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Boleti&da Indústria Gráfica

BIG E 4 /75

Ano XXVII -4-1975 Distribuido pela Associação Brasileira da Indústria Gráfica ABIGRAF


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porém com INTERGRÁFICA S.A. que voltou após um breve interval°, a representá-la com exclusividade maiores informações com

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ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDCSTRIA GRÁFICA

Secretaria:

Regional do Estado de São Paulo

Das 8 às 11,30 e das 13 as 17,30 horas Aos sábados não hi( expediente

Diretoria: Presidente: RUBENS AMAT FERREIRA

Vice-Presidente: HENRIQUE NATHANIEL COUBE

2.0 Vice-Presidente: PERY BOMEISEL

Secretário:

Boletim da Indústria Gráfica

SIDNEY FERNANDES

2.0 Secretário: FRANCISCO TEODORO MENDES FILHO

Tesoureiro: ANTONIO BOLOGNESI PEREIRA 2 0 Tesoureiro: WALDYR PRIOLLI

Suplentes: ISAIAS SPINA ORESTES ROMITI BERNARDO CINATRO ARTHUR ANDREOTTI Jest BIGNARDI NETO PIERO PAPINI JOÃO ANASTÁCIO GODOY

Distribuído pela Associação Brasileira da Indústria Gráfica

Conselho Fiscal:

Registrado no 1.0 Oficio de Registros de Titulos e Documentos de São Paulo - SP sob n.0 de ordem 969, rlo livro B, n.o 2 de Matriculas ao Registro de Oficinas Impressoras e Revistas e Jornais.

Suplentes:

ANO XXVII

-- 4/1975

Redação e Administração: Rua Marquês de Itu, 70, 12.0 Telefones: 32-4694, 33-2762, 34-8269, 35-8788 Telegr.: "ABIGRAF" - C. P. 7815 01223 São Paulo, SP, Brasil

Diretor responsável: OLAVIO DIETZSCH Composição e Impressão: TIPOGRAFIA EDANEE S/A Rua do Bosque, 1426 (Barra Funds)

secretaria Geral: Distribuição de guias para recolhimento do imposto sindical Distribuição de publicações periódicas e informativas Orientação para pedidos de isenção Junto ao Setor Gráfico da CDI

Departamento Jurídico: ANTONIO FAKHANY JR. ANTONIO URBINO PENNA JR. EDUARDO BACIIIR ABDALLA Defesa dos associados na Justiça do Trabalho Informações trabalhistas e fiscais, civeis e criminais.

HOMERO VILLELA DE ANDRADE VITT° JOSE CIASCA JOst RAPHEL FIRMINO TIACCI

Sumário

JOSEPH BRUNNER RENATO FORONI Jest AIDAR FILHO

SINDICATO DAS INDÚSTRIAS GRÁFICAS NO ESTADO DE SAO PAULO Diretoria: Presidente: RUBENS AMAT FERREIRA Vice-Presidente: HENRIQUE NATHANIEL COUBE

Secretário: SIDNEY FERNANDES 2.0 Secretário: Jest AIDAR FILHO

Tesoureiro: IRINEU TliOMAZ

Editorial

3

Noticiário do SINDICATO

4

Noticiário da ABIGRAF

8

Noticiário da FIESP-CIESP

10

Economia

14

Noticiário TÉCNICO

16

Várias

30

2.0 Tesoureiro:

Caps:

WALDYR PRIOLLI

GRAFicos BRUNNER Impressa em papel COUCHECOTE, 180 g.

Diretor Relaciies Públicas: PERT BOMEISEL

Suplentes: JOSt BIGNARDI NETO ISAIAS SPINA SYLVIO FONSECA SERGIO 13IGNARDI JoAo ANASTACIO GODOY DRAUSIO BASILE WIDAR ASBAHR

Setor Jurídico

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Conselho Fiscal: JOst RAPHAEL FIRMINO TIACCI FRANCISCO TEODORO MENDES FILM VITTO JOSE CIASCA

Suplentes:

Nossa Capa: CÍRCULOS DE CORES ADITIVAS

E SUBSTRATIVAg

MIND.: FRANCISCO RocCO AYRTo ALBERTO SCHVAN BERNARDO SINATRO

Delegados Representantes Junto à FIESP: THEOBALDO DE NIGRIS HOMERO VILLELA DE ANDRADE

Suplentes: Jost BIGNARDI NETO WALDYR PRIOLLI

Regionais da ABIGRAF Guia da IND. GRÁFICA

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38


Você trabalha com gráfica; você entende de gráfica; você sabe o que é bom e o que nao é bom dentro de uma gráfica. Entao, leia estas especificações da dobradora 590 e descubra a falta que ela está fazendo dentro da sua gráfica: A 590 é uma máquina que dobra papéis desde 50 até 140 gramas por metro quadrado. Ela permite a entrada de

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,

Boletim

da Ind. Gráfica-4/75


\\\ Editorial

A integração da indústria gráfica latino-americana deu novo e fundamental passo, quando da realização, de 14 a 18 de abril último, na sede da ALALC, em Montevidéu, Uruguai, da Reunião Setorial da Indústria Gráfica. Teve esse encontro a participação de delegações empresariais da Argentina, Uruguai, Peru, Chile, México e Brasil, e dele resultou um novo projeto de acordo de complementaçã,o idustrial, envolvendo dezenas de produtos do setor, firmado pelas delegações da Argentina, Brasil, Chile e Uruguai. Tal projeto, cuja integra e comentários técnicos serão publicados na próxima edição do BIG, reveste-se de magna importância para a integração da indústria gráfica latino-americana, pois lhe abre alentadoras perspectivas de contar com um eficaz instrumento para o intercâmbio tecnológico, para o equilíbrio do mercado de matérias-primas e para a abertura e conquista de novos mercados, sejam eles internos ou externos. Para a concretização desse projeto precisamos — e com ela contamos — da colaboração do empresariado gráfico nacional, o qual será convocado, brevemente, pela ABIGRAF para participar de reuniões em que serão debatidas as múltiplas facetas desse trabalho que dará condições Cc indústria gráfica latino-americana de aflorar em toda sua pujança, passando desse modo a ocupar o justo lugar de destaque que tem no panorama econômico do continente. A delegação brasileira que se deslocou a Montevidéu, e ali, na 34 Reunião Setorial da Indústria Gráfica defendeu os interesses e as conveniências da nossa indústria gráfica, estava constituída do seguinte modo: Sr. Rubens Amat Ferreira, presidente da ABIGRAF e do SIGESP; Sr. Sidnei Fernandes, secretário da ABIGRAF; Dr. Antônio Urbino Penna Júnior, do Departamento Jurídico da ABIGRAF e do SIGESP e Dr. Aldo Maze., da ABIGRAF.

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Noticiário do Sindicato

CDI INCENTIVA SETOR DE MAQUINARIA E EQUIPAMENTOS MECÂNICOS

CONSELHO DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL

projetos

RESOLUÇÃO N.° 37, DE 1975

lução.

O Conselho de Desenvolvimento Industrial (CDI), usando das atribuições que lhe confere o artigo 3.° do Decreto número 67.706, de 7 de dezembro de 1970, e Considerando a importância

de fabricação de bens de capital na consolidação dos demais setores industriais;

Considerando a necessidade de reduzir o desnível tecnológico entre os bens produzidos no Pals e aqueles exigidos nos programas de desenvolvimento industrial; Considerando ser fundamental para o setor a absorção da tecnologia desenvolvida no exterior para a criação da engenharia de produto nacional e tendo em vista a prioridade expressa no II Plano Nacional de Desenvolvimento, resolve: Adotar a seguinte política de incentivos para o desenvolvimento industrial do setor de Maquinaria e Equipamentos Mecânicos: Art. 1.° — A isenção ou redução dos impostos de importação e sobre produtos industrializados para as partes complementares à produção nacional instituída pelo Decreto-lei número 1.137, de 7 de dezembro de 1970, será concedida aos 4

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de desenvolvimento industrial que satisfaçam As condições mínimas estabelecidas no artigo 2.° desta ResoArt. 2.° — Os incentivos de que trata o artigo anterior serão concedidos aos projetos de desenvolvimento industrial que, atendendo aos preceitos da Resolução número 35, de 12 de dezembro de 1974, do Conselho de Desenvolvimento Industrial, e, se destinando a aumentar a participação nacional no fornecimento interno de bens de capital, satisfaçam, também, isolada ou cumulativamente, aos seguintes requisitos: a substituição de importações;

a adição de tecnologia não existente no produto nacional; o atendimento da insuficiência da produção local, respeitando-se os indices de nacionalização já alcançados. Art. 3. 0 — A Secretaria-Geral do CDI baixará as normas para apresentação dos projetos de desenvolvimento industrial que deverão atingir os indices de nacionalização fixados com base no respectivo valor, e de acordo com o método de cálculo já definido. Art. 4 • 0 — A presente Resolução entrará ern vigor na data de sua publicação. Brasilia, 19 de fevereiro de 1975.

Severo Fagundes Gomes Presidente.

MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES PATROCINA EXPOSIÇÕES

Em prosseguimento ao programa de promoções comerciais realizadas no Exterior pela Ministério das Relações Exteriores, através da Divisão de Feiras e Turismo, Alcântara Machado Comércio e Empreendimentos Ltda. será responsável, no decorrer do ano de 1975, pela participação do Brasil nos seguintes certames: 1) «FEIRA INTERNACIONAL DE ARGEL» — Argel Argélia — 22 de agosto a 7 de setembro de 1975. «FEIRA INTERNACIONAL DO comERcIo DO TEERû — Teerã — Irã — 16 a 27 de setembro de 1975. «FEIRA INTERNACIONAL DO EQUADOR» — Guayaquil — Equador — 26 de setembro a 12 de outubro de 1975. «FEIRA INTERNACIONAL DO PACIFICO» — Lima Peru — 12 a 23 de novembro de 1975. 5) «EXPOSIÇÃO INDUSTRIAL BRASILEIRA EM JEDA» — Jeda — Arábia Saudita — fins de novembro de 1975. Serão exibidos, essencialmente, manufaturados, máquinas e equipamentos.

T. JANER PROMOVE A SUA PRIMEIRA SEMANA DE ARTES GRAFICAS Visando reunir, de uma forma geral o empresariado gráfico brasileiro, a Cia. T. Jane r realizou, no período de 3 a 9 de março último em sua sede em São Paulo, à Av. Henry Ford, 833, a «Primeira Semana de Artes Gráficas Janér», ,


que contou com a presença de sessenta técnicos especializados, numa proveitosa reunião de amigos e fregueses, de nível altamente técnico. Participaram da Semana funcionários de todas as filiais T. Janér no Brasil, que num ambiente de franca confraternização, em contato com os técnicos presentes, se inteiraram dos detalhes das novidades técnicas recentemente surgidas e apresentadas na ocasião. O Engenheiro Luiz Carlos Baralle proferiu uma palestra com o tema: «Impressão de Jornais pelo Sistema Offset — Uma Visão Global», cujo texto distribuído aos convidados e visitantes da Semana, contribuiu para elevar ainda mais o nível técnico do evento. Os tópicos principals da palestra esmiuçaram pormenores da atividade empresarial diante das adaptações necessárias à sua instalação. Uma segunda palestra, de igual interesse foi proferida pelo Engenheiro Benne Noens, sob a epigrafe de: «A Importância da Fotocomposigão para as Artes Gráficas». Todos os produtos distribuídos pela T. Janér estiveram expostos por ocasião da Semana. Entre os equipamentos em exposição estavam impressoras offset, máquinas de fotocomposigão, impresora tipo «minerva» automática e outros acessórios para a indústria gráfica. A grande vedete da mostra foi a impresosra offset «Solna 425», para quatro cores, A velocidade de 7.500 impressões por hora, apresentada em funcionamento, tendo despertado a curiosidade e o interesse dos presentes, pela sua eficiência e pela qualidade do seu desempenho. Durante todo o decorrer do evento, os diretores da empresa, juntamente com os técnicos convidados, estiveram A. disposição dos presentes, para esclarecimentos, informações e

Representantes do mundo gráfico de todo o Brasil estiveram presentes na Primeira Semana de Artes Gráficas realizada pela Cia. T. iianér, Semana essa que coincidiu, em seus dias de funcionamento, com a 7.4 PLEPAG.

também para os oportunos bate-papos. Declarou o Sr. Peter Seidl, um dos gerentes da T. Janér, que «A empresa resolveu abrir suas portas ao seu público e amigos, expondo de maneira simples e modesta, tudo o que de melhor pode oferecer-lhes, integrada, como está, na família gráfica brasileira». No final da semana, computada cada região onde a T. Janér mantém uma filial, verificou-se que visitaram a Semana representantes de 541 empresas, num total de 1.021 pessoas, assim distribuídas: São Paulo (capital, interior e M. Grosso), 292 firmas, 594 pessoas; Filial do Recife (Alagoas, Sergipe, Pernambuco, Paraiba, Maranhao e Rio Grande do Norte), 18 firmas, 22 pessoas; Filial de Fortaleza (Ceara), 3 firmas, 7 pessoas; Filial de Brasilia (Dist. Federal e Goiás), 21 firmas, 24 pessoas; Filial do Rio (Esp. Santo e Estado do Rio), 64 firmas, 118 pessoas; Filial de Belo Horizonte (M. Gerais), 22 firmas, 37 pessoas; Filial de Curitiba

(Parana e Sta. Catarina), 59 firmas, 116 pessoas; filial de Porto Aelgre (R. G. do Sul), 58 firmas, 98 pessoas e finalmente Filial da Bahia com 4 firmas, 5 pessoas.

