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Boletim da Indústria Gráfica

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Ano XX VII-5-1975 Distribuído pela Associação Brasileira da Indústria Gráfica ABIGRAF

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1 — Modo simples de mostrar como uma certa quantidade de água contendo 25% de álcool se expande de modo a cobrir uma superfície 2 vezes maior da que cobriria se se tratasse de água pura.

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2 — Os dois sistemas Harris '' Micro-Flo" e "Dahlgren" sac) compostos de um depósito da solução, de um sistema de circulação em circuito fechado, de um dispositivo de comando e de três rolos. 3 — A regulagem dos sistemas de molha "Dahlgren" e "Micro-Flo" é simples e rápida, proporcionando maior uniformidade de cor, cores mais brilhantes e um melhor registro. Dado que o álcool evapora mais rapidamente, o panel impresso ficará mais seco e não se deformará durante a impressão.

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Ord


ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDUSTRIA GRAFICA Regional do Estado de Silo Paulo Diretoria: Presidente: RUBENS AmAT FERREIRA Vice -Presidente: HENRIQUE NATHANIEL COUBE 2. 0 Vice-Presidente: PERT BOMEISEL

Boletim d Indústria Gráfica

Secretário: SIDNEY FERNANDES 2.° Secretário: FRANCISCO TEODORO MENDES FILHO Tesoureiro: ANTÔNIO BOLOGNESI PEREIRA 2.0 Tesoureiro: WALDYR PRIOLLI Suplentes: ISAIAS SPINA ORESTES ROMITI BERNARDO CINATRO ARTHUR ANDREOTTI JOSE BIGNARDI NETO PIERO PAPINI JOÃO ANAsTACio GODOY

Distribuido pela Associação Brasileira da Indústria Gráfica Registrado no to Oficio de Registros de Titulas e Documentos de São Paulo - SP sob n.o de ordem 969, no livro B, n.o 2 de Matriculas ao Registro de Oficinas Impressoras e Revistas e Jornais. ANO XXVII — 5/1975

SINDICATO DAS INDUSTRIAS GRÁFICAS NO ESTADO DE SAO PAULO Diretoria:

Diretor responsável: GLAVIO DIETZSCH

Secretário: SIDNEY FERNANDES

Vice-Presidente: HENRIQUE NATHANIEL COUBE

2.° Secretário: JOsg AIDAR FILHO Tesoureiro: IRINEU THOMAZ 2.0 Tesoureiro: WALDYR PRIOLL/ Diretor Relações Públicas: PERT BOMEISEL

EFEITO CONSEGUIDO ATRAVÉS DO PROCESSO DE SOLARIZAÇÁO FOTOGRÁFICA

Secretaria Geral: Distribuição de guias para recolhimento do imposto sindical Distribuição de publicações periódicas e informativas Orientação para pedidos de Isenção Junto ao Setor Gráfico da CDI Departamento Jurldico:

ANTÓNIO FAKHANY JR. ANTONIO URBINO PENNA JR. EDUARDO BACHIR ABDALLA Defesa dos associados na Justiça do Trabalho Informações trabalhistas e fiscais, civeis e criminais

Sumário Editorial

4

Noticiário da ABIGRAF

7

Noticiário da FIESP-CIESP

9

Economia

Suplentes:

Noticiário

TÉCNICO

Suplentes: IRINEU FRANCISCO Rocco AYRTO ALBERTO SCHVAN BERNARDO SINATRO Delegados Representantes Junto A FIESP: THEOBALDO DE NIGRIS HOMERO VILLELA DE ANDRADE Suplentes: Jost BIGNARDI NETO WALDYR PRIOLLI

3

Noticiário do SINDICATO

Josg BIGNARDI NETO ISAIAS SPINA SYLVIO FONSECA SERGIO BIGNARDI JoAo ANASTACIO GODOY DRAUSIO BASILE WIDAR ASBAHR Conselho Fiscal: JOSE RAPHAEL FIR1VIINO TIACCI FRANCISCO TEODORO MENDES FILHO VITTO Josg CIASCA

Nossa Cava:

Aos sábados não há expediente

Suplentes: JOSEPH BRUNNER RENATO FORONI JOSE AIDAR FILHO

Presidente: RUBENS AMAT FERREIRA

Capa: GRÁFICOS BRUNNER impressa em papel Coucti ECOTE, 180 g.

Das 8 as 11,30 e das 13 As 17,30 horas

Conselho Fiscal: HOMERO VILLELA DE ANDRADE VITTO JOSE CIASCA JOSE RAPHEL FIRMINO TIACCI

Redação e Administração: Rua Marquês de Itu, 70, 12.0 Telefones: 32-4694, 33-2762, 34-8269, 35-8788 Telegr.: "ABIGRAF" - C. P. 7835 01223 São Paulo, SP, Brasil

Composição e Impressão: TIPOGRAFIA EDANEE S/A Rua do Bosque, 1426 (Barra Funda)

Secretaria:

Várias

11

14 32

Setor Jurídico

33

Regionais da ABIGRAF

36

Guia da IND. GRÁFICA

38


Você trabalha corn gráfica; você entende de gráfica; você sabe o que é bom e o que não bom dentro de urna gráfica. Então, leia estas especificações da dobradora 590 e descubra a falta que ela es14 fazendo dentro da sua gráfica: A 590 é urna máquina quo dobra papéis desde 50 até 110 gramas por metro quadrado. Ela permite a en Irada de

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2

Boletim da Ind. Gráfica-5/75


\

Editorial

Dia do Gráfico, 24 de junho. O que representa esta data?

Para nós da ABIGRAF representa o momento oportuno de refletirmos sobre a realidade social que nos cerca. Vemos, ilia a dia, a indústria evoluir, sentimo-nos orgulhosos disso, mas nos perguntamos: estarão o trabalhador e o empresário gráfico preparados para essaevolução e, em especial, no que ela significa em termos sociais? reflexão de cada um, deixamos a responsabilidade da resposta. Julgamos, entretanto, que, qualquer que seja ela, é necessário que certos pontos em torno dessa problemática sejam abordados com objetividade e realismo. necessário que empregados e empregadores se conscientizem da realidade que os cerca, vejam com clareza as mutações sociais por que o mundo passa; pois, se não as virem 'ou as recusareM a ver, estarão condenados ao perecimento. imprescindível que o empresário veja no trabalhador gráfico e este veja no empresário o colaborador fundamental, que ao seu lado responsável pela própria existência do setor.

Empregadores e empregados se desenvolverão na razão direta em que se conscientizarem que são os responsáveis maiores pelo desenvolvimento do setor, e, via indireta, responsáveis pelo seu desempenho et altura das necessidades da pátria e da sociedade; que fazem parte de uma realidade econômica e social, et qual não podem fugir ou desconhecer, e a que se adaptarão em função de sua reciproca compreensão e colaboração. Que o Dia cio Gráfico seja o momento em que empregados e empregadores meditem sobre as suas responsabilidades, para que possam juntos trabalhar em prol do crescimento de uma indústria gráfica cada dia mais forte, que atenda e responda positivamente ao desenvolvimento econômico e social da. nação brasileira. Boletim

da Ind.

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Noticiário do Sindicato

NOVOS MODELOS DE NOTAS FISCAIS Encontram-se à disposição dos associados interessados, na sede do Sindicato das Indústrias Gráficas no Estado de São Paulo, os novos modelos de notas fiscais a que se referem dispositivos do regulamento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias, ICM, aprovados pelo Decreto n." 5.410, de 30 de dezembro de 1974, publicado no Diário Oficial do Estado de São Paulo, edição de 12 de abril de 1975. São os seguintes os títulos dos modelos instituídos: Nota Fiscal — modelo 1 Nota Fiscal de Venda a Consumidor — modelo 2 Nota Fiscal de Entrada — modelo 3 Nota Fiscal Simplificada Nota Fiscal de Produtor — modelo 4 Demonstrativo de Crédito de Exportação modelo 5 Registro de Entradas -- modelo 1 Registro de Entradas — modelo 1-A Registro de Saídas — modelo 2 Registro de Saídas — modelo 2-A Registro de Controle de Produção e de Estoque — modelo 3 Registro do Selo Especial de Controle — modelo 4 Registro de Impressão de Documentos Fiscais — modelo 5

Registro de Armazéns Gerais — modelo Registro de Produtos Agrícolas em Máquinas de Beneficiamento Registro de Movimento de Gado Termo de Abertura de Livro Fiscal Ficha-índice da Utilização de Fic,has de Controle da Produção e do Estoque Registro de Entradas — modelo P-1 (escrituração por Processamento de Dados) Registro de Entradas — modelo P-1-A (escrituração por Processamento de Dados) Registro de 'Entradas — modelo P-1-B (escrituração por Processamento de Dados) Registro de Saídas — modelo P-2 (escrituração por Processamento de Dados) Registro de Saídas — modelo P-2-A (escrituração por Processamento de Dados) Registro de Controle da Produção Estoque — modelo P-3 (E.P.P.D.)

e do

Régistro de Inventário — modelo P-7 (E.P.P .D.) Lista de Códigos de Emitentes — modelo P-10 (E.P.P.D.) Lista de Códigos de Produtos — modelo P-11 (E.P.P.D.) Relação de Saída de Mercadorias — modelo 1 (vendas dentro do Estado) Relação de Saida de Mercadorias — modelo 2 (vendas e transferências para fora do Estado)

Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Concorrências — modelo 6

Relação de Entrada de Mercadorias — modelo 3 (compras e transferências de fora do Estado)

Folhas do livro «Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Concorrências — modelo 6

Autorização de Impressão de Documentos Fiscais

Registro de Inventário — modelo 7 Registro de Apuração do IPI — modelo 8

1

Registro de Apuração do ICM — modelo O

Boletim da Ind.

Gráfica - 5/75

Certificado de Pesagem de Cana Notas Fiscais de Entrada — Registro de Canas de Fornecedores


REDUÇÃO DAS ALIQUOTAS DO IMPOSTO SOBRE PRODUTOS INDUSTRIALIZADOS - FABRICAÇÃO DE CADERNOS O Boletim da Indústria Gráfica divulga aos seus leitores o Decreto n.° 75.659, de 25 de abril do corrente ano, que reduziu as aliquotas do Imposto sobre Produtos Industrializados, relativos a diversas mercadorias, inclusive os cadernos escolares classificados nas posições 48.18.02.00 e 48.18.99.00. Assim, para conhecimento dos associados da ABIGRAF, publicamos abaixo o Decreto 75.659 e anexo III somente na parte que se refere à indústria gráfica.

dustrializados relativas às mercadorias nos mesmos relacionadas, segundo a classificação especifica na tabela anexa ao Decreto n.0 73.340, de 19 de dezembro de 1973, ou desdobrada dos respectivos códigos sob a forma de destaques

produtos classificados no capitulo 58 da tabela anexa ao Decreto n.° 73.340, de 19 de dezembro de 1973. Art. 3.° — Este Decreto entrara em vigor a partir de 1. 0 de maio de 1975, revogadas as disposições em contrário.

(«EX»).

Brasilia, 25 de abril de 1975 — 154.° da Independência e 87.° da República.

Art. 2.° — Fica reduzida a G% (seis por cento), até 31 de dezembro de 1975 e a 12% (doze por cento) a partir de 1. 0 de janeiro de 1976, a aliquota do Imposto sobre Produtos Industrializados para os

Ernesto Geisel Mário Henrique Simonsen

João Paulo dos Reis Velloso

Eis o Decreto: «0 Presidente da República, usando das atribuições que lhe confere o artigo 81, item III, da Constituição e tendo em vista o disposto no artigo 4.° do Decreto-lei n.° 1.199, de 27 de dezembro de 1971,

ANEXO HI A QUE SE REFERE O DECRETO No 75.659

Código

Mercadorias

Aliquota

48.18.02.00

Caderno escolar confeccionado com papel de linha d'água, com teor de pasta mecânica de madeira mínimo de 50%, com formato, número de folhas e dizeres estabelecidos pelo Ministério da Educação e Cultura

3%

DECRETA:

Art. 1. 0 — Ficam reduzidos aos percentuais constantes dos Anexos I a VII as aliquotas do Imposto sobre Produtos In-

48.18.99.00

Outros

15%

«Ex» caderno escolar

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Boletim da Ind. Gráfica-5/75

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ESCOLA SENAI DE ARTES GRÁFICAS FELICIO LANZARA CURSOS NOTURNOS PARA ADULTOS COMPOSITOR MANUAL (Tipógrafo) Para principi nte Freqüência: 3 vezes por semana

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IMPRESSOR

E MONTADOR

TIPOGRÁFICO

DE FOTOLITO

(Minerva Manual)

Para principiante Freqüência: 3 vezes por semana

DIA 13 11 MATO

LINOTIPISTA

Compositor Manual ou ajudante de máquina linotipo Freqüência: 3 vezes por semana

COPIADOR DE FOTOLITO

Para principiante Freqüência: 3 vezes por semana

DEMAIS CURSOS

Ser

IMPRESSOR TIPOGRÁFICO (Minerva Manual) Para principiante Freqüência: 3 vezes por semana

• IMPRESSOR TIPOGRÁFICO

(Máquinas Automáticas) Ser Impressor Tipográfico

de Minerva Manual Freqüência: 3 vezes por semana

FOTO-REPRODUTOR GRÁFICO

(Branco e Preto) Para principiante Freqüência: 3 vezes por semana

Ser Foto-Reprodutor Gráfico para branco e preto Freqüência: 3 vezes por semana

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IMPRESSOR OFFSET INICIO DAS AULAS: agosto de 1975

1.

