Sua obra é extensa e pode ser assim resumida: Poesia Primeiros Cantos- 1846; Segundos Cantos e Sextilhas de Frei Antão - 1848; Últimos Cantos - 1851; Os Timbiras - 1857; Novos Cantos acrescentados nos Cantos publicados em Leipzig – 1857. Teatro Patkull–1843; Beatriz Cenci–1845; Leonor de Mendonça–1847; Boabdil–1850. Romances – todos publicados in Oras Póstumas em 1869 Meditação –1850; Memórias de Agapito-1843; Um Anjo-1843. Dicionário Dicionário da língua Tupi–1858 Etnografia e História – todos publicados in Obras Póstumas em 1869 O Brasil e a Oceania–1846; História da Pátria-1869 (título atribuído ao organizador).
As Obras Póstumas de Gonçalves Dias foram publicadas no Maranhão em 1869 pela impressora de Belarmino Matos dadas às qualidades e a disponibilidade tecnológica que nada ficava a desejar às suas concorrentes do Centro-Sul. Para José Veríssimo “Belarmino Matos teria sido o melhor impressor que já teve o Brasil”. Dentre os seus inúmeros trabalhos são citados: Parnaso Maranhense de João Francisco Lisboa, romances traduzidos de Victor Hugo, Obras Póstumas de Gonçalves Dias, 6 volumes por A. Henrique Leal, obras de Joaquim Serra, A. Franco de Sá, Francisco Sotero dos Reis, Luís Antonio Vieira da Silva, Confidências de Firmino Cândido de Figueiredo, Luís Miguel Quadros, José Coriolano de Souza Lima, a maioria oriundos de outros estados brasileiros. REFERÊNCIAS Manual de Teoria Literária – Diversos autores - Ed. Vozes Manual de Literatura Brasileira – Sergius Gonzaga- Ed. Mercado aberto – RS Poetas Românticos Brasileiros – Ed. Amadio Ltda – SP O livro no Brasil : sua história – Laurence Hallewell (internet) Wikipédia, a enciclopédia livre. Gonçalves dias (1823-1864) – Brasiliana USP (internet) Academia Brasileira de Letras – Gonçalves Dias ( internet) Antonio Gonçalves dias – biografia – UOL – educação A dimensão anti-épica de Virgílio e o indianismo de Gonçalves
91