RAFAEL_FORTES_PORTFOLIO

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Jo達o Rafael Abreu Fortes

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Joรฃo Rafael Abreu Fortes $GGUHVV: Rua Dom Frei Joรฃo Coelho, nยบ 132, Leรงa do Balio 3KRQH: +351 963 614 228 ( PDLO: rafael_fortes@msn.com/ laboratorio.arquitectura@gmail.com 1DWLRQDOLW\: portuguesH 'DWH RI ELUWK: 8 de Fevereiro de 1977 (GXFDWLRQ 'HJUHH LQ $UFKLWHFWXUH IURP WKH )DFXOW\ RI $UFKLWHFWXUH RI WKH 8QLYHUVLW\ RI 2SRUWR LQ )HEUXDU\ &RPSOHPHQWDU\ 7UDLQLQJ: SDUWLFLSDWLRQ LQ ZRUNVKRS 7KH 6SDFH RI (QFRXQWHU XQGHU WKH JXLGDQFH RI $UFKLWHFW -HDQ 3KLOLSSH 9DVVDO RUJDQL]HG E\ WKH 5LYROL 7KHDWUH /DQJXDJHV VSRNHQ ZULWWHQ: PortuguHsH, (QJOLVK, 6SDQLVK 3URIHVVLRQDO ([SHULHQFH: FROODERUDWLRQ ZLWK $&7$5 $548,7(&785$ 0DQXHO *DXVD DQG )ORUHQFH 5DYHDX FROODERUDWLRQ ZLWK DUFKLWHFWV 6 $ &DUORV 3HGUR 6DQW $QD DQG ,VDEHOOD 5XVFRQL EHWZHHQ DQG &ROODERUDWLRQ ZLWK &HQWHU IRU WKH 6WXG\ RI )DFXOW\ RI $UFKLWHFWXUH RI 8QLYHUVLW\ RI 2SRUWR LQ SUHSDULQJ WKH GDWDEDVH IRU (GXFDWLRQDO &KDUWHU RI WKH 0XQLFLSDOLW\ RI 0DWRVLQKRV FROODERUDWLRQ ZLWK $&;7B,'20 -HVXV /ODPD]DUHV DQG *DOR =D\DV LQ :ULWLQJV $UWLFOHV: $GYDQFHG $UFKLWHFWXUHV IXQGDPHQWDOV WHFKQLTXHV DQG SURFHGXUHV WR REWDLQ ILQDO SURRI GHJUHH LQ DUFKLWHFWXUH 5H DFWLYDWH WKH 3ODFH DUWLFOH SXEOLVKHG LQ $UFKLWHFWXUH DQG /LIH 1R 7KH VFDOH RI WKH 6FKRRO DUWLFOH SXEOLVKHG LQ $UFKLWHFWXUH DQG /LIH 1R


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O7KHUV: 0RQLWRU RI $XWRFDG WUDLQLQJ FRXUVH XQGHU WKH JXLGDQFH RI 'U $QJHOD 6HL[DV DW WKH )DFXOW\ RI $UWV 8QLYHUVLW\ RI 2SRUWR 3


ACXT colaboration with ACXT-IDOM my projects and works colaboration with ACTAR Arquitectura colaboration with S’A Arquitectos


projects

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2001. House MB in Belmonte. First study


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2002. House OMO, Chanรงa, Alter do Chรฃo


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2002. Ele-Mental, competition, Madrid


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2002. Hiper-Catalunya. System FF


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2002. Hiper-Catalunya. System RR


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2002. Hiper-Catalunya. System RM


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2002. Hiper-Catalunya. System ME


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2002. Hiper-Catalunya. E-Houses


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2003. 18 apartments in Barcelona


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2003. Apartment of Miguel BĂŠsos in Barcelona


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2003. SA’ 16 - PARQ - automobile prototype silo


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2003. House SB in Santa Cruz do Bispo


habit

planta 1º piso

escala 1:100

2 rafael fortes

habitação unifamiliar - sta. cruz do bispo

planta 2º piso

escala 1:100

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habitação unifamiliar - sta. cruz do bispo fotomontagem

