Artemisa Repa soprano
Diplomou-se em 2003 com nota máxima na Accademia delle Arti di Tirana e especializou-se em 2006 junto ao Conservatório de Música Santa Cecília de Roma, classificando-se em primeiro lugar entre mais de 100 cantores de diversas nacionalidades. Vencedora de numerosos concursos internacionais, entre eles o Concurso Internacional Gioacchino Rossini, de Wildbad (Alemanha, 2003), Concurso Lírico Enrico Caruso, de Milão (2004), Concurso Internacional Martinelli-Pertile, de Montagnana (Itália, 2004), e o Concurso Internacional Marja Kraja, de Tirana (Albânia, 2004). Artemisa fez masterclass com Mirella Freni, Raina Kabaivanska, Kátia Ricciarelli, Mietta Sighele, Giovanna Canetti, Renato Scoto. Atualmente reside em São Paulo, onde estuda com a maestrina Mariana Cioromila. Participou como solista em concertos na Itália e no exterior na Sala Santa Cecília do Auditorium Parco della Musica, em Roma (2004), na Igreja de Santa Irene, em Istambul (2007), no Theatro São Pedro (2009) e no Mosteiro de São Bento (2010), em São Paulo. Foi protagonista em diversas óperas: Serpina, em La Serva Padrona (2001); Carolina, em Il Matrimonio Segreto; Lucy, em Il Telefono (2003); Giulia, em La Scala di Seta (2003); Giulietta, em Capuleti e Montecchi (2008); Gilda, em Rigoletto (2010). Em 2010, Artemisa foi intérprete solista na Petite Messe Solennelle, de Rossini, no Teatro Bradesco, e na Homenagem a Pergolesi no Mosteiro de São Bento, em São Paulo. Em 2011 foi solista em um recital de árias líricas no Teatro Nacional Claudio Santoro, em Brasília.
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Thiago Lacerda ator A carreira profissional de Thiago Lacerda começou em 1997, na TV Globo, onde participou de mais de 20 trabalhos, entre eles novelas, minisséries, especiais e seriados. Nestes 14 anos, destacamos suas atuações nas novelas Terra Nostra, Páginas da Vida e Viver a Vida, além das minisséries Hilda Furacão, Aquarela do Brasil e A Casa das Sete Mulheres, trabalho que lhe rendeu o prêmio de Melhor Ator no Festival INTE, em Miami, no qual interpretou o herói italiano Giuseppe Garibaldi. No teatro, Thiago destacou-se pela montagem de textos clássicos e importantes da literatura universal, como O Evangelho Segundo Jesus Cristo, baseado na obra do escritor português José Saramago, com direção de José Possi Neto. No Círculo das Luzes, de Doc Coparato, com direção de Ulysses Cruz, foi outra montagem encabeçada pelo ator. Sua peça mais recente, Calígula, baseada na obra de Albert Camus, foi adaptada pelo crítico, jornalista e escritor Dib Carneiro e teve a concepção e a direção geral de Gabriel Villela. Em seis anos, Thiago participou de cinco longas-metragens, sendo A Paixão de Jacobina, de Fábio Barreto; Irmãos de Fé, de Moacyr Góes; Muito Gelo e Dois Dedos D’água, de Daniel Filho; Segurança Nacional, de Roberto Caminatti, este ainda a ser lançado; e o grande sucesso de público e critica Se Eu Fosse Você, também do diretor Daniel Filho. Ainda no meio cinematográfico, Thiago pode experimentar outra linguagem interpretativa, difícil, porém prazerosa: a dublagem. Ele foi o ator escolhido, duas vezes, pela Dreamworks, de Los Angeles, para dublar em língua portuguesa os principais personagens das animações Sinbad, a Lenda dos Sete Mares, no qual fez a voz do próprio Sinbad, e também de Megamente, no qual deu voz ao super herói Metroman. (Texto de Ivan Neves)
