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Boletim Novembro e Dezembro/2023

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[ Editorial ]

A estrela de Belém O DIA 9 DE DEZEMBRO de 2022, o

portal “O Tempo” publicou um artigo intitulado: “Maior árvore de Natal do mundo é acesa na Itália”1. Extraí dessa matéria alguns dados sobre a citada árvore. Ela foi inaugurada em 1981 e tem sido reeditada todos os anos graças aos esforços de inúmeros voluntários. Trata-se de uma verdadeira obra de arte. A estrutura dela conta com 450 m de base, mais de 750 m de altura e cerca de 130.000 m2 de área coberta, iluminada por mais de 250 luzes verdes e 300 de diversas cores. Na parte superior da “Maior Árvore de Natal do Mundo” encontrava-se uma linda estrela cadente, com aproximadamente 1.000 m2 de largura e 200 pontos de luz, os quais tinham por finalidade sinalizar suas configurações. or isso, ela podia ser vista desde uma dist ncia de 50 m. icaria iluminada até o dia 8 de aneiro de 2023. A forma, as dimensões e a incomparável beleza dessa obra de arte, fizeram-na merecer, desde 1981, esse título imbatível outorgado pelo uiness Boo : “A Maior Árvore de Natal do Mundo”, além de tornar-se um extraordinário atrativo turístico. A estrela gigante no topo da Maior Árvore de Natal do Mundo nos remete Estrela de Belém, a qual guiou os magos que foram visitar o Rei-Menino esus, segundo o Evangelho de Mateus, capítulo 2, versículos 1 ao 18. ue estrela seria aquela ual seu significado simb lico para n s, crist os, que ao final de cada ano celebramos o nascimento de esus O historiador . . ells relata que lá nos prim rdios da civilizaç o humana as

N Aluísio Laurindo da Silva

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estrelas foram adotadas como pontos de orientaç o, fornecendo senso de direç o e de localizaç o em relaç o Terra, além de serem concebidas como possuidoras de poderes misteriosos2. erner eller, no seu volumoso livro “E a Bíblia tinha raz o”, dedica o capítulo 2 ao tema “A Estrela de Belém”. Dentre as citações de diversos pesquisadores dessa temática, eller afirma que: “Os cometas com cauda, que muitas vezes se estendia através da metade do hemisfério celeste, sempre impressionaram. Eram considerados signos anunciadores de acontecimentos excepcionais. N o admira que esse espetáculo, o mais esplendoroso do firmamento, fosse ligado representaç o da estrela dos Magos do Oriente Os artistas apegaram-se a esse belo motivo em muitas representações populares do quadro do nascimento de esus aparece acima do estábulo de Belém um cometa resplandescente”3.

A. an Den Born, no “Dicionário Enciclopédico da Bíblia”, registra tr s definições a respeito da Estrela de Belém: a “ ... um meteoro excepcional, criado especialmente ou guiado por Deus, que conduziu os magos até Belém, tal como outrora a coluna de fogo conduzia os israelitas no deserto” b ... uma estrela miraculosa, ou estrela condutora, que como elemento estere tipo se encontra diversas vezes em lendas helenísticas em torno do nascimento, morte ou outros acontecimentos da vida de pessoas importantes” e


c ... um fen meno astron mico que chamava a atenç o, mas, na sua ess ncia, era normal. A descriç o do v. 9 é explicada, ent o, como um elemento do g nero literário da estrela condutora, n o tendo outra finalidade sen o a de indicar que foi graças e. que os magos chegaram ao destino de sua viagem”4. A verdade é que sempre houve, entre os mais diversos povos, algum estudo dedicado busca de conhecimento a respeito dos astros e dos fen menos da natureza. e am quais e quantas forem as explicações a respeito da Estrela de Belém, o certo é que Deus, em sua rovid ncia, usou um fen meno físico associado a sentimentos religiosos para que os magos sábios que residiam no Oriente descobrissem a localizaç o do Messias, pudessem encontrá-lo e prestar-lhe culto, de acordo com o dese o de seus corações. Temos nesse fen meno um belíssimo exemplo da Natureza se colocando a serviço de Deus para que o alvador fosse conhecido desde o seu nascimento. Dentre as diversas possíveis aplicações sobre a miss o da Estrela de Belém em relaç o a n s ho e, podemos pensar nas seguintes: a Igre a de risto, na pessoa de cada um de seus integrantes, no con unto deles e nas suas instituições, deve possuir on inua na p g. s guin

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on inuação a p g. an

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um brilho t o intenso que se a capaz de sinalizar ao mundo que o alvador esus á nasceu. E mais que isso: que se a capaz de cativar e conquistar a atenç o das criaturas humanas e conduzi-las até que possam encontrar e adorar o riador, na pessoa de esus, o risto de Deus. N o foi sem raz o que o pr prio esus chamou seus discípulos de luz do mundo5. Nessa mesma linha de raciocínio temos uma afirmaç o do ap stolo aulo aos filipenses, na qual os chama de luzeiros astros de Deus no mundo . Assim como as estrelas brilham na ab boda celeste e iluminam a escurid o da noite, deve a Igre a se a na pessoa de cada um de seus membros, se a como orpo ivo ou por intermédio de suas instituições ser capaz de clarear o mundo espiritual da presente geraç o a fim de atrair e conduzir os seres humanos ao encontro com Nosso alvador e enhor esus risto e apropriaç o da nova vida por Ele oferecida. O ponto de alcance da luz irradiada pela Igre a deve ser o mais distante possível, de modo a permitir que os “magos” de nossos dias possam v -la e dese ar peregrinar sob sua orientaç o, ao encontro de Deus, para adorá-lo e servi-lo ue miss o importante e oportuna arece que nunca, como em nossos dias, as trevas espirituais t m exercido tanto domínio e destruiç o. Os exemplos existem aos montes. Basta assistirmos ao noticiário veiculado por intermédio dos mais diversos de meios de comunicaç o. Todavia, n o nos enganemos: por detrás dessas trevas, camuflado e escondido nelas, encontra-se atanás, a quem interessa manter as pessoas cativas de seu reino mortal e cegas em relaç o s manifestações do inefável amor de Deus. Daí a necessidade da Estrela de Belém, isto é, figurativamente, a Igre a, repito, quer na pessoa de cada um de n s, quer em sua express o comunitária, quer por meio de suas instituições, despontar no horizonte do caminho de cada ser humano e guiá-lo em direç o ao Redentor. ortanto, a Igre a brilha ho e quando anuncia o Evangelho de esus risto,

