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th ANO II

ASSOCIAÇAO BRASILEIRA DA INDUSTRIA GRAFICA

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NUMERO 24 - NOVEMBRO 77

EM REVISTA

REGIONAL DO ESTADO DE SAO PAULO

PRIMEIRO CONGRESSO DA INDÚSTRIA GRÁFICA 8, 9 E 10 DE DEZEMBRO MONTEVIDEO - URUGUAI

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CATU EM EXPANSÃO

A DAFFERNER caminha a passos largos para a concretização de seus objetivos. A cada ano novas metas vão sendo conquistadas e consolidadas, sempre com o intuito de melhor atender ao "Parque Gráfico Nacional", no que se refere a máquinas, equipamentos gráficos e serviços especializados de assistência e orientação técnica a todos os produtos oferecidos. A opinião geral dos clientes da DAFFERNER é que esta deveria ampliar sobremaneira a sua linha de produtos, pois a eficiência técnica administrativa da Empresa está definitivamente comprovada e acreditada por todos aqueles que direta ou indiretamente a conhecem. Decidiu-se, portanto, criar uma Divisão de Representações de Vendas para máquinas e equipamentos gráficos para complementar a sua atual linha de fabricação. A idéia foi bem aceita, não só pelos clientes, bem como por vários fabricantes estrangeiros que se interessaram em entregar à DAFFERNER todos os seus produtos para a possível representação. A opção da DAFFERNER, todavia, foi dada às máquinas POLYGRAPH de procedência alemã (DDR), sobejamente conhecida no Brasil. A POLYGRAPH EXPORT é uma Empresa que concentra a atividade de vendas de várias fábricas da DDR e, portanto, a que oferece a mais variada linha de produtos para o Parque Gráfico Mundial. REPRESENTANTE EXCLUDING

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Expediente ABIGRAF EM REVISTA órgão oficial da Associação Brasileira da Indústria Gráfica

Regional do Estado de S. Paulo. Registrada no 2° Cartório de Registro de Títulos e Documentos da Comarca da Capital do Estado de São Paulo, República Federativa do Brasil, sob número de ordem 915, no livro n.° 02 da Matrícula de Oficinas Impressoras, Jornais e outros Periódicos. Publicação registrada no Departamento de Polícia Federal Divisão de Censura de Diversões Públicas de São Paulo sob n.° 1.517-P. 209/73. Redação e Administração: Rua Marquês de Itu, 70 - 12.° andar Telefones: 32-4694, 34-8269, 35-8788 e 37-0724 Telegr.: "ABIGRAF" - CP 7815 01223 - São Paulo, SP, Brasil Direção Administrativa: Rubens Amat Ferreira

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PRIMEIRO CotiNGBE-SSO DA INDÚSTRIA GRÁFICA 8, 9 E 10 DE DEZEMBRO MONTEVIDEO - URUGUAI I I ISO NON I

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Consultores Técnicos: Dráusio Basile José Ferrari Thomaz Frank Caspary Supervisão Editorial e Comercial: Luiz Carlos Cunha Vieira Weiss

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Redação:

Saulo Barros - MTPS n.° 8312 Diagramação e Produção: Brainstorm Programação Visual Gráfica Ltda. Tel.: 278-7331 Composição: Cooperadora Gráfica Ltda.

A capa é uma modesta homenagem aos companheiros uruguaios, que realizam o primeiro Congresso da Indústria Gráfica e aos quais a ABIGRAF deseja o mais absoluto sucesso.

Impressão:

Laborgraf Artes Gráficas S.A.

Sumário Editorial

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Cartas

6

Atualidades

8

Indústria Gráfica — Novos sistemas adaptados às tecnologias convencionais

14

A arte da serigrafia e seu desenvolvimento em nosso país

16

Foto-Flex: uma nova arte de fazer clichês de borracha

20

FIESP/CIESP em notícias

22

Noticiário SENAI

25

Flashes

27

Nossa Impressão

31

Bolsa de Máquinas

32

Setor Jurídico

34

Guia da Indústria Gráfica

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nova geração de fotocompositoras para reduzir radicalmente seus custos de composição

Teclado de máquina de escrever - Não são necessários especialistas caros para operar o "diatext". A datilografa o fará. 6 a 10 paginas de livro por hora "diatext" é uma máquina rápida. Teclado de toque leve, divisão silábica automática, justificação automática Compõem-se palavra atrás de palavra. Facilmente se alcança 12 a 15 mil sinais por hora.

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Diretoria:

EDITORIAL

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDUSTRIA GRÁFICA Regional do Estado de Silo Paulo DIRETORIA Presidente: Rubens Amat Ferreira Vice-Presidente: Henrique Nathaniel Coube 2.• Vice-Presidente: Sidney Fernandes

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Secretário:

Antonio Boiognesi Pereira 2.• Secretário: Drausio Basile Tesoureiro: III Waidyr 2. Tesoureiro: José Aidar Filho Suplentes: José Bignardi Neto Wilson Siviero Osmar Matavelll Isaias Spina Arthur Andreotti Ayrton Perycles Conde Orestes Romiti Conselho Fiscal: Homero VIBela de Andrade Vitto José Ciasca José Raphael Firmino Tiacci Suplentes:

Basilio Artero Sanches Renato Foroni Manoel Galego Fornielis

SINDICATO DAS INDUSTRIAS GRÁFICAS DO ESTADO DE SAO PAULO DIRETORIA Presidents: Rubens Amat Ferreira Vice-Presidente: Henrique Nathaniel Coube Secretário:

Sidney Fernandes 2.. Secretário: José Aidar Filho Tesoureiro: lrineu Thomaz Tesoureiro: Waldyr Pr lolli Diretor Re lações Públicas: Pery Bomelsel Suplentes:

Antonio Bolognesi Pereira Ar Undo Spina Drausio Basile Homero Vi Bela de Andrade João Anastácio Godoy José Bignardi Neto Renato Foroni Conselho Fiscal: José Raphael Firmino Tiacci Francisco Teodoro Mendes Filho Vitto José Ciasca Suplentes:

Airton Conde Wilson Siviero Bernardo Sinatro Delegados representantes Junto h FIESP: Theobaldo De Nigris Homero ViIlela de Andrade Suplentes: Sidney Fernandes Drausio Basile Secretarla: das 8 às 11,30 e das 13 às 17 horas. Aos sábados não há expediente. Secretaria Geral: Dra. Rose Marla Prio III Distribuição de guias para recolhimento do imposto sindical, distribuição de publicações periódicas e informativas; orientação para pedidos de isenção Junto ao Setor Gráfico da CDI. Departamento Jurídico: Dr. Antonio Fakhany Júnior Dr. J. Moreira Jr. Dr. Luiz Carlos Cunha Vieira Weiss Defesa dos associados na Justiça do Trabalho: informações trabalhistas e fiscais. civels e criminals

PRODUTOS SEMIMANUFATURADOS DO PAPEL PODERÃO CARREAR DIVISAS PARA O PAIS Não há quem, por certo, ignore os grandes esforços envidados e os incomensuráveis volumes de verbas e incentivos canalizados no sentido de que a Indústria do papel atinja as metas programadas para o II PNB. Com a consecução de tais objetivos a Indústria Gráfica nacional poderá dispor de papel b vontade para suprimento de suas necessidades referentes à produção interna de manufaturados, tais como, cadernos, livros e impressos em geral. Naturalmente, já em razão de a própria indústria do papel sofrer a concorrência direta do mercado internacional, ver-se-á, fatalmente, frente ao interesse de um melhor aproveitamento de preços, dedicando-se b manufatura de produtos exportáveis, assim como, livros, catálogos, etc. Já há alguns anos vem a ABIGRAF — Associação Brasileira da Indústria Gráfica — Regional do Estado de São Paulo, propugnando por dias melhores para nossos produtos semi-acabados, de tal forma que os mesmos possam num futuro breve virem a ser exportados. E para isto, a luta e empenho desta Associação são bastante árduos, principalmente voltados para a implantação definitiva do acordo de complementação junto aos países da ALALC. Apresentando o Brasil uma produção satisfatória e qualitativa de papel, mão-de-obra especializada e em condições de competir, poderia, sem dúvida, participar de uma grande fatia do mercado internacional, por sinal muito bem aproveitado por alguns países, tais como, Portugal, Italia, Espanha, etc. Salientamos que são inúmeras as consultas dos EUA e Europa sobre a possibilidade de obtenção de serviços gráficos relativos a composição, impressão, papéis, impressos, etc. Por certo, teremos que desde já ir pensando no reequipamento de nosso parque gráfico para que possamos atender tais reivindicações. Por certo contarão com o apoio irrestrito de nossas autoridades governamentais, restando, apenas, que haja uma maior coesão de nossos empresários, a fim de que estudem estas reais possibilidades em termos modernos de marketing. E assim sendo, poderão, também, contar com o apoio integral da AB1GRAF, a qual vem incansavelmente intercedendo junto CONLATINGRAF e outros órgãos interessados. E incrementando a exportação de livros, papéis e outros produtos manufaturados, carrearemos novas divisas para o país, corroborando, assim, para o equilíbrio de nossa balança comercial.

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Solicitamos a V. Sas. o fornecimento de 04 (quatro) exemplares da Revista "ABIGRAF EM REVISTA" - Ano Ii Número 17 - Abril de 1977. São Paulo Indústria Gráfica e Editora S.A. Rua Barão de Ladário, 226 São Paulo - SP

do: BANCO NACIONAL DO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO — Avenida Rio Branco, 53 — Sala 903 — Rio de Janeiro — RJ. Providências O., foram tomadas nesse sentido, e a partir do mês solicitado ABIGRAF EM REVISTA será enviada regularmente a essa Instituição.

O setor de circulação desta publicação já está tomando todas as providências no sentido de atender a solicitação de V. Sa. com a maior solicitude possível.

Estamos encaminhando folheto de divulgação do Curso de Qualificação Profissional, a nível de 2.° Grau em Artes Gráficas (Curso Intensivo), desta Escola. Solicitamos, uma vez mais, a especial deferência de V. Sas. no sentido de publicá-lo na Revista "ABlGRAF". Certos do atendimento, aproveitamos o ensejo para externarmos nossos agradecimentos pelo apoio que vimos recebendo dessa prestigiosa Associação. Jurandir de Carvalho Diretor da Escola SENAI "Theobaldo de Nigris" São Paulo - SP Continuaremos sempre prestigiando essa conceituada Instituição de Ensino brasileira, que muito tem contribuído para a elevação do padrão industrial de nosso país. Nossas páginas continuarão à disposição para toda e qualquer divulgação dessa Instituição.

Pela presente tomamos a liberdade de comunicar-lhes nosso novo endereço e telefone: Rua General Jardim, 770 — 9.° andar — Conj. 9-C — Tel. 259-7898 — CEP 01223 — São Paulo - SP. Rosanis Propaganda Ltda. Alfredo Rosanis São Paulo - SP O Depto. de Circulação de ABIGRAF EM REVISTA já providenciou a nova alteração de endereço dessa conceituada Agência de Publicidade. Aproveitamos o ensejo para agradecer o prestígio dispensado a este veículo técnico. 6

Solicitamos a remessa regular dessa interessante publicagão e aguardamos em especial número de novembro de 1976. Dirigimo-nos a V. Sas. a fim de solicitar-lhes a fineza de nos fazer uma assinatura de sua revista, informando-nos o preço e a forma de pagamento. Empresa Editora O LIBERAL LTDA. — Rua Pe. Manoel da Nóbrega, 154 Americana — SP

JA entramos em contato com Depto. de Circulação e Assinaturas, no sentido de que todas as informações sejam prestadas a essa empresa.

Acabamos de folhear o n.° 12 dessa interessante publicação, referente ao mês de novembro de 1976. Consultamos V. Sas. quanto a possibilidade de no-la ser remetida periodicamente, face ao interesse em nós despertado pelas matérias nela inseridas. Grafap Impressos Tipográficos R. Com . Francisco Ferreira,145 São João Nepomuceno — MG Nossa empresa, empenhada em elevar o nível profissional de seus funcionários, deseja, através de sua Bloch Biblioteca, solicitar assinatura gratuita da publicação ABIGRAF EM REVISTA.

BLOCH EDITORES S.A. Angela Sal les — Bibliotecária Rio de Janeiro — RJ Solicitação atendida. Solicitamos o fornecimento

de assinatura daABIGRAF EM REVISTA, a partir de julho de 1977, de grande interesse para nosso acervo bibliográfico, e que deverá ser remetida para endereço abaixo menciona-

American Graduated School Of International management Barbara Garland Glendale — Arizona 85306 Já estamos tomando todas as providências no sentido de sua solicitação ser prontamente atendida. Através do Prof. José Ferrari, por ocasião do Curso de Custos na Indústria Gráfica, recebi um número de ABIGRAF EM REVISTA, despertando-me o interesse em fazer uma assinatura da mesma. Exercemos a função de Gerente de Produção em uma Gráfica Estatal, comandando 20 elementos e temos 2 máquinas impressoras, além de um Setor de Arte e de Fotomectinica.