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escala 1:100

rafael fortes

habitação unifamiliar - sta. cruz do bispo fotomontagem

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rafael fortes


2004. HYPER–CUBO, modular structure to beach support


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2004. SA 26 – Portas do Sol, car park and commercial galleries, Lisboa


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2004. House MB in Belmonte


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2005. Headquarters of the OASRN, Porto


H.1

Confec• ‚ o

H.2

Atendimento piso1

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G.3 Loja Design ou Banco

I.4 Mini Audit— rio

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F.4 Hall Biblioteca

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Gabinete Bibliotec‥ ria

F.2 Biblioteca

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urbanoÊ deÊ valorÊ hist— rico,Ê ter‥ Ê sempre

entreĂŠ oĂŠ testemunhoĂŠ existenteĂŠ deĂŠ umaĂŠ t

I.3 Zona TĹ˝ cnica

E.2 Arquivo Admiss‚ o D.5 Arquivo Pelouros

E.4 Arquivo Disciplina

S.1 F.3 Sanit‥ rios Pœ blico Dep— sito

ambienteĂŠ socialĂŠ daĂŠ cidade,ĂŠ eĂŠ aĂŠ conseq

I.2 Arrumos G.1 Livraria

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G.2 Dep— sito Livraria

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A.3 Secretaria A.5 Telefonista

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F R d c p A c p e a a


2005. Bambu and Gravel Garden, Porto


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2005. Shading Devices, Porto


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2006. House ET in Avintes, Vila Nova de Gaia


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ACXT 2006. CSE, Vigo


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ACXT 2007. -XVWLFH &DPSXV, Vigo


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2007. Castelo do Mar, Albufeira's Art and Science Center com Pedro Mendonรงa


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ACXT 2007. +HDOWKFDUH &HQWHU 5LEDGDYLD


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ACXT 2007. CETIL, Lugo


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ACXT 2007. Healthcare Center, Santiago de Compostela


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ACXT 2007. CITEEC, Corunha


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2007. Azores Poets Plaza, Lagoa, Aรงores com Pedro Mendonรงa


projecto urbano para urbanizaçao de frente litoral em Lagoa, Açores

ZONA Parque Desportivo dade do1: uso de parque desportivo em prácticamente toda a Zona.

analise urbana2.ai 23/04/2008 0:10:20

HOTEL

PRAÇA DOS POETAS AÇOREANOS

projecto urbano para urbanizaçao de frente litoral em Lagoa, Açores

O edificio implantado no extremo Oeste tem no seu piso térreo serviços de apoio à práctica desportiva, como por exemplo, balneários e arrumos para material desportivo, assim como uma pequena HABITAÇAO cafeteria. HOTEL No lado oeste, encontram-se também quatro edificios habitacionais, perpendiculares à linha de costa, de forma a permitir a visao contínua do mar desde a parte interior da ilha

A Oeste encontra-se o elemento formal de referência: um Hotel de charme de 30 quar-

dade do uso de parque desportivo em prácticamente toda Zona. projectoa urbano para urbanizaçao de frente litoral em Lagoa, Açores

vulcânica da ilha. Através da sua implantaçao, o hotel cria um eixo visual que remata numa Igreja no extremo Este da Praça. A praça deixa

Toda esta zona encontra-se elevada 4 metros relativamente à cota daSPA.praça de forma a nao haver tos com valência de O Hotel assume a Três destes blocos habitacionais encontram-se elevados sobre pilares da cota térrea de forma a forma de um afloramento rochoso, também conflito entre visual as actividades nas duas zonas. permitir continuidade no sentido longitudinaldesenvolvidas do terreno e permitir também a continuiele revestido a basalto, evocando a origen PRAÇA DOS POETAS AÇOREANOS analise urbana1.ai 23/04/2008 0:12:25