SALÃO GUTENBERG DE MÁQUINAS GRÁFICAS

Nos dias 3 a 9 de março último, a GUTENBERG — Máquinas e Materiais gráficos Ltda., em suas novas instalações de São Paulo, A, rua Conselheiro Nébias, 1.111, inauguradas em 28 de novembro de 1974, manteve aberto o seu Salão de exposições, no mesmo horário da 7.a FIEPAG, que se realizava naqueles mesmos dias no Parque Anhembi. Desta forma os numerosos clientes da conhecida firma, procedentes dos mais distantes rincões do solo brasileiro, em visita a São Paulo por essa ocasião, tiveram oportunidade de apreciar o trabalho das fotocompositoras de títulos, das

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de impressão tipográfica nyloprint. A GUTENBERG — Máquinas e Materials Gráficos Ltda. é representante exclusiva para todo o Brasil da Heidelberg, Polar, Jagenberg, Goebel e muitos outros fabricantes de máquinas. Sua sede é em São Paulo e tem filiais em Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Salvador e Recife, e mantém representantes nas demais principais cidades brasileiras. No Brasil já foram vendidas mais de 6.000 impressoras Heidelberg, sendo mais de 600 offset.

Na foto: vista da fachada das novas e modernas instalações de exposiçáo da GUTENBERG — Máquinas e Materials Gráficos Ltda., local em que lot realizado o concorrido Saliio Gutenberg, nos dins 3 a 9 de marco Ultimo.

máquinas impressoras tipográ ficas e offset, na execução de livros e impressos comerciais, assim como demonstrações com as revolucionárias chapas

A grande familia de gráficos espalhados de norte a sul do Brasil, possuidores de maquinas Heidelberg, teve, assim, seu encontro na GUTENBERG, trocando idéias, experiências e amizades, tendo sido realizados inúmeros negócios.

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Boletim cia Ind. Gráfica-4175


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Noticiário da ABIGRAF

ABIGRAF NA II REUNIÃO SETORIAL DA INDÚSTRIA GRÁFICA PATROCINADA PELA ALALC Com o objeto de participarem da Assembléia Ordinária da CONLATINGRAF — Confederação Latino-Americana da Indústria Gráfica, e da III Reunião Setorial da Indústria Gráfica, sob os auspícios da ALALC, realizadas ambas nos dias 11 a 13 e 14 a 18 de abril corrente, respectivamente, em Montevidéu, estiveram na Capital do vizinho pals irmão os Srs. Rubens Amat Ferreira, presidente da ABIGRAF e do SIGESP; Sidney Fernandes, secretário da ABIGRAF; Dr. Antônio Urbino Penna Júnio, do Departamento Jurídico da ABIGRAF e do SIGESP; e o Dr. Aldo Maza, todos integrantes da caravana ABIGRAF que, nos dois importantes conclaves, cumpriram alentado roteiro de atividades em proveito da indústria gráfica do Continente e, obviamente, da indústria brasileira do setor, em particular. O ternário da Assembléia Ordinária era constituldo dos seguintes temas: Aprovação da ata da Assembléia anterior; Informes da Secretaria; Balanço; Organização do V Congresso; Relações dentro da ALALC e Várias. O ternário da II Reunião Setorial tinha a seguinte relação de assuntos: 8

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MONTEVIDLU

Exposição da Coordenação acerca dos objetivos da reunião, os mecanismos 6. disposição dos empresários e as metas que podem ser alcançadas. Informações proporcionadas pelos participantes sobre produção e mercados dos produtos do setor (documento de referência ALALC / SETORIAIS — 1975 dt 1). Acordo da Comissão Assessora de Nomenclatura (documento de referência ALALC /si.16 /III/ di 4). Exame das possibilidades de incluir produtos nas listas nacionais e em listas de vantagens não extensivas. Exame das possibilidades de celebrar ajustes de complementação. Outros assuntos... A ABIGRAF, unindo esforços e participando ativamente desses Conclaves internacionais do Continente, cumpre uma das primaciais razões-de-ser da sua existência: a defesa dos interesses do setor onde quer que se apresente a conveniência ou a necessidadede de sua presença operante, em face da vital importância que o intercâmbio comercial e tecnológico tem hoje no relacionamento construtivo não só entre países, mas também entre as entidades congêneres.

ALTERADA A SISTEMÁTICA PARA PEDIDO DE ISENÇÃO DE IMPOSTO DE IMPORTAÇÃO DE MATERIAL GRÁFICO Ern decorrência de sugestão, ha tempos encaminhada ao Ministério da Indústria e Comércio, pela ABIGRAF, o CDI — Conselho de Desenvolvimento Industrial, baixou a Portaria n.° 378, que revoga a anterior que regulava o assunto, de n.° 23, de 6 de julho de 1971. A nova sistemática para processamento de tais pedidos, adotada pelo órgão, é a seguinte: I — A empresa interessada deverá fornecer relação de cada equipamento estrangeiro existente em seu parque gráfico, na qual constem marca, modelo, características técnicas principais, ano de fabricação, valor da aquisição em moeda do pais de origem, somatório total desse equipamento e número de resolução ou certificado aprobatório do Conselho de Desenvolvimento Industrial, quando for o caso. Essa relacão deverá ser anualmente atualizada. II — Os pedidos de incentivos fiscais deverão ser apresentados à Secretaria Geral do CDI, obedecendo o seguinte roteiro, em 3 (três) vias: 1 — Nome da empresa, razão social e endereço. 2 — Capital social (atualizado). 3 — Número de registro no Cadastro de Contribuintes do Ministério da Fazenda (CGC — MF). 4 — Ativo fixo em máquinas e aquisição mais correta e menos de aquisição mais correção e menos depreciação corri-


gida — valor contábil — do último balanço). 5 — Informar se a empresa tem ou teve projeto aprovado pelo CDI (em caso positivo, indicar o número e data da resolução e/ou certificado). 6 — Citar qual o trimestre previsto para a importação. 7 — Detalhamento das pegas e sobressalentes a importar, indicando o equipamento estrangeiro, constante da relacão anual, que irão integrar, considerando o limite estabelecido no item III desta portaria; valores FOB e CIF nas moedas de origem; sua conversão em dólares norte-americanos e em cruzeiros equivalentes; indicar as respectivas taxas de conversão; valor total do investimento. 8 — Cálculo dos incentivos pretendidos (II mais IPI mais ICM). III — O valor das importações previstas para 4 periodos trimestrais não poderá ser superior a dez por cento do ativo fixo da empresa ern máquinas e equipamentos estrangeiros, a que se refere o disposto no n.° II, item 4. IV — A concessão dos incentivos a que se refere esta portaria será processada de acordo com o Decreto número 67.706, de 7 de dezembro de 1970. V — A apreciação dos pedidos poderá ser feita englobadamente abrangendo mais de uma empresa.

VI — Concedidos os incentivos, a efetivação das isenções pela autoridade aduaneira se fará de acordo com a norma estabelecida no art. 3 do Decreto n.° 67.707, de 7 de dezembro de 1970.

TESTES TECNOLÓGICOS PARA A INDÚSTRIA GRÁFICA NA ESCOLA SENAI -THEOBALDO DE NIGRISRecebeu a ABIGRAF, do diretor da Escola SENAI «Theobaldo De Nigris», a carta que reproduzimos a seguir, através da qual são colocados à disposição dos nossos associados os serviços de Testes do bem instalado Laboratório de Ensaios Tecnológicos da conhecida instituição de ensino profissional: «Senhor Presidente «No afã de colocar seus recursos sempre que possível disposição das diversas Empresas Gráficas e afins, esta Escola serve-se da presente para inofrmar que seu Laboratório de Ensaios pode executar os testes da relação anexa. «Os referidos testes, gratuitos, podem ser solicitados através de carta acompanhada do material a ser analisado, dirigida à direção da Escola, a partir da presente data. «Sem mais para o momento, aproveitamos o ensejo para reiterar nossos votos de elevada estima, apreço e consideração». Testes executados no Laboratório de Ensaios Tecnoh5gicos da Escola SENAI «Theobaldo De Nigris»: Absorção de água ou óleo em papel e papelão (cobb teste). Alvura do papel e cartão. Resistência ou arrepelamento superficial do papel e cartão. Brilho do papel e cartão. Cinzas em papel e papelão. Direção de fabricação em papel e papelão. Resistência ao estouro — papel e papelão — Ap. Mullen.

pH da superfície do papel e cartão. Gramatura peso/m 2 -método analítico e balança a setor. Identificação ao lado da tela do papel. J.1)

Instabilidade dimensional. Lisura do papel — ap. Bekk. Maciez do papel — I.G.T. Opacidade do papel. Porosidade do papel e papelão (ap. Bekk). Resistência ao rasgo. Resistência à tração de papel e papelão. Porcentagem de alongamento de papel e papelão. Umidade por secagem em estufa. Rigidez. Dobras duplas. Teste de abrasão. Espessura.

diferença Colorimetria: luminosidade; de cor; saturação e espessura de tinta. Densidade por reflexão. Viscosidade da tinta. Tack da tinta. Determinação dos componentes de urna liga tipográfica (Pb — Sn Sr — Cu). Identificação de celulose do papel. Torn de massa de urna tinta. Formulação de tinta. Escola SENAI «Theobaldo De Nigris» Rua Bresser, 2.315 — Moóca São Paulo — Capital

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‘\ Noticiário da FIESP-C1ESP

\\& FORTALECER A EMPRESA NACIONAL E O MERCADO: OBJETIVOS DA IBRASA Criada a partir da constatação de que a empresa nacional privada, apesar de sua expansão, vem perdendo posição relativa para a empresa pública e para a estrangeira, a IBRASA — Investimentos Brasileiros S/A, sob controle acionário do BNDE — Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico, tem corno objetivo primeiro apoiar a empresa privada nacional. Ao lado da EMBRAMEC e FIBASE, Orgãos ligados ao BNDE e que visam a dar esse tipo de suporte aos setores de bens de capital e insumos básicos, respectivamente (que pesam significativamente em nossa balança de pagamentos), a IBRASA viabiliza aquele objetivo, através de participação acionária minoritária em empresas dinâmicas, acima da média, lideres em seus setores, que necessitam de outras fontes de recursos para atender seu crescimento, recursos estes que ainda não são encontrados no Mercado de Capitais.

Sendo fruto de urna das primeiras decisões do Conselho de Desenvolvimento Econômico, a D3RASA — segundo seu diretor-superintednente, sr. Roberto Procópio de Lima Neto, em suas modalidades operacionais, está autorizada a efetuar subscrição de ações, tomada de debêntures conversíveis em Wes, garantia de lançamento de ações, financiamento a acio-

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nista e compra e venda de ações. Falando em reunião plenaria das diretorias da Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo, a convite da presidência des-

tas .entidades, o Sr. Roberto Procópio de Lima Neto esclareceu que esta atuação tem se cingido à subscrição de ações, embora tenha a empresa suas portas abertas para tomada de debêntures. Informou que, tendo iniciado suas operações praticamente em outubro do ano passado, a IBRASA participa de 8 empresas, sendo 4 de São Paulo.

ROTARY CLUB LESTE HOMENAGEIA DE NIGRIS

O Rotary Club de São Paulo Leste completou 24 anos de existência. Um dos acontecimentos marcantes do progra-

ma comemorativo foi a homenagem prestada ao sócio honorário Theobaldo De Nigris, presidente da Federação e do Centro das Indústrias. Com esse intuito, o Rotary em apreço criou o prêmio «Theobaldo De Nigris», consistente de livros técnicos e didáticos, que o patrono entregou ao melhor formando do SENAI do ano passado, o discipulo João Luiz Zagolin, primeiro entre aproximadamente 600 colegas. Pertence ele à Escola SENAI «Roberto Simonsen».

O presidente da FIESP-CIESP fala ndo na reunião plenária d as diretorias de ambas as entidades, eon vocadn para ouvir o promineiamento do Sr. Roberto Proctipio de Lima Neto, diretor-superintendente da IBRASA.

O Sr. Theobaldo De Nigris, ao fazer a entrega do prêmio, inclusive na qualidade de presidente do Conselho Regional do SENAI, ato ao qual compareceu o prof. Paulo Ernesto Tolle, diretor do Departamento Regional da instit u içd o mantida pela indústria, declarou, inicialmente, que «fiel ao lema rotário — dar de si antes de pensar em si — o Rotary Club de São Paulo Leste, pensando no bem-estar da coletividade, e sabendo que um dos mais eficazes instrumentos da promoção social 6. a educação, resolveu instituir um pré-


mio destinado ao melhor aluno do curso de aprendizagem de mecânica da Escola SENAI «Roberto Simonsen». Entregava o referido prêmio — disse — naquela reunião festiva, como mais uma das muitas realizações daquela unidade rotária, há exatamente 24 anos servindo sempre à coletividade, cônscio, cada um de seus membros, de que «beneficia-se mais quem melhor serve».