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quando pratica seus sábios ensinos e os demonstra por meio do testemunho crist o na conviv ncia social e na prática das boas obras, onde quer que este a, pois em todo espaço geográfico e social onde houver ser humano, ali está alguém a quem o enhor ama, dese a acolher e salvar. A prop sito, enquanto celebrarmos o Natal de esus em 2023, ofereçamo-nos ao enhor como l mpadas, por meio das quais sua maravilhosa luz possa alcançar os familiares, vizinhos, amigos, colegas de estudo, de trabalho e a quem mais possível for, em especial aqueles e aquelas cu o coraç o anseia encontrar o alvador esus, semelhança dos magos guiados pela Estrela de Belém, a fim de adorá-lo e oferecer-lhe devotar-lhe suas pr prias vidas. ue assim se a eliz Natal e r spero 2024 a todos

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Rev. Aluísio Laurindo da Silva Presidente da ACMEB

NOTAS 1 Disponível em <https://www.otempo.com.br/ mundo/maior-arvore-de-natal-do-mundo-e-acesana-italia-1.2780298> Acesso em 8/12/2023.

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2 WELLS, H. G. História Universal. São Paulo: Companhia Nacional, 1968, Vol. I, p. 191/2 e Vol. II, p. 330/1. 3

KELLER, Werner. E a Bíblia tinha razão. São Paulo: elhoramentos. ed. 1960, p. 291 a 299. 4 RN, A. Van Den e outros. Dicionário Enciclopédico da Bíblia. Petr polis: Vozes. 4 ed. 1987, p. 02/3.

ateus .14-16. 6

ilipenses 2.12-18.


[ Espaço aberto ]

V C G S DES A EDI ALG ASS N CHA S A A EN

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Novemb o

e emb o

ACMEB em Mar a ENT O MANDE SUA OPINI O SUGEST O IDEIAS COMENT RIO OU CR TICA E-mail: contatoacmeb acmeb.or .br

..............................................

Órgão de Comunicação da ACMEB Novembro/Dezembro 2023

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Aluísio Laurindo da Silva Presidente da ACMEB oão rancisco Ricardo aptista Anna Alessandra Politi Rocha aia Projeto Gráfico e Diagramação Aluísio Laurindo da Silva Revisão Domínio P blico Imagem da capa Endereço do Escritório da ACMEB aculdade eol ica atista de rasília SGAN 611, s/n, L 2 Norte CEP 70860-110 rasília D

.............................................. atendimento presencial deve ser a endado previamente

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V C G S ARIA DE P LICAR A RE LE , AR IG ES E NH N ACMEB EM MARCHA ENT O MANDE SEU TE TO Os textos devem ser assinados e conter o nome completo do a autor a. er o selecionados para a publicaç o segundo critérios da Redaç o da A MEB. Enviar para ACMEB em Marcha, por email, para o endereço: contatoacmeb@acmeb.org.br

Contato Rev. Aluísio Laurindo 62 99689.9 0

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O doador deverá enviar comprovante do depósito e sua identificação via e-mail

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[ Agenda do

residente ]

Visita de cortesia e fortalecimento O RE . A IO E O RE . A TER EREIRA DE Mello, 1 ice- residente da A MEB, visitaram o el apel o adre Marcelo osé de ousa, atual hefe do erviço de Assist ncia Religiosa do Exército ARE , no uartel eneral, etor Militar rbano, em Brasília D . A recepç o foi muito cordial. A visita teve um caráter de cortesia e de fortalecimento das relações institucionais. oi oferecido um exemplar da Bíblia agrada Bíblia de Estudo NAA, da BB ao apel o Marcelo, ocasi o em que elevou-se ao enhor oraç o em seu favor e do seu trabalho no Exército Brasileiro. O Rev. Aluísio aproveitou a oportunidade para informar ao apel o Marcelo sobre a onfer ncia Mundial de Militares rist os a ser realizada em Atibaia , de 1 a 19 de outubro de 2024.

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Encontro de Veteranos do C

G

DO EN ONTRO de eteranos do BM O, na inauguraç o de espaço de atenç o aos pessoal da Reserva da orporaç o, no uartel do omando eral, na Av. -20 , ardim América, oi nia O . á interesse da parte do omando da orporaç o no sentido de que a A MEB, por meio do ROARE, inclua esse público em sua proposta de trabalho. ARTI I O

Cel

RR o s s, veterano Capelão Volunt rio , Cel Washin ton L. Vaz nior Comandante Geral do C G e Rev. Aluísio

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Visita ao Diretor do Presídio ilitar I ITA AO NO O DIRETOR do resídio Militar da M O, T el M Bráulio de ouza Bessa, untamente com o astor Márcio Batista da ilva, apel o oluntário, para apresentaç o pessoal e início de interlocuç o sobre o ro eto de Assist ncia Religiosa para aquele estabelecimento.

1

Reunião com o Capelão Che e do SAR/P D RE NI - E OM O T E A E O astor isleno omes de aria Alves, na ede da apelania Evangélica da MD , etor olicial ul, Brasília D . O apel o isleno é o atual apel o hefe do AR MD . também o 1 ecretário da A MEB. A reuni o presencial teve por fim abordar temas relativos atualizaç o e dinamizaç o da ida e Miss o da A MEB, face aos novos grandes desafios dos dias atuais.

G para preparo das propostas

RE NI O RE EN IA , em Brasília D , com o Ma or Rubens . dos antos, da R1 do EB, membro do rupo de Trabalho que está preparando as propostas de reestruturaç o da A MEB, e com o astor erson Mendonça, colaborador da A MEB, em especial na área da oraç o.

