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Planetár

Volume 1, edição 1 Jornal Diferente Julho/2013

Jornal Diferente Todos Iguais, Tão Desiguais DECLARAÇÃO UNIVERSAL SOBRE A DIVERSIDADE CULTURAL A declaração universal da UNESCO sobre a diversidade cultural dá algumas dicas para trabalhar valorização da diversidade na educação. Favorecer o intercâmbio de conhecimentos e de práticas recomendáveis em matéria de pluralismo cultural, com vistas a facilitar, em sociedades diversificadas, a inclusão e a participação de pessoas e grupos advindos de horizontes culturais variados. Fomentar a diversidade lingüística - respeitando a língua materna - em todos os níveis da educação, onde quer que seja possível, e estimular a aprendizagem do plurilingüismo desde a mais jovem idade. No nível superior avançar na compreensão e no esclarecimento do conteúdo dos direitos culturais, considerados

Nesta edição:

Cultura Popular Música

2

Entrevista e Cultura Goiana

3

Receitas Passatempos Curiosidade

4

Folclore Diversidade na sala de aula ??

5

Entrevista Diversidade química

6

Folclore Entrevista

7

Receita Diversidade Matemática

8

como parte integrante dos direitos humanos. Promover, por meio da educação, uma tomada de consciência do valor positivo da diversida-

Editoras, Colabo radoras e Jornalis tas:  Gisa Ferreira

de, tanto com a formulação de programas es-

 Thaíza Montine

colares como a formação dos docentes.

 Zara Hoffmann

(Declaração Universal sobre a Diversidade

Professores:

Cultural, publicado pela UNESCO em 2001).

José Pedro M.Ribeiro

Fonte: Unesco

Rogério Ferreira


Folclore Brasileiro Saci Pererê A Lenda do Saci data do fim do século XVIII. Durante a escravidão, as amas-secas e os caboclos-velhos assustavam as crianças com os relatos das travessuras dele. Seu nome no Brasil tem origem Tupi Guarani. Em muitas regiões do Brasil, o Saci é considerado um ser brincalhão enquanto que em outros lugares ele é visto como um ser maligno. É representado por uma criança, um negrinho de uma perna só que fuma um cachimbo e usa na cabeça uma carapuça vermelha que lhe dá poderes mágicos, como o de desaparecer e aparecer onde quiser. Ele adora fazer pequenas travessuras, como esconder brinquedos, soltar animais dos currais, derramar sal nas cozinhas, fazer tranças nas crinas dos cavalos, etc. Ele não atravessa córregos nem riachos. Alguém perseguido por ele, deve jogar cordas com Fonte: Infoescola nós em seu caminho que ele vai parar para desatar os nós, deixando que a pessoa fuja. Diz a crença popular que dentro de todo redemoinho de vento existe um Saci e que, se alguém jogar dentro do redemoinho um rosário de mato bento ou uma peneira, pode capturá-lo, e se conseguir sua carapuça, será recompensado com a realização de um desejo. Nomes comuns: Saci-Pererê, Saci-Trique, Saçurá, Matimpererê, Matintaperera, etc. Origem Provável: Os primeiros relatos são da Região Sudeste, datando do Século XIX, em Minas e São Paulo, mas em Portugal há relatos de uma entidade semelhante. Entre os Tupinambás, uma ave chamada Matintaperera, com o tempo, passou a se chamar Saci-pererê, e deixou de ser ave para se tornar um caboclinho preto de uma só perna, que aparecia aos viajantes perdidos nas matas.

“O peito do pé de Pedro

é preto. Quem disser qu

e o peito do pé de Pedro é preto, tem o peito do pé mais preto do que o do pé de Pedro.” peito

Ninguém = Ninguém Há tantos quadros na parede Há tantas formas de se ver o mesmo quadro Há tanta gente pelas ruas Há tantas ruas e nenhuma é igual a outra Ninguém é igual a ninguém Me espanta que tanta gente sinta (se é que sente) a mesma indiferença Há tantos quadros na parede Há tantas formas de se ver o mesmo quadro Há palavras que nunca são ditas Há muitas vozes repetindo a mesma frase: Ninguém é igual ninguém Me espanta que tanta gente minta (descaradamente) a mesma mentira São todos iguais E tão desiguais uns mais iguais que os outros Há pouca água e muita sede Uma represa, um apartheid (a vida seca, os olhos úmidos) Entre duas pessoas

Página 2

Engenheiros do Hawaii

Entre quatro paredes Tudo fica claro Ninguém fica indiferente Ninguém é igual a ninguém Me assusta que justamente agora Todo mundo (tanta gente) tenha ido embora São todos iguais E tão desiguais uns mais iguais que os outros O que me encanta é que tanta gente Sinta (se é que sente) ou Minta (desesperadamente) Da mesma forma São todos iguais E tão desiguais uns mais iguais que os outros São todos iguais E tão desiguais uns mais iguais... uns mais iguais...

