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FOTOS: SGT PAULO REZENDE / Agência Força Aérea

RESGATE EM COMBATE

M

issões de busca e salvamento fazem parte do cotidiano das unidades da FAB. Sempre que há uma aeronave civil ou militar desaparecida, aviões e helicópteros decolam para salvar vidas. Mas como seria em uma guerra? “A diferença é a presença do inimigo dentro do cenário no momento de resgate do evasor”, responde o Tenente-Coronel Aviador Jorge Sampaio, da Segunda Força Aérea (II FAE), responsável pelas unidades aéreas de helicópteros, de patrulha e de busca e salvamento da FAB. Ele foi um dos 200 militares que estiveram em Campo Grande (MS) entre os dias 29 de agosto e 11 de setembro para o exercício operacional CSAR 2014. A sigla CSAR vem do inglês Combat Search and Rescue, ou, busca e salvamento em combate. Nas missões diárias de treinamento, um militar era deixado sozinho “atrás das linhas inimigas”. Ele seguia para uma posição escondida e era buscado por aeronaves amigas. Por meio de códigos pré-estabelecidos, o sobrevivente fazia contato com os helicópteros, prontos para o salvamento. O problema é que helicópteros são ideais para salvamentos, mas a baixa velocidade os tornam alvos fáceis. Em solo, também poderia haver tropas inimigas prontas para capturar o militar perdido ou até derrubar as aeronaves

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Out/Nov/Dez/2014

Aerovisão

CAMPO GRANDE

AEROVISÃO Nº 242 Out/Nov/Dez - 2014  

Operacional

AEROVISÃO Nº 242 Out/Nov/Dez - 2014  

Operacional