A

vem pelo uvir Da es uerda para a direita: Luís Valter, rcio, Aluísio, Avelar e Hudson

Voluntariado e colaboradores RE NI O RE EN IA OM O el BM edro arlos Borges de ira, omandante de Operações de Defesa ivil do Estado de oiás, para dialogar sobre possibilidades de participaç o de colaboradores voluntários, integrantes de Igre as, em operações de Defesa ivil, inspirado na experi ncia de Brumadinho M , dos omens Batistas do Texas e dos apel es oluntários da Associaç o Evangelística Bill raham, ambas organizações dos E A. O el BM laison Alencar, a convite do Rev. Aluísio, participou da reuni o.

..... Diversas reuniões com membros do rupo de Trabalho de Reestruturaç o da A MEB e membros da DIRE , além de vários atendimentos presenciais e online.

1 Á E IM ORT N IA para o A ONTE E M EN ONTRO DE IN A Reino de Deus e o trabalho da A MEB no Brasil. oi realizado em oi nia O , por iniciativa do Rev. Aluísio. ontou com a participaç o do astor uís alter, oordenador de ampo da Miss o “A é vem pelo Ouvir” no Brasil e da Miss o Life Connection Global, do astor udson aria, oordenador do ROARE, do astor Márcio, apel o oluntário e do oronel RR M O Avelar iveiros, residente da NI RI TO e colaborador da A MEB. Durante o encontro, foram compartilhados testemunhos sobre os trabalhos realizados por essas organizações e, em especial, sobre o ro eto “A é vem pelo Ouvir”, que consiste em disponibilizar a alavra de Deus de forma oral, com a utilizaç o de diversos recursos midiáticos, a custo zero. m dos recursos visa alcançar a amília Militar e olicial, daí o interesse da A MEB na promoç o do encontro. Mais informações ser o transmitidas em breve no A MEB em MAR A.

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As atividades desse final de ano unto ao C G no prop sito de honrarmos a Deus e A MEB no contexto de nossos compromissos firmados através do Termo de arceria para prestaç o de Assist ncia Religiosa e Espiritual unto ao orpo de Bombeiros Militar do Estado de oiás - BM O. Atualmente, de forma regular e sistemática, mantemos: 1. O EN ONTRO RE ARE com nossos voluntários para relat rios, compartilhamento, orações, testemunhos e atualizaç o de informações. Os encontros passaram a ser de 15 em 15 dias, online, nas terças-feiras, noite. RO

E

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IRME

2. A assist ncia na cidade de orangatu, no 11 Batalh o Bombeiro Militar, tem sido prestada por meio do A E O O NTÁRIO AIRZIN O, astor da Igre a resbiteriana local.

3. REA IZAMO TODA A ARTA - EIRA , entre s 7h e 8h, o EN ONTRO OM DE presencialmente no Audit rio do omando eral, com transmiss o aberta a todos da orporaç o, através do Instagram da undaç o D. edro II. Estes encontros t m o prop sito de provocar o desenvolvimento da Espiritualidade no Ambiente de Trabalho, e, ao mesmo tempo, promover o espírito de camaradagem e cumplicidade entre aqueles que integram a orporaç o, através de reflexões direcionadas e intercessões uns pelos outros.

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4. A A I T N IA NO OMANDO da Academia e Ensino Bombeiro Militar AEBM por meio de nossa Equipe formada pelos apel es oluntários astores Ezequiel Brasil e Altamir, tem sido possível realizar um momento devocional toda quarta-feira. articipam desse momento cerca de 270 A NO .

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5. A Assist ncia na cidade de almeiras de oiás, no 5 IBM A MEIRA DE OIÁ tem sido prestada pelo apel o oluntário astor érgio aulo . Neres, da Igre a resbiteriana local. Nos meses de outubro e novembro, os trabalhos foram realizados de maneira sistemática. Embora o omando sempre oriente que a participaç o é algo voluntário, a ades o aos momentos devocionais tem sido muito boa. A receptividade por parte do omando, na pessoa do apit o abiano, tem sido sempre cordial, de forma que o trabalho de apelania tem tomado uma amplitude maior como: participaç o nos eventos promovidos pelo 5 IBM almeiras e nas comemorações internas. No dia 28 de novembro, participamos da solenidade de formatura do rograma Educacional Bombeiro Mirim ROEBOM, como responsável por um breve momento devocional e agradecimento a Deus por este trabalho.

.....

. A Assist ncia na cidade de aldas Novas, no 9 Batalh o Bombeiro Militar tem acontecido todas as segundas-feiras. Os apel es oluntários, astores amuel e aulo, t m realizado momentos devocionais.

Desta ues especiais A E TRA REA IZADA pelo

r. apel o airzinho, em orangatu O , aos Bombeiros, no m s de setembro, por ocasi o do setembro Amarelo revenç o contra o uicídio.

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Apresentaç o de felicitações ao el. A IN TON AZ NIOR, omandante eral do BM O, por ocasi o do seu aniversário.

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.....

Convite para a sessão solene

7. A assist ncia no 1 Batalh o Bombeiro Militar de oiás. Todas as terçasfeiras o apel o oluntário A TOR EDI ON E A E O A ZI MA, t m transmitido breves mensagens de edificaç o espiritual por ocasi o da troca de turno.

articipaç o da ess o olene em homenagem feita ao rupo de Ações e Respostas Rápidas do BM O ARRA, dia 30 de novembro de 2023, na Assembleia egislativa de oiás. Divulgação

omos gratos a Deus pela oportunidade de servi-lo e honrá-lo como apel es oluntários, por meio do ROARE A MEB, unto ao BM O.

