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REVISTA DE ARTE E CULTURA BRASIL

Setembro 2013 | Ano 02 Edição 03 | TRÍADE

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Este número significa algo pra você? Em sua terceira edição, a Zativa mostra a influência do 3 na música, literatura, cinema e no dia-a-dia de todos nós! Descubra de que forma este número age em você…


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Dark Side of The Moon - Capa Albúm Pink Floyd

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SANTA TRINDADE

Estranhas e antigas tradições acreditavam que o Universo apenas fora criado depois que Deus se dividiu em três... Ou seja, o “Um” apenas passou a existir a partir do momento em que “Ele” tomou consciência de si mesmo, gerando o “Dois” que, na verdade, seria o espaço em que ele passou a ocupar. A partir daí, temos o “Um” que ocupa um lugar no espaço “Dois”, e então, inevitavelmente, gerou-se uma “cena” que deveria ser testemunhada por algo... E, assim, surgiu o “Três”.

forma, a tradição cristã (e mais especificamente a católica) acredita no famoso “Dogma da Trindade”, ou seja, na verdade Deus é “O Pai, o Filho e o Espírito Santo”. Ao mesmo tempo.

A Kabaláh judaica acredita que a partir do momento em que Deus (Kether - Elohim) surgiu, ele se dividiu em mais duas porções opostas e complementares, Binah e Chekhnah, ou melhor dizendo, masculino e feminino. Da mesma

Vamos triplicar as ideias!

A quem já nos acompanha desde nossa a primeira edição, e aos nossos novos leitores, sejam muito bem-vindos. Começa agora a nossa terceira jornada, e antecipo-lhes que ela está ficando cada vez mais emocionante...

E antes de mais nada obrigado pelos mais de 300 curtir em nossa página do Facebook! Família Zativa

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TRIOS 08. CAPA Arte de Henrique Ferreira da Costa inspirada na Santa Trindade

28.

VIAGEM A Zativa deu um role por Amsterdam e traz 3 dicas

10. ENTREVISTA A Zativa falou com André Carvalho sobre sua banda Carnossauros

34.

PERSONAGENS Eles são insepravéis, mas não são dupas e sim trios

14.

FESTA 3 Festas demais para vocês visitarem na noite de São Paulo

36.

TIRAS Twentybucks, abrindo a cessão de tiras da Zativa

18.

BEBIDAS Degustamos a cerveja Duvel Tripel Hop

34.

ROCK N CARDS Mais cartas do jogo de cartas desenvolvido pela Zativa

20.

FILME Petter Jackson e suas trilogias dos livros de Tolkiien

44. REPORTAGEM Baixo+Guitarra+Bateria = Stray Cats, uma matéria sobre a banda

24.

ARTE Ilustração de Mariana Martinez especialmente feita para a Zativa

46. MÚSICA Separamos duas bandas power trio do cenário Underground

26 LEITURA Leituras divididas em 3 etapas que a Zativa separou de mais interessante

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48.

POESIA Filipe Lazarini escreveu uma poesia especial para a Zativa


EQUIPE ZATIVA Coordenação, Diagramação e Projeto Gráfico Fábio Bertho Júnior Colaboradores André Carvalho; Cassio Gois; Cássio Gabriel Prado; Clara Morison; Daniel Abramvezt; Filipe Lazarini; Henrique Ferreira da Costa; Márcio Moreira de Andrade; Mariana Martinez Nietto; Maurício Martins; Miguel Mod; Saides Lamarca; Victor Toush. Revisão Tatiane Mota; Ilustradores Cassio Gois; Henrique Ferreira da Costa; Mariana Martinez Nietto; Victor Toush. Fotografia Clara Morison; Márcio Moreira; Miguel Mod. Parceiros Agência Chove Aqui Cássio Arts Design e Ilustração Estúdio Fotográfico Foto Dema Giro da Velha guia de baladas e restaurantes Contato revistazativa@gmail.com http://www.facebook.com/RevistaZativa

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ARTE DA CAPA A arte da capa da terceira edição da Zativa foi criada pelo ilustrador e designer Henrique Ferreira da Costa.

