e mul eres, que me dava o privilégio de trabal ar com eles como Capelão. ercebo o e que é um trabal o de troca onde, também, sou ricamente abençoado por meio deles. Acmeb em Marcha esta ue o oca e cidade de tua atua o. r ere Na cidade de almeiras de Goiás, o trabal o é desenvolvido no CIBM, sob o comando do Capitão abiano ilson reitas Oliveira.

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As devocionais acontecem toda quarta feira, das às 9 30, logo após o asteamento da bandeira. O tempo é dividido da seguinte forma as às 1 (momento devocional) as 1 às 9 30 (permaneço em uma sala disponibilizada para oração ou aconsel amento, caso nos procure). O trabal o teve início no mês de abril deste ano.

..... Divulgação

omento devocional

nício dos trabalhos do Programa Educacional ombeiro irim e Capelão Voluntário


Autoridades políticas, militares, civis e religiosas participam de ato. Abai o, ev. Hudson Faria discursa

34 anos de emancipação do C NO TIMO IA 2 E OUTUBRO, na Assembleia egislativa do Estado de Goiás (A EGO), celebramos 3 anos de emancipação do Corpo de Bombeiros do Estado de Goiás, ocorrida em de outubro de 19 9. O evento contou com a presença do Comandante Geral, Cel. as ington az unior, do Subcomandante Geral, Cel. ablo razão, do C efe do Estado Maior, Cel. Emerson, do Secretário de Segurança ública do Estado de Goiás, Cel. Renato Brum e também do Comandante Geral da olícia Militar do Estado de Goiás, Cel. André enrique Avelar de Sousa, ambos representantes da Corporação que deu origem ao CBMGO. A cerim nia também foi prestigiada por várias autoridades políticas, dentre as quais destacamos o ice Governador do Estado de Goiás, aniel ilela e o residente da Alego, eputado Bruno eixoto. O auditório ainda foi composto por oficiais, praças, representantes de outras forças de Segurança ública e civis, que participaram da cerim nia, a qual incluiu um ato inter religioso, conduzido pelo astor udson aria, coordenador do rograma de Assistência Religiosa e Espiritual aos Bombeiros Militares do Estado de Goiás ( ROARE).

GO

ara participar do ato interreligioso, foram convidados o adre Rodrigo de Castro erreira, Reitor da Basílica Sagrada amília, representando o segmento católico e o astor Gibson Santos, Secretário Regional da Sociedade Bíblica do Brasil (SBB), representando o segmento evangélico. Ambos abordaram o tema principal dado a eles Abençoando a muitos e por eus abençoados .

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Pr. Capelão Hudson Faria dos Santos Coord do PROARE CBMGO

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icídio ]

Presidente da AC E profere alestra so re reven ão NO IA 1 E SETEMBRO E 2023, como parte das atividades alusivas ao Setembro Amarelo, o Rev. Aluísio aurindo da Silva proferiu uma palestra sobre a revenção do Suicídio no auditório da Associação de Oficiais da olícia e do Corpo de Bombeiros Militar de Goiás – ASSO , à Rua 132, n 300, Setor Sul, Goiânia (GO). Compareceram diversos oficiais e alguns civis convidados. O astor udson aria dos Santos, Coordenador do ROARE, compareceu ao evento, o que reforçou o apoio da ACMEB à iniciativa da ireção da ASSO . O evento integrou a programação alusiva às comemoraç es dos anos de criação da ASSO . Recebeu um destaque especial por causa da ênfase dada ao tema durante o Setembro Amarelo. A abordagem do assunto reflete o interesse da ireção da ASSO quanto à conscientização e cuidado com a saúde mental dos policiais militares, bombeiros militares e seus familiares. A perspectiva adotada pelo preletor foi pastoral e, mais especificamente, capelâmica. Mais informaç es sobre essa atividade podem ser obtidas no seguinte endereço https://www.asso .com.b / O /?p= 5

ev. Aluísio da Silva proferindo palestra. Abai o, carta alusivo programação

Livros ue tratam o tema do suicídio

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Capela da Aeronáutica em el m realizou Culto de Gratidão IA 29

E OUTUBRO

E 2023, a Capela

Público presente na celebração do aniversário da Capela da Aeronáutica e despedida do Capelão Cláudio ritto, ue contou com a presença do Senador e uinha arinho (ao lado)