Um dos nossos grandes problemas é com relação a cores. Não temos nenhuma biografia

a respeito, e, tendo em vista que este é um assunto de muita imparcialidade, gostaríamos, se possível, que essa associação nos indicasse alguma publicação a respeito. Edmilson da Costa Pereira Avenida 15 de Novembro, 734 Cuiabá — MT O Depto. de Circulação e assinatura já esta processando necessário para enquadrá-lo como assinante de ABIGRAF EM REVISTA. Com relação ao problema de cores na Indústria Gráfica, salientamos que ABIGRAF EM REVISTA já está elaborando um trabalho editorial neste sentido, tanto com relação ao setor de impressão como no que se refere ao setor de fotolito.


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O ano de 1976 não registrou qualquer novidade sensacional no terreno da tecnologia das artes gráficas. Na verdade e, ao que se espera, nada de novo deverá mesmo surgir nessa área dentro dos próximos cinco anos. E crença geral de um grupo de técnicos da GraphComm que o próximo quinquênio estará voltado principalmente para a tarefa de desenvolver aplicações para as tecnologias já existentes combinando-as com sistemas que venham aumentar a produtividade e reduzir os custos nesse ramo industrial. 1976 viu muitas fábricas anunciarem numerosas e significativas inovações na área da aplicação prática, algumas envolvendo tecnologia já conhecida e novos processos que tornariam obsoletos os sistemas convencionais. Isto vem sendo observado sobretudo no campo da transferência da imagem em setores especializados, como é o caso da impressão de jornais, por exemplo. Tais novidades poderão ser constatadas no preparo da fotografia com o laser, transmissão de clichês e fac-similes, composição (principalmente de página inteira), monitores eletrônicos, sistemas diretos a cores do original para o cilindro de gravura, analisadores cromáticos, novos filmes coloridos de emulsão especial, DiLitho, driografia, impressão em linha de precisão, papéis leves, tintas de tratamento de radiação, e impressão transferida a jato e a calor. 1. SISTEMAS FOTOGRÁFICOS

ISENTOS DE PRATA

Embora os materiais fotográficos que dispensam a prata sejam tão antigos quanto a própria fotografia, a revolucionária tecnologia de delgados filmes dotados de camadas semicondutoras, com a velocidade dos sais de prata, foi divulgada em 1975 através da película Kuehnle-Coulter (KC) , que dispensa a prata. O material consiste em cristais anistrópicos de sulfeto de cádmio espalhados numa base

de poliéster. A composição e orientação dos cristais é de tal perfeição que uma simples descarga de 10 a 50 volts basta para distribuí-los por igual em toda a superfície. Com isto o filme adquire velocidade comparável ao Kodachrome II ou Panatomic, alta capacidade de resolução à razão de 10.000 linhas por milímetro, nenhuma falha de reciprocidade, sensibilidade pancromática, uma gama completa de tonalidades e alto contraste em preto e branco, duração ilimitada na prateleira e a extraordinária propriedade de registrar informações por meio de recursos óticos ou eletrônicos. Tais características garantem ao filme KC o seu emprego em cópias, microfilmagens e nos Raios-X, fotografias a cores em meio-tom e clichês, destacandose a nitidez das reproduções a quatro cores. Sua sensibilidade pancromática, depois de carregado e com alta velocidade de exposição, pode converter-se numa chapa ideal para os sistemas em que entra o raio laser, dentro de um processo de custo módico. O filme KC ainda se acha em estágio experimental e não encontrado a venda na praga, mas o seu preço deverá ser inferior ao do filme processado a prata. 2. IMAGEM A RAIO LASER

Os sistemas de imagem a raio laser já estão em uso há alguns anos e sua aplicação nas artes gráficas vem aumentando, principalmente em três setores — fotografia, clicheria e transmissão de produções ou fac-símiles. Na área da fotografia registrou-se a introdução, em 1975, da câmara de processo eletrônico Autokon 8.400, da ECRM (Bedford, MA 01730). Com excelentes resultados, a câmara pode ser operada por computador para produzir meios tons num sistema de composição de página inteira, o que é de utilidade não apenas nas oficinas de jornais mas também de outras publicações.

No setor de clicheria a inovacão a laser surgiu em 1974, e os atuais sistemas empregam monitores a base de raio laser a hélio-neon. Entre eles existem o Laserite 100, da EOCOM (Irving CA 92715) ; o LogEscan, da LogEtronics (Springfield, Va 22150) e o sistema de reproduções a laser da Dast Data (Sunnyvale, CA 94086). Com exceção de um, todos os sistemas utilizam o raio laser argon para gravar, "escrever" e "ler" com o laser hélio-neon. O grande problema de tais sistemas é ajustar a sensibilidade do revestimento da chapa ao feixe estreito que o espectro do laser argon emite, o que é contornado pelo LogEscan com o emprego de uma película intermediária — LaserMask — provida de revestimento de sensibilidade térmica num filme de poliéster o qual, ativado por um laser YAG, aquece a camada pigmentada correspondente b. imagem lida pelo raio laser a hélio-neon. A camada assim aquecida é transferida para uma chapa de alumínio anodizado que, em contato com a LaserMask, produz ao mesmo tempo a chapa e o negativo da imagem, sendo que este pode ser empregado na exposição de outras chapas pelo processo convencional, ao passo que o mecanismo LogEscan fica liberado para produzir outras chapas e negativos. O sistema vem sendo experimentado há mais de um ano e já foram obtidas mais de 100.000 impressões de boa qualidade. Outra maneira de se reajustar a sensibilidade das camadas da chapa ao raio laser é aperfeiçoar novas chapas, sendo que duas inovações nesse campo foram feitas em 1976 — uma comercializada pela Azoplate Corp. (Murray Hill NJ 07974) e a outra pelo Chemco Photo Products Co. (Glen Cove, NY 11542) —, ambas dotadas da necessária velocidade de exposição pelo raio laser. A EOCOM anunciou recentemente que mais de 20 bilhões de páginas já foram impressas através de 75 mil chapas de jornais fabricadas em suas unidades Laserite. Igualmente im-


Sistema Layout Video Harris 2.200.

portante é a informação de que a EOCOM interligou um minicomputador a um Laserite e conseguiu completar uma experiência em que os resultados ocorreram diretamente do computador para a chapa. No campo da transmissão de lac-similes, em 1975, os que mais usaram a transmissão de reproduções por sistemas a laser foram a Xerox, Bell Telephone e Associated Press. Este ano, o sistema Dast Data-Dow Jones valeu-se de um satélite de órbita estacionária para transmitir The Wall Street Journal, de Massachusetts para Florida, onde são produzidos os negativos e confeccionadas as chapas. Outras instalações estão se juntando ao sistema, medida que são obtidos os equipamentos. 3. COMPOSIÇÃO

AUTOMATIZADA

Aumentaram de muitos as possibilidades dos sistemas de composição tipográfica p o r computador em larga escala, e a interação do homem, por sua vez, atingiu tal nível que os operadores "enxergam" mais sobre aquilo que vai acontecer tipograficamente. Muitos dos sistemas atualmente em uso,

por exemplo, permitem ao usuário definir as verdadeiras imagens dos caracteres na tela do terminal, de modo que o empastelamento pode ser visto diretamente facilitando a comparação e a fusão. Para um eficiente trabalho de edição já existe uma nova trilha que permite ao operador descobrir as alterações que acabaram de ser feitas na cópia pelo colega que o precedeu. Quase todos os sistemas dispõem atualmente de listas que enumeram todas as informações neles contidas, pelo nome ou número correspondente e, dependendo do grau de sofisticação do sistema, indicam o número de caracteres e outros dados de utilidade. O operador poderá também transferir a reportagem de um terminal para outro, onde sera revista por outro colega. Os sistemas organizam também automaticamente uma "fila" de informações destinadas a um terminal, trabalho esse que reflete considerável evolução no processo. Outra inovação de destaque no sistema, introduzida no ano passado, 6. o chamado "potencial de crescimento". São muitos os fornecedores que idealizaram sistemas modulares flexíveis, permitindo

melhorias tanto no maquinismo como na sua programação. Ainda no ano passado, vários fabricantes exibiram o sistema integrado, constituído de um terminal de vídeo provido de teclado, discos e métodos de alimentação e saída, além de outras formas de computarização. De um modo geral, os sistemas revelaram um melhor entrosamento entre os processos tipográficos e os operadores, ampliando a capacidade de trabalho em menos tempo, com menos gente e a custo mais baixo. Em muita evidência está a característica CAM, que permite uma visão simulada do trabalho completo de composição, e o que é ainda mais importante, possibilita posicionamento e reposicionamento, alterações nos parâmetros tipográficos e mostra a página inteira diante dos olhos do compositor gráfico. Os sistemas de clicheria estiveram também em destaque no ano passado, muitos dos quais automatizados e outros ligados ao CAM e outros processos. A composição e a clicheria deram novos passos no corrente ano. A transmissão de fac-símiles ou FAX conquistou maior aceitação ultimamente. Muitos dos sistemas de composição, ora em fase de aperfeiçoamento, se ligarão a sistemas receptores via telecomunicações. Graças a estas novas tecnologias, os jornais imprimem a informação com maior rapidez e eficiência. A fora de dúvida que o usuário comercial das artes gráficas colherá os benefícios do progresso eletrônico, como aconteceu no passado. 4. SISTEMAS DIRETOS A CORES

Um dos entraves mais sérios para que a gravura possa desenvolver-se com maior rapidez é o custo elevado das operações preliminares. O preço do cilindro vem caindo devido A. introdução de novos métodos de gravação, de maior precisão e confiança, tais como os sistemas isentos de pó e outros de controle químico, além de gra-


vadores eletromecânicos (Ex.:

o Helio-Klischograph). Perduram também os altos preços de produção e correção das películas de tonalidade continua e de meios-tons, que custam quase o dobro dos filmes para textos e chapas de offset. Para contornar o alto custo, a Hell elaborou um sistema direto a cores no.qual um DC 300 é diretamente ligado a um gravador Helio-Klischograph, de tal modo que a imagem gravada poderá ser produzida no cilindro diretamente do original ou da transparência. Quatro sistemas desse tipo estão em experiência nos Estados Unidos, e até agora os resultados têm sido muito promissores. Caso seja bem sucedida, a inovação poderá trazer consigo a solução para os usuários em larga escala da gravura reduzirem com êxito o custo operacional preliminar e, por outro lado, tornar a gravura competitiva com o offset na impressão de periódicos de tiragem média. Todavia, o sistema ainda se acha dentro de limites considerados onerosos e sua utilização poderá muito bem desencorajar as empresas de impressão de menor porte. Sistemas semelhantes têm sido produzidos para a obtencão de chapas flexográficas. Um deles, empregado para chapas de cor única, é provido de uma cabeça diretriz mecânica controlada por uma unidade monitora de cópia eletrônica. Unidade idêntica utiliza uma cabeça gravadora a laser em lugar da diretriz mecânica, daí resultando uma gravura feita com rapidez e clareza na superfície de uma chapa, dotada de qualidade para impressão. Um terceiro sistema liga um monitor eletrônico a quatro cabeças de laser, e expõe camadas de fotopolímeros sobre chapas ou cilindros. O sistema ainda se encontra em estágio-piloto experimental. 5. ANALISADORES DE COR

Os analisadores de cor remontam a uma época anterior Segunda Guerra Mundial, com o analisador de três cores

Curtis usado pelo The Milwaukee Journal. O primeiro aparelho eletrônico desse tipo foi a unidade introduzida pela Du Pont e a Hazeltine Corp. em 1971. A unidade foi fabricada para analisar separações de tonalidade de coloração continua, a fim de determinar a informação seletiva apropriada. O sistema aprovou no trabalho de gravura, mas não alcançou maior receptividade quanto aos demais processos. A Hazeltine anunciou em 1976 que ampliaria o seu sistema com o fim de incluir a análise de transparências originais, o que resultaria na abertura de horizontes para outros processos. O primeiro Chromascope Hell foi instalado numa fábrica de tecidos, em 1976. Basicamente, é um analisador cromático que compara subjetivamente a transparência a ser estudada, com transparências padronizadas, informando a correção feita ou introduzindo-a diretamente no DC 300. INOVAÇÕES NA PRODUÇÃO

DE FILMES

Em julho de 1976, a Kodak anunciou uma nova linha de filmes a cores conhecidos como Ektachrome E-6, dotados de colorido idêntico, características de contraste e podendo todos ser processados com o mesmo tratamento químico. Dispomos pela primeira vez de uma linha de filmes a cores de rolo, lamina e duplicação providos de características idênticas. NOVOS SISTEMAS E PROCESSOS

DiLitho é a denominação do processo de chapas litografadas montadas nos cilindros da chapa, de impressão de jornal diretamente no papel. O sistema entrou em operação em 1975 quando se descobriu que tintas comuns podiam ser usadas. Mais de 70 editores de jornais estão usando o sistema no momento, inclusive alguns grandes jornais metropolitanos, como o Kansas City Star.

