edição especial de
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REAL ESTATE
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magazine
ANO 2 Nº 9 . MARÇO/2022
MARINA ELLIOT Sucesso em um mercado competitivo SERGIO ULIANA O corretor cinco estrelas v O boom imobiliário na Flórida v As cidades preferidas pelos brasileiros para morar e investir
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vempreendedorismo ESPECIAL
Visto EB2-NIW se torna opção enquanto solicitações para EB5 seguem sem autorização do Congresso americano KRIS LEE, ESPECIALISTA EM DIREITO INTERNACIONAL, EXPLICA AS POSSIBILIDADES PARA QUEM ESTÁ ESPERANDO A REABERTURA DE SOLICITAÇÕES PARA VISTOS EB5 Muitos brasileiros planejam investir nos Estados Unidos com a intenção de conseguir um visto de entrada no país. Mas em junho de 2021, as solicitações por um Visto EB5, que disponibiliza um green card para quem investe no país, foram suspensas e até agora seguem sem renovação. Para Kris Lee, advogada há mais de 30 anos, o melhor caminho é tentar a aplicação de um visto EB2-NIW visando uma estadia permanente no país. “Informações dizem que o Congresso Americano deve pautar a renovação da abertura de vistos EB5 a partir de março, mas pode ser que demore um pouco para uma aprovação definitiva e muitas pessoas estão optando por solicitar um visto EB2-NIW em seu lugar. Mas é necessário se atentar ao perfil do solicitante, que deve atender aos requisitos necessários para a aplicação”, pontua. Para Kris, o programa era de extrema importância, mas ainda é possível conseguir um green card nos Estados Unidos solicitando o EB2. “Todos pensaram que o Congresso iria reautorizar os EB5 rapidamente, afinal, é um programa vital para que investidores que fizeram um aporte financeiro de 500 mil dólares em alguma região central do país solicitassem seus green cards. Não sabemos quando esse tipo de solicitação será normalizado, mas o EB2-NIW é uma boa opção para quem tem condições de investir essa quantia monetária”, revela.
ADVOGADA KRIS LEE No entanto, a especialista em Imigração alerta que, antes de ouvir empresas e consultorias que prometem auxílio no pedido de visto, é necessário procurar um advogado que vai identificar se o solicitante tem o perfil para essa categoria. “Conversem com quem tem experiência. Empresas de consultoria não são escritórios de advocacia, os funcionários não têm formação em Direito e não podem praticar esse serviço. Converse com advogado, pois ele vai fazer a análise do seu currículo buscando as possibilidades reais de efeti-
vidade ao fazer um processo desse tipo”, conclui. *Y. Kris Lee é licenciada nos Estados Unidos, no Distrito de Columbia e no Estado de New York. Com mais de 30 anos de prática do direito, Kris se especializou em aconselhar e representar peticionários perante o USCIS e tratar de questões jurídicas de clientes perante outras agências governamentais ou tribunais federais. Para mais informações, entre em contato através do +1 (202) 960-4441.
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veditorial JORGE M. NUNES jorgenunes@bizbrazilmagazine.com
v A pandemia pegou a BizBrazil Magazine. No momento em que a revista decolava e se consolidava como um importante informativo no mundo dos negócios brasileiros nos Estados Unidos, a covid-19 paralisou as atividades e nos obrigou a um recesso até que houvesse condições mais favoráveis de voo. Esse momento chegou. Se a pandemia não acabou, pelo menos o mundo já aprendeu a lidar com ela. Hoje, prevenções e vacinas tornaram o mundo mais próximo do que era antes da covid-19, e a BizBrazil Magazine está de volta com uma edição especial sobre Real Estate – o mercado imobiliário. A movimentação no mercado de imóveis na Flórida mais que dobrou desde o final de 2019. Segundo um relatório da Douglas Elliman, em 2020, primeiro ano da pandemia, somente no condado de Palm Beach houve um aumento de 268% no número de contratos de compra e venda de imóveis com valores acima de $1 milhão. Em Miami-Dade, os números não foram menores. Essa tendência de alta manteve-se desde então, superaquecendo o mercado no estado. Hoje, a
média para o tempo que leva para se negociar um imóvel na Flórida é de 61 dias, incluindo colocação da oferta no mercado, negociação, financiamento e fechamento do contrato. Em 2021, esse tempo era de 70 dias. Há casos, entretanto, em que os imóveis recebem ofertas imediatamente após colocados à venda e são vendidos em menos de uma semana. A escassez tem obrigado os compradores a disputarem as ofertas em verdadeiros leilões, desembolsando às vezes bem mais que o valor da oferta inicial. O resultado disso tudo foi um aumento de 32% no valor dos imóveis no estado desde o começo da pandemia, com o valor médio de uma propriedade ultrapassando os $380 mil, um recorde histórico. Há várias razões para explicar o crescimento. A mais popular é que a pandemia alterou os hábitos de vida das pessoas que moram nos grandes centros urbanos do País, como New York, Chicago e Los Angeles. A prática do work from home possibilitou o distanciamento do local de trabalho, proporcionado ao trabalhador a opção de escolher onde quer morar, independente da proximidade de um escritório. E mesmo que os imóveis na Flórida tenham aumentado bastante, eles ainda estão bem mais acessíveis que sua contrapartida nos grandes centros urbanos americanos. O preço médio de um imóvel em New York, por exemplo, é de $654 mil, quase o dobro da Flórida. Faz todo sentido trocar um imóvel menor num grande centro, frio e caótico, por um maior e mais confortável, ao sol e calor do Sunshine State. Muita gente se pergunta se essa expansão não vai acabar estourando em uma bolha, como em
2008. A comparação, entretanto, não procede. A crise de 2008 foi causada basicamente pelos abusos no mercado de subprime mortgages, hipotecas de alto risco oferecidas indiscriminadamente, que promoveram uma especulação imobiliária sem o estofo da regra de oferta e procura. Para complicar, as hipotecas de alto risco foram reunidas em pacotes de fundos de investimentos, os chamados hedge funds, negociados no mercado financeiro. A previsível insolvência dessas hipotecas causou um efeito cascata de desvalorização generalizada que quase quebrou a economia americana, levando bancos e financeiras à beira da falência. O cenário atual está muito longe disso. Hoje, o aquecimento é causado pela relação econômica natural de oferta e procura, e as condições de financiamento são muito mais regulamentadas que pré-2008, com menor risco de aprovação para subprimes. Hoje, uma queda brutal no valor dos imóveis é altamente improvável. A tendência é de estabilidade a médio prazo. Por conta desse momento extraordinário, resolvemos marcar esse renascimento da BizBrazil Magazine com uma edição especial sobre o mercado imobiliário na Flórida. Ouvimos especialistas e entrevistamos profissionais de sucesso ligados ao ambiente real estate para saber opiniões e tendências para os próximos anos. A julgar pelos relatos, o Sunshine State promete permancer por muito tempo ainda um atrativo irresistível para quem busca qualidade de vida perto do sol e do mar. Boa leitura.