Evangélica da Aeronáutica em Belém ( A) realizou o culto de gratidão à eus pelo seu 9 aniversário. Militares da orça Aérea e de todas as outras orças Armadas e Auxiliares estiveram presentes, bem como o Senador equin a Marin o (membro da Assembléia de eus) e outras autoridades civis e militares. ouvores foram entoados com a banda de música da capela e feitas oraç es de gratidão à eus pela existência da igre a. O Capitão Capelão astor Cláudio Britto fez a pregação da palavra de eus e ao final todos se confraternizaram cantando parabéns e participando de um antar especial de aniversário. Ebenézer até aqui nos a udou o Sen or foi a frase lema deste culto. O sentimento era de alegria pelo aniversário da capela e ao mesmo tempo de despedida, pois o Capelão Cláudio Britto será transferido para o I COMAR em Brasília ( ). ue nossa Capela Evangélica da Aeronáutica celebre muitos outros anos de vida, sendo um referencial para todo o país, de uma igre a que assiste à família militar em todos os momentos

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estem n o ]

gre a promove parceria com Polícia ilitar de São Paulo M 19

2, OR IN U NCIA do Rev. Aluísio aurindo da Silva, dei os meus primeiros passos na prestação de assistência religiosa, como voluntário, na Base Aérea de Belém ( A), na ocasião comandada pelo Cel. Av N lson de ueiroz Gardel. esde então, de alguma maneira, onde pastoreei, sempre procurei servir aos militares no que fosse possível, ainda que esporadicamente. Em aneiro de 2000 assumi o pastorado da Igre a Batista do ovo, na ila Mariana, São aulo (S ). O nosso templo está numa localização privilegiada, com significativa presença policial. Isso me levou a pensar no que a igre a poderia fazer por esses servidores. Eu não falei sobre esse pensamento com ninguém. Então, fui procurado por dois oficiais que o e á estão na reserva Coronel Terra e Coronel oel. Eles me falaram sobre os Ms de Cristo e me desafiaram a cooperar como capelão voluntário. Aceitei o convite e passei a a udar, pessoalmente, dentro das min as limitadas possibilidades. Algum tempo depois, a postura de dois policiais que precisavam usar o ban eiro de um bar, a menos de duzentos metros do nosso templo, c amou a min a atenção. Um deles ficava na porta do bar, de ol o , para que o outro fosse ao ban eiro. Eu pensei a nossa Igre a precisa fazer alguma coisa por esse pessoal . Estamos próximos ao metr de ila Mariana. Ali, nunca avia sido fec ada uma avenida para celebração do carnaval. Na única vez que isso aconteceu, o espaço foi totalmente tomado pela multidão. Eu moro a 200 metros. Enquanto camin ava para casa, vi um número razoável de policiais em serviço por ali e lembrei me da cena daqueles dois soldados que precisavam usar o ban eiro de um bar. ogo pensei isso ... Aproximei me de um sargento e disse ol a, ve o que vocês estão

E onas Neves

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em um grupo grande, cuidando da nossa segurança. Talvez, eu possa cooperar com vocês sou pastor de uma Igre a a cem metros daqui. Temos ban eiro limpin o, água gelada e um cantin o pra quem precisa sentar e descansar. O omem ol ou para mim como se tivesse vendo um an o. Sério – perguntou ele. Sim – respondi. Seríssimo Ele c amou dois colegas que estavam por perto e pediu para eu repetir a fala. astor, o sen or é um an o, disse um deles . Acredito que foi uma oferta maravil osa para eles, pois até à noite não faltava duplas de policiais no pátio do templo. Contei o ocorrido para a Igre a. A aceitação do povo foi total. Assim, avisei à Compan ia que fica próxima do nosso templo dizendo que as nossas instalaç es estavam disponíveis vinte e quatro oras por dia (temos segurança o tempo todo). Nossas dependências se tornaram num lugar seguro para os policiais da região. Com o evento da CO I 19 pudemos demonstrar amor a esses omens e mul eres de outras maneiras práticas. A udamos a muitos, muitos mesmo, com cestas básicas e de outras maneiras. esde então, nas vinte e quatro oras do dia, temos uma mesa posta para os policiais, com café, leite, pãozin o e biscoito. epois do cafezin o cada um vai para a viatura