Existem atualmente oito fabricantes de sistemas especiais para DiLitho, e foram introduzidas várias soluções de fontes que não exigem cobreação dos roletes de ago no sistema de tintagem. DRIOGRAFIA A Driografia continua atraindo alguma atenção e admite-se a possibilidade de um sistema bem sucedido do gênero resultar lucrativo. A Xerox obteve mais três patentes em 1976, além das três que já lhe haviam sido concedidas em 1975. Todas as chapas ainda se baseiam essencialmente no emprego de borracha de silicone para a área de não impressão. A diferença está principalmente no modo em que a borracha de silicone é aplicada ou produzida na chapa. A 3M e a Scott ainda trabalham ativamente nessa área, mas nenhuma dispõe no momento de um produto verdadeiramente comercial. Em 1976, registrou-se considerável atividade na impressão a jato. Atualmente, a A. B. Dick dispõe de mais de 800 impressoras a jato de tinta (IJP) em uso em todo o mundo, muitas das quais incorporadas a outros sistemas. A tecnologia Mead tem fornecido numerosos componentes Dijit aos sistemas IJP para a UARCO, Standard Register e Wallace Business Forms. A PIRA e a Cambridge Consultants, da Inglaterra, completaram seu estudo cooperativo multicliente sobre IJP, em 1976. Os resultados do estudo constam de um minucioso relatório de cem páginas cobrindo 16 fabricantes, possíveis f abricantes de sistemas IJP e 27 outros sistemas descritos na literatura da patente. Duas conclusões interessantes do estudo foram a verificação de que as alterações ocorriam com tal rapidez no IJP, que se tornou difícil determinar onde concluir o trabalho e, em decorrência disso, novo estudo foi planejado para este ano.


IMPRESSÃO POR TRANSFERENCIA DE CALOR A impressão por transferência de calor com o emprego de pigmentos sublimados foram finalmente introduzidos nos EUA em 1976. Gravura, flexografia e litografia são os processos comumente usados, e o produto se estendeu além das aplicações têxteis conhecidas. Qualquer material ou produto contendo ou revestido de poliéster pode ser decorado por transferência de calor, utilizando-se uma imagem impressa em papel com pigmentos sublimados. No fim do ano, uma inovação na transferência direta para o algodão foi anunciada pela De Vries Transfer Printing Co. (Paterson, NJ). 8. APERFEIÇOAMENTOS EM PERSPECTIVA

TINTAS DE TRATAMENTO A RADIAÇÃO Declinou o interesse pelas tintas de tratamento a radiacão ultravioleta (UV), feixe de elétron (EB) , infravermelho (IR) e/ou energia de microonda, principalmente pela facilidade que regula o uso de fontes energéticas, particularmente o gás. O tratamento UV é ainda o único empregado em qualquer extensão, e vem se ampliando na área do mercado de decoração metálica e outros produtos, particularmente cosméticos. Até agora, não foi anunciada nenhuma instalação de artes gráficas envolvendo equipamento de tratamento por feixe de elétron. A Energy Science Inc. e destacados técnicos de sistemas EB de baixa energia instalaram recentemente um revestidor/laminador piloto de gravura de 20 polegadas para ser experimentado nas instalações de Bedford, MA. O EB melhor ajustado a processos e aplicações que utilizam revestimentos espessos como a gravura, flexografia e impressão em tela.

Os sinais retransmitidos por satélite para esta antena produzem fac-similes de "The Wall Street Journal" para tipografias afiliadas.

PAPÉIS LEVES A maioria dos jornais dos EUA são agora impressos ern papel de 30 libras em vez de 32 libras, sendo que alguns estão experimentando o de 28 libras numa tentativa de equilibrar o custo do papel de imprensa. Hoje é muito comum em textos de impressão em offset a utilização de papel de 32 libras de duplo revestimento (C2S). O St. Regis anunciou em 1976 uma inovação de uma de suas máquinas de papel para a produção de papel de gravura C2S de 30 libras. Tal papel empregará pigmentos plásticos de revestimento, no lugar da maioria dos pigmentos inorgânicos, com o fim de reduzir o peso do papel. Pigmentos plásticos, que são pe-

queninas esferas de plástico poliestireno, são também usados como carregadores para papéis não revestidos usados em copiadores eletrostáticos. Um papel de 13 libras está sendo vendido, com determinadas características de um papel de 20 libras. CONSIDERAÇÕES AMBIENTAIS Normas relacionadas com a poluição da água estimularam as atividades na produção de chapas de offset e c,omponentes químicos não poluidores, especialmente em gravura. Uma nova chapa litográfica interessante foi a que a NAPP apresentou na Graph Expo 76. Depois da exposição do negativo, ela é revelada em água corrente e então submetida a tratamento por uma substância denominada Hydroseal.


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IMPRESSÃO

Abordando temas bem atuais, abrangendo os mais avançados equipamentos no campo de artes gráficas e impressão, com técnicos brasileiros e dos Estados Unidos participando dos debates, representou uma das motivações do Seminário/Mesa Redonda, sobre "Equipamentos e Tecnologia de Artes Gráficas e Impressão" que a United States Trade Center realizou no dia 19 de outubro do corrente ano. Thomaz Caspary, representando a Associação Brasileira de Artes Gráficas — Regional do Estado de São Paulo, teve importante atuação no seminário, que contou com a presença de várias empresas brasileiras. SINDICATO DAS INDÚSTRIAS GRÁFICAS NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL TEM NOVA DIRETORIA

Foi eleita e empossada a nova diretoria do Sindicato das Indústrias Gráficas no Estado do Rio Grande do Sul, assim constituída: Presidente: Henry Victor Saatkamp - Indústria Gráfica de Embalagens S.A. Secretário: Márcio Carbonell - Livraria do Globo S.A. Tesoureiro: Arthur A. Pietzsch - Ética Impressora Ltda. Suplentes: Teimo F. Nogueira - Alvorada Indústria Gráfica S.A. Josef Gress Jr. - Empresa Gráfica Metropole S.A. Albert Mattis - Concordia S.A. Artes Gráficas Embalagens. CONSELHO FISCAL Titulares: Erich Otto Schmitt - Otomit S.A. Indústria e Comércio Rolf Rotermund - Rotermund S.A. Indústria e Comércio José Costa de Medeiros - Tipografia Gravataí Suplentes: Remé Oscar Blos - Gráfica Caeté S.A. 14

Walter Kessler - Royo Kessler & Cia. Ltda. Harry Renato Wolff - Gráfica Lider Ltda. DELEGADOS REPRESENTANTES Titulares: Henry Victor Saatkamp, Josef Gress Jr. Suplentes: Arthur Alfredo Pietzsch, Teimo Franco Nogueira. ASSESSORES DA OMNIPOL EM VISITA A ABIGRAF

Estiveram visitando a redação de ABIGRAF EM REVISTA os Srs. Ing Rudolf Kocourek e Jaroslav Michalek, Assessores de diretoria da OMNIPOL BRASILEIRA S.A., tradicionais fabricantes de impressoras offset desde o ano de 1952. São também distribuidores de todos os produtos necessários à impressão offset. A Omnipol Brasileira S.A. se encontra atualmente no seguinte endereço: Rua 25 de Janeiro, 310 - Bairro da Luz - São Paulo. EQUIPAMENTOS, COM UM BOM DESEMPENHO

Nos oito primeiros meses do ano cresceram bastante os indices de consumo de energia elétrica na produção de máquinas para a indústria de plásticos e na de máquinas gráficas, setores ligados b. indústria brasileira de bens de produção mecânicos. O item emprego total, embora registrando um crescimento significativo no setor de máquinas gráficas, manteve-se com certa estabilidade no de máquinas para a indústria de plásticos. Segundo os dados divulgados pela ABIMAQ/SIMESP, e tomando por base janeiro de 1975 igual a 100, o setor de máquinas gráficas apresentou um índice 142,2 no consumo de energia elétrica na produção em agosto, contra 138,3 em julho, 137,9 em junho e 135,3 em maio. De janeiro a abril, os resultados registrados foram


103,4 no primeiro mês, 93,9 em fevereiro, 130,6 em março e 128,8 em abril. O mesmo setor, no item emprego total, apresentou avango significativo na relação janeiro/agosto, saltando do indi160

150

ce 128,9 no primeiro mês do ano para 137,5 em agosto último. Nos demais meses foram

anotados os seguintes indices: 130,7 em fevereiro, 138,0 em março, 136,3 em abril, 130,7 em maio, 136,6 em junho e 136,6 em julho.

SETOR EM ASCENSÃO

GRÁFICAS VÊEM O PROBLEMA DE MAO-DE-OBRA

INDICES CONJUNTURAIS DE MÁQUINAS GRÁFICAS

Dando continuidade A política de integração dos sindicatos da indústria com a entidade

140

F ONTE: ABIMAO/ SIME SP

130

120

110 100

90

I II DEZ,

CONSUMO DE ENERGIA FATURAMENTO REAL

máxima da classe, a diretoria do Sindicato das Indústrias Gráficas de Minas Gerais e da ABIGRAF-MG esteve na Federação das Indústrias de Minas, para cumprimentar o presidente Fábio de Araújo Motta pela sua eleição para a vice-presidência da Confederação Nacional da Indústria e comunicar oficialmente a posse dos novos dirigentes das duas entidades. Durante o encontro, o presi-

dente do Sindicato das Indústrias Gráficas de Minas e da ABIGRAF-MG, Sidney de Morais, que estava acompanhado dos diretores Jose Ribamar Chaves Cruz, Carlos Alberto Rangel Proença, Marco Paulo Cardoso Ildeu de Castro e Sebastião Lessa Azeredo, fez uma rápida exposição ao presidente da FIEMG do seu programa de trabalho frente ao Sindicato e ABIGRAF.

Sidney Morais disse que pre-

tende dar destaque em sua administração A solução de problemas que afligem o seu setor, como mão-de-obra desqualificada, concorrência estatal, carência de estrutura administrativa, necessidade de aprimoramento profissional e falta de

sentido empresarial. O presidente Sidney Morais agradeceu também o trabalho que a FIEMG agora vem realizando de apoio As atividades dos sindicatos a ela vinculados.


A ARTE DA SERIGRAFIA [SEU DESENVOLVIMENTO EM NOSSO PAÍS A Serigrafia ocupa atualmente um papel de destaque em nossos meios industriais, carecendo, apenas, de um maior apoio as exportações para que possamos alcançar e manter uma posição compatível com as exigências da arte e dos artistas contemporâneos.

De vinte anos para cá a Serigrafia não teve aquele desenvolvimento esperado e que realmente poderia ter atingido. O ritmo estava sendo razoável, mas um dos fatores que quase paralisou bruscamente o caminho do progresso foi ocasionado pelás restrições as importações. Realmente, os produtos importados já estavam contribuindo sensivelmente a esse desenvolvimento, animan-

do muitos profissionais e f azendo conhecer a muita gente uma Serigrafia cada dia melhor. E necessário, apenas, ampliar nosso mercado, abrindo o caminho através de bons produtos ainda não fabricados no Brasil, a fim de que, juntamente com os nossos produtos, se possa fazer uma boa Serigrafia. Desta forma conseguiríamos, em breve, resultados satisfatórios, atingindo rapida-

mente uma posição de igualdade com os vários países adiantados nesta maravilhosa arte da Serigrafia. Agora devemos aguardar uma mudança radical para a continuidade da marcha do progresso nesse setor, auxiliados por produtos de primeira linha. E evidente que a disponibilidade de bons produtos é um estímulo à criatividade, A, dedicação e ao empenho no sentido de desfrutar ao


máximo dos meios que condicionam a boa qualidade. Alguns, ou melhor uma minoria, lutam com meios inadequados para se destacar dos medíocres e chegam a realizar verdadeiros milagres apresentando belos trabalhos onde transparecem a perseverança, a dedicação, o bom-gosto, o amor e até mesmo uma verdadeira paixão pela arte Serigráfica. A maioria visa lucros incessantes a curto prazo e se limita a fazer o suficiente para apresentar trabalhos apenas aceitáveis. Uma grande parte dos impressores de Serigrafia não conhecem os produtos todos disponíveis e nem os equipamentos existentes, estrangeiros ou nacionais, operando de maneira arcaica, não se preocupando em melhorar suas condições de trabalho com pequenos investimentos que propiciariam a conquista de faixas de mercado cada dia mais exigentes. Os bons equipamentos geralmente são encontrados somente em firmas cuja produção é uma complementaçã,o da própria indústria, ao passo que os produtores de serviços para terceiros, grande parte deles, carecem de meios elementares indispensáveis para produzir decentemente e nem sequer se preocupam com a influência psicológica negativa que atinge diretamente os próprios funcionários em virtude de serem obrigados a trabalhar num ambiente de improvisações de toda espécie, deixando, assim, de demonstrarem interesse para produzir qualidade sempre melhor. Dificilmente acontece em outros setores de Artes Gráficas, pois Serigrafia também pertence a este ramo, tantos cancelamentos de pedidos, devoluções parciais ou totais como nesse setor, e as causas são geralmente a péssima qualidade, prazo de entrega e outras — falta preparo, conscientização recursos melhores. Se o próprio empresário não demonstra interesse em melhorar sua produção qualitativamente estará transmitindo ao seu próprio funcionário, do qual depende

