vOTIMISMO
vNETWORKING
Gesner de Oliveira dá palestra em Miami sobre tendências do Brasil. P.12 a 14
Office&Co. abre (literalmente) as portas para empresários brasileiros. P10 e 11
v ANO 1 Nº 1 . MAIO/2018
magazine
BRASIL+FLÓRIDA
aliança da prosperidade Adalnio Ganem, Cônsul-Geral do Brasil em Miami, conversa com BizBrazil sobre os desafios de comandar o maior consulado brasileiro no Exterior. P. 6 a 8
[PERFIL] Antonio Cassio Segura, o novo presidente da BACCF: ‘O comércio internacional é um grande fomentador de riquezas’. P. 18
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veditorial
Palavra do Publisher
JORGE M. NUNES jorgenunes@bizbrazilmagazine.com
vJá há algum tempo eu vinha acalentando a ideia de um veículo que desse atenção às relações comerciais entre a Flórida e o Brasil. Motivos não faltavam para a existência de um informativo assim. O que faltavam eram o tempo e a oportunidade para trazê-lo à realidade. O tempo surgiu agora, com a consolidação do nosso grupo de comunicação nos Estados Unidos, o AcheiUSA, que há dezoito anos vem se estabelecendo como um dos maiores (e em alguns aspectos o maior, graças à liderança absoluta de seu website) veículos de comunicação para brasileiros residindo em terras norte-americanas. A oportunidade também surgiu agora, na parceira com Antonio Tozzi, experiente jornalista, de reputação indisputável no jornalismo brasileiro nos EUA, que deu conteúdo à ideia. Mas voltemos aos motivos para a existência da BizBrazil Magazine. O Brasil representa nada menos que 12% de todo o comércio exterior da Flórida, ou cerca de 3,6 bilhões de dólares anuais, o que faz do país o primeiro destino das suas exportações. Quinze multinacionais brasileiras têm sua sede na Flórida e, mes-
mo com a atual estagnação econômica no Brasil, os brasileiros ainda são a segunda nacionalidade que mais compra imóveis no estado, atrás apenas dos canadenses, segundo dados do Florida Realtors, órgão oficial de estatística para o mercado imobiliário no estado. Em algumas regiões metropolitanas, como na área de Orlando-Kissimmee-Stanford, chegamos mesmo a ultrapassar os canadenses como o maior grupo estrangeiro comprador de imóveis. Com vinte e dois por cento do mercado imobiliário do estado na mão de investidores estrangeiros, e sendo os brasileiros o segundo grupo nessa lista, dá para se ter bem uma ideia do volume financeiro que circula entre Flórida e Brasil apenas neste segmento. No total, calcula-se que o movimento financeiro bilateral envolvendo brasileiros gere perto de 20 bilhões de dólares anuais, de acordo com o Consulado-Geral do Brasil em Miami. Para dar asas a essa movimentação, cerca de 100 voos semanais ligam o Brasil à Flórida, trazendo quase 700 mil brasileiros por ano com cerca de 1,5 bilhões de dólares no bolso para gastar. Como se isso não bastasse, aproximadamente 300 mil brasileiros vivem no estado, espalhados por todas as regiões metropolitanas e envolvidos em toda espécie de atividade econômica. Três grandes associações corporativas reúnem o empresariado brasileiro e americano com negócios no estado, entre elas a Brazilian-American Chamber of Commerce of Florida, a maior câmara binacional de comércio da Flórida, com cerca de 900 associados, da qual o grupo AcheiUSA, padrinho da BizBrazil, é Trustee Member. Esses números vêm crescendo progressivamente ao longo dos anos e vários fatores
contribuem para o aumento no interesse do empresário brasileiro em investir no estado, desde uma situação econômica incerta até históricos problemas estruturais no Brasil, que acabam por forçar uma saída estratégica dos empreendedores, em busca de segurança e novas oportunidades na maior economia do planeta. Esse entusiasmo, entretanto, deve ser medido com grande responsabilidade. Graças à falta de informação, muitos têm sido mal orientados em seus empreendimentos, seduzidos por promessas de lucro fácil, facilidades imigratórias e investimentos milagrosos. A BizBrazil Magazine vem para suprir essa lacuna de informação. Graças à nossa experiência editorial de quase vinte anos nos Estados Unidos à frente do AcheiUSA, somos capazes de identificar com precisão as necessidades do empresário interessado em investir na Flórida e as melhores oportunidades para os que já estão estabelecidos por aqui. Com uma equipe de colaboradores cuidadosamente selecionada e liderada pelo experiente Antonio Tozzi, a BizBrazil vai se tornar em pouco tempo na mais importante fonte de infomações para o incremento das relações comerciais entre a Flórida e Brasil, ao servir de guia seguro para os empreendedores que queiram estabelecer-se com segurança na multitrilionária economia americana, e como auxiliar na busca de novas oportunidades para aqueles que já atuam no estado. Tudo isso empacotado no trabalho de um dos melhores diretores de arte do Brasil, o desenhista gráfico André Hippert, que nos emprestou seu talento para dar forma à BizBrazil Magazine. Boa leitura.
EXPEDIENTE v
magazine Publisher Jorge Moreira Nunes Diretor Geral e Editor Chefe Antonio Tozzi Projeto Gráfico André Hippertt
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Graphic Designer Valdemar Silva Revisora Ana Paula Franco Diretora de Marketing Esterliz Mayer Nunes Colaboradores Heliana Deweese Ana Paula Franco Frank Alves Fotografia Ronira Fruhstuck
BIZBRAZILMAGAZINE é uma publicação da Brazilian Classified Ads e suas matérias são de propriedade da editora. A reprodução de qualquer material sem autorização pode infringir os direitos autorais dos autores. A BizBrazil Magazine não se responsabiliza pelo conteúdo de artigos e colunas publicados por colaboradores. BrazilBiz Magazine 816 SE 9th Street, Deerfield Beach, FL 33441 FL USA. (954) 570-7568 • info@bizbrazilmagazine.com
CÔNSUL-GERAL do Brasil em Miami conversa com BizBrazil sobre os desafios de comandar o maior consulado brasileiro no Exterior e as oportunidades de negócios entre as maiores economias das Américas
FOTOS: RONIRA FRUHSTUCK
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I ADALNIO SENNA GANEM I CÔNSUL-GERAL DO BRASIL EM MIAMI I
BRASIL+FLÓRIDA
A IMPORTÂNCIA DO RELACIONAMENTO COMERCIAL
RECEBIDOS PELO EMBAIXADOR ADALNIO SENNA GANEM, cônsul-geral do Brasil em Miami, e pelo cônsul-adjunto Eduardo da Rocha Galvão (posteriormente o conselheiro Rodrigo Fonseca do Setor Comercial do Consulado juntou-se ao grupo), pudemos constatar pessoalmente o dinamismo da representação diplomática brasileira em Miami nas relações comerciais entre Brasil e Flórida. Não à toa, uma vez que o Brasil responde por cerca de 1/3 do volume de negócios exteriores para o estado, o que representa, em números, mais de $20 bilhões em investimentos. A parceria estende-se a outros segmentos importantes, como turismo e imóveis. Também pudera: segundo estimativas do próprio Itamaraty, de 350 mil a 400 mil brasileiros vivem no estado da Flórida, e os brasileiros estão entre os estrangeiros que mais investem no mercado imobiliário do estado. Nossa conversa foi no oitavo andar da sede do Consulado-Geral, em Coral Gables, onde no térreo funciona o atendimento ao público. v6.BIZBRAZILMAGAZINE
ANTONIO TOZZI antoniotozzi@bizbrazilmagazine.com
vVocê tem ideia do número de empresas brasileiras presentes aqui? E onde elas mais investem? n Temos informação de que há mais de cinco mil companhias brasileiras operando aqui. As principais áreas de atuação são imóveis, finanças, aviação, construção civil, alimentos processados e agribusiness. v Houve um refluxo neste montante devido à crise? n Sim, porém não foi tão significativo. Para se ter uma ideia, em 2014 foram investidos $20 bilhões, conforme mencionamos. Já em 2015, reduziu-se para $18,6 bilhões; em 2016, caiu para $18,2 bilhões. No entanto, em 2017, embora não tenhamos ainda os números fechados, já sabemos que o valor total voltou a subir graças à recuperação econômica registrada no Brasil. v Como o governo estadual vê a presença brasileira na Flórida? n Sem dúvida, com bastante euforia. O governador Rick Scott tem sido um parceiro e apoiador das iniciativas brasileiras em todos sentidos. Ele consegue ter a noção exata do que o Brasil representa economicamente em termos de América Latina e mesmo de mundo. v Claro que o setor imobiliário é um
“ Há mais de cinco mil companhias brasileiras operando aqui. As principais áreas são imóveis, finanças, aviação, construção, alimentos processados e agribusiness.
v BizBrazil Magazine – Em termos de negócios, qual a participação do Brasil na área de comércio da Flórida? n Adalnio Senna Ganem – Somos o parceiro comercial mais importante da Flórida, com volume de negócios que supera $20 bilhões de investimentos, perfazendo 1/3 do total de investimentos externos registrados. Empresas brasileiras já investiram mais de $30 bilhões nos setores industrial, produtivo, financeiro e agribusiness, entre outros. Inclusive fechamos uma parceria com a Universidade da Flórida (UF), que se incumbiu de fazer o levantamento completo de valores investidos e da porcentagem destinada a cada setor. E também de quantas empresas brasileiras estão radicadas no Estado.
entrevistav capítulo de destaque dentro deste contexto, não? n Sem dúvida. Em 2015, os brasileiros injetaram $2 bilhões no setor imobiliário da Flórida, e ficamos em 1º lugar. Ainda somos os principais compradores de imóveis na Flórida juntamente com russos e moradores do Reino Unido. Interessante notar que os britânicos se interessam mais por imóveis na região de Orlando. Atualmente, os russos tornaram-se os maiores compradores, porém os brasileiros continuam investindo significativamente em imóveis na Flórida. v Ouvi dizer que vale a pena investir em Orlando por ainda ser uma área em expansão. É verdade? n Sim. Orlando e Tampa são duas áreas que estão crescendo muito e vem rivalizando-se na atração de investimentos, tanto internos como externos. Os segmentos mais procurados são area médica, serviços, turismo e esportes. Também Fort Lauderdale vem experimentando um crescimento expressivo. Hoje, a Flórida tem uma percepção diferente daquela de 20 ou 30 anos atrás. Não se restringe apenas a parques temáticos e praias. Está entre os estados mais ricos do país e Miami, por exemplo, se tornou uma cidade trendy, onde as pessoas querem morar. v Essa percepção também chegou ao Brasil, ao que parece… n Perfeitamente. Atualmente, é possível verificarmos ter mudado o perfil dos brasileiros que vêm para cá. São empresários, profissionais liberais, executivos… Miami, como já citamos, também elevou seu padrão por influência dos brasileiros. Nossa comunidade é bastante respeitada. Agora, vemos que muitos empresários implantam suas empresas aqui e voltam a morar no Brasil, porém suas empresas continuam funcionando normalmente. Daí pode-se ver a maturidade dos novos imigrantes brasileiros que escolhem a Flórida para viver e para investir. v O consulado estima que vivam na Flórida entre 350 e 400 mil brasileiros. Como vocês chegaram a
este número? Os números gerais apontam que cerca de 1,5 milhão de brasileiros moram nos Estados Unidos. Inclusive, o Censo confirmou que na Flórida vivem mais de 120 mil brasileiros. Como temos 23% da população de brasileiros, estimamos esta quantidade.