Ajudante de Impressor Offset Freqüência: 3 vezes por semana

EXIGE-SE DOS CANDIDATOS:

BLOQUISTA CARTONADOR (Encadernador)

a) Idade minima de 16 anos, na data de inscrição, mediante prova de identidade. b) Comprovar as condições exigidas para inscrição. c) Exi-

Trabalhar em Oficina de Produção Gráfica (Comércio, Indústria ou Repartições Públicas) Freqüência: 3 vezes por semana

• PRODUTOR VISUAL GRÁFICO Para principiante, com conhecimento ou aptidão para Desenho Freqüência: 2 vezes por semana

RETOCADOR DE FOTOLITO

DIAGRAMADOR

GRÁFICO

bir

prova de quitação

mili-

tar, para o sexo masculino de 18 a 45 anos de idade. d) Responder questionário e provas

simples de

fazer

conheci-

mento, para efeito de classificação, de acordo com as va-

gas. e) Apresentar Atestado de Saúde e abreugrafia, no ato da matrícula.

OBSERVAÇÕES:

Para principiante Freqüência: 2 vezes por semana

O funcionamento de qualquer

um dos cursos está condicionado a um número mínimo de

RETOCADOR DE FOTOLITO (Cores)

DATAS DE INSCRIÇÃO

alunos matriculados. Dos can-

DAS 18 AS 20 HORAS

didatos classificados nas pro-

Ser Retocador de Fotolito para branco e preto Freqüência: 3 vezes por semana

COMPOSITOR MANUAL

Para principiante Freqüência: 3 vezes por semana

6

Fone

Ser Impressor Tipográfico (Máquinas Automáticas) ou

• (Branco e Preto)

Rua Muniz de Souza, 3 Cambuci — São Paulo

• FOTO-REPRODUTOR GRÁFICO (Cores)

DIA 14 DE MAIO

Boletim

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DIA 12 DE MAIO

vas de seleção, terão prioridade de matrícula os maiores de 18 anos.


\.\ Noticiário da ABIGRAF

FIRMA DE ISRAEL INTERESSADA EM OFERTA PARA CAIXAS DE FÓSFOROS Recebeu a ABIGRAF, da firma I. Koteck Ltda. — Exportadora e Importadora, sediada em Haifa (F.O.B. 913),

Israel, pedido de colaboração no sentido de obter endereços de gráficas interessadas no fornecimento de «cinco milhões

de cartões impressos de 11,5 x 5,3 cm, para confecção de caixas de fósforos tipo «Fiat Lux», com uma e duas faces para raspagem de fósforos». Os interessados poderão encaminhar suas ofertas diretamente à firma citada.

OS NOVOS NÍVEIS DE SALÁRIO 'AMMO EM TODO O PAIS No último dia 28 de abril, acolhendo exposição conjunta de motivos, dos ministros do Trabalho, da Fazenda, Indústria e Comércio e da Secretaria de Planejamento, o presidente da República assinou decreto que fixa os novos níveis de salário mínimo para todo o território nacional. Tem o seguinte teor o decreto presidencial: Art. 1.° — A tabela de salário mínimo aprovada pelo Decreto n.° 73.995, de 29 de abril de 1974, e modificada pelo Decreto n. , 75.045, de 5 de dezembro de 1974, que aprovou a tabela de abono de emergência instituído pela Lei n.0 6.147, de 29 de novembro de 1974, passa a vigorar na forma da nova tabela que acompanha o presente Decreto, e vigorará pelo prazo de três anos, conforme dispõe o artigo 116, § I.', da Consolidação das Leis do Trabalho, aprovada pelo Decreto-lei n.° 5.452, de 1.° de maio de 1943. Art. 2.° — Para os menores aprendizes de que trata o artigo 80 e seu parágrafo único da mencionada Consolidação, o salário correspondente ao valor de meio salário mínimo regional durante a primeira metade da duração maxima prevista para o aprendizado do respectivo ofício. Durante a segunda metade do aprendizado, o salário mínimo será correspondente a dois terços do valor do salário mínimo regional. Art. 3.° — Aplicar-se- á o disposto na Lei n.° 5 381, de 9 de fevereiro de 1968, para os municípios que vierem a ser criados na vigência deste Decreto. Art. 4.- — Para os trabalhadores que tenham fixados por lei o máximo de jornada diária em menos de oito horas, o salário mínimo será igual ao da nova tabela, multiplicado por oito e dividido por aquele máximo legal.

Art. 5.- — O presente Decreto entra em vigor em 1.° de maio de 1975, revogadas as disposições em contrário. IMPORTANTE — Os novos níveis do salário minima não servirão de base para o reajuste de quaisquer fatores da economia, inclusive sobre o BNH.

Salário mínimo em moeda corrente para o trabalhador adulto, calculado na base de 30 dias ou 240 horas:

Região

Cr$ 417,60

Acre

2.a Região

Amazonas, Territórios de Rondônia e Roraima

3.a Região

do

4.a Região

e Território Pará Amapá Maranhao

417,60 417,60 376,80

5.a Região — Piaui

376,80

Ceará

376,80

6.a Região

7.a Região — Rio Grande do Norte 8.a Região — Paraiba

376,80 376,80

9.a Região — Pernambuco: 1.a Sub-região: Municípios de Recife, Cabo, Igarassu, Itamaracá, Jaboatã.o, Moreno, Olinda, Paulista e São Lourenço da Mata 417,60 demais 2.a Sub-região: 376,80 municípios 10. 8 Região — Alagoas

376,80

11. 8 Região — Sergipe

376,80

Boletim

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12. 6 Região — Bahia: 1. Sub-região: Municípios de Salvador, Alagoinhas, Biritinga, Brumado, Camagari, Candeias, Catu, Feira de Santana, BMus, Itabuna, Itajuipe, Itaparica, Lauro de Freitas, Mata de São João, Pojuca, Santo Amaro, São Francisco do Conde, São SebasMc do Passe, Serrinha, Simões Filho, Tucano e Vera Cruz 417,60 demais 2.a Sub-região: municípios 376,80 13.a Região — Minas Gerais

532,80

14.a Região — Espirito Santo

453,60

15.a Região — Rio de Janeiro

532,80

16.a Região — São Paulo

532,80

17.a Região — Parana: 1.a Sub-região: Municípios de Curitiba, Almirante Tamandaré, Antonina, Apucarana, Arapongas, Araucária, Assaf, Balsa Nova, Bandeirantes, Bocaiúva do Sul, Cambé, Campina Grande do Sul, Campo Largo, Campo Mour5.o, Cascável, Colombo, Contenda, Cornélio Procópio, Foz do Iguaçu, Francisco

Beltrão, Guarapuava, Irati, Jacarezinho, Londrina, Mandaguari, Mandirituba, Maringá, Nova Esperança, Paranaguá, Paranaval, Pato Branco, Piraquara, Ponta Grossa, Porecatu, Quatro Barras, Rio Branco do Sul, Rolândia, São José e dos Pinhais, Toledo 494,40 União da Vitória demais mu2.a Sub-região: 453,60 nicípios 18.a Região — Santa Catarina: Sub-região: Municípios de Florianópolis, Biguaçu, Blumenau, Brusque, Campos Novos, Concórdia, Criciúma, Gaspar, Herval D'Oeste, Içara, Ilhota, Itajai, Joaçaba, Joinvile, Lajes, Lauro Muller, NavePorto Orleans, gantes, União, Sao José, Siderópolls, Tubarão e Urussan494,40 ga 2.a Sub-região: demais mu453,60 nicípios 19.a Região — Rio Grande do Sul

494,40

20.a Região — Mato Grosso

417,60

21.a Região — Goiás

417,60

22.4 Região — Distrito Federal

532,80

Frequentar as reuniões do SIGESP e da ABIGRAF não é só um direito que lhe assiste; é, também, um dever seu a ser cumprido, em função das superiores deliberações da sua categoria industrial.

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Boletim

da Ind.

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mercado consumidor de tâmaras e tem no trigo, cevada e arroz, os principais cultivos, já traçou planos para incrementar substancialmente sua indústria, restrita ao ramo têxtil (em que já firmou tradição mundial), cimento (auto-suficiente e exporta parte da produção), além de outros setores leves.

Noticiário da FIESP-CIESP \.

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PAÍS PODERÁ FORNECER MÁQUINAS E -KNOW-HOW- A PROJETOS DO IRAQUE «0 Iraque, ao contrário de algumas nações árabes, não está interessado em investir no exterior. Assim como o Brasil, temos pressa e muita pressa em nosso processo de desenvolvimento interno. Vemos com bons olhos a participação de seu pails em projetos específicos ligados, por exemplo, A indústria pesada, além de «know-how» e vendas diretas de máquinas para diversos setores», afirmou o vice-ministro da Indústria e Minerais do Iraque, Muhib K. Al Tae, a industriais paulistas, por oca-

sião da recepção que a Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo ofereceu à Missão Iraquiana, que se encontra no País desde aquela data.

ADOTADA NA PRODUÇÃO DE MAQUINAS

Tendo uma área de 444.442 km2, uma população de 11 milhões de habitantes (Bagdá, a capital, abriga 2,5 milhões de almas), o Iraque pretende aproveitar da melhor forma possível a sua maior fonte de divisas — o petróleo, que já há dez anos representava cerca de 95% das exportações. O Iraque, que abastece 90% do

A Secretaria de Tecnologia Industrial, do Ministério da Indústria e Comércio, está desenvolvendo esforços no sentido da elaboração de uma infra-estrutura tecnológica para consecução de projetos de equipamentos industriais. O seu interesse é que cada empresa realize o seu projeto,

INFRA-ESTRUTURA TECNOLÓGICA

NACIONAL SERA

Aspecto da palestra do Sr. Howard L. Stier

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com a utilização da infra-estrutura fornecida pelo órgão governamental. A afirmação foi feita pelo coordenador da Secretaria de Tecnologia Industrial, Sr. Milton Nogueira da Silva, em reunião com empresários do setor, no Sindicato da Indústria de Máquinas no Estado de Sao Paulo (SIMESP). O encontro foi dirigido pelo sr. Roberto Curi e a mesa diretora dos trabalhos foi composta, ainda, além do Sr. Milton Nogueira da Silva, pelos srs. Pedro Lauro Carvalhaes, Paulo Werth Urban e José Geraldo de Lima Jr., do MIC; e Marcelo O. Teixeira de Assumpção, do Sindicato.

CONTROLE DE QUALIDADE: OTIMIZAR O PRODUTO E

MINIMIZAR OS CUSTOS Uniformidade na qualidade do produto e redução de custos com refugo menor são dois dos

resultados que se obtém, a curto prazo, ao se praticar uma política coerente de controle de qualidade da produção. Ao apontar esse beneficio imediato, Howard L. Stier, uma das maiores autoridades em controle de qualidade dos EUA, frisou que esse controle, obviamente, não deve comprometer a margem de lucro normal da empresa a ponto de levá-la a uma posição incômoda por excesso de zelo. No caso, o controle de qualidade deye levar em conta os pontos de vista do consumidor e do cliente que, na realidade, são os juizes daquela produção. Howard L. Stier falou sobre controle de qualidade na sede da Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo, a convite da Associação Brasileira de Controle de Qualidade que, presentemente, está empenhada na Campanha «Faça sem Defeitos», de âm-

bito nacional, que visa conscientizar o homem a «fazer bem a tarefa e fazê-la desde a primeira vez». Nesse encontro, dirigido pelo presidente da ABCQ, Nério G. A. Lorenzoni, o técnico norte-americano, que é vice-presidente do Controle de Qualidade da United Brands Co., de Boston (mais de 20 empresas subsidiárias com ampla variedade de produtos e serviços), salientou que «o controle não poderá resolver todos os problemas da Administração, mas pode contribuir bastante para redução de custos, uniformidade da qualidade do produto. O sistema oferece um meio seguro de se saber o que está sendo feito na produção». Desta forma, a indústria tem em suas mãos informações sobre qualquer defeito e, assim, condições de sand-10 num prazo compatível.