grande parte do bom resultado, este desinteresse tecnológico. O fato de a Serigrafia ser, em princípio, um sistema de impressão muito simples e muito fácil de se produzir sem maquinaria, é a causa da existência de maus profissionais que, com uma matriz qualquer feita por inaptos, duas dobradiças e um rodinho para passar tinta em qualquer material, começam a produzir sem qualquer apuro ou critério. Mal sabem estes curiosos que apenas ouviram falar de Serigrafia que estão lidando com uma arte gráfica bastante difícil, a qual, por ser versátil demais, necessita ser tratada com um maior raciocínio a cada passo. Serigrafia se aplica a qualquer material, superfície e objeto. Daí a necessidade de se conhecer a variedade de tintas existentes para imprimir devidamente os diversos materiais, tais como, tecidos, alumínio, madeira, papel, plásticos em geral, vidro, fórmica e centenas de outros produtos. Há uma maneira sempre um pouco diferente de se fazer a aplicação, por exemplo, em tecido usa-se um rodo de borracha mais ou menos arredondado conforme o caso e a matriz em contato, enquanto em vidro o perfil da borracha deve ser de canto vivo e a matriz fora de contato; porém, a técnica básica é uma só, mas para cada caso há sempre uma diversificação, e a dureza da própria borracha também tem sua importância, podendo ser mais ou menos flexível. As malhas do tecido com que confeccionamos uma matriz deverá ser sempre apropriada em razão do material e da tinta a ser aplicada; a matriz poderá ser preparada pelo processo direto ou indireto: para tintas à base d'água ou de solventes, a diluição deverá ser também de acordo com a abertura da malha e o material a imprimir, e se torna necessário lembrar que a própria velocidade no curso do rodo tem grande influência. Por estas e outras razões é fácil compreender porque a Se-

rigrafia é a arte mais complexa que qualquer outro meio de impressão, contrariamente ao pensamento de muitos. Trabalhos em tricromia e quadricromia podem ser executados ern Serigrafia e com retículas bastante finas; naturalmente, para isto é necessário, além de um profundo conhecimento técnico, o auxílio de materiais e equipamentos apropriados, assim como também tecido de nylon ou poliéster de espessura minima e não branco, mas amarelo, laranja ou vermelho; esticador para tensionar uniformemente as telas; quadros metálicos para evitar a instabilidade dimensional, emulsão de ótima qualidade ou filme indireto. O fotolito é uma das peças que têm um papel muito importante em Serigrafia. E necessário que o fotolito seja legível na camada, ou seja, no lado fosco, e salvo em casos especiais de impressão invertida deverá ser bem opaco nos pretos. No entanto, muitos não dão a menor importância a esses detalhes, de suma importância se se exige que os traços sejam bem recortados e nítidos, evitando ou reduzindo o serrilhado na impressão e que a matriz seja bem resistente para dar boas tiragens. Com um positivo bem preto a matriz poderá receber uma exposição de luz bem prolongada e a camada da emulsão será queimada em profundidade. oportuno lembrar que a confecção de uma matriz Serigráfica é mais delicada que a de uma chapa offset, pois estamos gravando uma imagem num tecido e não numa chapa rígida. transporte do positivo na matriz deve sempre ser efetuado com prensa a vácuo para se conseguir um perfeito e absoluto contato das duas partes. A falta de uma prensa a vácuo, usando-se uma pressão por pesos ou mecânica obriga a redução do tempo de exposição, o que prejudica a qualidade da matriz. A fonte de luz ideal ainda é a do arco voltaico, rica de raios ultravioletas, mas que hoje


vem sendo substituído por vários tipos de lâmpadas mais cômodos e mais econômicos. A impressão, última operacão do trabalho serigráfico, na maioria dos casos 6. efetuada manualmente. Não resta dúvida que o braço humano não pode ser regulado como uma máquina que, após regulada, trabalha com uniformidade constante, tanto na pressão como na velocidade; mas, infelizmente, uma série de motivos ainda impede que as maquinarias sejam facilmente adquiridas. Materiais leves, como o papel e outros, especialmente com grandes Areas chapadas, deveriam sempre ser impressos em mesas com vácuo para que o material, após a impressão, não grude na tela no momento em que esta será levantada. necessária muita perícia para se imprimir sem mesa de vácuo, mas, assim mesmo, o mínimo que pode acontecer uma produção lenta. A secagem dos impressos, de um modo geral, é demorada, razão pela qual se necessita de um espaço razoável para a instalação de dispositivos de secagem ou estufas. Haveria muito ainda a se dizer, mas, para finalizar, diremos que é lamentável que muitos se dediquem A. Serigrafia com tão pouco interesse em conhecê-la, pelo menos basicamente. A opinião geral é que a Serigrafia se processa com quatro paus e um rodo de qualquer jeito no fundo do quintal, indiscriminadamente, mas é exatamente o contrário, dependendo de maquinarias e de um aprimoramento tecnológico bastante acurado.

Máquina Universal 250-T, semi-automática, para impressão serigráfica, de fabrica ção TUPASK, para impressão de objetos cilíndricos com ou sem injeção de ar

PIERO DENARO

Fundador e titular da TUPASK. Pioneiro na fabricação de maquinas serigráficas no Brasil, tendo sido, também, o primeiro a expor no Parque Ibirapuera máquinas semiautomáticas de fabricação própria. Mantém cursos de Serigrafia, e brevemente dará início a cursos de fotomecânica básica. 18

A mesma máquina com dispositivo de impressão plana com base a vácuo.


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FOTO-REXt UMA NOVA AM DE FAZER CI ICHÊS DE BORRACHA A divisão Foto-Flex da National Printing Plate Co. é a responsável pela produção comercial de clichês usando o sistema Foto-flex com exclusividade. Sistema este, que já demonstrou sua elevada qualidade tanto com relação et facilidade de se fazer os moldes como com referência à qualidade dos mesmos e sua durabilidade.

Foto-Flex é a marca registrada de uma nova chapa flexográfica desenvolvida pela National Printing Plate Co. A nova arte envolve a fabricação de um molde por um processo de foto-laminação — laminado o molde camada por camada. Desta maneira, os contornos e a profundade da chapa podem ser uniformemente controlados, especialmente nas cavidades das letras e nos negativos, o sistema Foto-Flex é um processo de gravação controlado. Este novo sistema faz o molde diretamente do positivo e

elimina a foto-gravação e o molde de bakelite. As muitas variáveis como a concentração, o conteúdo metálico e o tempo do banho, etc. do antigo sistema de fotogravação são substituídos por um sistema que pode facilmente ser controlado. mais nítido, e na maioria das vezes mais econômico. Existem duas matérias-primas básicas usadas na fabricacão do molde FOTO-FLEX. A base do molde que é no final a face do cliché de borracha uma lâmina rígida de alumínio obtida comercialmente com a maioria dos fornecedores.

A segunda matéria-prima uma camada fotossensivel. O líquido fotoquímico é convertido numa camada, a qual é colocada entre duas laminas de polipropileno para assegurar uma estabilidade indefinida sob refrigeração. O equipamento básico para a produção de um molde FOTOFLEX inclui: Um distribuidor automático de filme Um laminador Uma unidade de revelacão de 5000 wattts de vapor de mercúrio


Um aparelho de lavagem com água quente Uma estufa de ar quente com controle automático O custo dos equipamentos (5) é de US$ 25,000.00. Para descrever mais detalhadamente o equipamento e o processo de produção apresentamos brevemente os passos a seguir: Passo 1 — Um filme positivo da arte final é preparado juntamente com três camadas do positivo. Estas camadas são usadas em diferentes intervalos do processo para suportar os gráficos positivos, gráficos negativos e sólidos estão num ângulo de 90°. 0 positivo e as camadas são colocados num registro perfeito por um sistema de fixação que os prende no alumínio com pinos de registro. Passo 2 — A primeira camada fotossensível é laminada no alumínio colocando-se o laminador na posição de "alimentação". Nesta posição o metal está sendo aquecido e está sob vácuo. O operador aperta o botão "liga" e a lâmina é automaticamente processada. A laminação pronta é descartada no sistema de refrigeração. Passo 3 — A outra camada de polipropileno é removida, o positivo é fixado na posição sobre o alumínio e colocado invertido na unidade de revelação. E acionado o vácuo e o laminado é exposto a uma luz de 5000 watts de vapor de mercúrio. O vácuo é desligado e o positivo do filme é removido. Passo 4 — O molde é colocado num suporte da tampa da máquina de lavagem. O operador aperta o botão "liga". A tampa fecha, o ciclo de lavagem é completado e a tampa abre automaticamente. O molde é removido e as areas que não foram expostas â luz através do positivo do filme são retiradas com água quente e aquelas que foram expostas b. luz permanecem intatas. Passo 5 — O molde é secado por uma mangueira de ar comprimido e inspecionado para ver se todas as áreas foram completamente lavadas e limpas.

Isso completa o primeiro passo de produção. O molde continua a passar pela laminação, revelação, lavagem e secagem até que se alcance a profundidade desejada de relêvo. O número de passos de produção ou camadas de matéria fotossensível usadas dependem da complexidade do gráfico. Um molde simples com tipos grandes e gráficos simples pode ser feito com 8 a 10 laminações. Um molde complexo com tipos pequenos ou impressão em retícula requererá 15 a 18 laminações. Um operador experiente pode trabalhar em três moldes ao mesmo tempo, um em cada fase de produção, a laminação, a revelação e a lavagem. O tamanho máximo do molde é 24" x 20" (60.96 cm x 50 cm) assim moldes pequenos podem ser feitos juntos e não 6. raro que um operador produza 10 a 15 moldes num período de trabalho de 8 horas. Uma vez que o molde é completado ele é colocado na estufa para ser vulcanizado durante 12 horas. Uma vez vulcanizado o molde é permanente. Ele pode ser usado e reusado continuamente em prensas para produzir clichês flexográficos de borracha. Ele é compatível com a maioria dos compostos de moldagem atualmente usados, inclusive borrachas naturais e sintéticas, plásticos etc. Porque todo o equipamento é automático a produção de moldes FOTO-FLEX é simples e pode ser ensinada facilmente a operadores inexperientes. O espaço necessário é pequeno e a instalação da maquinaria é simples. O clichê acabado FOTOFLEX tem duas grandes vantagens: 1 — Maior fidelidade de reprodução. 2 — Maior durabilidade do clichê. O seu representante da FOTO-FLEX lhe mostrará amostras e uma reprodução da revista "Printing Plate Magazine" para provar estas afirmações. Um novo sistema flexográfico não deverá somente contri-

buir para melhorar a qualidade impressa como também por ser economicamente aceitável. A experiência tem demonstrado que o sistema FOTO-FLEX pode competir contra os sistemas de fotogravação e os clichês foto-polímeros que existem no mercado. O primeiro clichê foto-polímero é aproximadamente 30% mais barato que o primeiro clichê FOTOFLEX mais os custos do molde. Depois, duplicatas de clichês FOTO-FLEX são significantemente mais baratas que repetidos originais de clichês fotopolímeros. A divisão FOTO-FLEX da National Printing Plate Co. é um fabricante comercial de clichês usando o sistema FOTO-FLEX com exclusividade. Durante os últimos 4 anos a divisão tem: Vendido clichês FOTO-FLEX para cerca de 300 consumidores diferentes. Produzido todo tipo de clichê conhecido para ser usado com qualquer tipo de substrato. Provou a facilidade de se fazer moldes FOTO-FLEX e a sua durabilidade. Demonstrou que fazer moldes FOTO-FLEX pode facilmente ser ensinado a mãode-obra inexperiente. Provou a qualidade da impressão FOTO-FLEX e a sua durabilidade na impressora. F OT 0- FLEX encontra-se disponível para ser fabricado sob licença. Se o senhor quiser reter todas as vantagens dos clichês de borracha acrescidas de uma melhora na qualidade impressa e na durabilidade do clichê, FOTO-FLEX merece a sua consideração mais séria. Fabricado pela: NATIONAL PRINTING PLATE CO. 1415 S. Drover Indianapolis, Indiana 46221 Representante exclusivo no Brasil: REPRESENTAÇÕES MAXPEL LTDA. R. Frei Caneca, 1407 - 5. 0 Conj. 519 - Fone: 287-4252 Caixa Postal, 5086 01000 - São Paulo - SP 21


SIMONSEN NA FIESP: ELIMINAÇÃO DO RESTITUIVEL SERIA PREMATURA

O ministro Mario Henrique Simonsen, da Fazenda, manteve ontem, na sede da Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo, diálogo com as diretorias destas entidades e com o empresariado paulista em geral, ocasião em que respondeu a indagações formuladas pelo diretor do De-

