FotoVolt - Novembro - 2025
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tos ambientais e o fortalecimento da resiliência frente às mudanças climáticas.
Mesmo com aumento de custos, Brasil segue competitivo em H2V pesar da elevação global dos custos de produção do hidrogênio verde e seus derivados no último ano, o Brasil mantém posição de destaque em competitividade internacional. É o que aponta o Índice LCOX Brasil, elaborado pela consultoria Clean Energy Latin America (Cela), que estimou o custo nivelado de produção do combustível entre US$ 2,94/kg e US$ 7,38/kg, conforme a localidade e as condições energéticas. Para a amônia verde, o custo estimado pelo Índice LCOA Brasil varia entre US$ 648 e US$ 1781 por tonelada, enquanto a produção a partir de combustíveis fósseis (hidrogênio cinza) oscila entre US$ 360 e US$ 897/ton. Os dados foram calculados com base em informações atualizadas até setembro de 2025, fornecidas por fabricantes, operadores e empresas de manutenção, refletindo o cenário real das plantas renováveis do País. Segundo a Cela, o custo de produção subiu em média 11% para o hidrogênio verde e 40% para a amônia verde no Brasil nos últimos 12 meses, acompanhando a tendência mundial de aumento nos preços de equipamentos e energia. No contexto nacional, o movimento também é atribuído aos cortes de geração renovável (curtailment), que reduziram receitas e elevaram o custo nivelado dos projetos. “O Índice LCOX é um marco para o mercado brasileiro, pois fornece um parâmetro objetivo e atualizado sobre o custo real de produção do hidrogênio verde e seus derivados”, afirmou Camila Ramos, CEO da Cela. “Ele permite comparar o Brasil com outros mercados e embasar decisões de investimento e políticas públicas”, acrescenta.
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