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Olá ! Apresentamos a você, leitor, a segunda Edição da Revista Zero15. Porém, não podemos deixar de falar da primeira. É emocionante o carinho com que a revista foi recebida, e não podemos deixar de agradecer por isso. Na primeira edição, foram 2.200 acessos. É como se tivesse sido impressas 2.200 revistas, porém, sentimos orgulho em dizer que não gastamos uma folha de papel para isso. Agradecemos mais uma vez a todos que abraçaram o projeto, e estão conosco desde a primeira edição. Claro que para a segunda, existiram mais percalços, porém também houve mais apoio. Cremos que quando há foco e ética no trabalho, as chances de sucesso são muito maiores, e é nisso que o nosso trabalho se foca. Ética ! Temos para essa edição, além da receita do Japa, que nos faz engordar somente com o olhar, novos colunistas. Sejam bem-vindos ! Vamos todos abraçar com carinho Ana Carolina Felipe, Bárbara Tagliatti, Anna Paula Oliveira e Eliana Granado. Ah, por falar em novos colunistas, homenageamos o mês das mães, com uma coluna da Eliana, falando sobre ser mãe. A coluna escrita por ela está fantástica, está logo no ínicio da revista. A todas as mamães, o nosso parabéns ! Claro, visual é sempre importante, mas não queremos privar você, leitor, de conteúdo. Cremos que você merece conteúdos interessantes, coisas que possa absorver, e achamos que esses conhecimentos possam fazer parte da sua vida. Claro, temos também a parte visual, mas o foco principal é agregar conhecimento. Mais uma vez, nosso muito obrigado a todos, e foi o apoio de todos que nos fez crer que esse projeto é possível, e nos dá ânimo e empolgação para melhorar cada vez mais. As músicas dessa primeira edição (sim, vamos trocar a música dentro da edição, apesar de as músicas serem boas, nem eu mesmo estava aguentando-as mais) são Tonight, we are young, da banda Fun, e Time for Climate Justice - Beds are burning, um remake da banda Midnight oil,que fala sobre os efeitos da devastação que nós, humanos estamos causando em nosso planeta. As letras das duas músicas “casam” perfeitamente, pois devemos fazer algo pelo planeta enquanto ainda somos jovens, muito em


breve nada mais poderá ser feito, pois os efeitos dessa devastação são irreversíveis. Pense nisso ! A revista foi feita com muito carinho, então sinceramente esperamos que goste das fotos e que aprecie seu conteúdo. Enjoy it !

Cleber Martins

Fotógrafo Formado em fotografia pelo CEUNSP atualmente estuda Publicidade e Propaganda na ESAMC - Sorocaba e-mail: cleber@zero15.com.br

Índice Ser mãe ....................................................................................... 4/5 Direito ........................................................................................ 6/7 Gastronomia .......................................................................... 16/17 Prata da Casa ......................................................................... 22/25 Vista-se .................................................................................. 28/29 Sustentabilidade .................................................................... 34/35 Moda/Jeans............................................................................. 38/39 Sociedade ................................................................................ 42/43 Vista-se Azul .......................................................................... 48/49 Literatura ................................................................................ 53/54 Editorial .................................................................................. 54/68


S

Ser M達e Homenagem da revista Zero15 ao dia das m達es


Ser Mãe

E

ainda mal formuladas. Não se pode descrever a satisfação de ver as primeiras vitórias do bebê ao se virar na cama, ao pegar os primeiro brinquedos Não é apenas fazer aquele teste de gravidez e e agitá-los, ao superar as barreiras e engatinhar ver o positivo aparecer. É poder contar com os desengonçadamente, ao se sentar olhando meses de enjoo, ter vontades de comidas esquisitas avidamente o olhar de admiração da mamãe, ao se em horários impróprios, ver as roupas pararem de levantar para dar o primeiro passo e cair sentado no entrar e ter de apelar para uma silhueta muito mais chão, ao dizer o primeiro "te amo mamãe". Só quem carregou o filho com amor sabe o desafio confortável do que bonita. E não há como comparar a sensação de sentir de deixá-lo na escolhinha à mercê de cuidados de aquela agitação através da articulação de mãos ou outra pessoa que não seja a própria mãe, de como pés ali dentro. Ora empurrando, ora esfregando, ora é doído não poder acompanhar cada momento novo mexendo de forma inexplicável. Fazer todo o pré- da vida nova do não mais bebê. E ver crescendo, natal, acompanhar cada etapa da evolução da vida deixando roupas que às vezes foram usadas apenas dentro da barriga. Escolher enxoval, escolher temas uma vez, é de dar um aperto no coração, pois para os quartos, escolher roupas, escolher nomes. já é sabida a verdade de que logo logo estarão E ficar imaginando se vai gostar de tudo o que for independentes de mãe para serem adultos em busca dos próprios sonhos. escolhido. xistem diversas formas de ser mãe, mas nenhuma se compara com o poder do encanto que cada mãe sente quando descobre que será mãe.

Muitas vezes, passar noites a fio com a ansiedade de ver aquele rosto, os olhos, as mãos pequenas, sentir o coração acelerado bater. E ficar na expectativa na hora do parto, com medo de complicações, com suador de preocupação se conseguirá amamentar, com prazer imenso de saber que aquele choro é um choro saudável de mais um ser na Terra para nos fazer chorar e sorrir de alegrias mil.