endiculares à linha de da ilha

A Oeste encontra-se o elemento formal de referência: um Hotel de charme de 30 quartos com valência de SPA. O Hotel assume a cota térrea de forma a forma de um afloramento rochoso, também ir também a continuiele revestido a basalto, evocando a origen vulcânica da ilha. Através da sua implantaçao, o hotel cria um eixo visual que remata numa os de apoio à práctica Igreja no extremo Este da Praça. A praça deixa rtivo, assim como uma de ser, entao, apenas uma praça de um hotel O projecto de urbanizaçao propoe 3 zonas bem delimitadas paralelas à linha de costa. de urbanizaçao propoe 3 zonas ebem delimitadas paralelas àservir linha de costa. de espaços comerciais para Pretende-se com cada uma destas zonas dar resposta àtambém ligaçao necessária do tecido urbano da Lagoa, que neste local encontra um hiato, uma urbano nova centralidade e evocando a “alma” com cada uma destas zonas dar resposta à ligaçao necessária do construir tecido a Igreja, em todas as suas vivências e festivi-da Açoreana. local encontra um hiato, construir uma nova centralidade e evocando a “alma” aeste de forma a nao haver dades. A Zona 1 alude aos vastos pastos açoreanos, ao verde contínuo que assoma a ilha, à Naturaza e C

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ao cultivo da terra. A Zona 2, a grande praça de basalto onde se implanta um hotel que mimetiza um afloramento rochoso, alude às origens da ilha e ao carácter marcado, determinado, sólido que os Açores têm. A Zona 3, completamente revestida a madeira, já revela o carácter mais complexa e profunda da relaçao com o mar, nao apenas como elemento quotidiano, mas também como elemento-meio de chegar ao outro lado, de passar o horizonte.

O edificio implantado no extremo Oeste tem no seu piso térreo serviços de apoio à práctica

Todos oscomo edificios sao revestidos com paineis deuma várias tonalidades depraça verde de forma a melhor desportiva, por exemplo, balneários e arrumos para material desportivo, assim como de ser, entao, apenas uma de um hotel pequena cafeteria. e de espaços comerciais para servir também se enquadrar na sua envolvente natural. a Igreja, em todas as suas vivências e festiviToda esta zona encontra-se elevada 4 metros relativamente à cota da praça de forma a nao haver conflito entre as actividades desenvolvidas nas duas zonas. Todos os edificios sao revestidos com paineis de várias tonalidades de verde de forma a melhor se enquadrar na sua envolvente natural.

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ZONA 1: parque desportivo

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ZONA 2: praça urbana

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ZONA 3: passeio marítimo

HOTEL e SPA

Edificios de Habitaçao

Marina

Piscinas

Escola de Desportos Nauticos Campos desportivos

Parque de Estacionamento público Acesso a Estacionamento privado

ZONA 2: praça urbana

mas com programa comercial no seu interior

MARINA A marina desenvolve-se de forma paralela à costa, tentando minimizar o impacto visual que normalmente este tipo de equipamentos provocam, desfigurando a linha costeira através de implantaçoes contranatura perpendiculares ao mar. Pretende-se com a implantaçao proposta que todo o passeio maritimo seja lido como um suave .prolongamento da linha costeira, como se se tratasse de um crescimento natural. Os edificios aquí implantados têm redobrado cuidado no seu desenho, propondo-se edificios de um piso que se desenvolvem como extensao do solo, ou seja, como se fosse uma pequena topografia, em que a cobertura é sempre visitável e onde se podem constituir pequenos espaços miradouro, entre outras actividades. As piscinas estarao asociadas ao piso térreo do hotel de forma a controlar o seu acesso.

AePraça urbanatodas pretende ser a matriz de uma nova centralidade na vila urbano da Lagoa, assumindo-se Zona 1 corresponde ao Parque desportivo, constituido por uma primeira de Prevê-se também mobiliário de apoio à pesca A zona doAcampos Passeio Maritimo será sendo revestida a deck defranja madeira incorporará as actividades de desportos (a oeste), como futebol, basquetebol, voleibol, desenvolvendo-se no seu como espaço representativo pavimentado com lages de basalto. extremo oeste num circuito de manutençao apoiado por vários equipamentos fixos. Prevê-se ligadas ao mar. uma arborizaçao de densidade média.