PREFEITURA DA CIDADE DE SÃO PAULO Prefeito Gilberto Kassab SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA Secretário Carlos Augusto Calil THEATRO MVNICIPAL DE SÃO PAULO Diretora Beatriz Franco do Amaral Diretor Artístico Abel Rocha
Produzido pela Seção de Divulgação, Redação Artística e Programação Visual do TMSP
JAMIL MALUF regente Natural da cidade de Piracicaba, Jamil Maluf graduou-se em Regência Orquestral na Escola Superior de Música de Detmold, na Alemanha, sob a orientação do maestro Martin Stephani. Durante sua permanência de seis anos na Europa, Jamil regeu diversas orquestras e participou dos Seminários para Regentes com o maestro Sergiu Celibidache. Em 1980, regressando ao Brasil, assumiu o cargo de regente titular da Orquestra Sinfônica Jovem Municipal, da Secretaria Municipal de Cultura da Cidade São Paulo. Em 1990, no âmbito dessa Secretaria, Jamil Maluf criou e tornou-se o regente titular e diretor artístico da Orquestra Experimental de Repertório. Foi também regente titular e diretor musical da Orquestra Sinfônica do Paraná. Atuou como regente da Orquestra e professor de Regência nos 12º e 34º Festivais de Inverno de Campos do Jordão, sendo freqüentemente convidado a dirigir os principais conjuntos sinfônicos do país. Por quatro vezes recebeu o prêmio de Melhor Regente de Orquestra pela APCA, o Prêmio Carlos Gomes, na categoria de Melhor Regente de Ópera e o Prêmio Maestro Eleazar de Carvalho, como Personalidade Musical do Ano, concedido pelo Governo do Estado de São Paulo. Como compositor de trilhas sonoras para teatro recebeu os prêmios APETESP, APCA e PANAMCO. A partir de 1987, Jamil Maluf idealizou e apresentou os programas Palheta, na Rádio Cultura FM, e Primeiro Movimento, na TV Cultura, da Fundação Padre Anchieta. De 2005 a 2009, foi diretor artístico do Theatro Municipal de São Paulo. Autor de vários projetos inovadores, vem dirigindo concertos, óperas e balés, em que sua marca de qualidade e poder de comunicação cultural são uma constante.
Cinema em Concerto
Orquestra Experimental de Repertório
O Cinema Italiano
ilustracoes de Federico Fellini para o filme..........
parceiros do tmsp
Temporada 2011 – 21 de agosto, 11h
Cinema em Concerto
O Cinema Italiano Amarcord
direção Federico Fellini. música Nino Rota
Amarcord 5min A Estrada da vida
direção Federico Fellini. música Nino Rota
Suíte La Strada 10min Introdução - Solitudine e pianto di Zampanò “È arrivato Zampanò” I tre suonatori e Il “Matto” sul filo
JAMIL MALUF regência e direção musical aRTEMISA REPA soprano THIAGO LACERDA mestre de cerimônia
Era uma Vez na América direção Sergio Leone. música Ennio Morricone orquestração Henry Mancini Deborah’s Theme 5min Artemisa Repa soprano A Vida é Bela direção Roberto Benigni. música Nicola Piovani Buongiorno Principessa 5min Artemisa Repa voz Grad Hotel - Fox Trot 2min Il Carrarmato 2min Cinema Paradiso direção Giuseppe Tornatore. música Ennio Morricone orquestração Henry Mancini Theme from Cinema Paradiso 5min A Missão direção Roland Joffé. música Ennio Morricone orquestração Henry Mancini The Mission / Gabriel’s Oboe 6min intervalo 15min O Poderoso Chefão I