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v O Consulado-Geral do Brasil em Miami deve ter muito trabalho. n Com certeza. Hoje, somos o maior consulado brasileiro em tamanho e movimento, pois temos de atender a essa população - de 350 a 400 mil brasileiros - e também aos estrangeiros, empresários e turistas que vêm para cá de férias. Pior, tivemos redução de pessoal e nosso serviço aumentou cerca de 30%. Por isto, implantamos o sistema de agendamento prévio, para evitarmos o clima de mau humor que vinha tomando conta das pessoas, que ficavam cansadas de esperar pelo atendimento no saguão. Às vezes, as pessoas perdiam a paciência e começavam a se exaltar. Para se ter uma ideia, 1,5 milhão de brasileiros visitam a Flórida anualmente. Somos o país que mais envia turistas para cá, à frente do Reino Unido e Canadá, outras nações com muitos turistas. Tudo isso significa mais trabalho para nosso pessoal de atendimento. v Por falar em turistas, porque o turismo no Brasil não decola? n Esse é um aspecto que devemos melhorar. Sou muito amigo de Vinicius Lummertz, presidente da Embratur (Empresa Brasileira de Turismo) e sei que ele está empenhado em aumentar o número de turistas estrangeiros que visitam o Brasil. Ele está até mesmo preocupado, porque a Argentina assumiu a liderança em visitantes estrangeiros na América do Sul, com 6,6 milhões de turistas, seguida pela Colômbia, com 6,5 milhões e pelo Brasil com 6 milhões. Temos procurado ajudar, inclusive com adoção do visto eletrônico para facilitar a obtenção do visto. Devemos também levar em conta que somos um país de dimensões continentais, e por isto o turismo doméstico é muito forte, o que leva a um certo co BIZBRAZILMAGAZINE.7v
ventrevista modismo. Porém, acho importante incrementarmos o turismo entre os estrangeiros.
v Você poderia dar um exemplo? Nosso objetivo é gerar negócios. Atualmente, somos o SECOM mais atuante do mundo. Um exemplo foi elaboração da cartilha “Como Empreender na Flórida”, destinada a pequenos e médios empresários e também àqueles que estão interessados em se tornar franqueados de marcas consolidadas. Só para se ter uma ideia, somente em Pompano Beach há 450 empresas de brasileiros ou ligadas a brasileiros. n
v Em termos globais, os EUA são o país que mais recebe investimentos? n Sem dúvida. Se somarmos Miami, New York e Atlanta, o montante de investimentos é bastante expressivo. Outos SECOM que merecem destaque são os de Milão e Berlim, na Europa, e Cidade do México, Santiago, Bogotá, Buenos Aires e Lima, na América Latina, além de Tóquio e Nova Delhi/Mumbai, na Índia. v O consulado tem notado interesse de companhias americanas em investir futuramente no Brasil após as eleições? v8.BIZBRAZILMAGAZINE
Algumas já estão investindo atualmente, enquanto outras estão esperando a definição das eleições para entrarem mais forte. A verdade é que está havendo um ciclo positivo no Brasil. Mesmo com a política em uma fase de indefinição, pode-se constatar que a economia está estável e vem apresentando crescimento. A CNI havia projetado crescimento de 0,8% em 2017 e o PIB fechou em 1,3%. Para este ano, as projeções indicam crescimento acima de 3%. Além do mais, nenhum país do mundo tem feito a devassa que estamos fazendo com políticos e empresários poderosos sendo presos. A maioria não faz nada, e isto inclui até mesmo países desenvolvidos. Isto demonstra a solidez de nossa democracia, pois, apesar da corrupção, temos tudo funcionando normalmente: Executivo, Legislativo, Judiciá-
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“ Posso te garantir que a Odebrecht mudou o perfil da Cidade do Panamá. Quando for inaugurado, o aeroporto da capital será o segundo maior da América Latina, atrás apenas de Guarulhos.
v Como o Setor Comercial (SECOM) do Consulado-Geral do Brasil em Miami pode ajudar os empresários brasileiros e americanos? n O Setor Comercial atua em coordenação com APEX (Agência de Promoção de Exportações e Investimentos). Temos uma linha de ação direta com a realização de eventos e palestras e atuamos em conjunto com quatro entidades de apoio: BACCF (Câmara de Comércio Brasil USA da Flórida – a maior câmara binacional do país, com mais de 800 membros e sediada em Miami), BBG (Brazilian Business Group, que concentra seus esforços nos pequenos e médios empresários, atuando nos condados de Broward e Palm Beach), CFBACC (Câmara de Comércio Brasileiro da Flórida Central, com sede em Orlando) e Brazil-Florida Business Council, Inc (Conselho de Negócios Brasil Flórida, com sede em Tampa). Há ainda uma série de plataformas de atuação diferenciadas.
rio, imprensa livre. Claro que isto acarreta um prejuízo colateral, com alguns países vetando as empresas brasileiras de participar de licitações, como se apenas elas fizessem jogo duplo. v A Odebrecht, por exemplo, é uma empresa bastante eficiente, como podemos notar aqui na Flórida, com suas obras. n Fui cônsul no Panamá e sou testemunha da atuação da Odebrecht lá. O governo era desenvolvimentista e trabalhou em consonância com a Odebrecht. Posso te garantir que a Odebrecht mudou o perfil da Cidade do Panamá. Quando for inaugurado, o aeroporto da capital será o segundo maior da América Latina, atrás apenas de Guarulhos, em São Paulo. Além disso, fez obras no Aterro, alterando o panorama do centro da cidade e atraindo construções de alto padrão. v Você considera que privatizações e PPPs (Parcerias Público Privada) podem atrair empresas americanas? n Já está havendo um investimento maciço em infraestrutura, que está exigindo US$ 80 bilhões – o maior da história! E as privatizações e PPPs têm tido reações bastante positivas, sobretudo na área de transportes. O governo americano está fazendo estudos de viabilidade para investir forte no Brasil. v Como os estrangeiros avaliam a força de trabalho dos brasileiros? n De maneira bem positiva. Os brasileiros são vistos como trabalhadores qualificados, com facilidade de aprendizado e afáveis. v Quais pontos considera favoráveis e desfavoráveis para o Brasil atrair mais investimentos externos? n O que prejudica o Brasil são principalmente três fatores: Custo-Brasil, legislação tributária complicada e infraestrutura precária. O que ajuda o Brasil é um conjunto de fatores, como diversidade econômica, diversidade cultural, mão de obra qualificada, ausências de conflitos, afabilidade e democracia estável, além dos inúmeros setores onde é possível investir.
veconomia
OFFICE&CO. abre as portas para empresários brasileiros Escritório para executivos em Miami foca principalmente no networking EMBORA SEJA UMA EMPRESA JOVEM, A OFFICE&CO. vem se destacando no mercado de escritórios para executivos com uma proposta diferenciada em relação às multinacionais do setor que oferecem serviços similares. O segredo? Incentivar o networking entre os clientes de modo a promover a realização de negócios que possam beneficiar todos. Para falar mais sobre Office&Co., conversamos com a CEO Renata Leal Costa – uma das fundadoras da empresa – que chegou em Miami com uma nova filosofia e vem agradando seus clientes. e custo fixo acessível. Havia sim uma demanda grande por isso. Foi o que eu fiz. Abri o primeiro coworking premium de São Paulo, para essa faixa de mercado. Em Miami, a inauguração foi recente, no final do ano passado. Quisemos proporcionar uma opção que ainda não havia sido feita: montar uma conexão de empresários entre Miami e São Paulo e atender a comunidade brasileira já estabelecida no sul da Flórida e os empresários ainda no Brasil com planos de expandirem ou se mudarem para cá. O crescente número de pessoas e investimentos de brasileiros aqui foi o ponto decisivo.
ANTONIO TOZZI antoniotozzi@bizbrazilmagazine.com
v BizBrazil - Qual o principal negócio da Office Co.? Você seguiu o padrão da Regus ou adaptou para o jeito de ser dos brasileiros? n Renata Leal Costa - A Office&Co. está comprometida em fornecer as melhores soluções de escritório e networking para seus clientes, que são, em sua maioria, brasileiros. Fisicamente, oferecemos ótimas salas privativas (todas com amplas janelas), mesas compartilhadas, dedicadas, salas de reunião, etc., Mas o que fornecemos de maior valor é o networking e as conexões estratégicas valiosíssimas para que nossos clientes prosperem. Aqui, nossos clientes têm tanto a estrutura moderna com localização estratégica, quanto os meios e contatos para desenvolverem seus negócios no momento que entram. Nosso modelo é totalmente adaptado àquilo que sabemos que funciona nesse segmento. Temos concorrentes muito competentes, mas conseguimos aproveitar o que há de melhor na concorrência e rejeitar o que acreditamos não funcionar e desagrada o cliente. Fizemos o que consideramos o pacote ideal, sem cobranças extras. Flexibilidade, preços justos, ambiente adequado e atendimento impecável fazem toda a diferença, além de acesso gratuito às salas de reunião da unidade São Paulo para todos que tem locação física conosco. Por termos formado uma comunidade de confiança de empresários brasileiros, fica fácil adaptar ao nosso jeito de ser. Aqui tem mais calor humano, tem mais descontração, detalhes que fazem a diferença no dia-a-dia, sem perder o profissionalismo. v10.BIZBRAZILMAGAZINE
v Quantos escritórios Office&Co. têm no Brasil e em quais cidades? vNo Brasil, em São Paulo. Unidade própria na Vila Olímpia, que é o distrito financeiro de São Paulo, e uma unidade licenciada em Pinheiros.
