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Boletim da Indústria Gráfica

Ano XX VII-2-1975 Distribuído pela Associação Brasileira da Indústria Gráfica ABIGRAF

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ASSOCIAÇÃO BRASMEIRA DA INDÚSTRIA GRÁFICA Regional do Estado de Silo Paulo* Diretoria: Presidente: RUBENS AMAT FERREIRA Vice-Presidente: HENRIQUE NATHANIEL COUBE 2.0 Vice-Presidente: PERY BOMEISEL

Secretário:

Boletim da Indústria Gráfica

SIDNEY FERNANDES 2.0 Secretário: FRANCISCO TEODORO MENDES FiLao Tesoureiro: ANTONIO BOLOGNESI PEREIRA

Suplentes: rsiiias SPINA ORESTES ROMITI BERNARDO CINATRO ARTHUR ANDREOTTI Josg BIGNARDI NETO PIERO PAPINI JOÃO ANASTÁCIO GODOY

Registrado no 1. 0 Oficio de Registros de Titulos e Documentos de São Paulo - SP sob n.0 de ordem 969, no livro B, n.0 2 de Matriculas ao Registro de Oficinas Impressoras e Revistas e Jornais.

ANO XXVII — 2/1975 Redação o Administração: Rua Marquês de Itu, 70, 12.0 Telefones: 32-4694, 33-2762, 34-8269, 35-8788 Telegr.: "ABIGRAF" - C. P. 7815 01223 São Paulo, SP, Brasil Diretor responsável: OLAVIO DIETZSCH Composição e Impressão: TIPOGRAFIA EDANEE S/A Rua do Bosque, 1426 (Barra Funda) Capa:

GRÁFICOS BRuNNER Impressa em papel COUCIIECOTE, 180 g.

Das 8 às 11,30 e das 13 ás 1tai horas Aos sábados nãO há expediente Secretaria Geral: Distribuição de guias petit recolhimento do imposto sindical - Distribuição de publicacões periódicas e informativas Orientação para pedidos de isenção Junto a0 Setor Gráfico da CDI

Departamento Jurídico:

2.0 Tesoureiro: WALDYR PRIOLLI

Distribuído pela Associação Brasileira da Indústria Gráfica

Seeretartai

ANTONIO FAKHANY JR. ANTONIO URBINO PENNA JR. EDUARDO BACIIIR ABDALLA Defesa dos associados na Justiça do Trabalho Informações trabalhistas e fiscais, civeis e criminais.

Conselho Fiscal: HOMERO VILLELA DE ANDRADE VITTO JOsg CiAscA JOSE RAPHEL FIRMINO TIACCI

Sumário

Suplentes: JOSEPH BRUNNER RENATO FORONI JOSE AIDAR FILHO

SINDICATO DAS

INDUSTRIAS GRÁFICAS

Editorial

Presidente:

Noticiário do SINDICATO

4

Noticiário da ABIGRAF

8

Noticiário da FIESP-CIESP

12

Economia

16

Noticiário TÉCNICO

18

Várias

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Setor Jurídico

33

Regionais da ABIGRAF

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NO ESTADO DE SAO PAULO Diretoria: RUBENS AMAT FERREIRA Vice-Presidente: HENRIQUE NATHANIEL

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cousE

Secretário: SIDNEY FERNANDES 2.0 Secretário: JOSE AIDAR FILHO Tesoureiro: IRINEU THOMAZ Z.° Tesoureiro: WALDYR PRIOLLI

Diretor Relações Públicas: PERY BOMEISEL Suplentes: Jest BIGNARDI NETO ISAIAS SPINA SYLVIO FONSECA SERGIO BIGNARDI JOA0 ANASTACIO GODOY DRAUSIO BASILE WIDAR ASBAHR Conselho Fiscal: JOSE RAPHAEL FIRMINO TIACCT FRANCISCO TEODORO MENDES FILMY VITTO JOSE CIASCA

Suplentes:

Nosga Capa: MICROFOTO DE PARTE DE

IRINEU FRANCISCO ROCCO AYRTO ALBERTO SCHVAN BERNARDO SINATRO

UM CLICHE COM FORMACIO DE "PONTE"

Delegados Representantes

Junto A FIESP: THEOBALDO DE NIGRIS HOMERO VILLELA DE ANDRADE Suplentes: Josg BIGNARDI NETO WALDYR PRIOLLI

Guia da IND. GRAFICA .

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Você trabalha com gráfica; você entende de gráfica ; você sabe o que é bom e o que não bom dentro de uma gráfica. Então, leia estas especificações da dobradora 590 e descubra a falta que ela está fazendo dentro da sua gráfica: A 590 é uma máquina que dobra papéis desde 50 ate 140 gramas por metro quadrado. Ela permite a entrada de

papéis a partir de 0,90 por 1,25 metros e até um tamanho máximo de 2,00 por 2,00 melros! Ela faz 4 dobras em cruz, ou muitos grupos de dobras paralelas, a uma velocidade de 130 m por minutos. A 590 opera com separadores a sèco (sem óleo), possui marcador automático, tem requisitos especiais de segurança, além de equipamentos

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Boletim da Ind. Gráfiea-2/75


Meados da década de 60 começou a acentuar-se o processo de transformação que vem acelerando as profundas alterações que o apuro tecnológico e a eletrônica vão impondo irreversivelmente et secular estrutura da indústria gráfica. Por outro lado, muito diversas são as condições de comercialização do impresso nesta década de 70, mercê de condições oriundas de inúmeros entraves, que incluem a competição, cada vez maior; a acentuada escassez de matéria-prima; a falta de mão-de-obra qualificada de nível médio e superior e, naturalmente, as onerações fiscais, que são muitas e pesadas. Tanto mais que qualquer empresa gráfica, isoladamente, a ABIGRAF e o SIGESP conhecem e acompanham a evolução deste estado de coisas, como naturais anteparos, que são, onde se rebatem, em busca de soluções, as dificuldades da nossa apesar de tudo próspera indústria gráfica. Cônscias dos encargos que, em função das suas próprias razões de ser, ambas estas nossas entidades — agregadoras da indústria gráfica em nossa terra — tem para com o empresário do setor, as diretorias da ABIGRAF e do SIGESP estão ultimando o estudo de alentado "Plano de Ação para o triênio 1975/1977", com o qual visam dotar as duas entidades de condições condizentes com a atual conjuntura de fenomenal progresso técnico, e torná-las capazes de enfrentarem os múltiplos problemas de outras ordens, que hoje quase assolam o setor. Aumento da capacidade operacional dos Departamentos — especialmente do Departamento Jurídico, que será grandemente ampliado em suas condições de atendimento, em todas as suas seções — assim como a criação de três novos Departamentos, subordinados 'as epígrafes de: Economia e Estatística; Técnico e de Divulgação, está previsto nesse Plano de Ação, cuja estrutura final, uma vez concretizada, colocará os serviços da ABIGRAF e do SIGESP et altura das circunstâncias atuais e em consonância com os legítimos desejos e interesses dos seus associados e filiados. Todos os esforços serão envidados na consecução desse já hoje inadiável Plano. No entanto, do apoio irrestrito e indispensável, que ambas as diretorias esperam receber por parte do empresariado gráfico em geral, dependerá o seu êxito efetivo. Boletim da Ind. Gráfica-2/75


X‘X Noticiário

\‘\1 do Sindicato

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CASOS ESPECIAIS PARA O RECOLHIMENTO DO ICM

A Secretaria da Fazenda baixou novo regulamento, em vigor desde o primeiro dia deste ano, para recolhimento do ICM, prevendo utilização de guias especiais (modelo 12) para mais de uma dezena de casos. Essas exceções, fixadas pela Coordenação da Administração Tributaria da pasta, são as seguintes: a — nas entradas de mercadorias importadas de outros países; b — na entrega de mercadorias trazidas de outros Estados, sem destinatário certo neste Estado; c — nas saldas de mercadorias decorrentes de arrematação judicial e da arrematação daquelas importadas do estrangeiro, em leilão promovido por repartições aduaneiras; — nas saldas de mercadorias decorrentes de alienações de bens em leilões, falências, concordatas ou inventários, quando devido o imposto; — nas operações eventuais realizadas por contribuintes de outros Estados com mercadorias existentes em território paulista; f — nas saídas de mercadorias de estabelecimento beneficiador de produtos agrícolas com destino a estabelecimento ou pessoa diversa daquela que as tiver remetido para beneficiamento;

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Boletim da Ind. Graf lca - 2/75

g — nos recolhimentos decorrentes de ação fiscal e nos casos não regulados; h — nas operações efetuadas por contribuintes que só aperem em períodos determinados, tais como Finados, festas natalinas, juninas, carnavalescas e outras, em estabelecimentos provisórios instalados inclusive em lugares destinados a recreação, esporte, exposições e outros semelhantes; i — decorridos 120 dias da emissão da nota fiscal, quando não houver prova da entrega do produto industrializado na Zona Franca de Manaus ou quando for verificado, a qualquer tempo, que a mercadoria não chegou ao destinado indicado ou, então, que foi reintroduzida no mercado interno; j — se depois de 60 dias, contados da data da saida da mercadoria para demonstração, não tiver ocorrido a transmissão de sua propriedade nem seu retorno; 1 — nas saídas de papel usado ou aparas de papel; sucata de metais; cacos de vidro, retalhos; fragmentos e resíduos de plásticos ou de tecidos para fora do Estado; m — nas saldas de café cru, em coco ou em grão, para outro Estado, para o Exterior, para o Instituto Brasileiro do Café ou para estabelecimento industrial para torrefação ou industrialização;

— nas saldas de materials, inclusive sobras e resíduos decorrentes de obra executada ou demolição, quando destinados a terceiros, feitas por empresa dispensada do livro Registro de Apuração do ICM, modelo 9; — nas saídas de gado em pé com destino a outro Estado ou ao Exterior, bem como nas saídas a consumidor ou usuário final, para ser abatido para consumo próprio.

NOVAS POSSIBILIDADES DE PARCELAMENTO DO ICM

Os contribuintes do ICM poderão solicitar novo parcelamento do tributo mesmo se estiverem pagando ainda um parcelamento anterior, segundo informa a Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo. Para solicitar esse novo parcelamento, determinado pelo titular da pasta, prof. Carlos Rocca, os contribuintes terão prazo ate o dia 30 de junho próximo. A acumulação de parcelamentos, permitida pelo Regulamenta do ICM que entrou em vigor em 1. 0 de janeiro último, está condicionada a que estejam em dia as prestações de qualquer parcelamento atual. Findo aquele prazo, voltará a vigorar a regra que impede sejam apresentados novos pedidos enquanto não quitado o parcelamento solicitado anteriormente. Continuará permitida, contudo, a concessão de dois parcelamentos simultâneos de débitos em fases diferentes de cobrança. Isto é, o mesmo contribuinte poderá obter um parcelamento de deoito não inscrito na Dívida Ativa e, ao


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mesmo tempo, um outro débito já inscrito. Ainda com base ern dispositivo do novo regulamento, abre-se a possibilidade de parcelamento de débito vencido até 31 de dezembro de 1974, mesmo que decorridos 60 dias de seu vencimento, quando se trata de débito declarado pelo contribuinte, ou 10 dias contados da intimação da penhora.

ACRÉSCIMOS Também ocorreu alteração quanto aos acréscimos que incidem sobre os débitos a serem parcelados. As dividas do ICM existentes até 31 de dezembro de 1974, denunciadas pelo próprio contribuinte, além de corrigidas monetariamente têm um acréscimo fixo de 30%. Agora, em tais casos, se o débito for posterior a 1. 0 de janeiro de 1975, esse acréscimo passa a ser de 1,5% ao mês, sem prejuizo, obviamente, da correção monetária do débito. Esse acréscimo e correção monetária, aliás, incidem sobre todos os tipos de débitos fiscais, apurados ou não pelo Fisco, e só são interrompidos, no caso do parcelamento, a partir do mês seguinte ao do deferimento do respectivo pedido.

O novo regulamento não modificou as demais disposições vigentes anteriormente em relação ao beneficio. Assim, continua existindo o acréscimo constante de tabela de amortização dos débitos, variável segundo o número de meses em que serão quitados, no limite máximo de 24 parcelas. Ao mesmo tempo foram confirmadas as outras regras referentes As formalidades e condições a serem preenchidas pelos contribuintes interessados na obtenção do parcelamento de seus débitos.

"IMPRESSÃO» JORNAL DA INDÚSTRIA GRÁFICA NA BAHIA Editado pelo Sindicato da Indústria Gráfica no Estado da Bahia, está circulando o 1.0 número de IMPRESSAO. uma das primeiras decisões da recentemente empossada nova diretoria do SIGEB. O jornal deverá desenvolver esforços para que «o parque gráfico local consiga se elevar a um nivel de técnica e de conscientização adequados», a fim de evitar a evasão frequente de serviços para outras regiões do Pais. Ao novo órgão o SIGESP auspicia, cordialmente, longa vida e colimação perfeita dos seus momentosos objetivos.