Divulgação

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Julho

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ACMEB em Mar a levando um it lacrado, com suco de caixin a, sanduic in o de pão com manteiga e algumas bolac in as. Temos muitas oportunidades para ouvir os seus pedidos de oração, aconsel ar e compartil ar a fé, brevemente, com os que dão abertura. o e, um dos nossos pastores é mantido integralmente pela Igre a para dedicar 0 do seu tempo à olicia Militar. A Igre a apoia em tudo e ama o que estamos fazendo. Ao verem o templo lotado de soldados nas reuni es especiais realizadas pelo Batal ão, cada membro da Igre a se alegra por saber que a Casa do Sen or é, também, a casa dos que servem ao Sen or cuidando da comunidade. á muito espaço para todas as igre as viverem a verdadeira religião entre os militares de todas as orças, cada igre a dentro das suas possibilidades. odemos cobrar menos e fazer mais. Continuemos orando e ofertando Bíblias. Em tempos de tanto individualismo, gestos simples de cuidado podem ser a maior demonstração do amor de eus a esses omens e mul eres que vivem cercados de ostilidades, que trabal am muito, correm riscos, gan am pouco e são muito cobrados. muito fácil fazer a luz de Cristo bril ar por meio da Igre a ue ve am as vossas boas obras e glorifiquem ao vosso ai que está nos Céus (Mt .1 ).

rgão de Comunica ão da ACMEB Setembro/Outubro 2023

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Aluísio Laurindo da Silva Presidente da ACMEB oão Francisco icardo aptista Anna Alessandra Politi ocha aia Projeto Gr ico e iagrama ão Aluísio Laurindo da Silva Revisão Visionchurch.org Imagem da ca a Endere o do Escrit rio da ACMEB Faculdade Teol gica atista de rasília (FT SGA 11, s/n, L 2 orte CEP 70 0 110 rasília (DF)

)

.............................................. O atendimento presencial deve ser agendado previamente

.............................................. E mail contatoacmeb acmeb.org.br Contato ev. Aluísio Laurindo ( 2) . 550

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Como contri uir inanceiramente com a ACMEB Caso ueira contribuir com a AC E , doaç es podem ser depositadas nesta conta bancária FA ORECI A ALIAN A E ANG LICA PR CAPELANIA MILITAR E E SEG RAN A P BLICA O BRASIL ACMEB C P / ADESCO AG C A CO TA CO E TE O doador dever enviar com rovante do de sito e sua identi ica ão via e mail

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Pastor onas eves de Sou a Presidente da Igreja Batista do Povo

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s Vo es dos empos ]

Calendário Cívico e Religioso UERO TRA ER

Messias alverde

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MEM RIA O

que me pode dar esperança. As misericórdias do Sen or (...) não têm fim renovam se cada man ã ( m 3.21 23). O Calendário Cívico e Religioso é um instrumento de ressignificação da vida em todas as suas dimens es. O autor do ivro de amentaç es de eremias, não esconde a situação trágica que foi provocada pela invasão dos babil nios a erusalém, em a. C.1 Menciona, inclusive, o seu abatimento e frustração ( m 3.1 20)2. No entanto, se prop e a trazer à memória raz es para o ressurgimento da esperança. As datas cívicas e religiosas do bimestre setembro outubro podem nos a udar nesse exercício. O dia de setembro, ia da Independência do Brasil, oportuniza nos a refletir sobre os valores cívicos e sociais típicos de um país soberano, numa relação interdependente com o mundo globalizado dos nossos tempos. O dia 21 de setembro, ia da rvore, início da primavera, excelente ocasião para uma retrospectiva sobre o lugar do mundo arborizado, criado por eus (Gn 1.12)3. Nele, o Criador plantara um ardim , para qualificar o espaço de vida da umanidade (Gn 2. 9) . A partir dessa motivação bíblica, a data pode ser celebrada com o plantio de árvores e empen o por redução das derrubadas das florestas. Assim, faremos nossa a afirmativa de ó ... á esperança para a árvore, pois, mesmo cortada, ainda se renovará, e não cessarão os seus rebentos ( ó 1 . ) . O calendário de outubro, mais especificamente o dia 12 , leva nos a refletir se depois da separação entre a Igre a e o Estado , averia sentido para um feriado nacional, em data religiosa exclusiva do cristianismo católico . Como fica a laicidade estatal ortanto, a universalidade do dia 12 de outubro é a celebração do ia das Crianças9.