RENATA LEAL COSTA: nova filosofia v Quando a Office&Co. foi fundada e como voc e tua sócia tiveram a ideia de abrir este tipo de negócio? n Office&Co. foi fundada em São Paulo em 2012. Na época, havia muito investimento sendo feito no Brasil e o mercado de escritórios compartilhados estava polarizado entre grandes empresas multinacionais e coworkings mais informais. Não havia um coworking com perfil executivo que unisse em um só local endereço nobre, decoração elegante, atendimento personalizado, modernidade, networking
v Por que vocês optaram pela internacionalização da Office Co.? Miami é a primeira unidade fora do Brasil? n Há dois anos, quando começamos o processo de expansão, o Brasil vivia o auge da crise imobiliária. Vários empreendimentos comerciais estavam sendo oferecidos por valores muito baixos, o que propiciou a expansão muito rápida da concorrência. Abrir mais uma unidade naquela época seria optar por entrar em uma guerra de preços, com margens achatadíssimas. Cada ano que passa, mais e mais brasileiros escolhem viver aqui na Flórida, que os acolhe com grande alegria. O empresário brasileiro sério, que efetivamente investe aqui, é sempre muito bem-vindo. Com esse pensamento em mente, não foi mui-
to difícil optar por Miami para ser nosso primeiro endereço internacional. v Quem são seus principais clientes? Eles estão usando os serviços da companhia aqui? Há planos para expandir a rede para outras cidades? n Meus clientes aqui são em sua grande maioria integrantes da comunidade brasileira que ou já vive aqui há algum tempo e se mudou para a Office&Co. para justamente estar perto de outros empresários em condições e necessidades parecidas ou empresários brasileiros que ainda vivem no Brasil mas que estão expandindo ou se mudando para cá e querem já fazer parte dessa comunidade de empresários por entenderem que aqui já começarão suas atividades logo no primeiro dia na direção certa e cercados por pessoas competentes, focadas e que estejam na mesma direção. v Como tem sido a receptividade da Office&Co. aqui na Flórida? n Maravilhosa. Só tenho elogios para a comunidade empresarial brasileira. Fazemos parte de vários grupos de networking e de negócios como a BACCF (Brazilian American Chamber of Commerce of Florida), BBG (Brazilian Business Group) e somos a sede na Brickell do Recomendo em USA (rede de empresários para geração de indicações de negócios). O próprio órgão de desenvolvimento de Miami Dade, o Beacon Council, nos honrou com a Chave da Cidade no final do ano passado. Todos esses foram de fundamental importância para o estabelecimento da Office&Co. e reconhecimento de que é de fato um hub importante de negócios internacionais. v Quais as vantagens de se usar o escritório da Office&Co.? Os preços são atraentes? Vocês cobram por hora, por dia ou por mês? n A vantagem maior é o networking, que acontece nas entrelinhas. Mas claro que estar no coração do distrito financeiro do terceiro maior skyline dos Estados Unidos e da cidade que mais acolhe startups hoje também é muito atraente. Então a localização ajuda muito. Nossa estrutura é moderna e completa. Preços atraentes e pacotes que incluem a sala privativa ou mesa de trabalho, salas de reunião, recepção, copa, sala de eventos, contratos virtuais e toda a assistência/back-office que uma empresa precisa, com atendimento também em português. Fazemos contratos de no mínimo três meses e cobramos apenas um mês de depósito.
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Vários empreendimentos comerciais estavam sendo oferecidos por valores muito baixos, o que propiciou a expansão muito rápida da concorrência. Abrir mais uma unidade naquela época seria optar por entrar em uma guerra de preços, com margens achatadíssimas. v O espaço está adequado para os clientes ou você já sente necessidade de ampliar? Ou mesmo de alugar outras salas para acomodar os clientes? n Devido à demora da obra no ano passado, seguida do furacão Irma, acabamos apenas abrindo o escritório no último trimestre de 2017. Janeiro de 2018 foi quando efetivamente começamos as vendas mais intensivamente. Este ano está sendo excelente e o movimento natural é expandir mesmo.
v Quanto vocês investiram para abrir a unidade de Miami? E quando esperam atingir o break even? n As obras demoraram muito além do que nós planejamos. Vários meses a mais. Sendo assim, nosso break even foi postergado. Porém, antes de julho/2018 já teremos atingido o break-even. v Quantos funcionários trabalham na Office&Co.? No Brasil e aqui? n Aqui, apenas eu e minha sócia, Ana Barry. No Brasil, a estrutura é maior. Tenho uma outra sócia na unidade de São Paulo, que está à frente do escritório da Vila Olímpia, Luciana Dleizer. O formato dos serviços no Brasil é diferente. Lá temos três funcionárias além da Luciana.
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O empresário brasileiro sério, que efetivamente investe aqui, é sempre muito bem-vindo. Com esse pensamento em mente, não foi muito difícil optar por Miami para ser nosso primeiro endereço internacional.
RENATA LEAL COSTA E ANA BARRY comandam a empresa em Miami BIZBRAZILMAGAZINE.11v
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OTIMISMO cauteloso
Gesner Oliveira mostra otimismo cauteloso com economia brasileira após eleições
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ANTONIO TOZZI antoniotozzi@bizbrazilmagazine.com
vEconomista analisa panorama futuro e destaca possibilidades de investimentos A prática da Câmara de Comércio Brasil EUA da Flórida – BACCF – em realizar almoços-palestras tem se revelado proveitosa para os membros da maior câmara binacional da Flórida. No final de fevereiro, o palestrante convidado foi o economista Gesner Oliveira e sua exposição reuniu muitos participantes, que foram ao Coco Bambu, em Miami Beach, para ouvir seus prognósticos. Em sua exposição “Ano eleitoral: desenvolvimentos atuais, tendências e desafios da economia brasileira”, ele abordou a questão de nosso país sob três aspectos: cenário político, evolução da economia e oportunidades de negócio. No cenário político, Gesner comentou as recentes pesquisas eleitorais que apontam a liderança de Lula (que pode ficar inelegível após sua condenação em segunda instância) e de Jair Bolsonaro, entretanto, frisou que o panorama eleitoral está bastante indefinido e deve ser decidido no segundo turno, marcado para 28 de outubro. O palestrante enalteceu a Operação Lava Jato por obrigar as corporações brasileiras a melhorarem suas responsabilidades e a dar mais atenção à área de compliance – conformidade com leis e regulamentos internos e externos. “Está-se espalhando responsabilidade pelo Brasil”, citou, embora reconheça o alto grau de ceticismo que tomou conta do povo brasileiro. Sobre o desempenho econômico, Gesner destacou que a economia está indo bem e tem mostrado recuperação após o período de maior recessão enfrentado pelo país nos anos 2015 e 2016. Ele credita esta recuperação a dois fatores: à boa condução da equipe econômica do atual governo e ao crescimento global da economia. De acordo com as previsões, o Brasil deve crescer 3,2% em 2018 – muito aquém do crescimento previsto para China e Índia, mas bem melhor do que os índices negativos registrados recentemente. Em relação ao futuro, o economista não tem dúvida em afirmar que o Brasil surge como um grande player mundial, uma vez que há muito para se investir na infraestrutura, atualmente bastante precária e com um campo vasto para crescer. Além disso, as possibilidades de privatização de empresas estatais e as PPP
(Parcerias Público-Privadas) podem transformar-se em geradoras de riqueza e consequentemente melhorar o ambiente econômico, ao se tornarem fontes de pagamento de impostos e contratação de mão de obra, ajudando a diminuir o índice de desemprego da massa trabalhadora. “Claro que o mercado de trabalho tem tido crescimento gradual e precisará de tempo para produzir os resultados desejados”, destacou o palestrante. Recuperação econômica Gesner avaliou que a economia brasileira está indo bem no curto prazo, apesar do desafio fiscal a médio prazo. “O setor externo tem ajudado na recuperação em virtude das expectativas otimistas para os países desenvolvidos”, afirmou o economista. “Apesar da volatilidade, a alta liquidez e o crescimento global aumentaram as perspectivas para os ativos dos mercados emergentes e também os preços da commodities. O desafio agora é transformar esta recuperação em crescimento sustentável depois da pior recessão da história brasileira”, complementou. NÚMEROS POSITIVOS SUGEREM RECUPERAÇÃO DA ECONOMIA Dados mais recentes confirmam essa recuperação, segundo estudos publicados na newsletter da GO Associados. O IBC-BR, calculado pelo Banco Central, cresceu 1,4% em 2017 e as projeções indicam que o Produto Interno Bruto (PIB) para 2018 será de 3,2%.