ZONA 3: passeio marítimo

rmal de 30 quarssume a também a origen antaçao, ta numa deixaassumindo-se aça Lagoa, um hotel também e festivi-

Em termos de tráfago, propoe-se apenas um pequeno desvio da rua existente de forma a permitir uma maior àrea de explanadas para o comercio. No entanto, o tráfago existente será condicionado a veículos de emergencia e serviço ao hotel e estabelecimentos comerciais, prevendo-se dois parques de estacionamento nos extremos este e oeste da praça.

A Zona 1 corresponde ao Parque desportivo, sendo constituido por uma primeira franja de ZONA 3: Passeio Maritimo campos de desportos (a oeste), como futebol, basquetebol, voleibol, desenvolvendo-se no seu A zona do Passeio Maritimo será revestida a deck de madeira e incorporará todas as actividades extremo oeste num circuito de manutençao apoiado por vários ligadas ao mar. equipamentos fixos. Prevê-se uma arborizaçao de densidade média. K

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arque Desportivo

Prevê-se que, também para cumprir um papel pedagógico e de enaltecimento da Ilha, sejam gravados no pavimento poemas dos poetas mais representativos dos Açores.

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Prevê-se que, também para cumprir um de vastos apastos açoreanos, ao papel verde contínuo que eassoma a ilha, à Naturaza rdeaos de forma melhor pedagógico de enaltecimento da e terra. Ilha, sejam gravados noa Origem pavimento poemas O projecto pretende abordar (a pedra), o Povoamento (o pasto) e a Saída (a madeira e o mar) como os que três vectores chave da relaçao do Povo Açoreano com o seu territorio. ZONA 2: Praça Urbana rande praça de basalto onde se implanta um hotel mimetiza um afloramento dos poetas mais representativos dos Açores. A Praça urbana pretende ser a matriz de uma nova centralidade na vila da Lagoa, assumindo-se de às origens da ilha e ao carácter marcado, determinado, sólido que os Açores têm. ZONA 1: Parque Desportivo como espaço representativo pavimentado com lages de basalto. mpletamente revestida a madeira, jáEm revela o carácter mais complexa da pequeno desvio da rua existente de forma a termos de tráfago, propoe-see profunda apenas um COMERCIO o mar, nao apenas como elemento quotidiano, mas também elemento-meio permitir uma maior àrea como de explanadas para o comercio. No entanto, o tráfago existente será No seu lado Norte, encontra-se toda outro lado, de passar o horizonte. condicionado a veículos de emergencia e serviço ao hotel uma comercial virada para o e frente estabelecimentos comerciais, mar e sobre a qual se apoia o Parque Desportivo. ZONA 1: parque desportivo prevendo-se dois parques de estacionamento nos extremos este e oeste da praça. retende abordar a Origem (a pedra), o Povoamento (o pasto) e a Saída (a madeira e Esta frente comercial assume a forma de “muro” habitado, aludindo os três vectores chave da relaçao do Povo Açoreano com o seu territorio. aos terraços existentes ZONA 2:agrícolas Praça Urbana ZONA 3: Passeio Maritimo MY

dades.

COMERCIO

MARINA No seu lado Norte, encontra-se toda A marina desenvolve-se uma frente comercial virada para o de forma paralela à mar e sobre a qual se apoia o Parque HOTEL e costa, SPA tentando minimiDesportivo. zar o impacto visual que normalmente este tipo Esta frente comercial assume a de equipamentos provoforma de “muro” habitado, aludindo cam, desfigurando a aos terraços agrícolas existentes costeira através de Edificios linha de Habitaçao mas com programa comercial no implantaçoes contraseu interior natura perpendiculares ao mar.constituido por uma primeira franja de rresponde ao Parque desportivo, sendo esportos futebol, basquetebol, voleibol, desenvolvendo-se no seu prir um (a oeste), como Marina Pretende-se com implantaçao proposta que todo o passeio maritimo seja lido como um suave te num por váriosaequipamentos fixos. Prevê-se ento dacircuito de manutençao apoiado 59 . prolongamento da linha costeira, como se se tratasse de um crescimento natural. çao de densidade média. poemas