PROBLEMÁTICA DA INDÚSTRIA GRÁFICA NACIONAL No último Encontro Nacional de Editores e Livreiros, realizado em Serra Negra — SP, e que teve o patrocinio da Camara Brasileira do Livro e do Sindicato Nacional de Editores e Livreiros, reuniram-se representantes das maiores empresas brasileiras do setor para discutir vários dos mais importantes problemas que atualmente afetam a indústria e o comércio do livro. E numerosas foram as teses apresentadas ao momentoso Encontro e debatidas em plenario. Entre estas, destacamos «Problemática da Indústria Gráfica Brasileira», de autoria do sr. Dritusio Basile, diretor-suplente do SIGESP. Subordinou o Sr. Basile o seu trabalho a nove itens: O Investimento; O Maquindrio; A Matéria-Prima; A Mão-deObra; O Mercado; A Administração; A Formação de Preços;

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Retorno do Investimento e Estratégias Mercadológicas, cujos temas, embora em si isoladamente estanques, interdependem hoje na estrutura de um empreendimento gráfico. Todas essas seções da sua tese foram pelo autor abordadas com conhecimento de causa, arrimada, esta, num manancial de experiências colhidas no dia-a-dia da prática numa empresa gráfica.

CARTÕES DE BOAS-FESTAS Agradece o SIGESP o envio dos seguintes cartões de Natal, retribuindo os votos neles formulados: Comercial de Máquinas para Escritórios Souza Ltda. — Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas — Gráfica Rana Ltda. — Gráfica José e Peres Ltda. — Linotipadora Gráfica Ltda. — Sindicato das Indústrias Gráficas do Recife — Gráfica Noviello Ltda. — Gráfica Safira Ltda. — Gráfica Humaitá Ltda. — Gráfica São João Ltda. — Artes Gráficas Garantia Ltda. — IGEL — Indústria Gráfica de Embalagens Ltda. — Indústria Gráfica S. Fernandes — Associação Amigos da Aclimação — CERN Boletim da Ind. Gráfica -2/75


Cia. Editora do Rio Grande do Norte — Tipografia Mateense Ltda. — Lima Organização — Edemar Pereira Lima — Gráfica Editora Santo Antonio — Sindicato da Indústria do Papel, Celulose e Pasta de Madeira para papel do Estado de São Paulo — Tipografia e Papelaria Cariri — Comercial Gráfica Reunida Editora S/A. — COMGAS — S/A. Mercantil Anglo Brasileira — Gráfica Olinda Ltda. Brasilcote Indústria de Papéis Ltda. — Dafferner Ltda. CIGAL — Assessoria Paulista de Organização S/C Ltda. Transfiem Transportes Ltda. — Instituto Roberto Simonsen — Casa Faro — Turismo e Cambio S/A. — Universidade Federal do Rio Grande do Sul -- Sindicato da Indústria de Café Solúvel do Estado de São Paulo — Sindicato das Indúsrias Gráficas do Estado do Paraná — Associação Brasileira da Indústria Gráfica Regional do Parana Sindicato das Indústrias Gráficas do Estado da Guanabara — C.C.E. Felicio Lanzara — Hotel Eldorado — Gráfica Irmãos Silva Ltda. — Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Gráficas de Sao Paulo — Alcantara Machado Comércio e Empreendimentos Ltda. — Oscar Flues & Cia. Ltda. — SENAI — Departamento Regional de São Paulo Associação Brasileira das

Indústrias de Fundição de Ferro e Aço — Sindicato das Indústrias de Fundição do Estado de São Paulo — Sindicato das Indústrias Gráficas no Estado de Minas Gerais — Associação Brasileira da Indústria Gráfica Regional de Minas Gerais — Priolli & Cia. Ltda. — APIC — Associação de Intérpretes de Conferência — Cooperadora Gráfica Ltda. — Gastão Campanaro — ANAVE Associação Nacional dos Homens de Venda de Celulose, Papel e Derivados — GEBE — Comércio e Indústria Gráfica Ltda. — Rica11 Máquinas e Equipamentos Gráficos — Associação Brasileira de Fisioterapeutas — Tipografia Aquino Ltda. — Associação Brasileira de Embalagem — Casa Publicadora Brasileira J. R. Indústria Gráfica Ltda, — ASPAG — A São Paulo Artes Gráficas Ltda. — Companhia Melhoramentos de São Paulo — Indústria de Papel — Câmara Brasileira do Livro — Federação dos Trabalhadores nas Indústrias Gráficas do Estado de Sao Paulo Intergráfica Industrial Ltda. Tipografia Edanee S/A. — Hotéis Othon — Sindicato da Indústria de Resinas Sintéticas de São Paulo — Entregador de «0 Estado de São Paulo» — Secretaria de Planejamento da Presidência da República — Banco do Estado da Guanabara — Sindicato da

Indústria de Materials e Equipamentos Ferroviários e Rodoviários no Estado de Silo Paulo — Indústrias Menten de Cartonagem Ltda. — Tipografia Cruzeiro Ltda. — Irwa Indústria Gráfica Ltda. — Clicheria Rufer-Rudolf Scherhaufer — Relévo Arquitetura Promocional Ltda. — Fundação Nacional de Material Escolar Lorilleux do Brasil — Indústria de Tintas S/A. — Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Gráficas de Santos e São Vicente — Construtécnica S/A. Comercial e Construtora — Copeme — Cia. de Promoção de Exportação de Manufaturados do Estado de São Paulo — Camara Municipal de Sorocaba — Centro das Indústrias do Estado de São Paulo — Companhia Gráfica P. Sarcinelli — Gráfica Cinelándia Ltda. — Rebizzi S/A. Gráfica e Editôra — Fuji Photo Film do Brasil Ltda. — Editoras de Guias LTB S/A. — J. C. Weiss — Norvan Edmundo Feria — Franco Montoro Jayro Maltoni — Impresora Uruguaya Colombino S.A. Ulysses Guimarães — Benjamin Hurtado — APAE Feira da Bondade — Abril S/A. Cultural e Industrial — Manuel Soberon Salgueiro — José Camargo — Carlos Ramirez — Gráfica Martini S/A. Pedro Alberto Petruccelli O Beco — Proal — Nanograf..

Participe com assiduidade das reuniões do SIGESP e da ABIGRAF. E esta a forma razoável e lógica de dar a sua colaboração minima para que ambas essas suas entidades de classe lhe possam devolver o máximo em assistência.

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\\ Noticiário da

ABIGRAF

\\\\ IPI-ICM-INPS-FGTS-PIS NA DECLARAÇÃO DO IR

PARECER NORMATIVO DA CST RESPONDE A CONSULTA DA ABIGRAF losoetoria da Receita Federal — S. Paolo. encaminhou o Departamento Jurídico da ABIGRAF consult a a respeito de dúvidas em torno da dedutihilidade, na declaracão do lit, dos montantes dos impostos UPI e IC)1) e contribuições ao IN I'S, referentes ao mils de dezembro, mas nine somente seriam recolhidos no exercício seguinte, como é da própria sistemática de tais tributos. Pelo Parecer Normativo n.o 174. de de setembro último, a Coordenava° do Sistema de Tributação responde a essa Consulta da ABIGRAF e esclarece as dúvidas, indicando as normas a serem seguidas em cada caso. Para conhecimento dos nossos associados, e leitores do BIG, reproduzimos, a seguir, na Integra, tanto a Consulta encaminhada à IlLIF pela AIM: RAF. COMO o Parecer Normativo n.o 174 da CST.

A CONSULTA DA ABIGRAF EXMO. SR. DIRETOR DO DEPARTAMENTO DO IMPOSTO DE RENDA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INMSTRIA GRÁFICA — ABRIGRAF, entidade que congrega a quase totalidade das indústrias gráficas existentes no País, com sede nesta Capital à rua Marquês de Itú, 70 — 12. 0 andar, por seu Presidente infra-assinado, vem pela presente formular a seguinte: CONSULTA A maioria de nossas filiadas, as indústrias gráficas, encerram seus Balanços no dia 31 de dezembro de cada ano e naquela data contabilizam como despesas os montantes dos impostos (IPI e ICM) bem corno, da contribuição devida ao INPS referentes ao mês de Dezembro, mas que somente serão recolhidos no exercício seguinte, dentro dos prazos legalmente previstos. Nessas condições, a Suplicante vem considerando como despesa operacional para efeito de apuração do lucro tributável pelo imposto de renda em um determinado exercício, o valor total dos impostos e contribuições devidos no dia 31 de dezembro desse exercicio, mas que somente serão 8

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pagos no exercício seguinte, PORQUE ASSIM O PERMITEM AS RESPECTIVAS LEIS DE REGÊNCIA. Entende a Consulente que esse procedimento está correto, porque: 1.°) — O dispositivo do Regulamento do Imposto de Renda que restringe o direito dedutibilidade dos impostos, taxas e contribuições apenas aos efetivamente pagos durante o exercício a que corresponderem, não teve em vista tributos e contribuições que, como o ICM, o IPI e a contribuição ao INPS, têm o fato gerador ocorrido em um mês e são recolhíveis no mês seguinte, mas sim, o atrazo no recolhimento de tais encargos somente. A independência dos exercícios sociais (período de base), tônica fundamental da legislação do imposto de renda, é muito mais perfeitamente observada se a contabilização do crédito valer como dedutibilidade legítima, pois o tributo é verificado como devido no próprio exercício financeiro em que se efetuar a sua dedução. 2.°) — Se é inegável o direito à dedutibilidade de créditos de terceiros perante a empresa, maior razão existe para observar tal regra quando esse terceiro é entidade de direito público interno, em favor do qual não se pode admitir o reconhecimento espon-

tâneo de um crédito, se ele não for efetivamente devido. 3. 0 ) — A interpretação de que o dispositivo legal em foco teve em mira impedir a dedutibilidade dos impostos pagos com atrazo, ou seja fora dos prazos regulamentares, é a única que impede que tal dispositivo conflite frontalmente com a norma geral da independência dos exercício sociais. Com efeito, se os anos bases são considerados como compartimentos estanques, não se admitindo a transferência de despesas de um para outro exercício; se, por outro lado, o imposto devido no mês de dezembro, somente pode ser considerado como despesa operacional, se for recolhido naquele mesmo mês; se existem tributos e contribuições devidos no mês de dezembro que somente poderão ser pagos no seguinte; tais encargos não poderão ser considerados como despesa operacional em nenhum dos exercícios sociais. Em suma: todos os impostos e contribuições cujos respectivos fatos geradores ocorrerem até o último dia de um exercício social (ano base), mas que por lei devam ser pagos no exercício seguinte, não poderão ser considerados como despesas operacionais em nenhum dos exercícios, porque: a) no primeiro haveria o impedimento legal de não terem sido efetivamente pagos; b) no segundo, existiria o impedimento legal de não se referirem Aguele execicio... Entretanto, para que não pairem dúvidas a respeito do acerto do procedimento que vem sendo seguido e transmitido a seus associados pela Consulente e no exclusivo intuito de salvaguardar os interesses dos mesmos e os do Fisco Federal, indaga: 1.4 ) — Está correto o procedimento que vem sendo seguido pela Suplicante e descrito no inicio desta consulta? — Na hipótese de ser negativa a resposta à primeira indagação, como deverá a Suplicante instruir seus associados para proceder a regularização da situação, retificando as declarações apresentadas até hoje? Termos em que, processada e respondida esta na forma e prazo legais, P. Deferimento. São Paulo, 8 de janeiro de 1969.


O

PARECER NORMATIVO CST N° 174 02 — Imposto de Renda 02.02 — Pessoa Jurídica 02.02.03 — Custos, Despesas Operacionais e Encargos 02.02.03.01 — Impostos, Taxas e Contribuições Dedutibilidade, como custo ou despesas, de impostos, taxas e contribuições. Inteligência do art. 164 do RIR (Decreto n.° 58.400/66) — Sua integração nos arts. 151 a 155 do CTN (Lei n.° 5.172, de 25-10-66).