GOVERNO APOIA, MAS QUER AS -TRADINGAPARELHADAS «Seja-nos permitido indagar se a falta de utilização plena

dos mecanismos de incentivos existentes, por parte das «trading companies» não estaria contribuindo substancialmente para o agravamento da situação. Em outras palavras: a preocupação permanente manifestada pelas empresas de comercialização externa em relação à necessidade de se introduzir novos elementos estimuladores de suas atividades, estaria possivelmente desviando as «trading» de um melhor aproveitamento dos instrumentos já disponíveis». A opinião é do coordenador para a As-

e, Flagrante obtido durante a Sessão de Encerramento das rei sobre «Trading», promovidas pela FIESP-CIESP e pela Cia. de Fro de Manufaturados do Estado de São Paulo. moção de

sessoria do Conselho de Comércio Exterior (CONCEX), sr. Laudo Barbosa da Silva Moreira, e foi expressa no dia 11 de março último, no Encontro sobre «Trading Companies» promovido pela FIESPCIESP e Cia. de Promoção de Exportações de Manufaturados do Estado de São Paulo, realizado na sede daquelas entidades. Reconhecendo que há necessidade de ajustes por parte do Governo no tocante ao problema da regulamentação da Rsolução 251, o coordenador observa: «Se uma vez satisfeitas por parte do Governo todas as exigências aqui apresentadas, estariam as «trading» suficientemente aparelhadas para o pleno exercicio de suas atribuições? A resposta a tal indagação, embora devidamente qualificada, como já asseveramos, quer nos parecer que seja negativa». E explica: E negativa porque outros fatores igualmente importantes e de responsabilidade direta dessas empresas também encontram uma pronta solução. A compilação do universo de produtos comercializados por cada empresa, que deveria buscar formas de ex-

travasar os limites de seu próprio grupo econômico; a tarefa imprescindível e inadiável de se estabelecer um sistema racional de informação «trading»/pequeno e médio produtor, visando inclusive a divulgação das vantagens outorgadas ao setor; uma política decidida e sistemática de formação de quadros, sobretudo nos escalões intermediários de direção, com o intuito de minorar os graves problemas gerados pela carência de recursos humanos; uma corajosa politica de ampliação dos niveis de capital de giro, condição «sine qua non» para que as «trading» exerçam o papel de sanfona que lhes é destacado, financiando a produção e estocando produtos de exportação, temporariamente invendáveis, em função das variações do mercado internacional; a instalação de uma rede de escritórios de comercialização no exterior... Esses — em sua opinião — e ainda outros problemas constituem obstáculos cuja renovação dependera essencialmente da atuação dos interessados mais diretos, que são as próprias empresas de comercialização externa. Boletim da Ind. Gráfica-4 1 75

11


NOTICIÁRIO DA ABIGRAF

implicara em discriminação de carga, nem ocasionará espera dos embarques superior a cinco dias para os produtos pereciveis de fácil deterioração e de vinte dias para as demais cargas. No artigo seguinte, o Convénio explicita que o embarque em navio de terceira bandeira poderá ser autorizado quando não houver disponibilidade de embarque nos navios de bandeira brasileira ou chilena.

O PRESIDENTE GEISEL PROMULGA CONVÊNIO DE TRANSPORTE MARÍTIMO BRASIL-CHILE

Através o Decreto n.° 75.246, de 20 de janeiro deste ano, o presidente da Republica, Ernesto Geisel, promulgou o Convênio sobre Transportes Marítimos Brasil-Chile, para que seja executado e cumprido inteiramente. O Convénio, assinado ano passado entre os dois países, entrou em vigor a 8 de janeiro. Contém 29 artigos.

EMBAIXADOR QUER CATALISAR INCREMENTO BRASIL-INDIA

«0 transporte marítimo das mercadorias objeto de intercambio comercial entre ambos os paises será obrigatoriamente efetuado em navios de bandeira brasileira e chilena, incluindo as cargas que recebam favor governamental em qualquer dos dais paises» é o que diz o parágrafo primeiro do artigo I deste Convênio que, pela sua importância, a FIESPCIESP divulgam, em síntese, podendo os interessados consultar sua Integra no seu Departamento de Comércio Exterior, Seção de Exportação.

Sendo um dos maiores parques ferroviários do mundo e «conhecendo a intenção do governo brasileiro em aumentar substancialmente a participação deste setor no transporte de carga e passageiro, a Índia tem profundo interesse em negociar seus produtos com o Brasil (equipamento elétrico e de sinalização, por exemplo). Em contrapartida, poderia adquirir navios junto h indústria brasileira. Presentemente, a India conta com uma capacidade total de 5 milhões de toneladas e pretende dobrá-la, nos próximos 5 anos».

No artigo III, o Convênio observa que a aplicação do disposto entre as partes não

Esta seria uma das formas de incremento comercial entre os dois países, além de uma complementação industrial que visa, obviamente, o interesse mútuo. As ponderações acima e esta possibilidade foram expressas pelo embaixador da India no Brasil, Shri Narendra Singh, ao presidente da Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo, Sr. Theobaldo De Nigris, durante recente visita a estas entidades. No diálogo, o presidente da FIESP-CIESP manifestou que também nosso Pais acompanha o desenvolvimento indu, especialmente neste importante setor da alta tecnologia. Explicando a estrutura funcional das entidades e de seus Serviços (SENAI, SESI e Instituto «Roberto Simonsen»), colocou-se à disposição do embaixador para que o encontro entre o diplomata e os empresários paulistas fosse realizado, para que, desta forma, possibilitasse um efetivo entendimento entre ambas as partes. O embaixador indu foi recebido pelo presidente da FIESPCIESP, Sr. Theobaldo De Nigris; pelo chefe da Assessoria da Presidência; Sr. João Dalla Filho; e pela assessora do ministro Paulo Tarso Flecha de Lima, chefe de Promoção Comercial do Ministério das Relações Exteriores, sra. He-. lena Grant.

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12

Boletim da Ind. Graflea-4/75


1975

1965

10 - Aniversário da

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA GRÁFICA

- ABIGRAF -

JANTAR COMEMORATIVO: Dia 19 de junho de 1975 Esporte Club Pinheiros São Paulo

Homenagens:

O DIA DO GRÁFICO O MELHOR COMPANHEIRO DE TRABALHO

A festa é sua. Prestige-a com a sua presengal...


1O.° Aniversário da ABIGRAF O DIA DO GRÁFICO O MELHOR COMPANHEIRO DE TRABALHO

Há 10 anos passados, precisamente no dia 18 de junho de 1965, no 1° Congresso Brasileiro da Indústria Gráfica, realizado na estância hidromineral de Lindóia, no Estado de São Paulo, nascia a Associação Brasi-

leira da Indústria Gráfica. Nasceu como um imperativo indeclinável da evolução assistida pela

indústria gráfica naqueles últimos anos. A expansão, cada vez maior, de nosso ramo industrial estava a exigir a criação de uma entidade de âmbito nacional, que viesse coordenar e assistir os legítimos interesses da coletividade gráfica brasileira nos seus mais variados ramos, promovendo o entrelaçamento de idéias e suges-

tões sempre com o fim exclusivo de levar o setor a ocupar o lugar de destaque, que lhe cabe, no panorama industrial brasileiro. E o transcurso do 10 0 aniversário da ABIGRAF será comemorado festivamente, no dia 19 de junho com um jantar dançante que terá lugar nos Salões do Esporte Clube Pinheiros, na cidade de São Paulo, e que

será animado pelo conjunto musical Batucaje. Na mesma oportunidade, será também comemorado o Dia do Gráfico,

ocasião em que serão prestadas as homenagens aos eleitos em suas empresas como “C) Melhor Companheiro de Trabalho». Assim, a ABIGRAF e o Boletim da Indústria Gráfica solicitam dos associados e leitores, que promovam em suas respectivas empresas a eleição, entre seus funcionários, do .Melhor Companheiro de Trabalho». Para maiores informações a respeito das comemorações e reservas de convites, os interessados deverão se dirigir ã sede da ABIGRAF, Rua

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NOSSA ECONOMIA EM FEVEREIRO DE 1975 COMENTÁRIO

De acordo com pesquisa efetuada pelo 1PE — Instituto de Pesquisas Econômicas — da USP, em fevereiro último o índice de preços ao consumidor na capital paulista registrou a elevação de 2,4% contra 3,6% de fevereiro do ano passado. Cumulativamente, nos dois primeiros meses de 1975, os preços apresentaram uma elevação de 5,3% (4,5% em idêntico período de 1974). Dos grupos componentes do índice, os que tiveram participação mais significativa no cálculo do resultado global (2,4% ) foram: Despesas pessoais, participando com 32,0%; Habitação, com 29,0%; Alimentação, com 28,0%; Saúde, com 7,0%; e Educação, com a participação de 4,0%. A nível de produtos, os principais destaques deverão ser dados aos aumentos verificados nos preços do cigarro ( + 14,9% ) ; Luz ( + 15,3 % ) ; Leite tipo C ( + 6,1%) ; e Arroz ( + 4,0%), os quais contribuiram com 46,9', na elevação global. Comparando-se com fevereiro do ano passado, o grupo responsável pela taxa de 3,6% registrada naquela oportunidade foi "Alimentação" (4,8%), em conseqüência do aumento de 18,1% no preço das carnes e dos produtos "in natura". Baseado nesses resultados, pode-se concluir que o poder aquisitivo da moeda registrou uma queda da ordem de 2,4% em fevereiro. Em termos acumulados a desvalorização foi de 5,0% nos primeiros dois meses de 1975, contra 3,4% 14

Boletim da Ind. Grafica-4/75

4,3%, respectivamente, no mesmo mês período do exercício anterior. Os resultados do mesmo indicador eeferentes b. cidade do Rio de Janeiro e divulgados pela Fundação Getúlio Vargas, revelam um recrudescimento menos intenso do nível de preços ao consumidor relativamente a São Paulo. No mês de fevereiro, o aumento observado foi de 1,9%, acumulando para o bimestre um acréscimo de 4,8%. Na identificação das fontes de pressão sobre este índice, verifica-se ern fevereiro que o grupo "Serviços Públicos" foi o de maior intensidade de alta, seguido por "Serviços Pessoais" "Habitação", todos apresentando ritmo de aumentos superiores ao índice médio, 5,8%, 4,4% e 2,1%, respectivamente (JB, 14/3/75). Entre os indicadores financeiros, o Meio Circulante — após a retração verificada em janeiro do corrente exercício, com um recolhimento da ordem de Cr$ 1.600 milhões — permaneceu estável em fevereiro. O saldo líquido registrado até essa data era de Cr$ 22.950 milhões, cifra que corresponde a um recolhimento da ordem de 6,5% sobre o volume atingido no final de 1974. Ainda em fevereiro, não era possível delinear a tendência que o comportamento das concordatas deferidas e das falên-


cias decretadas no Estado de São Paulo, irá assumir no decorrer do presente exercício. Contudo, foram deferidas no mês em questão cerca de 13 concordatas, representando uma queda de 43,5% relativamente a janeiro, apesar do acréscimo percentual de 5,9% registrado para o bimestre, devido aos 36 deferimentos acumulados em janeiro/fevereiro deste ano. Tendo sido decretadas 52 falências em fevereiro, esse resultado acumulou para os dois primeiros meses do ano, um total de 96 falências, significando respec-

tivamente os acréscimos de 18,2% e 5,5% para o mês e para o período em estudo. Quanto ao consumo industrial e comercial de energia elétrica, no mês de fevereiro, registrou-se um acréscimo da ordem de 5,3%, praticamente ao mesmo nível de fevereiro do ano passado. No presente exercício, essa expansão corresponde a 738.258 mil kWh, para o qual a indústria contribuiu com 75,0%. Em termos acumulados, entretanto, o presente exercício apresentou um crescimento mais moderado que do ano anterior, apesar de positivo, ou seja, 4,9 contra 13,3%.

COMPORTAMENTO DOS PRINCIPAIS INDICADORES ECONÔMICOS NO MRS DE FEVEREIRO DE 1975

= 100)

(Base: dezembro/174

ESPECIFICAÇÃO

Número 1ndice fev./75

Variação percentual no mês de fevereiro em relação ao mês anterior 1975

Custo de Vida

1974

Variação percentual acumulada até fevereiro 1975

1974

105,25

2,41

3,56

Meio Circulante (*)

93,5

...

2,8

- 6,5

-

2,6

Poder aquisitivo da Moeda .

95,0

- 2,4

3,4

- 5,0

-

4,3

Concordatas Deferidas

68,4

- 43,5

42,9

5,9

- 17,1

Falências Decretadas

92,9

18,2

- 3,5

5,5

- 47,4

100,9

5,3

5,2

4,9

13,3

5,25

4,53

Consumo de energia elétrica, comercial

(*)

e

industrial

Dado sujeito a retificação.

Seção de Estatística

e Informações Industriais do

DECAD, da FIESP/CIESP.