Desde que recebi o tema três, trindade, trinca, menáge à trois, para participar com alguma ilustração para a Zativa, já pensei na Santa Trindade. Logo depois, foi me requisitado para fazer a arte da capa! Fiquei super entusiasmado, pela tarefa de tanta honra. Comecei uma extensa pesquisa sobre a trindade sagrada, busquei seus conceitos, seus significados. Pesquisei também muitas pinturas sacras, representando o tema, até achar uma bem peculiar, do artista Fridolin Leiber. Quando bati o olho na pintura, já pensei numa partida de truco rolando, e resolvi fazer a releitura da obra. Com a referência principal na cabeça, comecei a rascunhar a composição, depois escolhi uma bela textura de madeira para simular a superfície da pintura. Escolhi retratar, como

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está na obra, os anjinhos abaixo da santa trindade, mas com umas caras não tão agradáveis, como se a trindade pisasse na cabeça de seus fiéis. Um dos anjinhos é o próprio belzebu. A retratação do pai, filho e espírito santo, resolvi deixar mais humana, com um pouco mais de exagero na face. Sempre achei as expressões faciais nas pinturas sacras muito sem graça. Não usei desenho manual nessa pintura, mas pensei como se tivesse usando a tinta acrílica, e simulei isso no Photoshop CS6. Realizei o trabalho em aproximadamente quarenta horas de esforço, divididas em duas semanas. Vou disponibilizar na página da Zativa todo o processo da ilustração. Espero que tenham gostado!

Henrique Ferreira da Costa


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ENTREVISTA

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Foto Divulgação - André Carvalho, Carnossauros


ENTREVISTA ANDRE CARVALHO O pessoal da Zativa se encontrava com o André Carvalho (vulgo Honey) todas as noites nos bares do Centro de São Paulo. Em meio à boemia, o papo furado girava em torno de punk rock, alienígenas e muitas, muitas mesmo, coisas bizarras. Ele é guitarrista da banda Carnossauro, jornalista, designer e hoje mora em Porto Alegre (RS). Para que vocês entendam um pouco melhor o mundo dele, nós preparamos uma entrevista especial.

em outros projetos musicais.

ZATIVA - Como você decidiu montar uma banda? ANDRE - Essa ideia de montar banda surgiu na adolescência. Ter mergulhado de cabeça no punk rock abalou totalmente meus alicerces, passei a olhar o mundo com desconfiança, foi como ter aberto uma caixa de pandora. Comecei a me ligar que a rigidez da vida poderia ser o combustível ao invés de uma desculpa para não fazer nada, e a partir daí, não teve mais volta.

Z - Conte TRÊS coisas que você faz nas horas vagas. A - Quando não estou trabalhando, nem tocando, vejo uns filmes de ficção científica, tento me manter em contato com a natureza e procuro pedalar um pouco, porque sou muito sedentário. Também bebo com as pessoas que gosto, porque é quando consigo rir de verdade.        Z - Acredita em aliens? Cite TRÊS exemplos que você acredite existir. A - O universo é enorme, acho pouco provável que não exista nenhuma outra forma de vida no espaço. Mas não sei, o assunto é intrigante, tem mais perguntas do que respostas.

Eu era vocalista do Mohamed UFO, mas fiquei sem banda quando me mudei para Porto Alegre, então comecei a tocar guitarra e formei o Carnossauro. Agora também estou

Z - O que tem de diferente nos Carnossauros? A - Apesar de estarmos conectados através desse rock sujo e sacana, somos pessoas bem diferentes. Cada um tem sua própria forma de encarar a vida. Posso resumir dizendo que um é mais certinho, outro é mais porraloca e o outro é o meio termo, tipo o conciliador. Doido, né?

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ENTREVISTA

Os aliens são os grandes astros desse folclore espacial, a imagem deles está no inconsciente coletivo. Sou um pouco cético para afirmar que eles existem, mas uma vez testemunhei um fato inexplicável no interior, onde esses relatos de aparições e abduções normalmente se passam. Poderia ter sido impressão minha, mas a Raquel também viu, e ela é cética como eu. Nunca ficaremos sabendo que porra era aquela. Z - Quais os TRÊS filmes mais toscos que você já viu!? A - Hard Rock Zombies (1985), uma batalha entre Hitler e metaleiros poseurs; Nekromantik (1987), um filme divertidíssimo sobre necrofilia, banido em vários países; e um trash/ snuff movie brasileiro, Blerghhh!!! (1996), de Petter Baiestorf, com cheiro de cocaína. Z - E os TRÊS livros mais marcantes? A - O Anticristo (Nietzsche), Crime e Castigo (Dostoiévski) e Pergunte ao Pó (Fante). Z - Quais as TRÊS pessoas em quem você se inspira? Por quê? A - Teve um francês que ficou conhecido como Le Pétomane, acho a história dele muito boa! O cara era flatulista profissional, ou seja,

