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Nossa sociedade capitalista é conhecida por seu fetiche por crescimento rápido produtivista, insustentável e infinito, e isso transborda para nossas intimidades. O movimento de decrescimento defende uma abordagem econômica mais lenta, durante a qual a riqueza econômica produzida não aumenta ou mesmo diminui. Da mesma forma, o movimento slow defende uma redução no ritmo da vida moderna, materializada em movimentos como slow-food, slow-fashion e slow-content, em resposta ao fast-food, fast-fashion e à corrida algorítmica na economia dos creators. O projeto Paumolice celebra a lentidão, como um lembrete de que nem sempre é preciso ter pressa, e que dá para relaxar, na moleza, em sintonia com seu corpo. Mais suave, melhor, mais lento, mais forte. [Softer, better, slower, stronger]