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Pr. Capelão Hudson aria dos Santos Coord do PROARE CBMGO

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Olhar do pastor e bispo TE T T

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do pro eto editorial para celebrar os 40 anos de consagraç o episcopal do Bispo Emérito da Igre a Metodista, Adriel de ouza Maia 1983-2023 . O pro eto foi construído de maneira participativa, respondendo perguntas formuladas por diversas pessoas e diversos segmentos, considerando-se a caminhada episcopal do Bispo Adriel nestas quatro décadas. As pessoas e segmentos que enviaram suas perguntas o fizeram dentro de seus olhares, a partir de suas experi ncias, percepções, expectativas e viv ncias no dia a dia dos movimentos da sociedade e da Igre a, englobando vários temas, como, por exemplo, olhar sobre a vida familiar, ministério pastoral, atualidade e atualizaç o desafios da miss o governança da Igre a etc. ma experi ncia bastante desafiadora: responder s perguntas formuladas Na verdade, n o há respostas prontas e empacotadas. á necessidade de nos colocarmos na posiç o de uma Igre a que procura estar num processo permanente de Reforma, a fim de responder s demandas internas e externas. O livro insiste numa quest o que é fundamental para o cumprimento da miss o de esus risto. Ou se a, a miss o de Deus requer compromisso no contexto em que vivemos. or isso, precisamos de uma Igre a fiel, humilde, humana e movida pelos ensinos do Evangelho de esus risto, dentro de uma estrutura simples, flexível, ministerial e que os seus braços ministeriais possam alcançar as pessoas onde elas est o, com suas lutas, desesperanças, bem como suas crises pessoais, relacionais, espirituais etc. O modelo ministerial a ser encarnado implica numa releitura do ensino de esus, luz da sua prática unto s pessoas e comunidades Mateus 9.35 .

E Adriel Maia

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A presente obra oferece o desafio para uma viv ncia de uma espiritualidade voltada para a vida, cruzando os olhares para o pro eto do Reino de Deus, na diversidade dos dons e ministérios concedidos pelo Espírito anto e, evidentemente, transformando estes dons em serviços concretos nas mais diferentes organizações comprometidas com a plataforma do ensino de esus ucas 4.18-19 . O livro “Olhar do pastor e bispo” oferece reflexões, ob etivando convidar a todos n s, para uma atitude de escuta, de humildade, de diálogo, para uma pauta do dia a dia que toca e fala para vivenciar a orientaç o de esus, para o olhar coerente e transformador: “ e alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu ai o amará, e viveremos para ele e faremos nele morada” o 14.23 . ratid o ao Rev. Aluisio aurindo da ilva pela oportunidade de registrar no Boletim Informativo “A MEB EM MAR A” os ob etivos deste livro: “Olhar do pastor e bispo”.

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Adriel de Souza aia Bispo Emérito da Igreja Metodista Interessados em ad uirir o livro, entre em contacto maia adriel gmail com NOTA ispo Adriel aia oi o pre ador no Culto de Instala ão da AC E , dia 7/12/200 , em rasília D .


[

ida de o ional ]

Livro a uda na e peri ncia do poder da oração OMO DINAMIZAR A OM N O com Deus e conseguir respostas positivas de oraç o. A oraç o que funciona foi escrito por um crist o que preferiu o anonimato, mas que descobriu um dos segredos do sucesso na vida a oraç o que prevalece e que funciona. Neste livro, ele reuniu princípios, textos bíblicos e experi ncias que servir o para intensificar a comunh o com o enhor, dinamizar a vida devocional e satisfazer o coraç o daquele que anseia por uma vida de oraç o melhor. A oraç o é uma das mais importantes ferramentas que temos nossa disposiç o como crist os. através da oraç o que nos conectamos com Deus, expressamos nosso amor e depend ncia a Ele. No entanto, muitas vezes, nos sentimos frustrados com nossas orações. arece que Deus n o está nos ouvindo, ou que nossas orações n o est o sendo respondidas. O livro “A oraç o que funciona: como dinamizar a comunh o com Deus e conseguir respostas positivas de oraç o” nos a uda a entender por que isso acontece e como podemos melhorar nossa vida de oraç o. O autor nos ensina que a oraç o eficaz é aquela que é feita com coraç o, humildade e perseverança. oraç o, porque é preciso crer que Deus está ouvindo e responderá nossas orações. umildade, porque nossas orações devem estar alinhadas com a vontade de Deus.

erseverança, porque Deus pode levar tempo para responder nossas orações. O livro também nos ensina alguns princípios importantes para uma vida de oraç o eficaz. m desses princípios é a import ncia de buscar a presença de Deus antes de orar. uando nos aproximamos de Deus com um coraç o sincero e aberto, Ele nos enche de sua paz e poder, e nossas orações se tornam mais eficazes. Outro princípio importante é a import ncia de orar com sinceridade e humildade. Deus n o quer que oremos apenas por coisas materiais ou egoístas. Ele quer que oremos por coisas que se am de acordo com sua vontade e que beneficiem outras pessoas. inalmente, o livro nos ensina a import ncia de orar em con unto. uando oramos untos, nossas orações s o mais poderosas e eficazes. e voc está procurando melhorar sua vida de oraç o, recomendo que voc leia o livro “A oraç o que funciona”. Este livro é uma ferramenta valiosa que pode a udá-lo a se aproximar de Deus, desenvolver uma vida de oraç o mais eficaz e experimentar o poder da oraç o na sua vida. embrem-se, de que a oraç o é uma das mais importantes ferramentas que temos nossa disposiç o como crist os. ue Deus nos a ude a desenvolver uma vida de oraç o eficaz, para que possamos experimentar o seu poder em nossas vidas

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Autor: An nimo 144 p inas Editora: et nia

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eteranos e

aç o ]