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ganhava dinheiro por sua habilidade na arte de peidar. É um jeito lindo de se ganhar a vida! Dee Dee Ramone também foi extremamente inspirador. Foi desvalorizado por seus colegas por ser o doidão, o junkie, mas compunha para os Ramones mesmo depois de ter saído da banda. Ele foi muito bom no que fez, e apesar de ter feito várias cagadas, se divertiu e parece não ter se arrependido de nada. O livro “Coração Envenenado” é uma das autobiografias mais legais que já li. Por último, Robert Pollard, por possuir uma genialidade tão espontânea e um bom senso inesgotável para melodias vocais pop. Ele é o cara. Z - E as TRÊS pessoas que você abomina? Por quê? A - Não tenho concentrado ódio em pessoas específicas, mas sendo um


pouco genérico, condeno qualquer tipo de radicalista fervoroso, por tentar catequizar a qualquer custo, condeno os narcisistas de redes sociais, por perderem muito tempo encenando suas vidas, e os ditadores do politicamente correto.

e coxinha com pimenta.

Z - Suas TRÊS comidas favoritas? A - Pizza, xis de bacon com cheddar

André Carvalho é músico, jornalista, designer e caçador de aliens

Z - Indique TRÊS coisas que os leitores deveriam fazer na vida? A - Seguir seus desejos, descobrir bandas novas e brindar sempre que a lua estiver cheia e estonteante.

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BALADAS

3 E DEMAIS! Um é pouco, dois é bom, três é bom demais!! Dançar faz bem para o corpo, para a mente e para a alma. Rejuvenesce e aguça os sentidos. E lugares bacanas para dançar em São Paulo é o que não falta. Tem festinhas e baladas para

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atender a todos os tipo de público e cada uma possui ambientes ricos e plurais, combinando bastante com a megalópole. Selecionei 3 baladas alternativas que têm agitado a noite paulistana e arrastado todos os tipos de pessoas para a sua pista.


1 A Alberta #3 está localizada no centro de São Paulo, na Rua São Luiz, e possui três andares de muito rock, soul, jazz e electro. A casa possui várias fotos pelas paredes e é totalmente inspirada no mestre Bob Dylan. O Alberta surgiu em 2010, e aproveitou o início do renascimento do centro paulistano. Conhecido como reduto da boemia roqueira, o clube possui uma decoração charmosa que homenageia os

antigos hotéis do centro. A programação é caprichada e conta com Happy Hour, que acontecem de terça a sábado (19h/22h) e nas quartas-feiras a casa é agitada pela sua festa rock`n`roll, a ROCKS OFF. Para aqueles que curtem outros estilos, a casa oferece opções de peso: a DECADENCE, no sábado, com o melhor do indie rock e as NOITES DE TRABALHO SUJO, que ocorrem na sexta e são recheadas de mashups e dance music.

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BALADAS

Foto Divulgação - Glória 2 Se você gosta de uma baladinha mais democrática, frequentada por uma galera com visual moderno e underground, o Clube Glória, reflete bem este tipo de público. O clube nasceu em 2006 pelas mãos do empresário e jornalista André Hidalgo (Casa de Criadores) e tem na sua localização um dos seus maiores atrativos. Localizado no Bexiga, em frente à Praça Dom Orione, conhecida pela famosa feirinha de Antiguidades, o clube está instalado em uma antiga igreja tombada pelo patrimônio histórico e possui um projeto

arquitetônico que se apropria das características da igreja e de teatro para resgatar a história do local. Por muito tempo, o Clube Glória, acolheu festas POP frequentadas por um público jovem e predominantemente gay. Atualmente o cenário é um pouco diferente. Não é só rock, mas também indie rock, nu disco, classic rock, pop e tudo que o público da casa achar interessante. William Mexicano assina toda a direção artística da casa, que deseja promover uma pluralidade musical e não ficar apenas em uma vertente.

Foto Divulgação - Glória

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Foto Divulgação - D-Edge 3 Agora se você tá afim de fugir do underground e do rock, o D-Edge é o favorito dos moderninhos amantes de música eletrônica. A casa possui pistas iluminadas e multicromáticas que já receberam mais de 700 artistas internacionais. Todos os ambientes integram sonoridade e iluminação e o destaque fica para o lounge com paredes assimétricas revestidas de madeira, para o terraço com vista para o Memorial da América Latina, onde é possível ver o pôr do sol, e para a pista de dança envolta em LEDs.