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NOSSA ECONOMIA EM MARÇO DE 1975

Economia

Ao término do primeiro trimestre de 1975, o índice de preços ao consumidor — custo de vida — na Capital de São Paulo, registrou uma elevação de 6,6%, inferior ao do ano passado, cujo acréscimo foi 8,9%. 0 Grupo Alimentação, de elevada participação na composição do índice, apresentou no período um aumento de 5,7%, menor, portanto, que o índice geral (6,6% ). No entanto, despesas pessoais ( +14,5%), Saúde ( +12,2% ) e Educação ( +8,3% ) superaram a taxa global registrada. Uma análise desmembrada desse indicador revela, especificamente em março, o aumento da ordem de 1,3%, bem mais reduzida que março/1974, quando o acréscimo atingiu 4,2%. Essas taxas resultam do comportamento dos componentes do índice que registraram no mês em apreço uma tendência expansionista, menos intensa que março do ano passado, como pode ser facilmente verificado pelo quadro abaixo: Variação mensal fev./mar. 1975

Variação mensal fev./mar. 1974

Alimentação

1,61

5,93

Habitação

1,09

3,60

Despesas pessoais

1,01

1,79

Vestuário

0,19

0,01

Transporte

0,46

3,55

Saúde

2,63

2,17

Educação

1,86

9,09

Grupos componentes do índice de preços ao consurnidor

Acompanhando a mesma tendência, o poder aquisitivo da moeda apresentou uma redução em março último da ordem de 1,3%, acumulando para o trimestre uma desvalorização de 6,6%. Comparando com o ano anterior, os resultados são mais otimistas, pois as taxas de desvalorização registradas na ocasião foram de cerca de 4,1% e 8,2%, respectivamente. Na cidade do Rio de Janeiro, o custo de vida aumentou 1,9% no mês de março, totalizando uma alta de 6,8% no trimestre. Segundo a Fundação Getúlio Vargas, as fontes de pressão sobre este índice foram "Serviços Públicos" — com 4,4% de alta, seguido pelos grupos "Serviços Pessoais", Habitação e Assistência à Saúde e Higiene, todos apresentando ritmos de aumentos superiores ao índice médio: 4,4%, 4,1%, 3,0% e 2,9%, respectivamente. Quanto ao meio circulante, após a redução em janeiro de Cr$ 1.600 milhões posição que não se alterou em fevereiro, o que equivale dizer que nos dois primeiros meses deste ano o Governo não emitiu papel-moeda — verificou-se em março uma emissão de C4 800 milhões, elevando o saldo a Cr$ 23.750 milhões. No que diz respeito às concordatas deferidas no Estado de São Paulo, especificamente, não houve alteração, ou seja, foram verificados igualmente 13 deferimentos tanto em fevereiro como em margo do corrente. Numa perspectiva de período, o primeiro trimestre de 1975 acusou Boletim da Ind. Gráfica-5/75

ii


um declínio de 7,5% em relação ao mesmo período de 1974, passando de 53 ocorrências em janeiro/março de 1974, para 49

mente uma queda de 4,3% no trimestre em questão.

no ano em curso.

Como indicador comercial e industrial, o consumo de energia elétrica registrou uma ligeira queda, da ordem de 0,3%, contra 2,5% de aumento de março do ano passado. Em termos acumulativos, o exercício anterior também sugere resultados mais otimistas que o presente, ou seja, 14,8% no primeiro trimestre de 1974, contra 4,0% de idêntico período deste ano.

O número de decretos falimentares em nosso Estado atingiu 59 em março último, o que eleva para 155 o total de falências decretadas no primeiro trimestre, contra 71 e 162, respectivamente, em iguais períodos do ano passado. Esses valores traduzem percentualmente um acréscimo de 13,5% no mês e cumulativa-

COMPORTAMENTO DOS PRINCIPAIS INDICADORES ECONÔMICOS NO MÊS DE MARÇO DE 1975 (Base: dezembro/74 = 100)

Número ESPECIFICAÇÃO

fndice

março/75

Custo de Vida

Variação percentual no mês de março em relação ao mês

percentual acumulada até março

Variação

anterior -1975

106,61

1974

1,29

1975

4,16

6,61

1974

8,88

Meio Circulante (*)

96,7

3,5

- 2,7

-

3,3

- 5,2

Poder Aquisitivo da Moeda .

93,8

- 1,3

- 4,1

-

6,2

- 8,2

Concordatas Deferidas

68,4

...

- 5,0

-

7,5

- 19,7

105,4

13,5

97,2

-

4,3

- 39,1

0,3

2,5

4,0

I 1,'•

Falências Decretadas

Consumo de energia elétrica, comercial e industrial

(*)

100,6

-

Dado sujeito a retificação.

Seção de Estatística e Informações Industriais do DECAD,

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Boletim de Ind. Gráfica-5/75

da

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PROBLEMAS DE ECOLOGIA E SEGURANÇA EM ESTABELECIMENTOS GRÁFICOS NNNNNNNNNNNNNNNNNNNNNN

Noticiário Técnico

LUCIANO GAJANI PHELFX.11.0 FEITA

NA

4.1 SEMANA TECNOLÓGICA DE ARTES GRAFICAS SAO PAULO 7 A il DE OUTUBRO DE 1974

Premissa Ate há poucos anos atrás, o empresário da indústria gráfica em geral, fosse esta do tipo rotogravura, tipográfico, offset ou misto, entre OS mais diversos problemas, aqueles técnicos tendiam para um único objetivo que pode ser expresso com o propósito de realizar o produto acabado a um preço de produção e a um nível de qualidade o mais competitivo possível. Compativelmente corn a possibilidade de investir, o seu Diretor Industrial, para ser conseqüente ao mandato recebido, recorria sistematicamente a todos os meios que a «ciência de produzir», no seu processo evolutivo, de vez em vez, punha ao seu alcance. Portanto, concentrava a sua atenção fundamental ern: tecnologia que apresentava maquinas tecnicamente mais atualizadas e processos químico-físicos mais eficazes; organização do trabalho que permitia melhoras dos lay-out, dos fluxos dos sistemas de trabalho, dos transportes internos, do intercâmbio funcional com as outras seções da empresa e da distribuição do produto; motivação do pessoal que, através da qualificação e treinamento, proporcionava maior relacionamento, participação e conhecimento do componente qualitativo. Sob esse ponto de vista de ação, o Diretor Industrial, sem dúvida meritoriamente, resolvia uma enorme quantidade de aspectos problemáticos, elevando o nível e o conteúdo da empresa: em alguns casos promovendo a competição do custo, em outros da qualidade, e, em outros ainda, de ambos. Para resumir, o conjunto de esforços realizados até há alguns anos, porquanto do ponto de vista da empresa válidos e necessários hoje e ainda amanhã para a manutenção das posicões alcançadas, ou melhor, pelo progresso da

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Boletim da Ind.

Gráfica-5/75

Empresa, levaram o seu Empresário ou o seu Diretor — no melhor dos casos — a perder de vista ou, — no pior dos casos — a não considerar um complexo fenômeno cujos componentes influenciam em parte o aspecto produtivo e, em parte, as relações com a autoridade constituída e com os representantes dos sindicatos dos trabalhadores. Obviamente, estou me referindo As influencias do processo tecnológico, no nosso caso especificamente gráfico, em relação: a quern opera no interior do estabelecimento; a quem vive nas proximidades do estabelecimento; à natureza que circunda o estabelecimento. Certamente e difícil estabelecer qual desses itens tem maior importância, sendo porem fácil afirmar que o fenômeno que os causa representa um sério problema que deve ser decididamente enfrentado, com atitude enérgica e profissional, juntamente com os tradicionais, para produzir, pelo menor custo, a melhor qualidade. Assim sendo, hoje apresenta-se ao Empresásempre na Area da atividade técnica, um rio, segundo objetivo, este também de absoluta prioridade: dominar o fenómeno que, genericamente definido como de natureza ecológica. Para alcançar esse objetivo precisamos, necessariamente, levar ern conta as seguintes dificuldades principais: fazem-se necessários pesados investimentos que, devido à finalidade essencialmente social, não oferecem retorno ou urna justificação econômica; existe um contraste de impostagão entre as modificações que se fazem necessárias e a estrutura do estabelecimento já construído; a carência da legislação no que se refere a estabelecer, de modo inequívoco, os limites de tolerância para a exposição aos agentes quimi-


co-físicos responsáveis pelas influências negativas das quais falamos. No quadro problemático que se apresenta ao Empresário gráfico, evidencia-se no entanto uma nota positiva: a tecnologia, à qual devemos recorrer para uma séria ação contra a poluição, é uma ciência jovem aplicada e inserida numa espiral de expansão evolutiva; os princípios da redução dos poluentes e do respeito ecológico estão fundamentados sobre bases científicas sólidas de experiência válida e aplicável. 1.

IMPLICAÇÕES PARA QUEM OPERA

NA EMPRESA As implicações deste capítulo estão essencialmente relacionadas com a segurança e com a higiene do ambiente. A pessoa que trabalha merece que essas condições sejam respeitadas por parte da Empresa, primeiramente como ser humano e em segundo lugar pela função que exerce nessa mesma Empresa. Podemos facilmente afirmar que quanto mais estiverem asseguradas a segurança e a higiene do ambiente, menos o trabalhador pode distrair-se da sua atividade e a sua ausência física e moral da Empresa sofrerá uma menor incidência. Sérios estudos a respeito forneceram resultados surpreendentes que podem ser sintetizados na seguinte consideração: quando, mediante intervenções organizativas e metodológicas, se obtém um certo nível de produtividade, este pode ser modificado em sentido positivo prevalentemente com ações destinadas a melhorar o ambiente de trabalho. Assim é que o estudo recolheu dados fornecidos por algumas Empresas Gráficas européias já consolidadas, nas quais, nas Seções de Rotativas, foram realizadas obras de melhorias ambientais, com um cuidado especial no que se retere à insonorização: o pessoal, sem sofrer pressões relevantes, aumentou a produtividade da Seção de 20% e a ausência do trabalho — por causas que não sejam férias — diminuiu de 15%. Na empresa Jornais .Corriere della Sera» constatamos que a atenção necessária — mesmo se ainda não concretizada com providências de caráter definitivo — para com os problemas de segurança do trabalho, de ergonomia e de preservação do ambiente, produzem no trabalhador um efeito direto e um indireto. O primeiro reduz tanto o nível de acidentes por falta de aplicação das normas prescritas, quanto aquele das doenças por carência de insonorizaçã.o, iluminação, ventilação, umidade e assim por diante. O segundo, aquele indireto e de natureza psicológica, cria uma atitude melhor ern relação

ao lugar de trabalho, atenua o «stress» e, em última análise, produz um aumento do rendimento. O seu dimensionamento sera mais sensível para completar o vasto programa de intervenção já iniciado. Podemos agora afirmar que estas considerações, comprovadas por resultados encorajadores, fornecem impulsos de motivações suficientes a Empresa para organizar, no campo da estrutura organizada do Estabelecimento, um grupo especifico para operar, visando estudar e sugerir Diretoria medidas idôneas destinadas a dominar os componentes complexos do fenômeno. Esta tendência estabeleceu-se, pelo menos na Italia, após solicitações justificadas e, algumas vezes, pedidos categóricos apresentados pelas organizações dos sindicatos dos trabalhadores, tutelando estes últimos por estarem expostos a condições ambientais consideradas não idôneas. Nos últimos anos, a ação das organizações dos sindicatos abandonou a política de transformar as dificuldades dos trabalhadores em aumentos de salários: amadureceu uma perfeita consciência da saúde e da incolumidade do trabalhador, segundo a qual o empregador é solicitado a modificar os métodos e as condições de trabalho, os ritmos de produção e o conteúdo dos benefícios sociais. A ação das organizações sindicais, acompanhada pelas prescrições das autoridades constituídas — estas últimas de menor eficácia por não estarem organizadas em exata e clara legislação, na maior parte dos países europeus — acatada desde as primeiras fases de projeto e construção de uma nova unidade produtiva. Está claro que, admitindo a presença de risco, a importância é de esclarecer e localizar quando uma determinada situação pode ser geradora, mesmo potencial, de periculosidade. Com o continuo evoluir do progresso técnico e do ciclo tecnológico, evidencia-se a necessidade de focalizar os riscos com a maxima atenção nas fases de projeto e início de atividades, a fim de eliminá-los ou, quando isso não seja possível, reduzi-los a um mínimo de potencialidade. Por razões de objetividade, devemos referir que o problema interessa também aos construtores de máquinas gráficas. Devidamente solicitado pelo utilizador, o construtor tornou-se hoje particularmente sensível aos problemas de segurança e de ambiente provenientes das suas máquinas, tanto que concentrou os seus esforços nos projetos, dirigiu suas modificações evolutivas para objetivos mais eficientes, além do objetivo do qual estamos falando. Neste artigo não nos concentraremos na segurança do trabalho, não por ser de menor