Boletim da Ind. Gráfica-4/75

is


PRE-REGISTRO PARA OS DIFERENTES SISTEMAS DE IMPRESSÃO

Noticiário Técnico

GIORGIO MAZZERI PRELEÇÃO FEITA NA

4. SEMANA TECNOLÓGICA DE ARTES GRÁFICAS SAO PAULO 7 A 11 DE OUTUBRO DE 1974

PRE-REGISTRO PARA OS DIFERENTES SISTEMAS DE IMPRESSÃO Em termos de impressão, um dos aspectos da qualidade 6, o registro através de todas as passagens, a partir do original até a máquina de impressão. Seja qual for o sistema de impressão, as passagens de montagem e do acerto de máquina representam duas fases criticas. Na programação de um trabalho, o departamento da montagem absorve uma proporção razoável de tempo, sendo que o custo de mão-de-obra também elevado. Na parte de impressão, o tempo de acerto da máquina é tempo não produtivo, portanto o custo e a incidência em cada trabalho são muito elevados. E justamente visando & eliminação total destes dois pontos negativos, foi desenvolvido um sistema de registro por meio de pinos, que começa desde o original e vai até a máquina de impressão. Iremos falar agora em termos de impressão em cores, em offset para o trabalho comercial e para jornais em offset rotativa, mas tudo o que falarmos é também viável para a preparacão de cilindros para rotogravura. O jornal offset branco e preto é uma aplicação especial e falaremos sobre isto logo depois. A seleção de um original em três cores, mais o preto, seja negativo ou positivo, é normalmente feita através de uma máquina fotográfica, de um ampliador ou então de um scanner. Hoje em dia, praticamente todas as máquinas fotográficas e os ampliadores são fabricados com o sistema de posicionamento do filme virgem através de pinos de registro. Caso não sejam instalados os pinos, pode ser feita uma modificação na mesa do ampliador, ou no porta-filmes da máquina fotográfica, isto 6, pinos retráteis que são projetados do interior do porta-filme ou debaixo da mesa do ampliador através de um sistema excêntrico de alavancas. Não querendo modificar os equipamentos já existentes, pode-se colocar com uma 16

Boletim da Ind, Gráfica-4/75

fita dupla adesiva, uma barra com pinos. Um detalhe muito importante no caso de máquina fotográfica é que as dobradiças do porta-filme estejam em boas condições e o fecho volte sempre no mesmo lugar. Não adiantaria ter pinos se os mesmos não voltarem A. mesma posição quando precisar de uma troca de filme. O importante 6 que cada jogo de separações esteja em registro perfeito e pré-perfurado. Para começar a trabalhar com o sistema é necessário ter uma perfuradora que perfurará os filmes virgens com um furo circular e um furo retangular (fig. 1), sendo que o furo circular serve

Fig. 1

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381 139-7ms,

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E E

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_ Fig. 2


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como eixo e o retangular como esquadro. E interessante notar que aumentando o tamanho do filme, aumenta a distancia entre os centros dos furos para consentir maxima estabilidade (fig. 2). No caso de positivos feitos sem perfuração, existe um perfurador transparente iluminado com caracteristicas peculiares, consentindo o acerto e a perfuração dos positivos. Este tipo de perfurador tem brocas funcionando de baixo para cima em lugar do sistema convencional de cima para baixo. O funcionamento é simpies: coloca-se o positivo do cian ou positivo que apresenta máximos detalhes sobre a mesa iluminada e perfura-se. Antes de deixar a alavanca voltar à posição inicial, aperta-se um pino que faz com que as brocas descendo parem exatamente na espessura do filme perfurado. Pode-se reparar que este filme está agora segurado com os mesmos pinos que o perfuraram, e a seguir pode-se colocar a segunda cor registrada visualmente sobre a primeira. Uma vez conseguido o registro, aperta-se a alavanca, as brocas perfuram o filme e voltam a descer até a espessura do primeiro filme, permitindo assim que o segundo positivo possa ser tirado sem mexer no primeiro. Esta seqüência continua até acabarem as cores. A vantagem deste sistema pode ser logo percebida se notarmos que o operador está sentado diretamente sobre o trabalho e não observando obliquamente como acontece normalmente, e também são evitados problemas de refração porque o operador está registrando um filme só. Um bom montador demora dois minutos e meio para toda a operação e dal para frente o jogo é introduzido no sistema. Os scanners também hoje em dia são equipados com sistemas de pinos. Nos scanners temos uma dupla sede de pinos, uma no sentido axial, uma no sentido circunferencial. Os pinos na circunferência evitam que o filme enrole em forma espiral. O importante é obter o jogo dos quatro positivos perfeitamente em registro, mesmo que cheguem ao ampliador, da máquina fotográfica ou do scanner. Os contatos também podem ser feitos em registro, simplesmente perfurando o filme virgem com a mesma perfuração que foi feita para produzir o negativo ou o positivo a ser copiado. As prensas de váculo podem ser especificadas em dois tipos: os de luz de cima e os de luz de baixo. Em ambos os casos pode-se adotar o sistema muito facilmente. Na prática, muitos operadores resolvem colar uma barra com pinos conseguindo registro satisfatório. Seria bom saber que existem pinos com molas 1.8

Boletim da rind. GI-Mica

-

4/75

que podem ser montados nas prensas com luz, permitindo rapidez e segurança sem prejudicar o vácuo (fig. 3). Os mesmos pinos colocados numa chapa do tamanho máximo do filme podem ser usados para prensas com luz de cima. Algumas companhias de rotogravura na Europa estão agora mudando para o sistema autotípico e por isso os filmes de tom continuo são reticulados por contato. Onde este sistema de registro foi instalado, a solução adotada foi a seguinte: Foi construída uma base sólida coberta por um filme poliester para obter o vácuo. Nesta base são colocados pinos retraíveis e posiciona-se então o filme virgem, mais a reticuLa, mais a folha de poliester. Os pinos são retraíveis para permitir a escolha do par que case com o tamanho do filme. Os furos na folha poliester são cobertos com tampinhas especiais (fig. 4). Este sistema só pode ser usado com luz de cima. Com o jogo das separações em registro, passaremos b. mesa de montagem e de registro, que o equipamento básico do sistema e que foi desenvolvido para conseguir a maxima rapidez e precisão na fase de montagem. Basicamente

-4-

4

4-

Fig. 3

1

Fig. 4


esta é uma mesa para traçados com uma construção muito sólida, fechada com um vidro espesso e um cabeçote perfurador especial cujo posicionamento pode ser feito em qualquer ponto da superfície da mesa e equipado com uma broca oca, e aspiração através desta broca (fig. 5).

O tampo da mesa, completamente iluminado de baixo, é um vidro coberto com uma espessa folha de plástico e consta também de uma barra com pinos de registro, com centros diferentes para permitir o uso da mesa com tamanhos diversos. Estas mesas são construídas em cinco tamanhos diferentes a partir de 748 mm x 565 mm, ate 1.397 mm x 1.980 mm. Naturalmente a escolha da mesa vai ter que ser baseada sobre o tamanho da maxima chapa de impressão que o impressor possui. Junto com cada mesa de registro é fornecido também um perfurador de bases de poliester e de chapas (fig. 6). Neste perfurador

usada no tipo de trabalho. A distância entre os dois furos será a maior possível para permitir a máxima estabilidade. Após ter sido perfuradas, as quatro chapas offsets são colocadas de lado, mas os quatro filmes de base para montagem são posicionados sobre os pinos existentes na barra sobre a mesa de registro. Também posicionados sobre estes pinos será o traçado com todos os detalhes do trabalho a ser executado e este traçado naturalmente terá sido construído com relação aos furos perfurados. Este traçado conterá as informações relativas as distâncias entre os furos perfurados e o começo da impressão, a posição das ilustrações, a posição dos textos, etc. Uma vez colocada a folha de traçado e a primeira base na mesa de montagem, aperta-se a alavanca para segurar todo o conjunto (fig. 7). O jogo de positivos devidamente mantidos em registro através de pinos, é montado numa barra de posicionamento. Usa-se esta barra, na qual são previstos dois furos com bucha de maxima precisão, para manter os pinos numa posição absolutamente perpendicular ao plano da mesa. O conjunto todo então posicionado cuidadosamente em cima do traçado. O cabe-

Fig. 7 Perfurador de Chapas e Bases de Montagem

Fig. 6 serão perfuradas as bases e as chapas de impressão para máquina de produção. A perfuração produz um furo redondo, e um retangular, sendo que a distancia entre um e outro dependerá do tamanho da chapa a ser

cote da perfuradeira móvel é então posicionado e perfuram-se dois furos através de todo o conjunto, isto é, de quatro positivos mais o traçado e as folhas de montagem. Estes furos serão feitos em qualquer posição dos filmes ou então nas areas de chapado. Os pedacinhos de filme cortados são aspirados e descarregados num coletor de aparas. A seguir o proximo jogo de positivos é posicionado na mesa e do mesmo jeito perfura-se em dois lados. O procedimento continua ate serem posicionados todos os positivos, ou seja, todos os jogos em cima do traçado. E interessante frisar que os furos, através dos positivos e das folhas de montagem sejam feitos todos nas mesmas condições de temperatura e de umidade relativa. Boletim da Ind. Gráfica - 4/75

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Não somente isto, mas também que as distâncias entre positivos e entre cada positivo e a base da folha de montagem é a mesma, constante, e o conjunto todo terá características de uniformidade. Tendo simplesmente perfurado os positivos e as folhas de montagem, podemos dizer que a montagem acabou. Na prática, o que é preciso fazer agora,• é selecionar os positivos de cada cor e colocar pinos debaixo do astralon nos furos feitos e ir posicionando os positivos de cada jogo nos pinos. Este é um trabalho de rotina, não precisando qualificação alguma, porque evidentemente a parte importante que é o posicionamento do jogo de positivos para com o traçado já foi feita quando da perfuração. Uma vez colocados os positivos sobre a folha de montagem através de pinos é só fixá-los corn uma fita durex, tirar os pinos e a folha da primeira montagem está pronta para cópia. Temos agora, montagens que são em registro perfeito um com o outro e usando pinos especiais a ser colocados na perfuração da folha de montagem e das chapas, teremos as quatro chapas e as quatro folhas de montagem perfeitamente ajustadas. Sempre sobre a mesa, é interessante notar que a mesma pode ser usada para produzir traçado, e é só substituir a broca com a caneta

e usar o cabeçote móvel. O posicionamento do cabeçote até décimos de milímetros pode ser acertado através de réguas milimetradas que são fixadas sobre os dois eixos. Uma vez acertado bloqueia-se, e o eixo e as linhas podem ser traçados com a máxima precisão. Fica agora o problema da impressão. Os senhores sabem que as máquinas impressoras custam dinheiro e as máquinas paradas custam ainda mais. As máquinas deveriam rodar continuamente e temos que ter como objetivo final, a redução de tempos não produtivos a uma percentagem minima, sem perder a qualidade de impressão. Já alcançamos o alvo de reduzir tempos de acerto simplesmente chegando na sala de impressão com quatro chapas perfeitamente registradas. Mas, podemos fazer mais. Se transferirmos o princípio dos pinos nas máquinas, fecharemos o círculo e teremos: I. garantia de que o registro não mexeu em nenhuma das passagens; 2. redução do tempo de acerto das cores a uma parcela de tempo minimo. Isto pode ser conseguido em quase todos os tipos de máquina em folha da seguinte forma: As réguas são tiradas do cilindro e nelas praticam-se quatro furos. Nos furos são colocadas quatro buchas de aço especial. Duas destas buchas estão à distancia padrão para casar


rhnos mdveis owe terau • pinta hang Sue Cass., on o petturedor de Channs e Rasa, 1229, 458. 737. I016, 1270 nu 1474 rnral

Pi,. da Chapa

Chap.

Fig. 8

P.n.s par. pohicirmarhunto da C.10

corn os furos praticados na chapa. Os outros dois furos são usados corn pinos soltos para posicionar as pinças em posição zero no cilindro. A seguir são feitos dois furos no cilindro juntamente com as pinças em posição zero. Para definir esta posição é necessário produzir duas chapas com desenhos padrão. Estas chapas deveriam ser bi ou trimetálicas para maior garantia de estabilidade. As chapas são colocadas na máquina e acertadas até obter uma impressão perfeitamente em registro. Logo depipis são praticados os dois furos. Técnicas especiais são usadas para garantir que os eixos dos furos sejam corretos e para evitar que o pó de ago não prejudique o funcionamento da máquina. Dois pinos de aço duro com uma evidente alavanca plástica são usados para testar c. 'posição da régua em zero e os mesmos dois

pinos para colocar a chapa na pinça. Feito isto, aperta-se a pinça e retiram-se os pinos (fig. 8). O outro lado da chapa é normalmente esticado com uma chave de tensão variada. Uma vez acertada a tensão padrão cada cada tipo de chapa, não acontecerá que uma chapa seja mais esticada que a outra ou então que um operador trabalhe em condições diferentes do outro. Existem hoje em dia, mais ou menos mil e quihentas instalações no mundo trabalnando com este sistema. Até este ponto, só falamos em termos de impressão 4 cores em offset, mas é interessante saber que qualquer técnica apresentada até agora pode ser igualmente aplicada na rotogravura, só providenciando algumas pequenas modificações na fase da cópia e do transporte. Falaremos agora de jornais impressos em offset rotativa. Cada dia mais os jornais do mundo estão se modificando para este sistema e muitos desses jornais eram impressos em cores. No caso de impressão em cor, naturalmente o jornal pode desfrutar das vantagens oferecidas pelo sistema e particularmente as vantagens da mesa de montagem. No caso de jornal que só imprime preto, também pode-se usar o sistema para facilitar o trabalho. Neste caso, para produção do fac-símile são usados muitos sistemas diferentes, As vezes a compo-

O fim da alquimia no processamento de fotolitos.

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sição tipográfica, As vezes a mais moderna fotocomposição. Em ambos os casos, o que acontece é que é feita uma colagem das diferentes partes numa folha de papel e esta folha é a seguir fotografada, seja numa câmara em folhas ou então numa máquina usando filmes em rolos. Para se usar o sistema com sucesso, sugere-se a perfuração do fac-símile, de forma tal que o negativo a ser tirado possa ser relacionado ao original mesmo. No porta-negativos da máquina fotográfica, seja em folhas ou então em bobinas, são colocados pinos assim que qualquer cópia possa ser posicionada numa posição pré-determinada. Por exemplo, num porta-negativo de uma máquina em folhas podem ser colocados pinos retraíveis assim que o texto ou as imagens são copiadas numa posição conhecida perante estes pinos. A configuração destes pinos deve ser feita de maneira tal que estes furos colocarão a imagem do filme branco e preto diretamente na posição certa na chapa da máquina. Esta chapa de máquina terá idêntica perfuração nos lados da chapa a ser dobrada. Isto permite ao impressor de jornais trabalhar seja com o formato tablóide, com uma página só e um filme com uma página só, ou então, posicionar dois filmes diferentes, cada um de uma página só sobre uma chapa de duas páginas (fig. 9). Normalmente, a marca e o tipo de máquina fotográfica em filme individual não afeta o posicionamento dos pinos, mas numa máquina em rolos, em bobinas há procedimentos diferentes a ser adotados. Por exemplo, com a máquina da Klimsch Expressa, que trabalha . com filme em bobina, foi adotado um sistema em que a película com uma página só pode ser perfurada no lado da pinça de tração da película após o filme ter sido exposto, porém antes de deixar o plano do vácuo. Um outro caso, a máquina da America Chemco é equipada com brocas giratórias que perfuram o filme no lado mais comprido do plano de vácuo, assim a película não pode mexer nem antes e nem durante a exposição. 4

2

7

B

B

3 Chapa Dupla

Boletim da

Ind.