DADOS
1,4% Crescimento do IBC-BR, calculado pelo Banco Central, em 2017
3,2% Percentual de aumento projetado para o Produto Interno Bruto (PIB) para 2018
80% das 35 séries acompanhadas pelo indicador registraram expansão no quarto trimestre
O indicador de difusão da atividade econômica da GO reflete a mesma tendência, mostrando que 80% das 35 séries acompanhadas pelo indicador registraram expansão no quarto trimestre. Este número é o mesmo no trimestre encerrado em novembro e acima da média do período entre janeiro de 2005 e dezembro de 2017 (60,7%). Os dados sugerem que o PIB cresceu 0,4% no quatro trimestre em comparação ao trimestre anterior, levando a uma expansão de 1,1% em 2017. Indicadores anteriores divulgados em janeiro, tais com vendas de automóveis e produção de papelão, por exemplo, trazem números positivos, sugerindo que a economia continua a expandir no primeiro trimestre. O principal risco é o cenário externo, mas a volatilidade dos mercados americanos, por ora, parece refletir mais uma correção de preço do que uma nova crise. As dificuldades domésticas devem ganhar peso assim que o cenário eleitoral estiver mais definido. Entretanto, devido à demora do PIB em responder às condições financeiras, um stress eleitoral deve ter um impacto negativo na atividade no final de 2018 e aumentar de intensidade em 2019. No momento, a recuperação continua, porém, o desempenho econômico é incerto a médio prazo. Atualmente é possível sentir o aumento do índice de confiança do consumidor com o crescimento de bens financiados, por exemplo, entretanto, a probabilidade de não aprovação da reforma previdenciária pode tornar-se um empecilho para o clima de otimismo, assim como a recuperação lenta do mercado de trabalho que pode servir de combustível para um clima mais hostil. Com a continuidade da política monetária expansionista, as dívidas das famílias têm caído enquanto a concessão de créditos foi retomada. A balança comercial, por sua vez, registrou um número expressivo de superávit em 2017: US$68 bilhões, e deve continuar em alta, com as projeções apontando superávit de US$ 55 bilhões para este ano. Esses indicadores espelham o crescimento maior da economia mundial e recuperação de alguns países da América Latina, como Argentina. “Portanto, superávit primário e nível estável de débito devem ser esperados para a próxima década, se considerarmos a manutenção da Regra do Limite de Gastos nos próximos 20 anos”, frisou o palestrante. BIZBRAZILMAGAZINE.13v
veconomia INVESTIMENTOS EM INFRAESTRUTURA No boletim informativo da GO Associados, há uma avaliação acurada de Leonardo Barreto, da Factual Análise, sobre privatizações – um tema mais controverso que costuma ser evitado por parlamentares às vésperas das eleições. Mesmo com maioria no Congresso, deputados e senadores não estão inclinados a votar a reforma da Previdência Social, por exemplo. Como a proximidade eleitoral não remove a crise fiscal do país, que fechou 2017 com déficit primário de R$ 124 bilhões, o governo continuará a apoiar iniciativas que propiciem alívio na conta corrente,
ELETROBRAS
US$ 4 bi Montante que o governo pretende arrecadar com a privatização da Eletrobras
50% dos congressistas são contrários à ideia da privatização
46% dos congressistas defendem sua privatização
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atraiam investimentos e preservem a confiança do mercado. Neste contexto, o Programa de Investimentos com Parcerias (PPI) ganha importância. O processo de venda de ativos e concessões em infraestrutura está dividido. Há iniciativas que não dependem de decisões políticas porque já estão consolidadas num cenário legal. Porém, há projetos que ainda se encontram no estágio inicial e precisam ser aprovados pelo Congresso Nacional. A JOIA DA COROA É A PRIVATIZAÇÃO DA ELETROBRAS Pesquisa realizada pela Factual Informação com 190 deputados mostra que os parlamentares preferem o modelo PPP (Parceria Público Privada) do que as privatizações. De acordo com a pesquisa, enquanto o modelo de PPP alcançou 7,3 em uma escala de 0 a 10 como importante para o desenvolvimento do país, as privatizações situaram-se em 5,3, confirmando que ainda há resistência por parte do Congresso com o modelo de privatizações. A joia da coroa é a privatização da Eletrobras, com a qual o governo espera arrecadar US$ 4 bilhões ainda em 2018. Trata-se da maior empresa do setor elétrico na América Latina. O modelo de privatização criado pelo governo ainda está em estágio inicial e foi constituída, em 20 de fevereiro, uma comissão especial para avaliar a venda da companhia. Embora 57% dos entrevistados tenham dito que a Eletrobras será privatizada, 50% dos congressistas são contrários à ideia, enquanto 46% defendem sua privatização. Todavia, a Eletrobras não é a única que está no radar dos investidores. O programa de investimento em infraestrutura poderá gerar R$ 435 bilhões para o PIB do país, propiciando R$ 28 bilhões em recolhimento de impostos e gerando 8,3 milhões de empregos cujos salários devem chegar a R$ 73,6 bilhões. “A falta de infraestrutura brasileira é ao mesmo tempo uma tragédia e uma excelente oportunidade de negócios”, afirmou Gesner. Afinal, há muito por se fazer. Enquanto o Brasil investiu apenas 2% do PIB neste setor, a China investiu 8,6% e a Índia 4,30%. Investidores podem canalizar recursos para obras de água e saneamento básico, transportes (rodovias, ferrovias, portos e aeroportos), usinas…. É importante destacar também que nem tudo depende do governo federal. Há várias obras que estão no âmbito dos estados, portanto, dependem apenas dos governadores e das assembleias legislativas.
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Claro que o mercado de trabalho tem tido crescimento gradual e precisará de tempo para produzir os resultados desejados” A falta de infraestrutura brasileira é ao mesmo tempo uma tragédia e uma excelente oportunidade de negócios”
GESNER DE OLIVEIRA é sócio-diretor da GO Associados e professor de Economia na Fundação Getúlio Vargas. Ele foi ainda presidente da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo), entre 2006 e 2010, comandou o CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) durante dois mandatos (1196-2000) e foi secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda em 1995 e integra o conselho de várias empresas certificadas pelo Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC). Formado pela Universidade de São Paulo (USP), com mestrado na Unicamp, Gesner obteve doutorado em Economia na Universidade da Califórnia (Berkeley) e foi professor visitante da Columbia University em 2006, nos EUA.
economiav
EVOLUTION PAYMENT
facilita pagamentos para empresas do setor de serviços Sistema de recebimento avançado permite processamento rápido e seguro de cartões de crédito DA REDAÇÃO redacao@bizbrazilmagazine.com
v A indústria de meios de pagamento está em constante evolução. Portanto, entender este processo é fundamental para uma companhia se destacar nesse mercado. A Evolution Payments se encaixa perfeitamente dentro deste contexto ao oferecer as mais inovadoras opções de cartões de crédito disponíveis. Claudia Barros-Diaz, diretora da Evolution Payment Systems, é uma ex-executiva de uma grande instituição financeira e atua no setor de pagamentos há mais de 25 anos. A empresa tem serviço de consultoria e disponibiliza para cada cliente três consultores para atendimento. Sua equipe já processou mais de $10 bilhões para merchants em diversos segmentos como varejo, E-Commerce, B2B, escritórios de advocacia, restaurantes, grupos médicos, seguro e municípios, entre outros. Segundo Claudia, “Evolution Payment sempre trabalha em consonância com as necessidades dos clientes, assim, envolver seus funcionários no processo é importante, uma vez que eles precisam integrar-se ao fluxo de trabalho”. Ainda de acordo com a empresária, “desenvolver soluções customizadas não apenas criam eficiências no fluxo de trabalho, como também propiciam uma experiência mais agradável para os usuários de nossos clientes através da automação e tecnologia”. O diferencial apontado pela CEO da empresa é a solução customizada desenvolvi-
CLAUDIA BARROS-DIAZ: inovadora da pela Evolution Payment Systems para cada cliente. Devido à vasta experiência esta transição é feita de maneira suave, lado a lado com seus clientes durante cada etapa do processo, desde o preenchimento da documentação até a instalação do equipamento ou software necessário e treinamento. Com tecnologia wireless em alta, não é surpresa que os programas mais populares solicitados pelos merchants são os terminais inteligentes wireless. Esses terminais são capazes de proporcionar o pagamento
na mesa com opção de gorjeta, por isto são bastante usados em restaurantes, cafés, salões de cabeleireiro e outros tipos de varejo; capturar e arquivar a assinatura eletronicamente, dispensando a necessidade de manter os recibos; emitir recibos aos clientes com opções de pesquisas; enviar promoções aos clientes em alguns casos; escanear o código de barras no caso dos estoques, e integração com Quickbooks para efeito de contabilidade. Evolution Payment Systems disponibiliza um sistema que presta assistência no reconciliamento dos totais das remessas diárias com os depósitos bancários e, em alguns casos, pode até mesmo criar e capturar faturas dentro do QuickBooks, dependendo da versão do Quickbooks. Os serviços oferecidos pela Evolution Payment Systems são indicados para empresas de pequeno, médio e grande porte, garante Claudia: “Se o merchant (pequeno, médio ou grande) está recebendo cartões de crédito como meio de pagamento, certamente gostará muito dos benefícios proporcionados pelo valor agregado que oferecemos depois que é consumada a troca. A reação mais comum que ouvimos é ‘Gostaria de ter feito isto há muito tempo’”. A versatilidade e adaptabilidade permitem que a companhia tenha entre seus clientes empresas distribuídas em vários locais, como é o caso de redes e franquias, além de centros de serviço de grandes corporações. Evolution Payment Systems tem parceiros que trabalham e abrem contas na América Latina, Europa e Canadá. Há negociações para iniciarmos o processo no Brasil e Panamá até o final de 2018. Atualmente, Evolution Payment Systems conta com nove representantes e processou $90 milhões em 2017, gerando $612 mil em lucro bruto. Como se percebe, é uma empresa com boa saúde financeira e em fase de expansão neste mercado altamente competitivo. BIZBRAZILMAGAZINE.15v
veconomia
ADVANCED US chega para revolucionar mercado Corretora de câmbio, uma das principais do Brasil, está internacionalizando seus serviços DA REDAÇÃO redacao@bizbrazilmagazine.com