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importância em relação à higiene do ambiente, mas porque: tomado em consideração há mais tempo, já tem hoje uma rica literatura; as casuísticas que poderiam ser enunciadas, devido à diversificação das situações nas empresas, não se adaptariam a uma generalização. Acho suficiente chamar a atenção para alguns princípios e comentar algumas considerações. Na moderna indústria gráfica reconhecemos não ser fácil identificar e quantificar de antemão determinadas condições de risco que freqüentemente estão mimetizadas e em caráter potencial, embora uma intervenção séria e organizada esteja apta a tomar ern consideração todas as normas de prevenção e segurança sugeridas tanto pela experiência, quanto pela prescrição da lei. Por intervenção da organização, quero dizer a formulação de um exato e atualizado «programa de segurança» cuja origem deve ser de responsabilidade da Diretoria da Empresa. A Diretoria, além de estabelecer o «programa», através dos seus técnicos do setor, deve apoiá-lo, facilitar a sua atuação e apresentá-lo como parte da sua politica em relação ao pessoal. O «programa de segurança» deve estar fundado sobre alguns princípios que queremos frisar

aqui: a Diretoria da Empresa deve considerar a promoção da segurança como parte essencial de suas atribuições e deve transmitir e difundir esta atitude mental a todo pessoal; as atividades de segurança devem estar integradas naquelas de produção de modo a não poderem ser dissociadas; todas as ações de segurança devem ser estudadas por pessoal especializado que não tenha responsabilidades de caráter produtivo, mas que esteja enquadrado no «staff» da diretoria; todos os responsáveis, de qualquer nível de hierarquia, devem considerar-se envolvidos nos problemas de segurança e devem manter-se em dia com a progressão do «programa» para permitir sua continua adaptação; desde o inicio, na compilação do «programa», devem estar presentes as organizações sindicais dos trabalhadores; o «programa» deve levar em consideração as análises dos históricos sobre acidentes. O seu caráter preventivo será mais eficaz se estiver baseado não sobre o «porquê» mas sobre «como» o acidente se verificou; a eficácia do «programa» depende essencialmente dos aspectos técnicos e de organização

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também do preparo em segurança que deve se estender a todos os níveis hierárquicos. As conseqüências de um bom programa sobre segurança são várias e desejo citar aqui as que considero as mais importantes: diminuição dos riscos objetivos e subjetivos e portanto dos indices de freqüência e de gravidade dos acidentes; melhoramento dos métodos de trabalho; maior ordem e disciplina; melhoramento econômico devido A redução da aliquota de seguro de grupo; melhoria no relacionamento do pessoal; maior produtividade.

O outro argumento deste capitulo diz respeito ao ambiente de trabalho; é igualmente extenso e mereceria um estudo mais detalhado, entretanto, considero suficiente referir-me a dois aspectos que universalmente têm sido considerados mais significativos: Barulho e Microclima. Mesmo se nestes últimos anos o fenômeno apresenta um regresso, não pode ser ignorado perigo do saturnismo a que está sujeito o tipó-' grafo. O fenômeno regride seja pelo menor emprego constante do chumbo, seja pela maior atenção que foi dispensada para combater essa intoxicação. Como já se sabe, todo ser humano absorve na sua alimentação, diariamente, uma quantidade de chumbo que oscila 'entre 0,35 e 0,50 mg. Essa quantidade um organismo sadio elimina no mesmo período de tempo por vias naturais. Todavia, é suficiente que a quantidade aumente 1 ou 2 mg ao dia, para que o equilíbrio entre a ingestão e a eliminação seja destruido. A quantidade residual não eliminada, mesmo numa pessoa sadia, é inexoravelmente fixada pelos ossos na região do epifise. Esta lenta acumulação é responsável pela intoxicação crônica que se revela com as, assim chamadas, cólicas do chumbo. As conseqüências do saturnismo são graves e se desenvolvem principalmente com: uma produção alterada do sangue; uma ação negativa sobre células nervosas; uma alteração das células dos rins. Por esse conjunto de razões, o tipógrafo não deve ser exposto a exalações da liga ternária de chumbo, antimônio e estanho em estado de fusão presente nas caldeiras das «linotypes» e das fundições das chapas para jornais. Proteções para os dispositivos de aspiração, com câmaras de resfriamento regulamentares para o abatimento e a recuperação da liga. su-


blimada, devem ser previstas para este tipo de máquina; também deve ser exigida do tipógrafo

uma perfeita higiene, visto que a absorção do chumbo pode se dar mesmo por via epidérmica. 1.1

Ruido e sua atenuação

Antes de apresentar alguns métodos de defesa contra o ruído, parece Atil tentar defini-lo e refletir sobre suas características físicas. Como ruido deve-se entender um som desagradável não necessário que, conforme sua intensidade e o tempo de exposição, pode causar ao ouvido humano uma gama de sensações desde a intolerância até a dor aguda e It lesão irreversível.

Todos os corpos submetidos A. solicitação mec ânica «vibram» transmitindo ao ar ou aos corpos com os quais estão em contato esta vibração que se propaga no espaço com ondas sinusoidais. Em cada ponto do espaço verifica-se alternativamente um aumento e uma diminuição da pressão provocada pela vibração, cuja freqüência, que depende das características do corpo emissor e do tipo de solicitação, exprime-se em

Hertz ou ciclos por segundo. A amplitude da vibração é tanto mais elevada quanto maior for a solicitação mecânica. o órgão da audição percebe como som somente as ondas de freqüência compreendidas entre 16 e 20.000 Hz, enquanto as outras resultam Infra-sons e ultra-sons. A intensidade ou variação da pressão minima do som que pode ser ainda percebida pelo ouvido, varia em função da freqüência: para um som de 1.000 Hz é de 0,0002 dina/cm2 ; este valor foi estabelecido como unidade de medida para a intensidade dos ruídos que se exprime em decibel dB.

menta com o quadrado da distância da fonte e torna-se portanto 4 vezes maior toda vez que dobra essa distância. Aumentando 4 vezes a superfície sobre a qual é dispersa a onda sonora, a sua intensidade diminui de 4 vezes, com uma diminuição de 6 dB para cada duplicação de distância. Um ruido de 60 dB a 10 m da fonte, torna-se de 54 dB a 20 m, de 48 dB a 40 m e assim por diante. Isto vale, como é óbvio, para a dispersão livre, porque nos ambientes confinados por paredes ou tendo presentes obstáculos como sejam colunas ou outras máquinas, devido ao reflexo que intervém, o som não diminui com esta proporção pelo afastamento da fonte. O ouvido humano geralmente é tanto mais sensível quanto o som é mais elevado no seu nível de pressão sonora, mas, a nível igual, a sua sensibilidade varia com a freqüência que caracteriza o som. Por exemplo, um som de 64 dB a 50 Hz é percebido pelo ouvido humano com a mesma intensidade de somente 40 dB a 1.000 Hz; deve-se notar que a diferença de sensação de 24 dB, neste caso, corresponde a uma proporção entre as duas pressões de 16 vezes, aproximadamente.

As diferenças resultam mais sensíveis a baixos níveis sonoros, e menores para aqueles altos. Conforme a norma internacional ISO, limitamo-nos a três curvas de aproximação com referência à sensibilidade subjetiva: as assim chamadas curvas A, B, C. A curva A da fig. 1 é representada pelas curvas de igual intensidade sonora, correspondentes aos níveis sonoros mais baixos, isto é, de 40-45 dB. Phon 140 130

dB

20 log

po

= 10 log -Ia

o cc o

onde: P

Po I Ia

120 110 1 00 M 90

Pressão. Pressão minima de percepção.

Intensidade. Intensidade de percepção.

o > 2

80 6 70 50 40 30 20 10

20

Para a formulação logarítmica adotada, o ruído ou nível de som aumenta de 3 dB para cada duplicação de intensidade; se uma máquina emite um som de 60 dB, duas máquinas iguais mecanicamente emitem 63 dB, quatro 66 dB, oito máquinas 69 dB, e assim por diante. Em atmosfera livre o som difunde-se em todas as direções; a área na qual é disperso au-

"••••••-■.

50 100 200 500

keogj 2000 5 000 10000

Hz

Fig. I — Curvas de igual intensidade sonora subjetiva.

A curva B correspondente aos níveis sonoros mais elevados compreendidos entre 55 e 75 dB. A curva C permanece praticamente constante entre 50 e 8.000 Hz e vale para os níveis sonoros superiores a 85 dB. Boletim

da Ind. Gráfica-5/75

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Resulta importante conhecer quais são as características dos níveis sonoros além dos quais entra-se ern zona de risco para as pessoas expostas. Na Italia quem se interessou por este problema (Maugeri e Odescalchi) propôs um critério de risco, expresso na fig. 2. Ai considera-se a exposição a determinados níveis sonoros desde poucos minutos a 8 horas diárias por 280 dias de trabalho por ano, e também o limite sonoro de 87 dB (A) como limite além do qual existe perigo concreto para o ouvido dos trabalhadores expostos, caso em que impõe-se a adoção de providências de prevenção em relação ao ambiente ou ao homem.

Na figura 3 estão expostas as sugestões referentes à proteção individual que a superação da citada curva ISO N 85 e N 105 comporta para uma pessoa exposta durante oito horas diárias. Não obstante as horas de trabalho e o número de dias de trabalho por ano demonstrem tendência a diminuir, Maugeri e Odeschalchi pensam que o valor de 87 dB A deva estar situado hoje entre 85 e 80. O «Threshold Limit Values» (T.L.V .) sugerido pela «America Conference of Governmental Industrial Hygienist», ern 1972, exprime limites de risco expostos na fig. 4. Duração em horaa/dia nível sonoro em dB (Al

dB 105

10

95

90

85

6 4

MANI MP 591-11111- 1011 1131111111111M E •MNIUL

2 1-1,5 1 0,75 0,50 0,25

o

I°Nra■Ki

a 75

Fig. 4

horas

70 32 64 125 250 500 1000 2000 4000 9000

Hs

Fig. 2 - Critério de risco proposto por Maugeri-Odes. calchi. Corresponde a 87 dB A. além dos quais 6 indispensável tomar providências de prevenção.

e l sono ro me d ido em dB (A)

_

1

e

I

e E E E tos_cx, .

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zona de segurança

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G

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,30. 14.1tm ,63_0_5_010.5s.,,„.., )14-40-er-riP44•444-mmFig. 3 - Curva N 85 ISO - 87 dB (A).

-

90 92 95 97 100 102 105 107 110 115

Exposições toleráveis ao ruido segundo o T.L.V.

Pelas experiências conhecidas, a defesa de quem trabalha em um ambiente cujo nível sonoro com suas caracteristicas físicas alcança ou supera os limites de risco, como exposto tanto pelos estudiosos italianos como pelo T.L.V., pode ser realizada com três sistemas que, devido A sua natureza, podem ser integrados entre si, pelo menos em parte: emprego por parte do trabalhador de meios protetores acústicos; instalações de barreiras que amortecem o som e tratamento acústico das paredes do ambiente para impedir a reflexo-propagação das «ondas sonoras»; modificação da fonte de ruído para reduzir a solicitação mecânica ou a intensidade da vibração. Não é difícil prever que o trabalhador reaja negativamente As primeiras modificações, mesmo que estas representem uma solução de carater integral e de investimento decisivamente modesto. Não parece ser esta a ocasião de aprofundar as causas desse tipo de reação, que é uma conseqüência da psicologia do trabalhador, sempre contrário a qualquer ação de género construtivo. Parece ser prudente reservar as combinações para a segunda ou terceira intervenção. A segunda, visto separadamente, não resolve o problema porque, como acontece numa Seção de Rotativas, o trabalhador é obrigado a operar

Boletim

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19


junto da fonte que determina a solicitação mecânica. Pode atenuar algumas vezes os níveis de segurança aos quais são submetidos os trabalhadores mas, normalmente, não alcançam os valores exigidos para aqueles que se encontram no raio médio da fonte. Nesse caso o investimento representa um custo elevado e só pode ser realizado após um atento estudo da fonte emissora e das características da propagação das «ondas sonoras», da forma geométrica da sala em que estão instaladas a ou as máquinas, do tipo de construção que foi usado para a sala, da posição dos obstáculos It propagação ou centros refletores, como podem ser consideradas as canalizações de condicionamento, da instalação elétrica, das várias tubulações de energia, solvente, ar comprimido e assim por diante. O conjunto de todos esses elementos concorre para tornar complexo o problema e elevar o custo da sua realização que, se não for acompanhada por outras linhas de intervenção, pelas razões expostas, não leva a resultados resolutivos. Parece útil, no entanto, catalogar as medidas que habitualmente são adotadas: tetos duplos; — painéis de parede; resguardos acústicos; absorventes acústicos suspensos. Os «tetos duplos» e os «painéis acústicos» nas paredes têm a finalidade principal de diminuir a energia e a capacidade de reflexo das ondas sonoras quando estas alcançam uma superfície refletora. Consistem de armações, devidamente apneadas ern função da construção da sala, que emolduram de material disposto em diversas camadas com forma de pequeno colchão e cuja natureza varia desde copolímeros de base uretttnica expandida, a lã de rocha, a fibras formadas de silicatos de alumínio, de cálcio e ferro, e que têm uma ação fono-absorvente e também anti-refletora. A fig. 5 indica um painel do tipo de que falamos. Parade ou teto Tear

Folha ondulado e luroda

Isn

Fig.