E ouvir em primeira mão que será avó torna a tarefa de ser mãe duplicada, porque terá as mil preocupações para evitar que o filho ou a filha da filha ou do filho passe pelas dificuldades que foram vividas antigamente, além de poder desfrutar e acompanhar o crescimento de uma barriga sem se incomodar com a obesidade, e comemorar na hora do nascimento um fruto tão sadio quanto aquele que já nasceu de si.

Não há como explicar a dor prazerosa que é o Ser mãe é um ciclo que jamais acabará por conta aleitamento, além da dor sofrida de experienciar as cólicas e primeiras vacinas. Não tem como esclarecer da beleza imensa que é ser algo incrível, geradora de o sofrimento das dores sem explicação no meio da um futuro ainda não imaginado, mas muito desejado. noite. Não é possível elucidar a gratidão que é sentida quando se ouve o primeiro balbuciar das palavras

Eliana Silva Granado Blogueira e Mãe Consultura de Beleza blog: www.fashionlih.com


D Das ofensas cometidas nas mídias sociais por menores e suas consequências. Joana*, adolescente de 16 anos, amiga inseparável de Ruana*, invejada pela atração que sua amiga causava nas pessoas, publicou nas mídias sociais, fatos inexistentes a respeito da reputação da amiga, que em instantes era comentado por todos os alunos da escola em que estudavam. Diante do ocorrido Ruana passou a ser rotulada pelos colegas, apresentando em pouco tempo quadro depressivo, com perda de peso e falta de vontade para sair de casa e para outras atividades normais.

A

situação apresentada, muito embora fictícia, pode ser facilmente verificada no cotidiano, quando se constata as mais diversas histórias a respeito de pessoas proferindo ofensas públicas a despeito de complexos de superioridade ou inferioridade, naturais na maioria dos seres humanos. O que muita gente não sabe é que existem consequências que tais atitudes podem acarretar à pessoa que assim age, mesmo na hipótese do ofensor ser menor de idade, e é sobre esse tema que falaremos em nossa coluna na Zero15 deste mês. Previsto no artigo 139 do Código Penal, o crime de Difamação prevê, a quem cometê-lo, a pena de detenção de três meses a um ano, e multa, além de abrir a possibilidade de responsabilização civil do autor, podendo este até ser condenado à reparação pelos danos morais cometidos à vítima.

f

Mas o que é difamar? Na definição houaissianaé “[...] fazer perder ou perder a boa fama ou a reputação [...]”, o que pode ocorrer através da divulgação a terceiros, de fatos que ofendam uma pessoa. Mas quais as consequências advirão quando a conduta for praticada por um menor de idade? Em primeiro plano, o adolescente responderá pelo ato infracional praticado, nos termos do Estatuto da Criança e do Adolescente, podendo receber medidas sócios-educativas de advertência, reparação do dano e até prestação de serviços à comunidade. Nesta via, em função da previsão do artigo 932, I, do Código Civil, os pais também serão responsabilizados pela reparação civil, quando o ato for cometido pelos filhos menores que estiverem sob sua autoridade e companhia, não devendo, entretanto, con-


Direito fundir o termo “em sua companhia” com a necessidade de se estar presente fisicamente. Assim, quando a ofensa moral tiver sido proferida por menor caberá à vítima demandar os pais ou responsáveis por aquele, para assim ver reparados os danos morais sofridos, na medida em que possuem o dever de educa-los e vigia-los, sendo necessário, contudo, a avaliação do caso concreto para que eventual condenação seja justa. Por dano moral, nos referimos aqui ao transtorno psicológico causado à vítima, que experimenta situação amarga superior aos inconvenientes do dia-a-dia. Por se tratar de ofensa a sentimento íntimo, sua quantificação em dinheiro não é fácil, cabendo ao juiz balizar o valor como fator de amenizar o abalo à reputação sofrido, bem como punir e desestimular o ofensor. Para tanto, analisará as condições financeiras do ofendido e ofensor, bem como a repercussão da ofensa, ou seja, a extensão geográfica e popular dos atos difamatórios que, cometida pelas redes sociais, são incontroláveis. Contudo, considerando o turbilhão pelos quais os jovens em formação passam, antes de tomar qualquer atitude formal, vale a tentativa de conciliação amigável por parte dos pais dos envolvidos.

Isto porque ao demandar judicialmente, ou ainda ao registrar a ocorrência perante uma Delegacia de Polícia, os pais irão expor a vida do filho ao público (muito embora haja sigilo em procedimentos envolvendo menores) majorando os malefícios de se inserir o nome do menor nos sistemas públicos, mesmo em posição vitimaria. Ao atingir a maioridade, o até então menor, estará vitaliciamente rotulado perante os sistemas públicos, gerando comentários futuros tanto para o autor como para a vítima. Não obstante as observações efetuadas, cabe esclarecer que nem ao longe se deve descartar a utilização dos mecanismos de Direito postos a proteger e reparar àqueles que foram prejudicados. Assim, diante de uma ofensa aos seus direitos, procure o profissional ou o órgão público adequado à situação, lembrando sempre que, como em todos os aspectos da vida, a composição é a melhor forma para se evoluir e, ao optar por esta via, não só a sociedade ganhará, mas principalmente os envolvidos, que poderão mais facilmente se desprender do conflito e superar as aflições outrora presentes.