ACXT 2008. Healthcare Center, Milladoiro


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ACXT 2008. Healthcare Center, Tui


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ACXT 2008. Informatic Engeneer School, Santiago de Compostela


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ACXT 2008. CESGA, Santiago de Compostela


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2008. School Playground, Teixoso


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2008. House MC, Covilh達


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ACXT 2008. CISE, Mos


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ACXT 2008. +HDGTXDUWHU RI WKH 3RUW RI 0DULQ, Marin


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ACXT 2008. Fishermen's Warehouse, Marin


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ACXT 2008. Cafe and restaurant with sport field, Marin


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ACXT 2009. IES, Milladoiro


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ACXT 2009. Courthouse, Ourense


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ACXT 2009. BalaĂ­dos stadium, Vigo


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ACXT 2009. +HDOWKFDUH &HQWHU, A Merca


CENTRO DE SALUD DE A MERCA

LOCALIZACIÓN

A Merca, Ourense, España

CLIENTE

N

SERGAS SUPERFICIE 524,85 m2 FECHA Diciembre de 2008 ARQUITECTOS DE PROYECTO Jesus Llamazares Castro, sócio ACXT Fco. Javier Rodriguez Garcia APAREJADOR José A. Rodriguez Souto DIRECCIÓN DE OBRA Jesus Llamazares Castro José A. Rodriguez Souto COLABORADORES Rafael Fortes (Arquitectura) Ingrid Valero Geli (Paisajismo) Juan Rey Rey (Estructuras) Miguel Angel Ces Pérez (instalaciones) Daniel da Pena Gregorio (presupuesto) FOTOGRAFIA Leopoldo Alonso Alberti Jesus Llamazares Castro

“muro de adobe puerta abierta al patio de suelo verde: umbral de lo cotidiano donde la ropa se seca .. pero también pórtico solemne a la vida sagrada del hombre” Sophia de Mello

“piedra río viento casa llanto día canto aliento espacio raíz agua Oh mi patria y mi centro”

Así la arquitectura sanitaria construida en A Merca se entiende bajo la idea de umbral de lo cotidiano como marco y espejo donde hombre, usuario y naturaleza, entorno confluyen en un ámbito de encuentro. Aquí la arquitectura es marco por el que contemplar la naturaleza, es pura esencia de muro y es espejo donde contemplarse y diluir la presencia de la materia construida asumiendo que , “mirar a trabes del cristal es la manera de ver nuestro mundo”.

Sophia de Mello

“pensaba también que si lograba quedarme completamente inmóvil y muda en ciertos lugares mágicos del jardín lograría oír uno de esos poemas que en si mismo el aire contenía” Sophia de Mello. Nocturno Mediodía

Inserción urbana El Centro de Salud de A Merca se sitúa en una parcela de forma triangular limitada por el vial de acceso al Pabellón deportivo, por el espacio destinado a equipamiento docente del Concello y por un pinar al sur cerrando el contorno en su lado mayor, todo ello acompañado de una pendiente descendente hacia el sur. Se ha buscado en todo momento preservar lo existente y poner en valor la visión lejana desde las cotas superiores a la parcela de trabajo, permitiendo la permeabilidad visual desde el espacio alrededor. Es por ello que se han tenido en cuenta todos aquellos cambios de nivel de la parcela y la sucesión de muretes que se desarrollan a lo largo del vial de acceso, así como la presencia de dos árboles que generarán el ámbito de acceso a la parcela. Así, el Centro de Salud adopta una posición de recogimiento de la parcela en sus cotas inferiores y abraza mediante un espacio verde y arbolado el ámbito de acceso. Se ha buscado una secuencia en el acercamiento. Recorrido, acceso y apertura visual ya dentro del propio centro.