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magazine Publisher Jorge Moreira Nunes Edição e textos Carlos Wesley (carlos.wesley@bizbrazilmagazine.com) Paula Santa Maria (paula.santamaria@bizbrazilmagazine.com) Coordenação Interesting People Marketing
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Diretora de Marketing Esterliz Mayer Nunes Account Executive Letícia Reis Graphic Designer Valdemar Silva Revisora Esterliz Mayer Nunes Fotografia Ronira Fruhstuck Demetrius Borges
BIZBRAZIL MAGAZINE é uma publicação do Grupo AcheiUSA e suas matérias são de propriedade da editora. A reprodução de qualquer material sem autorização pode infringir os direitos autorais dos autores. A BizBrazil Magazine não se responsabiliza pelo conteúdo de artigos e colunas publicados por colaboradores. BizBrazil Magazine 2001 W Sample Road, Suite 422 Deerfield Beach, FL 33064 USA. (954) 570-7568 info@bizbrazilmagazine.com
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FLÓRIDA VIVE BOOM IMOBILIÁRIO,
mas risco de bolha não assusta
Demanda sustentável afasta possibilidade de crise como a de 2008 v6.BIZBRAZILMAGAZINE
CARLOS WESLEY carlos.wesley@bizbrazilmagazine.com v Quem vive nos Estados Unidos há pelo menos 14 anos tem bem viva na memória aquela que foi uma das maiores instabilidades financeiras da história – o estouro da bolha do mercado imobiliário, no final dos anos 2000. Na época, a supervalorização dos preços dos imóveis na América, totalmente fora da realidade, exacerbou os investimentos nos financiamentos, levando à chamada crise do subprime, que teve a Flórida como um de seus epicentros. Por isso, o aquecimento do setor em cidades como Miami, Boca Raton e Orlando, as baixas taxas de juros e o endividamento excessivo que estamos vendo agora acenderam o sinal de alerta para um novo colapso… afinal, como diz o ditado popular, cachorro mordido por cobra tem medo de linguiça. Apesar de algumas semelhanças entre 2008 e 2022, este temor é infundado. Quem garante é a consultora em Real Estate Elizabeth Alderete, presidente do Brazilian Business Group (BBG) e proprietária da InvestBrasilUSA, que atua principalmente no mercado imobiliário da Flórida. Segundo ela, a valorização das residências na região, em torno de 24% só no último ano de acordo com um relatório do site Zillow, não tem fundo
vempreendedorismo especulativo, como no passado, mas é fruto da alta demanda e oferta restrita. “A Flórida é mais uma vez o eldorado, não apenas para estrangeiros, como para residentes de outros estados americanos. O perfil dos moradores vem se transformando de aposentados para famílias em busca de mais qualidade de vida e oportunidades. Deixamos de ser uma área meramente turística”, explica Alderete. São mais de mil pessoas se mudando para a Flórida todos os dias, desde que começaram a pandemia e a tendência de trabalho remoto. E por que não? Com uma temperatura agradável o ano todo (ok, julho e agosto nem tanto), a menor carga tributária do país e os imóveis a preços ainda convidativos, o Sunshine State é também o destino de muitas empresas, que estão trazendo seus talentos para
cá – desde bancos, até indústrias e companhias de tecnologia, aviação e hospitalidade. O estado cresceu em população mais do que o dobro da média nacional, atestou o último censo. Alderete acrescenta que esses elementos apontam na direção de uma estabilização no mercado imobiliário da Flórida nos próximos anos. “Ninguém precisa se preocupar com uma nova bolha. Até porque os fundamentos da concessão de hipotecas estão muito mais rigorosos. Muitos imóveis são adquiridos em dinheiro, e os financiamentos só são aprovados mediante critérios e uma exigente comprovação de condições. Além disso, os compradores atuais, mesmo os estrangeiros, têm vínculos com a região e não são meramente investidores”, explicou a corretora.
MUITO ALÉM DO SUBPRIME Uma crise como a do subprime não acontece da noite para o dia… mas se é possível apontar uma data para o início desta trajetória de altos e baixos no setor imobiliário dos EUA nos últimos 14 anos, podemos dizer que aquele 15 de setembro de 2008 foi emblemático. Um dos mais tradicionais bancos americanos, o Lehman Brothers, fundado em 1850, decretava falência e dava início ao efeito dominó que derrubou outras instituições financeiras, as bolsas de valores e a credibilidade da estrutura econômica americana. Antes disso, porém, os sinais de uma eventual bolha imobiliária já eram visíveis: economia aquecida, taxa básica de juros baixa, especulação e concessão livre de crédito, inclusive a clientes de menor renda. O mercado (leia-se, quem oferecia financiamentos) vivia um faz de conta, emprestando dinheiro a quem provavelmente não teria condições de arcar com os pagamentos. Não por acaso, estas hipotecas foram apelidadas de crédito podre, e os clientes, de NINJA (das iniciais do inglês “neither income, nor job/assets”, ou alguém sem renda, trabalho ou ativos financeiros). Em 2008, o índice de preços dos imóveis, que vinha de uma alta superior a 120% em cinco anos, registrou a maior queda da história: algo em torno de $19 trilhões. De lá para cá, a área imobiliária conviveu com outros momentos de instabilidade. Em 2013, por exemplo, a intensa recuperação do setor em alguns estados, como a Califórnia, Nevada, New York e Flórida, no tocante às propriedades de luxo, criou expectativas quanto a uma nova bolha. Especialistas chegaram a fazer previsões pessimistas sobre aquela conjuntura, inclusive o Nobel de Economia Robert J. Shiller, que
alertou para a fragilidade da economia diante de um novo boom. As hipotecas conhecidas como “jumbo”, contudo, não causaram problemas, até pelo nicho destes mutuários – abastados, que comprometiam apenas um percentual pequeno da renda familiar no financiamento. Há poucos anos, quando a pandemia afetou praticamente todas as atividades econômicas, a área imobiliária não ficou imune: nos primeiros meses após o lockdown de março de 2020, as transações caíram cerca de 20% nos EUA, o que restabeleceu uma perspectiva negativa acerca de mais um desequilíbrio no setor. Por pouco tempo. Novamente o mercado mostrou resiliência diante das sucessivas crises, sejam elas provocadas por fatores externos ou pelo próprio sistema. “O capitalismo tem uma capacidade criativa-destrutiva e isso vem desde os anos 1920. Ou seja, um boom seguido por implosão. E isso não vai
ELIZABETH ALDERETE: “A Flórida é mais uma vez o eldorado, não apenas para estrangeiros, como para residentes de outros estados americanos” mudar, pois as pessoas tentam usar o sistema para gerar lucros”, resume Peter Zalewski, consultor imobiliário em Miami. Por isso mesmo, não chega a ser surpresa uma análise da economista Niraj Shah, com base em dados da Bloomberg, de que o estímulo do governo para recuperar o país alimentou um novo monstro: as conhecidas bolhas imobiliárias. Esta é uma pauta que sempre vem à tona no cenário de volatilidade. Nesse sentido, vale citar aqui mais um comentário tranquilizador da corretora Elizabeth Alderete: “As crises do setor imobiliário realmente são cíclicas e acontecem há décadas. No entanto, os erros do passado ajudaram a moldar a consciência dos reguladores atuais”.