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Paulo Henrique Wilson

Funcionário Público Estadual Bacharel em Direito, formado pela Universidade Paulista em Sorocaba


(15) 9745-8341 (15) 7813-3465


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G La Pasión Mexicana! (não, não a tequila)

F

ala galera! Hoje trago uma receita simples, saborosa e excelente para o verão: a Guacamole. Um tanto peculiar para o gosto geral do brasileiro, já que sempre vejo algumas pessoas ‘torcendo o nariz’ quando eu menciono o uso do abacate em um prato salgado. Porém, sou forçado a informá-los: o Brasil é o único país a utilizar o abacate com açúcar. Resultado, os estranhos somos nós! Originário da América Central, este prato começou a ser feito pelos Astecas, lá pelo inicio do século 16. Seu nome se origina de um dialeto chamado Nahuatl, significando – literalmente - molho de abacate (sério?). Sendo proveniente das palavras ahuacatl (abacate) e molli (molho). A Guacamole se tornou parte indispensável da culinária mexicana e é muito popular nos Estados Unidos, como molho, condimento ou servido como parte de saladas. Vamos a receita:

Ingredientes 1 abacate maduro 1 cebola bem picada 1 tomate cortado em cubos pequenos 1 pimenta bem picada (para pessoas normais) ou 3 pimentas bem picadas Suco de 1 limão Coentro picado a gosto 1 colher de sopa de azeite extra-virgem 1 colher de chá de sal


Gastronomia Um detalhe da pimenta: se você conseguir encontrar a Jalapeño, você trará um sabor bem original ao prato, caso não consiga, pode utilizar a dedode-moça.

Sugestões de uso

Opcional:

“Esta versão acompanha muito bem uma

- As clássicas tortillas de milho mexicanas. (Doritos ou Dippas) cervejinha. (agora ficou interessante, né?)”

1 dente de alho moído. Algumas receitas incluem o dente de alho. Particularmente, não gosto porque acho que ele rouba o sabor da receita. Faça um teste e decida qual versão você prefere!

- Molho de saladas.

“Acompanha muito bem saladas de folhas em geral (alface, rúcula)”.

Preparo Descasque o abacate e amasse-o com um garfo, adicione todos os ingredientes e misture bem. A receita pode ser consumida imediatamente, no entanto, caso você deixe os ingredientes curtirem no abacate, ela ficará com um sabor mais marcante.

- Recheio de sanduíches.

“Pode ser utilizada tanto em sanduíches

naturais quanto em hambúrgueres, adicionando uma textura excelente e um sabor picante”.

Alexandre Takahashi

Formado em Gastronomia pela UNISO - Universidade de Sorocaba E-mail: alexandre@zero15.com.br


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De Porto Feliz (SP) “diretamente para a emissora Rede Globo”: Bruna Rosa conta como chegou aos palcos do programa do Faustão e como a dança passou de paixão para profissão. Confira!

Styling: Isadora Cato Fotos: Cleber Martins

Ô, monçoeira bonita que desbrava o mundo!

Loja: Mari Modas

E


Prata da Casa

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ue menina na infância não sonhou em ser bailarina? Estar com uma roupa toda cor de rosa e sapatilha nos pés? Não foi diferente com a portofelicense Bruna Fernanda da Rosa. Filha de dona Sonia e seu Claudio, irmã caçula de Adriano, Robson e Daniela, hoje - e aos 24 anos - Bruna faz parte do balé do programa do Faustão, exibido aos domingos pela Rede Globo de televisão. A dançarina viu sua vida mudar por meio da arte de se expressar, logo aos 19 anos surgiu a primeira oportunidade de desbravar horizontes além da terra onde nasceu. Viajou, conheceu outros lugares do mundo como a China, Espanha e França. Em entrevista a Revista Zero15, a jovem conta como foi dar os primeiros passos para ao que hoje é sua profissão. Confira!

Zero15: Sobre a grande curiosidade das pessoas: os famosos dão “cantadas” nas bailarinas? Bruna: Nunca tive esse problema lá. A Globo é uma empresa muito correta...

se vende a ilusão. Mas é justamente por isso que você precisa ter seus pés no chão e a total noção da sua realidade: do que você é e onde pretende chegar.

Zero15: Como você chegou a Globo? Bruna: Depois que percebi na minha primeira viagem que poderia ir cada vez mais longe, comecei a procurar outros trabalhos. Fiz alguns trabalhos internacionais e voltei para o Brasil. Nesse tempo, conheci o coreógrafo Marllos Fraga, que trabalha para o balé do Faustão. Ele se tornou um grande amigo e dizia sempre que, caso eu resolvesse ficar por aqui, correspondia ao perfil do programa. Nunca pensei que um dia estaria na Globo e as coisas foram acontecendo naturalmente. Claro que houve muito esforço e dedicação, mas quando se sabe o que quer, as coisas acontecem. Foi assim para mim, sempre conhecia alguém que indicava para um, para outro, e assim por diante.

