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Centro de Referência e Pesquisa do Alzheimer - Nair Camargo

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Centro de Referência e Pesquisa do Alzheimer Nair Camargo


Centro Universitário Belas Artes de São Paulo Curso de Arquitetura e Urbanismo - Trabalho Final de Graduação

Ornella Rodrigues Fernandes

Professor orientador: Profª. Denise Xavier

São Paulo 2019


À memória de Nair Camargo da Silva


Agradeço, primeiramente à Deus, pelo dom da vida e por ter me conduzido e proporcionado tanto para chegar até aqui. Aos meus pais, Iraldo Fernandes e Telma Rodrigues, Por serem minha base. Me fortalecerem a cada dia com amor, carinho, incentivo e força. Minha irmã, Gabriela Fernandes, por participar de toda minha trajetória, pela companhia e motivação. Agradeço aos responsáveis pela escolha do tema, meus avós. Elisa Fernandes e Otagiba Rodrigues, e em memória de Nair Camargo e Militão Fernandes.

A todos os colegas e familiares qυе direta ou indiretamente participaram da minha formação, о meu muito eterno agradecimento. Sou grata aos meus amigos Cristiana, Eloisa, Fayra, Giovanna, Hugo, Nádia, Juliana, Juliana A.,Luna, Marcela, Vitória. Em especial à Roberta por todo apoio e incentivo diário. A todos os professores que tive a oportunidade de adquirir ensinamentos. Especialmente à minha orientadora e amiga, Professora Denise Xavier, agradeço a orientação incansável e a confiança que tornaram possível a realização deste trabalho. Profissional que admiro e levo como exemplo.

Agradecimentos


Sumário


Apresentação 1. Idosos: alimentação saudável x expectativa de vida - p.9 2. A longevidade no Mundo - p.10 3.1 Longevidade no Brasil - p.11 3.2 Alteração da Pirâmide Etária do Brasil - p.12 3.3 Expectativa de vida nas regiões brasileiras - p.13 3.3.1 Região de São Paulo - p.14 4.1 Elevação de Doenças Senis - p.15 4.2 Países Desenvolvidos x Menos Desenvolvidos - p.15 5.1 Doença de Alzheimer - p.16 5.2 Os 5 “AS” da Doença de Alzheimer - p.17 5.3 Alzheimer e a Ordenação Arquitetônica do ambiente - p.18 5.4 Metodologias de Tratamento - p.20 5.4.1 Tratamento não Farmacológico - p.21 5.4.2 Tratamento Farmacológico - p.22 Proposta 6.1 Conceitos Principais - p.24 6.2 Objetivo da Proposta - p.24 Localização 7.1 História do Bairro - p.26 7.3 Mobilidade Urbana do Bairro - p.27 7.4 Cultura - p.27 8.1 Escolha do Terreno - p.27 8.2 Área do Terreno e Legislação - p.28 8.3 Imagens do Terreno e Entorno - p.29 8.4 Gabarito das Edificações - p.31 8.5 Uso e Ocupação de Solo - p.32

Propostas de parceria 9.1 GRAACC - Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer - p.34 9.2 UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo - p.37 9.3 Hospital São Paulo - p.39 Referências projetuais 10.1 Lar de idosos Peter Rosegger - p.42 10.2 Edfício Residencial para Idosos - p.48 Partido arquitetônico 11.1 Desenvolvimento do Partido Arquitetônico - p.52 11.2 Diagramas - p.53 12.1 Elaboração Programa de Necessidades - p.54 12.2 Quadro Comparativo de Áreas - p.55 12.3 Quadro de Legislação do Projeto - p.56 Projeto 13.1 Desenhos Técnicos - p.58 14.1 Componentes - p.70 14.2 Qualidade Ambiental - p.71 14.3 Estrutura - p.72 15.1 Perspectivas Externas - p.73 15.1 Perspectivas Internas - p.78 Referências Sites Consultados - p.84 Referências Bibliográficas - p.85 Bibliografias Consultadas - p.86 Figuras, Mapas e Tabelas - p.88


7

Apresentação


8

O presente trabalho tem como proposta desenvolver uma Clínica de longa permanência para portadores de Alzheimer na região sul de São Paulo, no bairro Vila Clementino pertencente ao distrito da Vila Mariana. Essa instituição terá como objetivo tratar e acolher pacientes portadores de D.A., fornecendo infraestrutura para o desenvolvimento de terapias de estímulo cognitivo, social e físico. Visando a melhora e bem estar dos pacientes e melhorando suas relações familiares. A tecnologia na fabricação de alimentos, o aperfeiçoamento das técnicas na área da medicina, e as mudanças de hábitos para uma vida mais saudável, vem provocando um aumento da expectativa de vida da população mundial e brasileira. Outro fator relevante é a queda na taxa de mortalidade e fecundidade, que junto com aumento da expectativa de vida, vem fazendo com que a pirâmide etária do Brasil se comporte de maneira diferente. As projeções de crescimento no Brasil, comprovam esses

fatores, e para 2025 a estimativa é de 32 milhões de indivíduos com 60 anos ou mais (NETTO; YUASO; KITADAI, 2005). Junto com esse quadro de alteração da longevidade da população, a elevação no número de doenças senis é diretamente proporcional. Tendo a cada ano aproximadamente 10 milhões de novos casos de demência registrados no mundo. Dentre essas síndromes, a Doença de Alzheimer é uma das que mais atinge os idosos, principalmente em idades mais avançadas. Considerando toda problemática e dificuldades envolvidas, este projeto busca realizar ambientes apropriados para portadores de Alzheimer, promovendo uma melhor qualidade de vida e interação social para esse público. É de grande relevância garantir confiança e conforto dos familiares através de espaços que amparem os portadores desta síndrome.

Apresentação


9

O processo de envelhecimento faz parte do ciclo natural da vida, sendo influenciado tanto pelo estilo de vida quanto por fatores genéticos. Além da contribuição dos avanços da medicina e do desenvolvimento de novas tecnologias, que tornam possível controlar inúmeras doenças e aprimorar os procedimentos médicos. A prática regular de exercícios em conjunto com uma alimentação saudável, são medidas que auxiliam no envelhecimento ativo da população. Esse estilo de vida vem sendo cada vez mais adotado pela população mundial, em busca de um envelhecimento saudável que conduza para o bem-estar, conforto, qualidade de vida e maior longevidade.

1. Idosos: alimentação saudável x expectativa de vida


10

Os melhores países Expectativa de vida (anos) Figura 1

86

Espanha

85

Japão

84

Singapura

83

Suiça

82 2016

Os piores países Expectativa de vida (anos) 65 60 55 50 2016

2040

Figura 2 Zimbábue 2016 - 187º 2040 - 193º Rep. Centro-Africana

A partir dos dados apresentados é possível verificar a divergência que há na longevidade das regiões do mundo. Enquanto as primeiras posições são ocupadas por europeus e asiáticos, os últimos lugares ficam com a África. Há uma diferença na expectativa de vida entre os continentes que chega a superar os 30 anos. Além dos fatores históricos e políticos que influenciam essa distância de realidade, há também fatores religiosos e culturais, que nos permitem compreender tal divergência. O médico Rafael Lozano, da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, diz sobre o assunto: “Não há outra forma de caminho para maior expectativa de vida, é preciso investir em educação e saúde, também é necessário ter respostas organizadas e efetivas diante de alguns eventos de grande impacto, como choques demográficos, epidemias ou fome”

2016 - 195º 2040 - 194º Lesoto 2016 - 194º 2040 2040 - 195º

2. A longevidade no Mundo


11

As mudanças de hábitos para uma vida mais saudável, também vem provocando um aumento da expectativa de vida da população brasileira, que alcançou a maior média de 76 anos, segundo a divulgação mais recente feita pelo IBGE em 2017. Segundo as pesquisas realizadas do Ranking mundial de expectativa de vida, o Brasil está colocado em 81ª posição em 2016. As principais causas de mortes no país neste mesmo ano foram: 1.Infarto 2.Acidente vascular cerebral (AVC) 3.Doença de Alzheimer e outras demências 4.Pneumonia 5.Doença pulmonar obstrutiva crônica