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I ESCOLHA POR MIAMI, NEW YORK E LISBOA É BASEADA EM QUALIDADE DE VIDA, VALORES ATRAENTES E CULTURA LOCAL I
AS CIDADES PREFERIDAS
dos brasileiros para morar e investir PAULA SANTA MARIA paula.santamaria@bizbrazilmagazine.com v Miami, Nova York e Lisboa estão sempre no topo das cidades mais procuradas por brasileiros para viver. Se você é um deles, a hora é esta. O mercado imobiliário destes grandes centros está em alta e não há sinais de desaceleração. Com o trabalho remoto instituído em decorrência da pandemia, teve início um movimento maior em busca de lugares com qualidade de vida, em que se gaste menos e seja possível comprar um imóvel
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por valores atraentes para morar ou mesmo para investir. Esse é o caso de Miami e Lisboa. Mas o que dizer de New York? Bem, a Big Apple é a cidade mais dinâmica e criativa do mundo, e está sempre no topo da preferência de qualquer emigrante brasileiro, independentemente do preço. Com o perfil dos moradores do sul da Flórida mudando, o antigo estado dos aposentados é hoje um lugar muito procurado não só por brasileiros, mas também por americanos que buscam propriedades na região. Aqui não há imposto estadual, somente federal, o que impacta positivamente no custo de vida. Mais: a temperatura amena, o
sol constante e o trabalho em home office atrai os que não querem mais viver em clima frio, pagando altos tributos. O valor do pé quadrado em Miami é um atrativo quando comparado a outras grandes cidades. Por exemplo: por cerca de $1 milhão é possível comprar propriedades de 1.000 pés quadrados, ao passo que em New York o mesmo montante equivale a um imóvel de 333 pés quadrados. Por falar em New York, o mercado imobiliário por lá está em alta. Só em Manhattan o setor bateu recorde de $30 bilhões em negócios no ano passado. Mais de 15 mil contratos foram assinados, voltando aos níveis pré-pandêmicos, gerando muita demanda e consequente queda de estoques, que deve permanecer baixo em 2022. Isso significa que este ano deve ser ainda mais robusto para negócios com imóveis residenciais e comerciais. Não há sinais de desaceleração. Hoje, o preço médio de um apartamento em Manhattan é de cerca de $2 milhões. O valor das propriedades, aliás, é um grande atrativo em Lisboa. Lá, aposentados, empresários e profissionais liberais são tributados em apenas 20% sobre os rendimentos obtidos em Portugal. Outro atrativo da capital portuguesa é o valor baixo das propriedades quando comparado ao da maioria dos países europeus. Em média, o pé quadrado de imóveis de bom padrão vale 4,5 mil euros; já em Londres, o custo do pé quadrado é de 26,4 mil euros. Ano passado, a capital foi líder de investimentos no mercado imobiliário europeu.
MIAMI NEW YORK
WIKIMEDIA COMMONS
Há tempos o perfil dos moradores da Flórida vem mudando. Antes um lugar onde viviam aposentados, hoje se tornou um grande estado para investir e morar. A procura por imóveis deixou de ser feita por estrangeiros em sua maioria. Agora, americanos de todas as partes também buscam propriedades na região. Com a pandemia, surgiram novas definições de moradia para a família, que incluem saúde, espaço e segurança. Mais área em pés quadrados foi a grande mercadoria no aumento da demanda Um dos motivos é o fato de que na Flórida não há imposto estadual, apenas federal, o que impacta positivamente no custo de vida. A temperatura amena e o trabalho em home office, em decorrência da pandemia, atraem os que não querem mais viver em clima frio, pagando altos impostos. O sul do estado se tornou uma atração, com sol permanente e eventos mundialmente famosos, como o Art Basel e a Fórmula 1 – que terá seu primeiro Grand Prix em Miami este ano –, lojas de grandes grifes, esportes aquáticos e proximidade com as Américas Central e do Sul. O valor do pé quadrado em Miami é um atrativo quando comparado a outras grandes cidades. Por exemplo, aqui cerca de $1 milhão pode comprar propriedades de mil pés quadrados, de acordo com o Relatório de Riqueza 2019 da Knight Frank. Já em Los Angeles o mesmo valor equivale a uma casa de 387 pés quadrados; em Nova York, de 333 pés
REUTERS/CARLO ALLEGRI
MIAMI, UM LUGAR PARA INVESTIR E MORAR
quadrados; em Hong Kong, de 236 pés quadrados; e em Mônaco, de 172 pés quadrados. A alta demanda já pode ser percebida no estoque de residências unifamiliares, que somente em janeiro de 2021 diminuiu 45,8%. Daí seguiram-se meses consecutivos de valorização de preços no mercado deste tipo de imóvel. Assim, quando uma casa chega ao mercado há ofertas imediatas, compradores dispensam contingências de financiamento e oferecem o preço total pedido. Muitas vezes até um valor acima. Mesmo com a pandemia, o mercado imobiliário
na Flórida se manteve forte em 2021, com aumento de 18% nas vendas de casas e 15% na de apartamentos em relação a 2020. E deve se manter assim em 2022, de acordo com especialistas. Segundo estudos, há cinco milhões de millenials completando 34 anos nos Estados Unidos, idade média da compra da primeira residência na América. Isto é suficiente para manter o mercado imobiliário aquecido. As condições do mercado têm sido baixas taxas de hipotecas – o que deve continuar, segundo sinalizações do Federal Reserve —, alta demanda
COMPARATIVO ENTRE CIDADES Quantos pés quadrados de área é possível comprar com $1 milhão 1000ft2 387ft2 172ft2
Mônaco
236
ft2
Hong Kong
333ft2
Nova York
Los Angeles
Miami
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BERT KAUFMANN/FLICKR
LISBOA
de compradores e falta de estoque. Ano passado, o preço médio de venda de casas na Flórida foi de $305 mil, um aumento de 15,1% em relação ao ano anterior, e o de apartamentos foi de $230 mil, alta de 15% em relação ao mesmo período, segundo dados do Departamento de Pesquisa de Corretores de Imóveis da Flórida em parceria com associações de corretores de imóveis locais. O crescimento de 18% ano a ano nas vendas de residências e 25% nas vendas de apartamentos em 2021 também foi acima da média. Recente relatório da S&P Dow Jones Indices (S&P DJI) dos Índices S&P CoreLogic Case-Shiller, principal medida de preços de residências nos Estados Unidos, mostra que o valor das casas continua a subir. O ganho foi de 19,5% no ano que terminou em setembro de 2021. Já Miami registrou um aumento de 25,2%.
EM NEW YORK, MERCADO EM ALTA E RECORDE DE NEGÓCIOS
O mercado imobiliário está em alta em New York. Depois de um ano difícil em que a cidade foi o epicentro da COVID-19, só em Manhattan o setor bateu recorde de $30 bilhões em negócios no ano passado. Mais de 15 mil contratos foram assinados, voltando aos níveis pré-pandêmicos. No auge da pandemia, casais jovens e famílias com filhos optaram por bairros com mais espaços abertos e verdes, com maior qualidade de vida, fazendo com que os valores dos imóveis caíssem. Depois, com a diminuição dos casos de covid e a queda nos preços, teve início trajetória inversa:
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grande aumento na demanda por apartamentos depois que muitos decidiram voltar para a cidade. Nesse momento, a população já se sentia confortável com a vida urbana novamente. O estoque ainda deve permanecer baixo em 2022, ou seja, este ano deve ser ainda mais robusto para negócios com imóveis residenciais e comerciais. Não há sinais de desaceleração. Hoje, o preço médio de um apartamento em Manhattan é de cerca de $2 milhões. No Brooklyn e no Queens, a situação não é diferente, tanto que as vendas de residências na Big Apple no terceiro trimestre de 2021 foi a maior dos últimos 32 anos – e apenas 18% dos negócios foram fechados com investidores. A retomada foi em grande parte impulsionada pelo topo do mercado, mais precisamente compradores ricos adquirindo coberturas e grandes unidades de piso completo em novos empreendimentos. O estoque de novos empreendimentos despencou. Apartamentos novos com preços de $10 milhões ou mais foram vendidos com média de cem dias no mercado, de acordo com especialistas. Diversidade, cultura, estilo… a cidade que nunca dorme, tantas vezes retratada em música e filmes, surpreendeu o mundo mais uma vez. Afinal, morar em Nova York continua sendo sinônimo de sucesso em qualquer idioma.