Zero15: São muitas meninas bonitas em palco, como funciona a seleção? Bruna: São de duas formas, em São Paulo (SP) e no Rio de Janeiro (RJ). Primeiro selecionarão por um material e depois, faz-se o teste de dança. Zero15: Mas é uma vida de glamour, aquela que todos imaginam para quem trabalha na tv? Bruna: Não. Continuo sendo a mesma pessoa, com os mesmos amigos, com a mesma rotina e com os mesmos pensamentos. A diferença é que agora tenho mais oportunidades do que antes. Atualmente trabalho só para a Globo, mas participo também de alguns eventos e dou aulas.

Zero15: Como é lidar com esse lado tão predominante da beleza – que é um “padrão” Zero15: Trabalhar com artistas, como é então para os programas... Como aliar com o trabalho viver nesse mundo? essa característica? Bruna: É normal. Eles são pessoas normais como todo mundo. Claro que na tv é um mundo onde


Fotos: Cleber Martins

Styling: Isadora Cato

Loja: Charmy

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Prata da Casa Bruna: Desde que comecei a trabalhar com shows, passei a me preocupar mais com isso. Afinal, é normal que você acabe se expondo, expondo o corpo. Mas, antes de me preocupar em ser bonita, prefiro me preocupar em ser boa bailarina.

Zero15: Quando você começou a dançar? Bruna: Aos cinco anos, porque uma amiguinha fazia o balé e pedi para fazer também. Meus pais acharam que com o tempo abandonaria. Mas com os anos, se tornou minha paixão. Nunca pensei que fosse ser minha profissão. Graças a Deus, até os 19 anos meus pais e meus irmãos Zero15: Para quais lugares você já foi? me ajudaram a segurar as coisas, para aliar a Bruna: Fui para Macau, na China. Fiquei lá por dança com a faculdade. 10 meses. Quando voltei para o Brasil, logo embarquei num navio espanhol que passava Zero15: Quando você olha para o que conquistou pela Espanha, Itália e pela França. Em seguida, e olha para o lugar de onde veio, uma cidade traba-lhei para um navio Libanês, que percorreu pequena de interior. O que pensa? a Grécia, Turquia e o Líbano. Depois destas Bruna: Lembro-me de cada preconceito que experiências entrei para o Faustão. sofri. Muitas pessoas dizendo coisas ruins sobre as minhas viagens. Mas, ao contrário, Zero15: E como foi essa primeira experiência? lembro também de cada pessoa que torceu, que Bruna: Marcante. Foi o primeiro trabalho onde contribuiu... Da boa educação que recebi dos comecei a receber salário pelas apresentações. meus pais e a eles, devo tudo o que me tornei, Aí, percebi que todos os meus sonhos poderiam sou hoje. ser realizados sim. Aos 19 anos era uma menina do interior, dependente de tudo, que resolvia Zero15: E sobre as suas conquistas. O quê você ir para o outro lado do mundo. Passei um ano conquistou? num país desconhecido, numa cultura diferente. Bruna: Hoje mostro para todo mundo que tenho Lá aprendi outras danças, ritmos, ganhei amor pelo que faço. Me sinto realizada e grata experiência, aprendi a lidar com as diferenças. por Deus ter sido tão bom comigo. Mais do Cresci cinco anos em um. que realizada, me sinto em paz por ter andado sempre com fé, honestidade e muito amor pelo Zero15: Qual a dificuldade em ser bailarina? dom que recebi. Bruna: Quando se trata de arte, em geral, Veja mais fotos da Bruna Rosa sempre é difícil. Tem que pagar mensalidades, pagar inscrições de festival, figurinos. No fim, no final dessa edição! tudo exige dinheiro, ensaio, dedicação. A gente sempre se virava para conseguir pagar tudo...

Marcela Cortez

Bacharel em Comunicação Social/Jornalismo pelo CEUNSP Atualmente trabalha na TV Tem/Sorocaba E-mail: marcela@zero15.com.br


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o - Porto Feliz - (15) 3262-3955


M Scarf prints e calça montaria D

o pescoço para as roupas, as scarf prints, também chamadas de estampas dos lenços, possuem referências em desenhos náuticos, barrocos e paisley (anos 60/70) e foram grandes apostas para o verão 2013. A seda é o tecido mais pedido para elas por ser geralmente estampas leves e delicadas. Como ainda estamos na meia estação, elas ainda estão em alta, podendo ser usadas no dia-a-dia, no trabalho, em shoppings, em passeios e em algumas ocasiões pode ser usadas a noite. As cores neutras são as mais indicadas para combinar com o scarf print, pois precisamos dar foco à delicadeza do tecido. As camisas lenços podem ser usadas na composição de diversos looks, proporcionando muita elegância e sofisticação ao visual feminino. Calças de montaria ou sociais, saias mais elegantes ou mais coladas e até mesmo um short social cai muito bem com essa tendência, não fugindo do seu propósito. O ideal é que elas sejam usadas por mulheres mais magras, já que tendem a aumentar a região, porém, todas as mulheres podem usar, mas devem tomar cuidado com a escolha. Aposte no uso das scarf prints e arrase no visual.

DICA: Com as inspirações náuticas,

o vermelho e o azul-marinho são cores básicas. Já para um estilo mais barroco, o verde, o roxo e o amarelo estão bastante em alta. Nos pés, para combinar devemos apostar nos sapatos mais femininos como sandálias com tiras, scarpins, sapatilhas, peep toes, ankle boots e rasteirinhas.

Fotos: Cleber Martins / Make e Styling: Isadora Cato - Modelo: Gabriela Dal Bó


Vista-se!