vQuem vive nos Estados Unidos já se habituou com o dólar, evidentemente. Entretanto, em outros países, como o Brasil, dólar é sinônimo de investimento. O executivo comercial da Advanced US, Leandro Araújo, cuja missão é a captação de clientes e divulgação da marca, explica como a companhia na qual trabalha vem se destacando em um segmento em que há uma linha bastante tênue entre legalidade e ilegalidade. Segundo o executivo, esta instituição financeira opera no mercado cambial desde 2001 no Brasil e tem uma base de clientes de mais de 20 mil pessoas, ocupando atualmente o 2º lugar em Corretoras de Câmbio no ranking do Banco Central. “Já fizemos operações acima de 20 bilhões de dólares”, exulta Araújo. Acima da Advanced US está apenas a poderosa Western Union, que tem presença mundial. Claro que este ranking deixa de fora os bancos, que têm sua área de câmbio, mas atuam em um sistema mais diversificado. Ao fazer um comparativo entre MoneyGram, Western Union e Xoom, por exemplo, Araújo admite que elas levam vantagem quando se trata de envio de pequenas quantias, valores abaixo de $1,000, por exemplo. “Elas são mais conhecidas aqui nos EUA do que no Brasil e contam com a facilidade de terminais e quiosques para fazer suas operações. Entretanto, elas têm limites de operações baixos e cobram taxas de juros elevadas. Além do mais, seus usuários podem enviar dinheiro usando aplicativos instalados em seus smartphones”, explica. Porém, não é possível enviar quantias elevadas usando estes recursos, uma vez que o Federal Reserve tem um controle rígido para evitar lavagem de dinheiro ou evasão fiscal. Com tantos facilitadores, por que usar v16.BIZBRAZILMAGAZINE
LEANDRO ARAÚJO: revolucionando os serviços da Advanced US? O executivo garante que a companhia, no geral, tem taxas mais competitivas. Além do mais, oferece como principal diferencial um serviço de consultoria, conforme frisa Araújo: “Nossa consultoria indica como transferir dinheiro do Brasil para cá e orienta a melhor maneira de fazer isto a fim de evitar pagamento de taxas desnecessárias, etc”. Aliás, impostos é o que não falta no Brasil. A fim de facilitar a compreensão do processo, o executivo recorre a um exemplo: “Se um cliente está no Brasil e deseja pagar um advogado aqui nos EUA, terá de recolher seis impostos no BR (IOF, Cofins, IR, dentre outros). Ou seja, só para liberar esta contratação de serviço, consome-se 18% do valor a ser remetido. Os outros impostos precisam ser negociados com o contador do cliente”. E toda vez que se contrata serviço no exterior é necessário avisar ao Banco Central. Dentro desta consultoria, Advanced US pode cobrar do cliente por alertar sobre o Siscotec, um imposto que muitas vezes ele não sabe que existe ou simplesmente não quer pagar. É uma tentativa que pode ou não dar certo. Porém, se cair em uma auditoria, o cliente terá de recolher o imposto, com sobretaxa. Advanced US tem um escritório meramente comercial nos EUA. As operações são todas efetuadas pelo escritório da companhia em São Paulo. O processo de envio de dinheiro sempre segue para o Brasil, e lá chega na conta da Advanced, mais exatamente no Banco 117 Advanced – porque
a corretora tem um banco no Brasil. Aí, o cliente é comunicado sobre o recebimento e orienta a empresa sobre como proceder. Se segura um pouco mais o dinheiro, se deposita em uma conta bancária no Brasil ou se transfere para um credor. Araújo destaca que esse mercado é altamente regulamentado, tudo é fiscalizado. “Sobretudo depois da Lava Jato, várias corretoras foram fechadas pelo BACEN e nós operamos há bastante tempo. O primeiro passo para usar os serviços da corretora é preencher um cadastro e uma ficha cadastral e de assinaturas. No caso do Brasil, tem de ir ao cartório para reconhecer firmas”. Antes de fazer qualquer operação, Advanced faz um trabalho de análise para comprovar se as fontes são lícitas. “Checamos com BCs do mundo inteiro. Buscamos notícias na mídia. Realizamos vários processos até se aprovar ou não esta operação. Entre 2 a 3 dias, o cliente tem a resposta. Geralmente, é positiva, porque prevalecem as pessoas honestas”. Entretanto, se alguém chegar com dinheiro e não puder comprovar sua origem lícita, a corretora de câmbio simplesmente não efetua a operação. Um grande serviço prestado pela Advanced é dirigido para os turistas. A corretora emite um cartão de crédito onde é depositada uma quantia que pode ser gasta durante a viagem. A vantagem neste caso é ninguém ter um infarto ao receber a fatura quando retornar de viagem. “Como o crédito é feito em dólares, o turista sabe exatamente quanto está gastando e evita surpresas desagradáveis como ocorre com os cartões internacionais que convertem dólares em reais”, comenta Araújo. Os principais clientes são empresas que desejam enviar dinheiro para cá ou daqui para lá e pessoas físicas com patrimônio que desejam enviar dinheiro para os EUA – aliás, Advanced US pode operar somente com o Brasil, porque a sede da corretora fica em São Paulo. Não se pode enviar dinheiro para outro país a partir do escritório instalado na Brickell Avenue em Miami. Além de Araújo, integram a Advanced US Thiago Belloni, diretor e um dos sócios da empresa, e outro funcionário. Embora esteja fisicamente instalada em Miami, não quer limitar-se ao Sul da Flórida. “Temos planos de ir para Orlando, área de Boston, Califórnia, New York, New Jersey, Atlanta, ou seja, onde houver presença de brasileiros aqui”, comentou o executivo. Para isto, Advanced US está formando parcerias, com contadores, advogados, e outros profissionais de serviços.
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HELIANA DE SOUZA DEWEESE helianadeweese@bizbrazilmagazine.com
PREPARO: A CHAVE PARA OS NOVOS DESAFIOS Começar uma vida ou um novo negócio já é desafiador no próprio país, no exterior é ainda mais complexo. Não importa o tamanho ou a natureza do negócio, a chave para encarar o desafio é a mesma: preparo
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isar num mundo com o qual não se está familiarizado pede ainda mais cautela, análise detalhada e senso crítico para identificar as possibilidades que se apresentam. O mesmo que dizer, reconhecer e separar a realidade da idealização. Mesmo o candidato informado, que sabe como funciona o novo mercado onde se propõe a atuar, pode se surpreender com regras e procedimentos dos quais não estava inteirado. Um terreno desconhecido é como uma areia movediça, se não há o devido preparo para ingressar nele. Uma boa dose de informação, planejamento e um suporte profissional técnico, são ferramentas básicas e essenciais para quem pretende estabelecer um negócio do outro lado. Hoje o empresário conta com consultores de negócios e profissionais especializados bem antenados com o mercado, para dar suporte necessário à nova empreitada. Há poucas décadas o “coaching” era uma técnica desconhecida. Agora é reconhecidamente uma grande aliada do mundo dos negócios. Muitas empresas costumam promover seminários e treinamentos com os chamados “coaches” para capacitar, e dar mais segurança aos seus diretores e funcionários de linha de frente, na hora de tomar decisões.
Também chamado de coordenador, facilitador ou mentor, o “coach” é o treinador que tem a função de incentivar e preparar alguém para realizar uma meta ou tarefa. No âmbito empresarial, o “coaching” de negócios é voltado para o contexto organizacional e tem como finalidade auxiliar empresários e empreendedores a alavancarem seus negócios, a partir do desenvolvimento do empreendedorismo, das estratégias e dos planos de negócios eficientes. Semelhante ao que faz o treinador de um time, porém de forma individual. No cenário internacional, o “coaching” é uma grande ajuda no preparo do candidato, à medida que auxiliará o desempenho do negócio, focando no desenvolvimento pessoal do empreendedor. Na mesma linha de preparo, mas com o foco no todo, o consultor de negócios é também de grande importância para o candidato entrar em um novo mercado, apto para os desafios que encontrará pela frente. Ele é um profissional capacitado a realizar um diagnóstico, desenvolver um planejamento e formular soluções em relação a algum assunto ou especialidade. Desta forma difere do “coach”, porque trabalha junto à uma empresa, usando seu conhecimento específico sobre o segmento para o desenvolvimento dos negócios que
a empresa está empreendendo no momento. Em linhas gerais, a assessoria de ambos profissionais pode trazer, entre outros benefícios, a proposta de maximizar os resultados e minimizar os riscos das decisões. Um suporte valioso no preparo do empresário disposto a encarar novos desafios.
DICAS DE QUEM SABE
Os riscos existem, mas há como identificá-los, porém considerando sempre que “qualquer mercado diferente, daquele onde o empresário se encontra, é novo, e ele encontrará algumas barreiras básicas como o idioma, a cultura, legislação e concorrência”, previne Rafael Salles, consultor de negócios da TurnKey International Management nos EUA. Com a experiência internacional de quem já morou em mais de 5 países, além do Brasil, o consultor alerta que “ o principal risco é a falta ou o pouco conhecimento do empresário sobre o mercado que ele deseja investir. Outro fator preponderante é o excesso de confiança. Muitos empresários acreditam que o sucesso de seus negócios em outro país, garante o sucesso nos EUA”, adverte ele. “Para conhecer as características de cada investimento, é necessário fazer um estudo específico e um planejamento levando em conta o perfil próprio de cada negócio”, recomenda. Michael Lupo, há sete anos mentor de negócios e voluntário do SCORE - Service Corps of Retired Executives faz uma
recomendação: “O empresário estrangeiro que quer fincar o pé em outro país não foge à regra inicial tão básica quanto simples: aprender a linguagem do negócio”. Com sua vasta experiência de uma carreira nos mais variados segmentos do mercado, Lupo tem ainda duas importantes dicas para o futuro empresário pensar, antes de estabelecer o próprio negócio. “Familiarize-se com a cultura de negócios local e procure conhecer, até experimentando antes, a atividade do ramo escolhido. Trabalhe na área primeiro, não só para conhecer como funciona, como também para ter certeza que é nela mesmo que quer investir tempo e dinheiro”, aconselha. A SCORE é uma organização americana sem fins lucrativos e a maior rede de mentores de negócios do país, dedicada a educar e orientar pequenos empresários e suas propostas de negócios. A organização tem o suporte da SBA-US Small Business Administration e oferece um aconselhamento gratuito e valioso que vem da experiência de empresários e executivos voluntários, aposentados ou que ainda estão na ativa. A organização tem mais de 50 anos e opera com uma média de 10.000 voluntários em mais de 300 escritórios em todas as localidades dos EUA. A SCORE promove também seminários gratuitos ou a custos baixos em seu calendário de atividades.