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Outra data específica é 31 de outubro, ia da Reforma rotestante10. Movimento iniciado em 1 1 , com Martin o utero, tendo como base fundamental, a questão da Graça de eus na salvação da umanidade e o perdão de pecados pela fé em esus Cristo. O Ciclo itúrgico de setembro outubro é período comum ivência do Reino de eus . Cor itúrgica erde11.

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essias Valverde é Pastor Metodista outor em Ci ncias da Religião Pro essor niversit rio e docente do curso de Ca elania na Seguran a P lica

REFERÊNCIA BIBLIOGR FICA 1

VALVE DE, essias. Liturgia Pregação. São Paulo, Cedro, 200 , p.45. 2 Sobre o assunto, importante conferir 2 s 25. 30 Salmo 137 (chegada ao e ílio) e salmo 12 (saída do e ílio). 3 arrativa da criação elaborada no e ílio babil nico. 4 arrativa do tempo do reinado de Salomão. 5 hora de perguntarmos, com seriedade, se no ritmo do corte das árvores, elas terão tempo de se refa erem. Feriado acional. Dia de .S. Aparecida no Cristianismo Cat lico. essa tradição, em 1517, os pescadores oão Alves, Felipe Pedroso e Domingos Garcia, teriam recolhido a imagem da Santa no io Paraíba e, depois disso, reali ado uma pesca abundante. Ho e, o Santuário de Aparecida do orte um grande centro de peregrinação cat lica. 7 Em 7 de aneiro de 1 0, pelo Decreto 11 A, promulgado pela Constituição de 1 1. um estado laico todas as religi es devem ser respeitadas em p de igualdade, sem privilegiar ual uer uma delas. A celebração do Dia de . S. Aparecida, pelos cat licos, está perfeitamente em ordem. O ue não deveria ocorrer a imposição de feriado religioso a todos os brasileiros. 10 Celebração das nas Tradiç es Cristãs não Cat licas ou Evang licas. Acertadamente não feriado. 11 VALVE DE, op. Cit. P.153.


[ E ento internacional ]

[ Con resso

Confer ncia da Associação undial de Militares Cristãos

CE

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Congresso acional da MCEB Divulgação

URANTE OS

IAS 1 A 19

E OUTUBRO

O XXI CONGRESSO NACIONA da União de Militares Cristãos (UMCEB) foi realizado em Guarapari (ES), nos dias 19 a 22 de outubro de 2023. Na próxima edição, o ACMEB em Marc a publicará matéria sobre esse evento. oto oficial do congresso (acima).

E

202 , o Brasil sediará essa Conferência, em guas de indóia (S ), no otel Ma estic. A Coordenação Executiva da Conferência está sob a responsabilidade do Cel MES oel Roc a. Acompan e as informaç es nas próximas ediç es do ACMEB em Marc a.

[ Capelania na ist ria ]

Ca elania na 1 Guerra undial CA E ES ER A EIROS SA A I AS Na rimeira Guerra Mundial, vemos essa istória acontecer por meio da vida de quatro capelães que, ao verem seu navio afundando, tiraram seus coletes para salvar aqueles que não os tin am (cf p. 9). 2. A EMORA A ROMO O Esse é outro detal e importante. Todo militar espera ser promovido, mesmo aqueles que atuam na capelania. Mas, na rimeira Guerra Mundial, isso não acontecia com frequência. Como declara o Capelão aul Mood A promoção, que tanto significa no Exército, foi muito lenta (p. 11). 3. CA E O UM R O E SUA ENOMINA O Todo capelão espera ter o suporte de sua denominação, se a metodista, batista, presbiteriana ou outra. Todavia, na istória da 1 Guerra Mundial, a coisa era diferente.

aul Mood mostra que o capelão, na visão de seus comandantes, não tin a muito valor. Ele era considerado um inc modo mal tolerado e, além disso, com exceção dos capelães católicos, ele era mais ou menos órfão de denominação (p. 11). . ESCO A E CA E ES Essa é uma importante Escola. Todo capelão deve passar por ela. Todavia, os capelães do tempo da rimeira Guerra Mundial não tin am oportunidade de frequentar qualquer escola. Como mostra o Capelão Mood Coisas como escola de capelães não eram son adas naqueles dias (p. 12). TRA

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osé Laurindo Filho

O ev. os Laurindo Filho

FONTE OOD , Paul D. The precedent of the First orld ar n: SPE , illard L. . Cambridge: Harvard niversit Press, 1 45.