Apai onado por ente: Esse sou eu IN RE EI na olícia Militar do Mato rosso do ul em 1989. om cerca de 18 anos na M, á formado em Teologia e ordenado pastor, comecei a pro etar minha vida na reserva. ui pastor local na Igre a ara Nossa Terra, de aranaíba M por 15 anos. Em 2008 comecei a faculdade de sicologia em Tr s agoas M . Ap s minha graduaç o, fiz tr s cursos de p s-graduaç o: TEA Transtorno Espectro Autista , exualidade umana título de ex logo e Neuropsicologia título de Neuropsic logo . oucos anos antes de ser transferido para a reserva da MM , minha família e eu decidimos nos mudar para o sul do Brasil. Em outubro de 201 , fui transferido para a reserva da MM . Deus nos orientou a irmos para orto Belo . oi um tempo em família incrível. oram tr s anos de a ustes internos na família, alianças restauradas e comunh o. Nesse ciclo, fui convidado a participar da ni o dos Militares Evangélicos de anta atarina ME , em orto Belo . ude ter acesso s hist rias brilhantes de her is policiais militares de anta atarina que há muitos anos semeiam a alavra de Deus nos quartéis do Estado e fazem cultos fardados nas igre as. ogo, me apaixonei pela miss o. Em 2021, mudei para Ti ucas e fui convidado pelo argento Rotta, vicepresidente da ME , a ser coordenador do ale de Ti ucas. Deparei-me como meus medos e receios, principalmente, por n o ser M do Estado de anta atarina, mas fui acolhido de uma maneira como nunca vi, amado como irm o isso foi o diferencial. ou muito proativo logo minha vida saiu do ritmo caseiro e off da reserva e começou a acelerar. sando minha experi ncia pastoral, somada ao meu conhecimento científico psicol gico, comecei a fase de aproximaç o, visitando os quartéis e fazendo palestras sobre saúde mental.

E Sérgio Lopes

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Em seguida, instituímos com nossa Diretoria uma reuni o de oraç o todas as segundas-feiras noite no quartel Ti ucas. A intercess o pelos irm os de farda se tornaria essencial. Incluímos na agenda mensal, um “ afé com Deus” nos quartéis da nossa regi o. oi uma oportunidade de conex o e comunh o com os policiais da nossa área, com um coffee break, uma mensagem evangelística e apelo. izemos cultos de militares nas igre as da regi o também, que atraiu militares e familiares para adorar a Deus. omecei recentemente um pro eto denominado: “Emerg ncia sicol gica”, com banner nos quartéis e cartões entregues para os policiais com meu nome, funç o psicol gica e telefone, no intuito de antecipar minha chegada, na hip tese de situações de crise psicol gica, depress o, ansiedade e suicídio, no sentido de acolher, compreender e intervir tecnicamente. ocialmente, temos feito antares com a Diretoria, s cios e familiares. omo tenho curso de barbeiro profissional, sou apaixonado por cortar cabelo, tenho cortado cabelo dos colegas no quartel e participado de ações sociais. o e faço palestras pela ME no Estado de anta atarina e ministro nas convenções nacionais da M EB, pregando a alavra de Deus. Nos últimos anos, temos notado um agravamento da saúde mental da populaç o crises depressivas e ansiosas s o cada vez mais comuns, inclusive dentro das igre as. Tenho atendido no consult rio pastores, líderes e também membros de igre as evangélicas, ou se a, a doença mental ho e tem afetado a todos. A partir desse contexto, temos participado de cultos especiais e convenções dentro das igre as, ensinando técnicas e práticas sobre o cuidado da saúde mental e a import ncia das instruções bíblicas sobre esse tema para nossos dias.

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S r io Lopes Sgt RR PMMS dr.ser iopsicolo o


[

rsos ]

niPro e ão o erece P s em Capelania Militar e Segurança P blica ATEN O E T O ABERTA as pré-inscrições para o curso de s- raduaç o em apelania Militar e de egurança ública, que será ofertado pelo entro niversitário e aculdade ni ro eç o, de Brasília D . revis o para início das aulas evereiro de 2024. Tempo de duraç o do curso 8 meses 3 0 horas .

Modalidade - EAD, com aulas ao vivo e tutoria no ambiente virtual. Obs: o início das aulas em fevereiro 2024 está condicionada ao fechamento da turma. Os interessados devem fazer sua pré-inscriç o e garantir sua vaga, pelo lin : https://docs.google.com/forms/d/e/ 1FAIpQLSc4QHozs s me II HoGhi pG Cp eF o 4 l g/ ie form

Rol de denominaç es e igrejas iliadas ACMEB Associação das Igrejas Batistas Regulares do Brasil o

e ção Batista Brasileira

o

e ção Batista

o

e ção eral das Asse

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e ção acio al das Asse

Igreja de risto e Igreja do

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acio al leias de eus o Brasil leias de eus

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adureira

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Igreja res iteria a do Brasil i ist rio ristão

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a g licas o gregacio ais do Brasil

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[ As o es dos e pos ]

Calend rio Cívico e Religioso A ENDÁRIO

Messias alverde

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I O e Religioso dos

meses de novembro e dezembro, proporciona-nos oportunidades para boas reflexões. omecemos pelo dia 2 de novembro, dia de finados. Essa data tem tratamento bem distintos nas diferentes tradições crist s. O cristianismo cat lico reconhece a comunh o intercess ria entre crist os e crist s de todos os tempos, como um dos aspectos da “ omunh o dos antos”1. As Igre as rist s n o cat licas, embora afirmem o senhorio de risto sobre vivos e mortos cf Rm 14.79 , tratam da comunh o orante como possibilidade exclusivade crist os e crist s vivos, na Igre a Militante2. Daí, o tratamento diferenciado da data de 2 de novembro, entre uma e outras tradições crist s. rist os cat licos visitam os cemitérios nessa data, fazem uma limpeza especial nos túmulos e acendem velas. rist os n o cat licos, assumem uma postura, um tanto divorciada, entre os membros da “Igre a Militante e da Igre a triunfante” As datas de 153 e 19 de novembro4, proporcionam-nos reflexões cívicas e patri ticas. A primeira, desafia-nos a pensar num país presidencialista e laico, onde é necessário lidar, de forma n o preconceituosa, com as múltiplas tradições religiosas e n o religiosas de nossa sociedade. A segunda, oficializa esses compromissos, pelas mudanças na onfiguraç o da Bandeira Nacional Brasileira. O Bras o com a “ ruz e a oroa” do Império, foi substituído pelo fundo azul estrelado da República, com o desafio de “Ordem e rogresso”5. A partir dos ideais republicanos, patriotismo precisa ser visto, como o compromisso com a