Maxi Tricot com paetê e saia de couro

DICA: O maxi tricot com detal-

hes em paetê está super em alta, além de ser sofisticado e cool. Crie um look junto com as minissaias de couro e ankle boots e abuse nos acessórios! Vista-se.

Do inverno europeu para o Brasil, o maxi tricot está em alta nesse inverno e já está virando uma peça indispensável no guarda roupa das mulheres. Ele é uma peça muito versátil que permite misturar texturas e estilos. Como o clima de inverno do Brasil não é tão rigoroso igual da Europa, podemos misturar a textura pesada do tricô com mi-nissaias e shortinhos. Além de ficar despojado, não fica um look over para o nosso clima tropical. Caso faça um pouco mais frio, é só colocar uma meia calça que o look estará perfeito. O maxi tricot aceita também saias longas, calças, leggings, casacos e até mesmo cachecol. Se deseja um look mais sofisticado, coloque acessórios metálicos, como maxi colares, anéis e até mesmo cintos para demarcar a cintura. Você também pode brincar com as texturas, fazendo sobreposições de tramas com peças lisas, ou estampadas.

Isadora Cato

Estudante de Moda na ESAMC - Sorocaba Fashion Designer E-mail: isadora@zero15.com.br


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S Então, vamos pensar em ideias sustentáveis?

C

omo colocar em prática as ações sustentáveis? Como colaborar com o planeta e preservar seus recursos? Você já parou para pensar nisto? Atualmente, devemos procurar soluções que reduzam o impacto das nossas atividades sobre o meio ambiente. Isso, desde a hora em que levantamos, até a hora em que vamos dormir. Usar tudo de maneira equilibrada e suficiente, para que as próximas gerações possam usufruir também desses recursos (por mais clichê que pareça!). Dois exemplos que - particularmente - acho símbolo de sustentabilidade: brechós (roupas) e sebos (livros). Foi-se a época em que o brechó era visto como sinônimo de roupa velha e fora de moda já passou!

Livros e discos adquiridos nos sebos significam uma economia de no mínimo 60% no valor do produto. As roupas representam economia ainda maior, dependendo dos objetos e estilo. Com um pouco de paciência, além de colaborar com o meio ambiente, você economiza expressivamente seu dinheiro, notou?! Há também as lojas de móveis usados, onde conseguimos encontrar relíquias com ótimos preços. Tudo depende da criatividade de cada um. São tantas as ideias e ações que podemos colocar em prática, que só depende da criatividade e atitude individual.


Sustentabilidade

Confira então outras dicas básicas para o dia a dia, que colaboram com a natureza:

Carolina G. Menk Pós graduada em Engenharia de Segurança do Trabalho Pós graduada em Gestão Ambiental Graduada em Engenharia Florestal E-mail: menk@zero15.com.br


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Blue Jeans I

gnorando fronteiras geográficas, classe social, religião, idade e regimes políticos, o Jeans fez o impossível.

“Nunca na história da indumentária existiu uma roupa capaz de passar uma imagem tão bem acabada de igualdade”. Ele evoluiu, se tornou forte e quando saiu nas passarelas pela primeira vez pelo estilista Calvin Klein na década de 70 causou indignação à população de conservadores, mas isso ajudou a colocar o jeans no alto e logo em seguida roubou definitivamente a atenção da sociedade. Mais do que chamar a atenção, o Jeans evoluiu de: “sou jovem e rebelde” para: “sou moderno, elegante, despojado e ainda tenho tempo de ser jovem e rebelde”. Sem dúvida, o queridinho da moda está presente nos protestos de rua, na música e no cinema; mas que não deixa de ser notado e desejado nas passarelas do mundo todo, não só na parte de baixo, mas o jeans ganhou destaque em tops, jaquetas, acessórios e também sapatos. Nossa paixão pelo jeans teve inicio em 1853. Foi na corrida do ouro que um minerador chega para um jovem rapaz vendedor de mercadorias de primeira necessidade e toldos para carroça, e o questiona ao falar que não era nada daquilo que ele precisava.

Ele precisava de calças para o trabalho que resistissem a pepitas no bolso, terra e tombos. Claude Levi Strauss de 24 anos que desembarcara ainda criança na América aceitou o desafio, pega o tecido destinado às barracas e vai com o mineiro até um alfaiate, pouco tempo depois o trabalhador sai de lá com as calças novas. E ai que nasce as calças mais resistentes do Oeste! Ou melhor ainda: “O Jeans”, a roupa mais universal já criada pelo homem.