85

Em 2040, a estimativa da média de longevidade no Brasil de 78,5 anos, colocando o país na 82ª posição. Sendo as maiores causas de morte: 1. Infarto 2. Doença de Alzheimer e outras demências 3. Diabetes 4. Acidente vascular cerebral (AVC) 5. Pneumonia

75

Melhor Cenário 82,6 anos

80

Média 78,5 anos

Pior cenário 74,9 anos

70 2016

3.1 Longevidade no Brasil

Figura 3

2040


A queda na taxa de mortalidade e fecundidade, junto com aumento da expectativa de vida, vem fazendo com que a pirâmide etária do Brasil se comporte de maneira diferente. Na década de 80, ela era de fato parecida com uma pirâmide, base larga e cume estreito. Atualmente, a parte central da pirâmide passou a se ampliar e a base a se reduzir, ou seja, a população vem envelhecendo e vivendo mais. PIRÂMIDE ETÁRIA BRASILEIRA (2015)

PIRÂMIDE ETÁRIA BRASILEIRA (1980) 75 - 79 70 - 74 65 - 69 60 -64 55 - 59 50 - 54 45 - 49 40 - 44 35 - 39 30 - 34 25 - 29 20 - 24 15 - 19 10 - 14 5-9 0-4

75 - 79 70 - 74 65 - 69 60 -64 55 - 59 50 - 54 45 - 49 40 - 44 35 - 39 30 - 34 25 - 29 20 - 24 15 - 19 10 - 14 5-9 0-4 HOMENS

Figura 4

47,8

PIRÂMIDE ETÁRIA BRASILEIRA (2050)

MULHERES

24,3

41,8

2015

Figura 5 31,7

75 - 79 70 - 74 65 - 69 60 - 64 55 - 59 50 - 54 45 - 49 40 - 44 35 - 39 30 - 34 25 - 29 20 - 24 15 - 19 10 - 14 5-9 0-4

83,5

27,5

Figura 6

77,8

2100

Brasileiros com até 14 anos (em milhões) MULHERES

42,8

2030

2070

HOMENS

12

O número de crianças vai diminuir e o de idosos, aumentar

HOMENS

MULHERES

A situação se torna mais agravante, pois o envelhecimento da população vem ocorrendo de maneira rápida e expressiva sem possuir um preparo para amparar esse público. Diferente dos países desenvolvidos que sofrem essa mudança demográfica e lentamente por décadas. As projeções de crescimento no Brasil para 2025 é de 32 milhões de indivíduos com 60 anos ou mais (NETTO; YUASO; KITADAI, 2005). O IBGE confirma esses dados, segundo o seu último Censo demográfico, em 2020 7,7% da população terá mais que 65 anos.

Brasileiros com mais de 60 anos (em milhões) Figura 7

3.2 Alteração da Pirâmide Etária do Brasil


13

Expectativa de vida ao nascer em 2017 Norte e Nordeste vivem menos que a média nacional 70 a 73 Anos

Analisando a expectativa de vida em cada região brasileira, o Sul e o Sudeste possuem o maior número de população idosa, sendo o estado de Santa Catarina com a expectativa de vida mais elevada, chegando aos 79,4 anos em 2016 em relação à média de 75,51 anos do país. Em contraste com esse dado, os estados do Norte e do Nordeste atingem uma média menor do que a média nacional, apresentando 72,2 anos e 73 anos. Além do mais, esses dados apontam a diferença que há entre as regiões mais desenvolvidas economicamente e as menos desenvolvidas. Os estados do Centro-Sul (desenvolvidos) apresentam números maiores do que as regiões Norte e Nordeste (menos desenvolvidos).

74 a 76 Anos

RR

AP

AM

CE

MA

PA

PI AC

PE

BA

MT DF GO MG

Brasil 76 anos

ES

MS SP

RJ

PR

RS

RS

RN PB AL SE

TO

RO

SC

3.3 Expectativa de vida nas regiões brasileiras

77 a 79 anos

Figura 8


14

Índice de Envelhecimento (Em %) - 1980-2019 Figura 9 80

2019 Total do Estado de São Paulo 78,13

70 60 50 40 30 20 10

1980

1984

1988

1992

1996

2000

2004

2008

2012

2016

2019

População com 60 anos e Mais (Em %) - 1980-2019 16

Figura 10

2019 Total do Estado de São Paulo 78,13

14

Dentro deste contexto, São Paulo apresenta um índice de 78,13% de envelhecimento da população (Figura 9), e a taxa de indivíduos com 60 anos ou mais é de 14,68% (Figura 10) (Projeções confirmadas pelo Seade para 2019).

12 10 8 6 1980

1984

1988

1992

1996

2000

2004

2008

2012

2016

2019

3.3.1 Região de São Paulo


15 4.1 Elevação de Doenças Senis

4.2 Países Desenvolvidos x Menos Desenvolvidos

O aumento da longevidade da população é diretamente proporcional a elevação no número de doenças senis. A cada ano, há aproximadamente 10 milhões de novos casos de demência registrados no mundo. Ou seja, a cada quatro segundos, uma pessoa é diagnosticada com doenças senis. A estimativa da Organização Mundial de Saúde é de que 152 milhões de pessoas serão afetadas até 2050.

No Brasil, iniciamos o processo de envelhecimento mais tardiamente do que os países de alta renda e não sabemos como atender a essa demanda nos dias atuais. Países em desenvolvimento Envelhecimento populacional mais acelerado que o desenvolvimento sócio-econômico

Número de pessoas com demências em países das Américas em 2010 e projeções País

2010

2030

2050

Estados Unidos

3.912.000

6.308.000

9.764.000

Canadá

471.000

817.000

1.251.000

Brasil

1.033.000

2.526.000

5.396.000

Sistemas sociais e de saúde limitados para atender a nova necessidade

Aumento (%) 150

Pessoas com demência (em milhões)

166 422

125

76 milhões

100 México

621.000

1.437.000

3.195.000

Argentina

418.000

703.000

1.164.000

414 178

135 milhões

75 50

44 milhões

Em países de baixa renda

25 Figura 11

Em países de alta renda 2013

2015

2020

2025

2030

2030

Figura 12

2040

2045

2050


16

Projeção futura para a frequência do Alzheimer em milhões de pessoas

115

120 100 80 60 40

65 36

Dentre as demências que atingem os idosos com maior frequência, a Doença de Alzheimer é um quadro que se destaca. A síndrome afeta principalmente idosos em idades mais avançadas, é neurodegenerativa e acomete o funcionamento cerebral, provocando distúrbios progressivos da memória e outras funções cognitivas, afetando o funcionamento ocupacional e social. A estimativa é de que a doença atinja hoje 1,2 milhões de pessoas com mais de 65 anos no Brasil, e o número de casos tende a dobrar.

20 2012

2030

Figura 13

2050

Porcentagem de pessoas com alzheimer por idade

1 em cada 3

Entre 65 e 70 anos 1%

Entre 80 e 89 anos 30%

Entre 70 e 79 anos 7%

90 anos ou mais

60%

pessoas com doenças demenciais são atingidas pela doença

5.1 Doença de Alzheimer


17

Amnésia

Perda parcial ou total da memória.

Anomia

Impossibilidade de nomear ou recordar os nomes dos objetos.

Agnosia

Perda de capacidade para reconhecer o que são os objetos e para que servem.

Afasia

Dificuldade ou perda de capacidade para falar, ou compreender a linguagem dita, escrita e gestos.

Apraxia

Incapacidade para efetuar movimentos voluntários e propositais.