Às sextas acontece a festa Freak Chic, que acolhe um público diverso e cheio de atitude pra muita jogação. E estas são as dicas desta edição. Faça bom uso delas, deixe a vergonha de lado e vá bailar! Matéria por Cássio Prado

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BEBIDA

PAO, CIRCO E CERVEJA! Trinca belgo-lupulada Qual o caminho seguir em uma tripla bifurcação, quando o relógio endireitar seus três ponteiros às 00h00min de um dia 03/03? Muito se fala sobre a junção de três elementos, a junção de três forças ou até mesmo o encontro entre três comparsas. O triângulo é equilíbrio, as pirâmides são um mistério até os dias atuais e a boa e velha banqueta de bar te mantem sentado sobre três pés. Muito se tira dessa combinação. Na África do Sul eles costumam dizer, em fases de má sorte, “they all come in three”, em referência aos problemas que nunca vêm sozinhos. Imagino que é exatamente assim que se sentiram os pais de muitas bandas power trio que brilharam na história da música, mas infernizaram a paz e o silêncio em suas garagens! No caso das cervejas, a tríade também gerou bons frutos. Bons não, sensacionais! Esse é o caso das cervejas Trappistas Tripel. Mais uma cerveja belga sobre a qual escrevo e que, em sua história, já foi a mais forte em seu estilo. Isso porque usa aproximadamente o triplo de maltes, os responsáveis por liberar os açúcares que são

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consumidos pelas leveduras e transformados em álcool e CO2. Extremamente aromática e saborosa, sua cor chama a atenção pelo brilho e a espuma hipnotiza até os que não são fãs do líquido sagrado. Cada gole é um acalento e o sabor é persistente. Mas, se não bastassem os maltes, o rótulo pelo qual viajei também tem a combinação de uma outra estrela: Lúpulos. Mas não apenas um, e sim três! Esse menino, responsável por aroma e amargor nas cervejas, além de ser anti-bactericida, não é comumente usado nas cervejas do estilo, mas


neste rótulo o power trio vem chamando e dando show! Esse é o problema que eu procurava. Esse é um resultado a se aplaudir. Essa é uma breja pra tomar de 03 pra cima. Então, saúde, saúde e saúde!!! Cor amarelo ouro e bem translucida. Uma joia quando colocada contra a luz. Sua espuma é envolvente de se ver, com ótimas formação e persistência. De aroma frutado, baixo diacetil (amanteigado) e pouca percepção alcoólica. Majoritariamente esse frutado é cítrico e característico de laranja e até limão, mas com aparição de aromas florais e herbáceos dos lúpulos. Notei inclusive que esses aromas apagaram um pouco dos condimentados que o estilo tem.

Mas nada de reclamação, a intenção era mesmo juntar a trinca de maltes com a trinca de lúpulos e deixar todo mundo feliz! Seu corpo é médio, a percepção é de uma cerveja macia e com bom frisante. Esse frisante, ou carbonatação, ajuda na sensação de refrescância da cerveja. No sabor o condimentado aparece juntamente com o citrismo e álcool moderado. Ao final, ela causa um secor na boca que é seguido de um retrogosto frutado, com leve dulçor de malte e amargor persistente. Me arrisco a propor uma harmonização com Temaki Skin condimentado, frango com curry ou salmão grelhado com castanhas. Mas, como a vida não tá fácil pra ninguém e beber uma cerveja de 9,5% de álcool de estômago vazio é a oitava maravilha do mundo, entrar de cara nessa maravilha já basta. Duvel Tripel Hop - 2013 Selection 9,5% ABV 330ml Bélgica Lúpulos Sorachi Ace, Saaz Saaz e Styrian Dry hopping (imersão de mais lúpulo ao término do processo inicial de fabricação) com mais Sorachi Ace R$ 19,90 no site www.cervejastore.com.br Matéria e Fotos por Márcio Moreira, publicitário e beberrão

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FILME

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Foto Divulgação - Peter Jackson


PETER JACKSON E SUAS TRILOGIAS Peter Jackson pode ser considerado um rei para alguns e uma figura maldita para outros. Consagrado diretor, chamou a atenção desde suas primeiras empreitadas na direção de longas-metragens como o clássico trash “Fome Animal” (Braindead, 1992) e o sensível drama que lançou Kate Winslet, “Almas Gêmeas” (Heavenly Creatures, 1994). Mas, seu nome será sempre lembrado na história do cinema por levar às telas as adaptações dos livros “O Senhor dos Anéis”, de J. R. R. Tolkien. Essa transposição, tão sonhada por nerds de várias gerações é bem controversa. Posso falar a respeito das minhas impressões. Cheguei aos livros por meio dos filmes. Sempre gostei dos universos de ficção em que vemos dragões, magos e outras criaturas fantásticas. Mesmo desde pequeno, eu preferia separar o que era mais sério do que fosse extremamente infantil. “Caverna do Dragão” atingiu um grande público por respeitar a inteligência de crianças e adolescentes, com personagens densos e um sofrimento que só podia ser superado com grande esforço coletivo. Foi o mote que moveu tanta gente que encontrava, também, nas partidas de RPG, mundos ricos em detalhes e histórias.

