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Revista A CENA - Edição #01

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Juninho Silvério - Nosemanual foto: João Mattielo


ÍNDICE Editorial

EM CENA:

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Diogo Odilon

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FullNectar Skateboards

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ENTREVISTA:

GALERIA

AGRADECIMENTOS

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EDITORIAL EDITORIAL EDITORIAL EDITORIAL EDITORIAL EDITORIAL EDITORIAL EDITORIAL EDITORIAL EDITORIAL EDITORIAL EDITORIAL EDITORIAL EDITORIAL EDITORIAL EDITORIAL EDITORIAL EDITORIAL EDITORIAL


por Jay Mattielo

Tive meu primeiro contato com o skate assistindo Malhação, quando o tema da temporada era skateboard, no ano de 2006/2007 eu acho. Mas, enquanto eu assistia malhação, os momentos que os dubles skatistas entravam em ação, minha vida foi mudada, eu fui apresentado a esse estilo de vida e nesse momento eu fiquei encantado e pedi um skate pros meus pais, que me deram de surpresa num natal. Comecei a colar na antiga pistinha do emissário submarino (atual Pista Alexandre Magno), na divisa de Santos e São Vicente, onde um cara me falou da tal “Chorão Skatepark, lugar que seria quase uma segunda casa pro jovem Jay de 13 anos e onde teria meu primeiro contato com revistas de skate e passaria horas sentado no chão, comendo uma coxinha e foleando as Cemporcentos, Tribos, Venices, Vistas...

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EDITORIAL

Em 2008 me mudei pro interior de São Paulo, Jaú. Não conhecia muito da cena do skate daqui e, na febre de querer fazer algo resolvi criar um zine inspirado por todas as revistas que eu lia na epoca e querendo falar sobre skate, do skate em Jaú, e inspirado pelo video Bauru Skateboarding, criei o zine “Jaú Skateboarding” (criativo, não? hahah). Fiz a primeira edição do jeito mais cru possive! Escrevi alguns textos no word e imprimia eles pra recortar e colar nas folhas sulfites dobradas, falando sobre videos que eu tinha visto em DVDs ou no começo do YouTube. Algumas entrevistas com pessoas que eu conhecia, como o Thiago, que tinha um projeto musical e dava um puta role de skate, o mesmo que estampou a capa com uma foto que ele tinha postado no Okut, desse ollão na spine da pistinha do parque do rio jau, feita por ele mesmo. Tudo era longe de ser o minimo elaborado, mas com muita vontade de criar minha própria revista de skate e mostar pro mundo o quanto skate é foda!

Eu lembro que no hype de estar fazendo isso, mandei e-mails para Tribo, pra Cemporcento e pra Liza, da Check It Out. Sem nem saber direito o que eu queria dizer quando eu fiz meu zine, mas querendo mostra-lo e talvez por ser uma criança hypada apaixonada por skate, ambos não só me responderam como me incorajaram a fazer isso acontecer! E, no mesmo ano, rolou a Virada Esportiva, onde rolou uma clinica de skate com o skatista profissional Wilson Neguinho, que foi finalizada com um campeonatinho valendo umas medalhas, eu fiquei em último, mas por conta da minha febre por andar de skate, estar lá me divertindo mesmo não dando as manobras que os amadores davam, ganhei uma medalha de incentivo ao skate, o que pra mim foi muito massa, ainda mais sendo mais uma vez encorajado pelo Wilson, a fazer meu zine..

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EDITORIAL

Infelizmente, o zine Jaú skateboarding acabou não durando muito tempo e só teve a primeira edição mesmo, o blog seguiu por alguns meses, mas também deixou de ser atualizado com o tempo. Em 2015 comecei a consegui minha primeira camera e comecei a fotografar as sessões que eu colava e voltei a estar mais presente dentro do skate, voltei a conhecer gente do skate e parece até que naquele momento, eu tinha voltado a vida, pois estava a um tempo sem andar e ali resurgia a chama da vontade de criar algo com a minha fotografia e minha paixão pelo skate! Em 2020, mais de dez anos depois, eu apresentava meu projeto de TCC na faculdade, a revista A CENA. Com o propósito de dar visibilidade para a cena de skatistas e artistas, principalmente de Jaú e região do interior de São Paulo . Sejam muito bem vindos, agradeço a leiturad de um poquinho da minha história com o skate que me guiou até estar aqui, diagramando a primeira edição desse sonhos de infância. Esta primeira edição é inspirada na primeira edição do zine Jaú Skateboarding e na galeria, são fotos que fiz ao decorrer desses anos com skatistas de Jaú e região! Obrigado novamente pela leitura, seja muito bem vindo, bem vinda e bem vinde A CENA e

boa sessão!