5.2 Os 5 “AS” da Doença de Alzheimer


18

Ambientes adequados favorecem: A Doença de Alzheimer causa grande impacto na família, gera diversas mudanças na sua dinâmica e grandes demandas de saúde. Cuidar de um portador com Doença de Alzheimer requer conhecimento de todos os familiares, para viabilizar a sua adaptação diante das várias e novas situações que podem surgir. O diagnóstico dessa síndrome ainda é um fator complexo, estima-se que apenas um em cada quatro portador recebe o tratamento adequado. Dentre as orientações de tratamento indicadas, a questão ambiental aparece em destaque, constatando a importância do espaço que os portadores da doença estão inseridos. Notando-se a necessidade da ordenação arquitetônica do ambiente, que influencia diretamente no comportamento e na qualidade de vida dos indivíduos portadores de DA, bem como daqueles que o cuidam e convivem com eles.

- Saúde física - Diminuição de apatia - Alterações comportamentais - Queixas relacionadas com a dor - Insônia - Depressão e ansiedade

Dignidade ao ser humano: - Individualidade - Independência - Autonomia - Acolhimento - Funcionalidade Figura 14

5.3 Alzheimer e a Ordenação Arquitetônica do ambiente


19

Segundo Pascale (2002), os indivíduos acometidos por essa enfermidade necessitam de uma organização diferenciada do ambiente devido às ausências cognitivas e reforçando as aptidões remanescentes. “Os indivíduos com DA ficam lúcidos por um longo tempo, e mesmo sem a capacidade para novos aprendizados ou sem reconhecer os familiares eles são capazes de continuar realizando tarefas que fazem parte do seu dia-a-dia” Portanto, o ambiente precisa fornecer estímulos diários. Foi abordado em estudos sobre o impacto positivo ou negativo que o contexto ambiental físico tem sobre os indivíduos com demência, Gifford (apud COONS, 1991, p.11; COHEN e WEISMANN, 1991, p.6) coloca que: Dentro da psicologia ambiental, pesquisas recentes reforçam a compreensão de que o ambiente é mais variável e influenciável e que precisa ser controlado. Há uma evidência crescente do impacto do contexto ambiental físico sobre o comportamento humano.

5.3 Alzheimer e a Ordenação Arquitetônica do ambiente

Condições ambientais = mais qualidade de vida Macroambiente Refere-se aos elementos sendo mais amplo e atingindo a população em geral. Ex.: Clima, poluição, trânsito e recursos naturais. Microambiente Tudo que está relacionado ao espaço interno de uma residência. Ex.: Revestimento de parede, iluminação, mobiliário, acústica e temperatura do ambiente. - Aspectos físicos - Sensoriais - Cognitivos - Afetivos - Espirituais - Climáticos - Funcionais


20

Considerando todos estes fatores agravantes, o cenário fica ainda mais crítico quando se sabe que apesar dos esforços dedicado pela comunidade científica no aprofundamento e compreensão da síndrome, não houve avanços em procedimentos que possam oferecer um quadro de reversão da doença. Além disso, há mais de 10 anos, não houve aprovação de nenhum medicamento para o tratamento do Alzheimer. A busca científica atual,

é por um diagnóstico precoce em pacientes assintomáticos. Entretanto, os tratamentos farmacológicos existentes para retardar a progressão da doença são de uso diário e de alto custo. Outras metodologias usadas no tratamento de pacientes com Alzheimer são de caráter alternativo, fazem uso de estimulação cognitiva, estimulação social, estimulação física e organização do ambiente.

5.4 Metodologias de Tratamento


21

1 - Estimulação Cognitiva

Situações práticas que requerem o uso de pensamento, raciocínio lógico, atenção, memória, linguagem e planejamento.

2 - Estimulação Social

Evidências científicas indicam que atividades de estimulação cognitiva, social e física beneficiam as habilidades preservadas e favorecem a funcionalidade. O objetivo dos tratamentos não farmacológicos é fazer com que o paciente funcione o melhor possível a partir de novos e evolutivos parâmetros, ou seja, proporcionar uma melhora através de tratamentos alternativos.

Estímulo das habilidades de comunicação, convivência e afeto, promovendo integração e evitando a apatia e a inatividade diante de dificuldades.

3 - Estimulação Física

A prática geral de atividade física e de fisioterapia. Gera progresso na coordenação, força muscular, equilíbrio e flexibilidade. Além de contribuir para o ganho de independência, favorecer a percepção sensorial, e retardar o declínio funcional nas atividades de vida diária.

4 - Organização do Ambiente

Organizar o ambiente tem como objetivo inibir ou controlar as manifestações de sintomas comportamentais como ansiedade e agitação, delírios e alucinações e inadequações sociais. 5.4.1 Tratamento não Farmacológico


22

Fisostigmina

Testada a mais de 30 anos. Passou a ser inutilizada por provocar muitos efeitos colaterais.

Segundo a Associação Brasileira de Alzheimer (ABRAz), acredita-se que parte dos sintomas da doença, decorra de alterações de uma substância presente no cérebro, a acetildolina, que em pacientes com a doença encontra-se reduzida. Um modo de tratamento é a utilização de medicações que inibam a redução dessa substância. Além disso, há medicações específicas indicadas para o tratamento de sintomas comportamentais e psicológicos, recomendados para o controle de agitação, agressividade, alterações do sono, depressão, ansiedade, apatia, delírios e alucinações.

Tacrina (1993)

Seu desuso se deu com advento de novas medicações e risco de complicações e efeitos adversos.

Medicações que atuam na acetilcolina

Aprovado no Brasil para ser utilizado em casos leves e moderados.

Memantina

Atua reduzindo um mecanismo específico de toxicidade das células cerebrais. Indicado no tratamento em fases moderada a grave. 5.4.2 Tratamento Farmacológico


Proposta


24

6.2 Objetivo da Proposta

6.1 Conceitos Principais

A proposta do projeto foi elaborada em cima de 3 conceitos, que são: Bem estar

Acolhimento

Longevidade

O objetivo do trabalho é desenvolver uma Clínica de longa permanência para portadores de Alzheimer na região sul de São Paulo, no bairro Vila Clementino. Levando em consideração as necessidades específicas que esse público requer, a intenção é realizar um ambiente adequado ao tratamento destes pacientes, ao mesmo tempo que seja capaz de estimular os sentidos, as relações entre pacientes, cuidadores e familiares. Além dos aspectos físicos, outra forma de tratamento a ser adotado são as terapias alternativas, como a musicoterapia, atividades terapêuticas, atividades físicas, entre outras. Dispondo de uma equipe médica e de cuidadores especializados com o propósito de dedicar a atenção necessária, zelo, preocupação, responsabilidade e envolvimento afetivo. A finalidade é proporcionar um ambiente mais humano para esses pacientes e familiares, que passarão a conviver em espaços agradáveis, com natureza e que atenda as limitações da síndrome.

Proposta


Localização


26

O local escolhido para a implantação do Instituto situa-se na região sul de São Paulo, no bairro Vila Clementino pertencente ao distrito da Vila Mariana.

Figura 15

O bairro Vila Clementino nasceu em torno do Matadouro Municipal de São Paulo, instalado na região em 1887 e permaneceu no local durante 40 anos. Em 1892, José Antônio Coelho comprou e loteou a região denominada “ Chácara da Boa Vista” que mais tarde foi dado o nome como Vila Clementino pelo seu comprador, homenageando o Ministro do Tribunal de Justiça de São Paulo, Dr. Clementino de Souza e Castro.