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loss rio da Capelania ]

Atividades na Capelania ilitar e conceitos relacionados (2) MA INTRO U

Cl unei Crístian elgado utra

O sobre as atividades

de Capelania Militar á foi apresentada na última edição deste Boletim. Agora vamos aprofundar o tema começando a apresentar em detal es as características de cada uma das principais atividades que envolvem os capelães militares, se a em tempos de paz ou em situaç es de emprego operacional. Conforme foi mencionado anteriormente estes textos comp em a dissertação de mestrado em Ciências Aeroespaciais do ano de 2021, na Universidade da orça Aérea, defendida pelo Ma or Capelão astor Cláunei Crístian elgado utra, atualmente servindo na Escola reparatória de Cadetes do Ar (E CAr), em Barbacena (MG). Nesta edição, vamos começar abordando a primeira e mais comum atividade dos capelães militares que é a Assistência Religiosa. ara facilitar sua correlação com a literatura internacional, vamos utilizar termos em língua inglesa. Nesse caso, e i ious a e. Numa expressão clara de religiosidade, as atividades de e i ious a e referem se àquelas relacionadas aos ritos e dogmas, que conectam o indivíduo ao seu con unto de crenças e valores ( UTRA ROC A, 2020), geralmente associados a uma comunidade ou instituição religiosa. Em algumas confiss es de fé é usual denominar essa atividade de astoral Care. Conforme afirmam utra e Roc a

Nessa assistência á uma identificação dogmática bem definida. São ritos bem estabelecidos, operacionalizados quase que exclusivamente por líderes religiosos e geralmente marcados por formas e ob etos de culto ( UTRA ROC A, 2021, p. 3, ).

No contexto do suporte religioso aos militares, essas atividades estão baseadas no direito dos militares de expressarem suas crenças, se a no ambiente da caserna ou no Teatro de Operaç es (TO). No Brasil, esse 1

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direito é garantido pelo Art. , inciso II da Constituição ederal que diz é assegurada, nos termos da lei, a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva (BRASI , 19 ). Esse dispositivo demonstra que a Carta Magna brasileira recon ece e protege o direito à religiosidade e à sua expressão também no âmbito militar. No Brasil e em muitos outros países, para o encamin amento da demanda por prestação de assistência religiosa as forças militares normalmente constituem um uadro ou Corpo de Capelães, que são responsáveis pelo plane amento e a execução dessa assistência. Segundo illiamson (2000, p. ), esse plane amento deve levar em consideração a possibilidade de evolução do cenário de emprego que requer um procedimento operacional de apoio religioso para operaç es de guarnição e outro para operaç es de campo . Isso significa que deve aver um plane amento de suporte religioso para condiç es de normalidade, dentro do ambiente da guarnição e outro específico para situaç es de emprego operacional, em que normalmente as tropas se encontram deslocadas. Essas atividades de e i ious a e geralmente encontram dificuldades de execução em ambientes com alto risco de contaminação, devido ao manuseio de possíveis vetores de transmissão de elementos contaminantes. Nesse sentido, o plano de suporte religioso deve também incluir procedimentos de segurança para atendimentos em eventos BRN. Mais adiante, aborda se especificamente o suporte religioso nesse tipo de ambiente. Também dentro do conceito de religiosidade é que se devem encarar os ritos fúnebres. Cada religião, ou segmento religioso, de acordo com suas convicç es, possui formas específicas de manusear, tratar e destinar os restos mortais. O Serviço Religioso, por meio das atividades de e i ious a e, é aquele que possui a


e pe tise para tal. O respeito religioso aos mortos e seus familiares deve ser também uma preocupação das forças militares á que lidam constantemente com o enfrentamento e o risco de morte. O trabal o do capelão no tratamento dos mortos vai além do e i ious a e, visto que ele também deve assessorar os comandantes e gestores em operaç es acerca dos aspectos religiosos do manuseio de mortos. Esse assunto é tratado mais adiante nas atividades de e i ious dviseme t... que são atividades de assessoramento. Na próxima edição abordaremos as atividades de Assistência Espiritual ou pi itua a e, dando mais clareza sobre sua diferenciação em relação a e i ious a e, conforme á mencionado na edição anterior.