Moda Jeans No princípio a cor original do jeans era entre bege e marrom-claro, pois essa era a cor da fazenda original, fabricada na cidade italiana de Gênova. Mas logo Levi adotou outro tecido, ainda mais resistente e flexível para costurar calças compridas. Era uma espécie de estopa bem trançada, de algodão, fabricada na cidade francesa de Nîmes (daí vem o denim). Essa fazenda era tingida com uma tinta vegetal conhecida séculos antes de Cristo, o índigo. Em 1870, o alfaiate Jacob Davis cansou de escutar a reclamação dos clientes, devido aos bolsos dos macacões que não resistiam ao peso das coisas que carregavam e resolveu prender os bolsos com a mesma tacha de cobre que usava para prender as correias dos cavalos às mantas. Juntos Levi Strauss e Jacob Davis patentearam a invenção, e essa união não poderia ser mais bem sucedida. Em maio de 1935 o departamento de publicidade da Levi Strauss fez do jeans um símbolo da moda, Num anuncio publicado na revista Vogue, duas damas do Leste passeiam num rancho vestidas com calças Levi’s, E sobre o desenho, lê-se:

O anuncio deu tão certo que a marca da confecção deixou de ser costurada discretamente na parte interior da calça para ocupar um lugar de destaque no bolso traseiro da calça com uma grande e visível etiqueta vermelha, que até os dias de hoje adoça nosso desejo de compra! E tenho certeza que a partir de hoje você vai olhar diferente para os jeans da sua vida.

“O chique do oeste foi inventado pelos ”cowboys”, e se você esquecer este princípio estará perdida”

Gabriela Avancci

Estilista e consultora de Moda Formada em Design de Moda pela CEUNSP E-mail: avancci@zero15.com.br


S A Importância da Participação Social P

olítica é um assunto que cada vez tem estado mais presente em discussões por todas as classes da população e nos últimos anos tem ganhado extrema força dentro da sociedade brasileira. É notável que cada vez mais pessoas se interessam pelo tema e procuram formar suas opiniões acerca dos debates e polêmicas presentes no nosso cotidiano. Esse interesse que vem surgindo na população é extremamente importante para que cada vez mais pessoas possam estar interadas no que acontece no nosso país e também para que haja uma conscientização coletiva de que nós, povo, somos os “chefes” dessa grande “empresa” chamada Brasil. Em primeiro lugar é importante que o cidadão entenda que políticos são nossos representantes. Eles são eleitos para representar em uma instância maior a vontade do povo, portanto aquilo que o povo considerar ser o certo, deve ser levado em consideração. Obviamente que os políticos possuem ao seu lado uma equipe técnica qualificada em diversas áreas para decidir quais rumos são os melhores para o país, porém volto a salientar que a vontade do povo deve ser levada em consideração na hora da tomada de decisão.

Um ponto essencial da política é a participação social, um cidadão só pode exigir melhorias em seu país, estado e município se participar, mesmo que minimamente, da política e conhecer seus direitos e deveres. Não podemos ignorar o fato de que o cotidiano do brasileiro é extremamente corrido, porém destinar um tempo para fiscalizar nossos representantes deveria ser um hábito.

A Constituição federal de 1988 garante

aos cidadãos a fiscalização contábil, financeira e orçamentária dos órgãos públicos assim como garante um sistema interno que verifique e avalie diversas propostas governamentais como as metas propostas no plano plurianual, a eficácia da gestão orçamentária, financeira e patrimonial nos órgãos e entidades da administração federal, entre outras ações que visam aos ordenamento, controle e avaliação das finanças do Estado, em outras palavras, é garantido ao cidadão o direito de fiscalizar seus representantes, assim como é garantido também as ferramentas de fiscalização ( publicação de contas na internet, jornais, Lei da Informação etc.). Infelizmente, no nosso país, a grande maioria da população não tem o hábito de acompanhar os gastos do seu município ou Estado, muitas vezes essa parcela não tem nem conhecimento do que são essas medidas que visam o planejamento do orçamento e também não sabem que essas são disponibilizadas para que a sociedade faça, juntamente com os órgãos competentes, a fiscalização de como é empregado o dinheiro público, ou seja, recursos que são gerados através do pagamento de impostos e tributos pela população. É dever do Estado divulgar para a população seus gastos, da mesma forma que é dever da população acompanhar para poder cobrar. A análise destes gastos é uma maneira de verificar se os candidatos escolhidos pela população estão cumprindo corretamente as propostas feitas na época das eleições, além disso, o cidadão pode verificar no que está sendo empregado o dinheiro pago nos impostos e se o Estado está dando assistência às áreas que precisam de maior atenção.


Sociedade 4. Á partir do mês de maio desse ano todos os municípios deverão implantar a Lei de Acesso à informação. Essa Lei assegura ao cidadão ter acesso a qualquer documento público (desde que não possua algum tipo de restrição). Isso facilitará o acesso a documentos como licitações, notas fiscais, processos de compras, contratos 1. Na época da eleição você leu o Plano de Go- etc, facilitando assim a verificação de irregularverno do candidato que foi eleito? Caso não te- idades, desvios, ou má prestação de serviços. nha feito isso você ainda tem tempo! Saber o que 5. Caso você suspeite de alguma irregulariele prometeu é fundamental para poder cobrá-lo. dade, desvio ou tenha certeza da mesma co2. Os vereadores eleitos têm uma função fun- munique o seu vereador, o tribunal de condamental: FISCALIZAR AS AÇÕES DO EXECUTIVO. tas do seu município ou a CGU (Controladoria Fique no pé do seu candidato! Sempre que pos- Geral da União). Esses órgãos poderão insível visite-o em seu gabinete e pergunte pra ele vestigar mais a fundo e também tomarão sobre a situação financeira do seu município, as providências caso algo errado seja identificado. Como já dito, a rotina corrida do brasileiro acaba sendo um fator que não colabora com a participação social, porém alguns passos simples podem fazer toda a diferença na busca por melhorias e por gastos corretos do dinheiro público. Comece fiscalizando o seu município, já é de grande ajuda para todo o país.

ações que estão sendo feitas e qualquer dúvida que você tenha. Ele está ali pra isso. A Câmara Municipal é um local do povo, você tem todo o direito de entrar lá e seu candidato por ser seu REPRESENTANTE tem o dever de te receber.