direção Francis Ford Coppola. música Nino Rota
Love Theme 3min O Poderoso Chefão II
direção Francis Ford Coppola. música Nino Rota
End Title 4min A Doce Vida
direção Federico Fellini. música Nino Rota
La Dolce Vita 7min
N
ascido em 1946, o romano Nicola Piovani se formou em piano no Conservatório Giuseppe Verdi, de Milão, e foi aluno de composição do grego Manos Hajidakis. Entre suas obras concertantes, destaca-se Reflex, concerto para dois pianos escrito para as irmãs Katia e Marielle Labèque. O ponto forte, contudo, são as trilhas para longametragens, às quais vem se dedicando desde 1970, tendo trabalhado com alguns dos mais importantes cineastas italianos do século XX, como Marco Bellocchio (O Monstro na Primeira Página); Mario Roberto Benigni e ......... ............. em intervalo de A Vida é Bela
Giulietta Masina em La Strada; cena de O Poderoso Chefão, com Marlon Brando e ................ . ..................; Marcello Mastroianni e .......... . . . ........ em La Dolce Vida
Monicelli (As Duas Vidas de Mattia Pascal); Irmãos Taviani (Noites com Sol); Nanni Moretti (Meu Caro Diário) e Federico Fellini (Ginger e Fred, A Voz da Lua, Entrevista), entre outros. A parceria com Roberto Benigni rendeu O Tigre e a Neve (2005), Pinóquio (2002) e a comédia dramática da II Guerra Mundial, A Vida é Bela (1997). Vencedor do Grande Prêmio do Júri no Festival de Cannes, em 1998, o filme ganhou o Oscar de melhor ator, melhor filme estrangeiro e também o de melhor trilha sonora. Depois de receber o prêmio, o músico comentou: “espero que o Oscar esclareça de uma vez por todas que Nicola Piovani é um ser humano de carne e osso”, referindo-se ao boato de que seu nome fosse apenas o pseudônimo de outro compositor italiano de música para cinema – o também romano Ennio Morricone. Nascido em 1928, e filho de um trompetista de jazz, Morricone começou a compor aos seis anos de idade. Estudou o instrumento do pai, tornando-se posteriormente aluno de composição de Goffredo Petrassi (1904-2003), cujo neoclassicismo se tornou a maior influência da música “absoluta” (como ele designa sua produção concertista, em oposição à música “aplicada”, para as telas), de Morricone, terreno no qual ele produziu cerca de 50 criações, incluindo Vozes do Silêncio, para as vítimas do atentado do 11 de Setembro de 2001, em Nova York. Seu passaporte para a posteridade, de qualquer forma, são as nada menos de 500 trilhas sonoras para cinema, que estabeleceram um paradigma nesta área, devido à orquestração inventiva e à felicidade melódica. A lista de cineastas com que trabalhou praticamente forma uma pequena enciclopédia do cinema italiano, de Gillo Pontecorvo a Pier Paolo Pasolini, passando por Bernardo Bertolucci, Elio Petri, os irmãos Taviani, Lina Wertmüller e outros.