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Cláunei Crístian Delgado Dutra é Major Ca elão Pastor na Escola Pre arat ria do Ar EPCAr em Bar acena MG

NOTA

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A sigla refere se a eventos ue proporcionam risco de contaminação uímica, biol gica, radiol gica ou nuclear.

REFERÊNCIA BIBLIOGR FICA

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AS L. Constituição (1

). : promulgada em 05 de outubro de 1 . 3 ed. São Paulo: Saraiva, 200 . D T A, Cláunei C.D. OCHA, Henri ue de S.. : O emprego necessário do capelão militar. n: OCHA, arcio F G E EDO, Eurico de L.. (Org.). : o protagonismo da China no s culo 21. Editora Lu es Comunicação, Arte e Cultura: iter i, , 2020. Disponível em https:// .encontroinest.com/ LivroProtagonismodaChinanoSeculo21.pdf. Acesso em 1 an. 2021. D T A, Cláunei C.D. OCHA, Henri ue de S..

. ournal of eligion and Health, an. 2021. Disponível em: https://doi.org/10.1007/s10 43 020 01140 2. Acesso em 1 an 2021. LL A SO , Gregor . . Engineer, v. 30, ed. 3, p. 44 45. 2000. Disponível em: htt p s ://s tat i c .d v i d s h u b .n et /m e d i a/p u bs / pdf 4 4 .pdf. Acesso em: 05 set. 2020.

Fachada da Escola Preparat ria do Ar (EPCAr)

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er iços ]

A import ncia do Ministério de Ora ão

Anna Alessandra

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MINIST RIO E ORA O da ACMEB tem o propósito de atender com cobertura de oração e intercessão os Capelães Militares e oluntários, bem como suas famílias e as orças de Segurança do Brasil. O Ministério de Oração se reúne na quarta quinta feira de cada mês, de forma online, e conta com a participação de todos os interessados e interessadas Este é um espaço de fortalecimento espiritual. A próxima reunião será no dia 23 de novembro de 2023, das 20 às 21 , pelo aplicativo oom ou Meetings. A prática da oração é um dos mais importantes meios de graça para se entender a natureza da própria graça de eus. A fé vem pelo ouvir e o ouvir a alavra de eus (Rm 10.1 ). Todos os que dese am a graça de eus devem esperar por ela na prática da oração , ensinava o avivalista o n esle , (Serm es ol. I, p. 330). esle não está sugerindo uma vida de inércia ou alienação, mas de ação, por entender que a oração não é um fim em si mesmo, mas um meio de graça. A vida de oração aqui é classificada como ministério, por sermos recon ecidos como membros de uma Igre a a quem o Espírito Santo concede dons e ministérios. Ora, os dons são diversos, mas o Espirito é o mesmo. E também á diversidade nos serviços, mas o Sen or é o mesmo. E á diversidade nas realizaç es, mas o mesmo eus é quem opera tudo em todos. A manifestação do Espirito é concedida a cada um visando um fim proveitoso (1Co 12. ). Admoesto te, pois, antes de tudo, que se façam deprecaç es, oraç es, intercess es e aç es de graças por todos os omens (1Tm 2.1). Intercessão é uma obra na qual a Trindade está envolvida. esus, diante do