5—

Painel fofo-absorvente.

A fig. 6 indica o coeficiente de absorção do produto da fig. 5 (SILLAN) ern função da freqüência.

20

Boletim da Ind. Graftea-5/75

1,0

0,8

0,6

04

0,2

100 Fig.

Hz 200 400 800 1600 3200 6400 6—

Coeficiente de

absorçao

do

SILLAN

Para as características físicas de elevada porosidade do material absorvente e insonorizante, este deve ser aplicado com precauções que consintam uma fácil inspeção e limpeza periódica dos inevitáveis depósitos de poeira misturada com tinta, a fim de não minimizar a sua função. Os «resguardos acústicos» são aplicados, compativelmente com os obstáculos naturais das salas e com a necessidade de manobra do pessoal operador da máquina, a fim de constituir uma barreira ou um resguardo à propagação da onda sonora direta. C) efeito de amortecer o som resulta numa diminuição da intensidade da onda. O material pode ser semelhante ao descrito para os painéis ou mesmo constituído por várias camadas de papelão fibroso, tratado na superfície com produtos polivinilicos e com_uma camada de lã de vidro interposta. A medida do efeito é proporcional à forma do painel e à sua distância do emissor. Os «absorventes suspensos» são os mesmos resguardos 4ue estamos descrevendo, com a diferença de que a sua aplicação tem caráter disperso pela sala, sem referência especifica it fonte emissora. Servem principalmente para diminuir a ação, reação e também a ressonância das ondas. A sua dispersão deve ser estudada levando ern consideração a linha de propagação, não causando interferência na instalação de iluminação e sem causar obstáculo aos dispositivos de ventilação, aeração ou à disposição do focal. O terceiro tipo de intervenção ao qual acenamos, aquele que se refere it modificação da fonte de ruído, é de natureza exclusivamente mecânica. Atua-se com a assistência do construtor e consiste em proteger todo o conjunto da dobra e em recobrir as partes semi-fixas dos elementos de impressão e da desbobinadeira com verniz anti-ruído.


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Em alguns casos pode-se recorrer A encapsulação do conjunto dobra — como é óbvio — com resultados decisivamente superiores. dB 130 20

110

ao 40 70

descritos de concepção fono-absorvente e de encapsulação efetuado adequadamente nas fontes mais significativas. Uma cautela especial foi reservada para não provocar, como efeito secundário, problemas outro tanto sérios em relação It funcionalidade e A produção. Para as últimas rotativas instaladas nos dois estabelecimentos, respectivamente uma MAN Tipográfica com 8 seções de impressão de 2 dobradeiras e uma CERUTTI com 12 elementos de impressão de duas dobradeiras, prestou-se uma especial atenção à base.

60

dB 6 M ZO 500 1000

Fig. 9 —

.y.

Nivel sonoro registrado na cabina de I — antes da

•1

Iii

222222222S

SUMMER SUNUNU"

comando:

encapsulação,

II — depois do tratamento.

21211:112112

dB 130 20

110 100

so 80 70 60

A B C

2222222222 ETIIIIIIEN

IN24112=2 XXIMINUI VIR2222222 21M11912I

MMUS'S

51,5 6

125 280 500 1000

re. .

Fig. 10 — Nivel sonoro registrado perto do -stacker.: I — antes da encapsulação, II — depois do tratamento.

Os diagramas das figuras 9, 10 e 11 mostram o nível sonoro registrado antes e sucessivamente ao tratamento em 3 pontos diversos da máquina: perto da cabina de comando, perto do «stacker» e perto da dobradeira. fácil comentar a eficácia da solução. A dificuldade principal encontrada neste tipo de ação é a de não limitar o acesso durante as operações de preparação da máquina e a visibilidade durante o exercício. Após expor brevemente estas considerações, parece-me oportuno falar das ações efetuadas ou em projeto do «Corriere della Sera» em seus diversos estabelecimentos diversificados e distinguidos por localização: do jornal (impressão tipográfica) e das revistas (impressão rotogravura). Ern ambos os estabelecimentos o saneamento sonoro foi concebido «a posteriori» e recorreu ao repertório de tratamentos tradicionais acima

22

Eoietim da Ind. Gráfica-5175

C

A Fig.

lin

11 —

MiriartZMIZI MUMS' 22ZUMAk 5° 51.5

125 250 500 1000

Nivel sonoro registrado perto da

..00 Hz

dobradeira:

I — antes da encapsulação, II — depois do tratamento.

Exames vibrométricos das rotativas já existentes evidenciaram a importância que pode assumir a base no processo da radiação sonora da máquina e como esta possa influir na atenuação do ruído da própria instalação. A oportunidade de uma base isolada do solo foi sugerida também pelo fato de que, na falta desta «solução de continuidade», todas as perturbações dinâmicas da rotativa teriam se propagado inexorável e integralmente As estruturas do edificio. Conseqüentemente teria sido difícil reduzir a radiação sonora dos tamponamentos e da cobertura do edifício, tão solicitados pelas vibrações, tanto em direção ao exterior quanto em direção ao interior. A solução adotada foi de um único grande tanque rígido (vide fig. 12) com função de plinto, contendo a base de apoio da máquina. A csolução de continuidade» foi assegurada por um material elástico composto de cortiça e neoprene em camadas sobrepostas. O projeto da estrutura da base consiste em pluricamadas de concreto armado onde a junção das camadas adjacentes é assegurada por tecidos de felpa betumados. A armação de cada camada é de rede soldada. O resguardo acústico foi realizado conforme o desenho da fig. 13.


Fig

12 –

-isolada. para apoio da rotativa tipográfica MAN. a painéis lona-absorventes b – anteparo fofo-isolantes c base d tanque-plinto Base

a

Fig.

13 –

Resguardos acústicos da rotativa tipográfica.

MAN

Na rotativa CERUTTI foram realizadas carterizações limitadas A. dobradeira e uns painéis extensos numa parede de tamponamento do local, aquela mais refletora e na qual a máquina está encostada. Consistentes atenuações de nivel sonoro obtiveram-se em ambas as máquinas. A ordem de volume é de 10-15 dB e na faixa de freqüência que vai dos 1.000 aos 4.000 Hz. Mesmo considerando estes resultados satisfatórios e quase nos limites de aceitação da citada curva 87 dB A de Maugeri e Odescalchi, a pesquisa dirigida ao ambiente de trabalho no «Corriere della Sera» não parou e volta-se para a inovação. Caso sejam alcançados objetivos ulteriores sensíveis, como se pode presumir pelos dados do projeto e pelo início da intervenção, esta sera es-

tendida a todo o conjunto de máquinas do Estabelecimento Revistas. O aspecto de inovação, ao menos nos Estabelecimentos do «Corriere della Sera», consiste em operar agora, após os saneamentos de natureza tradicional, sobre a fonte de solicitação mecânica em relação ao operador. O isolamento acilstico alcança-se com a encapsulação total da máquina, como está ilustrado na fig. 15 e 15 bis. Os operadores com a cabins de comando são colocados fora do conjunto da rotativa, permanecendo esta no interior de uma hermética e compieta «câmara fofo-absorvente». Quando o operador tiver que entrar nessa câmara para breves controles ou regulagens com a máquina trabalhando, deverá usar a coifa acústica sem oferecer resistência, seja pela brevidade da imposição, seja pelas melhores condições de trabalho alcançadas que se estendem quase totalmente à sua presença na sala de maquinas. Por razões de objetividade é necessário tOferir que existe a dificuldade de se efetuar um acesso funcional à câmara. Na realidade é indispensável construir uma das paredes longitudinais da câmara com caracteristicas que assegurem a barreira sonora, mesmo tendo obtido: acessos de manobra simples para as movimentações dos cilindros e preparação da maquina entre um trabalho e outro; janelas amplas, podendo ser limpas facilmente, para a observação constante das condições de exercício da máquina, estando do lado de fora. A ventilação da câmara deve ser dimensionada com extremo cuidado, a fim de eliminar taxativamente qualquer traço de tolueno que nito tivesse sido captado pelos exaustores colocados ern cada elemento de impressão. Perdas de tolueno não controladas e conseqüentemente não evacuadas devido ao sistema de ventilação da câmara insuficiente ou inadequado, sistema este que deve ser separado daqurle da sala, poderia transformar tragicamente a. câmara de acústica em uma de explosão. Um aspecto positivo desta solução é representado pelo fato de que o circuito de ventilação pode ser desdobrado em: um destinado somente à câmara insonorizada, que, devido is suas dimensões reduzidas, requer um dimensionamento modesto; um destinado à sala de máquinas que, devido à completa ausência de solvente, necessita de um pequeno número de substituições/hora e que poderá ser do tipo circuito fechado e independente da instalação destinada a recuperar ti solvente.

Boletim da Ind. Gráfica-5/75


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O


Fig

15 —

Encapsulação

acústica

de

uma rotativa Albert

rotogravura

-Material fono-absorvente

r

IIIITAIGrimmor.4 . 611 111 WrialsiglirlibilliiiIrAlliA

Iplimeratill pc.1 1 -00 AN* IIIAILlifir-IP016;ltallil lei: al l:pi --7.-.*.;15.3;w:'w,. 411:.:=11MiA

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1.00

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Fig

15

bis

0

Seccionamento da rotativa Albert

encapsulada

acusticamente.


Fig.

16 — Isolamento acústico

Estes cuidados levam, obviamente, o custe de administração da instalação de condicionamento e recuperação, a níveis sensivelmente inferiores em relação ao aspecto atual.

proposto pela

ANPA

forma de pequenos colch6es que numa face apresentam uma estrutura piramidal de cerca 50 mm de espessura.

Durante o estudo deste projeto não foi descurada a solução apresentada pela ANPA (American News Paper Association) de realizar condições aceitáveis de trabalho sob o ponto de vista acústico, por meio de medidas do tipo ilustrado na fig. 16.

seperte de material fibroso

t

acolchoado de neoprene de

estrutura piramidal 150/100 mml

Ii

A solução, cujo investimento resulta de custo inferior em relação àquele descrito agora, baseia-se no principio de proteger os operários afastando-os da fonte e colocando-os em câmaras fono-absorventes de onde seja possível, da mesma maneira, exercer os devidos controles e dirigir a rotativa. As maiores dificuldades que se encontram com este sistema de abatimento de ruído estão representadas: pela necessidade de maior espaço, nem sempre disponível; pela presença de obstáculos na construção das assim chamadas câmaras; pela necessidade da presença do trabalhador, por longo tempo, em um ambiente forçadamente acanhado, mesmo que confortável do ponto de vista de condicionamento e ruído. A situação seria «vivida» comp constrição. Antes de terminar este capítulo relativo ao tratamento do ruído, desejo apresentar uma solução projetada pela Albert Frankenthal para a insonorização das dobradeiras através de completa carterização. Como o desenho da fig. 17 mostra, a intervenção pode ser definida radical e infelizmente de difícil realização na máquina já instalada: de fato ela é prevista somente durante as fases construtivas. O material utilizado é o neoprene em

26

Boletim da Ind. Gráfica-5/75

Fig.

17 — Insonorização

de uma dobradeira através de pela Albert.

carterizagão proposta

1.2

Microclima e seu dimensionamento

A renovação do ar fresco e puro é a condição mais importante para um trabalho confortável e sadio. Nos ambientes de trabalho fechados deve ser introduzida uma quantidade de ar fresco e puro de 30/35 m 3/h, por operário, ou deve ser garantida a completa troca do ar várias vezes numa hora: de 6 a 15 vezes, conforme o trabalho do empregado e o tipo de processo ao qual ele é destinado.