LISBOA: MELHORES PREÇOS DE IMÓVEIS DA EUROPA
Um grande número de brasileiros e europeus está se mudando para Portugal, num movimento
que começou em 2013 e continua crescendo. São aposentados, empresários, profissionais liberais, engenheiros, médicos, artistas etc., que se beneficiam do estatuto de RNH e são tributados em apenas 20% sobre os rendimentos obtidos no país. Os investidores ainda podem ter uma vantagem, pois os preços nos centros históricos de Lisboa estão se recuperando depois de anos de crise gerada pela falta de acesso ao crédito. No ano passado, o custo dos imóveis subiu 11,7%. Já no ano anterior a valorização foi de apenas 3%. Havia uma tendência de desaceleração nos últimos tempos. Desde o final de 2018, quando a variação atingiu 16%, os preços das casas não subiam tanto, segundo o Índice de Preços Residenciais divulgado pelo site “Notícias ao Minuto”. Outro atrativo da capital portuguesa é o valor das propriedades, baixo quando comparado ao da maioria dos países europeus. Em média, imóveis de bom padrão custam 4,5 mil euros por pé quadrado em Lisboa. Já em Londres o custo é de 26,4 mil euros/ft2, em Paris 13,6 mil euros/ ft2, em Moscou 12,8 mil euros/ft2 e em Madri 7 mil euros/ft2. Com clima ameno e situada a poucas horas de várias países europeus, a capital portuguesa é sempre lembrada como um bom destino para morar ou passar uma temporada. Em 2021, a cidade, cuja população vem diminuindo há três décadas, foi líder no investimento imobiliário europeu.
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QUANDO A VIDA
se mistura ao design DA REDAÇÃO info@bizbrazilmagazine.com v A interior designer Chris Jünger desembarcou com o marido em Miami, em 2015, incentivada pelo cunhado que já morava aqui. Profissional experiente e respeitada no mercado, tinha clientela fixa e vida estabilizada no Rio de Janeiro. Mas nem tudo estava bem. Queria morar em um lugar onde se sentisse segura. Nesses sete anos em que vive na Flórida, já fez projetos para clientes exigentes e de alto padrão, como residências, escritórios, empresas, academias de ginástica e a nova redação do AcheiUSA. Esteve entre as seletas 50 profissionais convidadas a participar da “Artefacto Tappo Arts 2020”, cuja renda foi toda arrecadada em benefício do Baptist Health Cancer Institute, em Miami. Além do trabalho no seu escritório, ela é responsável pelos produtos para arquitetura e decoração de uma empresa italiana de adesivos vinílicos que servem para envelopar móveis, portas, cozinhas, tetos e muito mais. “É uma tendência mundial para quem procura uma reforma rápida, sem sujeira, com qualidade, custo baixo e sustentabilidade”, afirma.
Ainda no Brasil, começou a trabalhar no ramo em 2011, em seu escritório de Designer de Interiores com duas sócias. Sua primeira atividade foi na decoração de duas casas, na Barra da Tijuca, no Rio, que mais tarde serviram de cenário para programas da TV Globo. Sucesso absoluto. Ela costumava acompanhar de perto, junto com os engenheiros, o processo de construção. Assim, podia se adiantar na escolha de materiais, pisos, cores, facilitando a entrega do produto final. E não parou mais: participou de projetos, mostras e até de um livro sobre tendências de arquitetura e decoração, sempre voltada para clientes classe AA. A criatividade vem de família. Ainda criança adorava ver a coleção de “Casa Claudia” na casa da avó. O pai, sua grande influência, era designer gráfico de revistas. “Não consigo me imaginar sem ser designer. Para mim é vida, é realização”, sentencia. O resultado desse amor e dedicação ao trabalho é ver a maioria dos seus clientes se transformando em amigos. SERVIÇO: Para saber mais: (954) 635-8770 chrisjunger@interiorsbyjunger.com
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Não consigo me imaginar sem ser designer. Para mim é vida, é realização”, sentencia. O resultado desse amor e dedicação ao trabalho é ver a maioria dos seus clientes se transformando em amigos” BIZBRAZILMAGAZINE.11v
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MARINA ELLIOT,
uma consultora imobiliária para os novos tempos Brasileira tem o perfil do profissional moderno: inovadora e multidisciplinar CARLOS WESLEY carlos.wesley@bizbrazilmagazine.com
v Pelo menos até o início deste século, os homens dominavam os postos de trabalho no mercado imobiliário. Mas o cenário se transformou a tal ponto que, atualmente, as mulheres representam 63% deste universo aqui nos Estados Unidos, segundo pesquisa da National Association of Realtors. E a brasileira Marina Elliot é o retrato fiel desta mudança: inovadora, multidisciplinar e focada no bem-estar do cliente (e não na venda em si). Mineira de Juiz de Fora e que está nos Estados Unidos há 21 anos, ela se encaixa perfeitamente no perfil ideal do consultor imobiliário para os novos tempos, numa indústria em constante evolução. “De fato acredito que as mulheres têm, naturalmente, qualidades importantes nesta área, como empatia, organização e proatividade. Não podemos esquecer ainda que, cada vez mais, são elas – e não eles – que possuem o poder de decisão na negociação de uma propriedade. Portanto, uma opinião feminina do outro lado do balcão sempre ajuda. Mas o carisma não é suficiente sem a profissionalização, o uso das ferramentas corretas e um profundo conhecimento do produto e do mercado”, afirma Marina, que é consultora imobiliária da Compass. Apesar de especialista em imóveis luxo, ela atua em todos os setores,
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vempreendedorismo inclusive no ramo comercial e de aluguel. E pensar que esta decisão de carreira surgiu quase que por acaso na vida de Marina. Formada em Relações Internacionais com foco em Economia pela Rollins College, em Winter Park (na Flórida Central), ela exerceu diferentes funções na área jurídica e na esfera de seguros e recrutamento em grandes corporações. Até que um dia, em virtude de um acidente doméstico com a filha, a brasileira decidiu procurar uma atividade com mais flexibilidade de horário. “Precisei modificar minha vida para passar mais tempo com meus filhos . Então o ofício de corretora imobiliária surgiu como a melhor opção. Hoje não me imagino fazendo outra coisa”, admite. Fora isso, os anos em que lidou com apólices e sinistros em outro âmbito certamente ajudam em termos dos aspectos jurídicos de contratos imobiliários. A troca de rumo fez tão bem, que Marina vem se destacando, apesar da forte concorrência. “O campo cresceu e há muitas oportunidades, especialmente num momento de aquecimento como o que estamos vivenciando. No entanto, é aí que se torna fundamental a escolha do profissional certo para conduzir os negócios”, alerta a brasileira. Conciliando por vezes a dupla ou tripla jornada, já que cuida sozinha dos filhos e da casa, em Fort Lauderdale, ela sempre enfrentou os desafios com resiliência, sem depender dos outros. Provavelmente, aí está uma das razões de seu sucesso: a autossuficiência. Como na época da faculdade, quando descobriu, sem a ajuda de advogados ou da própria instituição, uma forma de garantir o visto de permanência nos EUA e ao mesmo tempo obter uma bolsa de estudos para finalizar seu curso. Essa autonomia, porém, não impede que ela valorize o trabalho em equipe e as parcerias: “Os clientes querem, de forma ágil e com competência, as respostas aos vários tipos de dúvidas ligadas à compra e venda de imóveis. E para isso, recorro a um amplo network de profissionais que dão suporte ao meu trabalho, desde advogados de imigração a contadores”, explica Marina. Outra de suas características é a constante busca por atualização. Além de muita leitura e da participação de seminários de técnicas de venda e sobre as nuances do setor, a brasileira percebeu bem antes da pandemia a importância da gestão de ferramentas digitais no aprimoramento das experiências do consumidor. Assim como o mercado em que trabalha, ela teve capacidade de adaptação rápida na época das mudanças, há cerca de dois anos. Tanto que Marina é uma presença constante nas mídias sociais e tecnológicas, tendo incorporado essas novidades para desburocratizar o processo de uma transação imobiliária.