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Entrevista com aluna de Ensino Médio — Goiânia “Para mim, a vida no Maranhão era muito mais difícil. Não somente pela condição financeira, mas o modo de viver das pessoas, a qualidade de vida, o custo de vida. Tudo era muito diferente. Tendo morado em Goiânia, deu-me uma nova perspectiva. No Maranhão oportunidade de crescimento tanto didática, educacional e a inserção do Jovem no mundo do emprego, eram bastante restritas. Não há um incentivo por parte das instituições, familiares, conselheiros educacionais na formação de um jovem pró-ativo. Aqui, em Goiânia, há um leque de opções. Os horizontes se estendem. Não posso quantificar, questionar, ou sequer comparar a dificuldade de aprendizado entre as duas cidades. Pois sempre fui uma aluna que excedeu as expectativas e trabalhei arduamente. Mas posso falar do acesso aos estudos e também da qualidade do ensino. Em Imperatriz, lembro-me muito pouco, pois estudei lá até a 5ª série e depois me mudei para a cidade de Boa Vista-RO e dois anos depois para Portugal. O que posso incidir aqui é que enquanto estudava no Maranhão apesar de me exceder na participação e interação com a turma, professores e assimilação da matéria tinha notas medianas. Com as mudanças de estado e país posso dizer que a minha perspectiva mudou. Assim como a minha média global. Encontrei no Ensino de Goiânia bastante igual ao que tinha no Maranhão, salas barulhentas, greves, alunos que não se importavam. Mas esse problema não é apenas específico de um estado ou uma cidade, mas sim do Brasil inteiro. O que mais dificultou para mim não foi nem as raízes do aprendizado do Maranhão quando cheguei a Goiânia e sim o que adveio de Portugal. Pois as diferenças são consideravelmente grandes. Em termos de matérias, métodos Fonte : clip-Art Microsoft de ensino e as divergências de termos. Foi difícil no sentido de ter que acompanhar todo o resto sendo que eu estava relativamente atrasada. As matérias mais difíceis foram Física, Química, História do Brasil e Geografia do Brasil. Além dessas divergências tive muitos problemas em casa. Minha família se fragmentou com a morte de minha mãe e tudo mudou. “A aranha A minha adaptação foi bem difícil, no sentido de que por ser uma pessoa que se desarranha a rã. A taca na sala de aula muitos não gostavam e acabavam por me excluir. Isso, não ajurã arranha a dava, pois me fazia pensar menos de mim mesma. Porém não desisti. Os professores me ajudaram bastante na minha inclusão e acompanhei de perto o progresso de ou- aranha. Nem a aranha arranha tras colegas de turma que vieram de outros estados como Pará e Tocantins. a rã. Nem a rã Apesar das dificuldades, Goiânia é um lugar com bastante estímulo para os jovens. arranha a Apostar no futuro das seguintes gerações é o certo a fazer. Pois apostaram em mim e aranha” hoje estou fazendo Biomedicina na Faculdade Federal de Goiás”. Melissa Tavares Almeida, 19 anos. Imperatriz- MA

Cultura Popular de Goiás A cultura popular regional do Estado de Goiás, resguardada nos costumes sertanejos, tem a presença das três raças fundadoras do estado, no folclore goiano, percebida nas contribuições do negro nas congadas, nas lendas do Saci, nos moçambiques, no Romãozinho, no Pé -de-Garrafa e no Negro-dágua. Também as contribuições do indígena podem ser evidenciadas com a lenda do Boto do Araguaia, do Caipora, de danças como Catira, Caruru e Batuque. Já os brancos são lembrados pelas Cavalhadas, Folia de Reis, lendas da mula-sem-cabeça e das modas de viola. Provavelmente inspirados nas narrativas da literatura de viagem do século XIX, alguns autores goianos publicara textos que descreviam viagems pelos sertões e traziam informações sobre os usos e costumes dos índios e das populações descendentes Fonte: Infoescola dos primeiros garimpeiros do ouro em Goiás, de algumas histórias envolvendo o rio Araguaia. (Informações tiradas da tese de Doutorado “ A escrita do Folclore em Goiás” de Mônica Martins da Silva – UNB em 2008)