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preservaç o da fauna e da flora, representadas pelo verde da Bandeira. oma-se a isso, a busca de alternativas para que as riquezas simbolizadas no amarelo, gerem vida para todos os brasileiros. Nesse con unto reflexivo, o Dia 20 de novembro, Dia da onsci ncia Negra, complementa de forma extraordinária os desafios cívicos do período. No campo religioso crist o, temos o “ iclo do Natal” . Nele, o período do Advento, compreendido nas quatro semanas que antecedem o Natal7. Essa data n o é sugerida por ser o dia do nascimento de esus risto, mas, pela escolha de um dia em que o “Evangelho da Inf ncia”8 se a celebrado. Diversos fatores concorrem para isso: no ano 1 4 a. , a família Macabeu, recuperou o Templo de erusalém, das atrocidades cometidas por Antíoco I Epífanes. Em celebraç o anual do fato, instituiu a esta das uzes. Nessa ocasi o, o Templo recebia enfeites e iluminações especiais. Recomendava-se fazer o mesmo nas casas dos udeus 1 Macabeus 4. 3 -59 . Os oito dias celebrativos envolvia a data de 22 de dezembro. ara o cristianismo, o fundamento das celebrações natalinas é: Mt 1.18-25 e c 2.1-7. As quatro semanas que antecedem o Natal,9 tempo de espera e expectativa, tem como fundamento a crença na eleiç o divina de erusalém e da dinastia davídica cf 2 r . e 1Rs 8.25-2 . por essa crença que os profetas, entre eles Isaías, anunciavam o surgimento de algo novo vindo de Deus, pela dinastia de Davi. As cores litúrgicas roxo-lilás e azul e a oroa do Advento, s o instrumentos de celebraç o dessa fé e contribuem para a preparaç o para as celebrações natalinas. As quatro velas para serem acendidas dominicalmente nos domingos: 2 11 3 12 10 12 e 17 12, trazem mem ria as quatro grandes I MINA E ocorridas antes do Nascimento de esus risto. A primeira vela, acesa durante a leitura de Is 9.2-7, lembra a situaç o do rei Acaz, com um medo terrível de eca ou acéia, rei de Israel, e Rezim, rei da íria. Os dois atacaram unto o Reino de udá nos anos 734 a 732 a. . O profeta Isaías tentou acalmar Acaz, dizendo que os “dois tições fumegantes” eca e Rezim , n o ameaçariam por muito tempo Is 7.4 . A segunda vela, acesa enquanto se l Is 11.1-5, lembra a esperança


de que brote algo novo de uma matriz davídica desgastada A terceira vela, acesa durante o anúncio do nascimento de o o Batista c 1.57- , lembra a proximidade da grande notícia de Deus para humanidade. oma-se a essa celebraç o, a comemoraç o do Dia da Bíblia, que nas Igre as rist s n o cat licas ocorre sempre, no segundo domingo de dezembro10. A quarta, acesa durante o anúncio do nascimento de esus. Maria, grávida, última figura do advento c 1.2 -38 . A conclus o desse período ocorre com as celebrações natalinas, especialmente com o sentido teol gico do nascimento de esus, luz de Mt 1.18-25 e c 2.1-7. Recomenda-se a centralidade temática de músicas, textos, pregações, além da ornamentaç o do espaço, que atua como express o n o verbal da fé

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essias Valverde é Pastor Metodista Doutor em Ci ncias da Religião Professor Universitário e docente do curso de Capelania na Segurança P blica

RE ER NCIA BIBLIOGR

ICA

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apelania na ist ria ]

De capelães a reitores Algumas curiosidades muito interessantes eu tenho observado ao estudar a apelania. Referem-se ao fato de termos na hist ria da apelania Militar tr s capel es que ao regressarem das guerras se tornaram reitores de eminários. o eles: 1. O A E O J O E A E O MI ITAR DA EB Ele saiu do Regimento ampaio diretamente para o front no Monte astelo Itália. á apoiou os combatentes por 341 dias. Ao retornar ao Brasil, assumiu a Reitoria do eminário Teol gico Batista do ul do Brasil. .O A E O A .M Atuou na rimeira uerra Mundial e, ap s voltar aos Estados nidos, sua terra natal, tornou-se reitor do eminário de Middlesbur . .O A E O MCC MAC m brit nico que atuou em diversas guerras. Ap s seu período exercendo a capelania nessas guerras, voltou r Bretanha e se tornou Reitor do Sp rgeon College eminário Teol gico Batista de ondres . Traduç o: Rev. osé aurindo ilho.

osé Laurindo ilho

1

A irma ão de do Credo Apost lico. s cristãos e cristãs alecidos são considerados membros da I re a riun ante em dimens es aut nomas. 3 Proclama ão da Rep blica. 4 Dia da andeira Nacional. Elo7.com.br/Bandeira Imperial do Brasil. Consultado em 31/10/2023. 6 Sobre o tema ver VALVERDE, essias. Liturgia Pregação. São Paulo, Cedro, 2006, p. 97 a 114. 7 Em 2023 celebrado no domin o, dia 24 de dezembro. 8 portunidade para se celebrar a cren a no nascimento e traordin rio de Cristo. 9 VALVERDE, op. Cit. P.98. 10 Na I re a Cat lica, o m s de setembro dedicado íblia, e, o Dia da íblia, comemorado no ltimo domin o de setembro. 2

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Rev. os Laurindo ilho estre em International Policies and Development Studies -With Commentation e P s Graduado em eolo ia pela niversit de ristol, In laterra. acharel em eolo ia pela aculdade eol ica atista do Rio de aneiro/ Semin rio eol ico atista do Sul do rasil Licenciado em atem tica pela niversidade ederal do Espírito Santo inist rio Pastoral e ercido por 41 anos e meio. ONTE D , Paul D. he precedent o the irst World War In: SPERR , Willard L. . Cambrid e: Harvard niversit Press, 194 .