Gráfica -4/75

Fig 9

Pino de Acerto

Brocas

Perfuradora

Fig. 10 Na fase da cópia, estamos falando de jornais em branco e preto, temos um perfurador (fig. 10) que perfura as chapas de máquinas nos dois lados, o lado de tração e o lado de tensão. Este perfurador existe, seja do tipo manual, seja do tipo pneumático ou então para altas produções do tipo elétrico. Os furos praticados são usados para posicionamento do filme branco e preto ou então para as folhas de montagem para trabalhos em cores. A cópia da imagem sobre a chapa de registro torna-se portanto uma operação muito simples, tratando-se de posicionar os filmes com pinos sobre a chapa da máquina. Isto pode ser feito em qualquer prensa de vácuo para cópia. Este sistema porém não pode ser considerado completo a não ser que a chapa de impressão possa ser adequadamente posicionada com a maxima precisão sobre o cilindro da máquina de impressão. Por esta razão é que o sistema foi aperfeiçoado com a cooperação dos fabricantes de máquina de impressão e chegou-se a padronizar dois sistemas diferentes para assegurar que a chapa de impressão seja na realidade posicionada no lugar certo no cilindro (fig. 11). O primeiro sistema prevê que a chapa de impressão seja perfurada com dois recortes, nos dois lados de tração e de tensão. Ambos os furos são a seguir posicionados com pinos, previamente instalados na fechadura do cilindro. Estas perfurações naturalmente têm uma largura precisa para assegurar que, quando a cha-


pa é enrolada ao redor do cilindro, os lados de tração e de tensão casem ambos com os pinos de dimensões absolutamente precisos, permitindo que as chapas sejam enroladas ao redor do cilindro sem deformações e absolutamente perpendicular. O sistema alternativo que é normalmente precedido por chapas de alumínio, que está sendo usado pela Michele Goss Dexter nas suas máquinas, prevê que ao mesmo tempo em que são praticados os dois furos para posicionar o filme sobre a chapa, também sejam praticados quatro cortes nos ângulos da chapa. Estes cortes são posicionados contra blocos de metal duro na fechadura do cilindro. As dobradeiras de chapas: é naturalmente muito importante que as chapas, seja qual for sistema de perfuração, antes de serem posicionadas no cilindro de impressão, devem ter sido também registradas nas máquinas de dobra, assim que o lado de tração da chapa seja dobrado com a maxima precisão para com a imagem.

sim que for dado o início das operações. Logo em seguida o carro movimenta-se através da máquina forçando ambos os lados da chapa, através de rolamentos colocados de forma tal que produza a dobra requerida. Neste tipo de equipamento, a seqüência completa é muito rápidpa e pode-se fazer quatro chapas por minuto, incluindo o tempo de carga e descarga das chapas e as curvas resultantes são absolutamente isentas de distorções porque são formadas gradualmente, o que elimina completamente o problema de introduzir lesões ou quebraduras na dobra; mas ainda mais importante é que o sistema produz uma curvatura perfeitamente formada sobre a qual pode-se basear o posicionamento da chapa na máquina para manter constantes resultados de registro. Naturalmente este tipo de equipamento é razoavelmente caro e só pode ser interessante para jornais que têm um grande número de chapas a ser produzidas num tempo razoavelmente curto. Já existe protótipo de uma máquina mais barata, de forma tal a ser acessível a companhias de porte menor, sem porém reduzir a qualidade da dobra e a precisão do resultado. A mesma companhia que produz estes equipamentos, também desenvolveu o sistema completo para produção de chapas para offset rotativa para jornais de grande tiragem. Os objetivos a serem alcançados com este sistema eram quatro: I. Boa qualidade da imagem copiada. Rapidez de operação. Precisão de registro. Custo por chapa.

Base de Monle9ern

Char. ,

Fig. 11

Muitas máquinas hoje em uso, as chapas podem ser modificadas para cumprir com estas exigências. Há muitos casos porém em que a máquina de dobra é ponto fraco e num sistema que fora isto poderia ser perfeito. Isto é porque muitas máquinas do tipo convencional para dobrar chapas não foram projetadas para dar grau de precisão que estamos procurando agora. Por esta razão, a companhia que desenvolveu este sistema iniciou o projeto e seu desenvolvimento para uma máquina de dobrar, usando um sistema completamente diferente para dobrar a chapa e garantir a maxima precisão nesta etapa tão delicada. O resultado destes estudos foi o uso da técnica de rolamentos para conduzir as dobras na chapa. Esta máquina é razoavelmente sofisticada e consta de um carro móvel em que a chapa pode ser posicionada através de pinos que automaticamente grampeia a chapa, as-

Também para se tornar comercialmente interessante e manter o custo do equipamento numa faixa razoável, o sistema foi desenvolvido para satisfazer as exigências de tiragens menores e tamanhos e tipos de chapas diferentes. Optou-se portanto por uma construção de tipo modular com unidades intercambiáveis. Estas unidades são ligadas uma a outra através de mecanismo de transporte, criando-se um conjunto completamente automático. As variações podem ser obtidas ligando uma a outra unidade tornando-se assim semi-automática, ou usando unidades já em uso com o seu sistema de transporte. Uma das vantagens do sistema é que se houver uma mudança no tipo de chapas só preciso trocar a processadora de chapas, isto é, só aumentar ou. diminuir o número de rolos, ou escovas ou bacias de tratamento. Normalmente uma mudança nas chapas não quer dizer a substituição da máquina para revelar, mas mesmo assim, no sistema modular é razoavelmente simples substituir uma unidade. Boletim da Ind. Gráfica -4/75

23


Perfuradora

-

I

Cópia

Operador L

-am

-r Processadora

V

Operador

de Chapas

Dobradeira

Fig. 12 Perfuradora

Operador Opor odor

F -4- 1— Correia

Processadora

1 11

I

1

de Chapa

1 I Operador

Cópia

Operiador

Para

Impressão

Fig. 13

Enquanto são copiadas as chapas na posição de exposição, o outro filme é posto na posição de carga. Este filme não pode ser empurrado na posição de exposição ate quando indicador de número de cópias não estiver em zero. O segundo homem coloca as chapas sobre um dos dois planos de vácuo através dos pinos. Um dos planos será na posição de exposição e o outro na posição carga. Enquanto se estiver copiando uma chapa pode-se carregar a outra. Uma vez colocada a chapa na posicão de carga só será necessário dar o comando assim que estiver terminada a cópia da chapa na exposição, automaticamente entrará a nova chapa empurrando a outra para a posição de descarga. Esta seqüência de carga e descarga de chapas continua ate quando o indicador de quantidade não estiver em posição zero. Os alvos do projeto foram assim concebidos porque: 1) a qualidade da imagem copiada será melhor, sendo que toda a superfície da chapa recebe a mesma quantidade de luz, o que não seria possível com a fonte pontiforme. Esta uniformidade é obtida com uma lâmpada com vapores de mercúrio de 5.600 W e 1.500 V, cuja emissão é ideal para emulsões da chapa e que corre sobre a chapa a uma velocidade bem controlada e uniforme; 2) a velocidade de operacão é a mais alta do mundo obtida até hoje, graças à automação das operações e reduzindo tempo de exposição usando uma luz muito forte. O tempo de cópia é de aproximadamente 6,9 segundos e a máquina produz quatro chapas cada minuto; 3) máxima precisão é obtida colocando o filme e as chapas nos respectivos chassis através de pinos e juntando depois os dois chassis em registro na posição de cópia; 4) o custo por chapa é mantido ao mínimo reduzindo o tempo de mão-de-obra. Dois homens, quatro chapas por minuto. Custo da

Este é um detalhe importante, porque variações na chapa e nos produtos quimicos são bem prováveis numa moderna instalação de processamento de chapas (figs. 12, 13 e 14). Os negativos das páginas inteiras são recebidos na fotografia e as chapas são perfuradas de acordo com os furos dos filmes. Uma chapa é então colocada na mesa do perfurador e é empurrada ate os pontos de referência. Todos os furos são feitos de uma só vez, atrayes de um sistema de brocas acionadas por um motor elétrico e uma caixa de engrenagem. Logo a chapa é colocada de lado, pronta para Correia ser usada. Esta operação demora aproximada-- (Operador mente 10 segundos. Para operar o conjunto ,* rill são necessários dois homens. Um para as chaPara pas e outro para os filmes (fig. 12). Impressão O filme é posicionado sobre dois pinos num dos dois chassis de vidro e oclocado com tuna Dobradeira fita adesiva. Ajusta-se o indicador com um número de chapas pela quantidade necessária. Empurrando manualmente este chassis na posicão da exposição, o outro chassis volta na poFig. 14 sição de carga. 24

Boletim da Ind. Gráfica -4f75

Perfuradora

Cópia

Processadora de Chapa

1

Operador


mão-de-obra, 30 segundos por chapa. Este conjunto poderia ser operado por um homem só, mas o tempo aumentaria. Por dez chapas são necessários três minutos com dois homens e cinco minutos com um homem. A chapa exposta é automaticamente transferida para a unidade de processamento. Este equipamento tem uma capota móvel. Ao mesmo tempo em que a chapa exposta vai para a posição de carga, a capota movimenta-se ate chegar em cima da chapa. Logo desce e a aspiração estabelece contato com as chapas. A capota carrega então a chapa para a unidade processadora. As máquinas de processamento de chapas são hoje em dia bem desenvolvidas e esta linha tem condições para incorporar qualquer uma delas. As chapas são agora expostas e reveladas. Cada chapa tem a imagem e registro com os dois furos e os cortes dos ângulos. Nesta fase, as chapas são inspecionadas e enviadas para a máquina de dobra Este equipamento também foi desenvolvido após pesquisas espe-

cíficas. Nesta máquina, a chapa é colocada na mesa pelo operador e registrada nos pinos usando os dois furos. Para os dois lados da máquina existem duas formas com as características da dobra a ser feita. Quando o operador dá início b. operação, duas pinças seguram as chapas nos lados a serem curvados. Estas pinças são forradas com PVC para evitar rasgos nas chapas. Logo a mesa onde a chapa está colocada movimenta-se através de duas séries de cinco rolamentos em cada lado. Cada rolamento dobra em seqüência as margens ate o último rolamento que (IA a curvatura necessária. A máquina tem descarga automática e a chapa é transportada através de correias até uma empilhadeira de chapas. Testes de produção com esta máquina provaram que a precisão de registro entre uma e outra chapa fica dentro de mais ou menos cinco centésimos de milímetros. Esta medida foi obtida graças a um especial equipamento ótico.

Frequentar as reuniões cio SIGESP e da. ABIGRAF não é só um direito que lhe assiste; é, também, um dever seu a ser cumprido, em função d,as superiores deliberações da sua categoria industrial.

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Boletim da Ind. Gráfica-4/75

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NOTICIÁRIO TÉCNICO

COLOQUE OS IMPRESSOS DE HOJE NUMA EMBALAGEM DE HOJE Pery Romeisel

Lento e ineficiente, o método de empacotar impressos em papel semi-kraft ou kraft, foi, durante muito tempo, o único meio de embalar os produtos da Indústria Gráfica. Hoje, afinal, está sendo rapidamente substituído, nas Indústrias Gráficas mais progressistas e modernas, pelo emprego de plástico encolhivel, com a utilização de máquinas manuais ou automáticas. E há fortes razões para essa mudança. Redução de custo As caixas, em geral, são caras, requerem rotulagern e tomam espaço nas prateleiras, quer estejam cheias ou meio vazias . Pesam mais que pacotes de plástico e, portanto, apresentam um custo de transporte maior. Os impressos empacotados por uma simples faixa de panel têm pouca proteção, o que, quase sempre, ocasiona a perda das primeiras e últimas folhas do pacote. A embalagem de plástico encolhível protege as folhas completamente, mesmo durante uma estocagem longa. O pacote de papel kraft esconde o conteúdo e requer o emprego de cola para fechamento, além de rotulagem para identificação. O lento processo de empacotamento com papel torna-se muito oneroso, ao considerarmos o custo da mão-de-obra envolvida. As máquinas de embalagem enco-

16

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lhível

permitem velocidades muito maiores do que outros sistemas de empacotamento manual, resultando no aumento da produtividade e na conseqüente redução dos custos de acabamento.

cão imediata, eliminando assim a necessidade de rotulagem. A velocidade de empacotamento pode ser até 10 vezes maior do que os métodos manuais de pacotes de papel, com uma enorme redução nos custos de mão-de-obra.

do nroduto

Enquanto uma empacotadeira faz aproximadamente 60 pacotes de papel por hora, corn emprego de equipamento adequado de embalagem encolhlvel, pode-se fazer de 600 a 900 pacotes por hora.

Proteção

O material plástico transparente usado na embalagem encolhivel é forte e não se rompe facilmente quando submetido a um impacto, como acontece freqüentemente com o papel kraft e as caixas de papelão. Além disso, não se usa cola ou fita de papel gomado. Quando o plástico é soldado (selado) em torno do produto e sobre ele encolhido, assume perfeitamente sua forma e lhe dá uma proteção total contra poeira, umidade, etc. Quando, por exemplo, impressos com intercalação de papel carbono são assim empacotados, a perfeita vedação do filme de plástico mantém a desejada umidade, evitando que se ressequem, mesmo que estes impressos fiquem estocados por longo tempo. A umidade excessiva em alguns locais de estoque também não constitui problema, pois o plástico mantém os impressos bem protegidos, evitando que se deteriorem ou se alterem num ambiente adverso. Economia de tempo A visibilidade total do conteúdo permite sua identifica-

Versatilidade

A versatilidade deste novo processo proporciona ainda outra vantagem: permite empacotar diferentes tamanhos de impressos no mesmo equipamento, sem ajustes ou trocas de peças. Outro grande argumento a favor das máquinas de embalagem Weldotron que nas mesmas podem ser usados todos os filmes de plástico encolhivel que se encontram k disposição no mercado (no Brasil principalmente PVC polietileno).