Figura 16

7.1 História do Bairro


27

7.3 Mobilidade Urbana do Bairro A região fornece fácil acesso a grandes avenidas, como, Marginal Pinheiros, Av. dos Bandeirantes e a Av. Vinte e Três de Maio. Além de ciclofaixas, faixas exclusivas e inúmeras rotas de ônibus que circulam na bairro, e a presença de linhas de metrô, que são: 1- Linha Azul (Estações Santa Cruz, Saúde, Jabaquara) 2- Linha Verde (Estações Ana Rosa e Paraíso) 5- Linha Lilás (Estação Hospital São Paulo) recém inaugurada. 7.4 Cultura A Vila Clementino apresenta opções em termos de cultura. O Teatro Popular João Caetano, a Cinemateca, MAC e o Sesc Vila Mariana são os principais atrativos do bairro. 8.1 Escolha do Terreno Segundo Durães (2017) há sete bairros em São Paulo, cujo o número de idosos é significativo são eles : Alto de Pinheiros, Lapa, Jardim Paulista, Pinheiros, Campo Belo, Vila Mariana e Consolação. Além desses índices, foram priorizados três elementos para a escolha do local: - Facilidade de acesso pelo portador e seus responsáveis; - Local próximo a instituições de pesquisa, possibilitando o estudo e acompanhamento dos doentes; - Possibilidade de promover e estimular a capacidade cognitiva do paciente, como reinseri-lo na sociedade. Localização

Figura 17


28

Mapa 1

Área: 5.152 m² Localização: Brasil, São Paulo - SP, Vila Mariana - Bairro Vila Clementino Esquina da Rua Marselhesa, com a Rua Borges Lagoa. Zoneamento: ZEU Recuo Frente: NA Recuo Fundos e Laterais: 3 Gabarito de altura máx.: NA

Mapa 2

O terreno localiza-se em uma área de zoneamento (ZEU) - ZONA DE EIXO DE ESTRUTURAÇÃO DA TRANSFORMAÇÃO URBANA, pretendendo promover usos residenciais e não residenciais com densidade demográfica e construtiva altas, proporcionando qualificação paisagística e dos espaços públicos de modo articulado ao sistema de transporte público coletivo. A área do projeto apresenta 2 lotes, onde estão construídos estacionamentos e edificações de apoio de 1 pavimento. Um dos estacionamentos está ligado à edificação da GRAACC. A intenção é criar um espaço de convívio entre ambas as edificações, realizando um acesso para as crianças e adolescentes da GRAACC para uma área de lazer agradável. 8.2 Área do Terreno e Legislação


29

Figura 18

Figura 19

Figura 20

Figura 21

8.3 Imagens do Terreno e Entorno


30

Figura 22

Figura 24

Figura 23

Figura 25

8.3 Imagens do Terreno e Entorno


31

Mapa 3

Legenda Terreno Residência vertical médio/alto padrão Residência horizontal médio/alto padrão Uso misto 8.4 Gabarito das Edificações

Comércio e serviço Instituições Equipamento público


32

Mapa 4

Legenda Terreno Via de trânsito rápido Via arterial Via local

Faixas exclusivas Zona azul Educação UNIFESP

Hospital Farmácias e clínicas Cultura Metrô

Pontos de ônibus Ciclofaixa

8.5 Uso e Ocupação de Solo


Propostas de parcerias


34

Centro de Referência e Pesquisa do Alzheimer Nair Camargo

Arquiteto (a): Aflalo & Gasperini Arquitetos e Bross Consultoria e Arquitetura Data do projeto: 2014 Local: Rua Pedro de Toledo - Vila Clementino, São Paulo Tipologia: Hospital Área do terreno: 4.191,92 m² Estrutura: Concreto Materiais: Vidro e vidro opaco A obra de Ampliação do GRAAC representa a primeira fase de um projeto. Conectando-se ao edifício existente através do pavimento térreo e algumas pontes em andares superiores. Na sua concepção foram privilegiados os aspectos de iluminação e ventilação natural, tendo como revestimento externo o vidro. Sendo para as áreas fechadas o vidro opaco de cor branca, enquanto que para as áreas abertas o vidro de alta performance na retenção de calor.

Figura 26

9.1 GRAACC - Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer


35 Mapa 5

Terreno GRAACC

Terreno do projeto

Considerando o fato de haver uma conexão em potencial entre ambos os terrenos, e o edifício do GRAACC não possuir um espaço livre de lazer e convívio. Propõe-se uma rampa de acesso conectando o térreo da edificação do GRAACC ao térreo localizado na cota 780 do projeto apresentado. A intenção é desenvolver um espaço de convívio para os portadores de Alzheimer e para as crianças e adolescentes, gerando um espaço que agregue experiências agradáveis para ambos os públicos.

9.1 GRAACC - Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer

Figura 27


36

Figura 29

Legenda Futura ampliação Edfício recente Edfício existente Figura 30

Figura 28

9.1 GRAACC - Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer


37

Centro de Referência e Pesquisa do Alzheimer Nair Camargo

O campus da Universidade integra duas unidades, a Escola Paulista de Medicina e Escola Paulista de Enfermagem, criadas em 1933 e 1939. Ambas têm contribuído de forma relevante para a formação de profissionais de saúde, pesquisadores e excelência na assistência à saúde em geral. A estrutura da Instituição inclui edifícios de grande porte, como o de Ciências Biomédicas, os de Pesquisa I e II e o Instituto Nacional de Farmacologia e Biologia Molecular (Infar), com destaque para a presença do Hospital São Paulo – o Hospital Universitário (HU) da Unifesp, primeiro hospital-escola do país. As atividades de ensino, pesquisa e extensão se desenvolvem em um conjunto aproximado de 200 imóveis, próprios ou alugados, na Vila Clementino.

9.2 UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo

Figura 31


38

Mapa 6

Escola Paulista de Medicina - Ciências Biológicas – Modalidade Médica, - Fonoaudiologia, - Medicina, - Tecnologia Oftálmica, - Tecnologia em Informática em Saúde, - Tecnologia em Radiologia Escola Paulista de Enfermagem - Enfermagem

Edfícios da UNIFESP nas proximidades do terreno Terreno do projeto

Visando o aprimoramento dos estudos da Doença de Alzheimer e dos tratamentos farmacológicos e não-farmacológicos. O projeto da edificação tem como objetivo promover uma parceria pública-privada com a Universidade Federal de São Paulo, disponibilizando laboratórios, salas de estudo, biblioteca e demais espaços.Tendo como intuito desenvolver novas metodologias de tratamento. Com essa parceria os estudantes da universidade teriam livre acesso para a utilização dos espaços fornecidos pelo Instituto, possibilitando a atuação na área da saúde e de trabalhos voluntários.

9.2 UNIFESP - Universidade Federal de São Paulo


39 Figura 32

Figura 33

9.3 Hospital São Paulo

Figura 34


Referências projetuais


42

Arquiteto (a): Dietger Wissounig Architekten Data do projeto: 2004 Local: Graz, Áustria Tipologia: Habitacional Estrutura: Pré-fabricada em madeira laminada Materiais: Vidro e madeira Figura 35

Figura 36

10.1 Lar de idosos Peter Rosegger


43

O lar foi construído em estrutura de madeira laminada pré-fabricada e revestimentos em madeira e vidro (Figura 6), possui cortes assimétricos dividindo a casa em oito habitações de comunidades, quatro em cada pavimento.

Figura 40

Figura 41

Cada comunidade habitacional possui dormitórios, cozinha, sala de estar e jantar para 13 residentes e um enfermeiro, gerando uma atmosfera gerenciável e familiar. Figura 42

Figura 37

Todos os dormitórios possuem grandes janelas com baixo parapeito que pode servir como banco.

Figura 38 Figura 39 Figura 43

10.1 Lar de idosos Peter Rosegger

O ambiente se torna estimulante e confortável através da existência de aberturas de vidros, terraços e varandas, unidas a caminhos que proporcionam vistas ao longo do edifício.


- Terraço - local comum entre moradores e visitantes - Uso de grandes aberturas voltadas para os eixos principais de circulação - Iluminação natural e ventilação natural - Valorização dos espaços públicos - Incentivo a vida coletiva e troca de experiências

Planta baixa - pavimento superior

Figura 44

Circulação vertical

Dormitórios

Lavanderia

Quarto enfermeiros

Despensa

Sala multiuso

Refeitório

Jardim interno

44

Banheiros

Planta baixa - pavimento térreo

Figura 45

10.1 Lar de idosos Peter Rosegger


45

Torna-se interessante esse projeto ser usado como referência, devido ao seu espaço de praça. Com isso, garante ao projeto maior descanso e convívio tanto dos moradores, como dos visitantes. Além deste acolhimento, tal estrutura e revestimentos traz uma boa iluminação natural a edificação.