Mas ela continua a surpreender seus clientes também naquilo que deveria ser padronizado em real estate: a prioridade nas pessoas e não no negócio. “Recentemente desaconselhei a compra de um apartamento na planta, em um prédio em construção, onde iria receber uma comissão maior, por considerar que o dinheiro poderia ser melhor empregado, de acordo com a necessidade do comprador”, conta Marina, que recebeu um valor intangível pela sua postura ética – a satisfação e a fidelidade do freguês. Daí a denominação de consultora imobiliária, como ela prefere, que engloba muito mais do que a simples prospecção de imóveis. Com relação ao seu business, ela é enfática quanto à possibilidade de uma nova bolha imobiliária, conforme sugerido por alguns estudos de comparação com a época do subprime: “Não há chance. Desta vez, ao contrário de 2006, o setor imobiliário está sendo injetado com dinheiro de verdade”, definiu. Ela revela que cerca de 98% das transações que realiza são em espécie – é isso mesmo: propriedades de milhões de dólares compradas em dinheiro vivo. “Os financiamentos normalmente são de propriedades de até 500 mil dólares, mesmo assim com boa parte deste valor sendo dada como entrada”, ressaltou Marina, lembrando que não está fácil conseguir empréstimos devido à rigidez dos bancos, para não repetir o que aconteceu no passado. Marina ressalta que os compradores de propriedades em locais como a Flórida estão vindo de todas as partes do mundo, inclusive daqui mesmo da América, o que jamais aconteceu. Então, ela é enfática na recomendação a quem está esperando um momento mais propício para investir em imóveis por aqui: “Não há melhor época do que agora, se a pessoa reúne as condições para dar este passo. O mercado está aquecido e esperar um esfriamento nos preços pode significar perda de dinheiro, pois o inventário está curto. Essa é uma tendência que veio para ficar”. SERVIÇO: Para saber mais: Marina Elliot marina.elliot@compass.com (407) 697-8189 Linkedin: linkedin.com/in/marinae Facebook: facebook.com/MarininhaE Instagram: @marinaelliot_corretoramiami
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Acredito que as mulheres têm, naturalmente, qualidades importantes na área de Real Estate, como empatia, organização e proatividade. (...) Mas o carisma não é suf iciente sem a prof issionalização, o uso das ferramentas corretas e um profundo conhecimento do produto e do mercado”
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I FRANCIS SUAREZ I
MIAMI,
o novo hub tech da América Nasce um novo polo tecnológico no sul da Flórida
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PAULA SANTA MARIA paula.santamaria@bizbrazilmagazine.com v Com a instalação de empresas de tecnologia, startups e novos empreendimentos, o mercado imobiliário de Miami passa por uma mudança radical. Atraindo cada vez mais pessoas e negócios de todas as partes do planeta, o lugar está se tornando um novo centro de referência para projetos inovadores. As comparações com o Vale do Silício se tornaram inevitáveis e a iniciativa tem forte apoio do poder público. O prefeito Francis Suarez está empenhado em transformar a cidade em um hub tecnológico. Plataforma política na eleição de 2017, a iniciativa teve grande impulso em dezembro de 2020, quando o sócio da startup espacial Varda Space Industries e da Funders Fund, Delian Asparouhov, que trocou a Califórnia pela Flórida, postou o seguinte tuíte: “Ok, pessoal, escutem aqui, e se mudarmos o vale do silício para Miami?”. Logo em seguida, o prefeito escreveu: “Como posso ajudar?”. A postagem viralizou e ele acabou no centro das atenções dos empreendedores digitais. Desde então, tem apoiado fortemente o crescimento de startups, trabalhando para criar um centro de tecnologia e um portal de novas oportunidades.
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Em Miami, estamos fazendo tudo para atrair a classe empreendedora e intelectual de nosso país para criar empregos bem remunerados. Precisamos garantir que uma geração de prosperidade e inovação não seja perdida por falta de espírito inovador” A interação no Twitter deu mais visibilidade a ações já colocadas em prática, como isenção de impostos, incentivos fiscais e a criação da plataforma eStart, que simplifica a geração de licenças para negócios. Para completar, um dos mais importantes conglomerados da área de empreendedorismo, o SoftBank, anunciou a criação de um fundo de $100 milhões para empresas sediadas ou que pretendem mudar para Miami. Assim, grandes companhias começaram a anunciar suas transferências. Cada expansão de negócios traz mais construções e o setor imobiliário cresce de forma acelerada.
Entre os muitos atrativos para o crescimento dos negócios está também a tributação e outras vantagens: não há imposto de renda corporativo, de renda pessoal estadual, de franquia sobre o capital social nem imposto corporativo para sociedades limitadas. Com grande influência hispânica, Miami tem uma população multicultural, onde convivem idiomas diferentes como espanhol, português e até haitiano, o que contribui para a diversidade cultural da região e atrai empresários que ajudam no crescimento dos negócios. Carl Icahn, um dos investidores mais bem-sucedidos de Wall Street segundo a revista
Forbes, Antonio Gracias, presidente do comitê de investimentos da Tesla, e investidores de alto perfil como Keith Rabois e Peter Thiel também já se mudaram para a cidade. Especialistas apostam que haverá aumento no padrão de vida, em função da contratação de mão de obra local e do maior poder aquisitivo dos novos moradores. Lugares como New York e São Francisco tiveram um boom na economia tecnológica, gerando empregos mais bem remunerados. Além disso, as empresas de tecnologia costumam trazer prosperidade onde se instalam. Seja como for, investir e morar em Miami é uma tendência.