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partamento de Economia (DECON) , da FIESP-CIESP, sr. Oswaldo Palma, e que consubstanciam as linhas gerais da economia brasileira. A reunião foi presidida pelo sr. Theobaldo De Nigris, titular da FIESP-CIESP que, ao abrir o encontro, salientou a satisfação da Casa da Indústria paulista em receber o ministro Simonsen, que nunca se tem furtado ao diálogo com os empresários de São Paulo, fato comprovado pelas suas periódicas visitas, atendendo a convites expressos formulados pelas diretorias. Em seguida, passou a palavra ao vice-presidente Oswaldo Palma que destacou, em especial, os resultados auspiciosos já obtidos na luta antiinflacionária, fato que passou a ocorrer após o ministro ter assumido o comando. DEPOSITO COMPULSÓRIO

A primeira pergunta formulada pelo sr. Oswaldo Palma referiu-se ao depósito compulsório, tendo o Departamento de Economia alinhado sugestões no sentido da eliminação total do depósito compulsório, anun-

dando-se a data da suspensão pelo menos com 6 meses de antecedência ou, ainda, proceder eliminação gradativa, quer através da redução do percentual do recolhimento, quer através da redução do prazo de retenção. Sublinhou o ministro, tecendo considerações abrangentes sobre a balança comercial, que a politico adotada alcançou progressos inegáveis. "Acabo de receber informações sobre o comportamento do comércio externo, em agosto, tendo sido registrado um pequeno déficit de 46 milhões de dólares", observou Simonsen, classificando esse resultado de satisfatório, em decorrência de, normalmente, as importações de agosto serem normalmente muito altas, a par do mês de julho ter tido um sábado e domingo em seu final, fato que provocou o deslocamento de compras para os primeiros dias de agosto. Ao comentar as sugestões da FIESP-CIESP, Simonsen reiterou que a eliminação do depósitor compulsório seria prematuro, já que o Governo tem como meta consolidar resultados obtidos, esforço que deve ser prolongado por cerca de mais 3 ou 4 anos. Lembrou que


os países da OPEP têm cerca de 40 bilhões de dólares em conta corrente, valor este que pode ser reciclado entre os países mas não ajustado como deveria. Entende, portanto, que todo cuidado é pouco com relação ao Balanço. Quanto ao depósito prévio, Simonsen salientou que também não gosta de sua aplicação, mas que é um instrumento necessário, na medida em que se mostrou eficaz na contenção de importações. Revelou que, de alguma forma, o Governo tem se preocupado e já abriu algumas exceções salutares, casos específicos da barrilha, do cobre e outros itens, a par das folhas de flandres, e, em decorrência, da necessidade de importação de certas matérias-primas e insumos que compõem produtos ou serviços que participam de concorrências internacionais. Simonsen enfatizou o processo desenvolvido com relação ao depósito prévio, pelos resultados obtidos, cujos resultados cobrirão parte do déficit na rubrica Serviços e evitarão um endividamento perigoso. Voltando a salientar que é cedo para o Governo eliminar o depósito prévio, o ministro prometeu, todavia, como já vem ocorrendo, uma análise caso a caso, para se verificar se a medida de contenção da importação de determinado item não está agindo contra os próprios interesses dessa política. Opta o ministro — caso se venha a pensar na eliminação do compulsório — pela supressão gradual, para que não se registre um "fantástico" aperto em outros programas de crédito. REATIVAÇÃO, NÃO

A uma segunda pergunta, esta versando sobre a diminuição do ritmo de expansão da demanda agravada, nível de desaquecimento e possível reaquecimento, o ministro acentuou que "apesar da desaceleração o Produto Industrial cresceu 6%, no 1. 0 semestre" e que as medidas adotadas mantiveram o termômetro da economia numa temperatura ra-

zoavelmente saudável. Sobre inflação, Simonsen observou que o Governo tem sido até mais rígido do que em relação política adotada para o balanço, ajuntando que "tivemos três meses de bons indices de preço; tudo indica que teremos um quarto mês nestas circunstâncias. Todavia, estamos longe de ter vencido a inflação, por conseguinte não devemos tomar medidas que possam transformar o chamado desaparecimento em crise, fato indesejável por todas as razões. Lembrou, nesse sentido, que o Governo Geisel tem um grande mérito, o de não ter conhecido a recessão com todas as suas catástrofes. Portanto, na opinião do ministro, seria, igualmente, prematuro o reaquecimento da economia acima do permitido pela conjuntura. Insistiu na figura de que o Governo deve verificar o termômetro da economia, para que a temperatura não venha a subir demasiado. Reconhece que é um processo penoso, ingrato e de frustração de determinadas expectativas, mas que temos de dar, inegavelmente, nossa cota de sacrifício, já que há longo caminho a percorrer. Sobre nível de emprego, Simonsen assinalou que, evidentemente, ele tem sido menor no município de São Paulo do que em outras regiões, em face até de uma certa descentralização; todavia, informou que esse mesmo nível, se tomado no Estado e no País não sugere desemprego e tem respondido, de forma razoável, ao crescimento demográfico. Persistiu em que o País deverá passar por uma fase longa de austeridade sem recessão até que possa consolidar os resultados obtidos e que deverão ser ampliados na área da balança comercial e também no arrefecimento do déficit do balanço de pagamentos. AGRICULTURA Em seguida, o sr. Oswaldo Palma enunciou a pergunta formulada pelo DECON e referente à Agricultura (recursos a

ela destinados) , ao que o ministro explicou que muitos investimentos previstos no orçamento plurianual beneficiam indiretamente a Agricultura, como os direcionados a construção de rodovias e ferrovias, investimentos estes que estão embutidos em outras rubricas que não a da Agricultura. Reconhece o ministro que, apesar dos desperdícios, a Agricultura tem crescido e sua situação, comparada à de inúmeros países, é bastante significativa. Lembrou que ela tem sido contemplada com créditos de custeio, preços mínimos e financiamentos, estímulos aos quais tem ela respondido. Reconhece o ministro que "há muito que evoluir em matéria de tecnologia agrícola, ressaltando que em alguns itens a produtividade é comparável à maior possível, caso da soja, por exemplo. Lembrou, ainda, que tal não ocorre na área do trigo, cujo rendimento está abaixo da média internacional, assim como o milho. Entende que as dotações se bem aplicadas podem ser da mais alta produtividade, relacionando essa perspectiva com o trabalho de pesquisa de variedades de sementes e de rendimento por hectare. Uma quarta pergunta referiu-se à capitalização da empresa privada nacional e as distorções que ainda se fazem presentes no mercado de capitais. As distorções abrangem: a fixação institucional de taxas de juros reais incompatíveis com o risco e a liquidez dos títulos, o tratamento fiscal dos dividendos, a compressão do lucro através dos controles de preços e o tratamento fiscal capaz de eliminar ou reduzir a especulação imobiliária. Especialmente, sobre a especulação imobiliária, Simonsen observou que "o que se coibiu foi alguma coisa de muito grande, lembrando que a pessoa física, que podia, antes do atual Governo, efetuar 6 compras e 6 revendas em 3 anos, fazer o loteamento de 2 em 2 anos e incorporação de 2 em 2 anos, agora só pode efetuar 3 com-


pras num prazo de 3 anos, um regime mais apertado, fato que fez diminuir a referida especulação. Assinalou, ainda, que imposto sobre o lucro imobiliário foi abolido já que o custo

de arrecadação era maior do que a própria. Enfatizou que o sistema adotado, seguido pela maioria dos países, é o da habitualidade, isto é, a taxação vai ser imposta àquele que compra e vende com habitualidade que, desta forma, deve ser considerado como pessoa jurídica.

Sobre compressão de lucros, ministro comentou que o fato pode ocorrer em um ou outro setor mas que, no todo, os lucros não estão.

Disse que tal comportamento ele pode atestar pelo aumento de arrecadação do IR, que de janeiro a agosto deste ano aumentou 64%, em relação a igual período do ano passado. "Na média, a lucratividade parece saudável", afirmou Simonsen, informando que o Governo está estudando um novo projeto de adaptação do IR b. nova Lei das S/A e que distribuirá esse projeto, com a consolidação de toda a legislação referente, para que as classes produtoras possam opinar, assim como ocorreu com o das S/A. Sobre a capitalização da empresa nacional, Simonsen lembrou que o Governo já deu mostras de sua preocupação para com o problema, mas que não é um programa que se opere de forma rápida. "No fundo, o problema 6. de credibilidade", asseverou, ajuntando que o estabelecimento deste elemento 6. necessário para que a ação chegue ao público como um bom produto. ESCLARECENDO DÚVIDAS

Após encerrar suas explanações sobre a atual conjuntura econômica nacional, o ministro Simonsen respondeu a outras indagações de empresários e dirigentes de entidades representativas de diversas categorias econômicas. A primeira delas partiu do vice-presidente da FIESP-CIESP e dire-

tor de seu Departamento de 24

Economia, Oswaldo Palma, o qual, em nome da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas Rodoviárias, leu telex desta entidade a propósito dos indices de reajustes salariais. O ministro da Fazenda, ao esclarecer a filosofia da legislação em vigor a respeito do assunto, explicou que o Governo se detém apenas diante dos critérios de obrigatoriedade sem jamais se preocupar em estabelecer um salário máximo. "0 assalariado de alto nível não precisa da proteção do mecanismo de dissídio. Todos os reajustes são estabelecidos pelo mínimo e não pelo máximo". Diversas outras indagações foram endereçadas ao ministro, na ocasião, seguindo-se a de solicitações oficialmente encaminhadas ao Ministério da Fazenda e ainda sem resposta,

tais como a de autorização para dispensa de "depósito compulsório" em casos específicos e a de esclarecimentos maiores sobre a regulamentação do comércio fronteiriço. Sobre a primeira, disse que a medida tinha caráter irreversível por injunções de momento. Quanto b. outra, lembrou que se tratava de regulamentação tipicamente de exceções para serem evitados traumas no setor. Simonsen esclareceu também as políticas do "achatamento dos lucros" e a de "dois pesos e duas medidas", ambas intimamente relacionadas com as resoluções do Banco Central para o controle de crédito. "Se houvesse dinheiro em abundância para todos, viveriamos em estado de euforia numa primeira fase, apenas. Depois, teríamos que sofrer as conseqüências do recrudescimento inflacionário no País." A propósito das exportações, o ministro enfatizou a elevação dos indices, não obstante a desfavorabilidade do mercado internacional, após o aparecimento da crise do petróleo. Informou que o crescimento das exportações tem sido relativamente boa (cerca de 17% por ano, sem contar 1977, que tem índice mais elevado em razão da alta do café). Referiu-se também As exportações de ser-

viço como uma das "grandes vocações do Brasil que ainda não havia sido revelada". "Há um projeto quase pronto, nesse sentido, em meu Ministério." Falou também a propósito da nova Lei das Sociedades Anônimas e pediu subsídios sobre questões do sócio minoritário, que se vê prejudicado em determinadas alterações do ativo e do passivo da empresa. BAIXA DE PREÇO E HOMENAGEM Fazendo uso da palavra, Salvador Firace, presidente do Sindicato da Indústria de Rações Balanceadas no Estado de São Paulo, anunciou a satisfacão da entidade em comunicar aos presentes que, "em extensão nacional, mercê do estudo da conjuntura interna dos preços das matérias-primas, "decidira reduzir em 1% o preço da venda de rações concentradas em todo o território nacional a partir da próxima segunda-feira (19) , "colaborando, dessa forma, com todo o esforço do Governo Federal na redução dos indices inflacionários." Em seguida, perguntou o ministro Máro Henrique Simonsen se para que essa reducão se efetivasse e se ampliasse seria necessária a manutenção das atuais margens de subsídios 6, exportação de milho, sem nenhuma majoração, pois que "notícias tendenciosas e especulativas falam da elevação, o que ocasionaria sérios problemas para o mercado interno." A resposta do ministro foi negativa, "mesmo porque — disse ele — não existem disponibilidade para isso." Ao final, o ministro Simonsen foi homenageado com aplausos, após breves palavras do vice-presidente da FIESPCIESP, Jose Villela de Andrade Junior, o qual, em nome dos Sindicatos das Indústrias de Oleos Comestíveis e de Estamparia de Metais do Estado de São Paulo, agradeceu pelo acerto das medidas que vêm sendo tomadas pelo Governo na área econômica possibilitando, especialmente ao seu setor, uma nova projeção de metais em prol do desenvolvimento.