3. Você sabe o que são Conselhos? São pessoas (representando o poder público e a população) que se unem para FISCALIZAR, CONTROLAR e muitas vezes DELIBERAR as ações do Governo em determinadas áreas ( saúde, educação etc), é um espaço para a participação popular. São instâncias de exercício da cidadania. Procure saber quais conselhos existem no seu município e participe deles. Lá você poderá obter informações e também poderá colaborar com a gestão pública da sua cidade.

A união de transparência com participação social gera resultados positivos para toda a sociedade, pois a população sendo mais ativa e cobrando mais, acaba gerando políticos mais preocupados em prestar contas corretamente e principalmente em gastar o dinheiro público no que deve ser gasto, em áreas que necessitam de real atenção, além disso, a fiscalização por parte da sociedade fará com que haja uma diminuição significativa dos índices de desvio de verba pública e gastos desnecessários.

Ana Carolina Felipe Estudante de Gestão de Políticas Públicas na Universidade de São Paulo - USP Atualmente trabalha na Secretaria de Desenvolvimento Social e Sustentável da Prefeitura Municipal de Porto Feliz


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Música Ao Vivo De Quinta à Domingo Av. Monsenhor Seckler, 456 - Porto Feliz (15) 3261-5095


V “É cada vez mais forte a exposição da mídia de matérias de busca pela beleza, de matérias sobre a busca pelo corpo ideal, etc. Isso causa uma padronização do conceito de beleza, um ideal de beleza criado e estereotipado. Nós não acreditamos nesse padrão, nos acreditamos que para ser belo , um ser humano não precisa estar em determinado padrão, ser desta ou daquela forma, basta ele se aceitar, e acima de tudo estar bem ! Talvez seja essa beleza ideal, aceitar-se, e estar bem consigo mesmo. Na nossa opinião, não existe o “MAS”. É normal ouvir alguém falar: “ela é bonita, mas é gordinha”. Por que não falar: “ela é bonita e gordinha”. Ou somente: “ela é bonita”. Desde quando estar uns quilinhos acima do peso ideal é obstáculo para a beleza ? Porém, infelizmente a moda às vezes segue esse padrão midiático, que classifica a beleza como algo magro, o que torna cada vez mais difícil a busca por vestuário para quem está com uns quilinhos a mais. Algumas lojas não tem essa visão, e em muitas faltam roupas com tamanhos maiores. Azar o delas, pois estão perdendo uma fatia do mercado. Foi baseado nessa idéia que criamos essa coluna. Não apenas para dar dicas para as pessoas de como se vestir, mas também para mostrar para as pessoas como localizar esse vestuário de numerações maiores. Esperamos que gostem ! Aaaaaaah, todas as roupas são da Mari Modas, que encontra-se na Rua Cardoso Pimentel, 34 - Centro Porto Feliz (A Redação)

Azul, o queridinho de muitas mulheres nesse inverno. D a passarela para as ruas, do verão para o inverno, o azul foi uma grande tendência no verão 2013 e se estendeu para o inverno. Para as gordinhas que amam estar ligadas à moda, o azul é um grande aliado para elas, pois ele além de ser lindo alonga a silhueta. Os tons mais usados tem sido o azul marinho, cobalto, royal e klein. O azul se encaixa perfeitamente em vestidos e looks monocromáticos, porque além de deixar com um ar mais sofisticado, alonga a silhueta e esconde os quilinhos a mais.

Vestidos e saias em evasê são perfeitos para gordinhas, o caimento é ótimo e não marcam. O preto não poderia faltar né, perfeito em muitas ocasiões e fácil de usar. Ele é um coringa em nossas vidas, nunca sai de moda, emagrece e de forma alguma pode faltar em nosso guarda-roupa.

Fotos: Cleber Martins / Make e Styling: Bárbara Tagliattti - Modelo: Fernanda Bello


Vista-se!

DICA: Gordinhas costumam ter seios lindos, então aposte em decotes. Vesti-

dos com acinturamento abaixo dos seios são os mais indicados, pois não marcam e também ajudam a alongar a silhueta, procure usar vestidos que dão maior sustentação aos seios. Para acessório, procure usar maxi colar, ele vai atrair a atenção para o centro do seu corpo valorizando o seu rosto e disfarçando o volume dos ombros e quadril.

Bárbara Tagliatti

Stylist Estudante de Moda na ESAMC - Sorocaba E-mail: barbara@zero15.com.br


Baiuka Presentes - Presentes - Utilidades - Brinquedos - Bijouterias - Acess贸rios

(15) 3262-6921 Rua: Andr茅 Rocha, 69 - Centro Porto Feliz


L Por onde andaram seus livros até chegar à cabeceira? “Os mais conservadores ainda mantêm os itens da sua estante nos trilhos rústicos, enquanto os mais modernos escolhem seus exemplares na passarela.”