10.1 Lar de idosos Peter Rosegger

Figura 46

Figura 47


46

Figura 48

Arquiteto (a): Atelier d'Arquitectura J. A. Lopes da Costa Data do projeto: 2013 Local: Santo Tirso, Portugal Tipologia: Habitacional Estrutura: Alvenaria Materiais: Vidro e madeira

Figura 49

10.2 Edfício Residencial para Idosos


47 A edificação residencial para idosos é distribuída em 4 pavimentos, composto por 56 quartos de 3 tipologias distintas, oferecendo a capacidade máxima para 112 residentes.Além de áreas destinadas à serviços administrativos, instalações, áreas de convívio e atividades, áreas de saúde e hidroterapia, áreas técnicas e garagem. A implantação do edifício possibilita aproveitar a iluminação natural e a vista para o Rio ave. Dispondo ambientes confortáveis e agradáveis para os moradores e funcionários. O projeto de forma geral valoriza o idoso e seu papel na sociedade, garantindo a participação ativa, social e saudável nas atividade rotineiras.

Figura 51

10.2 Edfício Residencial para Idosos

Figura 50

Figura 52


48

Planta - Subsolo 1º

Figura 53

Planta - Subsolo 2º

Figura 54

Área verde Covívio Circulação vertical Apoio Sanitários Setor saúde Dormitório tipo 1

Planta - Térreo

Figura 55

Planta - 2º pavimento

Figura 56

Dormitório tipo 2 Dormitório tipo 3

10.2 Edfício Residencial para Idosos


49

Figura 57

Figura 58

10.2 Edfício Residencial para Idosos


Partido Arquitetônico


52

Direção das ruas Terreno do projeto

Figura 59

Esquema de fluxos do entorno imediato Figura 60

Estudo de implantação

A partir dos estudos realizados do reconhecimento de uma problemática real, considerando a existência de necessidades especiais que o público alvo requer, criou-se o projeto do Instituto do Alzheimer, com o intuito de ser acessível a todas as necessidades recorrentes. Seguindo os parâmetros de normas da ABNT referente à acessibilidade e considerando a Resolução e Agência Nacional de Vigilância Sanitária RDC n° 283 de Setembro de 2005, buscou-se desenvolver espaços e serviços confortável e agradável, com a intenção de gerar interação entre pacientes, cuidadores e familiares. O partido arquitetônico foi também adotado conforme as análises realizadas no bairro, de fluxos e mobilidade urbana, auxiliando no desenvolvimento de acessos para a edificação.

11.1 Desenvolvimento do Partido Arquitetônico


53

Volumetria

Figura 61

A tipologia do edifício apresenta elementos de grande permeabilidade e alguns opacos, além de consideráveis aberturas. Sendo condicionado a um bom desempenho funcional e qualidade ambiental dos espaços internos.

Vista

Figura 62

O edifício apresenta uma variedade de espaços, aberturas e materialidade que tornam visíveis os acontecimentos internos e externos. Favorecendo o principal objetivo de interação, encontros e trocas de experiências entre pacientes, estudantes da UNIFESP e crianças e adolescentes do GRAACC.

Circulação

Figura 63

11.2 Diagramas

A circulação interna se organiza de modo simples e preciso. Os corredores se distribuem pelos pavimentos envolta do “coração” da edificação, a rampa, além dos elevadores e escada.


54

Serviço Convívio Administração Habitação Saúde

Para a elaboração do programa de necessidades, além de ser considerado as leis vigentes (e seus anexos) do Plano Diretor Estratégico de São Paulo, foi realizado um quadro comparativo, dispondo três Institutos de Longa Permanência para Idosos (ILPi) e suas respectivas áreas. Ademais deste procedimento, foi considerada a Resolução e Agência Nacional de Vigilância Sanitária RDC n° 283 de Setembro de 2005, visando garantir a qualificação das instituições de Longa Permanência, assegurando os direitos dos idosos residentes, e a ABNT NBR 9050. Com o intuito de facilitar, racionalizar e auxiliar a elaboração do programa, optou-se pela criação de cinco setores complementares, que são : Administração, Serviços, Saúde, Habitação e Convívio

Figura 64

12.1 Elaboração Programa de Necessidades


55

Tabela 1 ESTUDOS DE CASO Edif. residencial para idosos - Portugal 1 0 .0 0 0 m ² 56

ÁREA TOTAL DO TERRENO UNIDADES HABITACIONAIS

ADMINISTRATIVO

CAPACIDADE DE RESIDENTES Recepção Sala de Reunião Sanitários PNE Gerencia/Cordenação Arquivos

SERVIÇOS

SAÚDE

CONVÍVIO

HABITAÇÃO

Dormitório (1 paciente) Dormitório (2 pacientes) Banheiro dos dormitórios Salas de Estar Privativas Cozinha Sala de jantar Atêlie Sala Multimidia Biblioteca Sala Multiuso Café e Terraço de convivío Sanitários PNE Sanitários Jardim Terapêutico Equipamentos ao ar livre Circulação (vertical/horizontal) Enfermaria Nutricionista Geriatria (consultório) Fisioterapia Terapias Alternativas Farmácia Laboratório de pesquisa Área de serviço Vestiários Copa Sala de Descompressão Casa de Máquinas Depósito Estacionamento

Vila dos Idosos - Pari, SP 8 .2 9 0 m ² 145

RDC N° 283 x x

CLÍNICA D.A. 5.152 m² 54

112

104

8 0 ,0

1 7 0 ,0 ( + f o y e r )

-

s/ dimensão

5 6 ,0 ( a p a r ta m e n t o ) 5 0 ,0

4 ,2 8 ,8 24 1 8 ,6

3 0 ,0

m í n 9 , 0 ( r e c e b e r f a m i li a ) c o n f o r m e e s p e c i f ic a ç õ e s d a N B R 9 0 5 0 / A B N T . s/ dimensão s/ dimensão m ín 7 ,5 0

27

4 0 ,0 1 7 ,0 6 ,0 - 7 , 0 7 0 ,0 1 9 5 ,0 2 8 ,0 8 4 ,0 2 1 ,0 1 2 ,0 2 8 ,0 -

3 1 ,3 1 2 ,9 5 5 ,4 9 0 ,0 ( p / 1 3 r e s id e n te s ) 9 0 , 0 ( p / 1 3 r e s id e n t e s ) 9 0 ,0 ( p / 1 3 r e s id e n t e s ) 1 2 3 ,9 4 ,2 1 0 , 9 ( 3 p r i v a d a s , 2 l a v a t ó r io s ) 1 6 0 0 ,0 -

4 2 ,0

m ín 5 ,5 0 ( p o r c a m a )

25

3 1 0 ,0 1 4 5 0 ,0 1 5 5 ,0 3 1 0 ,0 8 0 0 ( h o r t a c o m u n it á r i a ) -

m ín 3 ,6 0 m ín 1 ,0 p o r p e s s o a ( m á x 1 5 r e s id e n te s ) s/ dimensão m ín 1 ,0 p o r p e s s o a m í n 1 , 0 p o r p e s s o a ( m á x 1 5 r e s id e n t e s ) s/ dimensão m ín 1 , 0 p o r p e s s o a ( m á x 1 5 r e s id e n t e s ) m ín 1 ,3 p o r p e s s o a m ín 1 ,3 p o r p e s s o a c o n f o r m e e s p e c if ic a ç õ e s d a N B R 9 0 5 0 / A B N T c o n f o r m e e s p e c i f ic a ç õ e s d a N B R 9 0 5 0 / A B N T s/ dimensão ( s o la r i u m c o m b a n c o s ) s / d i m e n s ã o N B R 7 1 9 2 /A B N T e N B R

60 2

12, 0 11, 9 15, 0

-

-

-

9 ,0 1 0 ,0 1 3 ,8 2 v agas P N E

6 3 0 ,0

100,0 Área Total Área / Cama Varanda Área Total Área / Cama

TFG

Lar de Idosos Peter Rosegger - Áustria 3 .2 2 5 m ² 96

100,0

3 8 ,5 2 2 ,0 3 9 ,0 6 0 0 (2 0 v a g a s )

s/ dimensão

s/ dimensão m í n 3 , 6 0 ( p / 1 0 f u n c io n á r i o s ) s/ dimensão s/ dimensão s/ dimensão m ín 1 0 ,0 s/ dimensão

q u a n t.