Contudo, o diretor ao qual está mais associado é Sergio Leone (1929-1989), cujos “western spaghetti” da década de 1960 (Por Um Punhado de Dólares; O Bom, o Mau e o Feio) ofereceram a Morricone o primeiro caminho para a fama. Mais tarde, a dupla voltaria a trabalhar no filme de gângsters de Nova York, Era Uma Vez na América (1984), estrelado por Robert de Niro. Os anos 1980 parecem ter sido efetivamente um período dourado na produção de Morricone: dois anos depois de Era Uma Vez na América, ele emplacou a trilha de A Missão (1986), épico de Roland Joffé, ambientado nas missões jesuíticas da América Latina. A década ainda foi marcada pela trilha do nostálgico Cinema Paradiso (1988), de Giuseppe Tornatore. Em 2007, o compositor recebeu um Oscar honorário, pelo conjunto de sua produção. Os três temas de Morricone que ouviremos no programa de hoje foram orquestrados por Henry Mancini (1924-1994), norte-americano de Cleveland e filho de imigrantes italianos cujas criações mais célebres são a canção Moon River e o tema da Pantera Cor-de-Rosa. Já o milanês Giovanni Rota Rinaldi, artisticamente conhecido como Nino Rota (1911-1979), pode ser classificado de menino-prodígio: seu primeiro oratório, A Infância de São João Batista, foi escrito aos 11 anos de idade, enquanto a ópera Il Principe Porcaro (O Príncipe Guardador de Porcos), baseada em Hans Christian Andersen, foi composta aos 15. Ainda na infância, mudou-se para Roma, finalizando os estudos no Conservatório de Santa Cecília, em 1929, com o célebre compositor Alfredo Casella (1883-1947). Incentivado pelo legendário maestro Arturo Toscanini, foi bolsista do Instituto Curtis, na Filadélfia (EUA), estudando composição com Rosario Scalero e direção orquestral com outro mito da regência, Fritz Reiner. De volta à Itália, formou-se em literatura na Universidade de Milão. Amigo pessoal de Igor Stravinsky,
desenvolveu forte atividade pedagógica como professor e, posteriormente, diretor do Conservatório de Bari (de 1950 até sua morte, em 1979). Sua produção fora das telas é numerosa, incluindo balés, obras orquestrais e óperas, dentre as quais se destaca O Chapéu de Palha de Florença, executada em São Paulo pela Orquestra Experimental de Repertório, regida por Jamil Maluf, em 1993, 2003 e 2007. Mas a parte mais célebre de sua obra são mesmo as 150 trilhas de filmes para obras-primas de mestres do quilate de Luchino Visconti, Franco Zeffirelli, Mario Monicelli e King Vidor, entre outros. Entre elas, talvez as mais difundidas sejam as que Rota escreveu para O Poderoso Chefão (1972) e O Poderoso Chefão II (1974), de Francis Ford Coppolla - esta última lhe rendeu o Oscar de melhor trilha sonora. O Tema de Amor, em especial, tornou-se uma daquelas melodias assobiadas e reconhe-
cidas mesmo por quem nunca viu, e por consequência ouviu o filme, nem ouviu falar em Rota. Todavia, sua parceria mais prolífica foi com Federico Fellini (1920-1993). Rota escreveu todas as trilhas de Fellini entre Abismo de um Sonho (1952) e Ensaio de Orquestra (1979), fornecendo o complemento sonoro ideal para o mundo onírico do cineasta de Rimini. O programa de hoje mostra três facetas bastante distintas dessa colaboração: A Doce Vida (1960), em que Marcello Mastroianni encarna um jornalista no mundo das celebridades; Amarcord (1973), comédia dramática de toques autobiográficos que retrata a cidade natal do cineasta na época de sua infância, sob o fascismo; e A Estrada (1954), na estética neorrealista que marca a produção inicial de Fellini, estrelando sua mulher, Giulietta Masina. Irineu Perpetuo