Residencial • Comercial • Negócios • Aluguéis • Gerenciamento Miami-Dade • Broward and Palm Beach County • Central Flórida e Tampa “O meu trabalho vai além da venda de imóveis e negócios. Personalizo meu serviço para cada cliente e, finalmente, vendo um estilo de vida extraordinário! Compreendo perfeitamente todas as necessidades de cada um, ouço no detalhe o que é importante para ele, e trabalho duro para ter certeza de que eu consistentemente vou exceder às suas expectativas. No fim das contas, é realmente tudo voltado para os relacionamentos. Uma vez que eu completo uma transação, ela acaba ali. Mas as relações pessoais e de amizade que estabeleço duram para sempre. “
Elizabeth Alderete
Direct: (754) 235-0052 Elizabeth@InvestBrasilUSA.com
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vsucesso
O corretor imobiliário
5 ESTRELAS
Sergio Uliana é apontado como o profissional mais bem avaliado de Boca Raton
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DA REDAÇÃO info@bizbrazilmagazine.com v É brasileiro o corretor imobiliário número 1 de Boca Raton, no Sul da Flórida, em termos de satisfação dos clientes. Trata-se do paulistano Sergio Uliana, que atua na área há apenas cinco anos. Ele recebeu esta distinção da plataforma digital RateMyAgent, um recurso on-line que apresenta os resultados das transações concretizadas em cada região do país, com a avaliação dos próprios envolvidos. Sergio teve praticamente a pontuação máxima no indicador de desempenho no atendimento às expectativas dos seus vendedores/compradores, com 40 das 41 aferições com cinco estrelas – e a outra, com quatro estrelas. “O reconhecimento demonstra que estou no caminho certo em relação à maneira como faço meu trabalho e serve também de motivação extra para que eu continue colocando o cliente sempre em primeiro lugar. Afinal, a compra ou venda de um imóvel é, normalmente, a decisão financeira mais importante na vida de uma família, e esta experiência não deve ser traumática”, resume Sergio. Mais de quatro mil corretores disputaram o prêmio em Boca Raton, num total de 25 mil profissionais só em Palm Beach County (no Condado ele ficou em 7º lugar). O brasileiro tem a rara certificação de CLHMS, para especialistas que atuam no mercado multimilionário de luxo. Afinal, qual é o segredo do sucesso de Sergio? Segundo o próprio, não há fórmula mágica: conhecimento da dinâmica do mercado, ética na intermediação do negócio e, principalmente, respeito ao consumidor. “Pode parecer muito óbvio, mas o diferencial está em condutas simples como o atendimento cortês, o retorno imediato das ligações e a percepção das necessidades do cliente”, conta o profissional, sem medo de revelar o caminho das pedras. Ele acrescenta que o público com quem trabalha (não apenas brasileiros) é exigente e, por isso, o serviço prestado tem que ser sempre de excelência. A sua área de atuação são os condados de Broward e Palm Beach, além da região de Orlando, em particular próximo à Disney, para casas de investimento e veraneio. Antes de se mudar para a Flórida, há oito anos, com a mulher e o filho hoje adolescente, Sergio foi advogado do mercado corporativo em São Paulo. O conhecimento das leis, contratos, prazos e relações de direitos certamente vem ajudando na nova profissão. No entanto, o seu maior trunfo é o relacionamento com as partes: “Tirar a licença para exercer a profissão é fácil e qualquer um pode fazer. Só que os verdadeiros corretores imobiliários precisam gostar de gente e saber lidar com as diferentes personalidades dos envolvidos,
vempreendedorismo independente da faixa de preço do imóvel. Fico feliz quando consigo minimizar os problemas e superar as expectativas dos meus clientes. O mercado é dinâmico e muda muito rápido – e precisamos estar atentos a todas as oportunidades e nuances que o Sul da Flórida apresenta”. O prêmio em forma de placa do site RateMyAgent junta-se a outras homenagens recebidas na sua curta trajetória no mercado. Sergio foi, por exemplo, o profissional mais destacado de sua empresa (“Top Producer”) por dois anos seguidos, e hoje lidera o “The Team Boca”, com mais cinco corretores em seu time. O futuro é promissor. Ele tem se preparado para obter a licença de “broker” e, assim, alçar mais um degrau na carreira, onde poderá ampliar sua atuação independentemente. “O mercado apresenta desafios que podem ser superados se o profissional estiver bem preparado. As perspectivas imobiliárias na área são muito animadoras e os clientes precisam de um suporte mais próximo”, acredita o brasileiro. Independentemente dos desafios no horizonte, a história de Sergio já valida uma famosa frase de Albert Einstein: “Não tente ser uma pessoa de sucesso, mas uma pessoa de valor… o sucesso é consequência”.
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A compra ou venda de um imóvel é, normalmente, a decisão financeira mais importante na vida de uma família, e esta experiência não deve ser traumática” SERVIÇO: Para saber mais: Sergio Uliana Jr. (561) 870-1228 usasuj@gmail.com thebocateam.com
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vdecoração
BELEZA,
sofisticação e funcionalidade: um projeto para cada sonho
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DA REDAÇÃO info@bizbrazilmagazine.com v Muito conhecida na comunidade brasileira, a interior designer Myrna Porcaro é uma profissional comprometida com sua paixão. Ela apresenta soluções com detalhes que incluem beleza, sofisticação e funcionalidade para os ambientes. Seu estilo é autoral e contemporâneo, e remete ao clássico sempre que necessário. Cada projeto é único, criado para combinar com os interesses, a personalidade e as preferências das pessoas, produzindo uma atmosfera agradável e funcional ao mesmo tempo, com atenção aos mínimos detalhes. “O grande diferencial é que eu amo fazer projetos e ver minhas ideias executadas, pois há sempre uma tendência de seguir o que foi estabelecido pelo mercado”, observa ela, que não gosta de repetir projetos nem de copiar vitrine de decoração. Faz um trabalho cuidadoso, personalizado, seguindo e respeitando a vontade dos clientes. Sua expertise é criar propostas adequadas aos sonhos de cada um. A marcenaria é um outro grande diferencial de seu trabalho. Com a segurança de fazer estruturas sob medida, seu escritório tem uma bem-sucedida parceria com a fábrica Idelli Móveis Planejados. “Em geral, as pessoas que procuram um interior design querem um imóvel sofisticado, porém útil. Para resolver essa demanda, a marcenaria surge como uma estratégia de planejamento mobiliário”, diz. Para Myrna, a marcenaria é o planejamento de móveis funcionais para casas, com capacidade de atender às necessidades dos clientes, proporcionando ganho de espaço, otimizando as áreas e decorando os cômodos. “Por exemplo, um armário planejado com portas deslizantes, com um tamanho certo para acompanhar a altura das paredes é um modelo de marcenaria inteligente, pois aproveita o espaço do quarto da melhor forma possível, organiza o ambiente e