á re a

to t a l

2

150,0

300,0

2 2

2 6 ,0 2 4 ,0

5 2 ,0 4 8 ,0

1 1

26,0 16,0

26,0 16,0

27

2 6 ,8 1 8 ,0

7 2 3 ,6 1 8 ,0

4,0

108,0

2 7 ,4 1 1 ,3 4 ,8 1 2 0 ,0

2

70,0

140,0

1

1 0 0 ,0

1 0 0 ,0

1

160,0

160,0

1

400,0

400,0

1 1 1 1 1 1 1 1

44, 0 20,0 20,0 420,0 44,0 44,0 44,0 44,0

44 , 0 20,0 20,0 420,0 44,0 44,0 44,0 44,0

1 1 1

30,0 40,0 25,0

30,0 40,0 25,0

1 1 1 12 12 1

2

1 1

1 3 0 ,0 8 0 ,0 4 8 0 ,0 6 ,0 1 8 ,0 3 0 0 ,0

2 2 ,0

1 0 4 ,0 1570,0 TOTAL

12.2 Quadro Comparativo de Áreas

6 8 5 ,0 1 1 ,3 2 8 8 ,0 2 4 0 ,0

1 3 0 ,0 8 0 ,0 4 8 0 ,0 7 2 ,0 2 1 6 ,0

3 0 0 ,0 3 4 0 0 ,0

4 4 ,0

1 0 4 ,0 1570,0 10486,9


56

T.O. Total C.A. Taxa de permeabilidade

Máximo Permitido

Utilizado

Porcentagem

5.152 m2

2.320 m2

45%

4

2,09

-

0,25

2.732 m2

53%

Tabela 2

12.3 Quadro de Legislação do Projeto


Projeto


58

6

9

7

1

2

5 3

4

8

Figura 66

Implantação Cota 776 - Acesso Rua Borges Lagoa

Figura 65

1.Área de Serviço = 44 m² 2. Sala Descompressão (Funcionários) = 38 m² 3. Copa = 30 m² 4. Vestiários = 44 m²

5. Área aberta = 60 m² 6. Sala Multimídia = 160 m² 7. Recepção = 50 m² 8. Biblioteca = 130 m²

9. Sanitários = 50 m²

13.1 Desenhos Técnicos


59

1 2

8

Figura 68

3

4

5

6 7

Implantação Cota 780 - Acesso Rua Marselhesa 1. Recepção = 140 m² 2. Arquivos = 18 m² 3. Atêlie = 100 m² 4. Café = 90 m² 13.1 Desenhos Técnicos

5. Sala Gerencia = 26 m² 6. Salas de Reunião = 52 m² 7. Terraço = 378 m² 8. Sanitários = 50 m²

Figura 67


60

1 8 2

3

4

5

6

7

Figura 70

Figura 69

1º pavimento 1. Dormitório tipo 1 (Pacientes dependentes) = 28 m² (Quantidade : 12) 2. Consultório Nutricionista = 20 m² 3. Consultório Geriatria = 20 m²

4. Farmácia = 44 m² 5. Enfermaria = 44 m² 6. Terapias Alternativas = 44 m² 7. Laboratório de Pesquisa e Estudo = 44 m²

8. Sanitários = 50 m² 13.1 Desenhos Técnicos


61

3

2

4 1

Figura 72

6 5

2º pavimento 1. Dormitório tipo 2 (duplo) (Pacientes dependentes) = 28 m² (Quantidade : 07) 2. Dormitório tipo 3 (Pacientes dependentes) = 50 m² (Quantidade : 01) 13.1 Desenhos Técnicos

Figura 71

3. Cozinha e Sala de jantar= 80 m² 4. Sala de Estar de Convívio = 82 m² 5. Fisioterapia/Academia = 420 m² 6. Sanitários = 50 m²


62

1 3

Figura 74

2

Figura 73

3º pavimento 1. Dormitório tipo 2 (duplo) = 28 m² (Quantidade : 08) 2. Dormitório tipo 1 = 28 m² (Quantidade : 10) 3. Sanitários = 50 m² 13.1 Desenhos Técnicos


63

5

3

4 1

Figura 76

6

2

Figura 75

4º pavimento 1. Dormitório tipo 1 = 28 m² (Quantidade : 05) 2. Dormitório tipo 2 (duplo) = 28 m² (Quantidade : 10) 3. Dormitório tipo 3 = 50 m² (Quantidade : 01) 4. Cozinha e Sala de jantar = 60 m² 13.1 Desenhos Técnicos

5. Sala de Estar de Convívio = 164 m² 6. Sanitários = 50 m²


64

Figura 77

1 Figura 78

Cobertura 2

Caixa d’agua - Tampa

1. Barrilete = 50 m² 2. Caixa d’água = 160 m² Figura 79

13.1 Desenhos Técnicos


65

3 2

4

1

Figura 80

Subsolo 1. Depósito = 104 m² 2. Casa de máquinas = 25 m² 3. Escada = 40 m² 4. Garagem = 1570 m² (vagas = 58 Vagas PNE = 4) 13.1 Desenhos Técnicos


66

Figura 81

Elevação fachada Sul

Figura 82

13.1 Desenhos Técnicos


67

Figura 83

Elevação fachada Norte

13.1 Desenhos Técnicos

Figura 84


68

Figura 85

Corte longitudinal AA

Figura 86

13.1 Desenhos Técnicos


69

Figura 87

Corte longitudinal BB

13.1 Desenhos Técnicos

Figura 88


70 Figura 90

Fixação do painel metálico

Os revestimentos e materiais que compõe o projeto foram escolhidos com a finalidade de criar uma edificação aconchegante e mais humana. Buscando um visual e aspecto residencial e evitando aparência hospitalar.

Concreto

Madeira

Vidro leitoso

Painel metálico

Painel metálico perfurado utilizado nas fachadas

Figura 89

14.1 Componentes


71

Desde o partido arquitetônico à implantação do edifício, houve uma maior preocupação com a orientação dos quartos e dos demais ambientes, a fim de aproveitar a iluminação e ventilação natural de forma conveniente ao projeto. Para isso foi criada a caixa de rampa de vidro, com o propósito de fornecer e distribuir uma boa iluminação e ventilação para os dois blocos. Além das aberturas realizadas nas fachadas. Nas áreas externas, as lajes em balanço atirantadas oferecem sombra, diminuindo a incidência de calor e criando espaços para a elaboração de atividades ao ar livre. Também é importante ressaltar o papel fundamental da vegetação. As árvores de médio e grande porte espalhadas pelo terreno tornam os espaços externo mais agradáveis, ventilados, sombreados, e contribuem para a qualidade de vida dos pacientes.

Iluminação

Ventilação Figura 91

14.2 Qualidade Ambiental


Figura 92

O Edifício é dividido em dois blocos, separados pela caixa de rampa. A estrutura da edificação será mista. Sendo: - Pilares de concreto 40x40 - Vigas metálicas, tendo a altura de 50 cm, e 60 cm para os pavimentos que possuem balanço. - Laje maciça de concreto de 16 cm de espessura.

72

Figura 95

Figura 93

Figura 94

Caixa de Rampa – Será utilizado a estrutura atirantada, levando os esforços para as vigas treliçadas, apoiadas em 7 pilares.

Balanço - O segundo e quarto pavimento apresentam um balanço 3,85 m. Para esses pavimentos em especial foram realizadas vigas de 60cm de altura, e tirantes em suas extremidades levando os esforços para os dois últimos pilares do pavimento, exercendo o esforço de tração.