Além disso, qualquer gás, poeira, vapor ou fumaça que do processo emanar devem ser aspirados no ponto ern que se originaram, antes que se misturem com o ar que o empregado respira. Nem sempre é fácil respeitar esta condição, sobretudo, por exemplo, nos locais onde se imprime com tintas cujo solvente tenha um alto ponto de volatilidade e um baixo ponto de ebulição. A quantidade de ar que se deve aspirar e ao mesmo tempo introduzir no local onde se desprendem gases, vapores ou fumaça é correlato ao volume de ar necessário b. diluição e A. eliminação destas substâncias prejudiciais, até a sua completa evacuação ou, pelo menos, até sua concentração aceitável. Esta vazão de ar deve ser regulada de modo que mesmo em condições de trabalho reduzido nas proximidades da rotativa, por exemplo, se verifique uma depressão leve em comparação ao local, e também no local se registre uma depressão em comparação com os locais que estão ao seu redor. Este cuidado permite evitar a saida dos vapores do solvente tanto da máquina como do local, no caso de impressão tipográfica. Assegurada uma boa distribuição no local do equipamento de ventilação, o volume teórico de necessário para a diluição das substancias prejudiciais não evacuadas diretamente na fonte e presente no local por razões de perda ou de processo, calcula-se mediante a seguinte formula:

V—

K1

K2

sendo:

V = volume de ar horário desejado, expresso em m 3 /h; K = emissão horária de substancia prejudicial expressa em kg/h; 1<1 = concentração admissivel de substancia nociva no ambiente expressa em kg/m 3 ar — por ox. tolueno = 200 ppm ou 750 mg/ma; 1C2 = concentração de substancia prejudicial presente na corrente de ar aspirada, sempre expressa em kg/m 3 de ar. Exceto casos especiais K2 = 0, posto que a aspiração do ar dá-se pela atmosfera que se considera isenta de substancias prejudiciais em concentrações apreciáveis. Portanto, a fórmula se reduz a:

K1

Nos locais onde existe perigo de explosão, concentração da mistura ar/vapor não deve transpor o limite inferior de explosividade. Por razões de segurança, o dimensionamento das instalações deve ser realizado de modo a permanecer em 50% do limite de explosividade. No caso do tolueno, o limite é de 46 g/m 3 de ar, portanto as instalações devem sempre assegurar não mais que 23 g de tolueno por m 3 de ar, quaisquer que sejam as condições de exercido da rotativa. Um equipamento de aeração, ainda que bem dimensionado, não resulta suficiente para garantir o grau de bem-estar e de higiene necessários para o trabalhador. Um sistemático controle da temperatura e da unidade é indispensável. Alcança-se este fim, associando o equipamento de ventilação, um sistema eficaz de condicionamento que consta de três tratamentos do ar ern ingresso: — filtragem; umedecimento e desumedecimento; aquecimento ou resfriamento. Na indústria gráfica em geral, é necessário levar em conta as exigências de registro das cores da cromia que facilmente sofre a influência das condições higrométricas do ambiente. Também o comportamento do papel ao desenrolar-se mostra ser influenciado pela porcentagem de umidade. Um ambiente demasiadamente seco facilita a quebra da fita de papel se as máquinas trabalharem em altas velocidades. O equipamento de condicionamento de ar, numa zona temperada, para prover tanto à saúde do trabalhador como às exigências do ciclo de produção, deve poder garantir uma temperatura constante de 20 graus centígrados e uma umidade relativa de 65%; são toleradas variações de mais ou menos 2,5%. A ventilação e/ou o condicionamento dos ambientes de trabalho devem ser ligadas a um sistema de recuperação ou de abatimento das substancias nocivas para não dispersá-las indiscriminadamente na atmosfera, criando conseqüências de poluição em outras partes. No capitulo 2 trataremos da saida dos fluidos.

2.

IMPLICAÇÕES PARA COM OS QUE VIVEM FORA DO LOCAL DE TRABALHO

As empresas gráficas com 10/20 anos de atividade nem sempre surgiram em zonas afasta-

i3oletini

da Ind.

Gráfica-5/75

27


rifts cios centros urbanos, e mesmo que na época de sua construção fossem afastadas, hoje graças

expansão urbanística freqüentemente incontrolada, encontram-se rodeadas por aglomerados ur-

Ern cada tipo de trabalho dá-se a produção de gases, fumaças ou poeiras que representam um papel não muito preocupante se forem evitadas as emissões: de solventes para tintas;

Esta circunstancia que nem sempre é conseqüência de imprevisibilidade ou de falta de programação do empresário, cria a necessidade social de fiscalizar o processo industrial para que não traga poluição ou estorvo a quem vive fora dos limites do Estabelecimento. O Empresário tem o dever social de ampliar Ala obra de proteção da saúde e incolumidade não só zelando por seu próprio empregado como pelo ocontinante» se este for ameaçado pelos efeitos secundários do processo industrial. Este comportamento, que como já dissemos reverte em investimentos de rendimento nulo, é hoje sempre mais drasticamente solicitado pela autoridade constituída que, embora dispondo de leis carentes e imprecisas, age com controles, verificações e acertamentos. Nesta área problemática, principalmente duas responsabilidades podem ser imputadas a uma indústria gráfica: — emissões na atmosfera; - - ruídos molestos. 2.1

Emissões na atmosfera

No setor gráfico a poluição atmosférica representa um problema menos grave do que a poluição hídrica, mesmo porque está quase sempre ligada a higiene no local de trabalho, portanto já por outras razões, acha-se sob controle.

de fumaças procedentes dos trabalhos de galvanoplastia ou da gravação de metais; de produtos da combustão; de poeiras de papel. 2.1.1

Solvente da tinta

As operações de impressão offset, flexogrdfica e rotogravura causam emissões gasosas constituídas por vapores dos solventes das tintas ou dos solventes de limpeza e lavagem. Na impressão rotogravura empregam-se tintas que secam por evaporação do solvente: o tolueno. As características do tolueno que nos interessam são: toxicidade; explosividade. sabido que o tolueno respirado sistematicamente em concentrações superiores a 200 ppm causa distúrbios nervosos acompanhados por afecções das vias respiratórias. Sabe-se também que o tolueno e o ar, quando alcançam a concentração de 46 g de tolueno por ma de ar, formam mistura explosiva quando em presença de faíscas. A volatilidade do tolueno, ou propriedade de evaporar na temperatura ambiente, torna-o perigoso, pois formam-se facilmente condições de

ar solto na atmosfera

vapor a

1-

pressão

reduzida da central

térmica

carvao

separador

ativ •

NOW

água

solvente condensado

condensador

1

refrigerador.

fluido ar + solvente Fig.

25

Boletim da Ind. Gráfica-5/75

18 — Instalação de recuperação do

solvente.

li


toxicidade e de explosividade: portanto, é necessário providenciar a sua eliminação do ambiente de trabalho e, ao mesmo tempo também, das emissões gasosas procedentes da impressão por rotogravure. Além disso, sendo um solvente largamente empregado e caro, é vantajosa a sua recuperagão e reciclagem. A recuperação do tolueno e a conseqüente despoluição do ambiente e da atmosfera, consegue-se desfrutando o princípio de captação, nas superfícies sólidas ativadas de alguns produtos em relação as moléculas do tolueno, quando este se apresenta no estado gasoso. O fenômeno de retenção é o da absorção, e o produto geralmente usado é o carvão; a figura 18 mostra o esquema de um aparelhamento de recuperação como aquele empregado para o «Corriere della Sera». A absorção dá-se de forma continua com um mínimo de duas torres com funcionamento alternado, ambas cheias de carvão ativo.

EnVernizadeira (Papel e Metalgrafica) Rolo para acabamento Sintética - 35/40

Dobradeira Natural - 70

Litografica Rolos molhadores Sintética - 25

O carvão retém o solvente deixando defluir livremente o ar depurado; uma vez saturado o carvão, interrompe-se o fluxo de ar-solvente e faz-se com que uma corrente de vapor de água em baixa pressão atravesse a torre: a água leva o solvente e ao mesmo tempo regenera o carvão. A mistura vapor-solvente entra num sistema de refrigeração onde se realiza sua condensação e em seguida, operando com o principio da baixa solubilidade do tolueno, consegue-se a separação fisica dos dois líquidos. Os vapores de tolueno evaporados junto a cada elemento de impressão, através de um sistema de aspiração, são levados à torre de absorção, no nosso caso trata-se de cerca de 3.500 ms/h de ar sobre o elemento de impressão e de 500 ma/h na área da calandra do mesmo elemento. Enquanto na torre processa-se a distribuição do carvão com o vapor de ague, a corrente ar-solvente procedente da rotativa entra automaticamente na segunda torre e quando esta estiver saturada, repetir-se-á o ciclo. (Continua no próximo número)

Plastificação

Parafinadeira Neoprene

-

75/80

Neoprene ou Silicone - 75/80

1001: a diferença entre enrolar e revestir. A diferença entre enrolar e revestir pode ser uma questão de preço. Ou uma questão de qualidade. Principalmente em revestimentos de borracha para cilindros. Ai V. nota a diferença que só a 1001 pode oferecer em melhor preço, melhor qualidade e menores prazos de entrega. Em revestimentos de cilindros e em qualquer peça que V. queira revestir, fale antes com a 1001. E não se deixe enrolar por ninguém.

Rotallna e Flexografica Rolo distribuidor Natural ou sintética - 45

Rotalina e .Flexogrifica Rolo para cliché Natural - 60

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Sintética - 35

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Rotaliná e Flexográfica

Fotolito

Rolc Tinteiro

Rolo de prova Sintética - 35

Natural ou sintética - 50 -

Boletim da Ind.

Gráfica-5/75

20

I


NOTICIÁRIO TÉCNICO

INTERPACK75: PAVILHÃO 3 — -STAND- 3.009

De 9 a 15 de maio de 1975, terá lugar em Duesseldorf, a INTERPACK'75. Num estande conjugado, a Polar exporá juntamente com a Heildelberg, Bellmer e Oeser as seguintes máquinas e instalações: Polar 115 — A guilhotina rápida para formatos médios até 115 cm de largura de corte, para cortar papéis, papelão, material plástico, laminas metálicas e materiais similares. A altura de corte é agora de 145 mm e a profundidade para o material a ser cortado de 1.150 mm. O comando eletrônico da fita magnética garante a maior rapidez no desempenho do trabalho. O esquadro esta limitado para frente e para trás em cada pista. Devido a isto, não existe nenhum espaço vazio do esquadro. A velocidade adequada no esquadro acerta-se automaticamente através do comando eletrônico. Tam-

bém isto reduz os tempos de

corte. Para a Polar 115 são oferecidos diferentes dispositivos especiais, os quais permitem, em trabalhos difíceis, um funcionamento mais racional ainda: Eltrotact, Fixomat, elevadores de pilha, mesas vibradoras e as unidades de transporte Polar. O serviço de manutenção se realiza segundo o princípio de «diagnosis», com computador de diagnosis. O comando IC é equipado para este fim com botões de controle.

Polar 150 — A guilhotina rápida para formatos grandes (até 150 cm de largura de corte) e para papéis, papelão, material plástico, laminas metálicas e materiais congéneres. As demais características técnicas são iguais as da Polar 115 Eltromat e incluem como opcionais o Eltrotact, Fixomat, elevadores de pilha, esquadro retratil, mesas vibra-

doras, bem como as unidades de transporte Polar. O servigo de manutenção desta guilhotina se realiza também segundo o sistema de «diagnosis», para o que existe o comando IC e técnica de módulos através de botões de controle. O sistema de transporte Polar garante a introdução e o transporte do material a ser cortado. Podem ser combinadas uma ou várias guilhotinas rápidas mediante elevadores, mesas vibradoras, mesas de ar ou mesas vibradoras para um processo de corte completo. Com isto se pode conseguir uma produção e um aumento no rendimento (até 70%, conforme o tipo de trabalho) também em pequenas tiragens. Com o sistema de transporte Polar não se reduzem somente os tempos de corte até hoje usuais, mas também se facilita o trabalho corporal do operador. Além disto podem se prever tempos adicionais. A Polar Transomat garante um transporte automático. A mesa vibradora Polar é fornecida nas seguintes execuções: tipo 1L 1R: para tipos de formato offset III e IV e todos os formatos 90 x 109 cm; tipo 1B: para tipos de formato offset V;

POLAR TRANSOMAT

30

Boletim da Ind. Gráfica-5/75

tipo 2L 2R: para tipos de formato VI e todos os formatos até 113 x 143 cm;


tipo 2B: para tipos de formato VII e todos os formatos até 113 x 170 cm. A construção robusta permite também a calibração de materiais pesados com superficie áspera. O equipamento base tem 2 esquadros laterais fixos e um móvel, o qual pode ser pendido para o lado direito (tipo R) e para o lado esquerdo (tipo L), ou também direito-esquerdo (tipo B). Pode-se facilmente mudar a impressão de frente para o verso na mesa vibradora Polar. O desempenho do trabalho é por comando automático e se aciona por meio de pedal. A altura da mesa, inclinação da mesa e força de vibração são reguláveis sem inconvenientes. Equipamentos especiais: guia

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de marcação retrátil no esquadro móvel (direito e esquerdo); guia de marcar a ser colocado no inicio da pilha.

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Boletim da Ind. Gráfica -5/75

31


\

nal de Reciclagem americana, que afirmou também existir nos EUA uma grande preocupação para que se eleve a 26% a participação da reciclagem no total da produção.

Várias CELULOSE

CONIBRA Contrato de financiamento no valor de 79 milhões e 540 mil dólares a Cia. Vale do Rio Doce vai assinar com a «Japan Brasil Paper and Pulp h Development», destinado aquisição de equipamentos nacionais e importados e nas obras de construção da fabrica que a CONIBRA — Celulose Nipo-Brasileira S/A, empresa coligada à CVRD, está implantando no município mineiro de Belo Oriente.