Indagações de ordens diversas surgem sobre a exegese do art. 164 do RIR (Decreto n.° 58.400/66). Dentre outras condições, estabelece o dispositivo «sub lumine» que impostos, taxas e cobrados por contribuições pessoas jurídicas de direito público, ou por seus delegados, são dedutíveis como custo ou despesas, desde que «efetivamente pagos durante o exercício financeiro a que corresponderem, ressalvados os casos de reclamação ou de recurso tempestivos». Ante essa condição, volta-se a perquirir sobre a dedutibilidade de encargos como o ICM, o IPI, as contribuições para o INPS, FGTS e o PIS (incidente sobre faturamento) etc., que, não obstante consubstanciados como obrigações tributárias no ano-base, podem, no entanto, ter o prazo normal para o respectivo pagamento projetado para o ano seguinte, correspondente ao seu exercício fiscal. Como se sabe, é da própria sistemática de tais tributos terem os seus fatos imponiveis situados num período

(quinzena, mês) e as datas-limites para seu recolhimento em período subseqüente. Assim, quando da passagem de um exercício para outro, verificase, relativamente a tributos pertencentes a um ou mais períodos, também a trasladação de sua exigibilidade. 0 problema está na exata determinação do exercício financeiro a que se refere a lei. As dúvidas aparecem quando erroneamente se interpreta a expressão como significando o exercício social do sujeito passivo, em vez de considerá-la em relação à pessoa tributante, e nesse caso correspondendo ao seu exercício orçamentário. Com efeito, deve ser este o entendimento correto, porquanto o claro objetivo da lei está em contemplar o exercício do vencimento da obrigação, numa evidente exceção, in casu, à regra geral de competência referida mais adiante. Essa conclusão se harmoniza perfeitamente com a situação focalizada, onde a obrigação principal, nascida num dado momento do exercício social, tem seu cumprimento exigido somente no exercício social subseqüente. Isso não impede, todavia, que, contabilizados tais encargos no ano-base, como obrigações a pagar, sejam nesse mesmo ano deduzidos como custos ou despesas operacionais, uma vez perfeitamente determinado, em relação a cada qual, o «quantum debeao que se depreende tur». do artigo e parágrafo que abaixo se transcrevem: «Art. 162 — São operacionais as despesas não computadas nos custos, necessárias A. atividade da empresa e à manutenção da respectiva fonte produtora (Lei n.° 4.506, art. 47). § 1. 0 — São necessárias as despesas pagas ou incorridas para a realização das

transações ou operações exigidas pela atividade da empresa (Lei n.° 4 506, art. 47, § 1.°)» (Grifo nosso). E ainda porque, conforme se pode inferir dos arts. 216, 224 § 1. e 242 do RIR, a sistemática geral do tributo consagra o regime de competência, em preferência ao de caixa, na apuração dos resultados anuais das empresas. A lei, por outro lado, condiciona a dedução ao efetivo pagamento durante o exercício de correspondência,

ainda que tal pagamento se verifique após o seu vencimento. No caso de inadimplemento da obrigação dentro desse período — exercício de correspondência — deve seu valor ser oferecido 4 tributação, mediante retificação da declaração na qual o tributo tenha sido computado como parcela dos custos ou despesas dedutiveis. No caso de parcelamento, porque a mesma obrigação tributária foi reajustada em seu aspecto temporal, com a concessão, baseada em lei, de novas prazos («prazos legais», conforme Parecer Normativo CST n.° 540/70, de 14-12-70), a dedutibilidade igualmente admitida, enquanto recolhidas as parcelas convencionadas dentro do exercício financeiro em que se situem os respectivos vencimentos. A respaldar essa ilação, está a circunstância de incluir-se o parcelamento — moratória ern caráter individual — entre as formas de suspensão do crédito tributário, de que tratam os arts. 151 a 155 do Código Tributário Nacional, nos quais há que integrar-se o preceptivo «sub cogitatione». Quanto aos encargos legais decorrentes, a situação é variável. No que tange a juros de mora, por se tratar de compensação pelo atraso na liquidagão de débitos, caracterizam-se

Boletim da Ind. Gráfica-2/75

9


NOTICIÁRIO DA ABIGRAF

como despesa financeira, e como tal são dedutiveis. Relativamente à correção monetária, há que distinguir: a incidente sobre débitos dedutíveis — porque guarda a sua mesma natureza e de cujo valor constitui mera atualização — dedutivel; não o sendo, todavia, a incidente sobre débitos cuja dedução não é autorizada, como o imposto de renda, a contribuição de melhoria, o imposto sobre a transferência da propriedade acrescido ao respectivo custo, as multas por infrações fiscais, tudo ex vi do art. 164 e seus parágrafos 1. 0, 2.°, 3.° e 4• 0 , respectivamente. As multas de mora, assim chamadas porque decorrentes de atrasos no pagamento de débitos fiscais, têm características de penalidade, não sendo, igualmente, dedutiveis, a exemplo das multas por infrações fiscais. Excepcionando a dedutibilidade fora do exercício de correspondência, labora a parte final do caput do art. 164, em que se ressalvam os «casos de reclamação ou de recurso tempestivos e os casos em que a firma ou sociedade tenha crédito vencido contra entidade de direito público, inestatais, clusive empresas autarquias e sociedade de economia mista em montante não inferior A quantia do imposto, taxa ou contribuição devida (Lei n.° 4.506, art. 50)». Também constituem exceções: a moratoria, o depósito do montante do crédito tributário e a concessão de medida liminar ern mandado de segurança (CTN, art. 151). No tocante à consulta, há que dizer apenas que entre seus efeitos não está a suspensão do crédito tributário, posto que não é ela instrumento hábil para questioná-lo após sua constituição e, se for-

10

Boletim da Ind. Gráfica - 2/75

mulada com tal propósito, a conseqüente declaração de sua ineficária resultará na indedutibilidade do tributo acaso existente, se o respectivo pagamento verificar-se em exercício financeiro posterior Aguele em que deveria ter sido satisfeita a obrigação. A consideração superior. SLTN, em 24 de setembro de 1974. Olavo Nery Corsatto, AFTF MNTPJ: 2.20.09,04 De acordo. Publique-se e, a seguir, encaminhem-se cópias As SS.RR. R.F. para conhecimento e ciência aos demais órgãos subordinados.

CD! RESTRINGE AS IMPORTAÇÕES RESOLUÇÃO N.° 35 DO CONSELHO DE DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL O Conselho de Desenvolvimento Industrial, usando das atribuições que lhe confere o inciso I do artigo 3.° do Decreto n.° 67.706, de 7 de dezembro de 1970, e — Considerando a necessidade de compatibilizar sua sistemática operacional com os objetivos da atual política económica, resolve: Art. 1.0 — Os incentivos do Decreto-lei n.o 1.137, de 7 de dezembro de 1970, beneficiando os setores definidos em conformidade com o inciso I, artigo 3.0 do Decreto n.° 67.706, de 7 de dezembro de 1970, serão concedidos a projetos industriais que permitam avaliações favoráveis, tendo em vista as seguintes condições básicas:

I — destinar-se a substituir importações; II — vincular-se a compromissos de exportação nos setores convenientemente atendidos pela oferta existente; III — contribuir para descentralização industrial ou redução de desequilíbrios regionais; IV — apoiar-se em adequada estrutura financeira no que concerne ao capital próprio em relação ao de terceiros; V — apresentar quantificacão de capital fixo e de giro capaz de atender As condições especificas do empreendimento; VI — promover o uso mais intenso de insumos nacionais; VII — proporcionar a adocão de processos tecnológicos adequados ao desenvolvimento setorial e regional; VIII — apresentar escalas de produção compatíveis com a obtenção de custos competitivos; IX — atender aos critérios anti-poluição. A presente ResoArt. 2.° lução entrará em vigor na data de sua publicação no Diário Oficial. Brasilia, 12 de dezembro de 1974. — Severo Fagundes Gomes — Mario Henrique Simonsen — João Paulo dos Reis Velloso.

APROVADA PELO SENADO LEI SOBRE A IMPORTAÇÃO DE PAPEL O Senado aprovou recentemente projeto do Governo que revoga as leis 1.386/51 e 2.186/54, e estende As empresas editoras ou impressoras de livros os favores concedidos As empresas jornalísticas pela lei


1.386, que regula a importacão de papel e outros materiais de consumo de imprensa.

Constituição e Justiça, de Economia e de Finanças do Senado.

Duas emendas foram apresentadas ao projeto do Executivo, através dos Senadores Danton Jobin (MDB-GB) e

Defendendo suas emendas os dois Senadores argumentaram sobre as possíveis situações «insustentáveis» que se criariam para a imprensa brasileira, usando como tópico importante de suas defesas, a não suficiência da indústria nacional de papel para atender As imperiosas necessidades de consumo dos nossos jornais e revistas. Por outro lado, os relatores do projeto do Governo de revogação das leis protetoras da imprensa, argumentaram que a liberdade das empresas para

Vasconcelos Torres (ARENARJ), e que atendiam a interesses da indústria editorial e pretendiam manter no orçamento cambial, prioridade aos jornais e revistas para a importação do papel de imprensa destinado As atividades dessas empresas. Ante a revogação das leis protetoras, porém, foram rejeitadas com pareceres contrários das comissões de

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efetuar as importações sobretudo do ponto de vista tarifário, faz com que cresça o desinteresse pela utilização das quotas estabelecidas, mesmo que sejam exigidas para o financiamento especial do Banco do Brasil. Assinalou o relator da Code Finanças Eilson Gonçalves, que a manutenção do atual sistema de quotas é de pouca utilidade prática para o setor jornalístico, e que a nova dinâmica fiscal introduziu vários mecanismos, objetivando a proteção dessas importações tornando a legislação que se pretende revogar completamente obsoleta.

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Noticiário da FIESP-CIESP \\\\\\\\\

A CÂMARA MUNICIPAL DE S. PAULO HOMENAGEIA THEOBALDO DE NIGRIS

O trabalho da Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo, do SENAI, SESI e Instituto «Roberto Simonsen» e, especialmente, o respaldo ao processo de desenvolvimento desencadeado pela Revolução de 1964 traçados pelo Sr. Theobaldo De Nigris, responsável pelas presidências da FIESP-CIESP, do IRS e dos Conselhos Regionais do SENAI e SESI, foram destacados pelo presidente da Câmara Municipal de São Paulo, Joao Brasil Vitta, no momento da outorga ao líder da indústria paulista da Medalha «Anchieta» e respectivo diploma. A cerimônia, realiza.da dia 23 último, As 18,00 horas, no Salão Nobre do Palácio Anchieta, sede da Camara Municipal, contou com a presença dos secretários de Estado Paulo Gomes Romeu, da Educacão; Mário Romeu de Lucca, do Bem Estar Social; deputados, vereadores, diretores e assessores daquelas entidades, empresários, parentes e amigos do homenageado. Em sua saudação ao Sr. Theobaldo De Nigris, o presidente da Camara traçou o perfil do homem e do empresário, afirmando ser o homenageado «elemento de catálise, informador e formador de idéias», que «quando progra-

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Boletim da Ind. Gráfica-2/75

ma, edifica; quando doutrina, traz uma série de exemplos a serem seguidos; projeta a verdadeira paz social em todos os organismos que dirige e na própria FIESP, dando Aquele que está do outro lado do contrato de trabalho toda assistência, já que ele dá o melhor de si.» E lembrou o orador que «a sorte não pode ser oferecida Aquele que não tenha capacidade de trabalho» e que, afinal, «todos os valores reais acabam por tomar o seu lugar.» Outro aspecto ressaltado pelo Presidente da Camara é que «Theobaldo de Nigris não se limita a conversar academicamente com os industriais; busca ele dialogar com os Poderes Públicos e mostrar que as indústrias precisam ser ouvidas, em benefício da produção, forma de um trabalho consciente em prol do Pais.» Ern seu agradecimento, o sr. Theobaldo De Nigris frisou que a homenagem era, em última análise, o reconhecimento, pela classe política, do trabalho do empresário de São Paulo e, especialmente, da FIESP, que vem seguindo a orientação no sentido de estar presente aos debates dos grandes problemas da nacionalidade, já que eles são inerentes ao esforço em pról do desenvolvimento. «Nos julgamos criaturas que damos de nós o melhor dos

esforços. Nós somos homens que trabalhamos pela Revolucão de 1964 e para ela. Sabemos, perfeitamente, que esta Revolução está propiciando condições de se criar um Brasil Grande que, até março daquele ano, era imaginado em sonho. Particularmente, estamos felizes, por sermos partícipes deste desenvolvimento», o presidente da acentuou FIESP-CIESP. E terminando, frizou: «Devo agradecer a homenagem que me foi prestada, porém é necessário que eu diga que o mérito está nos companheiros, companheiros de jornadas difíceis, muitas delas, gloriosas. A eles, a minha homenagem e o meu muito obrigado! Estiveram presentes A solenidade: Nadir Dias de Figueiredo, presidente-Emérito da FIESP-CIESP; Francisco da Silva Villela, 1.0 vice-presidente; Jorge Duprat Figueiredo, 2.0 vice-presidente das entidades, bem como os vice-presidentes Mário Toledo de Moraes, José E. Mindlin, José Polizotto, Edmundo Kehdi, Eduardo Garcia Rossi, Oscar Augusto de Camargo; os diretores Roberto Ferraiuolo, Aristides Pileggi, Luiz Augusto Garaldi de Almeida, Antonio La Selva, Amilcare Forghieri, Luiz José Monteiro, Salvador Firace, Robert Schoueri, Nildo Masini, Jurandyr de Castro, Donato Paccico, José Wilson Saraiva; o secretário geral da FIESP-CIESP, Hélio Barbosa Fernandes; o chefe da Assessoria da Presidência das entidades, João Dalla Filho; o diretor do Departamento Regional do SENAI, Paulo Ernesto Tolle; Theobaldo De Nigris Junior, José De Nigris, filho e sobrinho do homenageado; além de outros familiares, amigos e personalidades já citadas.


O homenageado. Dr. Theobaldo De Nigris, na ocasiAo em que agradecia, no recinto da Câmara Municipal, a honraria de que estava sendo alvo.

SOROCABA LANÇA PESQUISA SÓCIO-ECONÔMICA PROFISSIONAL O lançamento da Pesquisa Sócio-Econômica e Profissional de Sorocaba, iniciativa da Delegacia Regional do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo daquele município, e a. posse dos membros do Conselho de Mão-de-Obra da Seccional do CIESP marcaram a última reunião mensal dos delegados da entidade, presidida pelo Sr. Theobaldo De Nigris, presidente da FIESP-CIESP. O encontro foi realizado recentemente na cidade de Sorocaba, no Conjunto Assistencial, Educacional e Esportivo do SESI «Senador José Ermirio de Moraes», com a presença do prefeito Armando Pannunzio, diretores daquelas entidades e empresários de todo o Interior.