14.3 Estrutura


73 Figura 96

15.1 Perspectivas Externas


74 Figura 97

15.1 Perspectivas Externas


75 Figura 98

15.1 Perspectivas Externas


76 Figura 99

15.1 Perspectivas Externas


77 Figura 100

15.2 Perspectivas Externas


78 Figura 101

15.1 Perspectivas Internas


79

Figura 102

15.2 Perspectivas Internas


Figura 103

80

15.2 Perspectivas Internas


81 Figura 104

15.2 Perspectivas Internas


Referências


84

CONHEÇA O BRASIL - POPULAÇÃO - PIR MIDE ETÁRIA. Educa IBGE. Disponível em: <https://educa.ibge.gov.br/jovens/conheca-o-brasil/populacao/18318-piramideetaria.html>. Acesso em: 05 out 2019. F. ALVES PENA, Rodolfo. PIR MIDE ETÁRIA DA POPULAÇÃO BRASILEIRA.Mundo Educação. Disponível em: <https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/piramide-etaria-populacaobrasileira.htm>. Acesso em: 05 out 2019. RORAIMA FOI O 4º ESTADO DO BRASIL COM MENOR EXPECTATIVA DE VIDA AO NASCER EM 2017, DIZ IBGE.G1. Disponível em: <https://g1.globo.com/rr/roraima/noticia/2018/12/02/roraima-foi-o-4o-estado-d o-brasil-com-menor-expectativa-de-vida-ao-nascer-em-2017-diz-ibge.ghtml>. Acesso em: 10 out 2019. PRATEANO, Vanessa. DESCOBERTA DE ENZIMA QUE APERFEIÇOA A MEMÓRIA.Gazeta do Povo, 2012. Disponível em: <https://www.gazetadopovo.com.br/saude/descoberta-enzima-que-aperfeicoa -memoria-2nrpcg27f4827ctlcuzocfxhq/>. Acesso em: 10 nov 2019. GRUPO DE APOIO AO ADOLESCENTE E À CRIANÇA COM CÂNCER - GRAACC. Vitruvius, 2014. Disponível em: <https://www.vitruvius.com.br/revistas/read/projetos/14.160/5144>. Acesso em: 20 set 2019 SOBRE O CAMPUS. Unifesp, 2014. Disponível em: <https://www.unifesp.br/campus/sao/sobre-o-campus/separador-sobre/apres

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Sites Consultados


85

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Referências

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Imagem 1. Gráfico melhores expectativas de vida mundial – p. 10 FONTE:https://saude.abril.com.br/bem-estar/qual-sera-a-expectativa-de-vida-dos-brasileiros-em-2040/ Imagem 2. Gráfico piores expectativas de vida mundial – p. 10 FONTE:https://saude.abril.com.br/bem-estar/qual-sera-a-expectativa-de-vida-dos-brasileiros-em-2040/ Imagem 3. Gráfico expectativa de vida do Brasil – p. 11 FONTE:https://saude.abril.com.br/bem-estar/qual-sera-a-expectativa-de-vida-dos-brasileiros-em-2040/ Imagem 4. Pirâmide etária da população brasileira (1980) – p. 12 FONTE:https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/piramide-etaria-populacao-brasileira.html Imagem 5. Pirâmide etária da população brasileira (2015) – p.12 FONTE:https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/piramide-etaria-populacao-brasileira.htm Imagem 6. Pirâmide etária da população brasileira (2050) – p. 12 FONTE:https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/piramide-etaria-populacao-brasileira.htm Imagem 7. Gráfico número de crianças x idosos no Brasil– p. 12 FONTE: Realizado pela autora segundo dados do IBGE Imagem 8. Expectativa de vida ao nascer nas regiões do Brasil em 2017 – p. 13 FONTE:https://g1.globo.com/rr/roraima/noticia/2018/12/02/roraima-foi-o-4o-estado-do-brasil-com-menor-expectativa-de-vida-ao-nas cer-em-2017-diz-ibge.ghtml Imagem 9. Índice de envelhecimento em São Paulo (1980 – 2019) – p. 14 FONTE: http://www.perfil.seade.gov.br/ Imagem 10. Índice populacional maiores de 60 anos em São Paulo (1980 – 2019) – p. 14 FONTE: http://www.perfil.seade.gov.br/ magem 11. Número de pessoas com demências em países das Américas

em 2010 e projeções – p. 15 FONTE: https://www.alz.org

Imagem 24. Sobrados a serem desapropriados – p. 30 FONTE: Foto tirada pela autora

Imagem 12. Crescimento do número de pessoas com demências em países de elevado rendimento e de baixo e médio rendimento – p. 15 FONTE: https://www.alz.co.uk/research/files/WorldAlzheimerReport-Portuguese

Imagem 25. Galpão do GRAACC – p. 30 FONTE: Foto tirada pela autora

Imagem 13. Projeção futura para a frequência do Alzheimer – p. 16 FONTE: OMS, Alzheimer’s Disease International e Ministério da Saúde Imagem 14. Dignidade ao ser humano – p. 18 FONTE: Realizado pela autora Imagem 15. Vila Clementino – p. 26 FONTE: http://identidadesp.com.br/ Imagem 16. Cinemateca de São Paulo – p. 26 FONTE: http://cinemateca.org.br/ Imagem 17. Estação de metrô – Hospital São Paulo – p. 27 FONTE: https://pt.wikipedia.org Imagem 18. Vista do terreno do projeto – p. 29 FONTE: Foto tirada pela autora Imagem 19. Vista do terreno do projeto – p. 29 FONTE: Foto tirada pela autora Imagem 20. Vista interna do terreno do projeto – p. 29 FONTE: Foto tirada pela autora Imagem 21. Vista interna do terreno do projeto – p. 29 FONTE: Foto tirada pela autora Imagem 22. Vista Rua Borges Lagoa – p. 30 FONTE: Foto tirada pela autora Imagem 23. Sobrados a serem desapropriados – p. 30 FONTE: Foto tirada pela autora

Imagem 26. Fachada principal do edifício GRAACC– p. 34 FONTE: https://www.vitruvius.com.br Imagem 27. Entrada do edifício GRAACC– p. 35 FONTE: https://www.vitruvius.com.br Imagem 28. Edifício GRAACC existente – p. 36 FONTE: https://www.vitruvius.com.br Imagem 29. Corte AA edifício GRAACC– p. 36 FONTE: https://www.vitruvius.com.br Imagem 30. Planta edifício GRAACC – p. 36 FONTE: https://www.vitruvius.com.br Imagem 31. Fachada Edifício da UNIFESP – p. 31 FONTE: https://www.unifesp.br/ Imagem 32. Hospital São Paulo – p. 39 FONTE: https://www.spdm.org.br Imagem 33. Edifício da UNIFESP – p. 39 FONTE: https://www.unifesp.br/ Imagem 34. Fachada edifício da UNIFESP – p. 39 FONTE: https://www.unifesp.br/ Imagem 35. Lar de idosos Peter Rosegger – p. 42 FONTE:https://www.archdaily.com.br/br/760936/lar-de-idosos-peter-rosegger-dietger-wissounig-architekten Imagem 36. Fachada de Peter Rosegger – p. 42 FONTE:https://www.archdaily.com.br/br/760936/lar-de-idosos-peter-rosegger-dietger-wissounig-architekten

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Imagem 37. Pátio central de Peter Rosegger – p. 43 FONTE:https://www.archdaily.com.br/br/760936/lar-de-idosos-peter-rosegger-dietger-wissounig-architekten Imagem 38. Pátio central de Peter Rosegger – p. 43 FONTE:https://www.archdaily.com.br/br/760936/lar-de-idosos-peter-rosegger-dietger-wissounig-architekten Imagem 39. Parque público existente na área externa – p. 43 FONTE:https://www.archdaily.com.br/br/760936/lar-de-idosos-peter-rosegger-dietger-wissounig-architekten Imagem 40. Cozinha e sala de estar e jantar – p. 43 FONTE:https://www.archdaily.com.br/br/760936/lar-de-idosos-peter-rosegger-dietger-wissounig-architekten Imagem 41. Cozinha e sala de estar e jantar – p. 43 FONTE:https://www.archdaily.com.br/br/760936/lar-de-idosos-peter-rosegger-dietger-wissounig-architekten Imagem 42. Quartos dos residentes – p. 43 FONTE:https://www.archdaily.com.br/br/760936/lar-de-idosos-peter-rosegger-dietger-wissounig-architekten Imagem 43. Corredores da residência – p. 43 FONTE:https://www.archdaily.com.br/br/760936/lar-de-idosos-peter-rosegger-dietger-wissounig-architekten Imagem 44. Planta baixa – pavimento superior – p. 44 FONTE:https://www.archdaily.com.br/br/760936/lar-de-idosos-peter-rosegger-dietger-wissounig-architekten Imagem 45. Planta baixa – pavimento térreo – p. 44 FONTE:https://www.archdaily.com.br/br/760936/lar-de-idosos-peter-rosegger-dietger-wissounig-architekten Imagem 46. Sala de convívio – p. 45 FONTE:https://www.archdaily.com.br/br/760936/lar-de-idosos-peter-rosegger-dietger-wissounig-architekten Imagem 47. Entrada principal da residência– p. 45