SERVIÇO:
Para saber mais: www.scoresouthflorida.net www.turnkeymgt.com
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PERFIL ANTONIO CASSIO SEGURA: O NOVO COMANDANTE DA BACCF ATUAL DIRETORIA DA CÂMARA DE COMÉRCIO TEM PLANOS DE AUMENTAR PRESENÇA NOS NEGÓCIOS BILATERAIS Acreditar no Brasil e investir nas relações comerciais bilaterais são os principais fatores impulsionadores da BACCF (Brazilian American Chamber of Commerce of Florida). Este motto sempre existiu e vem sendo enfatizado pela atual diretoria que assumiu o mandato para este ano. Como fez questão de frisar Antonio Cássio Segura, o novo presidente da entidade, “o comércio internacional é um grande fomentador de riquezas, pois gera empregos, estabelece novos marcos, incentiva inovação e contribui muito para a ampliação da competitidade de um país - condição fundamental para o sucesso de uma nação no médio e longo prazo. A BACCF atua diariamente para incrementar a cultura empresarial de um só mercado mundial, expandido e sem fronteiras. É desafiador, mas contagiante ao mesmo tempo”! Para entender a dimensão exata da importância da BACCF no atual cenário econômico, entrevistamos Cássio Segura sobre os planos da maior câmara binacional para 2018. Quais são os planos da diretoria da BACCF para este mandato? Há alguma novidade prevista em relação às gestões anteriores? A principal missão da BACCF é incentivar e apoiar empreendedores, empresas e o comércio entre o Brasil e a Flórida. O Conselho Administrativo e a equipe de executivos da Câmara pretende manter esse foco que é permanente e tem visão de longo prazo. O Brasil é o principal parceiro comercial da Flórida há anos e ainda enxergamos boas oportunidades comerciais que podem ser exploradas tanto por empresas brasileiras quanto locais e nós, da Câmara, nos colocamos como um facilitador desse processo. A quantidade de associados da BACCF é suficiente ou há intenção de expandir o número de membros? A BACCF é a maior Câmara Binacional da Flórida e vem angariando associados continuamente, uma vez que estes valorizam as ações da instituição. Sendo assim, não limitamos a quantidade de associados e novos representantes são sempre bem-vindos. Como a BACCF pretende relacionar-se com outras Câmaras de Comércio da Flórida como Central Flórida, BBG e Brazil-Florida Business Council? Você acredita que a união de forças possa ser benéfica para os empresários brasileiros e americanos que atuam nos dois países? E que tipo de relacionamento existe com AmChamber de São Paulo? Com o objetivo de aproximar a BACCF de outras associações e câmaras e identificar possíveis sinergias na forma de atuar, criamos o Comitê de Parcerias Estratégicas que vêm buscando dialogar com uma vasta
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gama de entidades com o objetivo de trocar experiências e melhores práticas. Esperamos que o resultado venha através da melhoria dos serviços, do apoio prestado aos associados e no direcionamento cada vez maior de ações para um objetivo comum, que é a ampliação da corrente de comércio entre o Brasil e a Flórida. Os estrangeiros têm muita participação na
BACCF? Percentualmente quanto representam? Por se tratar de uma entidade que atua na promoção do comércio bilateral entre o Brasil e o estado da Flórida, é natural que grande parte dos nossos associados sejam empresas brasileiras ou empresas locais de propriedade de empresários brasileiros. Empresas americanas e de outros países afiliadas à
Câmara o são por já possuírem, ou pretenderem desenvolver, uma relação comercial com o Brasil, reconhecendo a BACCF como uma instituição relevante para atingirem tal objetivo. Essas empresas veem o Brasil como um parceiro importante e promissor, possuindo uma visão estratégica de longo prazo, não sendo impactadas pela eventual volatilidade de curto prazo no mercado. Qual importância da BACCF para os órgãos oficiais de comércio do Estado da Flórida? E com as Câmaras de Comércios americanas e também de outros países? Há troca constante de informações sobre como melhorar e aprimorar os negócios? Se for real, de que maneira isto é feito? A BACCF é reconhecida como peça importante na manutenção e ampliação do co-
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A BACCF é reconhecida como peça importante na manutenção e ampliação do comércio entre o nosso estado e o Brasil pelos orgãos oficiais do governo do estado, dos condados e das cidades
e Brasil? O governo da Flórida possui contínua interlocução com a BACCF e participamos de diversas ações que contam com o apoio de instituições estaduais, bem como com o apoio do Consulado Geral do Brasil em Miami. Isso demonstra o reconhecimento e a visão de parceira estratégica que a Câmara possui junto ao Governo do Estado e demais entidades. Você está se aposentando do Banco do Brasil e entrando em outra atividade. Poderia falar mais sobre este novo desafio? Atendendo ao desejo da minha família de se estabelecer em um local mais específico e residir permanentemente na Flórida optei, após 30 anos de carreira no Banco do Brasil, por me aposentar e buscar novos projetos localmente. Gostaria de compartilhar que nesses 30 anos junto ao BB, minha família e eu nos mudamos diversas vezes. Meus filhos, de 14 e 12 anos, já frequentaram mais de sete escolas, ou seja, mudaram de escola há cada dois anos. Acredito que é importante oferecer estabilidade a eles e optei por priorizar a minha família. Tive muito sucesso no BB e sou grato a Deus, à minha família e à empresa pelas oportunidades que tive. Em rápidas palavras, como avaliaria sua gestão à frente do Banco do Brasil Americas? Fui muito feliz no BB Americas. O banco possui um time de profissionais competentes e dedicados que realmente se preocupa em atender e superar as expectativas dos clientes. Iniciamos nossa trajetória há cinco anos com US$84 milhões em ativos e encerramos 2017 com US$594 milhões e lucro superior a US$10 milhões, com retorno sobre o investimento de 17.7% ao ano. Resultados grandiosos para um time dedicado e clientes fiéis que valorizam o nosso trabalho. Saio pela porta da frente e com a sensação de dever cumprido. Novos profissionais virão e com certeza darão continuidade a essa história vencedora.
mércio entre o nosso estado e o Brasil pelos orgãos oficiais do governo do estado, dos condados e das cidades. Somos interlocutores constantes e convidados a contribuir das mais diversas formas à estratégia contínua de desenvolvimento e ampliação dos mercados. Nesse sentido, reitero a relevância da criação do Comitê de Parcerias Estratégicas, que vem atuando de forma conjunta não só
com entidades independentes de apoio ao comércio Brasil-Flórida, mas também com entidades governamentais como a Enterprise Florida e o The Beacon Council, entre outras. De que maneira o governo da Flórida reconhece a participação da BACCF no incentivo e intermediação dos negócios entre Flórida
Você acredita que os planos do banco serão mantidos após seu desligamento? Com certeza. No Banco do Brasil, trabalhamos constantemente para enfatizar que ninguém individualmente é maior que a instituição. O BB possui planos estratégicos definidos para a operação do BB Americas e, com a minha saída, outros profissionais virão e continuarão o trabalho. Antonio Tozzi
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ARTIGO
FRANCISCO (FRANK) ALVES frank@globemcg.com
O PESCADOR E O MARKETING Meu pai era pescador de primeira. Para ele, não havia tempo ruim ou lugar melhor ou pior para pescar, fosse rio, mar, lagoa, riacho e diferentes tipos de peixes.
E
le sempre se saía bem e um dia eu descobri que ele adaptava suas iscas e apetrechos de pesca para cada tipo de lugar, conforme o peixe que desejava pescar. Esse era o segredo do seu Alípio, entender que para cada lugar e tipo de peixe que deseje, o pescador tem que oferecer o que o peixe gosta. Não pensem que estão em uma coluna de pesca, vamos falar de Digital Marketing! E o que o seu Alípio tem a ver com isso? Bem, o objetivo do Digital Marketing é permitir que as empresas pesquem nos vários meios da melhor forma possível, seja colocando uma varinha com a isca e pegar peixes um a um, seja com uma rede (outbound marketing) ou com automação, colocando uma cesta dentro d’água, com as iscas atrativas e customizadas para cada peixe e para que eles pulem dentro da cesta (inbound marketing).
ORIGENS DO DIGITAL MARKETING
Parece não muito longe, porém na idade de internet é quase uma eternidade...; em 1988 a COCONET, um provedor em San Diego, Califórnia, saiu com um gráfico como v20.BIZBRAZILMAGAZINE
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O ambiente online/web atrai cada vez mais consumidores, o que provocou e provoca mudanças e adaptação nos canais de interação e comunicação
online banner e logo depois, a PRODIGY também lançou seus banners e anúncios online na web. Oficialmente, o primeiro banner de internet/ website foi mostrado no dia 27 de outubro de 1994, apareceu no HotWired, primeira revista comercial da web. v Em seguida, vários outros serviços de internet passaram a veicular anúncios na web. Hoje, nenhuma empresa consegue viver sem digital
marketing. v Digital marketing é o uso das várias tecnologias digitais e de telecomunicações em publicidade (advertising) de produtos e serviços em websites, telefones celulares (mobile phone) e outros dispositivos digitais. v O Digital Marketing é multidisciplinar como o marketing tradicional (agora chamado de off-line...), e hoje um marqueteiro tem que conhecer bem as tecnologias para atuar bem. Abrange áreas como redes sociais, e-mail, e-commerce, inteligência de negócios, conteúdo, comportamento do consumidor, CRM (gestão do relacionamento com o cliente), publicidade online e otimização de performance (SEO) em sites de buscas, como Google, Yahoo. v O ambiente online/web atrai cada vez mais consumidores, o que provocou e provoca mudanças e adaptação nos canais de interação e comunicação, sofisticando as técnicas e modelos e incorporando ciência e tecnologia no canal de marketing e vendas online. v Em 2015, o Facebook adicionou mensalmente, mais de 126 milhões de novos usuários (unique users) e o Youtube, mais de 94 milhões. O Whatsapp acaba de lançar a versão business, uma tentativa de monetizar o chat, que tem mais de 1.5 bilhão de usuários e 60 bilhões de mensagens por dia! v Como atingir este público e aproveitar todo este potencial? Essa é a missão do Digital Marketing. Hoje, o Facebook tem mais de 2 bilhões de usu-
ários e o Youtube, 1.3 bilhão, ou seja, um potencial gigante de pessoas e empresas para comunicar-se.
PUBLICIDADE ONLINE
Se no principio eram somente banners estáticos, hoje fazer publicidade nos canais web, exige, além das técnicas tradicionais de marketing, dominar muitas outras tecnologias realmente inovadoras. Para dar um exemplo, semelhante ao que ocorre em mercados financeiros (como compra e venda de ações), há o programmatic advertising, que faz leilão do espaço de websites (e.g. banners) em função do público que está visitando este website naquele momento (cada visualização é chamada de impression). Esta compra é feita automaticamente entre os servidores, por exemplo, Google, Facebook e o seu servidor ou da sua digital ad agency, tudo automático baseado em parâmetros pré-definidos de audiência. v Mas o Digital Marketing tem outras características, accessíveis aos diferentes tamanhos de empresas e que permitem, além de banners, push-messages, apps, desenvolver campanhas de e-mails, SMS/Text, usar os canais de mídia social, Facebook, Twitter, Snapchat, Instagram, além, é claro, Youtube. v Então, o Digital Marketing é o uso dos vários canais de web/mobile para publicidade? Sim, o Digital Marketing é quando uma empresa ou um indivíduo, se utiliza dos diversos canais web/digitais para comunicar algo, passar informações, seja publicidade
de algum produto ou serviço, seja mídia social para promoção pessoal.