Assim, cheguei ao ano de 2001 com grande interesse em assistir “O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel” (The Lord of the Rings: The Fellowship of the Ring). Gostei tanto do filme que importunei bastante os amigos que já haviam lido o livro, para saber mais acerca de todo o resto (adoro ser “importunado” sobre esse tema). Peter Jackson foi mais legal com seu público do que George Lucas e, ao invés de lançar as sequências com intervalos de três anos, em 2002 estreou “As Duas Torres” (LOTR: The Two Towers) e, em 2003, “O Retorno do Rei” (LOTR: The Return of the King). Como havia planejado antes, pedi auxílio de um amigo e li todos os livros em ordem cronológica da história criada durante uma vida inteira por John Ronald Reuel Tolkien (1892 – 1973), escritor, filósofo e professor de anglo-saxão em Oxford (considerado um dos maiores especialistas no assunto). Percebi o quanto ele influencia até hoje. Há bons exemplos dessa influência em trabalhos como “Guerra dos Tronos” e sua origem (os livros “Crônicas de Gelo e Fogo”). Tolkien criou uma riqueza sem precedentes. Tinha grande conhecimento em línguas (criou ao menos quatro), sociologia, antropologia, geografia, geologia,

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FILME

astronomia, biologia, arquitetura e desenho. Peter Jackson não precisaria criar nada, de tão poucas lacunas que o autor deixou. Teve auxílio de artistas que se dedicam há décadas a retratar seus livros, como Alan Lee, que a Academia premiou pelo trabalho no terceiro filme. Esse é o ponto da controvérsia. Jackson não precisaria criar nada, mas criou. Quem ama os livros de Tolkien não quer ver alterações. Alguns grandes personagens tiveram

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suas pretensões distorcidas. O anão Gimli, por exemplo, não poderia ser um personagem cômico. Passagens inteiras foram esquecidas e algumas longas cenas foram criadas pela produção. Algo que está sendo repetido com a adaptação do livro “O Hobbit”, que foi desmembrado em três filmes. Há pessoas, como aquele amigo que me orientou sobre os livros, que se recusam a assistir a nova trilogia, por raiva da primeira. Eu vejo de outra


forma. Peter Jackson foi o principal responsável pelo meu amor a Tolkien. As duas trilogias são, no mínimo, a mais bela homenagem que o autor já recebeu. Quadrosvivos que trouxeram ao nosso século uma genialidade quase esquecida. Guia de leitura, segundo este humilde apreciador de Tolkien (a ordem é importante): - O Silmarillion (a “bíblia” de

“O Senhor dos Anéis” e meu livro preferido); - O Hobbit ou Lá e de Volta Outra Vez; - O Senhor dos Anéis: A Sociedade do Anel; - O Senhor dos Anéis: As Duas Torres; - O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei; - Os filhos de Húrin; - Contos Inacabados; - As aventuras de Tom Bombadil. Matéria por Daniel Coquinho, músico

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ARTE TRIO

A arte foi inspirada na HQ Bruxaria, que possuem 3 bruxas, uma jovem e bela, outra de meia idade e uma bem velha. Entre elas existe uma grande magia, e uma complementa a outra, como se fossem apenas um ser, uma entidade sobrenatural e muito poderosa. Também tive como inspiração o filme Abracadabra, mas sem aquele tom irônico de sessão da tarde. Usei 3 cores: roxo, azul e vermelho para ressaltar o mistério macabro das 3 bruxas irmãs. Foi um prazer colaborar novamente com a Zativa! Bye bye bye! Mariana Martinez

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LEITURAS

TRILOGIAS Separamos as minisséries com arcos de 3 edições.

BRUXARIA

Uma história sobre magia que passa por 3 gerações. A vingança prometida da trindade da Bruxaria. Com vários artistas variando na arte e Roteiro de James Robinson. Mais um clássico da linha Vertigo.

ORQUÍDEA NEGRA

Uma super-heroína recebe um tiro na cabeça. Um clássico de Neil Gaiman e Dave McKean, esta minissérie conta a história das incríveis vidas de Susan Linden. Hq precursora da criação da linha Vertigo. Esta é a minissérie Black Orchid, de 1988.

TRINDADE

Batman, Mulher-Maravilha e Super-Homem interagem nesta hq cheia de romance. Realmente não sabemos quem a Mulher Maravilha quer na verdade, mas o Batman tira alguma vantagem nesta edição. Roteiro e Arte de Matt Wagner.