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EM CENA:

DIOGO ODILON

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Diogo Odilon - f/s boardslide foto: Jay Mattielo


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ENTREVISTA ENTREVISTA ENTREVISTA ENTREVISTA


ENTREVISTA

FULLNECTAR SKATEBOARDS “skateboard, cerveja, video e muita zoeira!” Se tem um trio que faz o skateboard acontecer em Jaú, sem sombra de dúvidas Juninho Araújo, Douglas Oliveira e Felipe Martinez, da crew FullNectarm, são lembrados! Colei numa sessão com eles e trocamos uma ideia sobre skate, arte , projetos e vida! Muito respeito a esses manos que de fato vivem o lifestyle do skate dia pós dias!

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O que é a FullNectar? Como começou? Douglas -

Cara, como começou eu deixo a responsa para os caras responderem porque eu entrei bem depois na marca. Agora, o que é a FullNectar, pelo menos pra mim, é uma crew que se tornou uma marca mas na real é muito mais que tudo isso, é realmente uma família pra mim, atualmente somos nós três, mas a FullNectar é skateboard puro, todos que se identificam com a nossa ideologia e são skatistas de verdade, fazem parte de alguma forma também, somo uma grande família.

Martinez-

No começo o nome era Fullnec, agora mudamos para Fullnectar. Começou comigo e mais dois manos mas os caras largaram a parada e eu segui com meus brothers Juninho Araujo e Douglas Oliveira. A FullNectar é uma crew de amigos e agora tem sua própria identidade visual; baseada em skateboard, cerveja, video e muita zoeira!

Juninho Araujo -

A FullNectar começou através de um uma crew de amigos que usavam (gíria/zoeira) “uh néc” pra comemorar cada trick nova ou pesada que nos acertava , a cada trago bem dado em uma breja nos ro-

Como começaram a andar de skate? Martinez - Tive meu primeiro contato com skate com uns 14 anos.. Comecei andar de skate por influência do meu irmão mais velho, que andou durante muito tempo; Juninho Araujo - Meu primeiro contato com skate foi vendo o kbça Albertinni sempre indo pra sessão de skate e dando manobra e desviando de daquelas mulecada que ficava brincando jogando bola na rua junto comigo, foi daí que surgiu

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aquela

vontade

de

aprender

Douglas - O primeiro contato que eu tive com o skate foi de um mano da minha rua que andava de freestyle, se chama Anderson, aí, do nada, sem pedir, eu e meu irmão ganhamos um skate cada do nosso primo Eduardo, de natal se eu não me engano, e foi amor a pirmeira vista, isso lá em 2009 ou 2010, não lembro direito, morava em Mauá ainda. Nos mudamos pra Jaú, e apartir daí, eu e meu irmão andavamos na pista, tinha muita vergonha na época, então não trocava ideia com os caras, mas surtava de ver o Lucão, Felipe, Caio Loko, Jorge, Bonilha, Rufino, Saba, Boneco e vários outros manos distruirem a pista. Em 2013, comecei a trabalhar no mercado e os empacotadores andavam de skate tbm, começamos a andar juntos, e a partir daí, todos esses meus amigos do mercado pararam de andar depois de um tempo e eu nunca mais parei até hj. Conheci os caras, fiz diversas amizades e to aí até hoje, porém, por muito tempo andei sozinho mesmo depois dos meu amigos terem parado, justamente pela febre de andar, aprender manobra e tudo mais, mas ainda tinha vegonha de trocar ideia com os caras, depois que conheci os caras, ficou tudo muito mais fácil e divertido.


E a arte? Qual sua relação com ela? De onde surgiu o interesse de lidar com vídeo, fotografia, desenhos, música...

Martinez -

Eu cresci no meio da arte, tudo essas paradas envolvidas. Meu irmão tinha banda, desenhava, andava de Skate. Fui absorvendo tudo desde moleque... sempre gostei de desenhar, passava quase o dia todo rabiscando, na epoca da escola me dei muito mal por isso kkkk Apesar de gostar muito de desenho, nunca imaginei que hj seria tatuador. O interesse por videos foi desde o inicio no skate, aqui no meu bairro tinham muitos skatistas, e os caras ja viviam filmando por todo lado, ai quando conheci o Jorge Pinguim, ele passou toda essa visão pra mim, aprendi quase tudo com ele e curti pra caralho! Mais um vicio graças ao skate.