Como funciona O processo 6 muito simples o equipamento não requer nenhum operário especializado. Basicamente, três elementos constituem este sistema de embalagem: 1 — máquina de fechamento ou selagem (seladora); 2 — um túnel de encolhimento;


3 tico.

um rolo de filme plás-

O operador coloca o maço de impressos dentro do filme, posicionando-o na mesa da máquina seladora. Abaixa a alavanca em L da máquina que solda o filme e completa o pacote, como se rose um envelope de plástico folgado envolvendo o produto. O pacote assim formado atravessa então o túnel de encolhimento, onde o ar quente circulante provoca o encolhimento do plástico que fica perfeitamente ajustado e esticado em torno do produto, resultando numa embalagem compacta e muito resistente. Isto é tudo. Os . resultados falarão por si próprios. Considere cada uma destas e vantagens separadamente apenas uma delas seria suficiente para convencê-lo a levar em consideração este novo método de embalagem de impressos. Desde que se pode conseguir tudo isto com um investimento baixo e (que se pagará em pouco tempo apenas com a economia feita em mão-de-obra) o passo seguinte é óbvio. Para maiores informações consulte a Weldotron do Brasil — Sistemas de Embalagem.

1111quina para embalar livros, revistas, eadernos, impressos continuos, impressos comerciais, etc.

Hiftquina automática para embalar vros, revistas, cadernos, etc., a altas velocidades.

Participe com assiduidade das reuniões do SIGESP e da ABIGRAF. 8 esta a forma razoável e lógica de dar a sua colaboração minima part, que ambas essas suas entidades de classe lhe possam devolver o máximo

em assistência.

Boletim da Ind. Gráfica-4/75


NOTICIARIO TÈCNICO

O TRABALHO DO RETOCADOR IMPORTANTE Miguel Aguilera Lopez

trabalho que realiza o retocador é muito interessante para complementar e melhorar em qualquer ocasião as chapas fotográficas em impressões a cores. Usam principalmente redutores quimicos para balancear a dimensão do ponto de impressão nos positivos prontos e assim conseguir áreas sem contaminação de cores contrárias e em outros casos obter zonas com perfeita saturação de cor para dar realce à impressão gráfica. de conhecimento geral que os fotógrafos de fotomeciânica dispõe de muito boa formação para executar melhor seu trabalho, por outro lado sabemos também que há muita falta de comunicação com o Departamento de Retoque, intimamente ligado com o aspecto fotográfico. Trataremos de ajudar o retocador com este trabalho falando-lhe um pouco sobre a redução do tamanho do ponto. trabalho final do retocador é reduzir o tamanho do ponto, ou seja, corrigir a cor, deve fazer estas correções mão. Algumas vezes se pede ao fotografo que exponha e revele excessivamente os positivos para se obter mais e mais saturação das cores necessárias e então o retocador reduz

o

tamanho dos pontos

supérfluos, ou bem os elimina. Outras vezes se lhe pede contrário; que exponha e revele pouco os positivos para logo fazer o contato deles e

25

Boletim da Ind. Galileo-4/75

abrir o ponto para incrementar a cor; de vez em quando, cópias de contato para subtrair a cor que não se deseja imprimir, acompanhado muitas vezes de mascaras fotográficas. Principalmente para se fazer sólidas áreas bem saturadas de cor nos positivos, ao ponto de dar brilho it impressão, faz-se contrário nos negativos do contato, pois opaca as áreas que não devem levar determinada cor. Seja o que for, o retocador na maioria dos casos reduz o tamanho do ponto para tal usa o correspondente redutor químico. Quando se reduzem os pontos, o redutor ataca toda a emulsão, pelo que, sem embargo, as partes dos pontos que são mais delgadas desaparecem mais rapidamente que o núcleo isto torna possivel reduzir diâmetro do ponto a um tamanho especifico. Para isso se requer que a emulsão fotográfica seja de boa qualidade e que o redutor ataque tanto o núcleo do ponto como o seu redor, permanecendo o ponto do mesmo tamanho, porém transparente. O redutor mais comumente empregado é o composto de Ferricianeto de Potássio e Tiosulfato de Sódio (HIPO). O Ferricianeto branqueia a imagem e o HIPO a clareia. Podem misturar-se ou serem usados em separado; no entanto, quando se misturam, o HIPO detém de imediato a ação do Ferricianeto, pelo que é con-

veniente manter os componentes em separado e misturá-los no momento de suá-los. Os materiais fotográficos, como as paliculas «Kodalith>›, se podem tratar em sua superfície ou só em parte se se protegerem as áreas que não se devem retocar. Isto se faz, aplicando solução protetora, que pode ser um liquido com a consistência de um verniz ou uma laca e que se pode aplicar a pincel. Geralmente não é necessário reduzir ou clarear a imagem nas películas de torn continuo, ou seja, nos negativos de separação de cor, pois os sistemas de mascaramento, como o Kodak Tri-máscarat por exemplo, produzem excelente correção de cor nestes negativos e podem produzir positivos no balanceamento. Portanto, nos limitaremos agora a falar sobre a redução, porém em positivos revelados procedentes dos negativos de separação de tom continuo, para impressão pelos métodos de Offset ou Tipografia. Em primeiro lugar, o retocador deve ter em mãos, junto com os positivos revelados de seleção de cor, a prova progressiva de cores, que será comparada com o original. A vista deste resultado e das instruções que receba do cliente por intermédio do gerente, procederá a realização de seu trabalho. Não deve deixar de pensar que seu trabalho será impresso sem maior trâmite, pelo que sua responsabilidade


nesse trabalho 6 grande, e deve saber manejar com extraordinária habilidade os redutores químicos que eliminarão a cor final na medida em que se reduza o tamanho do ponto. Não há dois retocadores que preparam o redutor da mesma maneira. O ponto comum de partida consiste em misturar uma quarta parte de Ferricianeto de Potássio com uma quarta parte de HIPO e uma quarta parte de água. Para um redutor mais fraco, se

Envernizadeira (Papel e Metalgrafica) Rolo para acabamento Sintética - 35/40

acrescenta agua. Se os pontos desaparecem antes de reduzir de tamanho, se deve aumentar a porcentagem de HIPO. Se o redutor perde demasiada força, se deve aumentar a porcent agem do Ferricianeto. Esta é a formula geral. A Kodak oferece algumas fórmulas práticas como a R14. Todos os positivos tratados com separação de cor, inclusive antes de tirar a prova progressiva de cores com eles, devem ser «limpados» numa

cubeta com o redutor. Para isso, o positivo deve submergir-se rapidamente na cubeta, pois uma pequena vacilação produzirá uma marca e para evitá-la sugere-se mover a cubeta antes de introduzir a película para que o redutor a cubra de imediato. Sempre 6 bom antes molhar a película com água. Quando a película fotográfica tem um tamanho grande, superior ao da cubeta, podemos ampliar o método de der-

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Fotolito

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Rolo de prova Sintética - 35

Boletim da Ind. Gráfica-4/75

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rame, que consiste em colocar

positivo fotográfico sobre um plano inclinado e aplicar sobre ele o redutor. O método mais comum é o de redução local do ponto. Pode proceder-se de distintas formas, segundo seja o objetivo que se pretenda e a preferência pessoal. A maioria dos retocadores misturam o redutor o aplicam diretamente. Outros aplicam os ingredientes em separado, quando se trata de um redutor que perde rapidamente sua força. A maior parte do retoque local se faz com pincéis ou com cotonetes de algodão; os pincéis econômicos de pelo de porco e humano são adequados para este tipo de trabalho. Não necessário nem recomendável usar pincéis custosos, pois o redutor os destrói. A redução local é usada principalmente para se obter detalhes nas luzes (área iluminada visível) e nas sombras. também excelente para retocar pequenas Areas sem usar liquido protetor, porém deve-se ter cuidado de usar o redutor de forma parecida. A principal dificuldade que se apresenta para reduzir o ponto dentro de uma Area pequena é a pouca quantidade de água que cai aí depois de escorrer bem a película, o que faz com que o redutor se estenda.

Ao contrário da redução do ponto, o retocador deve em muitas ocasiões tornar opacas zonas ern positivos processados ou em ne_Tativos, para aumentar ou eliminar cores desnecessárias. O agente opacador que conhecemos com o nome de «Opaco-Rojo» é uma substância espessa que não deixa passar luz e deve aplicar-se geralmente com um pincel de pouco custo (barato), preparando-se com uma consistência tal que permita sua aplicação sem deixar passar a luz.

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Boletim da Ind. Gritfica-4/75

Várias

vernos da França e do Brasil, tendo sido organizada pelo Departamento Geral de Assuntos Culturais, Científicos e Técnicos do Ministério de Relações Exteriores, com o concurso de Vila de Paris, e apresentada pela Associação Francesa de Ação Artística.

Entre os artistas

GOVERNO ARGENTINO LIBERA PAPEL O firme propósito de fornecedores do exterior suspenderem a fabricação de papéis «linha d'água», levou o governo argentino a baixar um decreto abolindo a exigência de o papel importado ser identificado por linhas d'água. A medida visa a provisão do

abastecimento normal dos consumidores: diários, revistas, livros e publicações de interesse geral, beneficiando, entretanto, os papéis de imprensa cujo

peso por metro quadrado seja superior a 45 gramas e inferior a 60. A necessidade de comprovação de destino e a constituição de depósito prévio, também foram abolidas pelo decreto, baixado no Ultimo dia 12 de março.

exposito-

res, figuram: Goeldi, Marcelo CavalNewton Grassmann, canti, Lívio Abramo, Darei, Iberê Camargo, Edith Behring, Roberto de La Mônica, Ana Letycia e outros, que permitirão ao público parisiense apreciar o desenvolvimento e experiências técnicas ou estilís-

realizadas no setor da gravura no Brasil.

ticas

CURSOS DE CUSTOS PATROCINADOS PELA ABIGRAF Na reunido do dia 17 de março do SIGESP, após ouvir as ponderações do Sr. José Ferreari sobre o Curso de Custos para a indústria gráfica, realizado em Ribeirão Preto (SP), o Sr. Rubens Amat Ferreira, presidente da entidade, solicitou a programação de novos cursos do gênero ern outras localidades, em virtude da real importância dos mesmos para o empresariado gráfico. O primeiro dessa nova série de cursos será dado na sede social do Sindicato, em São Paulo, rua Marquês de Itu, 70, 12.° and., nos dias 5 a 9 de maio vindouro, a partir das 19,30 horas.

SIGESP SIAG -

ARTE GRÁFICA BRASILEIRA EM PARIS Foi inaugurada no ultimo dia 21 de março, no Museu Galiera de Paris, a exposição «Arte Gráfica Brasileira», contando com mais de 200 obras de 40 artistas brasileiros. Esta exposição é fruto dos acordos culturais entre os go-

Participou o Sr. Rubens Amat Ferreira, presidente do SIGESP e da ABIGRAF, de uma reunião, realizada no dia 16 de março ultimo, no CIAG Colégio Industrial de Artes Gráficas, com o fim de inteirar-se das condições em que

serão efetivados os cursos de treinamento a ser ministrado aos trabalhadores como resultado de trabalho em conjunto do SENAI, STIG e SIGESP.


HONRA AO TRABALHO PROFICIENTE E ASSÍDUO No dia 1.0 de maio deste ano,

o Sr. Armando Ribeiro Guimarã.es completará 50 anos de serviços prestados ao ramo gráfico do nosso pais. Começou sua carreira em 1925, na C. Fuerst & Cia., firma recentemente instalada, que representava, dentre outros produtos, máquinas para a indústria gráfica. Transferiu-se, depois, para a Sociedade Bremensis, firma esta que teve de encerrar suas atividades durante a fase da Segunda Guerra Mundial, o que fez com que, terminado esse period°, fosse transferido para a Funtimod S/A — Máquinas e Materiais Gráficos. Atualmente exerce suas funções na Gutenberg — Máquinas e Materiais Gráficos

SEMINARIOS DE HELIOSTAT PROGRAMADOS PELA CROS FIELD

Ltda., desde 1968. 0 interessante é notar que o Sr. Armando Ribeiro Guimarães sempre trabalhou ern conjunto com as máquinas impressoras de marca Original Heidelberg e as saidas que teve de firmas por onde passou se prendia exclusivamente à mudança de representação dessas impressoras. Conhece a fundo os produtos para ramo gráfico, através da experiência que teve ao longo dos anos. Continua ainda em franca atividade como quando começou a desempenhar suas funções em 1925. Traz consigo uma bagagem de conhecimentos muito grande que se torna difícil de ser avaliada. Fez muitos amigos e hoje é figura conhecida por onde passa exercendo seu trabalho. 2 um exemplo dignificante para todos nós.