Pablo Castellar direção de produção e coordenação artística. Cristiane Rossetto produção executiva. André Agra consultoria de áudio e vídeo. mari Savarese assistente de produção. ARTeMUNDI produções culturais ltda. produção
Orquestra Experimental de Repertório Regente Titular JAMIL MALUF. Regente Assistente THIAGO TAVARES. Primeiros violinos CLAUDIO MICHELETTI (spalla), ANA CAROLINA R. GUIMARÃES, ARIEL RIBEIRO SANCHES, DANILO FERREIRA DA SILVA, DÉBORA OTT FALCÃO, ENOQUE MEIRELES, GABRIELA DA SILVA FOGO, LUIZ GUILHERME NÓBREGA, MARCO AURÉLIO B. FERRI, RENAN BARBOSA RODRIGUES, RENATO PEREIRA DA SILVA, RODOLFO GUILHERME DA SILVA, WANESSA NUNES DOURADO, WELLINGTON DE OLIVEIRA SILVA, WELLINGTON R. GUIMARÃES e WILLIAN GIZZI RODRIGUES ARAÚJO. Segundos violinos LUIS FERNANDO F. DUTRA (monitor), CAIK RODRIGUES DA SILVA, DANILO ALVES DA SILVA, DIOGO AMORIM SILVA, DOUGLAS DE SOUZA ARAÚJO, EVALDO ALVES DOS SANTOS, HENRIQUE FRANQUIM, JESSÉ XAVIER REIS, JONAS ALVES DE SOUZA, LETÍCIA CARVALHO ANDRADE, LUCAS OLIVEIRA DA SILVA, PAULO GONÇALVES, PAULO LUCAS MOURA DA SILVA, RAMON RODRIGUES DE ANDRADE, RÔMULO DE OLIVEIRA R. MOREIRA e THAIS DE SOUZA MORAIS. Violas ESTELA CEREZO ORTIZ (monitora), GUILHERME CARDOSO BOMFIM, JOEL ALVES MANOEL, LUIS GUSTAVO B. ASSUMPÇÃO, MARLON CAIO OSHIRO, MAURO KOITI SHIMADA, PEDRO DE CAMARGO FLORENCE, RAFAEL C. MARTINEZ, RODRIGO RAMOS MEDEIROS e THIAGO NERES DA SILVA. Violoncelos JÚLIO CEREZO ORTIZ (monitor), DOUGLAS PEREIRA, ELTON SILVA DE ARAÚJO, FRANKLIN MARTINS CHAVES, LEANDRO TENÓRIO DE SOUZA, LUIZ AMÉRICO SENA FONSECA, PATRICIA REZENDE VANUCI, RAFAEL DE CABOCLO COSTA, RODRIGO LEANDRO DO PRADO e YGOR GALINDO GHENSEV. Contrabaixos ALEXANDR IURCIK (monitor), ADRIANO COSTA CHAVES, DANIEL SÉRGIO DE CAMARGO, FERNANDO CARNEIRO TOSTA, GUSTAVO ROBERTO NOGUEIRA QUINTINO, HARAN MAGALHÃES RODRIGUES, JULIO CÉSAR MARTINS NOGUEIRA DA SILVA e MARCOS PAULO MAGNI. Flautas MARCOS KIEHL (monitor), FELIPE MANCZ, HENRIQUE AUGUSTO AMADO e JULIA DONLEY MESQUITA GONZALES. Oboés TÁLITA CAPRA (monitora), ANDRÉA DA SILVA SILVÉRIO, MARCOS VINICIUS F. VICENSSUTO e RAFAEL FELIPE ZACARIAS. Clarinetes ALEXANDRE TRAVASSOS (monitor), EVANDRO ALVES P. MACHADO, GLEYTON LADISLAU PINTO e PAULA ANDRADE PIRES. Fagotes JOSÉ EDUARDO FLORES (monitor), ANDRÉ RAMOS SANCHES, FILIPE DE CASTRO e MATHEUS ARAÚJO B. DO AMARAL. Trompas WESLEI DE LIMA (monitor), EDSON RODRIGO NASCIMENTO, ERIC GOMES DA SILVA, GERSON PIEROTTI, JOSÉ LUIS DE ANDRADE JÚNIOR e JOSÉ LUIS GUEDE VEGA. Trompetes LUCIANO JOSÉ DE MELO (monitor), MAURO STAHL JR., MICHEL DE OLIVEIRA MACHADO e ROGER SIDDARTHA VIGANO BRITO. Trombones JOÃO PAULO MOREIRA (monitor), ANDRÉ DA SILVA MACHADO, ARTHUR DA SILVA RITA, EDUARDO MACHADO e HENRIQUE AUGUSTO MORAES DE GÓES. Tuba SÉRGIO TEIXEIRA (monitor). Piano ERIKA RIBEIRO (monitora). Harpa MARCELO PENIDO (monitor). Percussão RICHARD FRASER (monitor), DANILO AUGUSTO VALLE, THIAGO SOARES LAMATTINA, RODOLFO VILAGGIO ARILHO e SÉRGIO RICARDO COUTINHO. Coordenação RONALDO RIBEIRO MARIANO. Inspetor ALEXANDRE GREGANYCK. Chefe Administrativo MARIA FILOMENA IANNELA. Instrutor Cultural MARIA TERESA GALANI. Arquivistas MARIA CLÁUDIA RIBEIRO e BRUNO LACERDA. Montador PAULO RICARDO DE ALMEIDA. Apoio Administrativo HELENA BISPO DOS ANJOS.