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ai, como intercessor por excelência, vivendo sempre para interceder por eles ( b .2 ), e o Espirito Santo aqui na terra através de nós, nos ensinando a orar, porque não sabemos o que avemos de pedir como convém (Rm .2 ). Intercessão é ato de misericórdia, como fruto dos atos de piedade. Alguém que, tendo experimentado o poder da oração em sua própria vida, disp e seu con ecimento, alguma parte do seu tempo e o próprio coração a favor das vidas e das causas que l e são apresentadas alguém que tendo buscado uma vida de comun ão com eus, disp e se por amor a interceder por todos aqueles que Ele ama, para que se am atraídos à Sua presença e vivam em paz (vida vivida plenamente) e segurança. Como ato de misericórdia, os efeitos da oração vão além das quatro paredes de nossos Templos e Capelas. No caso do Ministério de Oração da ACMEB, ela alcança as esferas de Segurança de nossa Nação. Intercessão não é só oração, é ação é colocar se no lugar do outro ( b 13.3), tornando, assim, o espaço da intercessão como ação de natureza espiritual efetiva, capaz de promover mudanças nas estruturas e con unturas de nossa átria, com vistas ao desenvolvimento do Brasil. mediação – Em Cristo esus e no poder do seu Nome nos colocamos diante de eus a favor dessa terra, como nos ensina o profeta Ezequiel (Ez 22.30). representação – representamos Cristo diante dos omens por meio da expressão do amor (Rm 1 .1 ). Sendo a oração um exercício tão vital para a espiritualidade, em direção à maturidade, pessoas dedicadas à vida de oração e maduras espiritualmente, percebem com mais clareza e assumem com muita disposição sua parcela de responsabilidade na obra de edificação da


Igre a e de transformação de nossa Nação. No decorrer da istória da Igre a, omens e mul eres que desenvolveram um ardor pela vida de oração foram grandemente usados em diversas áreas da Missão de eus e manifestação do seu Reino. A istória da Igre a no decorrer dos séculos registra incontáveis testemun os de grandes líderes que possuíam intercessores pessoais. aulo pediu várias vezes que os irmãos e irmãs orassem pelo seu ministério e de seus compan eiros, recon ecendo a necessidade do acompan amento e cobertura de oração da Igre a. Na compreensão da ACMEB, precisamos multiplicar o número de intercessores e intercessoras que possam sustentar por meio da oração os Capelães que servem na Marin a, no Exército, na Aeronáutica, nas olícias Militares, Corpos de Bombeiros Militares e noutros órgãos de Segurança de nossa Nação e, além disso, inserirmos em nossas agendas de oração as próprias orças de Segurança e as autoridades responsáveis pela condução de nossa aís. Se você dese a fazer parte deste importante Ministério, acesse o site http:// acmeb.o .b /mi iste io de o acao/ e preenc a o formulário de inscrição no Ministério de Oração da ACMEB, após o que você receberá uma sen a de acesso à sala de oração. Orai sem cessar (1Ts .1 ).

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Anna Alessandra Politi ocha aia Assistente Administrativa ACMEB Coordenadora do Projeto Cen culo de Ora ão Ministério Regional de Ora ão da Igreja Metodista na Região Eclesi stica

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ançamentos ]

O RESGATE E UM U I EIRO COMO EUS ME TIROU E UM UN O O O EXISTENCIA

Esta obra c ama a atenção do público leitor para um tipo de evento que é real, mas que transcende as dimens es biológicas, psicossociais, emocionais e materiais da vida umana. Trata se de uma operação de resgate na qual os recursos empregados precisam alcançar as dimens es espiritual e existencial do ser umano, diante da vida presente e futura. Interessados podem acessar https://www.ama o .com.b / es ate u i ei o u sio au i do i va/dp/ 5875 5

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Autor: Aluísio Laurindo da Silva 104 páginas Editora: Publicaç es Pão Diário

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RE EN OR AS

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O S UIC

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E SEGURAN A

MENTE SUICI A RES OSTAS AOS OR U S SI ENCIA OS

A obra contém 21 capítulos nos quais são abordados diversos temas pertinentes à relevante questão da prevenção do suicídio no ambiente das orças de Segurança do Brasil. Informaç es sobre sua aquisição podem ser obtidas pelo telefone (11) 9 .09 9. O site da Editora é .vitalere.com.br

Esta obra pretende oferecer respostas aos questionamentos e apresentar os passos essenciais para o apoio emocional e a prevenção do suicídio em lares e escolas, com uma linguagem simples e ob etiva. Também oferece orientaç es àqueles que perderam um ente querido, para que aceitem e superem essa dor tão profunda, e àqueles que os acompan am, para que se solidarizem da forma que for possível, evitando comentários vãos, suposiç es vazias e acusaç es levianas.

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Organizadoras: aren Scavacini e ri a Perina 422 páginas Editora: Vita Alere

Autor: Licio de Araú o Vale 120 páginas Editora: Paulinas


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