Uma série de seminários, com um dia de duração, relacionados com todos os aspectos da ajuda eletrostática na impressão de rotogravura, .tem sido programados pela Crosfield em alguns países da Europa e América Latina. primeiro Seminário desta série efetuou-se em Paris, onde estiveram presentes mais de 40 impressores importantes, assim como fabricantes de rotativas, representantes das indústrias de embalagens e de editoras. programa foi preparado de forma que participassem das conferências alguns dos visitantes presentes, de modo que entre estes e os conferencistas houvesse debates. Durante o seminário alguns dos conferencistas abordaram o emprego do Heliostat da Crosfield, incluindo o Sr. Carbonnier, representante da Neogravura e conhecido nos meios da indústria por seus trabalhos de investigação no campo da impressão. segundo seminário, intitulado "A importância da ajuda eletrostática nos dias de hoje", efetuou-se no Hotel Holyday Inn em Birminghorm, em 10 de dezembro. Programa-se organizar seminários semelhantes em outras cidades co-

Sr. Armando R.

Guimarites

mo Frankfurt, Estocolmo Milão, Bruxelas, Amsterdam e São Paulo, ainda durante este ano.

O MAGN.ASCAN 460 NA 7° FIEPAG A Crosfield Electronics mostrou na 7 • 0 FIEPAG o ampliador e redutor de cores Magnascan 460 e numerosos equipamentos para controle de impressão. O Magnascan 460 fornece novas possibilidades para executar branco e preto, recentemente introduzidas para a TPG em Paris. Esta inovação, agora no Brasil pela primeira vez, capacita a reproducão em tons continuos e reticulados a ser feita de cópias em branco e preto. No campo de equipamentos para controle de impressão, apresentou o Autotron 150, controle automático para o registro de cores que reduz a perda causada pela "falta de registro" a um minim° absoluto; o Synchroscope 1850, visor para exame de detalhes de bobina em movimento, o Viscomex 384 controle de viscosidade de tinta, e o Webatron 120, controle eletrônico de corte e dobra para impressoras em bobina.

Boletim da Ind. Gráfica -4/75

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XV CONGRESSO INTERNACIONAL DE INDÚSTRIAS GRÁFICAS EM HELSINKI Pela primeira vez num pais escandinavo, organizado pela IMPA (International Master Printers Association ou Associação Internacional de Indústrias Gráficas), realizar-se-A, de 8 a 12 de junho de 1975, em Helsinki, na Finlândia, o XV Congresso Internacional de Indústrias Gráficas, evento levado a efeito de três em três anos. O tema para este congresso sera: «A evolução da indústria de Artes Gráficas , , tendo-se

em conta a fase de transição porque passa o setor, não meramente pelas inovações e progressos técnicos, mas também pelas novas inserções de um impacto global. A crise de energia e de matérias-primas desorientadora como tópico atual nas indústrias de papel e de artes gráficas, que para resistir As pressões, teve de reestruturar-se, em termos de reservas, intensificação de marketing, produção e tecnologia, e garantir a competên-

cia profissional pessoal dos administradores. Dividido em diversos aspectos, o tema sera desenvolvido da seguinte forma: Aspectos Econômicos da evolução, por Pier Luigi Angelini, diretor-geral da «Mondadori» italiana; Henry Davy, diretor da «Hindson Print Group» inglesa. «As bases da Imprensa coletiva; pesquisa e informação», pelo diretor da IGT holandesa. J. F. Monroy. Outros topicos serão alvo de palestras discussão: marketing, produção e tecnologia, educação autotécnica, treinamento continuo para operários de produção e treinamento de «followup» para administradores.

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Boletim da Ind. Gráfica-4/75


Setor Jurídico

1E12100 FISCAL SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL

INSTRUÇÃO NORMATIVA N. 605, DE 14 DE FEVEREIRO DE 1975 Dispõe sobre alterações na inscrigao no CGC de dois ou mais estabelecimentos sob um sõ número de ordem.

O Secretário da Receita Federal, no uso de suas atribuições, resolve: I. — Para efeitos de inscrição no Cadastro Geral de Contribuintes — CGC, é facultado ao contribuinte considerar como estabelecimento único conseqüentemente, sujeito matricula sob um só número de ordem: duas ou mais dependências meramente administrativas, ainda que situadas em imóveis separados; a agência bancária com suas subagências, postos de serviços ou dependências meramente administrativas, ainda que situadas em imóveis separados. 2 — A faculdade de que trata o item anterior não se aplica:

quando em qualquer uma das dependências for desenvolvida atividade geradora de obrigação tributária principal ou acessória prevista na legislação do Imposto sobre ProIndustrializados, dos dutos Impostos únicos sobre Minerais, Lubrificantes e Combustíveis Líquidos e Gasosos, e Energia Elétrica, bem como dos Impostos sobre Circulação de Mercadorias e sobre Serviços de Qualquer Natureza; quando as unidades imóveis estiverem localizadas em municípios diferentes. 3 — No documento de inscrição ou alteração que objetive a unificação prevista neste ato, o contribuinte indicara somente o endereço do estabelecimento que passar a representar todo o conjunto e, após o nome de fantasia dessa unidade, fará constar a expressão — EST UNIF, ou apenas esta, se não existir o nome de fantasia. 4 — O contribuinte que pretender inscritos deverá providenciar a baixa dos mesmos, com exceção daquele que passar a representar o conjunto. 4.1 — Como motivo de baixa indicar-se-a. EXTINÇÃO. 5 — No verso das 2.0. e 3.a vias da ficha de inscrição ou de alteração do estabelecimento que representar todo o conjunto deverá ser feita a relacão dos endereços das demais unidades assinadas pelo responsável perante o Ministério da Fazenda, o qual mencionara o seu número de inscrição no CPF. 5.1 — No caso de unificacão de estabelecimentos que já figuravam no Cadastro, deverão também ser declarados os respectivos números de ordem. 6 — As unidades unificadas deverão manter, b. disposição da Fiscalização, reprodução da ficha de inscrição ou alteração

do estabelecimento unificado em cópia xerográfica ou similar, devidamente autenticada por tabelião ou órgão da Secretaria da Receita Federal. — O órgão da Secretaria da Receita Federal que receber documento cadastral objetivando a unificação prevista nesta Instrução exigirá do contribuinte uma via suplementar com o verso idêntico ao da 2.a para conhecimento ao Serviço/Seção de Fiscalização da Delegacia da Receita Federal a que estiver subordinado. 8 — No interesse da Administração Tributária a Secretaria da Receita Federal poderá promover de oficio a unificação cadastral de estabelecimentos, quando verificada qualquer das situações previstas nas alíneas «a» e «b» do item 1. 9 — Caberá ao contribuinte promover a inscrição no CGC de estabelecimento que, posteriormente à unificação, ainda que de ofício, venha a se enquadrar em qualquer das situações previstas no item 2. 10 — Ao contribuinte que infringir os itens 2 e 9 desta Instrução sera aplicada a multa prevista no subitem 15.5 da Instrução Normativa SRF n.° 24, de 9 de agosto de 1973. 11 — Ficam revogados o subitem 1.1.2.3 da Instrução Normativa SRF n.° 24, de 9 de agosto de 1973 e a Instrugão Normativa SRF n.o 27, de 17 de junho de 1974, Adilson Gomes de Oliveira

— Secretário da Receita Federal.

AVISO Em virtude das devoluções do BIG, feitas em crescente número por varias agências dos Correios e Telégrafos ern todo o território nacional, pedimos as firmas, nossas associadas, no seu próprio interesse com respeito ao recebimento pontual do nosso Boletim, o obséquio de nos imediatamente comunicarem qualquer alteração nos seus endereços.

Boletim

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tona Tributaria da Coordena-

JURISPRUDÊNCIA

ção da Administração Tributária. — Boletim APT 42/74, pags. 85/7. iNCOLA F-10-324/75-20

FISCAL PUBLICAÇÃO — A publica, ção que encerra atividade publicitária ou promocional não egg!, amparada pela não incidência do ICM.

a consulta, Respondendo decidiu a Consultoria Tributária: «Isto posto, apreciando-se material trazido a exame com a consulta, embora ainda não editado o exemplar nacional, chega-se à conclusão que o «Anuário» a ser publicado pela requerente, nos mesmos moldes do estrangeiro, nitidamente encerra fins puestabelecipelos blicitários mentos interessados, apresentando, como a própria consulta deixa entrever, todas as características de promoção ou propaganda de atividades de produtos das varias empresas. Alias, não sendo de interesse geral, encerra, como não poderia deixar de ser, finalidade essencialmente publicitária, chamando, desde logo, a atenção para os serviços, as atividades e os produtos de seus patrocinadores, inserindo, inclusive, «monografias das referidas empresas». Nestas condições, descabe «in casu» falar-se de eventual propósito cultural, destituído de vinculações comerciais. Conseqüentemente, as saídas do «Anuário Kompass», pelas próprias características indicadas na consulta e tendo em vista entendimento acima exposto, refogem à tutela do inc. VII, do art. 4.°, do RICM, sendo, portanto, regularmente alcançadas pela incidência do tributo estadual». — Resposta à Consulta 6.359, de 15-7-74, da Consul34

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APARAS DE PAPEL — A alienação de aparas ou resíduos de impressos inservíveis por empresas jornalísticas está amparada pela imunidade constitucional da letra «d», tuciso DI, do art. 19 da Constituição Federal.

Em recurso, decidiu o Conselho, por maioria: «Revista e Jornais — Venda de coleturas.

A alienação de coleturas (aparas ou resíduos de impressos inservíveis) por empresas jornalísticas está amparada pela imunidade constitucional da letra «du, do inciso III do art. 19 da Constituição Federal, aplicada em sua legitima extensão». de — Acórdão 11.753, 14-11-74, do Conselho de Contribuintes da Guanabara, no Rec. 10.841. — DOG de 28-11-74, pág. 19.143. fNCOLA F-6-192/75-20

explorado pela sociedade controladora, ora embargante, para demonstrar ser esta incapaz de preencher a sua finalidade social». «Quanto ao alegado fato superveniente de haver a Assembléia Geral Extraordindria aprovado a cessação do estado de dissolução da sociedade, de fato não ocorre, uma vez que a Assembléia Geral, realizada na rua, é nula de pleno direito, pois as assembléias gerais de sociedade anônima em liquidação somente podem ser convocadas por ordem do Juiz e por ele presididas (Dec.-lei 2.627, de 26-9-40, art. 148». Diz a ementa: «A sociedade entra em liquidação judicial por decisão definitiva e irrecorrível, proferida em ação proposta por acionistas, que representem mais de um quinto do capital social e provem não poder ela preencher o seu fim (Dec.-lei 2.627-40, art. 138, b)». — Acórdão de 7-8-74, do 2.° Grupo de Cams. Civeis do TJG, nos E IN 83.887 (Martinho Garcez Neto, Pres.; Rubem Rodrigues Silva, Rel.). — MG- de 26-12-74, apenso, pág. 483. ÍNCOLA F-10-312/75-20

COMERCIAL SOCIEDADE ANÔNIMA — LIQUIDAÇÃO JUDICIAL — A sociedade entra em liquidajudicial por decisão defição nitiva e irrecorrível, proferida em ação proposta por acionistas que representem mais de um quinto do capital social.

Em embargos, que rejeitou, por maioria, decidiu o Tribunal: «Tanto a sociedade liquidanda, como o grupo de acionistas que agora dissente da liquidação, manifestaram expressamente sua concordância com o pedido inicial. De igual, nada mais inequívoco que o estado de falência da sociedade subsidiária, único negócio

EXECUTIVO CAMBIAL — PAGAMENTO PARCIAL — O pagamento parcial de titulo de crédito não lhe retira a força executiva. Ern recurso, a que deu provimento, por maioria, decidiu o Tribunal: «Na verdade, o pagamento parcelado de um titulo de crédito não retira desse titulo a força executiva, como faz crer a decisão recorrida. Ë o que ocorre com a nota promissória, que não perde sua liquidez ern virtude de seu pagamento parcial, conforme tem decidido pacificamente a jurisprudência (v. Ac. La C.C. do TASP, in RT 311/541 e Ac. da 6.° C.C. do Tribunal de Justiça do aludi-


do Estado, in RT 193 1 314). Tal acontece por que não figura no CPC, seja o de 1939, seja o atual, dispositivo exigindo, em qualquer caso, a prova de divida liquida e certa, tendo esse requisito passado a constituir fundamento específico, apenas, das «dividas provadas por instrumento público ou particular» (inciso XII do art. 298). Dai, ter o Dec.-lei 167/67 previsto, em seu art. 13, que: «A cédula de crédito rural admite amortizações periódicas...» E, mais, no art. 10, 1 1.°: «Se o emitente houver deixado de levantar qualquer parcela do crédito referido ou tiver feito pagamento parciais, o credor descontá-los-á da soma declarada na cédula, tornando-se exigível apenas o saldo». Veja-se que, possibilitando amortizações, não retirou a lei, em tais casos, a força executiva do título». — Acórdão 723, de 21-8-74, do TJ do Acre, na Ap. 120, de Brasiléia (Jorge Araken Faria da Silva, Pres.; Lourival Marques de Oliveira, Rel.

a dispensa e coloca o emprego it disposição do empregado, a este compete o ônus de provar o despedimento. Em recurso, de que o Tribunal não conheceu, por maioria, foi a seguinte a ementa: «Abandono — Variação do ônus da prova — E do empregador o Onus da prova se ele

de ementa: «Incorporação prêmio — Nulidade. Se o prémio-produção tinha natureza salarial, sua absorção pelos reajustamentos normativos procedimento ilícito. Fraudulenta é a conduta da empresa incorporando-o ao salário para compensá-lo como «aumen-

alega abandono de emprego como falta do empregado, para justificar a despedida. Mas o principio não se aplica quando o empregador nega a dispensa e coloca o emprego 'A disposição do empregado, f alando em abandono para significar que este não foi despedido, mas espontaneamente deixou de comparecer ao trabalho. Nessa hipótese o ônus é do empregado». — Acórdão 1.695, de 11-12-74, da ta Turma do TST, no Proc. TST-RR-2-508-74 (Paulo Fleury, Rel.). — Ementa publicada no DJU de 15-1-74, pág.