O Conselho de Mão-de-Obra, criado naquela Delegacia, tem a finalidade de trabalhar para o atendimento das necessidades de mão-de-obra das novas empresas que estão se instalando no município, a par da valorização do homem da região. Visando êxito pleno da importante função da Delegacia, os conselheiros dela realizaram um trabalho de pesquisa em todos os estabelecimentos de ensino de Sorocaba com a finalidade de conhecer as possibilidades da mão-de-obra local, trabalho esse que contou com a colaboração da Delegacia de Ensino de Sorocaba, diretores, professores e corpo discente, além do apoio da Escola SENAI Regional, do Escritório Regional da Secretaria de Economia e Planejamento, da Prefeitura e empresas. Falando nesta reunião, o prefeito Armando Pannunzio destacou ao presidente Theobaldo De Nigris e demais empresários a importância da Pes-

quisa Sócio-Econômica e Profissional, lembrando a necessidade deste tipo de estatística para o encaminhamento futuro do estudante, As áreas de trabalho, adequação de sua tendência aos cursos profissionalizantes existentes, proporcionando, a um só tempo a expansão desta ou daquela escola. Sublinhou, ainda, para mostrar a importância que a Prefeitura emprestou h. iniciativa da Delegacia do CIESP, que a cidade, de 1973 até esta parte do ano, já recebeu 64 indústrias, abrindo um mercado de trabalho para mais de 40 mil trabalhadores, salientando que os planos da Prefeituúra prevêem a oferta de mais 40 mil empregos nos próximos 4 anos. Após apresentar aos delegados regionais do C1ESP o novo diretor do Departamento de Expansão Social, Sr. Luiz José Monteiro, da FIESPCIESP, o Sr. Theobaldo De Nigris pôs em relevo o trabalho

Boletim da Ind. GráfIca-2/75

13.


A mesa que presidiu os trabalhos, ern Sorocaba, por ocaslfio do lançamento da Pesquisa Sócio-Econômica e Profissional.

aos. Não estamos satisfeitos — frisou o sr. Theobaldo De Nigris, lembrando que muito foi

feito mas muito há por fazer. profícuo da gestão do prefeito Armando Pannunzio voltada para o desenvolvimento empresarial e, consequentemente, a favor do crescimento da cida-

de como um todo. 0 Sr. Theobaldo De Nigris destacou, ainda, na reunião, -alguns aspectos do trabalho desenvolvido pela Federação e Centro das Indústrias do Estado de São Paulo, SENAI, SESI e Instituto «Roberto Simonsen». Lembrou, por exempla, que a FIESP-CIESP não Om se preocupado tão somente com o desenvolvimento industrial, mas também com as partes social e profissionalizante, através, especificamente, do SESI e SENAI. Citou um dado que demonstra essa preocupação: somente em 1973, o SENAI formou mais de 130 mil pessoas, em diversas modalidades profissionais exigidas pela nossa indústria, enquanto que em 25 anos de existência, entregou apenas 330 mil certificados de conclusão de cur-

• 14

Boletim da Ind. Grifica - 2/75

Sentaram-se à mesa principal dos trabalhos os srs. Theobaldo De Nigris, presidente da FIESP-CIESP; Nadir Dias de Figueiredo, presidente-Emérito; Paulo Mariano dos Reis Ferraz, vice-presidente e diretor do DECOR; Mário Toledo de Morais, vice-presidente; Mario Barroso Ramos, Nelson Guarnieri de Lara, diretores adjuntos do Decor; Lae Iso Rodrigues, delegado do CIESP em Sorocaba; Clovis de Oliveira, chefe do DECOR; além do prefeito Armando Pannunzio.

PRESIDENTE DO INPI EXPÕE NA FIESP A POLÍTICA TECNOLÓGICA BRASILEIRA

Federação e Centro das Indo Estado de São Paulo, sendo os trabalhos conduzidos pelo Sr. Francisco da Silva Villela, 1.0 vice-presidente das entidades, no impedimento do presidente Theobaldo De Nigris, que viajara para Sorocaba, a fim de presidir reunião dos Delegados Regionais do CIESP e a solenidade inaugural do busto em bronze do saudoso líder da indústria e homem público que dá o nome ao Conjunto Assistencial, Educacional e Esportivo «José Ermírio de Moraes», do SESI. dústrias

Na primeira parte do encontro, especialmente convidado, o presidente do INPI — Instituto Nacional da Proprie-dade Industrial — Sr. Guilherme Hatab, fez uma exposição sobre a política tecnológica adotada pelo nosso Governo, discorrendo ainda sobre a nova fase de atividades daquele órgão, incumbido de sua aplicação prática.

22 de janeiro, último, a reu-

O sr. Francisco da Silva Villela apresentou e saudou o conferencista em breves pala-

nião plenária das diretorias da

vras.

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NOSSA ECONOMIA EM DEZEMBRO DE 1974 COMENTÁRIO

Ao findar o ano de 1974, o índice de custo de vida em nossa Capital registrou um aumento da ordem de 33,0%, o que não chegou a surpreender dada A. tendência que esse indicador vinha apresentando no decorrer do exercício. Dentre os itens que compõem o índice os que sofreram maiores elevações durante o ano foram: Transportes (45,9%) ; Alimentação (37,0%); e Educação (34,9%). Acompanhando a situação vivida em 1974, manifestamente pelo mundo todo, a gasolina — segundo pesquisa do IPE — registrou em nossa Capital um acréscimo da ordem de 104,5%, dos mais expressivos entre aqueles atingidos pelos bens de consumo, que por sua vez refletiu em aumentos nos preços das passagens de ônibus (50,5%) e nos táxis (78,8 ,0 ) explicando a taxa de 45,9% do item Transportes. Por outro lado os aumentos do leite (66,9%) ; do óleo (81,3%), e das verduras (140,5%), justificam o comportamento do grupo Alimentação, que vinha desde o início do ano, atuando de forma decisiva na intensidade do aumento do índice de custo de vida. Finalmente, dentro do grupo "Educação", o item pertinente ao material escolar, destacou-se dos demais, com um acréscimo de 63,0%, provável reflexo da distribuição irregular do papel no ano de 1974, que provocou inclusive o racionamento do produto, encarecendo seus derivados. Na Guanabara, segundo informa a Fundação Getúlio Vargas, "o índice de Boletim da Ind. Grafica-2/75

custo de vida alcançou uma alta de 33,8% no ano passado. Os produtos alimentícios no decorrer de 1974, foram responsáveis pela expansão acentuada desse índice, pois registraram um aumento de 41,4' ; superior portanto ao índice global. O item "Serviços pessoais", com um aumento de 33,2% também contribuiu para a elevação do custo de vida na Guanabara. Com o aumento do índice do custo de vida — ao nível de 33,0% , nossa moeda sofreu uma desvalorização na mesma medida com cerca de 2,8% de retração média por mês. Essa taxa foi bem maior que a registrada no exercício passado, quando o poder aquisitivo da moeda no ano todo sofreu queda de 12,0%. Em dezembro, dado ao incremento dos negócios de fim de ano, a expansão do meio circulante foi da ordem de 7,5% , terminando o exercício com um saldo de Cr$ 23.050 milhões. Percentualmente, o aumento sobre dezembro do ano anterior, foi de 20,4% contra 46,7% de 1973. Quanto as insolvências, o ano de 1974 fechou com cerca de 253 concordatas deferidas e 225 do ano anterior, significando um incremento da ordem de 12,4%, contra uma retração de 25,0% em 1973. Do total de deferimentos no Estado (253), 173 ocorreram na Capital, com o passivo atingindo a cifra de Cr$ 3.156.614 mil em 1974, ou seja, uma expansão nominal da ordem de 223,4% sobre o ano anterior, quando o mesmo valor totalizou a Cr$ 976.053 mil. Ainda na Capital, no exercício de 1974, "Editorial e Gráfica" com


Cr$ 258.877 mil liderou o valor do passivo da indústria, seguindo-se "Produtos Alimentares", Produtos de Matérias Plásticas e Material Elétrico e de Comunicações". No Comércio as maiores cifras corresponderam a "Grandes Magazines" com Cr$ 380.105 mil e a Eletrodomésticos, com Cr$ 83.143 mil.

Ainda entre os indicadores industriais, o consumo de energia elétrica comercial e industrial acusou em 1974 uma expansão de 10,0%. Apesar de menos intensa que a verificada no ano anterior (13,0%) manifestou no decorrer do exercício as mesmas tendências cíclicas, sem alterações significativas.

Já o comportamento das falências, foi mais otimista no exercício em análise, somando 672 decretos, bem menos que no ano passado, que registrou 1.098 falências decretadas (-38,8% contra +16,2 6/c respectivamente). Numa análise de setor, no decorrer de 1974, "Mobiliário" com 21 ocorrências foi o ramo industrial mais afetado pelas falências decretadas na Capital, seguindo-se "Produtos Alimentares, Metalurgia, Textil, e Editorial e Gráfica".

Finalmente, no que diz respeito ao nível de emprego industrial, na Capital, os resultados do exercício em análise foram menos otimistas que o exercício anterior (-1,6% contra +14,3%) merecendo destaque entretanto os ramos industriais de: Química e Farmacêutica (7,3%) ; Vidros e Cristais (6,0%) ; Papel e Papelão (7,5%), e Artefatos de Couro (20,5%), os quais encerraram o período com acréscimo sobre 1973.

COMPORTAMENTO DOS PRINCIPAIS INDICADORES ECONÓMICOS NO MES DE DEZEMBRO DE 1974 (Base: dezembro/73 = 100) Variação percentual no mês de dezembro em relação ao mês anterior

Número ESPECIFICAÇÃO

fndice dez./74

Variação percentual acumulada até dezembro

1974

1973

1974

1973

14,0

Custo de Vida

133,03

2,4

0,5

33,0

Meio Circulante (*)

120,4

7,5

12,2

20,4

46,7

Poder Aquisitivo da Moeda

75,2

- 2,3

- 0,5

- 24,8

-12,2

-17,4

_

12,4

-25,0

Concordatas Deferidas

135,7

Falências Decretadas

77,7

107,4

- 29,4

- 38,8

16,2

Nível de Emprego (1)*

144,3

- 1,4

- 0,3

- 1,6

14,3

Consumo de Energia Elétrica, Comercial e Industrial

101,9

- 7,9

- 0,3

10,0

13,0

Nota:

(*)

Dado sujeito a retificação (-) Não houve variação ( 1 ) Base: dez./1964 = 100. Secão de Estatística e Informações Industriais do DECAD, da FIESP/CIESP.

Boletim da Ind. GrAfita-VA

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FOTORREPRODUÇÃO PROGRAMADA

Noticiário Técnico

PIETRO CHASSEUR

PRELEÇÃO FEITA NA 4.' SEMANA TECNOLÓGICA DE ARTES GRÁFICAS SAO PAULO 7 A 11 DE OUTUBRO DE 1974

INTRODUÇÃO Programar, quer dizer dispor os elementos numa certa crdem técnica, tecnológica e econômica. O artesão possui essa capacidade de organização, proveniente da intuição e da considerável experiência. A comunicação, a terceiros, deste conjunto organizador torna-se-lhe difícil. Outras pessoas, que queiram adquirir esses conhecimentos, devem, pois, entrar em sintonia com ele, devem trabalhar com ele, as vezes, em dependência, ern estreita colaboração, e absorver, com o tempo, o conjunto da técnica de operação. A indústria, ao contrario, deve basear a própria atividade numa rígida organização unitária, segundo critérios de unificação de operação bem definidos, de fácil comunicação e bem compreensíveis aos operadores que necessariamente, não possuem a intuição típica e a arte genial de se ajustar, característica do mundo artesanal. A organização técnico-industrial, além disso, vê-se submetida, periodicamente, à luz dos avanços tecnológicos do próprio setor e dos setores colaterais. As novas estruturas possíveis devem ser avaliadas racionalmente por um eficiente cálculo econômico preventivo, valori-

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Bolo im da Ind. Gráfica-2/75

zado por uma verificação experimental séria e objetiva, para estabelecer, através de levantamento, a oportunidade ou não da renovação. Por isso, o técnico, que trabalha na indústria, necessita de uma continua atualização e, se preciso, de uma qualificação profissional. Não sera mais exigida a intuição ou a fantasia, mas o estudo e a capacidade intelectual para organizar os conjuntos de operação. A automatização técnica de operação, paralelamente aos sistemas de operação manual, proporá sempre mais equipamentos operantes de ciclo completo' de produção, onde a f adiga muscular é reduzida ao minima, ou eliminada completamente mas onde se exigem mais mentes pensantes ern forma lógica, capazes de organizar e controlar os mencionados equipamentos, isto é, programá-los. Como em todos os processos vitais, as mudanças acontecem gradualmente e nunca por saltos repentinos. Prevendo-se, hoje, um futuro caracterizado por uma notável aceleração em relação à experiência passada e presente, não é lógico pensar que o futuro será constituído de outras pessoas diferentes de nós, que poderão dispensar o que foi adituirido até agora. O passado e o presente são a

base do futuro. Por isso, é fácil prever, que o trabalho futuro será sempre mais uma atividade de conceito e cada vez menos uma ação manual. O esforço, feito hoje, de programação operativa, nos elevará, de possuir a eficiência necessária para desenvolver satisfatoriamente as tarefas industriais. Referindo-nos à fotoreprodução gráfica, relativa ao campo da impressão, estamos vindo de uma experiência tipicamente artesanal, também impropriamente definida como artística. No inicio, devido it inexperiência industrial, pensou-se em implantar os processos produtivos usufruindo dos sistemas artesanais aprovados. Era lógico passar por essa fase. Assim, encontrados artesãos capazes, propôs-se então, dar um salto em qualidade. Dos inconvenientes iniciais surgiu uma nova experiência de certa utilidade. No entanto, o problema tornou-se sério, quando se tratou de introduzir novos elementos ao lado dos primeiros, inexistentes no campo artesanal, nesse interim em crise por evidentes flexões, devido justamente ao processo de industrialização do setor. Por isso, começou a servir-se de novos elementos, sem experiência de conjunto, que foram ensinados, mais ou menos racionalmente, para atuar num