C

apitu traiu ou não traiu? Pausa. Se ao ler essa pergunta ocorreu a sua memória o livro do digníssimo Machado de Assis, é bem provável que concorde que tal obra é como um trem ou comboio. Quando Dom Casmurro (1899) se movimenta nos trilhos da memória de seus leitores, funciona como locomotiva que traz consigo vagões de opiniões, apostas e discussões. Na história, Bento Santiago alcunhado de Dom Casmurro narra as reminiscências de sua juventude dentre as quais a de maior importância é seu caso com Capitu, dona dos olhos de ressaca. . O enredo central desenrolase no ciúme que provem do romance. O narrador protagonista, ao assumir a primeira pessoa, apresenta uma visão tendenciosa dos acontecimentos devido a sua desconfiança. A personagem de Capitu é, sobretudo, ambígua, ora demonstra inocência, ora dissimulação. A questão do adultério permanece em aberto no fim da narrativa. Escrito quando o Realismo era a estética dominante, Dom Casmurro sofreu inúmeras interpretações buscando solucionar a questão da qual introduzo este artigo.

O exemplar é uma joia nacional de domínio público, que faz-se necessária na bagagem-literária principalmente do brasileiro, prova disso é sua posição ve-terana na lista de livros dos maiores vestibulares do país. Tanto que, boa parte dos que possuem Dom Casmurro nos trilhos, o tem desde a época de vestibulando e tornou-se apreciador ou não da trama.


Literatura Tratando a obra como uma representante dos clássicos literários brasileiros, é possível formar um diagrama mental a partir de quem associou, e quem não associou a menção à obra. Dentre os que tiveram acesso, há admiradores e não-admiradores. Foquemos nos que não tiveram acesso, cuja posição no diagrama abre para a parcela que não teve recursos ou base escolar; e os que não se fizeram vulneráveis à obra. A primeira parcela entra num âmbito político lamentável que não cabe à discussão. Todavia a segunda parcela, consumidores da classe D para cima, tem aumentado o interesse pela literatura, já que editoras afirmam que nunca se vendeu tanto no país. O problema consiste no critério de escolha que muito tem a ver com moda. Sim, moda. Os mais conservadores ainda mantêm os itens da sua estante nos trilhos rústicos, enquanto os mais modernos escolhem seus exemplares nas passarelas. Os conservadores, muitas vezes, atendem ao interesse ou à curiosidade e também leem Best Sellers, porém munidos de uma reflexão crítica provocada pelos clássicos. Um indivíduo cujas primeiras leituras é, por exemplo, Cinquenta tons de cinza (2011), tem menos chances de possuir tal reflexão. Cinquenta tons de cinza, de Erika Leonard James, trouxe o sadomasoquismo para o universo até então dominado pelos romances açucarados e brilha nas passarelas literárias. Abre aspas para meu palpite male-volente, de que Cinquenta tons cairá no esquecimento dentro de alguns anos. Foi, na verdade, uma grande jogada de marketing, tendo em vista a atual era da repressão sexual. Sem contar que não é o primeiro livro genuinamente

erótico direcionado a mulheres, como dizem por ai. Faltou explorar detalhes numa narrativa mais descritiva típica dos livros picantes. Que o interesse pessoal nos mova a escolher os livros. E que o interesse seja em busca do crescimento. Um bom caminho é embarcar a partir do tradicional. Economiza tempo na hora em que “julgar o livro pela capa” acaba sendo necessário devido à infinidade de opções. Sabemos o senso crítico não é moda, é atemporal.

Anna Paula Oliveira

Blogger Proprietária do blog: annapaulaoliveira.wordpress.com E-mail: annapaula@zero15.com.br


Editorial - Moda That´s all .... Fica aqui o nosso muito obrigado à todos os patrocinadores, e esse editorial, assim como o primeiro, é um presente à essa confiança. Agradecemos também a todos que contriburam com essa edição, especialmente os nossos maquiadores, stylists e modelos. Fica aqui também nosso obrigado especial à DupStudio, que fez a diagramação das nossas páginas. Obrigado a todos !

Modelos

Amanda Semi-Jóias: Bia Moraes Mari Modas: Jennifer Finotti, Letícia Nogueira Dias e Caio AlbieroColuna Vista-se: Gabriela Dal Bó Loja Packa Nóia: Carol Campos e Ana Marisa Santos Elegance Noivas: Beatriz Segatto e Pamela Iversen Coluna Jeans: Letícia Paranhos Coluna Vista-se azul: Fernanda Bello

Makers

Aline Corrêa: Elegance Noivas Isadora Cato: Paca Nóia Barbara Tagliatti: Mari Modas

Muito obrigado a todos, e até a próxima.


Caio Albiero veste: Mari Modas Fotos/Styling: Cleber Martins


LetĂ­cia Nogueira Dias e Jennifer Finotti vestem: Mari Modas Fotos: Cleber Martins Make e Styling: Barbara Tagliatti


Ana Marisa Santos e Carol Campos vestem: Paca N贸ia Fotos: Cleber Martins Make e Styling: Isadora Cato

Jean Ragazzi e Giselli Mesquita vestem: Mari Modas Make: Isadora Cato


Bruna Rosa Veste: Charmy Modas Styling: Isadora Cato


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Beatriz Segatto Veste: Elegance Noivas Make: Aline CorrĂŞa


Pamela Iversen Veste: Elegance Noivas Make: Aline CorrĂŞa



Revista Zero15 - Edição 2