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Quem sou eu? Substâncias químicas da vida Líquido que cobre a maior superfície da Terra, diversidade de aplicações.Ela é molhada e selvagem, essencial para a vida. Todo mundo me conhece! Sou muito importante também em termos de pH. Existo nos rios, moldo a terra e me acumulo nos oceanos. Ando por aí como vapor, em nuvens carregadas e sou sólida nas calotas polares. Puro Charme! A maioria dos processos biológicos depende de mim. Se não

estiver presente nas quantidades certas nas células de seu corpo, as Reações Químicas não ocorrerão adequadamente. Ajudo nas mudanças de temperatura protegendo o planeta de extremo calor e de frio. Minha natureza transparente permite que as plantas vivam submersas - eu transmito luz e sol e, devido ao meu fornecimento de alimentos, os animais também podem viver dentro da água. Quem sou eu?

Fonte: “Química com muita reação”por Dan Greem, Girassol: São Paulo, 2011

Receita de bolo de milho verde Receita de Bolo de Milho Verde Simples Ingredientes

   

2 espigas de milho verde

 

2 ovos

1/4 de xícara (chá) de leite 1 xícara (chá) de açúcar 3/4 de xícara (chá) de manteiga 1 1/2 xícara (chá) de farinha de trigo

1 colher (sopa) de fermento químico em pó Para Polvilhar: 2 colheres (sopa) de açúcar de confeiteiro

Modo de Preparo do bolo de Milho Aqueça o forno em temperatura média. No liquidificador, bata o milho com o leite até ficar ho mogêneo. Reserve. Na batedeira, bata o açúcar com a manteiga até obter um creme claro. Junte os ovos e bata bem. Ponha o milho reservado, a farinha, o fermento e bata até obter uma mistura homogênea. Coloque na forma e leve ao forno por 30 minutos ou até que, ao enfiar um palito no centro, ele saia limpo. Deixe esfriar, desenforme e polvi-

lhe o açúcar em seu bolo de milho. Opcional:Se quiser, substitua o milho verde por uma xícara de milho em conserva escorrido. Está receita de Bolo de Milho rende 10 porções e demora de 30 a 45 minutos para ficar pronta.

Fonte <http://www.receitadebolo.info/bolo-de-milho-verde-simples>

Farofa feita com muita farinha fofa faz uma fofoca feia. Entrevista com aluna de Ensino Médio – Goiânia “Vim de Santana do Araguaia-PA. Não tem muita diferença não, lá eu ficava em casa de manhã e ia pra escola à tarde. Aqui vou para escola de manhã e fico em casa à tarde. Aqui tive um pouco de dificuldade no início, PIS era muito diferente do ensino de lá. Lá, o ensino não é tão ruim, mas tamPágina 4

bém não é dos melhores, pois lá também tem muitos professores capacitados. Aqui a escola em si é melhor, tanto na estrutura quanto no ensino. Lá a escola não é de andar, como aqui. Eu particularmente não tive dificuldades de me adaptar aqui, pois logo fiz amizades, tanto com professores quanto colegas de salas, etc. O Pará é um bom lugar para se morar, só que no entanto ele é um

pouco esquecido, acho que as autoridades deviam se importar mais com o Pará. Dá um pouco mais de atenção para aquela região do Brasil”. Anny Kelly Pereira Batista – 16 anos.

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Curupira É um anão de Cabelos Vermelhos com Pelo e Dentes verdes e pés voltados para trás. Como protetor das Árvores e dos Animais, costuma punir o os agressores da Natureza e o caçador que mate por prazer. É um Mito do Brasil que os índios já conheciam desde a época do descobrimento. Índios e Jesuítas o chamavam de Caiçara, o protetor da caça e das matas. Seus pés voltados para trás serve para despistar os caçadores, deixando-os sempre a seguir rastros falsos. Quem o vê, perde totalmente o rumo, e não sabe mais achar o caminho de volta. É impossível capturá-lo. Para atrair suas vítimas, ele, às vezes chama as pessoas com gritos que imitam a voz humana. Para os Índios Guaranis ele é o Demônio da Floresta. Às vezes é visto montando um Porco do Mato. Os índios, para lhe agradar, deixavam nas clareiras, penas, esteiras e cobertores. De acordo com a crença, ao entrar na mata, a pessoa deve levar um Rolo de Fumo para agradá-lo, no caso de cruzar com Ele. Nomes comuns: Caipora, Curupira, Pai do Mato, Mãe do Mato, Caiçara, Anhanga. Origem Provável: É oriundo da Mitologia Tupi, e os primeiros relatos são da Região Sudeste, datando da época do descobrimento, depois tornou-se comum em todo País, sendo junto com o Saci, os campeões de popularidade. Entre o Tupis-Guaranis, existia uma outra variedade de Caipora, chamada Anhanga, um ser maligno que causava doenças ou matava os índios. Existem entidades semelhantes entre quase todos os indígenas das Américas Latina e Central. Em El Salvador, El Cipitío, é um espiríto tanto da floresta quanto urbano, que também tem as mesmos atibutos do Caipora. Ou seja pés invertidos, capacidade de desorientar as pessoas, etc. Mas, este El Cipitío, gosta mesmo é de seduzir as mulheres. Conforme a região, ele pode ser uma mulher de uma perna só que anda pulando, ou uma criança de um pé só, redondo, ou um homem gigante montado num porco do mato, e seguido por um cachorro chamado Papa-mel. Fonte: Infoescola e Blog Fábulas e Contos