âmbito de operação bem especifico, restrito, pensando — desse modo — resolver o problema. Assim, chegamos ao momento atual, quando ainda se pergunta se é oportuna a estrutura seguida até o momento, tanto mais que a tecnologia, proveniente de outras experiências industriais, nos propõe hoje ern dia novas técnicas mais racionais, novos sistemas operativos baseados na programação, bem mais prometedora e rentável. 2, pois chegado o momento de considerarmos seriamente quão dispersivo seria o método, digamos, tradicional. 2 necessário rever o critério de avaliação técnica baseada mais sobre a instrumentação dos equipamentos, que sobre a real capacidade intelectual do operador. A indústria atualmente tem necessidade de ser reequilibrada desde as profundezas. Os técnicos e demais empregados devem, em primeiro lugar, entenderem e em seguida, com responsabilidade, decidirem em conjunto a própria linha operativa. Esforços devem ser feitos por todos, para entender mais, para reconhecer seriamente cada posição, para «discutir» as decisões e inserir, no plano de renovação, não apenas a substituição dos equipamentos, mas sobretudo, a atualização periódica e correta das pessoas. Paralelamente A renovação de base, é necessário organizar internamente o trabalho, baseando-o em critérios de unificação dos sistemas de operação a fim de simplificar, esclarecer e facilitar a compreensão dos métodos tecnológicos e técnicos. Para executar essa fase de reorganização é de grande ajuda a introdução dos sistemas programados. Há alguns anos atrás, imperceptivelmente, entraram em uso os primeiros sistemas baseados em pré-calculo, (eram

assim denominados na época), e, em fotorreprodução apareceram os primeiros equipamentos dotados de circuito, aplicados a cada máquina. Treinaram-se sumariamente os primeiros «operadores», tornando-os aptos a «operar», mas não a compreender a fundo a nova «lógica de operação». Uma certa racionalização, como conseqüência da introdução e da rápida difusão desses equipamentos, estimulou e o encorajou a aprofundar assunto, não se limitando a uma única fase de operação, mas a todo o contexto das operações destinadas a fornecer uma matriz de impressão, a partir de uma imagem original. Por essa razão, julgamos oportuno apresentar à conside-' ração do leitor um quadro resumido de como seria considerado hoje, um planejamento industrial dinâmico que consi-

instelacia

dere um planejamento concreto programado, não só operativo mas também organizador (vide diagrama). Até o momento, em fotorreprodução, têm-se feito notáveis esforços para introduzir os sistemas programados nas fases fotográficas, mas ainda não se completou a natural e urgente introdução desses mesmos critérios para as fases de retoque e cromia, baseados ainda em princípios puramente artesanais e intuitivos. Poderia ser lógico pensar que a introdução de técnicas programadas em fotografia possa eliminar as intervenções manuais. Na realidade essas técnicas reduzem consideravelmente, e em grande parte, as intervenções manuais, mas resta sempre completar, a partir da reprodução fotográfica unificada, a adaptação ao sistema de impressão.

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Boletim da Ind. Gráfica -2/75

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APLICAÇÃO DA FOTOGRAFIA NO CAMPO GRÁFICO

Objeto

Original

Transparente

Opaco

Mon ocromo

Policromo

A Traço

Grosseiro

1

I

A tom contínuo

Normal

Finissimo

Fino

Gravuras

Fotografias

I

Pinturas

Artes

Finais

Gravuras

Natureza

Antigas

REPRODUÇÃO GRÁFICA DAS IMAGENS: Sistema para obter um número maior de cópias a custo econômico

Neste ponto é oportuno distinguir e esclarecer o perfil ou a qualificação dos operadores hoje chamados «Fotógrafos» e «Cromistas». Seria mais correto definir melhor a profissão e considerar uma única qualificação, a dos qFotorreprodutores Gráficos» que, em parte, teriam funções sobretudo aplicadas aos processos fotográficos e, em parte, teriam funções dirigidas à adaptação do produto fotográfico aos sistemas de impressão. Enquanto a profissão de fotógrafo foi objeto de receptividade, a de retocador não sofreu a evolução requerida, exceto casos dignos de elogios. Ambas as profissões, além disso, tendem ainda a serem separadas, entretanto, constituem um todo único. Seria impor-

20

Boletim da Ind. Gráfica-2/75

tante que o fotógrafo conhecesse mais a fundo a experiência do retoque e da cromia para melhorar a própria capacidade de programação, como seria importante para o atual cromista conhecer a problemática da programação para executar, ou conciliar com sua experiência, em qual fase operativa seria mais lógico intervir. Ainda, válido para o cromista, seria urgente identificar, com maior competência e racionalidade, os problemas de impressão. O atual operador de retoque e cromia é aquela pessoa que, conhecendo a fundo os sistemas de impressão é o elo entre o produto impresso e o padrão de produção fotográfica; é a pessoa mais indicada para operar nas programações centra-

lizadas e nas fases de análise e de controle. Para se alcançar essa meta, é necessário requalificar-se, modificar a atual mentalidade, serem menos intuitivos e mais racionais. Hoje não se leva mais em conta chegar a fazer um trabalho excelente; é mais importante implantar um critério ideal repetivel e fácil de comunicar a terceiros. Hoje em dia não há mais segredos de trabalho, mas exigem-se sistemas racionais unificados. A técnica denominada «convencional», em relação à fotorreprodução, pode ser definida como a aplicação da fotografia no campo da impressão. A finalidade da fotografia é a de reproduzir os objetos tridimensionais, que se encontram na natureza, a fim de obter imagens bidimensionais. A fotorreprodução, ao contrário, tem por objetivo a reprodução das imagens bidimensionais, para reproduzir as matrizes com as quais se obtém as formas para os vários processos de impressão. Os técnicos de fotorreproducão gráfica de imagens para impressão têm sua razão de ser e baseiam seus parâmetros, partindo (lag caracteristicas dos sistemas de impressão. Os sistemas de impressão que se firmam principalmente em nivel industrial são: sistema de impressão tipográfica, operante com processo relevográfico; sistema de impressão offset, operante com processo planográfico; sistema de impressão rotogravura, operante com processo encavográfico. Esses três sistemas exigem das aplicações fotográficas: a) processo gráfico em relevo: matriz sobre filme negativo ou positivo, com traço ou reticulas, com grafismos e contragrafismos de máximo contraste e agudeza;


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SISTEMAS GRÁFICOS DE REPRODUÇÃO ORIGINAL

Relevográfico

Planográfico

Processo Encavográfico

Ti po?rafi a

Offset

Roto gravura

Processo

Processo

Requerem

a aplicação

fotográfica

escolha do equipamento de reprodução; rendimento ideal do sistema ótico. A segunda é a duplicação, num ou mais exemplares, de traços, mas especialmente de imagens reticuladas. Requer-se, desta técnica de operação, a máxima fidelidade de repetições, unida a um perfeito resultado em relação imagem original. O resultado ideal da duplicação, que primeira vista parece simples, resulta, na prática, repleto de dificuldades, devido, especialmente, à combinação: «filme — mento».

Traço a max. contr. Reticulado Negativo ou Posit.

Trago a max, contr.

Reticulado Negativo ou positivo

Forma

Trap:, a contraste controlado positivo a tom continuo com max, e min. controlada Traço a max , contraste reticulado positivo. (pars autottpico e semiaut.)

Impressão

sistema de trata-

Desta breve exposição, deduzse que essas técnicas, embora simples em seu conjunto, não são absolutamente fáceis. Exigem atenção, controles periódicos, valores padronizados bem definidos e repetibilidade segura. SISTEMAS DE REPRODUÇA0 «BRANCO E PRETO» EM

TOM CONTINUO

planográfico: processo matriz semelhante em tudo ao ponto precedente; processo encavográfico: que se divide em três diferentes subsistemas: «Convencional»: matriz sobre filme positivo de tom continuo, seja por traços ou por ilustrações, com contraste bem definido (minim° D — 1.40). 0.30 — 0.40 e DR «Autotípico»: matriz sobre filme positivo com traço ou reticulado (reticulas autotípicas), com grafismos e contragrafismos de contraste máximo e adequada agudeza. Semi-autotipico»: desfruta de um conjunto das duas caracteristicas anteriores.

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Boletim da Ind. Gráfica-2/75

SISTEMAS DE REPRODUÇÃO COM TRAÇO E DUPLICAÇÃO As técnicas de reprodução ao trago exigem programações simples mas necessárias. A primeira das técnicas a ser controlada é a reprodução dos originais de linhas de espessuras diferentes, executados ou impressas sobre suportes diferentes. O resultado exigido é de extrema fidelidade com a dimensão do trago. próprio da simplicidade do trabalho em questão exigir uma implantação atenta de padrões, como: a. escolha de filme — tratamento;

Reproduzir imagens em tom continuo (sem solução de continuidade) entende-se, tecnicamente, recopiar a imagem tendo as mesmas características do original, mas diferentes intervalos de distribuição da tonalidade. O conceito teórico deste argumento particular, tem seu inicio na reprodução da tonalidade, por meio da fotografia ou outro meio reprodutivo, por exemplo, a televisão. No campo gráfico, desfrutase de princípio da «reprodução da tonalidade» para racionalizar o resultado impresso que se quer obter. Colocadas as limitações tipicas da impressão: papel, tinta, forma, meio de impressão e prova do processo adotado, desfruta-se da elasticidade do processo foto-


gráfico-eletrônico, para se obter uma imagem intermediária, denominada «pré-matriz», da qual se pode obter uma forma de impressão. Não se trata, pois, de aplicar puramente a teoria da «reprodução da tonalidade», mas, partindo desses princípios, causar modificações, em função do resultado impresso que se quer obter, segundo o processo de impressão usado. Seguindo, pois, as técnicas fotorreprodutoras, definidas como «convencionais» isto é, aplicando o processo fotográfico. se é obrigado a passar por duas fases de operações distintas: fase negativa (do original obtém-se um negativo); fase positiva (do negativo obtém-se um positivo).

COMPRESSÃO DA TONALIDADE Dr

Luzes Meios-tone Sombras

DRo

-41

op

Com essa última fase (b) tem-se o produto, exigido pela fotorreprodução para obter a forma de impressão. Nas duas operações, de um lado vê-se uma vantagem para se conseguir o resultado almejado (compensação de características entre negativo e positivo); contudo, de outro lado considera-se uma certa dificuldade dos resultados, pelo fato de acrescentar desvios, tanto mais difíceis de se ter controle quanto mais vezes passarem pela fase de operação. Para reproduzir imagens em muitos exemplares, com um bom resultado, é necessário comprimir ou expandir a tonalidade original, num intervalo bem determinado, além do qual não é mais possível exigir valores distinguíveis vi. sivelmente, por ter alcançado limites técnicos do sistema. Esse argumento fundamental apresenta os parâmetros e as justificativas de operação da reprodução de tonalidade, como se entende ern fotorreproduçã.o. Deve-se, pois, analisar a fundo, em primeiro lugar, a possibilidade e os limites máximos

4° Do

DR n

e minimos de qualquer processo de impressão, para assim remontar A. determinação das características fotográficas da pré-matriz e, desta, aos valores de passagem intermediária do negativo precedente, a partir dos originais constantemente variáveis. Da experiência podemos afirmar que a fase negativa, a partir do original, deve ser caracterizada por dois fatores fundamentais: uma compressão de 1.0 ampla tolerância, relativa aos limites máximo e mínimo, mas que recopie com extrema fidelidade o original; 2.° — valores intermediários da tonalidade que estejam em relação direta com o resultado ideal da imagem impressa. —

Ao passo que a fase positiva, a partir do negativo, deve ter: 1.° — uma compressão de

tolerância limitada, determinada pelo processo de preparação da forma; 2.° — valores intermediários da tonalidade que sejam uma conseqüência lógica do resultado do negativo da qual derivam. Na reprodução eletrônica das imagens, por meio de scanner», é possível obter diretamente a fase positiva e assim obter, sem passar pelo negativo, a pré-matriz adequada para o transporte da imagem sobre a 'forma impressora. As características finais serão as mesmas, já descritas para o processo convencional.