Construcción y estructura En A Merca se busca la intensificación poética de la construcción buscando una respuesta adecuada de la forma construida a un programa, lugar y ocasión concretos. El espacio se resuelve entre muros y bajo cubiertas de hormigón tratados en continuidad. El hormigón visto en toda la envolvente refuerza el sentido pétreo del material y su relación por contraste con el entorno vegetal. El material alcanza su máxima expresión en la viga de gran canto hacia el mediodía que actúa como parasol permitiendo regular las temperaturas extremas del espacio de espera .El tratamiento de huecos de diferentes tamaños permite la ventilación ¡cruzada de las estancias así como su iluminación, la lamina - estanque de agua mejora las condiciones lumínicas del espacio interior a media tarde y refleja la luz y el paisaje atrayéndolos como un imán hasta el espacio interior

“pensaba también que si lograba quedarme completamente inmóvil y muda en ciertos lugares mágicos del jardín lograría oír uno de esos poemas que en si mismo el aire contenía”

EL MURMULLO DEL LUGAR. “piedra río viento casa llanto día canto aliento espacio raíz agua Oh mi patria y mi centro” Sophia de Mello EL PAISAJE RECUPERADO. ESPACIO , UMBRAL Y LUZ Con el centro de salud de A Merca se propone recuperar la idea de arquitectura como construcción positiva de un programa en un lugar especifico y un momento determinado. Responde a las condiciones especificas impuestas por un programa sanitario de mediana escala en un solar triangular de difícil topografía pero con magnificas vistas al bosque próximo y las montañas en la lejanía. El edificio busca la zona mas ancha del solar, cercana al bosque de pinos y robles haciendo propios los modos de implantación de muchas arquitecturas pacegas y populares donde se crean ricos espacios intermedios de transición con el entorno. La secuencia de acceso desde el pino respetado en un vértice del solar, adquiere un carácter casi ceremonial en suave rampa, se apoyado por pequeños muretes u olivos anuncia la relación del edifico con el lugar y el sentido de cada estancia asociada a volúmenes diferenciados en planta y sección.

Sophia de Mello. Nocturno Mediodía

El edificio se asienta en el lugar con naturalidad gracias a la sección y el tratamiento de la luz .La luz cualifica el carácter de las estancias su funcionamiento optimo del programa sanitario y su necesaria relación con el entorno buscando la intensificación de la experiencia. Se confía, ¿porque no? en la capacidad curativa de la naturaleza. Desde las consultas el medico disfruta de un jardín de flores, lavanda y olivos que se desliza sobre su mesa de trabajo. La espera de los pacientes es animada por la presencia del bosque, y del cielo reflejado en la laminaestanque de agua enrasada con el suelo tratado como el envés de una hoja. El punto de encuentro entre medico y paciente se ilumina por la luz cenital permitiendo vislumbrar el cielo y las copas del arbolado próximo. Aquí se trata por tanto de poner en valor , la piedra , el árbol , el agua , entendidos como símbolos arcaicos de un lugar imaginario en el que subyace la nostalgia del jardín, del bosque en definitiva la esperanzada búsqueda del paraíso perdido, del paisaje recuperado donde la arquitectura todavía tiene sentido....

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ACXT 2009.

Landscape adequation of Thermo-electric Central, Foix


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2009. AIRC Headquarters, Coimbra com Pedro Mendonรงa


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2009. Complexo Social Misericรณrdia XXI, Golegรฃ with Pedro Mendonรงa, David Ribeiro and Clรกudia Escaleira


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2009. Requintes Rurais - Hotel, Pampilhosa

with Pedro Mendonรงa, David Ribeiro and Dinamene Sequeira


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2009. Residential unit for people with demential deseases Arganil with Pedro Mendonรงa and David Ribeiro


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ACXT 2010. Municipal Library, Baiona


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ACXT 2010. Multipurposes building, Corunha


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ACXT 2010. Centre for Environmental Interpretation of Castro Cocinadoiro, Corunha


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ACXT 2010. Suppliers Park of Renault, Valladolid


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2010. Scholar Center in Santa Maria da Feira with Carlos Lobรฃo and Clรกudia Escaleira


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portfolio - 2011


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