REAPROVEITAMENTO

DE PAPEL A produção de papel pelos EUA no ano passado, estimada em 55 milhões de toneladas, teve a participação, no seu total, de 19% de reciclagem, ou seja, papel reaproveitado; afirmações do sr. Russ McElroy, vice-presidente da «National Compactor» (um dos maiores fabricantes de prensas de enfardar nos EUA) e membro da Associação Nacio-

O governo do Estado de Alagoas, mostrando interesse pelo melhor aproveitamento industrial do bagaço de cana, está negociando com empresários alemães a implantação de um projeto industrial, destinado produção de celulose para papel de imprensa, a partir daquela abundante matéria-prima do Estado, com investimentos da ordem de Cr$ 525 milhões.

-KNOW-HOW» BRASILEIRO PARA GHANA A indústria de Papéis Santo Amaro, única no Brasil a fabricar celulose utilizando exclusivamente o bambu como matéria-prima, recebeu solicitação da empresa «Investment Management Ltd.», sediada em Ghana, para cooperar com o fornecimento de «know-how», inclusive com possibilidade de associação, na implantação de uma fabrica de celulose e papel naquele pals, empregando bambu como matéria-prima.

COPA AUMENTA PRODUÇÃO Visando aumentar a sua produção em mais de 100%, a

COPA — Companhia de Papéis, com fabrica em Cruzeiro (SP), vai instalar uma nova maquina que está sendo fabricada em São Paulo, e que, além de aumentar a produção da empresa, possibilitará a ampliação da oferta de empresos na região.

PROGRAMA NACIONAL DE PAPEL E CELULOSE Segundo previsões, com volume de produção superior demanda nacional em 1980, São Paulo, Minas Gerais, Parana e Bahia são os Estados que vêm respondendo mais favoravelmente ao Programa Nacional de Papel e Celulose, com a apresentação de uma média de dois projetos ao CDI.

CELUPA O grupo industrial Roberto Alves Botelho, com um investimento global de Cr$ 471,41 milhões e inversões adicionais de Cr$ 120,00 milhões, lidera maior empreendimento da região da SUDENE que sera implantado em Grão Mongol, junto ao rio Jequitinhonha (MG), gerando 417 empregos diretos e dando expressiva contribuição ao desenvolvimento da região; trata-se do projeto da CELUPA — Celulose Papéis S/A, que se destina produção de celulose branqueada, papel offset, papel apergaminhado e cartão a cores.

Participe com assiduidade das reuniões do SIGESP e da ABIGRAF. E esta a forma razoável e lógica de dar a sua colaboração minima para que ambas essas suas entidades de classe lhe possam devolver o máximo em assistência.

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\ Setor Jurídico

matório total desse equipamento e número de Resolução ou Certificado aprobatório do Conselho de Desenvolvimento Industrial, quando for o caso. Essa relação deverá ser anualmente atualizada. II — Os pedidos de incentivos fiscais deverão ser apresentados à Secretaria-Geral do CDI, obedecendo ao seguinte roteiro, em 3 (três) vias: 1 — Nome da empresa, razão social e endereço.

LEGISLAPIO FISCAL PORTARIA N9 378, DE 28 DE FEVEREIRO DE 1975

O Secretário-Geral do Conselho do Desenvolvimento Industrial, no uso da atribuição que lhe confere o art. 9.° do Decreto n.° 67.706, de 7 de dezembro de 1970, resolve: Adotar a seguinte sistemática para o processamento dos pedidos de isenção do imposto de importação para peças e sobressalentes importados isoladamente por empresas jornalísticas ou editoras, com base no Decreto n.° 68.555, de 28 de abril de 1971 e nos termos do inciso X do art. 15 do Deereto-lei n.0 37, de 18 de novembro de 1966, destinados ao reparo ou manutenção de bens para composição, impressão e acabamento de livros, jornais e periódicos: I — A empresa interessada deverá fornecer relação de cada equipamento estrangeiro existente em seu parque gráfico, na qual constem marca, modelo, caracteristicas técnicas principais, ano de fabricação, valor da aquisição em moeda do pais de origem, so-

2 — Capital Social (atualizado). 3 — Número de registro no Cadastro Geral de Contribuintes do Ministério da Fazenda (CGC-MF). 4 — Ativo fixo em máquinas e aquisição mais correção e menos depreciação corrigida — valor contábil — do último Ealanço). — Informar se a empresa tem ou teve projeto aprovado pelo CDI (em caso positivo, indicar o número e data da Resolução e/ou Certificado). 6 — Citar qual o trimestre previsto para a importação. 7 — Detalhamento das pegas e sobressalentes a importar, indicando o equipamento estrangeiro, constante da relação anual, que irão integrar, considerando o limite estabelecido no item III desta Portaria. Valores FOB e CIF, nas moedas de origem. Sua conversão em dólares americanos e em cruzeiros equivalentes. Indicar as respectivas taxas de conversão. Valor total do investimento. 8 — Cálculo dos incentivos pretendidos (LI. + + I.C.M. ). III — O valor das importações previstas para quatro periodos trimestrais não poderá ser superior a 10% (dez por cento) do ativo fixo da empresa em máquinas e equi-

pamentos estrangeiros, a que se refere o disposto no n.° II, item 4. IV — A concessão dos incentivos a que se refere esta Portaria será processada de acordo com o Decreto n.° 67.706, de 7 de dezembro de 1970. V — A apreciação dos pedidos poderá ser feita englobadamente, abrangendo mais de uma empresa. VI — Concedidos os incentivos, a efetivação das isenções pela autoridade aduaneira far-se-á de acordo com a norma estabelecida no art. 3.° do Decreto n.° 67.706, de 7 de dezembro de 1970. VI — A presente Portaria revoga a de n.° 23, de 6 de julho de 1971. Taylor Frazão. (DOU-I 3.123).

de 14-3-75, pág.

JURISPRODÊNCIA CÍVEL CIRESPONSABILIDADE ACIDENTE DE VIL — TRANSITO — Defeito em semáforo, com luzes apagadas de um lado, e que dava sinal de trânsito livre para os veículos vindos da outra via pública. Em embargos, que rejeitou, por maioria, decidiu o Tribunal: «A alegação de que o semáforo não era visível é inaceitável. Se o réu estivesse prestando atenção, teria visto o sinal, ainda que a luz do aparelho estivesse apagada. De outro lado, nenhuma parcela de culpa pode ser atribuída ao autor, que ingressou no cruzamento com o sinal verde e não tinha obrigação de pre-

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ver a hipótese anormal de um possível desrespeito ao sinal por parte do réu. 2 verdade que o autor disse ter pressentido a aproximação do veiculo do réu. Mas isso somente quando já não havia mais tempo para evitar a colisão. Ao contrário do que pareceu ao eminente relator do acórdão embargado, a prova não autoriza a conclusão de que o autor estivesse parado, aguardando a mudança do sinal, pondo-se em movimento ao surgir a luz verde. Na verdade, tanto pelo depoimento pessoal do autor, como pelas declarações das testemunhas que estavam presentes, o sinal já estava verde quando o autor chegou ao local. Em resumo, se o réu estivesse atento, teria visto o sinal apagado e teria percebido que o aparelho estava com defeito. Para o réu, portanto, o perigo era previsível. O autor, porém, vendo a outra face do semáforo, que funcionava normalmente e lhe apresentava luz verde, não tinha condições de imaginar um possível defeito». — Acórdão de 26-4-73, do 2.° Grupo de Cam. Civ. do TJSP, nos EI 207.467, de São Paulo (Cardoso Rolim, Pres.; Macedo Bittencourt, Rel.). — Rev. de Jur. do TJSP, vol. 29, págs. 147/148. fNCOLA F-11-366/75-20

LOCAÇÃO COMERCIAL — ALUGUEL — Os aluguéis arbitrados segundo o Dec.-lei 4/66 só podem ser cobrados após homologação judicial. Em revista, que julgou procedente, por maioria, decidiu o Tribunal: «Com efeito, escreve o mencionado jurista Luis Antônio de Andrade: «Segundo o sistema adotado

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pelo Dec.-lei 4, o aluguel cominado só se torna líquido após homologação pelo Juiz. Por isso, a fim de evitar que o locador intente a sua cobrança, fugindo ao acertamento previsto nos §§ anteriores, dispõe o § 5 •0, que só após aquela homologação poderá ser ele cobrado judicialmente, pela via executiva ou ordinária» (in «Locação e Despejo» n.° 104). Em um outro caso . „ o STF manteve a carência de ação por falta de homologação do aluguel. O voto do relator, unanimemente acolhido, disse: «Penso que, realmente, não merece conhecimento o apelo maior, não só por não se configurar, devidamente, a alegada discrepância entre os julgados nos moldes da Súmula 291, como por afinar-se, como se viu, o yen, acórdão recorrido, mantido em grau de embargos com a melhor doutrina» (in Julg. dos TASP 23/175, ed. Lex). Ê que o § 5.°, do art. 6.°, do Dec.-lei 4, não pode ser desvinculado do parágrafo único, do art. 3.°, pois faz ele expressa remissão a este outro dispositivo. Portanto, esse aluguel cominado ao locatário, através de notificação prévia, é que só poderá ser cobrado judicialmente após homologacão pelo Juiz». «Devem os autos, agora, retornar ao Eg. 3.' Grupo, para aplicação da seguinte tese vencedora: não cabível a cobrança do aluguel arbitrado nos termos do art. 3.°, parágrafo único, do Dec-lei 4, sem prévia homologação judicial prevista no art. 6.°, 5.°, do mesmo decreto-lei». — Acórdão de 7-3-74, do 1.° TASP, em sessão plena, no RR 153.232, de São Paulo (Macedo Costa, Pres.; Rodrigues Porto, Rel.). — Julg. dos TASP, Vol. 36.° (pub. interna), págs. 105/7. ÍNCOLA F-3-103/75-20

FISCAL LIVRO DE INVENTARIO — ESTOQUE — Admite-se o controlo dos estoques pelo preço de venda. Em processo, o Coordenador do Sistema de Tributação aprovou o seguinte parecer: «A matéria é disciplinada pelo art. 255, § 4.° do RIR...» «Da observação deflui que a escrituração do livro de inventário — obrigação acessória do sujeito passivo — é providência distinta e separada do controle dos estoques. O método pelo qual é realizado esse controle — procedimento interno adotado pelo contribuinte — e, portanto, de sua livre escolha, desde que insusceptível de viciar resultados ou de acarretar dúvidas ou dificuldades à fiscalização do tributo. Com efeito, ao dispor que a escrituração do livro de inventário seja realizada pelo preço de custo, visou a lei a responder a possibilidade de uma apuração exata e induvidosa dos estoques e respectivos custos, individualizados estes por mercadoria, no caso de uma auditoria fiscal. Resguardada essa possibilidade, ter-se- á assim atendido o espirito da lei; e escriturado o livro de inventário pelo preço de custo, ainda que apurado indiretamente demonstrado, porém de maneira inequívoca e inquestionável, ter-se-á igualmente atendido o seu expresso mandamento». Parecer Normativo CST 184, de 14-10-74. — DOU-I de 1-11-74, pág. 12.492. fNCOLA F-4-122/75-20

CORREÇÃO MONETÁRLÃ — ORTN — Aos rendimentos de correções monetárias proporcionados por ORTN apli-


ca-se o tratamento genérico previsto no «caput» do art. 14 do Dec-lei 1.338/74. O Coordenador do Sistema de Tributação aprovou o seguinte ato: «0 Coordenador cio Sistema de Tributação, no uso das atribuições que lhe confere o item II, da Instrução Normativa SRF 34, de 18 de setembro de 1974, e tendo em vista o resolvido no Parecer CST 210, de 4 de fevereiro de 1975: Declara, em caráter normativo, as Superintendências Regionais da Receita Federal e demais interessados, que o § 1.° do art. 14 do Dec.-lei 1.338-74 não se aplica aos rendimentos de correções monetárias proporcionados por Obrigações Reajustáveis do Tesouro Nacional, os quais terão o tratamento genérico previsto no «caput» do artigo». — Ato Declaratório (Normativo) CST 2, de 4-2-75 (DOU-I de 28-2-75, pág. 2.471. INCOLA F-11-358/75-20

se fonista-recepcionista, não acha amparada pelo favor legal. A reclda. não explora a telefonia. Não exercia a empregada, como recepcionista-telefonista, o árduo serviço de telefonista com continuidade. Suas atividades, complexas, e variáveis, permitiam que escapasse à rotina e tensão nervosa a que são obrigadas a se submeter as telefonistas de empresa telefônica, que por isso mesmo são amparadas por dispositivo especial. A analogia invocada, como se vê, não se aplica ao caso dos autos». Diz a ementa: «A telefonista de empresa particular, que concomitantsmente exerce outras atividades, como a de recepcionista, não se beneficia do horário reduzido, previsto no art. 227 da Consolidação». — Acórdão 484, de 13-1-75, da 2.°' Turma do TRT, no Proc. TRT-SP-715/74, de São Paulo (Bento Pupo Pesce, Pres.; Roberto Barreto Prado, Rel. «ad hoc»). INCOLA F-14-458/75-20