WOLVERINE ORIGEM

Com uma arte de tirar o folêgo esta minissérie tem como foco o passado do mutante mais famosos, Wolverine. Contando toda sua infância e o inicio da manifestação de seus poderes mutantes. Roteiro de Paul Jenkins e Desenho de Andy Kubert.

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OVNI´s Triangulares

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VIAGENS

3 COISAS PARA FAZER EM AMSTERDAM - HOLANDA Amsterdam é a capital, e a maior cidade dos Países Baixos, situada na província Holanda do Norte. Seu nome é derivado de uma represa (dam) no rio Amstel. Conhecida por seu porto histórico, museus de fama internacional, zona de meretrício (Red Light District, o “Bairro da Luz Vermelha”), coffeeshops liberais, e inúmeros canais que levaram Amsterdã a ser chamada a “Veneza do Norte”.

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Alugue uma bicicleta:

A Holanda é um país de planícies, o que favorece esse tipo de meio de transporte. Em 1h ou 2h você consegue percorrer a maior parte da cidade de Amsterdam e conhecer os principais pontos turísticos. O valor de aluguel é relativamente baixo, girando em torno de 6 euros por 3 horas de diversão.


passeiE de barco:

Muitos canais cortam a cidade de Amsterdam. Está na sua história grandes transportes de mercadorias por meio de embarcações. Hoje em dia é possível com 15 euros

fazer um passeio por cerca de 2h a bordo de um desses barcos. Opção tranquila e descontraída para conhecer grande parte dessa história interessante por trás da bela cidade de Amsterdam.

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VIAGENS

E claro, visite um CoffeeShop:

Estar numa cidade onde não há violência e preconceito banal, possibilita a você comprar seu próprio green numa loja legalizada. As opções de produtos sãovariadas,deextremaqualidade e sem misturas agressivas. No mesmo estabelecimento você pode apreciar o que acabou de comprar, ou se preferir procure um bar com lamparinas vermelhas na mesa: isso indica que nele também é permitido fumar. Fique à vontade, peça uma boa cerveja e aproveite o visual. O valor da grama do green custa em media 8 a 12 euros.

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Essas são apenas algumas sugestões de atividades simples e fáceis de fazer. Poderia também citar alguns passeios interessantes que não podem faltar no seu roteiro, como a Fábrica da Heineken (Heineken Experience), Museu do Van Gogh e uma visita ao “Red Light District” (Bairro da luz vermelha) - ruelas lotadas de sex shops, bares onde decorrem espetáculos eróticos, cinemas eróticos e até um museu do sexo. Matéria e Fotos por Miguel Mod, publicitário


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FOTOGRAFIA

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Foto por Clara Morison

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PERSONAGENS

TRIOS ATrios marcantes para você relembrar ou até mesmo conhecer, quem sabe você não reconheça uns três...

ANIMANIACS Os irmãos Warner (Yakko, Wakko e Dot) foram inspirados no filme Uma Cilada para Roger Rabbit. Criados para um cinema mudo, foram deixados de lado e ficaram tão loucos que foram morar numa caixa d´água. Um incrível desenho da Warner.

JESSE, CASSIDY E TULIPA O que se esperar de um Pastor que tem a voz de Deus, um Vampiro Irlândes beberrão e uma Loira atiradora. Este é o trio principal de Preacher, a série de Garth Ennis e Steve Dylon, sem contar as capas estonteantes de Glen Fabrys. Das HQ´s da linha DC - Vertigo.

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LOS 3 AMIGOS Criado por Angeli, Glauco e Laerte os tais amigos circularam durante muito na cena underground. Os personagens são caricaturas dos próprios autores. Los Três Amigos são Angel Villa, Laerton e Glauquito.

OS IMPOSSÍVEIS Desenho sobre uma banda de rock. Homem-Mola, Multi-Homem e HomemFluido - Era o líder do trio. Dos clássicos da Hanna Barbera.

THE FABULOUS FURRY FREAK BROTHERS Histórias de hippies doidões. É isso o que você procura quando vai atrás de um quadrinho dos Freak Brothers. Não pode faltar na leitura de um bom junkie.