Juninho Araujo - Skate e arte caminham junto na minha opinião , a maneira de se expressar em cima do skate é simplesmente arte , as marca na parede dos wallride é um tipo de arte, reabitar um espaço esquecido pela população da cidade e naquele espaço você dar vida e movimento andando de skate, também é pura arte! No meu primeiro contato com skate já via que skate vídeo tava ligado um ao outro, sempre vendo os cara mais velhos sempre estavam filmando todas aquela sessão zoeira, também sempre recebendo as revistas mais velhas que os caras tinham , que era passada de mão em mão! A Vontade de querer mostra que aqui no interior de SP também exista skate, igual nos vídeos que nós sempre vimos , foi aí que através de um canal no YouTube entrei de vez nesse mundo do vídeo e da fotografia.

Douglas -

A música apareceu na minha vida bem antes disso, tocava na igreja logo que mudei pra Jaú, em 2010 ou 2011, e sempre tive uma certa “facilidade” em aprender a tocar instrumentos, hoje eu sei tocar, violão, guitarra, baixo, teclado, bateria, pandeiro e mais alguns aí kkkkk, ainda dou uma arriscada cantando também, mas sempre levei como hobbie e diversão, nunca como profissão, até hoje é assim. O vídeo e a foto surgiram na minha vida graças ao skate, sempre filmava e fotografava meus amigos, mas nunca via aquilo como algo pra se levar pra frente, fazia porque

gostava mesmo, até que a frequência disso me fez pegar gosto cada vez mais, aí se tornou uma paixão, aprendi a editar vídeos, fotos, investi em cursos, aprendi muito no tempo que trabalhei na Willian Radical e na DR7, e desde então tem sido constantemente um aprendizado, sou muito grato ao skate por isso, pois hj em dia é minha profissão e é algo que eu realmente me identifico, O quanto, na opinião de vocês, o skate e a arte precisam interagir e o que uma coisa pode ensinar pra outra?

Juninho Araujo - Como disse, os dois andam juntos, muito difícil você falar de skate e não lembrar de arte , estamos sempre lembrando “daquela foto, daquele vídeo”, a arte de customizar a própria roupa pra agregar no seu próprio estilo de skate , então os dois estão ligados diretamente!

Douglas -

No meu ponto de vista, o skate é arte! É impossível dizer que uma manobra é melhor que a outra ou que um skatista é melhor que outro, até por que cada um tem a sua maneira de se expressar, claro que existem diferentes dificuldades de manobras, senão não existiriam os campeonatos, mas nunca irá existir alguém melhor que outro alguém no meio do skate, pra mim isso é a verdadeira arte, cada um poder se expressar como quer livremente, se o cara ou a mina quer dar uma trick na parede, isso é foda demais, assim como tem o cara ou a mina que quer andar em corrimão gigante, em borda pequena, freestyle, etc... e isso também é foda demais! O skate proporciona uma infinidade de possibilidades, assim como a arte em todas as suas vertentes também proporciona. Mas o skate vai muito alem disso, vai desde a roupa, até o estilo de música, se vc tem tatuagem ou não, se vc bebe ou não, fuma ou não, se vc é gay ou não, no fim de tudo, foda-se, nada disso importa, o que realmente importa é se você está sendo você mesmo qskate e se principalmente vc ta realmente se divertindo com a sua maneira de se expressar no skate, isso é a verdadeira arte, isso é o verdadeiro skate e foda-se o resto.

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foto: João Mattielo

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Juninho Araújo - b/s wallride foto: Jay Mattielo


Cada um possui projetos distintos e pessoais, como conversam entre si? Como é a dinâmica de vocês para que aconteçam? Martinez -

Ah é muito foda mano, temos nossos projetos fora do skate mas na real tamo sempre junto, um fortalecendo o corre do outro.. isso é até uma parada que falta pra galera aqui de Jau.

Juninho Araujo -

Estamos sempre juntos. Conversamos quase todos os dias, Sempre tentamos bater a agenda de todos para se encontrar! Esse projetos conversam entre si, por conta de todos os 3 estarem presente no começo de cada projeto pessoal de cada um, sempre dando uma força!