ainda é altamente refinado”, explica. As principais vantagens do planejamento mobiliário são uma melhor racionalização e otimização dos espaços, transformação do ambiente de acordo com as necessidades, aplicação de móveis multifuncionais nos cômodos, aumento da praticidade de circulação no ambiente e harmonização dos espaços conjugados. Tudo isso gera sofisticação e um DNA exclusivo ao projeto. Os móveis também podem ser usados para integrar ou delimitar ambientes, conforme a disposição dos cômodos. A marcenaria trabalha com materiais de alto padrão e qualidade. Assim, os móveis costumam ser muito resistentes e duráveis, com pouca necessidade de manutenção. Às vezes o custo de investimento na mobília personalizada e planejada pode ser um pouco mais alto, mas há grande durabilidade, resistência e valorização do imóvel. Aliar sofisticação e funcionalidade é um desafio na decoração de casas e apartamentos. Para Myrna, uma boa solução é investir na marcenaria, uma atividade voltada ao desenvolvimento e planejamento de móveis personalizados. “A marcenaria customizada é um elemento infalível de valorização de qualquer imóvel. Suas possibilidades estéticas e funcionais são inúmeras e o contraste com amplos espaços e pisos frios é muito positivo. Além disso, modifica e personaliza totalmente o imóvel. Essa é uma de nossas especialidades. Amamos criar e nossos clientes amam o resultado”, conta. Myrna Porcaro se formou no Brasil em 1986 e logo começou a trabalhar. Morou na França durante três anos, onde fez especializações em várias áreas da arquitetura, como Interiores e Cenografia. Três anos depois, retornou ao Brasil e abriu seu próprio escritório em Belo Horizonte, Minas Gerais, onde nasceu. Daí em diante nunca mais parou. Nesses 35 anos de estrada fez projetos icônicos em BH, ganhou prêmios, publicou um livro, já foi capa de revistas nacionais e internacionais, e participou
MYRNA PORCARO E HUGO CASAROTTO, proprietário da Idelli em Miami de inúmeras mostras no Brasil, como a Casa Cor. Por uma decisão de vida, resolveu viver nos Estados Unidos. O escritório ia de vento em popa, mas não estava gostando dos rumos do Brasil. “Comecei a me sentir insegura e desamparada com as leis. Vinha com frequência a Miami, onde já tinha amigos e me se sentia muito bem. Quero viver num lugar com qualidade de vida”, começou a pensar, sempre tendo a profissão como suporte. Em 2013 encontrou uma Miami diferente, pulsante, com novos empreendimentos. E começou a se preparar, fez pesquisas mais profundas sobre a cidade até que, enfim, estava pronta para a mudança de país. Desembarcou nas vésperas do Natal de 2015. Já tinha uma boa network e possibilidades de trabalho. Ainda mantém o escritório no Brasil, onde fez projetos importantes durante a pandemia, período em que os clientes deram mais importância ainda em morar num imóvel aconchegante, agradável, bonito. E na Flórida a arquiteta brasileira trabalha de Orlando às Keys, desenhando lindas casas e apartamentos para seus clientes.
SERVIÇO: Para saber mais: Myrna Porcaro Site: www.myrnaporcaro.com Instagram: @myrna.designmiami Facebook: Myrna Porcaro Designs LLC. Linkedin: Myrna Gondim Porcaro Fone: (305) 812-4991 Email: info@myrnaporcaro.com BIZBRAZILMAGAZINE.19v
vempreendedorismo várias INSTANTOFFICES.COM
ESCRITÓRIO na Biscayne Blvd, Miami
ALUGUEL DE ESCRITÓRIOS EM MIAMI SOBE E EQUIVALE AO PREÇO DE NY v O valor dos aluguéis de escritórios em Miami bateu novo recorde. Recentemente, uma locação no número 830 da Brickell atingiu o preço de $100 por pé quadrado, segundo especialistas do ramo. O local é considerado de alto padrão pela sua localização, comodidades e serviços, entre outros. O montante equivale a custos semelhantes na cidade de New York, especialmente em locais como World Trade Center, Midtown East e Soho. Antes da pandemia, a locação do mesmo imóvel custava $72.25 por pé quadrado, ou seja, houve um
aumento de 14%. Já em Coconut Grove, outro mercado em expansão, o preço hoje é $67.90 por pé quadrado, aumento de 25%. Do outro lado, escritórios de primeira linha no centro de Miami valem $55.80 por pé quadrado, aumento de 10% no mesmo período, segundo dados da empresa imobiliária JLL. O preço médio de uma locação de salas comerciais na grande Miami é de $46.19 por pé quadrado, valor equivalente ao cobrado em Boston, Los Angeles e Oakland. Já em West Palm Beach é $39.48 por pé quadrado, enquanto em Fort Lauderdale é $37.
SALAS COMERCIAIS / PÉ QUADRADO BRICKELL COCONUT GROVE MIAMI DOWNTOWN GREATER MIAMI
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$100 = NY $67.90 $55.80 $46.19 = BOSTON E LA
UM IMÓVEL É DISPUTADO POR 20 PESSOAS NO SUL DA FLÓRIDA v Cerca de 20 inquilinos em média disputaram um apartamento no sul da Flórida em 2021. No condado de Palm Beach, 23 pessoas concorreram a um imóvel, em Broward foram 20, e em Miami-Dade 24. Houve uma enorme competitividade no mercado de aluguel em áreas metropolitanas em todo o país, segundo estudo publicado pela empresa Rent Café. Entre as 50 áreas metropolitanas mais concorridas para locação no país, o condado de Palm Beach ocupa o 15º lugar, Miami-Dade está em 16º, e Broward na 36ª posição. A pontuação de crédito média para os possíveis inquilinos no Sul da Flórida também foi elevada: 643 para Palm Beach, 636 para Broward e 647 para Miami-Dade. “Uma casa cujo aluguel custava
$2,500 por mês em 2017/2018 agora está custando $5,000 ou mais se estiver mobiliada”, disse Brian Pearl, diretor do Pearl Antonacci Group. Em outros três lugares, a concorrência foi ainda mais intensa: Eugene (Oregon) com 30 locatários procurando um espaço para morar; San Diego (Califórnia), com 29; e Knoxville (Tennessee) 36. No documento foram analisadas as maiores áreas metropolitanas do país e examinadas a quantidade de dias que os locais estiveram desocupados. Além disso, houve estudos sobre a porcentagem de ocupação, a quantidade de inquilinos que concorrem por apartamentos vazios e as pontuações de crédito dos solicitantes de aluguéis para descobrir os mercados de locação mais populares no país.