TRABALHISTA TELEFONISTA-RECEPCIONISTA — A telefonista de empresa particular, que concomit,antemente exerce outras atividades, como a de recepcionista, não se beneficia da redução de horário prevista no art. 227 da CLT. Em recurso, a que negou provimento, por maioria, decidiu o Tribunal, seguindo o voto do Relator: «Pretende a reclamante ora recorrente se beneficiar do horário reduzido, sob o fundamento de que era telefonista. Apóia-se no art. 227 da Consolidação. A exceção legal se refere às empresas que explorem o serviço de telefonia. A recite., como tele-

BRIGA EM SERVIÇO — Comete falta grave o empregado que agride fisicamente colega de trabalho, pouco importando que este reaja desproporcionalmente, em legitima defesa. Em recurso, a que deu provimento, por maioria, decidiu o Tribunal, seguindo o voto do Relator: (4A. decisão recorrida, «permissa venha», está premiando um empregado violento e agressivo. E assim é porque positivado, de forma clara e cristalina, quem iniciou a agressão a N. foi ele, desferindo-lhe humilhante soco no rosto. O fato deste ter reagido desproporcionalmente, tirando uma faca de dentro de

sua pasta, é absolutamente irrelevante para o deslinde da presente controvérsia. O outro fundamento da r. sentença, de que não despedira a reclamada o outro contendor, também carece de maior significado, posto que, ao que dos autos se depreende, agiu ele em legítima defesa, sem embargo do excesso verificado. O que releva notar é que empregado com apenas 11 (onze) meses de serviço, a conduta do reclamante foi realmente condendvel. A falta de material ocasionada, a seu ver, de propósito, por U., deveria procurar superior hierárquico e expor-lhe os fatos e não partir para o inadmissível desforço físico». — Acórdão 3.435, de 14-5-74, da La Turma do TRT da 24 Região, no Proc. TRT-SP6.605/73, de São Paulo (Roberto Mário Rodrigues Martins, Pres.; Marcos Manus, Rel. «ad hoc»). fNCOLA F-2-44/75-20

DESPEDIDA OBSTATIVA — ESTABILIDADE — Se o empregado não atingiu 9 anos de trabalho para o mesmo empregador não milita a seu favor a presunção de despedida obstativa prevista na Súmula 26. Em recurso, de que o Tribunal não conheceu, por maioria, foi a seguinte a ementa: «Se o empregado não atingiu nove anos de trabalho para o mesmo empregador, não milita a seu favor a presunção da Nessa hipótese, Súmula 26. deve o empregado provar a obstatividade». —

— Acórdão 930, de 11-9-74, da 3.a Turma do TRT, no Proc. TST-RR-8-74 (Barata Silva, Rel.). — Ementa publicada no DJU de 16-9-74, pág. 6.644. INCOLA F-2-45/75-20

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\\I ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA GRÁFICA ,

REGIONAIS ABIGRAF - Regional Bahia-Sergipe Presidente: Ulisses de Carvalho Graça Residência: Rua Pedro Lessa, 8 - 4n and. Fone: 5-1834 Empresa: Comercial Gráfica Reunida Editora S/A Avenida Frederico Pontes, 94 Fones: 2-3061 - 2-1650 - 2-1875 - 2-3101

(0712)

CEP 40.000 — Salvador — BA ABIGRAF - Regional Ceará Presidente: Luiz Esteves Neto Residência: Rua Jose Lourenço, 816 Fone: 24-1426 Empresa: R. Esteves Gráfica Ltda. — Tipografia Progresso Rua Senador Pompeu, 754 Fones: 26-9433 - 26-9443 - 21-1069

21-1522 (0852) CEP 60.000 — Fortaleza - CE ABIGRAF - Regional de Goiás Presidente: Mário Scartezini Rua Quatro, n 16-3078 (0622) Fone: CEP 74.000 — Goiânia - GO .

ABIGRAF - Regional de Minas Gerais Presidente: Carlos A. Rangel Proença Fones: 442-3694 - 442-1089 (031) Residência: Rua Agostinho Bretas, 554

Fone: 335-1014 Empresa: Editora Alterosa S/A Rua Três, n° 2.824 Fone: 333-0466 (031)

CEP 30.000 — Belo Horizonte - MG

ABIGRAF - Regional da Paraiba Presidente: Lourenço Miranda Freire Praça Antonio Rabelo, 12 Residência: Avenida Getúlio Vargas, 137 Fone: 2-661 Empresa: Miranda Freire Comércio e Indústria S/A Praga Antonio Rabe lo, 12 Fones: 4-286 - 4-355 (0832) CEP 58.000 — Joilo Pessoa - PB ABlGRAF - Regional do Paraná Presidente: Jose Aloysio Weber 36

Boletim da End. Gráfica-5/75

Av. Cândido de Abreu, 200 - 6 0 - s/ 616 Fone: (0412) 24-9414 - ramal 005 Residência: Rua Carlos de Carvalho, 928 apto. 19 Empresa: Telos S/A Equipamentos e Sistemas Rua Voluntários da Pátria, 41/43 Fone: (0412) 23-5589 CEP 80.000 — Curitiba - PR ABIGRAF - Regional de Pernambuco Presidente: Jose Maria Rodrigues da Silva Avenida Cruz Cabuga, 84 - 1 0 Residência: Rua Alberto Lundgren, 505 Empresa: Gráfica Olinda Ltda. Avenida Cruz Cabuga, 84 Fones: (0812) 22-4298 - 22-3467 - 22-4298 CEP 50.000 — RECIFE - PE ABIGRAF - Regional do Rio Grande do Sul Secretaria: Travessa Francisco L. Truda, 40 - 19° — Fone: (0512) 25-2566 - ramal 30 Presidente: Henry Victor Saatkamp Avenida dos Gaúchos, 443 - C. Postal 2.981 Fone: (0512) 41-2402 Residência: Rua Riachuelo, 785 - 1° Fone: (0512) 25-1675 Empresa: Ind. Gráfica de Embalagens S/A Avenida dos Gauchos, 443 CEP 90.000 — Porto Alegre - RS ABIGRAF - Regional de Santa Catarina Presidente: Udo Wagner Residência: Rua Quintino Bocaiuva, 32 Fone: 2-243 Empresa: Gráfica Avenida Ltda. Avenida Getúlio Vargas, 350 Fone: (0473) 2-069 CEP 89-250 — Jaraguá do Sul - SC ABIGRAF - Regional de São Paulo Presidente: Rubens Amat Ferreira Rua Marques de ltu, 70 - 129 - CEP 01223

Fones: 32-4694 - 33-2762 - 34-8269 - 35-8788 Residência: Avenida Padre Antonio Jose dos Santos, 1.230 - CEP 04563

Fone: 267-9782 Empresa: Deca Gráfica e Editora Rua Freire da Silva, 422 - CEP 01523

Fone: 278-7331 Siio Paulo - SP


ABIGRAF - Regional do Rio de Janeiro Presidente em exercício: Renato Pacheco Americano Avenida Brasil, 15.671 - Lucas Fones: 230-4171 - 4747 - 391-1748 Residência: Rua Marechal Taumaturgo de Azevedo, 51 - apto. 101 — Fone: 258-3529 Empresa: IBGE (Gerente do Serviço Gráfico) — Avenida Brasil, 15.671 - Lucas Rio de Janeiro - RJ DELEGADOS

1 --- Irmãos Brandini Avenida Rio Branco, 949 Diretor: Valentim Brandini ADAMANTINA, SP 2 -- Artes Gráficas Brasil Ltda. Rua São Bento, 1.134/42 Diretor: Jovenil Rodrigues de Souza ARARAQUARA, SP

3 — Gráfica Hernandes Ltda. Rua Cel. Teófilo, 1.544 Fone: 386 Diretor: Adarve Hernandes Acede BRAGANÇA PAULISTA 4 -- Geraldo de Souza e Cia. Ltda. Rua Adriano de Barros, 46 Diretor: Antônio Carlos de Souza Vice-delegado: Gráfica Muto Ltda. Rua Paula Bueno, 391 Diretor: José de Fátima Lopes CAMPINAS, SP 5 — Ricardo Pucci S.A. - Ind. e Com. Rua Major Claudiano, 1814 Diretor: Elvio Pucci FRANCA, SP 6 -- Indústria Gráfica Itu Ltda. Rua Santa Rita, 1032 Fone: 2-0789 Diretor: Gildo Guarnieri Filho ITU, SP

7 — Cia. Litográfica Araguaia Rua XV de Novembro, 320-344 Fones: 35-82 - 49-63 Diretor: Rubens Robertoni JUNDIAL SP — - Gráfica Rio Branco Rua Rio Branco, 402 Fone: 153 Diretor: Joao Alves da Costa UNS, SP

- Francisco Antonio Giovinazzo Rua Prudente de Moraes, 2951 Fone: 2049 Diretor: Vicente Giovinazzo SAO JOSE: DO RIO PRETO

10 • - Gráfica Bandeirantes Lida. Prava da República, 20 Fone: 2-7417 Diretor: Alfonso Franco SANTOS, SP 11 — Bandeirante S. A. Ind. Gráfica Rua Newton Prado, 110 Fones: 43-3449 - 43-3797 Diretor: Mario de Camargo SAO BERNARDO DO CAMPO, SP Vice-delegado: Fenille & Cia. Ltda. Rua D. Elisa Fláguer, 322 Fone: 44-9967 Diretor: Waldemar Fenille SANTO ANDRÉ, SP 12 — Tipografia J. A. Querido & Cia. Rua do Sacramento, 193 Diretor: José Augusto Querido TAUBATÉ, SP

Não basta associar-se h. sua entidade de classe. Para que ela realize seus elevados objetivos, é preciso cercá-la de condições necessárias a seu harmônico desenvolvimento. E isso só se alcança com a efetiva colaboração de seus integrantes. Participe, pois, das reuniões do SIGESP e da ABIGRAF e apresente sugestões no sentido de dinamizá-los ainda mais.

Boletim

da IncL Gráfica-5/75

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Guia da Indústria Gráfica

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\ ANILINA, Máquinas e Equipamentos para impressão a Funtimod S. A. - Más. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990.

BOLANDEIRAS Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990. CAIXAS DE PAPELÃO Máquinas para fabricar Funtimod S. A. - Má,qs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990.

CARIMBOS DE BORRACHA, Prensas para fabricação de Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990. CAVALETES E CAIXAS TIPOGRAFICAS Funtimod S. A. - Wks. e Mats. Gráficos

Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990. CELOFANE, Máquinas e equipamentos para impressão de Funtimod S. A. - Má,qs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990.

CILÍNDRICAS, impressoras Fimtimod S. A. - Miqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990. CLIMES DE BORRACHA, Máquinas para fabricação de Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990. 38

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COLAS

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DOBRAR, Máquinas de DOBRADEMAS Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990.

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Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990. ELENCO DO BRASIL LTDA. Wigs. e Apar. p/ Clicheria e fotolito Av. Monteiro Lobato, 1.179 - C. Postal 211 CEP 07000 - Guarulhos - SP Fones: 209-0366 - 209-2672

ENCADERNAÇÃO, Máquinas e equipamentos para Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990.


ENVELOPES, Máquinas para fabricação de Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990 FACAS, para máquinas de cortar (guilhotinas) Catú-Dafferner Ltda. - Rua Iturama, 208 - Canindé - Fones: 292-3786 - 292-5250 93-6005 - 93-2226 Funtimod S. A.- Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990 FIOS DE LATÃO Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990 FOTOGRAVURA, Máquinas e equipamentos para Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990 GRAMPEAR, Máquinas de Catú-Dafferner Ltda. - Rua Iturama, 208 - Canindé - Fones: 292-3786 - 292-5250 93-6005 - 93-2226 Funtimod S. A. - Miqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990

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GRAMPOS Cati-Dafferner Ltda. - Rua Iturama, 208 - Canindé - Fones: 292-3786 - 292-5250 93-6005 - 93-2226

Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990

GUILHOTINAS Catá-Dafferner Ltda. - Rua Iturama. 208 - Canindé - Fones: 292-3786 - 292-5250 93-6005 - 93-2226

PRENSAS PARA DOURAR E GRAVAR Ftmtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990 Boletim da Ind. Grafica-5/75

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GUIA DA IND. GRÁFICA

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O Boletim da Indústria Gráfica o órgão oficial de sua entidade de classe. Leia-o

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Boletim da Ind. Gráfica-5/75

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Boletim da Indústria Gráfica (BIG) - Edição 005 - 1975  
Boletim da Indústria Gráfica (BIG) - Edição 005 - 1975  
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