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TIRAS

TWENTYBUCKS Chegando agora e já com a responsabilidade de inaugurar a seção de tirinhas da Zativa. Acho que a arte dos quadrinhos já é bem conhecida por quem frequenta as páginas da revista, mas não deixa de ser uma missão complexa comunicar uma mensagem em um curto espaço de percepção como nas tiras HQ. Trata-se de uma relação de conexão entre os símbolos que o autor quer representar com os as referências visuais do leitor. Uma relação que nem sempre pode ser prevista ou compreendida e que faz exatamente disso a sua magia. O projeto “$20 - Vinteconto” trata justamente de explorar essas relações de percepção entre autor

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e público sem maiores pretensões e, mais do que isso, de publicar algumas ideias e percepções que posso expressar sem censuras ou maiores responsabilidades. Como se trata de um trabalho independente, como a revista Zativa, a visibilidade e o retorno do publico são muito importantes para que o projeto continue se desenvolvendo. Espero que a publicação das tiras Vinteconto na revista abram caminho para vários outros artistas que irão povoar essa seção nas próximas edições! Twentybucks Victor Toush vinteconto.wordpress.com/ facebook.com/VintecontoHQ


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O JOGO DE CARD´S COM OS MAIORES MÚSICOS DO ROCK MONTE A BANDA DOS SEUS SONHOS DESAFIE SEUS AMIGOS PARA UM DUELO A CADA EDIÇÃO A ZATIVA LANÇA10 NOVOS CARD´S PARA VOCÊ MONTAR A MELHOR FORMAÇÃO DE BANDA DE TODOS OS TEMPOS! Na edição passada tivemos: White Stripes; The Who; Kiss. Nesta edição você encontra as bandas: Cream; Green Day; Grand Funk Railroad; Alanis Morissette Veja as Regras nas edições 1 e 2 da Revista Zativa. 38 ZATIVA | TRÍADE 2013


IMPRIMA, RECORTE, COLE E COMECE A JOGAR COLECIONE OS 10 PRIMEIROS ROCK N CARDS

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ROCK N CARDS

IMPRIMA, RECORTE, COLE

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E COMECE A JOGAR

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ROCK N CARDS

IMPRIMA, RECORTE, COLE

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E COMECE A JOGAR

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MUSICA

GUITARRA+BAIXO+BATERIA Guitarra + Baixo + Bateria = STRAY CATS! A instrumentação básica do rock é formada por três instrumentos: Guitarra elétrica, baixo e bateria. Para se ter uma boa banda de rock`n roll, precisamos, então, de apenas três pessoas, contanto que uma delas possa cantar. Na história deste estilo musical temos muitos exemplos de bandas com apenas três integrantes, mas como eu fui incumbido deescrever sobre uma, sem ao menos vacilar por um momento resolvi falar sobre o Stray Cats. Isso se não for DE FATO a minha favorita.

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O Stray Cats surgiu na época errada. Em plena década de oitenta um garoto franzino chamado Brian Setzer passava dias a fio escutando relíquias do rock`n roll embrionário pós Elvis e Chuck Berry e, completamente apaixonado pelo som de Eddie Cochram, decidiu estudar a fundo jazz, country music e o hillbilly, elementos que fundidos geraram o chamado Rockabilly. Mas... O QUE DIABOS É ROCKABILLY? Ora bolas, rockabilly é o rock`n roll em sua forma mais pura, com a guitarra apresentando uma distorção causada apenas pela saturação natural das caixas Marshall valvuladas a todo volume, o baixo em uma marcação constante de “walking bass” intermitente ao estilo do Jazz Bebop, e a bateria com sua inevitável e irresistível marcação do country hillbilly mais “red neck” possível. Rockabilly é jaqueta de couro preta, calça jeans, cigarro e lambreta para os garotos. E saia, meia soquete com sapatinho preto, penteado rabo de cavalo e chiclete para as garotas. Rockabilly é pura dança no gingado de Elvis Presley, naquela rebeldia inocente em que as drogas mais pesadas eram o Whisky e o cigarro, e os piores delitos


eram as brigas de canivete em rodas, e os “rachas” com as lambretas e carros emprestados dos pais. Rockabilly é James Dean. Em suma, rockabilly é Eddie Cochram, Gene Vincent, Duane Eddy... E STRAY CATS! Slim Jim toca sua bateria em pé (muitas vezes trepado em cima dela) com seu quit formado por apenas caixa, chimbal e bumbo. Lee Rocker usa de um autêntico contrabaixo acústico, maior do que ele, e suas escalas de Jazz são um desafio pra qualquer baixista que queira arriscar imitá-lo. Que dizer, então, do garoto Brian Setzer? Setzer e sua semiacústica Gretsch equipada com a célebre alavanca Bigsby realiza escalas inacreditáveis, calando a boca de qualquer guitarrista de rock contemporâneo. Ou seja, quem arriscar dizer que “rockabilly é fácil” estará dizendo besteira. A fama do Stray Cats no final da década oitenta e no começo dos anos noventa gerou uma febre retro nos Estados Unidos que desencadeou a ressurreição do rockabilly. Atrás deles surgiram muitas outras bandas, nenhuma, porém, se igualou a eles. Inclusive posso arriscar a dizer (e sem medo de