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TITLE COMPANY,
a garantia na compra de imóveis DA REDAÇÃO info@bizbrazilmagazine.com v Para tudo dar certo na compra de um imóvel é necessária uma assessoria que garanta uma transação correta, que analise, organize e facilite a burocracia dos documentos. Muitos não sabem, mas uma title company é fundamental para todos os que compram e vendem imóveis nos Estados Unidos. É uma garantia, uma certeza de que não haverá falhas no processo. É como se fosse uma agência de seguros da escritura, algo mais ou menos equivalente aos cartórios de registros brasileiros – uma terceira parte neutra na negociação. A aquisição de um seguro de escritura é um investimento essencial, pago somente uma vez no dia do fechamento da compra do imóvel. Vale lembrar que o cliente tem o direito de escolher a title company na maioria dos casos, com exceção dos contratos em que o vendedor está pagando pelo title insurance e no caso de um refinanciamento, quando a escolha é sempre do cliente e não do banco financiador. “É preciso estar atento, pois existe muita fraude nesse ramo, principalmente na transferência eletrônica de dinheiro no dia do fechamento (wire transfer). Por isso a compreensão de todo o processo no idioma que o cliente domina é muito importante”, explica a brasileira Viviane Bastos, que é notária,
mora no Sul da Flórida há 23 anos e trabalha na área há cerca de 15. Em 2019 ela fundou seu próprio negócio, a Title Pros Insurance Agency (www. titleprosfl.com). Com domínio do português e do inglês, Viviane tem nos brasileiros a sua maior clientela. Na sua empresa é realizada auditoria mensal para evitar qualquer possível falha. Ela explica que na Flórida é possível aplicar para o ‘homestead exemption’, ou seja, o regime legal de proteção do valor de propriedade para o ‘Real Estate Taxes’, o equivalente ao IPTU no Brasil: “Assim, há um desconto no valor anual de mercado do imóvel, usado para calcular o imposto e um ‘cap’ nessa valorização, limitando o aumento anual entre 2% e 3%. Para tanto, é necessário ser cidadão americano ou ter green card. A aplicação pode ser feita online no website do perito avaliador (property appraiser) do Condado onde está situada a propriedade”. SERVIÇO: Para saber mais: (561) 453-1919
VIVIANE BASTOS é notária e fundadora da Title Pros Insurance Agency (info@titleprosfl.com • titleprosfl.com)
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vmercado empreendedorismo
NO SUL DA FLÓRIDA,
mansões com valorização na casa dos milhões DA REDAÇÃO info@bizbrazilmagazine.com v A valorização dos imóveis em Miami, especialmente no mercado de luxo, não para de crescer. A mansão de frente para a baía de Biscayne que pertenceu à popstar Madonna está à venda por cerca de $32 milhões. Uma supervalorização, pois em 2001 a cantora vendeu a propriedade por $7,5 milhões. Detalhe: o atual proprietário é um cachorro, o pastor alemão Gunter VI, bisneto de Gunter III, herdeiro da fortuna da condessa alemã Karlotta Liebenstein, que morreu em 1992. Ao tomar conhecimento da venda, a cantora fez um post com cara de triste no Instagram lamentando: “Quando você descobre que um cachorro está vendendo sua antiga casa por um valor mais de três vezes maior do que você vendeu (sic)”. Já em janeiro deste ano, a modelo brasileira Adriana Lima, ex-Victoria Secret, vendeu sua mansão por $40 milhões. Ela havia comprado o imóvel em 2009 por $9 milhões, segundo o site Mansion Global. A casa é das poucas residências da Indian Creek Island. A propriedade possui mais de 86 mil pés quadrados, foi construída em 1958 e passou por uma grande reforma em 2020. A top model Gisele Bündchen e seu marido, o quarterback Tom Brady, também compraram
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no ano passado um imóvel na exclusiva ilha, conhecida como o “bunker dos bilionários”, por $17 milhões. A ideia é fazer uma grande reforma para se tornar uma construção ecológica, totalmente sustentável. Para especialistas, o valor do negócio foi quase uma pechincha levando-se em conta o local. Com segurança 24 horas por dia e apenas uma ponte que liga o continente à paradisíaca ilha, pa-
trulhas com barcos e jet ski fazem a ronda o tempo todo para evitar os paparazzi. Há somente 40 propriedades num dos endereços mais prestigiados de Miami e de maior renda nos Estados Unidos. Na vizinhança estão celebridades como Ivanka Trump, filha do ex-presidente Donald Trump, o cantor Julio Iglesias, o sheik Mohammed al-Fassi da Arábia Saudita, o investidor Carl Icahn e o magnata do petróleo Christopher F. Viegas.
vagenda 3 DE MARÇO DE 2022 BACCF • WORKSHOP HOW TO INCREASE YOUR US BUSINESS BY CONTRACTING WITH LOCAL GOVERNMENT AGENCIES Horário: Das 9am às 11am Local: 2525 Ponce de Leon Blvd, Suite 700 Coral Gables, FL 33134 Contato: info@brazilchamber.org
g O QUE É: A Câmara de Comércio Brasil-EUA da Flórida realizará um evento especial com Mitchell Bierman, diretor administrativo do escritório de Miami do Aviation Services Group, que representa as grandes empresas do setor. O workshop será sobre fomentar seus negócios nos Estados Unidos através de contratos com agências governamentais locais. Formado em Direito pela New York University, Mitchell tem grande experiência em negociações com o poder público em termos de parcerias, licitações e projetos comunitários. Ele vai falar acerca da qualificação de pequenas empresas e negócios pertencentes a minorias e mulheres em oportunidades de contratos com a administração nos níveis municipal, estadual e federal. O evento é gratuito para membros e futuros membros da BACCF, mas os interessados devem fazer a reserva por e-mail. 11 A 14 DE MARÇO DE 2022
CONFERÊNCIA DA NAR EM ATLANTA Local: a ser divulgado
Informações: www.nar.realtor/events
g O QUE É: A cidade de Atlanta, na Geórgia, vai
receber a Conferência da Associação Nacional de Corretores Imobiliários (National Association of Realtors - NAR). O encontro tem como objetivo o desenvolvimento profissional daqueles que atuam no setor. Mesmo quem não puder comparecer ao evento, a entidade vai disponibilizar através de seu site as palestras, que podem ser adquiridas em um pacote promocional. Um dos temas que será amplamente debatido nos painéis é o “novo normal” da indústria, com a tecnologia assumindo papel de destaque em todos os níveis. Uma das palestrantes convidadas é a ativista política e advogada Bernice King, filha do líder dos direitos civis Martin Luther King. 18 E 25 DE MARÇO DE 2022 DUBAI CONFERENCE Local: Dubai Informações: events.com
g O QUE É: Congresso mundial com profissionais
do mercado imobiliário. A “Dubai Conference” vai reunir, num só evento, palestras de especialistas, passeios neste destino fantástico do Oriente Médio e ainda a participação em um show de televisão sobre o setor – “Super Brokers of Dubai” – que será exibido na Netflix em setembro. A expectativa é pela participação de mais de 10 mil profissionais na conferência, que oferece preços especiais de inscrição, hotel e passagens aéreas pela Emirates.
26 DE MARÇO DE 2022 WORKSHOP 10 HÁBITOS DE UM EMPREENDEDOR DE SUCESSO Horário: Das 9am às 11am Local: a ser divulgado Informações: brazilianbusinessgroup.com
g O QUE É: O Brazilian Business Group (BBG)
vai realizar um workshop especial no dia 26 de março, de 9am a 12pm. O palestrante será o estrategista James Chittenden, que vai abordar os 10 hábitos de um empreendedor de sucesso. Na ocasião, os participantes vivenciarão a experiência do chamado “speed networking” para acelerar os contatos comerciais em seu campo de atuação. Mais detalhes estão disponíveis no site do BBG. 7 DE JUNHO DE 2022 WIRE – WHERE SUCCESSFUL BUSINESSWOMEN MEET, SHARE AND CONNECT Horário: a partir de 9am Local: Marriott Sanibel Harbour Resort & Spa (17260 Harbour Pointe Drive, Fort Myers, FL 33908) Informações: floridarealtors.org
g O QUE É: Um evento sobre empoderamento da mulher na área imobiliária. Assim será a conferência WIRE 2022 organizada pela Florida Realtors. O evento este ano será na região de Fort Myers, no dia 7 de junho.
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Expand your business with the Brazilian Community M E D I A
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