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Repetindo o êxito de anos anteriores, a Fanfarra da Escola SENAI "Roberto Simonsen" acaba de classificar-se novamente em primeiro lugar no XX Torneio Nacional de Bandas e Fanfarras, sagrando-se

bicampeã nacional, estadual e municipal de Fanfarras na Categoria Infanto-Juvenil, masculina e mista. Conquistou também na mesma ocasião, pela segunda vez, troféu "Honra ao Mérito", pelo seu Pelotão de Guarda de Honra da Bandeira Nacional, que, na opinião do radialista Durval de Souza, coordenador daquele certame, "foi a melhor guarda do pavilhão nacional dentre as quatrocentas que ate agora tomaram parte nessas atividades". O certame — promovido anualmente pela Rádio Record com a colaboração de Secretarias estaduais e Prefeituras municipais, empresas, associações e comunidades, jornais e sociedades de amigos de bairros — contou este ano com a participação de 101 Fanfarras. Nove maestros, integrantes de várias corporações musicais — do II Exército, Polícia Militar, Aeronáutica e outras — atuaram como jurados, creditando um total de 166 pontos para a Fanfarra vencedora, levando em conta a ordem e a cadência das marchas, bem como o ritmo e a afinação das melodias executadas. A entrega dos Troféus, Prêmios e Medalhas Cívicas da Juventude foi realizada em sessão solene na Assembléia Legislativa do Estado, no dia 13 de novembro, com a presença de autoridades e representações de pais e mestres, alunos associações, entidades culturais de outros municípios, prestigiando uma iniciativa que, conforme a definem seus organizadores, precisa continuar sendo, sobretudo, um campeonato de envolvimento e integração, civismo e cultura. INFORMAÇÃO PROFISSIONAL: IV FEIRA EM SANTO ANDRË

Encerrou-se no dia 29 de outubro de 1978, no salão de exposições do Paço Municipal de Santo Andre, a IV FIP — Feira de Informação Profissional. Na solenidade de inauguracão discursaram o prefeito municipal — Lincoln Grillo, e secretário municipal de Educação, Cultura e Esportes —


Paulo Ferreira da Silva, ressaltando ambos o alcance cultural da iniciativa e agradecendo a colaboração recebida das 18 Escolas e Entidades Expositoras. Em nome destas, falou o prof. Paulo Roberto Francisco, do Colégio Singular, agradecendo aos promotores da IV FIP — a Prefeitura Municipal de Santo André, SENAC e SESC — a oportunidade de poderem apresentar à população e aos estudantes seus programas de ensino, atividades docentes e cursos profissionalizantes.

SENAC — B. Amin Aur, este Seminário apresentou estudos e debates centrados nos seguintes temas: A proposta do Ensino Profissionalizante de 2.° Grau e suas Implicações educacionais; Planejamento de Mão-de-Obra na Indústria e as necessidades de pessoal em nível de 2.° Grau; Formação Permanente e Desenvolvimento Profissional; A Responsabilidade da Administração de Pessoal no Desenvolvimento do Indivíduo, dentro de um contexto empresarial, e Qualificação Profissional e Mercado de Trabalho.

SEMINÁRIO SENAI A noite, paralelamente à IV FIP, desenvolveu-se no Auditório do Centro Cívico do Paço Municipal de Santo André um Seminário de Profissionalizagão e Mercado de Trabalho. Aberto pelo diretor regional do

Parauma região predominantemente industrial, despertou singular interesse nesta IV FIP o estande de 32 metros quadrados montado pelo SENAI — Serviço Nacional de

Aprendizagem Industrial, com painéis fotográficos, textos e material impresso, bem como tear de madeira, duas máquinas de serigrafia, uma máquina de controle numérico e um aparelho de testes de coordenação motora — todos eles em funcionamento — além de artefatos de cerâmica e peças para indústria usinadas pelos alunos das Escolas do SENAI. Aos estudantes que concluíram o ensino de 1.° Grau, o SENAI enseja a oportunidade de cursar um dos seguintes Cursos de 2.° Grau, para a formação profissional de Técnicos Industriais em Mecânica, Têxtil, Artes Gráficas, Metalurgia, Plástico, Cerâmica e Mecânica de Precisão. As inscrições para estes sete Cursos Técnicos de 2.° Grau pelo SENAI estarão abertas no período de 7 de novembro a 9 de dezembro.

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Em 12-9-1977, às 14,30 horas, realizou-se na sede do Sindicato da Indústria de Máquinas do Estado de São Paulo, a assembléia de fundação da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos Gráficos — ABIMEG. Foram discutidos os estatutos sociais da nova entidade, que, sem dúvida, virá complementar de forma eficaz as atividades do SIMESP, tendo sido os mesmos aprovados por unanimidade. Foi procedida, também, a eleição da Diretoria, a qual terá seu mandato até março de 1978, visando o cumprimento dos estatutos sociais, que determina que a diretoria da Associação deverá ser a mesma do Departamento Setorial de Máquinas e Equipamentos Gráficos — DSMEG, do SIMESP. A atual diretoria já foi empossada, e a assembléia contou con): as prestigiosas presenças dos Srs. Luiz Carlos Cunha Vieira Weiss e Homero Villela

da ABIGRAF Regional do Estado de São Paulo. Eis a diretoria atual: Diretor Presidente: Sr. Luiz Carlos Delben Leite, brasileiro, casado, industrial, domiciliado à Alameda Sarutaiá, 381 - apto. 61 - São Paulo. Diretor Secretário: Sr. Hélio Furmankiewicz, brasileiro, casado, engenheiro, domiciliado à Rua Marupi, 119 - São Paulo. Diretor Tesoureiro: Sr. Miguel Rodrigues Júnior, brasileiro, casado, industrial, domiciliado à Rua Léo de Oliveira, 15 - Guarulhos. Conselho Fiscal: Sr. Armando Pastrelli, brasileiro, casado, industrial, domiciliado à Rua Cisplatina, 660 - apto. 62 - São Paulo. Sr. José De Zorzi, brasileiro, casado, industrial, domiciliado à Rua dos Franceses, 498 - 7. 0 andar - apto. 71. Sr. Fernando Larumbe, espanhol, desquitado, economista, residente à Rua das Camélias, s/n.° - Parque Petrópolis - Mairiporã. Suplentes do Conselho Fiscal: Sr. Walter Carvalho Dafferner, brasileiro, casado, engenheiro, domiciliado à Avenida Antonio de Souza Noschese, 1411 - Parque Continental São Paulo. Sr. Eugenio Consani, brasileiro, casado, industrial, domiciliado à Al. Joaquim Eugênio de Lima, 268 - apto. 102. Sr. Kaj Christer Molitor, sueco, casado, economista, residente à Av. Alberto Sarmento, 922 - Campinas - SP.

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buição na formação de administradores, ou de qualquer outro profissional cuj as funções sej am estreitamente relacionadas com o processo administrativo. O que se espera é a participação desses profissionais, conscientes da importância do seu papel na empresa e bem preparados para o processo administrativo, diante da complexidade dos recursos e das atividades da empresa moderna. Aos administradores, cujas funções dependem de informações, é imprescindível a familiarização quanto aos meios e processos que objetivam a produção de informações. O relacionamento com os novos profissionais do campo da informática requer, também, a familiarização quanto As suas metodologias de trabalho e, principalmente, quanto à terminologia empregada, decorrentes do desenvolvimento tecnológico. Autor: Ivo Soares Melo. E uma publicação da Hemeron Editora. Rua Pires da Mota, 525 — São Paulo - SP. SILVICULTURA Publicação bimestral editada pela Sociedade Brasileira de Silvicultura, entidade de utilidade pública fundada em 21 de setembro de 1955, independente e apolítica. Aborda importantes assuntos de grande relevo na economia de nosso país, principalmente agora que todas as atenções se voltam para o problema energético, de repercussão e interesse internacional. Graficamente é de excelente apresentação, o que vem enriquecer seu conteúdo editorial. INFORMATIVO GUTENBERG Boletim informativo da Associação Brasileira da Indústria Gráfica do Rio Grande do Sul. Publicação de ótima impressão gráfica de grande utilidade para a Indústria Gráfica em geral, principalmente pelas suscintas informações prestadas à mesma, tanto de caráter técnico como informativo e didático.

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LEGISLAÇÃO DECRETO N.° 78.676 de 8.11.76 Regulamenta a Lei n.° 6.321, de 14 de abril de 1976, que dispõe sobre a dedução, do lucro tributável para fins do imposto de renda das pessoas jurídicas, do dobro das despesas realizadas em programas de alimentação do trabalhador e dá outras providencias. O presidente da Republica, usando das atribuições que lhe confere o artigo 81, item III, da Constituição. DECRETA: Art. 1.0 — A utilização do incentivo fiscal previsto na Lei n.° 6.321, de 14 de abril de 1976, para alimentação do trabalhador far-se-á diretamente, através de deduções do imposto sobre a renda devido pelas pessoas jurídicas, em valor equivalente à aplicação da alíquota cabível sobre a soma das despesas de custeio realizadas na execução de programas previamente aprovados pelo Ministério do Trabalho, atendidos os limites e condições previstos neste Decreto. § 1.0 — As despesas realizadas durante o período-base da pessoa jurídica, além de constituírem custo operacional, poderão ser consideradas em igual montante para o fim previsto neste artigo. § 2.° — A dedução do imposto de renda estará limitada a 5% (cinco por cento) do lucro tributável em cada exercício, podendo o eventual excesso ser transferido para dedução nos 2 (dois) exercícios subseqüentes. § 3.° — Os programas de alimentação deverão conferir prioridade ao atendimento dos trabalhadores de baixa renda e limitar-se-ão aos contratados pela pessoa jurídica beneficiária. Art. 2." — Quando a pessoa jurídica beneficiar-se com o disposto no artigo 1.0, e cumulativamente, com dedução prevista na Lei n.° 6.297, de 15 de dezembro de 1975, regulamentada pelo Decreto n.° 77.463, de 20 de abril de 1976, a soma das deduções permitida ficará limitada a 10 0/0 (dez por cento) do lucro tributável. Art. 3.° — O Ministério do Trabalho expedirá certidões comprobatórias de aprovação dos programas de alimentação, para os fins deste regulamento. Art. 4.° — Os programas de alimentação do trabalhador deverão propiciar condições de avaliação do funcionamento, recursos materials e humanos do serviço de alimentação da empresa, além do teor nutritivo das refeições mediante apresentação de cardápios básicos. Art. 5.° — As pessoas jurídicas poderão firmar convênio com entidades fornecedoras de alimentação coletiva, sociedades civis, sociedades cooperativas e órgãos públicos, para o desenvolvimento de ações conjuntas, visando a execução de 34

programas previstos no presente Decreto, nas condições estabelecidas pelo Ministério do Trabalho. Parágrafo único — As entidades fornecedoras de alimentação coletiva deverão ser registradas no Ministério do Trabalho, para fins de execução dos programas previstos no presente Decreto. Art. 6.° — As pessoas jurídicas que custearem, em comum, as despesas definidas no artigo 5.°, poderão beneficiar-se da dedução permitida pela Lei n.° 6.321, de 14 de abril de 1976, pelo critério de rateio do custo total da alimentação. Art. 7.° — Quando a própria pessoa jurídica beneficiária preparar e fornecer as refeições deverá manter serviço de alimentação especialmente montado para essa finalidade. Art. 8.° — As despesas de custeio admitidas na base de cálculo para incentivo são aquelas que vierem a constituir o custo direto da refeição, podendo ser considerados além da matéria-prima, mão-deobra, encargos decorrentes de salários, asseio, e os gastos de energia diretamente relacionados com preparo e a distribuição das refeições, diminuída a participação dos trabalhadores nos custos. Art. 9.° — Não se inclui como salário de contribuição a parcela paga in natura, pela empresa, nos programas de alimentação aprovados pelo Ministério do Trabalho. Art. 10.° — Quando a pessoa jurídica pretender utilizar-se do incentivo fiscal previsto no artigo 1. 0 a receita correspondente à participacão do trabalhador nos custos não poderá ser superior a 20% (vinte por cento) do custo direto de refeicão constante do programa aprovado pelo Ministério do Trabalho, quantificado este custo segundo o período de execução do programs,

limitado ao máximo de 12 (doze) meses. Art. 11.0 — A pessoa jurídica deverá destacar contabilmente, com subtítulos por natureza de gastos, as despesas constantes de programa de alimentação dos trabalhadores. Art. 12.° — A execução inadequada dos programas de alimentação do trabalhador, o desvio ou desvirtuamento de suas finalidades acarretarão a perda do incentivo fiscal com as penalidades cabíveis. Art. 13.0 — O Ministro do Trabalho poderá constituir Comissão Especial, integrada de representantes do Ministério do Trabalho, do Ministério da Fazenda e do Instituto Nacional de Alimentação e Nutrição (INAN)-, para exame dos programas de alimentação do trabalhador. Parágrafo único — Caberá ao Ministro do Trabalho, ou a quem for delegada competência especifica, a decisão sobre cada programa, para fins deste Decreto. Art. 14. 0 — Para os efeitos do artigo I.°, somente poderão ser aprovados programas elaborados para execução a partir da vigência deste Decreto. Art. 15. 0 — O Ministério do Trabalho expedirá instruções dispondo sobre a aplicação do presente Decreto. Art. 16.° — Este Decreto entrará em vigor a partir da data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. (D.O.U. de 09.11.76) LEI N.° 6.321 de 14.04.76 Dispõe sobre a dedução, do lucro tributável para fins de imposto sobre a renda das pessoas jurídicas, do dobro das despesas realizadas em programas de alimentação do trabalhador. O Presidente da República... Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1.° — As pessoas jurídicas poderão deduzir, do lucro tributável para fins do imposto sobre a renda, o dobro das despesas comprovadamente realizadas no período base, em programas de alimentação do trabalhador, previamente aprovados pelo Ministério do Trabalho na forma em que dispuser o Regulamento desta Lei. § 1.0 — A dedução a que se refere o caput deste artigo não poderá exceder, em cada exercício financeiro, isoladamente, a 5% (cinco por cento) e cumulativamente com a dedução de que trata a Lei n.° 6.297, de 15 de dezembro de 1975, a 10% (dez por cento) do lucro tributável. § 2.° — As despesas não deduzidas no exercício financeiro correspondente poderão ser transferidas para dedução nos dois exercícios subseqüentes. Art. 2.° — Os programas de alimentação a que se refere o artigo anterior deverão conferir prioridade ao atendimento dos trabalhado-