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loss rio da

apelania ]

Atividades na Capelania ilitar e conceitos relacionados 3

Cláunei Crístian Delgado Dutra

I I AL CA O TI O de assist ncia que desenvolve atividades relacionadas ao aconselhamento pessoal e ao apoio emocional, “também visando reconex o com crenças e valores, mas sem enfatizar necessariamente aspectos doutrinários ou dogmáticos” D TRA RO A, 2020, p. 782 . o também fornecidas por líderes religiosos, mas também por religiosos leigos ou profissionais de saúde. Estes necessitam ser treinados para tal RAMEZANI et al., 2014 . Spirit al Care n o estabelece, necessariamente, vínculos institucionais, embora se a capaz de conectar o indivíduo s suas crenças e valores independentemente da confiss o religiosa de quem fornece e de quem recebe. A diferenciaç o entre eligio sCare e Spirit al Care fica clara no Manual de Spirit al Care do ational Health Ser ice N da Esc cia:

r t a Care é usualmente ofertado numa relaç o de um-para-um, é completamente centrado na pessoa e n o faz refer ncias sobre convicç o pessoal ou orientaç o de vida. e g o care é ofertado no contexto de crenças religiosas compartilhadas, valores, liturgias e costumes de uma comunidade de fé. r t a care n o é necessariamente religioso. e g o care no seu melhor, deve sempre ser espiritual. D 2002 7 ap d NITED IN DOM, 2009, p. 21, grifo nosso .

Spirit al Care é a atividade de suporte religioso que mais está relacionada com a saúde física e mental, muito comum na capelania hospitalar. obre essa relaç o, religi o e saúde, cabem aqui algumas considerações, principalmente porque nos últimos anos numerosas pesquisas t m sido realizadas com resultados convincentes de que n o há como dissociar espiritualidade religiosidade do atendimento médico ou psicol gico. Desde o início do século , arl ung 2003apud ORTE A, 2013 á propunha uma abordagem mais humanista da medicina, inclusive observando aspectos religiosos considerados por ele intrínsecos psi humana. onforme ele mesmo descreveu:

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Do ponto de vista psicol gico, a religi o é um fen meno psíquico que existe de modo irracional, assim como o fato de nossa fisiologia ou anatomia. e faltar esta funç o, a pessoa humana, como indivíduo, estará sem equilíbrio, pois a experi ncia religiosa é express o da exist ncia e funcionamento do inconsciente. 2003 ap d ORTE A, 2013, p. 12 .

Nos últimos anos, tem se intensificado o debate acad mico sobre a influ ncia da religi o na saúde, especialmente sobre a saúde mental. efti e Esperandio 201 relataram que o início do processo de associaç o entre práticas de saúde e religiosidade espiritualidade se deu nas duas últimas décadas do século 20. entil, uia e anna 2011 , ao realizarem um estudo bibliométrico sobre capelania hospitalar concluíram que as publicações sobre o tema se intensificaram principalmente a partir do início do século 21 e que se trata de uma área de pesquisa em construç o e, até aquele momento, ou se a, 2011, essa era uma área n o explorada no Brasil. Spirit al Care é a atividade de suporte religioso mais eficaz num contexto de crise. e a num ambiente hospitalar, onde a crise é a doença, o tratamento ou o estresse enfrentado pelo paciente e pelo profissional de saúde, se a num contexto de desastre ou evento traumático, onde vítimas e profissionais de resgate ou de primeiros socorros est o su eitos aos mais variados riscos físicos e psicol gicos. Nesse sentido, humle 2012 , um autor que vivenciou, enquanto membro do Departamento de olícia do Estado da irgínia E A , o drama e o choque dos primeiros respondedores ao ataque de um atirador faculdade irginia Tech no dia 1 de abril de 2007, afirmou que a atuaç o de psic logos e capel es treinados para atenderem em eventos traumáticos é a soluç o para o vácuo de assist ncia a traumatizados existente em ag ncias de pronta-resposta. humle 2012 , ao citar Ta lor 2008 compara o trabalho do capel o ao do pára-médico: apel es s o muito parecidos com paramédicos que prestam primeiros socorros a indivíduos ap s um ferimento. Médicos estabilizam uma


les o, fornecem cuidados básicos e, se necessário, solicitam encaminhamento a um nível mais alto de cuidado. Os mesmos princípios se aplicam aos primeiros socorros espirituais fornecidos por capel es: estabiliza, avalia, fornece cuidados e conforto e encaminha conforme necessário. TA OR, 2008 ap d M E , 2012, p.3 .

As atividades de Spirit al Care consideram exatamente a relaç o pr xima existente entre a saúde mental e a saúde espiritual. Nessas atividades, os capel es atuam como conselheiros, promovendo resili ncia e conforto diante da crise, sem defender um sistema de crenças ou con unto de preceitos religiosos TA OR, 2008 ap d humle , 2012, p. . humle 2012 também discute que, por causa da proximidade com a morte, muitos primeiros respondedores a eventos traumáticos se questionam sobre assuntos relacionados s suas crenças e que, para auxiliar nesse tipo de enfrentamento, os capel es treinados s o os mais indicados. Numa abordagem sobre os efeitos psicol gicos de eventos com Armas de Destruiç o em Massa, toc s 2001, p. 55 afirma que “em face de reações espirituais decorrentes do medo, incerteza, desmoralizaç o e desamparo, os capel es dirigem a cura espiritual para restaurar a esperança, a confiança e a comunidade”. A partir de um dos mais traumáticos eventos de destruiç o em massa que foi o ataque s torres

do orld rade Center em 11 de setembro de 2001, o e ork isasterInterfaith Ser ices N DI produziu um manual de Spirit al Care con ugando esforços de todas as vertentes de fé presentes na cidade de Nova or . Nesse manual se definiu assim as atividades de Spirit al Care: r t a Care é o suporte oferecido a pessoas em tempos de crise. Os auxilia a utilizarem seus recursos espirituais em meio a sua dor. Normalmente, questões espirituais específicas de um tipo de fé n o s o formalizadas. Dependendo do contexto, pode incluir e g o Care que é o fornecimento de ritual e oraç o específicos dentro do contexto de uma única tradiç o de fé. ARDIN , 2007, p. 108, grifo nosso .