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convencional para branco e preto, embora executando uma fase de operação a mais, continua sendo mais económico, especialmente para os casos em que são requeridas intervenções mai.tiais, para melhorar algumas partes em relação ao original: recorre-se a isso com notável freqüência. No segundo gráfico apresentamos a compressão da tonalidade, como se pode realizar em fotorreprodução, quando se produz negativos e positivos, sem levar em conta, anteriormente, os resultados de impressão. 1. 0 Quadrante: a curva da função Dn f (Do) é realizada com urn filme comum de contraste variável, executado com a técnica de duas exposi-

Para os «scanners» de terceira geração tem-se como resultado uma imagem com poder de resolução mais elevado, ern relação àquela obtida com processo convencional, dado que, também as melhores óticas, não estão ern condições de fornecer uma definição tal, como a reconstrução por áreas ou por linhas, com elaboração ideal do sinal na salda, em relação ao sinal imperfeito na entrada. Embora seja muito conveniente o «scanner», devido à velocidade de operação e também pelo baixo custo do produto obtido, não é conveniente usitlo em reprodução de branco e preto, mesmo sendo possível, porém, é mais oportuno usá-lo na seleção de cor. O sistema

Dp, Dn f ( Dr)

Dr Dr=f(Do) Luzes Meios - tonal

2.0—

Sombras

DRo

G=.70

ções. Os valores máximo e mínimos são dados pela experiên-

cia corrente, como também o gradiente médio. Visivelmente o negativo apresenta-se bom fotograficamente, mas nib o o é para a aplicação ft qual se destina. 2.° Quadrante: a curva retilínea em negrito representa o resultado obtido imprimindo o negativo anterior, com valores máximos e mínimos exigidos peto processo de cópia sobre papel pigmento. A função Dp f (Dn), também neste caso, apresenta-se boa ao julgamento visual, mas não o é para o resultado impresso. Pela experiência, prefere-se uma impressão do positivo, conforme representada pela curva mais fina, também esta de andamento linear, como se pode obter de um firme comum de contraste variável, com valores densitométricos semelhantes à impressão precedente, com valores máximos muito inferiores: por essa razão os valores médios resultam, proporcionalmente diminuídos. Em seguida o retocador reforça, com anilina neutra, os valores máximos a fim de conseguir a força requrida (linha traçada). lsivelmente, o positivo não se apresenta tão bom quanto em relação ao anterior, mas, na impressão produzirá resultados mais aceitáveis.

(=A7

3.0 Quadrante: deveria representar a função Ds f (Dp),

2.0

Dp

2.0

I %, 93

—to 3°

r=.6251 DR CI 4°

, o.

I

t—i lEf

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Tolerincia O riaX.

2.0

/ Dn

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Isto é, deveria expressar o resultado da impressão ern relacão ao positivo executado. Para simplificar o que estamos tratando, por ora, deixamos de lado esta função: valemo-nos dela para fazer a inversão do eixo, de horizontal para vertical, para poder confrontar o positivo com o original de partida. 4.0 Quadrante: que expressa a função Dp ou Dr f (Do), isto é, a densidade do positivo ou da reprodução confron-


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tada com o original de partida: a curva traçada em negrito equivale ao primeiro positivo executado fotograficamente, enquanto a segunda corresponde ao positivo retocado. Neste confronto é util subdividir a avaliação do conjunto em três valores diferentes,

correspondentes As luzes, aos meios tons e & sombra da original. Considerando o conjunto na forma proposta, observamos que o positivo de andamento linear, em negrito, comparado ao original sofreu uma forte compressão na sombra, compressão moderada nos meios tons, enquanto as luzes são reproduzidas com uma compressão apenas esboçada. Sabendo-se, que a impressão comprimirá ainda mais a sombra, para iniciar os meios tons próximos & sombra, ao passo que as luzes vêem-se aumentadas, devemos concluir que o primeiro positivo, se bem que de bonito aspecto, a julgamento visível, não está apto para se obter uma boa impressão.

O segundo positivo, retocado, linhas sutis, já está muito mais adaptado, mas são notadas as manipulações, especialmente a passagem dos meios tons e a sombra. Sua impressão não trará dificuldade de execução, mas resultará afetada nos tons escuros e as sombras apresentar-se-ão de forma acentuada não exigida. No terceiro gráfico, em colaboração com os impressores, reconstruímos o processo inverso, ern relação ao anterior: Dp, Dn

f (Dr)

zes, meios tons e sombra, considerando uma tolerância média.

para as luzes: Y == 0.50 ± 0.05

para os meios tons: Y

1.° Quadrante: Dr f(Do): estes valores foram obtidos estatisticamente do exame de numerosos impressos rotogravura,

em branco e preto e a cores. Esta função pode ser considerada padrão como desenvolvimento acerca da gama de lu-

-

para a sombra: Y

1.00 ± 0.10

2. 0 Quadrante: é utilizado para o deslocamento de 900 do

eixo da vertical para a horizontal. 30

(densidade do positivo e do negativo em função da reprodução ideal requerida).

0.60 ± 0.08

Quadrante: Dp

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Boletim da Ind. Gráfica -2/75

f(Dn):

nota-se o desenvolvimento do positivo ideal para a impressão, mas criticável se julgado visualmente e ainda difícil de ser conseguido tecnicamente. A experiência adquirida, demonstra que é possível conseguir tal resultado com os filmes comuns, sem a intervenção de máscara e de retoque, com material de tom continuo, de contraste variável, e com


a técnica de duas exposições. O negativo, do qual provém tal positivo, deve, porém, ser exposto com a técnica de três exposições. 4.° Quadrante: Da = f(Do) — não é possível o traçado de tal curva, tecnicamente, mesmo sendo válida como relato, em razão de que, depois, o positivo que da mesma se obtiver não mais possuirá os requisitos requeridos. Ainda da experincia adquirida, com os filmes comuns, pode-se afirmar que deveria possuir desenvolvimento oposto àquele traçado, isto é: para as luzes um Y = 0.35 ± 0.02 para os meios tons um Y – 0.75 ± 0.05 para a sombra um Y – 1.05 -1- 0.08 isto é possível obter com certa facilidade operando com uma técnica de três exposições pa-

ra o negativo e conforme apresentaremos na programação de operação.

SISTEMA DE REPRODUÇÃO «BRANCO E PRETO» EM TOM DESCONTINUO OU RETICULADO Premissa Reproduzir as imagens em tom descontinuo ou, com termo não apropriado mas aceito pelo uso, «reticulado» entendese obter a reprodução da tonalidade do original não apenas com distribuição tonal diferente, mas também convertendo a graduação dos tons em pontos geométricos a partir de centros eqüidistantes, em percentual proporcional ao tom continuo do original. Na prática trata-se de transformar uma imagem macroscopicamente continua em descontinua, semelhante a um traço. Isto é, constituído de

grafismos e contragrafismos ern contraste máximo e máxima «agudeza». Define-se «agudeza» a nitidez de resultado de uma imagem ao passar de um enegrecimento elevado para uma transparência ou enegrecimento mínimo. Pode-se, pois, definir, numericamente, com a seguinte equação: Agudeza – Gx 2 . (Dmax Dmin), onde o (Gx2 ) representa o gradiente médio, obtido da leitura no microdensitdmetro: Gx2

f BA (dD/dx) 2dx/ /(Xb—Xa).

(Dmax) representa a densidade maxima do grafismo e (Dmin) representa a densidade minima o contragrafismo. A decomposição de uma imagem, continua ou descontinua pode ser obtida com duas téc-

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nicas semelhantes, mas operativamente diferentes. A técnica consiste ern interpor uma retícula entre o original e a reprodução em execução, a fim de decompor a continuidade. Isto é obtido com retículas de projeção ou com reticulas de contato. As reticulas de projeção usadas em fotorreprodução são constituídas de um conjunto rígido (cristal) de malha opaca e quadras transparentes, acham-se colocadas a uma distância bem determinada do plano focal a fim de se obter, por efeito de sombra e penumbra, o resultado exigido. A distância da retícula é calculada com a seguinte equação: B C

cor com reticulagem direta, mas são também usadas para o branco e preto, quando se usa a técnica de controle de contraste por meio de três exposições. As segundas são usadas, sobretudo, nas fases positivas com técnica de duas exposições, para o controle do contraste por meio de filtros azuis e amarelos. Ainda as retículas distinguem-se pelo alinhamento e número de pontos por centímetro linear;

tratado tecemos considerações exclusivamente a respeito destas. As retículas de contato, além de serem distintas, como já havíamos definido, são: retículas de contato negativas, retículas de contato positivas, são também construídas em duas versões diferentes: retículas gris reticulas magenta

a) 48-54-60 para tipografia; h) 54-60-70-80 para offset; c) 70-80-90-120 para rotogravura.

As primeiras são usadas geralmente nas fases negativas, quando a coloração da reticula poderia influir no resultado, como no caso da seleção da

Enfim, São ainda distintas, baseadas na geometria dos

A onde (D) representa a distância, em milimetro, do centro da retícula ao plano focal, (B) representa o lado da quadra transparente da retícula, (C) a extensão da câmara entre o objetivo e o plano focal e (A) representa o diâmetro do diafragma usado para a reprodução. As retículas de contato em suporte plástico, são obtidas fotograficamente de reticulas de projeção. São constituídas de pontos de densidade variável do centro (densidade máxima) degradante em direção à borda, com graduação e andamento bem definidos e característicos. Degradação abrupta para as retículas «negativas» isto é, próprias para se obterem negativos reticulados dos originais; com degradação pronunciada e extensa para as retículas positivas, usadas para se obterem reticulas positivas em tom continuo. Para as aplicações industriais, deve-se apontar, que hoje em dia usam-se quase exclusivamente as retículas de contato, por isso no presente

Compressão da Tonalidade no Reticulado

\

Negativo reticulado de positivo a tom continuo,

Dr Luzes Meios-tona Sombras

com reticula de contato gris negativa. Positivo

0+1

DRo

reticulado do negativo reticulado

DR. f(Do)

r=.90 o

1=.62 o

D pr

=A5

Do

o

Dp 1=.85 DRn

Dpr=f( Dnr)

Dnr= f(Dp t.c.)

t=1

_

Reticulado

r=2.05 D a p( tc.)

Dap Reticulado

Dnr

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pontos caracterizantes do resultado impresso da imagem em associação com as caracterfsticas de impressibilidade: a) ponto de forma quadrada clássico; ponto de forma elíptica — mais adotado; ponto de forma redonda maior controle do grau de empastamento na impressão. d)

ponto duplo ou respi quasemelhante ao

drado —

clássico, reduz o efeito visível de fracionamento da imagem, por exemplo, 54 pontos dão efeito visível como 70 pontos;

linear de círculos concêntricos — efeitos publicitários; jato de areia — efeitos especiais modernos.

ponto duplo ou respi ell-

Em virtude da extensão deste texto vemo-nos forçados, a contra-gosto, a transferir a sua conclusão para o próximo número do BIG, quando pelo A. ainda serão abordados, ern outros capítulos de alto interesse, os SISTEMAS DE SELEÇÃO DE COR CONVENCIONAL RACIONALIZADOS e ASPECTOS ECONÓMICOS COMPARADOS.

tico; ponto duplo ou respi redondo;

ponto tramado — para rotogravura autotípico; linear paralelo — efeitos publicitários;

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N.°

3—

«Offset — Processos de Produção de Chapas , ao preço de «Offset — Técnica de Impressão., ao preço de -Offset — Princípios Básicos de Impressão», ao prego de

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Cr$ 25,00 Cr$ 35,00 Cr$ 30,00


FORMULÁRIOS CONTÍNUOS DA AUTOMATIC NA PTG

Várias

GUILHOTINAS RÁPIDAS POLAR NA IMPRENSA ESTATAL DA CORÉIA DO NORTE

Pelo órgão oficial de importação da Korea Machinery Import Corporation Pyongyang, República Democrática Popular da Coréia, foram adquiridas 2 guilhotinas rápidas POLAR 115 ELTROMAT, firma ADOLF MOHR MASCHINENFABRIK, de Hofheim/ Taunus, no conjunto de uma instalação completa para uma impressora destinada A confecção de cédulas de valor. As guilhotinas foram equipadas com elevadores de pilha e são empregadas exclusivamente para o corte das cédulas, papéis de valor, passaportes, documentos oficiais e talões de cheque. Há pouco, a ADOLF MOHR, pôde vender 10 dessas guilhotinas rápidas POLAR 115 ELTROMAT, na India, à IMPRENSA ESTATAL DEMAS, Madhya Pradesh. Também estas máquinas serão exclusivao mente empregadas para corte de cédulas de valor do Banco da fndia. A República Popular da Coréia tem sido, ate agora, um dos poucos países que não cortavam suas cédulas de banco em guilhotinas rápidas POLAR.