ser feliz) de que se o Sr. Setzer e seus amigos tivessem nascido na década de cinquenta, pouco sobraria para as outras bandas da época. Muito pouco. Bom, acho que já disse o que precisava. Que o próprio Stray Cats fale por si em tua caixa de som. Ponha uma jaqueta preta, acenda um cigarro, entorne uma lata de cerveja na primeira virada e dance com sua garota até a música acabar, para então puxá-la para si e darlhe um longo beijo em honra ao rock`n roll. HAVE A BALL, MAN!!! Principais hits do Stray Cats (pode baixar sem medo): Rock this Town, Stray Cat Strut, Hot Rod Gang, Look That Caddilac, Fishnet Stockings e 18 Miles for Memphis. Matéria por Saides Lamarca, músico, escritor e lutador de Kung Fu nas horas vagas

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NOVIDADES

NOVIDADES MUSICAIS Nada melhor que um power trio! Separamos duas bandas de Punk Rock power trio. Esperamos que agitem vocês um pouco! LUTA CIVIL Punk Rock/Hard Core Pop pra que? É o que eles perguntam. Essa é a Luta Civil, banda paulista nascida em 2011 e formada por Leo Moraes (guitarra e vocal), Maurício Martins (baixo e vocal) e o baterista Eduardo Coes. O intuito da banda é um só: fazer barulho suficiente para ser a pedra no sapato de uma sociedade hipócrita. E nesse momento a banda está gravando seu primeiro álbum no estúdio Subway, que será lançado e distribuído de maneira totalmente independente, sem nada de “laiálaiálaiálaiá” ou “iêiêiê”. Para conhecer a banda basta acessar a página oficial do trio no Facebook (facebook/lutacivil). CARNOSSAUROS Punk Rock/Hard Core Carnossauro é uma banda de rock de garagem com sangue nos olhos e amor no coração, formada em Porto Alegre (RS), no final de 2011. Seu som combina influências de punk rock, power pop, rock alternativo e ficção científica. O power trio deu as caras pela primeira vez em 2012, divulgando online uma amostra embrionária de sua música e realizando alguns shows. Em 2013, com novo baixista, lançou uma demo de ensaio carinhosamente apelidada de “Cagassauro”. Neste mesmo ano, a banda foi indicada ao Prêmio Dynamite de música independente na categoria Revelação, e agora trabalha em seu primeiro EP oficial.

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POESIA

OBSESSIVO TRANSTORNO COMPULSIVO 3 vezes mais sorte. Para ter sorte 3 vezes Mais. Coloca, coloca, coloca. Tira, tira, tira. Traído, traído, traída. Distúrbio a-democrático Num julgamento silencioso. De mentes gritantes. Um vermelho de um farol Que seca a cabeça. Corroendo os títulos dos pensamentos. Entra, entra, entra. Sai, sai, sai. Fica, Fica, fica. Vai, vai, vai. Não vai, não vai, não vai. Fica, vou, entra, sai, fim, começo, fui, eu... Uma confusão moral. Irregularidade soante. Culpa, culpa, culpa. Três pontos... Três pontos... Três pontas... Três letras. Filipe Lazarini

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AGRADECIMENTOS Então é isso, terráqueos. Chegamos ao fim de mais uma edição de nossa Revista Virtual Zativa. Nosso time, agora, está ficando cada vez maior, e aproveitamos este espaço para dizer a eles com todas as letras: SEJAM BEM-VINDOS! Dizemos isso para nossos novos colaboradores, e também para nossos novos leitores. Incrível como a nossa pequena bola de neve continua rolando, e digo-lhes que até mesmo nós mesmos não temos ideia de até onde podemos chegar. Estamos aprendendo a cada edição. E isso é totalmente natural.

Os chineses chamam de “gong”, palavra intraduzível que indica um “estágio alcançado somente após muito trabalho”. Vamos tentar achar este caminho em cada edição. Um ser individual chamado Zativa. Pois bem. Nossa querida Zativa é o nosso bebê que já fez um ano, e é claro que todos nós devemos comemorar e brindar a isso! Longa vida à Zativa, e continuem com a gente! Nos veremos na próxima edição! Família Zativa

Tira ilustrada por Cássio Gois

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Revista Zativa Edição 03 Tema - Tríade

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