NÃO BASTA SOMENTE TER O WEBSITE...
Um dos maiores equívocos das pessoas é achar que “agora tenho um website, todo mundo vai comprar meus produtos...”. v É um engano. Existem hoje mais de 1,805,260,010 websites no mundo (jan.2018). Como alguém vai te encontrar para comprar seu produto? v Bom, aí começa a ciência e a técnica de digital marketing. Para que alguém encontre seu website, você precisa divulgá-lo, óbvio não irá colocar no jornal de domingo..., porém você pode começar a criar conteúdo em blogs e mídia social (content marketing), ou seja, assuntos que seu público alvo gosta e vai se interessar de forma a divulgar seus produtos e serviços.
REDES SOCIAIS E SEO
Para divulgar, você não vai escapar de usar as mídias sociais (Facebook, Twitter, Snapchat, Instagram,Youtube), escrevendo artigos, publicando fotos ou vídeos que interessem e conectem com seu público alvo. v Neste momento, entra em cena, uma função chamada de SEO (Search Engine Optimization). O SEO surgiu nos primórdios da Internet, em 1991/92 e teve uma evolução, não muito acelerada até 2010, quando o Google passou a usar em larga escala algoritmos e novos modelos para destacar o website quando alguém executa uma busca na web. v E funciona assim, imagine que no seu website você venda óculos, de grau, de sol. Para poder destacar o seu website, você contrata um oftalmologista famoso que escreve
artigos semanais sobre óculos, lentes, e saúde dos olhos. Nesses artigos (blogs e mídia social), uma série de palavras, imagens, frases, tais como, óculos, de sol, de leitura, lentes corretivas, lentes de contato e outras relacionadas, são palavras e frases chave que o seu provedor de digital marketing, informa o Google do artigo e das palavras, assim quando alguém busca no Google, por exemplo lente de contato, o Google destaca seu blog ou website de maneira a criar tráfego, visualizações (ou impressions...). Ai suas chances de vender são maiores. v Reconhecimento de Marca Os artigos escritos também são publicados pelo seu provedor de digital marketing nas redes sociais, gerando “awareness”, reconhecimento de marca e atrai público que irá visitar seu website (registrar-se e baixar sua app) para ver o que você tem. Você também pode anunciar e fazer campanhas ou promoções nas redes sociais, atraindo o público para seu website ou na app, com descontos, ofertas e outras atividades que atraiam visitantes. Ok, esta é uma maneira passiva, não posso entrar em contato direto com potenciais clientes? Sim, existem várias formas:
CADASTRO DE VISITANTES E BAIXAR APP MOBILE
Um dos objetivos do seu website ou blog é sempre cadastrar o visitante para futuras comunicações ou baixar o app da sua empresa. Esta é a forma mais adequada de popular suas listas, montar seu banco de dados, com clientes (seguidores) que te conhecem pois já visitaram o website e que com certeza abrirão o e-mail para ler sua mensagem. Com
um app, você pode estar em constante contato com suas clientes (online e off-line), comunicando ofertas e promoções, além de crescer a capacidade de diferenciar-se com Realidade Aumentada, como comentaremos mais abaixo.
CAMPANHAS DE E-MAIL DIRETO/TEXTO/SMS
Você pode executar campanhas de e-mail, texto/SMS. Usando suas próprias listas ou de empresas que dispõem de listas de e-mails, telefones e outros que executam campanhas de marketing direto, enviando textos/SMS, e-mails diretamente para seu público alvo. E-mail é talvez a forma de campanha, mais barata e a mais usada (e mais conhecida pelo spam ou e-mail indesejado). Quando se envia uma campanha de e-mail direto, temos como saber, quantos e-mails foram abertos, tiveram clicks e quantos foram para sua landing page, (landing page é no seu website ou onde você direciona o seu cliente que abriu o e-mail). v Campanhas de e-mail, dependendo do assunto, tem mais ou menos sucesso e podem ou não trazer resultados de venda, mesmo assim, campanhas de e-mail são muito utilizadas e repetidas até atingir um resultado esperado. A vantagem dessas campanhas é que possibilita atingir o segmento desejado através de segmentação das listas de acordo com o público que interessa. v Campanhas de texto/SMS são menos utilizadas por restrições de privacidade e às vezes, leis de proteção do consumidor. Porém, dependendo de como você promova o seu website, pode-se obter autorização do consumidor para enviar textos/SMS.
Funciona similar ao e-mail direto, porém tem um poder de atingir o público de uma forma mais rápida, obtendo resultados quase imediatos, muito usados para lançamentos e atividades sociais, para dirigir público para eventos/ shows, por exemplo. O custo benefício é um dos fatores que promovem ou não o uso de Textos/SMS, em geral, e-mail direto é mais barato pelo mesmo de número de pessoas (ou custo por mil CPM, ver abaixo). Campanhas de e-mail ou de Text/SMS dispõem de indicadores próprios para mostrar o grau de sucesso da campanha: Delivered/Entregues e-mails efetivamente entregues na inbox do recipiente Bounced/Rejeitados e-mails que não conseguiram chegar no inbox do recipiente, maioria das vezes por qualidade, ou erros no e-mail (nome, e-mail, etc.), e-mail cancelado. Opened (abertos) Quando o recipiente abre o e-mail e lê algum conteúdo Clicked (clicados) Quando o recipiente clica para obter mais informações e normalmente é dirigido a uma landing page ou para se registrar.
PUSH MESSAGE E REALIDADE AUMENTADA Hoje pode-se dizer que campanhas de e-mail e SMS, que é uma prática de mais de duas décadas, vem perdendo efetividade, sendo substituída pelo Push Message (mensagens para celulares) que estão cada vez mais presentes no mundo online e também off-line (através dos apps no
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ARTIGO
seu telefone com a capacidade de geolocalização). Através do app, pode-se saber onde esta o cliente, horário, enviar mensagens, promoções e pesquisas com um alto índice de resposta. v Essa capacidade da tecnologia permite também campanhas de Realidade Aumentada (AR – Augmented Reality – lembra da caça de pokemons?) e várias empresas de varejo estão utilizando como forma de comunicar seus produtos e serviços, integrando apps com as lojas, com o mundo físico com RA.
de um anúncio/publicidade veiculado em algum player, diferente do CPM que gasta sem precisar que o usuário tenha alguma interação com a publicidade, o CPC só cobra a partir do momento que a pessoa clica no anúncio. Exemplo: Você tem um full banner no UOL e o CPC custa R$ 0,30, se o seu banner teve 800 cliques no dia o seu gasto foi de R$ 240,00.
E QUE SÃO OS TERMOS CPM, CPC, CTR, ETC.?
CTR (CLICK THRU RATE)
Em Digital Marketing, as métricas de desempenho das ações de publicidade têm indicadores próprios e quem medem ou quantificam os resultados, para melhor gerenciarmos as atividades digitais.
CPM (COST PER MILLE)
Normalmente para compra de banners em websites mensuramos o preço através do CPM, que significa Custo Por Mil, ou seja, a cada mil impressões (impressions) do seu anúncio, é cobrado um valor X. Exemplo: Você tem um banner no UOL.com.br e o CPM custa R$ 0.20, e supondo que o UOL tenha um milhão de visualizações por dia, o seu gasto diário seria de R$ 200,00. Com o CPM você pode comparar diferentes provedores ou canais de publicidade. CPM = R$ 0,20 gViews = 1.000.000 g Gasto por dia = 1.000.000 / 1000 * 0,20 = R$ 200,00
CPC (COST PER CLICK)
Seguindo a mesma linha do CPM o CPC é também uma forma de mensurar o gasto v22.BIZBRAZILMAGAZINE
CPC = R$ 0,30g Cliques= 800gGasto diário = R$ 0,30 * 800 = R$ 240,00
Diferente do CPC e do CPM o CTR não serve para medir o valor gasto com um anúncio, o CTR é um indicador percentual de cliques que você teve em uma publicidade, ela é usada para mensurar a qualidade da sua publicidade. v Exemplo: O seu anúncio no UOL teve um CTR de 2%, para chegar nesse valor, sabemos que o seu banner teve 3 mil visualizações e dessa quantidade, resultou em 60 cliques. Visualizações = 3000g Cliques= 60 g CTR = (60*100) / 3000 = 2%. Dependendo da campanha, os 2% pode ser pouco ou bastante. Neste ponto sua digital ad agency pode te comparar com seus iguais e indicar o grau de sucesso.
v Outros indicadores também são usados para medir o resultado de uma campanha publicitária:
TAXA DE CONVERSÃO / CONVERSION RATE
1.Visitantes para Leads; E quando um visitante no seu website se interessa e se registra ou busca mais informações
sobre o produto ou serviço.
trou pela primeira compra.
2.Leads para oportunidades; quando o cliente mostrou interesse e a área de vendas entrou em contato, iniciou uma proposta ou algo mais avançado.
CONCLUSÃO
3.Oportunidades para clientes ou pedidos; quando o cliente compra efetivamente. Muitos consideram este indicador o efetivo da taxa de conversão. Exemplo: • Campanha Acessos: 10.000 • Número de Conversões: 797 leads • Cálculo: 797/10.000 = 7,97% conversão de visitantes para Leads
LEADS - MQL
Os 797 leads são passados a área de vendas, são chamadas de MQL (Marketing Qualified Lead) ou seja, para a área de Marketing, a campanha resultou em um indicador de 7.97% de leads.
SQL - SALES QUALIFIED LEAD
Já na área de vendas, agora as SQL, resultaram em 197 oportunidades que geraram negociações, e daí 160 propostas foram feitas. Das 160 propostas 120 foram concretizadas (pedidos/contratos). Ou seja 120*100/10.000 representa um índice de conversão de vendas de 1.2%.