A AUTOMATIC — Druckmaschinenfabrik Dr. W. Hinninger Und Soehne, República Federal Alemã, apresentou na TPG sua linha de máquinas especializadas em impressão e confecção de formulários continuos. Entre elas destaca-se a impressora rotativa VO Hs, que devido sua caracteristica de imprimir formulários no formato entre 4" e 17", variável com ajustagem continua, sem troca de cilindros ou de peças, é muito difundida e aprovada no mundo inteiro, inclusive no Brasil. Além desta faculdade, é muito econômica, ocupa pouco espaço e a qualidade de sua impressão é excelente. As duas unidades impressoras offset de ate 12" de comprimento de impressão, facultam a impressão de duas cores frente ou uma cor na frente e uma. no verso e são disponíveis para a impressão offset convencional ou para offset seco, sendo que neste último caso podem ser equipadas com cilindros magnéticos. O registro circunferencial e axial é ajustável com a máquina em operação. Acionamento rotativo dos dispositivos perfuradores da margem e de perfuração transversal, como a descida da pilha na saída, comandada eletronicamente, completam o quadro do equipamento. Há também uma série de equipamentos complementares para poder atender todo e qualquer serviço nesta especialidade. A produção horária desta máquina atinge até 6.000 impressões p/h. dependendo da qualidade do papel e formato do impresso. No intuito de incrementar a produção, foi concebida e mostrada em operação a máquina CONTI-FINISH, que é des-

tinada a executar perfurações complementares, furações e outras operações, cuja execucão na impressora tornar-se-ia anti-racional, devido ao alto preço das ferramentas ou de sua aplicação anti-econômica em tiragens menores. O modelo CONTI-FIX é similar a. CONTI-FINISH, porém em lugar do CRIMP, ela executa a fixação das vias por meio de grampeação, e é equipada com cabeçotes de grampear. A produção destes modelos é ate 10.000/h. O collator CONTI-CRIMP completa a linha de produção de formulários continuos em alcear e aplicar o CRIMP. A máquina confecciona todos formatos ate 17" ern ajustagem continua, sem troca de peças. Como equipamentos opcionais são disponiveis dispositivos para aumentar e codificar numa largura de trabalho de 500 mm. A produção é de ate 22.500 jogos p/h. tomando-se por base formulários de 8». A AUTOMATIC é representada no Brasil pela firma Oscar Flues & Cia. Ltda., que dispõe de todos elementos para a orientação dos interessados.

FIRMA BRITÂNICA DESEJA VIR PRODUZIR NO BRASIL

Importante fábrica britânica de maquinaria de embalagem está estudando a possibilidade de abrir uma fábrica no Brasil. a Norpak Machines Ltd., de Bradford, norte da Inglaterra, que tomou parte na Feira da Indústria Britânica realizada em São Paulo, onde seu êxito, com a venda de maquinaria no valor de 45 mil libras esterlinas, a encorajou a pensar num projeto de fabricação no Pais.

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VARIAS

UTILIZAÇÃO RACIONAL DAS MATÉRIAS-PRIMAS Considerada a reserva estimada de babaçu — 6 bilhões de palmeiras — e que a amêndoa usada no fabrico de óleo representa apenas 6% do fruto, os técnicos do INT realizam pesquisas para extração de amido e álcool, jogados fora. As palmas da carnaúba, antes desprezadas, começam a ser aproveitadas na fabricação de papel, de acordo com um projeto da Sudene; da mesma forma, existem estudos para aproveitar parte do coco-da-bala para carvão vegetal e o bagaço de cana para se fazer papel.

OS EUA NA 7° FEIRA INTERNACIONAL DE EMBALAGENS E ARTES GRÁFICAS Mais de 70 empresas norteamericanas participarão do 7.° Salão Internacional de Embalagens e 6.° Salão Internacional de Artes Gráficas, Papel e Celulose, que se realizarão de 3 a 9 de março, no Parque .Anhembi. A participação dos Estados Unidos — no pavilhão «Print Pack USA 75» — reunirá os mais avançados e sofisticados equipamentos e materiais de impressão e embalagens, alguns ainda nem lançados nos Estados Unidos, numa área de dois mil metros quadrados. Muitas das companhias norte-americanas exporão pela primeira vez os seus produtos no Brasil, estando, portanto, interessadas ern efetivar acordos de representação na forma de distribuidores, fabricantes sob licença ou associado.s A Secção Comercial do Consulado Geral dos EUA — Rua Pe. João Manoel, 20, 2. 0,

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tel. 37-5574 — está à disposicão dos interessados com catálogos dos produtos e outras informações sobre os expositores.

BELLMER NA CARTONAGEM ITALIANA De custos, elemento vital de qualquer atividade empresarial e parâmetro insubstituível de qualquer gestão, são a base sobre a qual as empresas piivadas fundamentam seu equilíbrio. Apresentando uma produção impar que se contrapõe a urn mercado decisivamente concorrente e portanto prejudicial e antieconómico, a Cartotécnica di Zane, na Itália, constitui um exemplo típico de especialização que não se detém diante dos múltiplos problemas que se apresentam na dinâmica empresarial.

malidade, boa resistência pressão, custo limitado e possibilidade de venda imediata) fizeram com que se adquirisse mais uma dessas máquinas porque trabalha a pleno contento e com larga economia quando usada com este material. Com a máquina BELLMER SK 11 B podem ser montadas e coladas, de modo completamente automático, até 4.000 caixas por hora de um minimo de 100 x 80 mm por um máximo de 750 x 530 mm. A facilidade do controle e a manutenção da máquina são simples: um s6 operador, após breve periodo de instrução, é suficiente para fazê-la funcionar. Pode ser montada sem fundação e portanto pode ser anexada as linhas de produção já existentes. As possibilidades da BELLMER SK 11 B superam sobremodo qualquer

Eta solenidade festiva, técnicos e funcionários da Cartot&nica di lia. Zané instalam mais uma BELLMER SK 11 B, na

Por ocasião do pedido da 250:I máquina BELLMER SK 11 B (máquina de fechar e colar caixas de papelão), o Sr. Dr. Andrea Marcello, único administrador da Cartotécnica di Zané, ilustrou os motivos de sua encomenda que se constitui num lucro básico empresarial: «0 consumo de embalagem se encontra ern continuo aumento. E, particularmente, no setor de caixas de papelão, está previsto um incremento na produção do papelão rigido. As suas características (indefor-

expectativa e representam um ulterior passo na transformacão racional do cartão. Basta considerar: o custo horário, a montagem e colagem automáticas dos quatro ângulos; a possibilidade de se acoplar dispositivos suplementares para diversos tipos de caixas». Razões básicas como estas, foram o fato fundamental da compra de mais uma BELLMER SK 11 B pela Cartotécnica di Zan& de largo conceito no ramo de caixas de papelão italiano.

4.4


Setor Jurídico

Anexo 2 (Cédula G)», juntamente com os formulários previstos no subitem anterior, quando, no ano-base de 1974, tenham tido a posse ou a propriedade de imóveis rurais, cuja exploração produiziu receita bruta total superior a Cr$ 22.000,00 (vinte e dois mil cruzeiros). 1.3. As pessoas físicas que tenham auferido rendimento de outras cédulas, superiores a Cr$ 13.S00,00 (treze mil e

lEGISLIMIO FISCAL NORMAS PARA A DECLARAÇÃO DE RENDA INSTRUCAO NORMATIVA DO SRF N.° 042 DE 26 DE NOVEMBRO DE 1974

O Secretário da Receita Federal, no uso de suas atribuições, resolve: 1. Determinar que: físicas pessoas 1.1. As apresentem declaração de rendimentos utilizando os formulários previstos nas alíneas «a», «C» e «f» do item 1 da I.N. do SRF n.° 30 de 26-8-74 quando:

no ano-base de 1974, teauferido rendimentos brutos tributáveis, não tributáveis, tributáveis somente na fonte ou isentos, de qualquer natureza, em montante superior a Cr$ 13.900,00 (treze mil novecentos cruzeiros); no exercício financeiro de 1975, tenham direito a restituição de Imposto. pessoas físicas 1.2. As apresentem o formulário «Declaração de Rendimentos — nham

novecentos cruzeiros) e que tenham auferido, no ano-base de 1974, rendimentos classificáveis na Cédula «G», apresentem também o formulário Anexo 2, mesmo que a receita bruta total nela auferida seja igual ou inferior a Cr$ 22.000,00 (vinte e dois mil cruzeiros). 1.4. As

pessoas físicas apresentem o formulário «Declaração de Investimentos Incentivados — Anexo 3» juntamente com os formulários previstos no subitem 2.1, quando desejarem beneficiar-se dos incentivos fiscais aos investimentos previstos no Decretolei n.o 1.338, de 27 de julho de 1974. 1.5.

As pessoas físicas apresentem Declaração de Rendimentos utilizando os formulários previstos nas alíneas «h» e «f» do item 1 da I.N. do S.R.F. n.° 30 de 26-8-74, quando não abrangidas pelos subitens 1.1 a 1.4 e que: no ano-base de 1974, tenham auferido quaisquer rendimento no exercício de profissões liberais ou como titulares, sócios, cotistas, administradores e diretores de empresas individuais e de sociedades de qualquer espécie, excluídas as sociedades religiosas e políticas;

tenham tido, durante o ano de 1974, independentemente do montante dos rendimentos brutos auferidos, a posse ou a propriedade de quaisquer dos seguintes bens e valores:

I — veículos automotores com mais de 30 HP; II — embarcação de transporte, com finalidade econômica e barco de corrida ou recreio, de qualquer natureza; III — aeronave; IV — residência de veraneio ou casa de campo; V — imóvel residencial de área construída superior a 100 m2;

VI - imóvel urbano, com ou sem benfeitorias, alugado, desocupado ou com seu uso cedido gratuitamente; VII — titulo patrimonial eou de sócio proprietário de clube recreativo ou sociedade desportiva de valor venal superior a Cr$ 5.000,00 (cinco mil cruzeiros); VIII — título de renda, e-ou títulos de crédito, de valor superior a Cr$ 5.000,00 (cinco mil cruzeiros); IX — créditos e bens de quaisquer montantes e espécies disponíveis ou existentes

no exterior; estejam inscritas no Cadastro de Pessoas Físicas; a partir de to de Janeiro de 1975, necessitem inscrever-se no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF). 1.6. Todos os formulários sejam apresentados em uma via; 1.7. Quando o espaço de qualquer quadro não foi suficiente, a discriminação será completada em outro formulário idêntico, no qual o declarante deverá apor sua assinatura, após indicar seu nome, endereço e inscrição no CPF; 1.8. Somente sejam aceitos, no exercício de 1975, os

formulários aprovados por esta Instrução Normativa; 1.9. As declarações referentes a anos-base anteriores a 1974 sejam apresentadas, exclusivamente, nas repartições da Secretaria da Receita Federal nos formulários previstos nas alíneas «a», «c», If» Boletim da Ind. Gráfica-2/75

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e, se for o caso, na alínea «d» do item 1 da I.N. do S.R.F. n.° 30 de 26-8-74. 1.10. As pessoas físicas anexem a «Declaração de Rendimentos — Modelo «A»: os comprovantes de valores percebidos pelo declarante e fornecidos pelas fontes pagadoras nos casos de rendimentos do trabalho assalariado (artigo 366 do Regulamento do Imposto de Renda) e também quando tenha havido desconto de imposto de rends na fonte sobre qualquer espécie de rendimento (artigo 367 do Regulamento do Imposto de Renda, podendo tais comprovantes serem consolidados em um só documento para cada uma das fontes pagadoras. o documento comprobatório da custódia, quando se utilizarem dos benefícios fiscais de que trata o § 1.° do artigo 6.° do Decreto-lei 1.351, de 24 de outubro de 1974. Dispensar a juntada a: 2.1. «Declaração de Rendimentos — Modelo «B», de quaisquer comprovantes de deduções e abatimentos ou de rendimentos, ficando os declarantes, todavia, obrigados a tê-los em boa guarda, durante cinco anos, para serem exibidos à fiscalização ou Its repartições da Secretaria da Receita Federal, quando exigidos; 2.2. «Declaração de Rendimentos — Modelo IA», de comprovantes de deduções e abatimentos, ficando os declarantes, todavia, obrigados a têlos em boa guarda, durante cinco anos, para serem exibidos a fiscalização ou às repartições da Secretaria da Receita Federal, quando exigidos. Atribuir a Coordenação do Sistema de Arrecadação e ao Centro de Informações Econômico-Fiscais competência para baixarem as instruções relativas à recepção e ao fluxo das declarações de rendi31

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mentos das pessoas físicas no exercício de 1975. Determinar que as empresas interessadas na impressão e venda dos modelos de que trata este ato, obtenham prévia autorização do CIEF, a fim de que sejam preservadas todas as características dos formulários. — Adilson Gomes de Oliveira, Secretário da Receita Federal.

ATE QUANDO SE DEVERA PAGAR O IMPOSTO DE RENDA

Segundo a Portaria n. 0 533, de 11 de outubro de 1974, baixada pelo Ministro de Estado

da Fazenda, no uso de suas atribuições, atendendo ao que dispõe o artigo 4.° do Decretolei n.0 1.198, de 27 de dezembro de 1971, resolve: As pessoas físicas, residentes ou domiciliadas no Pais, incluL sive as ausentes no exterior a serviço da Nação ou por motivo de estudos, obrigados a apresentar Declaração de Rendimentos relativos ao exercício financeiro de 1975, deverão fazê-lo, observando os seguintes prazos: até 26 de man() — as que tiverem imposto a pagar ou direito à restituição; até 26 de abril — as que estiverem isentas de pagamento de imposto.

IURISPRODINCIA FISCAL

COMERCIAL

CREDITO FISCAL — MATERIAIS DESTINADOS A EMPACOTAMENTO — Dão direito a crédito os materiais destinados a empacotamento ou embrulho de mercadorias vendidas em operações tributadas.

RECUSA PELA DIFERENÇA DE QUANTIDADE — Se comprador contrata 500 e o vendedor remete 600, aquele não (3 obrigado a receber tudo devolver a diferença, onerando-se com trabalho e despesa de despacho, frete, etc.