Observa-se que, segundo o Manual do N DI , a primeira abordagem do capel o num contexto de crise deve ser por meio do Spirit al Care, para depois, conforme o contexto e a possibilidade, providenciar o eligio sCare. Estudos realizados com militares veteranos que enfrentaram traumas p s 11 de setembro de 2001 revelaram a import ncia de uma coordenaç o e colaboraç o entre capel es e profissionais de saúde mental para maior eficácia no tratamento NIE MAN et al., 2014 . As atividades de Spirit al Care s o as mais recomendadas para a promoç o de resili ncia, pois ob etivam resgatar nas vítimas on inua na p g. s guin

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RE ER NCIAS BIBLIOGR on inuação a p g. an

de traumas a espiritualidade á existente. nesse sentido que himazono 2015, p. 1 afirma que um dos principais ob etivos do Spirit al Care é eliciar o pr prio poder do paciente”. Em outras palavras, seria o trabalho de despertar a fé á existente, mas adormecida pelo sofrimento, que é capaz de prover recursos mentais para o enfrentamento e até para a cura. Contin a na pr ima edi o

NOTA

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e to e traído da Disserta ão de estrado em Ci ncias Aeroespaciais pela niversidade da or a A rea NI A , do a or Capelão Pastor Cl unei Crístian Del ado Dutra

Cl unei Crístian Del ado Dutra é Major Capelão Pastor na Escola Preparatória do Ar EPCAr em Barbacena MG

ICAS

io

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er iços ]

inist rio de ra ão: apoio espiritual aos pastores Á A RO IMADAMENTE seis anos,

exatamente no dia 5 de fevereiro de 201 , iniciou- se um movimento de oraç o com os homens na Igre a Batista Nova ida em ardim arapina, erra E , com o intuito de buscar mais de Deus. uando iniciamos, n o sabíamos quais eram os planos de Deus para este movimento. medida que o tempo foi passando, tivemos o direcionamento do enhor, nos impulsionando a orarmos pelos pastores locais. A princípio, ficamos apreensivos sobre como seria a receptividade desses pastores, pois n o estávamos pensando somente naqueles que faziam parte da nossa Igre a, mas em todos os pastores, independentemente das denominações s quais estavam vinculados. osteriormente, Deus nos direcionou n o somente a orar por eles, mas também a visitá-los. E desde ent o, percebemos a urgente necessidade que pastores e líderes possuem de serem visitados. N o imaginávamos a reaç o de surpresa da maioria deles. uando era realizado o contato para combinarmos a visita, pontuavam que era a primeira vez que recebiam a visita de irm os, apenas para orar e agradecer pela sua vida. Entendemos que estávamos no caminho certo oraç o . Isto nos encora ou a seguir em frente, intercedendo pela vida e ministério que os pastores exercem. A cada ano, o enhor tem acrescentando passos a este movimento. Antes de tudo, a oraç o das 5h s h. A partir daí, surgiram a oraç o da tarde, das mulheres, a oraç o dos homens, a oraç o no templo todos os dias, e o ministério de oraç o pelos pastores, atualmente dirigido por mim. Desde que foi iniciado este trabalho temos tido o privilégio de visitar e orar por mais de 40 obreiros e igre as, aproximadamente.

omo Diretor da ni o de Militares rist os Evangélicos do Espírito anto M EE , alcançamos vários pastores militares estaduais e de outras forças de segurança pública de vários Estados brasileiros , os quais também est o nos a udando a fazer a divulgaç o e apoiando nosso trabalho. omos gratos a Deus por nos guiar em todos estes anos por meio da oraç o. omos gratos aos pastores, que com seu trabalho e dedicaç o exercem o seu chamado. abemos que aquele que começou em v s a boa obra, é fiel para terminá-la. “ ortanto, meus amados irm os, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do enhor, sabendo que o vosso trabalho n o é v o no enhor” 1 o 15.58 A . ue Deus vos abençoe, na paz de risto

Luiz Rodrigues

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Luiz anuel Rodri ues Sub-Tenente PM ES RR luizmanoelrodrigues hotmail com

COMENT RIO DO PRESIDENTE DA ACMEB impressionante como o Espírito Santo atua por meio da vida de Veteranos. A Presid ncia da AC E a radece ao S Luiz Rodri ues e demais participantes desse inist rio de ra ão e os incentiva a continuar realizando essa obra. ue o Senhor os recompense

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Esta obra chama a atenç o do público leitor para um tipo de evento que é real, mas que transcende as dimensões biol gicas, psicossociais, emocionais e materiais da vida humana. Trata-se de uma operaç o de resgate na qual os recursos empregados precisam alcançar as dimensões espiritual e existencial do ser humano, diante da vida presente e futura. Interessados podem acessar: https:// .amazon.com.br/ resgate f zileiro Al C A sio La rindo Sil a/dp/

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Autor: Aluísio Laurindo da Silva 104 p inas Editora: Publica es Pão Di rio

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A obra contém 21 capítulos nos quais s o abordados diversos temas pertinentes relevante quest o da prevenç o do suicídio no ambiente das orças de egurança do Brasil. Informações sobre sua aquisiç o podem ser obtidas pelo telefone 11 97 47.0989. O site da Editora é .vitalere.com.br

Esta obra pretende oferecer respostas aos questionamentos e apresentar os passos essenciais para o apoio emocional e a prevenç o do suicídio em lares e escolas, com uma linguagem simples e ob etiva. Também oferece orientações queles que perderam um ente querido, para que aceitem e superem essa dor t o profunda, e queles que os acompanham, para que se solidarizem da forma que for possível, evitando comentários v os, suposições vazias e acusações levianas.

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Organizadoras: Karen Scavacini e ri a Perina 422 p inas Editora: Vita Alere

Autor: Licio de Ara o Vale 120 p inas Editora: Paulinas


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