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res de baixa renda e limitar-se-ão aos contratados pela pessoa jurídica beneficiária. Parágrafo único — O Ministério do Trabalho articular-se-á com o Instituto Nacional de Alimentação Nutrição - INAN, para efeito de exame e aprovação dos programas

a que se refere a presente Lei. Art. 3." — Não se inclui como salário de contribuição a parcela paga in natura, pela empresa, nos programas de alimentação aprovados pelo Ministério do Trabalho. Art. 4.° — O Poder Executivo regulamentar á a presente Lei no prazo de 60 (sessenta) dias. Art. 5.° — Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário. (D.O.U. de 19.04.76)

COMERCIAL EXIBIÇÃO DE LIVROS — Desnecessidade, da medida exibitária, da menção do objeto da lide principal e as razões aptas para determiná-la, dependendo do exame integral dos livros. Em embargos, que recebeu, por maioria, decidiu o Tribunal: "WALDEMAR FERREIRA, tocando no ponto, escreveu: "Tem-se que a ação, em tal caso, é preparatória de outra — a principal; e o texto exige que se mencionem "o objeto da lide principal e as razões que a determinam". Bem é de ver, no entanto, que, quando os acionistas suspeitadores da má administração, pedem a exibição dos livros sociais, não se acham habilitados a determinar o objeto da lide principal, que o exame poderá quiçá afastar". Adiante acrescenta: "Em tais termos, é de ver que os livros das sociedades anonimas tem conteúdo comum a elas e a seus acionistas e em benefício destes existem por ter por objeto a produção de lucros a serem entre eles partilhados. Além disso, a exibição integral dos livros constitui direito de acionistas que representam, no mínimo, um vinte avos do capital, desde que apontem atos violadores da lei ou dos estatutos ou haja fundada suspeita de graves irregularidades, praticadas por quaisquer dos órgãos, da sociedade. Não há, pois, para os acionistas a necessidade de, na ação exibitória, mencionar o objeto da lide principal e as razões aptas para determiná-la. Se a simples suspeita de graves irregularidades justifica pedido exibitório, que não poderá ser negado, qual prescreve o artigo 218 do Código de Processo Civil, a lide principal dependerá do resultado do exame integral dos livros" ("Instituições de Direito Comercial", edição, 1. 0 volume, paginas 456 e 457)." — Acórdão de 16-9-76, do 2." Grupo de Câm. Civ. do 1.° TASP, nos EI 211.106, de Capivari (Francisco Ne-

grisollo, Pres.; Carlos Antonini, Rel.). — Julg. dos TASP, vol. 56.° (pub. interna ) , págs. 120/123.

estabelqcimento industrial, sejam quais forem as finalidades a que se destine ou o título jurídico de que decorra essa saída.

FISCAL

Em recurso, decidiu o Conselho, unanimemente: "0 fato gerador do imposto é a saída do produto do estabelecimento industrial, sejam quais forem as finalidades a que se destine ou o título jurídico de que decorra essa saída, ainda que em virtude de simples locação (RIPIDec. n.° 70.162/72, Arts. 6.0, III e seu § 3.° e 26)." — Acórdão 57.880, de 26-8-76, do 2." CC, no Rec. 70.564 (Haroldo Braga Lobo, Pres.; Ary Braga Pacheco, Rel.). — DOU-IV de 4-1-77, pág. 23.

DESPESAS FINANCEIRAS — São operacionais as percelas correspondentes ao tempo decorrido em cada ano-base, relativas a mútuo e contrato de seguro liquidáveis em mais de um exercício. Em recurso, decidiu o Conselho, por maioria: "Despesas financeiras sobre mútuo liquidável em mais de um exercício e contrato de seguro cobrindo risco em igual situação. São despesas operacionais somente as parcelas correspondentes ao tempo decorrido em cada ano base. — Não dedutíveis por não ter sido pago no exercício de competência." Acórdão 1.7-1.344, de 30-4-76, da 7.' Cam. do 1." CC, no Rec. 77.808 (Cleto Henrique Mayer, Pres. e Rel.). — DOU-IV de 10-1-77, pág. 73.

DEPRECIAÇÃO ACELERADA — Os encargos decorrentes da depreciação acelerada e os da depreciação normal integram os custos dos produtos em fabricação ou em estoque no final do período. Em processo, o Coordenador do Sistema de Tributação aprovou o seguinte parecer: "Os encargos decorrentes da depreciação acelerada, assim como os da depreciação normal, integram os custos dos produtos em fabricação ou em estoque no final do período e o gozo do benefício fiscal previsto no Decretolei n.° 1.137/70 está vinculado a tal sistemática."

Parecer Normativo CST-1, de 14-1-77, — DOU-I de 2-2-77, pág. 1.388.

DISTRIBUIÇÃO DISFARÇADA DE LUCROS — CONTA-CORRENTE — Somente se considera como lucro disfarçadamente distribuído o saldo devedor, ern conta-corrente de movimento, na data de encerramento do exercício fiscal. Em recurso, decidiu o Conselho, unanimemente: "Para os efeitos de aplicação do disposto no art. 251,

letra "g", RIR aprovado pelo Decreto n.° 58.400/66, somente se considera como lucro disfarçadamente distribuído o saldo devedor, em conta-corrente de movimento, na data de encerramento do exercício social. São adicionados ao lucro real os valores correspondentes a suprimentos de numerários a caixa, sem comprovação da respectiva origem." Acórdão 68.446, de 10-12-75, da 1.2 Câm. do 1.° CC, no Rec. 76.287 (Jacinto de Medeiros Calmon, Pres.; Adilson Conceição, Rel.). — DOU-IV de 3-3-77, pág. 257. LOCAÇÃO — O fato gerador do imposto é a saída do produto do

TRABALHISTA CONTRATO DE EXPERIËNCIA — SUSPENSÃO — O prazo do contrato de experiência é peremptório, não se suspendendo sua contagem em razão de afastamento do empregado por motivo de acidente do trabalho. Em recurso, a que nevou proviunanimemente, decidiu o Tribunal: "Efetivamente foi o recorrido contratado experimentalmente, ocorrendo o termo final dessa contratação em 11-10-75. Ocorre, porém, que, em razão de acidente no trabalho, foi o recorrido licenciado a partir de 27-9-75 obtendo alta em 13-10-75, quando continuou a prestação de serviços até o dia 26-10-75 quando foi desligado. Certo o entendimento da primeira instância, o prazo do contrato de experiência é peremptório, não se pode suspender a sua contagem em razão de afastamento causado por acidente do trabalho. O licenciamento por acidente no trabalho é considerado como de tempo de serviço efetivo, nos termos do § único do artigo 4.* da CLT. Da mesma forma assim o considera o artigo 134 da CLT. Conseqüentemente, interpretou mal a lei a recorrente. Tendo prosseguido a prestação de serviços, após o termo final da experiência, passou o recorrido a trabalhar sem determinação de prazo. Dispensado sem justa causa impunha-se o reconhecimento de direito do recorrido a aviso-prévio e demais títulos mencionados na r. sentença de primeira instância, que mantenho integral-

mento,

mente." — Acórdão 12.107, de 8-11-76, da Turma do TRT da 2.' Região, no Proc. TRT/SP-2.370/76, de Americana (Reginaldo Mauger Allen, Pres.; José de Barros Vieira Junior, Rel.).

Para qualquer informação consulte o Setor Jurídico da ABIGRAF.


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ABIGRAF — Regional de São Paulo Rua Marquês de Itu, 70 — 12. 0 — CEP 01223 Fones: 32-4694 — 37-0724 — 34-8269 — 35-8788 Presidente: Rubens Amat Ferreira Residência: Rua Lourenço de Almeida, 187 — Fone: 852-8205 CEP 04508 — São Paulo — SP Empresa: Deca Gráfica e Editora Rua Freire da Silva, 422 — CEP 01523 — Fone: 278-7331 São Paulo — SP ABIGRAF — Regional do Rio de Janeiro Avenida Brasil, 15.671 — Lucas Fones: 230-4171 — 230-4747 — 391-1748 Presidente em exercício: Renato Pacheco Americano Residência: Rua Marechal Taumaturgo de Azevedo, 51 Apto. 101 — Fone: 258-3529 Empresa: IBGE (Gerente do Serviço Gráfico) Avenida Brasil, 15.671 — Lucas Rio de Janeiro — RJ

Delegados no Estado de São Paulo ADAMANTINA, SP Irmãos Brandini Av. Rio Branco, 94 Diretor: Valentim Brandini ARARAQUARA, SP Artes Gráficas Brasil Ltda. Rua São Bento, 1134/66 — Fones: 22-0252 — 22-4888 (0162) Diretor: Juvenil Rodrigues de Souza BRAGANÇA PAULISTA, SP Gráfica Hernandes Ltda. Rua Cel. Teófilo, 1544 — Fones: 433-2919 — 433-0868 Diretor: Adarve Hernandes Acede CAMPINAS, SP Geraldo de Souza & Cia. Ltda. Rua Armando Salles de Oliveira, 650 — Fones: 51-7197 e 51-3887 (0192) Diretor: Antonio Carlos de Souza FRANCA, SP Ricardo Pucci S/A. Indústria e Comércio Rua Major Claudiano, 1814 — Fones: 22-3013 — 22-3553 (0167) Diretor: Elvio Pucci ITU, SP Indústria Gráfica Itu Ltda. Rua Gildo Guarnieri, 283 — Fones: 482-0789 — 482-111 Diretor: Gildo Guarnieri Filho JUNDIAI, SP Cia. Litográfica Araguaia Rua XV de Novembro, 320/344 — Fones: 6-3582 — 6-4963 Diretor: Rubens Robertoni LINS, SP Gráfica Rio Branco Rua Bio Branco, 402 — Cx. Postal 153 — Fones: 2-650 — 3-344 Diretor: João Alves da Costa SAO JOSÉ DO RIO PRETO, SP Giovinazzo Tipografia e Papelaria Ltda. Rua Prudente de Moraes, 2951 — Fone: 2049 Diretor: Vicente Giovinazzo SANTOS, SP Gráfica Bandeirantes Ltda. Praça da República, 20 — Fone: 34-7417 (0132) Diretor: Afonso Franco SAO BERNARDO DO CAMPO, SP Bandeirante S/A. Indústria Gráfica Rua Joaquim Nabuco, 351 — Fones: 443-3449 — 443-3444 Diretor: Mário de Camargo TAUBATÉ, SP Tipografia J. A. Querido & Cia. Rua do Sacramento, 193 — Fone: 22-835 (0122) Diretor: José Augusto Querido


A. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA GRÁFICA

Regionais ABIGRAF — Regional Bahia-Sergipe Presidente: Ulisses de Carvalho Graça Residência: Rua Pedro Lessa, 8 — 4.° and. — Fone: 7-6814 Empresa: Comercial Gráfica Reunida Editora S/A. Avenida Frederico Pontes, 94 Fones: 2-3061 — 2-1650 — 2-1875 — 2-3101 (0712) CEP 40.000 — Salvador — BA ABIGRAF — Regional Ceará Presidente: Luiz Esteves Neto Residência: Rua José Lourenço, 816 — Fone: 24-1426 Empresa: R. Esteves Gráfica Ltda. — Tipografia Progresso Rua Senador Pompeu, 754 Fones: 31-0364 — 31-1270 — 31-3927 e 31-3916 CEP 60.000 — Fortaleza — CE ABIGRAF — Regional de Goias Presidente: Mario Scartezini Rua Quatro, n.° 341 — Fone: 16-3078 (0622) CEP 74.000 — Goiânia — GO ABIGRAF — Regional de Minas Gerais Rua Rio de Janeiro, 243 — s/ 701 — Fones: 222-6081 — 224-0402 (031) Presidente: Carlos A. Range! Proença Residência: Rua Agostinho Bretas, 554 — Fone: 335-1014 Belo Horizonte, MG Empresa: Editora Alterosa S/A. Rua Dez, 2700 — Fone: 333-3555 (031) CEP 32.000 — Contagem, MG ABIGRAF — Regional da Paraiba Presidente: Lourenço Miranda Freire Residência: Av. Getúlio Vargas, 137 — 221-2661 (083) Empresa: Miranda Freire Comércio e Indústria S/A — 222-0093 Praça Antônio Rabe lo, 12 — Fones: 221-4355 — 221-4144 (221-3118 — Fábrica) CEP 58.000 — João Pessoa — PB ABIGRAF — Regional do Parana Av. Cândido de Abreu, 200 — 6.° — s/616 Fones: (0414) — 24-9414 — Ramal 005 e 23-3705 Presidente: Jorge Aloysio Weber Residência: Rua Carlos de Carvalho, 928 — apto. 19 Empresa: Telos S/A Equipamentos e Sistemas Rua Voluntários da Pátria, 41/43 — Fone: (0412) 23-5589 CEP 80.000 — Curitiba — PR ABIGRAF — Regional de Pernambuco Avenida Cruz Cabuga, 84 — Presidente: José Maria Rodrigues da Silva Residência: Rua José Augusto da Silva Braga, 387 — Olinda — PE Empresa: Gráfica Olinda Ltda. Avenida Cruz Cabuga, 84 — Fones: (0812) 22-4298 — 22-3467 CEP 50.000 — Recife — PE ABIGRAF — Regional do Rio Grande do Sul Presidente: Sr. Paulo Luiz Nora Residência: Av. Julio de Castilho, 1195 — Apto. 4 — Fone: 21-4577 Caxias do Sul — HG Empresa: Gráfica Mari S/A. Av. Julio de Castilho, 1195 Caixa Postal 163 — Fones: 21-3646 e 21-1275 (0542) Caxias do Sul — RG ABIGRAF — Regional de Santa Catarina Presidente: Udo Wagner Residência: Avenida Getúlio Vargas, 350 — Fone: (0473) 72-0118 Empresa: Gráfica Avenida Ltda. Avenida Getúlio Vargas, 350 — Fones: (0473) 72-0772 e 72-0592 CEP 89.250 — Jaragiiá do Sul — SC

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GUIA DA INDÚSTRIA GRÁFICA BOLANDEI RAS

GRAMPOS

Funtimod S.A. — Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990

Catú-Dafferner Ltda. Rua Iturama, 208 — Canindé Fones: 292-3786 — 292-5250 — 93-6005 — 93-2226

CAVALETES E CAIXAS TIPOGRÁFICAS

GUILHOTINAS

Funtimod S.A. — Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990

Catti-Dafferner Ltda. Rua Iturama, 208 — Canindé Fones: 292-3786 — 292-5250 — 93-6005 — 93-2226

CILÍNDRICAS, Impressoras

IMPRESSÃO, Máquinas de

Funtimod S.A. — Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990

Catú-Dafferner Ltda. Rua Iturama, 208 — Caninclé Fones: 292-3786 — 292-5250 — 93-6005 — 93-2226 Funtimod S.A. — Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990

CLICHERIA E FOTOLITO, Máqs. e Apar. para Elenco do Brasil Ltda. Av. Monteiro Lobato, 1.179 — C. Postal 211 Fones: 209-0366 — 209-2672 CEP 07000 — Guarulhos - SP

COLAS Catti-Dafferner Ltda. Rua lturama, 208 — Canindé Fones: 292-3786 — 292-5250 — 93-6005 — 93-2226

GRÁFICAS USADAS

MÁQUINAS MINERVA

CORTE E VINCO

Catú-Dafferner Ltda. Rua lturama, 208 — Caninclé Fones: 292-3786 — 292-5250 — 93-6005 — 93-2226

Funtimod S.A. — Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398

OFFSET PLANAS E ROTATIVAS

Fone: 227-8990

COSTURAR LIVROS, Máquinas para Funtimod S.A. — Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990

DOBRADEI RAS Funtimod S.A. — Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990

DOBRAR, Máquinas de Funtimod S.A. — Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990

ENCADERNAÇÃO, Máqs. e equips. para Funtimod S.A. — Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990

FACAS, para máquinas de cortar

(guilhotinas) Catú-Dafferner Ltda. Rua Iturama, 208 — Canindé Fones: 292-5250 — 93-6005 — 93-2226

FIOS DE LATÃO Funtimod S.A. — Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990

GRAMPEAR, Máquinas de Catú-Dafferner Ltda. Rua Iturama, 208 — Canindé Fones: 292-3786 — 292-5250 — 93-6005 — 93-2226 Funtimod S.A. — Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990

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MÁQUINAS

A. Benedini Ltda. Rua 21 de Abril, 405 Fones: 93-9513 — 93-8622

Funtimod S.A. — Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990

PAUTAÇÃO, Máquinas e Material para Funtimod S.A. — Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227 8990

PROVAS OFFSET E TIPOGRÁFICAS Prensas para Catú-Dafferner Ltda. Rua Iturama, 208 — Canindé Fones: 292-3786 — 292-5250 — 93-6005 — 93-2226

ROLOS, Revestimentos para Fábrica "OESTE" — Borracha e Tinta Ltda. Rua Minas, 129 — Tels.: PBX 25-7530 e 34-3051 Ribeirão Preto — Est. de S. Paulo

ROTATIVAS PARA JORNAIS Funtimod S.A. — Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990

TINTAS PARA IMPRESSÃO, Fabricantes Cromos S.A. Tintas Gráficas Rua Antônio Forster, 700 — Socorro — Sto. Amaro Fone: 246-7633

Off-set - Tipográficas Jornal: Rotativa - Rotoplanas - Planas - Off-set Fábrica "OESTE" — Borracha e Tinta Ltda. Rua Minas, 129 — Ribeirão Preto - Est. S. Paulo Tels. (DDD 0166) PBX 25-7530 e 34-3051

TIPOS E MATERIAIS GRÁFICOS Funtimod S.A. — Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990


A SUZANOFEFFER TEM TONELADAS DE ARGUMENTOS PARA MOSTRAR O QUE ESTÁ FAZENDO POR ESTE PAÍS.


315.000 TONELADAS DE CELULOSE DE EUCALIPTU,

PARA SERMOS MAIS P ECISOS.

Este é o alvo de produção para 1978 da Suzanofeffer, o maior fabricante brasileiro de celulose branqueada de eucalipto. Destinadas tanto ao consumo interno quanto à exportação, irão consolidar a auto-suficiência do Brasil no setor vital de celulose para papéis e cartões para embalagens e na conquista de divisas. Mas não é apenas nos dias de hoje que a Suzanofeffer assume esta posição de liderança.

Convertendo recursos próprios e financiados pela Nação em bens essenciais de transformação, a Suzanofeffer vem contribuindo para o desenvolvimento brasileiro. Empregando 5.000 funcionários e operários, a Suzanofeffer, 100% "eucacel" e 100% brasileira, é pioneira, ha 30 anos, nos mais diversos setores da atividade papeleira. Agora, se além destes dados, você quiser uma prova concreta do que a Suzanofeffer está fazendo por este país, basta olhar para esta folha de couchêcart bicoated. Como ela, existem muitas outras provas: toneladas, para sermos mais precisos.

Garantindo o suprimento necessário de madeira para conversão em celulose, a Suzanofeffer mantém 70.000.000 de pés de eucaliptos plantados e =a área total de 150.000 hectares, em fase de progressivo reflorestamento. Com suas 4 fábricas e 11 conjuntos produtores de papel e cartão, que atingem =a capacidade de 180.000/200.000 toneladas, a Suzanofeffer é também o maior fabricante brasileiro de bons papéis e cartões brancos à base de 100% de celulose de eucali pto. As fábricas da Suzanofeffer são responsáveis por 20% de toda a produção brasileira de papéis para imprimir (exceto jornal), escrever, cartões e cartolinas (exclusive papelão), e 7% da produção nacional de todos os tipos de papéis. Produção SF de Papel e Cartão 156 000

16u 00u 148 000

122 000

r

100 OM

89 000 89 000

79 000

Produção SF de Celulose de Eucalipto 315 000

1970

230 000

1971

1972

1973

1974

1975

1976

1977

170 000 164 ODO 166 000 100 000 105 000 105 000 115 000

1970

1971

1972

1973

1974

1975

1976

1977

1978

Através dos anos, a produção da Suzanofeffer tem representado mais de 25% da produção brasileira de celulose branqueada de eucalipto e nada menos do que 13% da produção de todos os tipos de celulose no país.

Líder também no setor de embalagens • rígidas brancas, a Suzanofeffer possui a maior e mais moderna máquina da América do Sul para a produção de cartões, com uma capacidade de 300 toneladas diárias. E, dentro de dois anos, quando entrar em funcionamento o conjunto recém-adquirido da nova máquina de papel B7 e da nova máquina de pintar MP2, a Suzanofeffer irá consolidar sua liderança na área de papéis couchês, papéis de impressão e escrita, para consumo local e exportação.

SUZIROOFEFFER


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OLD EIGHT I

JAL

A linha de papéis e cartões da Suzanofeffer abrange praticamente, todo o leque de aplicações que o papel tem no mundo de hoje, com exceção do papel de imprensa. Papel para escrita em cadernos, blocos, correspondência, reprografia, papel para impressão em livros e revistas, cartazes, folhetos, displays, calendários, formulários continuos, impressos comerciais, pastas, fichas, rótulos-, embalagens de cartão e cartolina para produtos de consumo e uma diversificada linha de usos industriais. Empresa orientada para o cliente consumidor, Suzanofeffer se desenvolve para oferecer um Serviço de Vendas e Assistência Técnica à altura de sua liderança tecnológica e de mercado.

Com isso, Suzanofeffer está presente nos produtos de consumo mais conhecidos do Pais, contribuindo para que eles sejam mais bonitos, mais bem protegidos, mais práticos, mais vendidos e dêem mais lucros. O resultado de todo este esforço não podia ser outro: 77 por cento de todos os consumidores, quando pensam em papel, pensam em Suzanofeffer.

SUZAI1OFEFFER Av . Paulista, 1754 9." andar - CEP 01310 Cauca Postal 6750 - São Paulo Tels.: 284-8011 (PABX) 288-7059/288-6307 Impresso em Couchécart Bicoated Suzanofeffer 250 gramas.


MÉTODO PMT KODAK. A Kodak convida você a conhecer ao vivo o Método PMT (Transferência Fotomecánica). Um processo que permite a eliminação de etapas, desde a fase de preparo do paste-up até a impressão. E, com o Método PMT Kodak, você pode obter fotos já reticuladas, nas dimensões necessárias, para aplicar na artefinal e fotografá-la, já completa, como traço. O que não só dispensa montagens no fotolito, como acaba com os riscos de enganos nas aplicações ou inversões.

Sem falar na economia de filmes: você vai direto ao filme limpo, sem negativos intermediários. O Método PMT Kodak lhe permite copiar uma arte final diretamente em chapa de papel ou de metal PMT. Já pensou o que isto significa em simplificação e segurança quanto à qualidade final do trabalho? Peça ao nosso Representante Técnico de Vendas uma demonstração prática do método de transferência fotomecinica.

Gráficas Brasileira Ea§tman, 213 - 225 - São Paulo - SP. • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • Kodak

Dept.' de Artes Com. e Ind. Ltda. Kodak CP Rua George


IMPRESSORA OFF-SET "PLANETA VARIANr! Cinco formatos à sua disposição

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Certamente, dentre esses formatos da linha de fabricação PLANETA-VARIANT V. Sa. encontrará a impressora off-set de folhas ideal para a sua indústria gráfica. São máquinas que imprimem em 1; 2; 3; 4; 5 e 6 cores ou até 8 cores, se necessário. Nos segu'ites formatos: Formatos 4

Medidas 710 x 1.020 mm

6

900 x 1.260 mm

7

1.000 x 1.400 mm

8

1.120 x 1.620 mm

8a

1.200 x 1.620 mm

Estas máquinas podem trabalhar com qualquer tipo de papel desde os mais finos até cartolinas, sempre com alta velo cidade de produção continua, inclusive com impressão em frente e verso, apresentam grande vantagem em relação As máquinas convencionais pois os cilindros impressores e os tambores de transferência possuem diâmetros duplos favorecendo assim o deslocamento da folha com o mínimo esforço „sobre a mesma. A distribuição diferenciada da potência de acionamento e a grande estabilidade da estrutura da máquina são importantes condições para o registro PLANETA de perfeição proverbial.

As máquinas PLANETA-VARIANT estão presentes ern todos os continentes e a Empresa PLANETA dispõe de completo centro de treinamento para adaptação de profissionais às modernas técnicas de impressão.

Representante Exclusivo: DAFFERNER S/A. Máquinas Gráficas São Paulo / SP Av. Brig. Faria Lima, 1541 - 9Y - conj. 9 "F" Fones: 210-9771 / 212-1683 / 3842 / 8245 e Rio de Janeiro / RJ Rua Senador Dantas, 75 - sala 308 Fones: 222-4722 / 242-9268

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Revista Abigraf 024