— Acórdão 1.459, de 27-11-74, da 1.a Turma do TST, no Proc. TST-RR-1.200/74 (Paulo Fleury, Rel.). — Ementa publicada no DJU de 10-1-75, pág.

237. INCOLA F-12-386/75-20

PREMIO-PRODUCIA0— Tendo natureza salarial, não pode

«ad hoc»).

a empresa incorporá-lo ao salário para absorvê-lo em reajustamentos normativos.

fNCOLA F-11-374/75-20

TRABALHISTA

Ern recurso, de qne o Tribunal não ocnheceu, unanimemente, foi a seguinte a

ABANDONO DE EMPREGO — Se o empregador nega

to espontâneo».

143. INCOLA F-12-385/75-20

FERIAS PROPORCIONAIS EMPREGADO QUE SE APOSENTA — Empregado que se aposenta não perde o direito its férias proporcionais.

Em embargos, que o Tribunal rejeitou, por maioria, foi a seguinte a ementa: «Férias proporcionais — Aposentadoria Empregado que se aposenta não perde o direito as férias Aposentadoria proporcionais. no é ato culposo e só por culpa se elide a prestação em referência». — Acórdão 1.518, de 11-12-74, do TST, em sessão plena, no Proc. TST-RR-775-73 (Fortunato Peres Júnior, Rel.). — Ementa publicada no DJU de 15-1-74, pág. 233. fNCOLA F-12-387/75-20

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ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA GRÁFICA REGIONAIS ABIGRAF - Regional Bahia-Sergipe Presidente: Ulisses de Carvalho Graça Av. Frederico Pontes, 94 Residência: Praça Simões Filho, 19-B Empresa: Comercial Gráfica Reunida Ltda. - Tel. 30-790 Av. Frederico Pontes, 94

Salvador, BA ABIGRAF - Regional Ceará Presidente: Luiz Esteves Neto Rua Senador Pompeu, 754 Empresa: Estêves Gráfica Ltda. Tipografia Progresso Rua Senador Pompeu, 754

Fortaleza, CE ABIGRAF - Regional de Goiás Presidente: Mario Scartezini Rua Quatro, 341 Tel. 6-3078 Goiânia, GO ABIGRAF - Regional Guanabara Presidente: Edson Ave llar da Silva Av. Rio Branco, 156 - 12.° and. - s./1205 Tel. 228-8597 Rio de Janeiro, GB ABIGRAF - Regional de Minas Gerais Presidente: Carlos Alberto Rangel Proença Av. Antônio Carlos, 561 Tels. 42-3694 e 42-1089 Residência: Rua Agostinho Bretas, 554 Empresa: Editora Alterosa S.A. Rua Três, 2824 Tels. 33-0721 e 33-0466 Belo Horizonte, MG ABIGRAF - Regional da Paraiba Presidente: Lourenço de Miranda Freire Rua Maciel Pinheiro, 32 Residência: Av. Getúlio Vargas, 137 Tel.: 2661 Empresa: Miranda Freire Comércio e Indústria S/A. Rua Maciel Pinheiro, 32 - Tels. 4286 e 4355 Joao Pessoa - PB - CEP 58.000 AMGRAF - Regional do Paraná Presidente: Jorge Aloysio Weber Av. Candido de Abreu, 200 6.° andar - s/616 Fone: 24-9414, ramal 005 - Curitiba, PR Residência: Al. Dom Pedro II, 41 apt.° 9, 2.° andar 36

Ekdetnn da Ind. Gráfica -4/75

Empresa: Telos S/A. - Equipamentos e Sistemas Rua Voluntários da Pátria, 41/43 Fones: 23-5589 - 23-6913 Curitiba, PR ABIGRAF - Regional de Pernambuco Presidente: José Maria Rodrigues da Silva Av. Joao de Barros, 900 Residência: Rua Alberto Lundgren, 505 Empresa: Rodrigues, Irmão & Cia. Ltda. Tels. 24-298 - 23-467 Av. Cruz Cabuga, 84 Recife, PE ABIGRAF - Regional do Rio Grande do Sul Secretaria - Travessa Francisco L. Truda, 40 - 19.° and. - Tel. 25-2566 - Caixa Postal, 845 - CEP 90.000 - Porto Alegre - RS Presidente: Henry Victor Saatkamp Avenida dos Gauchos, 443 - Tel. 41-2402 Caixa Postal, 2981 90.000 - Porto Alegre-RS. Residência: Rua Riachuelo, 785 - 1.° and. Tel. 25-1675 90.000 - Porto Alegre - RS Empresa: Indústria Gráfica de Embalagens S.A. Av. dos Gauchos, 443 - Tel. 41-2402 Caixa Postal, 2981 90.000 - Porto Alegre-RS. ABIGRAF - Regional de Santa Catarina Presidente: Georg Schmidt Rua Max Cohn, 1701 Residência: Rua Griciuna, 120 Empresa: Impressora Ipiranga S/A Rua Max Colin, 1701

Tels. 3229 - 3239 Joinville - SC

ABIGRAF - Regional de São Paulo Presidente: Rubens Amat Ferreira Rua Marquês de Itu, 70 - 12.° and.

Tels. 32-4694 - 33-2762 Residência: Av. Antônio José dos Santos, 1230 - Tel. 267-9782 Empresa: Ferreira, Filho & Cia. Rua Independência, 369 Tels. 278-2230 - 278-7331 São Paulo, SP


DELEGADOS

Vice-delegado: Cia Litográfica

Araguaia

1 — Irmãos Brandini

Rua XV de Novembro, 320-344 Fones: 35-82 - 49-63 Diretor: Rubens Robertoni JUNDIAf, SP

Avenida Rio Branco, 949 Diretor: Valentim Brandini ADAMANTINA, SP

2 — Artes Gráficas Brasil Ltda. Rua São Bento, 1.134/42 Diretor: Jovenil Rodrigues de Souza ARARAQUARA, SP 3 — Gráfica Hernandes Ltda. Rua Cel. Teófilo, 1.544 Fone: 386 Diretor: Adarve Hernandes Acede BRAGANÇA PAULISTA 4 — Geraldo de Souza e Cia. Ltda. Rua Adriano de Barros, 46 Diretor: Antônio Carlos de Souza Vice-delegado: Gráfica Muto Ltda. Rua Paula Bueno, 391 Diretor: José de Fátima Lopes CAMPINAS, SP

5 — Ricardo Pucci S.A. - Ind. e Com. Rua Major Claudiano, 1814 Diretor: Elvio Pucci FRANCA, SP

6 — Indústria Gráfica Itu Ltda. Rua Santa Rita, 1032 Fone: 2-0789 Diretor: Gildo Guarnieri Filho ITU, SP

7 — Hugo Olivato - Tipografia Popular Rua Senador Fonseca, 709 Fone: 43-79 Diretor: Hugo Olivato

8 — Gráfica Rio Branco Rua Rio Branco, 402 Fone: 153 Diretor: João Alves da Costa LINS, SP

9

Francisco Antonio Giovinazzo Rua Prudente de Moraes, 2951 Fone: 2049 Diretor: Vicente Giovinazzo SAO JOSE DO RIO PRETO

10 — Gráfica Bandeirantes Lida. Praga da República, 20 Fone: 2-7417 Diretor: Affonso Franco SANTOS, SP

11 — Bandeirante S. A. Ind. Gráfica Rua Newton Prado, 110 Fones: 43-3449 - 43-3797 Diretor: Mário de Camargo SAO BERNARDO DO CAMPO, SP Vice-delegado: Fenille & Cia. Ltda. Rua D. Elisa Fláquer, 322 Fone: 44-9967 Diretor: Waldemar FeniIle SANTO ANDRE, SP

12 — Tipografia J. A. Querido & Cia. Rua do Sacramento, 193 Diretor: José Augusto Querido TAUBATE, SP

Não basta associar-se à sua entidade de classe. Para que ela

realize seus elevados objetivos, é preciso cercá-la de condições necessárias a seu harmônico desenvolvimento. E isso só se alcança com a efetiva colaboração de seus integrantes. Participe, pois, das reuniões do SIGESP e da ABIGRAF e apresente sugestões no sentido de dinamizá-los ainda mais.

Boletim da Ind. Gráfica -4/75

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Guia da Indústria Gráfica k\X \\ ANILINA, Máquinas e Equipamentos para impressão a Funtimod S. A. - Má,qs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990. BOLANDEIRAS Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990. CAIXAS DE PAPELÃO Máquinas para fabricar Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990. CARIMBOS DE BORRACHA, Prensas para fabricação de Funt'imod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990. CAVALETES E CAIXAS TITOGRAFICAS Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990. CELOFANE, Máquinas e equipamentos para impressão de Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990.

COLAS Catfi-Dalferner Ltda. - Rua Iturama, 208 - Canindé - Fones: 292-3786 - 292-5250 93-6005 - 93-2226 COMPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990. CORTE E VINCO COSTURAR LIVROS, Máquinas para Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990. DOBRAR, Máquinas de DOBRADEIRAS Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990. DO1URAÇÃO/GRAVAÇÃO/MARCAVÃO Fitas para Fermaco Imp. Exp. Ltda. — Fitas Astor» Av. Casper Libero, 433 Fones: 227-0390/3557 DOURAVÃO, Máquinas e equipamentos para Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990.

CILINDRICAS, impressoras Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990.

ELENCO DO BRASIL LTDA. Máqs. e Apar. p/ Clieheria e fotolito Av. Monteiro Lobato, 1.179 - C. Postal 211 CEP 07000 - Guarulhos - SP Fones: 209-0366 - 209-2672

CLICHÉS DE BORRACHA, Máquinas para fabricação de Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990.

ENCADERNAÇÃO, Máquinas e equipamentos para Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990.

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ENVELOPES, Máquinas para fabricação de Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990 FACAS, para máquinas de cortar (guilhotinas) Cati-Dafferner Ltda. - Rua Iturama, 208 - Canindé - Fones: 292-3786 - 292-5250 93-6005 - 93-2226 Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos

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Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990

HOT-STAMPING — Fitas para Fermaco Imp. Exp. Ltda. — Fitas Astor» Av. Cásper Libero, 433 Fones: 227-0390/3557 IMPRESSÃO, Máquinas de Catfi-Dafferner Ltda. - Rua Iturama, 208 - Canindé - Fones: 292-3786 - 292-5250 93-6005 - 93-2226 Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990 MAQUINAS GRÁFICAS USADAS A. Benedini Ltda. - Rua 21 de Abril, 405 Fones: 93-9513 - 93-8622 MINERVA CAW Catii-Dafferner Ltda. - Rua Iturama, 208 - Canindé - Fones: 292-3786 - 292-5250 93-6005 - 93-2226 OFFSET PLANAS E ROTATIVAS Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990 PAUTAVAO, Máquinas e material para Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990 PICOTAR, Máquinas de A. Ulderigo Rossi - Rua Cipriano Barata, 2164 - Fone: 273-1860

GRAMPOS Catil-Dafferner Ltda. - Rua Iturama, 208 - Canindé - Fones: 292-3786 - 292-5250 93-6005 - 93-2226

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PRENSAS PARA DOURAR E GRAVAR Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990 )301etim da Ind. Gráfica-4/75

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GU!A DA IND. GRÁFICA

PROVAS OFFSET E TIPOGRAFICAS, Prensas para Catú-Dafferner Ltda. - Rua Iturama, 208 - Canindé - Fones: 292-3786 - 292-5250 93-6005 - 93-2226

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ROTATIVAS PARA JORNAIS Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990 ROTOGRAVURA, Impressoras rotativas e planas para

SACOS DE PAPEL, Máquinas para fabricar

TINTAS PARA IMPRESSÃO OFFSET - JORNAL - ROTATIVAS ROTOPLANAS - PLANAS Fábrica «OESTE» — Borracha e Tinta Ltda. Rua Minas, 129 — Tels. PBX 25-7530 e 34-3051 - Ribeirao Preto - Est. de S. Paulo Supercor - Química Normal Comercial S.A. Rua Guaianases, 1211 Fones: 220-9960 - 220-9882

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O Boletim da Indústria Gráfica é o órgão oficial de sua entidade de classe. Leia-o

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e

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divulgue-o.


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Guilhotina trilateral para cortar livros, revistas, jornais, folhetos, etc.

MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS GRÁFICOS

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1 — Modo simples de mostrar como uma certa quantidade de água contendo 25% de álcool se expande de modo a cobrir uma superfície 2 vezes maior da que cobriria se se tratasse de água pura.

2 — Os dois sistemas Harris "Micro-Flo" e "Dahlgren" são compostos de um depósito da solução, de um sistema de circulação em circuito fechado, de um dispositivo de comando e de três rolos. 3 — A regulagem dos sistemas de molha "Dahlgren" e "Micro-Flo" é simples e rápida, proporcionando maior uniformidade de cor, cores mais brilhantes e um melhor registro. Dado que o álcool evapora mais rapidamente, o papel impresso ficará mais seco e não se deformará durante a impressão. A molhagem é efetuada somente por rolos cromados e revestidos de borracha (sem mangas de tecido); a lavagem do sistema de molha é completamente automática e se efetua simultaneamente com a dos rolos de tinta.

Harris-Aurélia 125 e o sistema Micro-Flo de molha a álcool

Aurélia A maior linha de formatos em máquinas offset Consultem-nos sobre outros modelos. Distribuidores no Brasil

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E a humanidade só teria a perder corn isso. Se não existisse o papel, muitas das realizações destes homens poderiam ter sido esquecidas no tempo

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Boletim da Indústria Gráfica (BIG) - Edição 004 - 1975  
Boletim da Indústria Gráfica (BIG) - Edição 004 - 1975  
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