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CAP THIAGO SOUZA / 1º GAVCA

MAJ LEONARDO HONORÁRIO MACEDO / Esquadrão Pacau

SGT PAULO REZENDE / Agência Força Aérea

alcance visual. Equipados com radares Grifo e mísseis Derby, os F-5EM podem travar combates a distâncias superiores a 50 ou 60 quilômetros. A operação Sabre também contou com a participação do Primeiro Grupo de Defesa Antiaérea (1° GDAAE), responsável por representar as ameaças vindas do solo, e de uma Aeronave Remotamente Pilotada Hermes 450. “Até então havíamos empregado a aeronave em missões de reconhecimento aéreo em eventos como a Copa das Confederações, a Copa do Mundo 2014 e a Operação Ágata, mas tudo de forma independente, isolada. Na Sabre, o contexto de atuação é novo, pois a operação está pautada na integração de sistemas tripulados e não tripulados”, explica o Tenente-Coronel Aviador Renato Alves de Morais, Comandante do Esquadrão Hórus. Segundo o Comandante, entre as vantagens de utilização desse tipo de aeronave estão a preservação do recurso humano, a elevada autonomia e a baixa chance de ser detectada, comparando com aviões que comportam tripulação. “Essas características, associadas à interoperabilidade das aviações, é um tendência para o combate aéreo moderno”, finaliza.

CB VINÍCIUS SANGTOS / Agência Força Aérea

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Aerovisão

Out/Nov/Dez/2014

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AEROVISÃO Nº 242 Out/Nov/Dez - 2014  

Operacional

AEROVISÃO Nº 242 Out/Nov/Dez - 2014  

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