Douglas -

Acredito eu que apesar de serem projetos distintos, todos são arte, cada um no seu segmento, logo todos estão ligados nesse ponto. E cada um deles tem algo a acrescentar na marca, por exemplo, meu trabalho de vídeo e fotografia me proporcionou equipamentos muito bons e uma experiência muito boa em filmagens e fotografia, que também servem para produzir contúdos para a FullNectar, assim como a experiência do Juninho com o atelie dele, a Loja 202, proporcionou um conhecimento muito grande em materiais, tecidos, costuras, venda, marketing, logística e várias outras coisas. E pela parte do Felipe com as tatuagens, proporcionou uma melhor visão e desenvolvimento das artes das estampas das camisetas, do logotipo, de toda parte da identidade visual da marca, entre outros.

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Douglas Oliveira - Ollie North foto: Jay Mattielo


ma coisa o Felipe e o Juninho, então chegamos na conclusão que a e fora isso serão imagens complementares digamos assim, de vários outros skatistas. O projeto ainda está muito no começo, vamos filmar e fotografar muita coisa pela frente ainda, mas tenho certeza que quando lançarmos vai revolucionar a cena do skate no interior, anota isso que eu to te falando kkkkk.

O que vocês falariam para uma molecada que ta começando, seja no skate, seja na arte, fotografia, vídeo... algum conselho? Martinez - Meu conselho é simples.. se você quer algo corre atrás e não se importe com a opinião dos outros.

Juninho

Araujo Seja apenas você mesmo , tanto no skate quanto na arte ou na fotografia!

Douglas - independente do que vcs escolherem, vai ser muito difícil, vai ser muito demorado, vai exigir de vcs muita persistência, dedicação, força

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de vontade e atitude. Porém, vocês só vão seguirem e serem pessoas realizadas naquilo que escolherem se vocês realmente fizerem por amor, não por interesse, por dinheiro, por fama ou qualquer outra coisa, se vocês entrarem com essa ideia, podem esquecer, não vão chegar em lugar nenhum, mas se fizerem por amor aquilo, vai ser algo que vai se tornar um vício, vocês vão querer aquilo todo dia, toda hora, todo momento, e o melhor de tudo, isso não faz mal a saúde kkkkkk. Suas conquistas vão ser gradativas, vão acompanhar sua evolução natural naquilo. Enfim, façam sempre por amor, sonhem grande mas nunca se esqueçam de viver o momento, um degrau de cada vez, quando menos perceberem, vocês vão estar fazendo algo que gostam, sendo reconhecidos mas tudo isso por consequência. interesse! E na moral, não há nada que pague isso, é uma sesação fantástica e inesplicável, aprendam a comemorar saudávelmente cada conquista e procurem fazer delas, motivação para a próxima, o skate ensina muito isso. Muita fé!


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IA GALERIA G GALERIA GAL IA GALERIA G GALERIA GAL IA GALERIA G GALERIA GAL


Emerson Alvarez - downhill power slide h foto: Jay Mattielo


Zininha - f/s smith grind foto: Jay Mattielo


Juninho Silvério - Ollie foto: Jay Mattielo


Emerson Alvarez - b/s boardslide foto: Jay Mattielo


Samuel Domingues - b/s noseslide foto: Jay Mattielo


Diogo Odilon - Flip foto: Jay Mattielo


Gabriel Prado - b/s tailslide foto: Jay Mattielo


Jay Mattielo - b/s noseslide foto: Pedro Maróstica


Zininha - 360° Flip foto: Jay Mattielo


Samuel Domingues - Ollie gap foto: Jay Mattielo


AGRADECIMENTOS

Foi um longo processo tanto de criação quanto mental, materializar essa ideia, desde os primeiros rabiscos, à apresentação do meu TCC, uma pandemia, varios surtos , alterações e adiadas para lançar a primeira edição. Momentos de pensar em desistir, de me auto sabotar e de exausto mental... mas o skate me ensinou a cair, levantar e tentar de novo, que uma hora a trick sai! Agradeço essa edição a todos que me apoiaram na ideia e me ajudaram a fazer acontecer! Agradeço aos skatistas Douglas Oliveira, Juninho Araújo, Felipe Martinez, Emerson Alvarez, Juninho Silverio, Samuel Domingues, Zininha e todos os demais que passaram pela minha vida e lentes, por todas a vivências que junto com o skate me proporcionaram e a possibilidade de ter feito essa primeira edição da A CENA. Sem vocês, nada disso seria possível!

MUITO OBRIGADO! ATÉ A PRÓXIMA E BOAS SESSÕES!


FIM


SETEMBRO - 2021


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