CUSTOMER LIFETIME VALUE (CLV)
Talvez o melhor indicador de sucesso de um website ou de uma campanha, e valor monetário que cada cliente efetivamente representou adquirindo seus produtos ou serviços. Mede-se anualmente e por lifetime, ou seja, desde que o cliente se regis-
O assunto Digital Marketing é bastante vasto e cobrimos apenas uma parte. Em um outro artigo, abordaremos outros pontos importantes e que permitem que o canal digital (através de diferentes dispositivos de acesso), represente hoje quase 20% das vendas do varejo, falaremos de e-commerce nos Estados Unidos e global que segue crescendo significativamente ano a ano, o que não seria possível sem as técnicas de Digital Marketing. E lembre-se sempre, mesmo com todas as técnicas e recursos tecnológicos, gerar conteúdo para seu público é a chave do sucesso; conteúdo vai permitir ter seguidores e atrair clientes para seu website, ou seja, escrever artigos de interesse, publicar fotos e postar vídeos, artes tradicionais que no final fazem a diferença... Francisco (Frank) Alves – Marketeer especializado em Digital Marketing, Sales e Digital Payments/FINTECH, atua na área há mais de 20 anos em empresas como Mastercard, Credicard, Rede (Redecard) e há 20 anos residindo nos EUA, provendo serviços e produtos, localmente, para o Brasil e América Latina. Graduado em Business Administration, com Pós graduação pela ESPM-SP e MBA pela BSP/Univ. of Toronto. Francisco Alves – frank@globemcg.com
v Foram consultadas diversas fontes de informação públicas e na web para as estatísticas e informações apresentadas, como Wikipedia e outros websites.
v
AGENDA u24 DE ABRIL vBBG AFTER HOURS Horário: 18 às 20 h Local: Castro Legal Group (1937 Atlantic Blvd. #106 – Pompano Beach, FL 33060)
Contato: info@brazilianbusinessgroup.com Custo: Membros: Free Futuros Membros: $15.00 gO QUE É: Encontro de empresários e executivos para troca de experiências e conhecimento sobre as atividades dos particpantes. u25 DE ABRIL vFINTECH REVOLUTION Horário: 12 às 14h Local: Four Seasons Hotel (1435 Brickell Ave., 6th Floor - Miami, FL 33131)
Contato: info@brazilchamber.org Custo: Membros: $65.00 Futuros Membros: $85.00
à noite com demonstrações e apresentações. Os participantes criam startups durante o evento e são capazes de colaborar com indivíduos com mentes parecidas que não participam de suas redes diárias. Todas equipse ouvirão sobre diálogos com líderes empresariais e receberão valiosos feedback de empreendedores locais. O final de semana será concentrado em torno de ação, inovação e educação. Techstars Startup Weekends são ambientes perfeitos nos quais você pode testar sua ideia e dar os primeiros passos para lançar sua própria startup. u3 DE MAIO vFLORIDA BUSINESS LEADERS’ SUMMIT ON PROSPERITY AND ECONOMIC OPPORTUNITY Horário: Das 19h30 às 21 h Local: Rosen Plaza Hotel (9700 International Drive - Orlando, Florida 32819)
Contato: http://www.flchamber. com/event_post/less-poverty-through-more-prosperity-summit/
gO QUE É: Companhias FinTech são empresas que estão alavancando novas tecnologias para criar novos e melhores serviços financeiros, tanto para clientes como para empresas. Muitas são verticais nesta nova tendência como block chain, criptomoedas, pagamentos digitais e móveis, mercados de capitais, empréstimo pessoa para pessoa & crowdfunding, entre outros.
gO QUE É: Criando caminhos para a prosperi-
dade. Junte-se ao 2018 Florida Business Leaders’ Summit on Prosperity and Economic Opportunity para descobrir como empresas da Flórida estão fazendo para atacar a pobreza e criar prosperidade econômica para todos floridianos.
terno e as estratégias de negócios relacionadas. A advogada Debra Wilson, conselheira geral da Associação Nacional de Escolas Independentes, abordará o cenário federal em relação às escolas independentes e como as tendências federais estão impactando as escolas com temas como imigração, emprego e política tributária. u8 DE MAIO vALMOÇO COM BERNARDINHO Horário: De 12 às 14h Local: Four Seasons Hotel (1435 Brickell Ave. 6th Floor Miami, FL 33131)
Contato: info@brazilchamber.org Custo: Membros: $100.00 Futuros Membros: $150.00 gO QUE É: Bernardinho, o consagrado técnico de voleibol do Brasil, com medalhas de ouro, prata e bronze comandando as seleções masculina e feminina de vôlei nos Jogos Olímpicos e em Campeonatos Mundiais, tornou-se palestrante motivacional e falará sobre realização e sustentabilidade.
u6 E 8 DE MAIO vBUSINESS OFFICERS’ CONFERENCE 2018
u2 DE JUNHO v9ª CONFERÊNCIA ANUAL DE NEGÓCIOS DO SCORE
Horário: 54 horas de evento Local: Collective Ventures - 100 North Federal Highway Unit C4 - Fort Lauderdale, FL 33301
Horário: A partir das 14h30 Local: Renaissance Orlando Airport Hotel, Orlando (5445 Forbes Place, Orlando, FL 32812)
Horário: Das 8h às 16h Local: St. John Paul II Academy (4001 N Military Trail, Boca Raton)
Contato: http://communities. techstars.com/events/12331
Contato: https://www.fcis.org/professional-developmentevents/fcis-events/ business-officers-conference-2018
Contato: http://www.scoresouthflorida.net ou ligue para (561) 981-5180
u4 E 5 DE MAIO vTECHSTARS STARTUP WEEKEND
gO QUE É: Techstars Startup Weekends terá 54 horas de eventos criados para propiciar educação superior experiencial para empreendedores técnicos e não técnicos. Começa na sexta-feira à noite com os lançamentos e continua através de troca de ideias, desenvolvimento de planejamento empresarial e a criação de um protótipo básico, Techstars Startup Weekends termina no domingo
INDICADORE$16/4 MOEDAS 5Dólar R$ 3,246 nEuro R$ 4,246 6Iene R$ 0,032 5Yuan R$ 1,83 BOLSAS 5IBOVESPA 6DOW JONES
84.334,41 24.360,14
gO QUE É: Evento dirigido para adminis-
tradores e empresários da áerea de Educação. Heather Hoerle, diretora executiva da Associação de Gerenciamento de Matrículas, falará sobre o futuro das escolas e o que os administradores escolares precisam saber. Os participantes conhecerão as tendências do setor, o ambiente ex-
6NASDAQ 5S&P 500
7.106,65 2,685.77
COMMODITIES 67.39 6Petróleo Cru 5Gás Natural 2.73 nGasolina 2.07 6Óleo lndustrial 2.10 5Ouro 1344.80 5Prata 16.63 nCobre 3.07
gO QUE É: Educação e orientação para pequenos empresários e suas propostas de negócios. A organização tem o suporte da SBA-US Small Business Administration e oferece aconselhamento gratuito e valioso que vem da experiência de empresários e executivos voluntários, aposentados ou que ainda estão na ativa. Evento gratuito. JUROS PARA FINANCIAMENTO E REFINANCIAMENTO DE IMÓVEIS* OPÇÃO Taxa Fixa de 30 Anos
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* Nos EUA. 5Alta em relação ao índice anterior 6Queda em relação ao índice anterior nEstável em relação ao índice anterior
BIZBRAZILMAGAZINE.23v
na Vejagina pá
24
A CONCESSIONÁRIA TOYOTA DOS BRASILEIROS NA FLÓRIDA
acheiusa.com Deerfield Beach, FL • Ano 18 • Nº 686 | PUBLICAÇÃO SEMANAL | DE 3 A 9 DE NOVEMBRO DE 2017 • Fundado em 28 de outubro de 2000
LOCAL
NEGÓCIOS
ENTRETENIMENTO
Fim do horário de verão
Box Mineiro
Boat Show
Domingo (5) é dia de atrasar os relógios em uma hora, a partir das 2 da manhã. PÁGINA 5
Brasileiro cria franquia de sucesso com comida mineira em embalagem para comida chinesa. PÁGINA 13
Tradicional feira de barcos vai até o próximo domingo (5) em Fort Lauderdale, com mais de 1,4 mil barcos em exposição. PÁGINA 23
Trump quer acabar com loteria de green card após atentado
RUSSEL JAMES / VICTORIA’S SECRET
NEW YORK
PRECIOSIDADE BRASILEIRA
Presidente criticou o processo e defendeu que as autorizações de permanência no país sejam concedidas por mérito
O presidente Donald Trump ordenou que se “endureça” as políticas imigratórias a cidadãos estrangeiros depois de ser divulgado que o autor do atentado que deixou oito mortos em New York, no dia 31 de outubro, é um imigrante do Uzbequistão. Ele atropelou diversas pessoas, matando oito e deixando outras 11 feridas. Sayfullo Saipov, um uzbeque de 29 anos identificado como o autor do ataque, conseguiu visto para morar nos EUA pela Loteria Diversidade de Vistos, que funciona por meio de um sorteio e foi criada em 1990. Nesta quarta (1º), também no Twitter, Trump criticou o sistema americano de concessão de vistos, culpando os Democratas e colocando pressão sobre o programa de... [continua na PÁGINA 5]
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Morre brasileiro que lutava contra o câncer em Tampa (FL) PÁGINA 8
FRAUDE
Brasileiro é acusado de desviar de $275 mil em navio da Disney PÁGINA 6
MISTÉRIO
Paraibana desaparece em Connecticut PÁGINA 6
BRASIL
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COMUNIDADE
MAIS UMA BRASILEIRA ACABA DE ENTRAR PARA O HALL DAS MODELOS que já tiveram a honra de ter o papel de maior destaque durante o Victoria’s Secret Fashion Show, desfile anual da marca de lingerie. Lais Ribeiro, modelo piauiense, foi escolhida para usar o Fantasy Bra, sutiã milionário, criado com pedras preciosas. Desfile anual das ‘angels’ será realizado no dia 28 de novembro em Xangai, na China. PÁGINA 19
Família de americanos atacada por piratas no Pará é encontrada PÁGINA 16
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