Em recurso, decidiu o Tribunal de Impostos e Taxas, por maioria: «Os materiais destinados a empacotamento ou embrulho (papéis, barbantes, etc.) de mercadorias vendidas conferem crédito pela sua entrada no estabelecimento, desde que observadas as demais formalidades e que as saídas estejam tributadas» . — Acórdão de 18-6-70, da 1* Cam. do TIT de São Paulo, no Proc. DRT-1-39.403/69 (Antonio Pinto da Silva, Rel. «ad hoc»). — Boletim TIT 1, de 17-7-74, pág. 4. fNCOLA F-37-1.230/74-20

Em recurso, a que deu provimento, unanimemente, decidiu o Tribunal, seguindo o voto do Relator: «Assim, a meu ver, o v. acórdão decidiu o inverso do que lhe comandou legislador, tanto vale dizer que, indiretamente, negou vigência ao art. 204, do C. Co-

mercial. Atribuiu ao comprador dever que o dispositivo impôs ao vendedor. Virou a lei pelo avesso». «A compradora fez a carta e logo imediatamente a interpelação judicial, com os títulos, constituindo, assim, a melhor prova, que lhe incumbia da entrega duma e


V.

SETOR JURÍDICO

doutras. Não tinha que devolver ou consignar a mercadoria pela óbvia razão de que se recusara a recebê-la. Não a tinha consigo. Não era obrigado a receber 600 e devolver 100 para o Rio Grande do Sul com despesas, riscos e trabalhos. O depósito é obrigação do vendedor ainda ex vi do art. 212 do C. Comercial». «Se o agente da G., como está ciente de tudo após carta, interpelação, devolução de documentos, e troca de vários carbogramas, referidos nas duas decisões, deixou as mercadorias nas docas, onde pereceram, deve a recorrida queixar-se do seu mandatário, ou de si própria, in eligendo

e

in vigilando>s.

— Acórdão de 13-4-73, da 34 Turma do STF, no RE 74.232, do Paraná (Luis Gallotti, Pres.; Aliomar Baleeiro, Rel.). — RTJ 68, págs. 778/ 781. fNCOLA F-50-1.670/74-20

TRABALHISTA PROTESTO — Desnecessidada de protesto para condicionar o exercício de ação de cobrança contra o sacador.

Em recurso, a que negou provimento, unanimemente, decidiu o Tribunal «Trata-se de ação de cobrança ajuizada em 9-1-73 de cheque com data de 14-7-72, apresentado ao Banco sacado no dia 17-7-72. 0 réu grita pela necessidade de protesto para efeito de exercer ação executiva. Mas tal não era exigido no Direito Brasileiro nem antes da Lei Uniforme, e esta, também, não fa-

la em protesto para condicionar o exercício de ação pelo portador referindo-se apenas apresentação». Acórdão 3.074, de 27-6-74, da 14 Cam. Civ. do TAP, na Ap. 264/74, de Curitiba (Nunes do Nascimento, Pres.; Maximilian° Stasiak, Rel.). 1NCOLA F-50-1.675/74-20 DEPOSITO PARA FINS DE RECURSO — A alteração do salário-minimo não obriga a complementação do depósito para fins de recurso (Súmula 35).

Em recurso, de que o Tribunal não conheceu, unanimemente, foi a seguinte a ementa: «Recurso. — Depósito. — A alteração do salário-mínimo não obriga a complementação do depósito para fins de recurso (Súmula 35)». Acórdão 479, de 22-5-74, da 14 Turma do TST, no Proc. TST-RR-404/74 (Ribeiro de Vilhena, Rel.). — Ementa publicada no DJU de 30-5-74, pág. 3.709. ÍNCOLA F-37-1.225/74-20 CERTIFICADO DE QUITAÇÃO Tratando-se de débito ainda pendente de discussão na órbita administrativa, não há crédito previdencidrio legitimamente oponível ao contribuinte capaz de impedir o fornecimento do certificado. Em recurso, a que o Tribunal negou provimento, unanimemente, foi a seguinte a ementa: «Certificado de Quitação. — A jurisprudência do dominante neste Tribunal é no

sentido de que só o lançamento definitivo comunica exigibilidade ao débito previdenciário constitui obstáculo legítimo a concessão de certificado em causa. «In casu», tratando-se de débito ainda pendente de discussão na órbita administrativa, não há crédito previdenciário legitimamente oponível ao contribuinte». Acórdão de 20-3-74, da 24 Turma do TFR, no AMS 73.554, do Parana (Sebastião Reis, Rel.). — Ementa publicada no DJU de 26-6-74, pág. 4.450. 4 NCOLA F-37-1.224/74-20 DESPEDIDA INDIRETA — FALTA DE RECOLIDMENTO DO FGTS — A falta de reco'lamento de contribuições para FGTS, como inobservância da cláusula legal do contrato, autoriza a rescisão indireta pelo empregado.

Ern recurso, a que o Tribunal deu provimento, por maioria, foi a seguinte a etnenta:'«Despedida indireta. — A falta, de recolhimento de contribuições para o FGTS, como inobservância da cláusula legal do contrato, autoriza a rescisão indireta, à via da letra d, do art. 483 da CLT. Titular dos depósitos é o empregado optante e o risco, em virtude da inexecuçã.o da obrigação pelo empregador, ainda que potencial, constitui Rao jurídico ensejador da indireta, como se dá na hipótese da letra e, do n.o II, do art. 8.0, da Lei 5.107». Acórdão 476, de 22-5-74, da 14 Turma do TST, no Proc. TST-RR-2.933-73 (Ribeiro Vilhena, Rel.). — Ementa publicada no DJU de 30-5-74, pág. 3.705. fNCOLA F-37-1.222/74-20

Frequentar as reuniões do SIGESP e da ABIGRAF não é só um direito que the assiste; é, também, um dever seu a ser cumprido, em função das superiores deliberações da sua categoria industrial.

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L\

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA GRAFICA NN REGIONAIS

ABIGRAF - Regional Bahia-Sergipe Presidente: Ulisses de Carvalho Graça Av. Frederico Pontes, 94 Residência: Praça Simões Filho, 19-B Empresa: Comercial Gráfica Reunida Ltda. - Tel. 30-790 Av. Frederico Pontes, 94

Salvador, BA ABIGRAF - Regional Ceará Presidente: Luiz Esteves Neto Rua Senador Pompeu, 754 Empresa: Estêves Gráfica Ltda. Tipografia Progresso Rua Senador Pompeu, 754

Fortaleza, CE ABIGRAF - Regional de Goiás Presidente: Mário Scartezini Rua Quatro, 341 Tel. 6-3078 Goiânia, GO ABIGRAF - Regional Guanabara Presidente: Edson Avellar da Silva Av. Rio Branco, 156 - 12.° and. - s./1205 Tel. 228-8597 Rio de Janeiro, GB ABIGRAF - Regional de Minas Gerais Presidente: Carlos Alberto Rangel Proença Av. Antônio Carlos, 561 Tels. 42-3694 e 42-10 8 9 Residência: Rua Agostinho Bretas, 554 Empresa: Editora Alterosa S.A. Rua Três, 2824 Tels. 33-0721 e 33-0466 Belo Horizonte, MG ABIGRAF - Regional da Paraiba Presidente: Lourenço de Miranda Freire Rua Maciel Pinheiro, 32 Residência: Av. Getúlio Vargas, 137 Tel.: 2661 Empresa: Miranda Freire Comércio e Indústria S/A. Rua Maciel Pinheiro, 32 - Tels. 4286 e 4355 João Pessoa - PB - CEP 58.000 ABIGRAF - Regional do Paraná Presidente: Jorge Aloysio Weber Av. Candido de Abreu, 200 6.0 andar - s/616 Fone: 24-9414, ramal 005 - Curitiba, PR Residência: Al. Dom Pedro II, 41 apt.° 9, 2.° andar Si

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Empresa: Telos S/A. - Equipamentos e Sistemas Rua Voluntários da Paria, 41/43 Fones: 23-5589 - 23-6913

Curitiba, PR

ABIGRAF - Regional de Pernambuco Presidente: José Maria Rodrigues da Silva Av. João de Barros, 900 Residência: Rua Alberto Lundgren, 505 Empresa: Rodrigues, Irmão & Ciaã. Ltda.

Tels. 24-298 - 23-467 Av. Cruz Cabuga, 84 Recife, PE ABIGRAF - Regional do Rio Grande do Sul Secretaria - Travessa Francisco L. Truda, 40 - 19.0 and. - Tel. 25-2566 - Caixa Postal, 845 - CEP 90.000 - Porto Alegre - RS Presidente: Henry Victor Saatkamp Avenida dos Gauchos, 443 - Tel. 41-2402 Caixa Postal, 2981 90.000 - Porto Alegre-RS. Residência: Rua Riachuelo, 785 - 1. 0 and. Tel. 25-1675 90.000 - Porto Alegre - RS Empresa:

IndUstria Gráfica, de Embalagens S.A. Av. dos Gauchos, 443 - Tel. 41-2402 Caixa Postal, 2981 90.000 - Porto Alegre-RS. ABIGRAF - Regional de Santa Catarina Presidente: Georg Schmidt Rua Max Colin, 1701 Residência: Rua Griciuna, 120 Empresa: Impressora Ipiranga S/A Rua Max Colin, 1701 Tels. 3229 - 3239 Joinville - SC ABIGRAF - Regional de São Paulo Presidente: Rubens Amat Ferreira Rua Marquês de Itu, 70 - 12.° and.

Tels. 32-4694 - 33-2762 Residência: Av. Antônio José dos Santos, 1230 - Tel. 267-9782 Empresa: Ferreira, Filho & Cia. Rua Independência, 369 TeLs. 278-2230 - 278-7331 São Paulo, SP


DELEGADOS 1 — Irmãos Brandini Avenida Rio Branco, 949 Diretor: Valentim Brandini ADAMANTINA, SP 2 — Artes Gráficas Brasil Ltda. Rua São Bento, 1.134/42 Diretor: Jovenil Rodrigues de Souza ARARAQUARA, SP 3 — Gráfica Hernandes Ltda. Rua Cel. Teófilo, 1.544 Fone: 386 Diretor: Adarve Hernandes Acede BRAGANÇA PAULISTA 4 — Geraldo de Souza e Cia. Ltda. Rua Adriano de Barros, 46 Diretor: Antônio Carlos de Souza Vice-delegado: Gráfica Muto Ltda. Rua Paula Bueno, 391 Diretor: José de Fátima Lopes CAMPINAS, SP 5 — Ricardo Pucci S.A. - Ind. e Corn. Rua Major Claudiano, 1814 Diretor: Elvio Pucci FRANCA, SP 6 — Indústria Gráfica Itu Ltda. Rua Santa Rita, 1032 Fone: 2-0789 Diretor: Gildo Guarnieri Filho ITU, SP 7 — Hugo Olivato - Tipografia Popular Rua Senador Fonseca, 709 Fone: 43-79 Diretor: Hugo Olivato

Vice-delegado: Cia Litográfica

Araguaia Rua XV de Novembro, 320-344 Fones: 35-82 - 49-63 Diretor: Rubens Robertoni

JUNDIM, SP

8 — Gráfica Rio Branco Rua Rio Branco, 402 Fone: 153 Diretor: João Alves da Costa LINS, SP 9 — Francisco Antonio Giovinazzo Rua Prudente de Moraes, 2951 Fone: 2049 Diretor: Vicente Giovinazzo SAO JOSÉ DO RIO PRETO 10 — Gráfica Bandeirantes Ltda. Praça da República, 20 Fone: 2-7417 Diretor: Alfonso Franco SANTOS, SP

11 — Bandeirante S. A. Ind. Gráfica Rua Newton Prado, 110 Fones: 43-3449 - 43-3797 Diretor: Mário de Camargo SAO BERNARDO DO CAMPO, SP Vice-delegado: Fenil le & Cia. Ltda. Rua D. Elisa Fláquer, 322 Fone: 44-9967 Diretor: Waldemar Fenille SANTO ANDRË, SP

12 — Tipografia J. A. Querido & Cia. Rua do Sacramento, 193 Diretor: José Augusto Querido TAUBAM SP

Não basta associar-se a. sua entidade de classe. Para que ela

realize seus elevados objetivos, é preciso cercá-la de condições necessárias a seu harmônico desenvolvimento. E isso só se alcança com a efetiva colaboração de seus integrantes. Participe, pois, das reuniões do SIGESP e da ABIGRAF e apresente sugestões no sentido de dinamizá-los ainda mais.

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Guia da Indústria Gráfica

II ANILINA, Máquinas e Equipamentos para impressão a Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990. BOLANDEIRAS Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990. CAIXAS DE PAPELÃO Máquinas para fabricar Fmitimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990. CARIMBOS DE BORRACHA, Prensas

para fabricação de Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990.

CAVALETES E CAMAS

CLICHÉS DE BORRACHA, Máquinas para fabricação de Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990.

COLAS Catti-Dafferner Ltda. - Rua Iturama, 208 Canindé - Fones: 292-3786 - 292-5250 93-6005 - 93-2226 COMPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990.

CORTE E VINCO COSTURAR LIVROS, Máquinas para Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990.

DOBRAR, Máquinas de DOBRADEMAS Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990.

TIPOGRÁFICAS Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos Rua dos Bandeirantes, 398 Fone: 227-8990.

DOURAÇÃO/GRAVAÇÃO/MARCAÇÃO

CELOFANE, Máquinas e equipamentos para impressão de Funtimod S. A. - Máqs. e Mats. Gráficos

DO1URAÇÃO, Máquinas e equipamentos

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