FONTE:https://www.archdaily.com.br/br/760936/lar-de-idosos-peter-rosegger-dietger-wissounig-architekten Imagem 48. Fachada edifício residencial para idosos– p. 46 FONTE:https://www.archdaily.com.br/br/office/atelier-darquitectura-j-a-lopes-da-costa Imagem 49. Fachada edifício residencial para idosos– p. 46 FONTE:https://www.archdaily.com.br/br/office/atelier-darquitectura-j-a-lopes-da-costa Imagem 50. Varanda das habitações– p. 47 FONTE:https://www.archdaily.com.br/br/office/atelier-darquitectura-j-a-lopes-da-costa Imagem 51. Quartos para dois residentes – p. 47 FONTE:https://www.archdaily.com.br/br/office/atelier-darquitectura-j-a-lopes-da-costa Imagem 52. Sala de convívio – p. 47 FONTE:https://www.archdaily.com.br/br/office/atelier-darquitectura-j-a-lopes-da-costa Imagem 53. Planta subsolo 1° – p. 48 FONTE:https://www.archdaily.com.br/br/office/atelier-darquitectura-j-a-lopes-da-costa Imagem 54. Planta subsolo 2° – p. 48 FONTE:https://www.archdaily.com.br/br/office/atelier-darquitectura-j-a-lopes-da-costa Imagem 55. Planta térreo – p. 48 FONTE:https://www.archdaily.com.br/br/office/atelier-darquitectura-j-a-lopes-da-costa Imagem 56. Planta 2° pavimento – p. 48 FONTE:https://www.archdaily.com.br/br/office/atelier-darquitectura-j-a-lopes-da-costa Imagem 57. Corte 7 – p. 49 FONTE:https://www.archdaily.com.br/br/office/atelier-darqui-

tectura-j-a-lopes-da-costa Imagem 58. Corte 1 – p. 49 FONTE:https://www.archdaily.com.br/br/office/atelier-darquitectura-j-a-lopes-da-costa Imagem 59. Esquema de fluxos do entorno imediato – p. 52 FONTE: Realizado pela autora Imagem 60. Estudo de implantação – p. 52 FONTE: Realizado pela autora Imagem 61. Diagrama de volumetria – p. 53 FONTE: Realizado pela autora Imagem 62. Diagrama de vista – p. 53 FONTE: Realizado pela autora Imagem 63. Diagrama de circulação– p. 53 FONTE: Realizado pela autora Imagem 64. Diagrama para elaboração do programa de necessidades– p. 54 FONTE: Realizado pela autora Imagem 65. Implantação cota 776 – p. 58 FONTE: Realizado pela autora Imagem 66. Diagrama - Implantação 776 – p. 58 FONTE: Realizado pela autora Imagem 67. Implantação cota 780 – p. 59 FONTE: Realizado pela autora Imagem 68. Diagrama - Implantação 780 – p. 59 FONTE: Realizado pela autora Imagem 69. Planta primeiro pavimento – p. 60 FONTE: Realizado pela autora


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Imagem 70. Diagrama – 1° pavimento – p. 60 FONTE: Realizado pela autora

Imagem 84. Esquema de implantação - fachada norte – p. 67 FONTE: Realizado pela autora

Imagem 71. Planta segundo pavimento – p. 61 FONTE: Realizado pela autora

Imagem 85. Corte longitudinal AA – p. 68 FONTE: Realizado pela autora

Imagem 72. Diagrama – 2° pavimento – p. 61 FONTE: Realizado pela autora

Imagem 86. Esquema de implantação – Corte AA – p. 68 FONTE: Realizado pela autora

Imagem 73. Planta terceiro pavimento – p. 62 FONTE: Realizado pela autora

Imagem 87. Corte transversal BB – p. 69 FONTE: Realizado pela autora

Imagem 74. Diagrama – 3° pavimento – p. 62 FONTE: Realizado pela autora

Imagem 88. Esquema de implantação – Corte BB – p. 69 FONTE: Realizado pela autora

Imagem 75. Planta quarto pavimento – p. 63 FONTE: Realizado pela autora

Imagem 89. Componentes do edifício– p. 70 FONTE: Realizado pela autora

Imagem 76. Diagrama – 4° pavimento – p. 63 FONTE: Realizado pela autora

Imagem 90. Painel metálico perfurado utilizado nas fachadas – p. 70 FONTE: Realizado pela autora

Imagem 77. Planta cobertura – p. 64 FONTE: Realizado pela autora

Imagem 91. Corte esquemático ventilação e iluminação– p. 71 FONTE: Realizado pela autora

Imagem 78. Planta caixa d’água e tampa – p. 64 FONTE: Realizado pela autora

Imagem 92. Estrutura do edifício 1– p. 72 FONTE: Realizado pela autora

Mapa 1. Mapa do estado de São Paulo – p.28 FONTE: https://www.shutterstock.com

Imagem 79. Diagrama – cobertura e caixa d’água– p.64 FONTE: Realizado pela autora

Imagem 93. Estrutura do edifício 2 – p. 72 FONTE: Realizado pela autora

Mapa 2. Mapa satélite – Vila Clementino – p.28 FONTE: Google Earth

Imagem 80. Planta subsolo – p. 65 FONTE: Realizado pela autora

Imagem 94. Estrutura do edifício 3 – p. 72 FONTE: Realizado pela autora

Mapa 3. Gabarito das edificações – p. 31 FONTE: Realizado pela autora

Imagem 81. Elevação fachada sul – p. 66 FONTE: Realizado pela autora

Imagem 95. Estrutura do edifício 4 – p. 72 FONTE: Realizado pela autora

Mapa 4. Uso e ocupação de solo – p. 32 FONTE: Realizado pela autora

Imagem 82. Esquema de implantação - fachada sul – p.66 FONTE: Realizado pela autora

Imagem 96. Perspectiva externa 1 – p. 73 FONTE: Realizado pela autora

Mapa 5. Localização do terreno do projeto e terreno do GRAACC– p. 35 FONTE: Realizado pela autora

Imagem 83. Elevação fachada norte – p. 67 FONTE: Realizado pela autora

Imagem 97. Perspectiva externa 2 – p. 74 FONTE: Realizado pela autora

Mapa 6. Localização do terreno do projeto e terrenos da UNIFESP – p. 38 FONTE: Realizado pela autora

Imagem 98. Perspectiva externa 3 – p. 75 FONTE: Realizado pela autora Imagem 99. Perspectiva externa 4 – p. 76 FONTE: Realizado pela autora Imagem 100. Perspectiva externa 5 – p. 77 FONTE: Realizado pela autora Imagem 101. Perspectiva Interna Rampa – p. 78 FONTE: Realizado pela autora Imagem 102. Perspectiva Interna sala de jantar e estar integrada – p. 79 FONTE: Realizado pela autora Imagem 103. Perspectiva Interna quarto para um paciente – p. 80 FONTE: Realizado pela autora Imagem 104. Perspectiva Interna quarto para dois pacientes– p. 81 FONTE: Realizado pela autora MAPAS


89 TABELAS Tabela 1. Quadro comparativo de áreas – p. 55 FONTE: Realizado pela autora Tabela 2. Quadro de legislação do projeto – p. 56 FONTE: Realizado pela autora


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