Imagem: Folclore Brasileiro - Curupira (Devianart — free) http://light-schizophrenia.deviantart.com/art/Caipora-172961182

Área de Formação

M

C E M o n e d a Diversid

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6

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rior o Supe

Ensin ursou o

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10 Fonte:Unesco

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8

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6 1

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Pelo gráfico, podemos perceber que a nossa turma é muito di versa, tanto na formação como nas cidades de origem. Mas o que mais impressiona é a relação de generous. As mulheres constituem o dobro da quantidade de homens. Justamente as mulheres que sem pre viveram sobre a fronteira do preconceito cultural serão as mais disposta ao aperfeiçoamento? Volume 1, edição 1

IFG

2

UEG

0

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Cidade onde Reside

Gênero 12 10 8 6 4 2 0

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2

1

1

0 4 Feminino

Masculino

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Entrevista com aluna do Ensino Médio — Goiânia "Nasci em Tucumã mas residia em Água Azul do Norte - PA. Minha vida lá era normal como qualquer outra adolescente,pilotava moto,passeava, ia pra escola; mas aqui é tudo diferente, as pessoas criticam o meu modo de falar, agir, estilo de roupas. Até perdi um dia de aula quando cheguei aqui em Goiânia pois não pude entrar na escola com bermuda e eu não tinha calça, mas não porque eu não tinha condições de comprar, mas sim porque na minha região é muito quente e só usamos calças pra ir pra algum lugar formal. Eu não tinha dificuldades de aprendizagem lá, pois o ensino é "fraco" e os professores facilitam para o aluno, pois raramente um aluno que termina o ensino médio,ingressa em uma universidade. Mas aqui tudo é diferente o ensino, o comportamento dos professores perante os alunos também e diferente, as dificuldades de aprendizado aqui são enormes pois os professores tem o interesse de ingressar os alunos nas universidades. Minhas maiores dificuldades de adaptação foi com os colegas pois eles não entendem a nossa nação miscigenada e as várias linguagens regionais espalhadas no nosso país, viviam, e vivem, me criticando, mas, também tiveram alguns professores que me menosprezaram”. Rafaella Santos, 16 anos. Pará.

Fonte: Clip-Art Microsoft

Olha o sapo dentro do saco, O saco com o sapo dentro, O sapo batendo papo, E o papo soltando o vento.

Grupo Diferente Como a capa de um mago, a imprevisibilidade cobre este grupo de elementos químicos ardilosos. Este grupo tem poucas semelhanças evidentes. O Carbono é um não-metal duro (e até mesmo transparente!), enquanto que o Estanho e o Chumbo são metais mais moles. Como no Grupo III, os elementos deste grupo ficam mais metálicos conforme vão para a parte de baixo da tabela. Os membros formam uma variedade confusa de compostos e talvez fosse melhor considerar cada elemento como um indivíduo, em vez de uma coleção de substâncias semelhantes. A qual grupo pertencemos?

Fonte: Extraído de “A tabela periódica: elementos com estilo”, escrito por Dan Greem, Girassol: São Paulo, 2010

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Folclore Brasileiro A mula sem cabeça Dizem que é uma mulher que namorou um padre e foi amaldiçoada. Toda passagem de quinta para sexta feira ela vai numa encruzilhada e ali se transforma na besta. Nos pequenos povoados ou cidades, onde existam casas rodeando uma igreja, em noites escuras, pode haver aparições da Mula-Sem-Cabeça. Também se alguém passar correndo diante de uma cruz à meia-noite, ela aparece. Então, ela vai percorrer sete povoados, ao longo daquela noite, e se encontrar alguém chupa seus olhos, unhas e dedos. Apesar do nome, Mula-Sem-Cabeça, na verdade, de acordo com quem já a viu, ela aparece como um animal inteiro, forte, lançando fogo pelas narinas e boca, onde tem freios de ferro. Nas noites que ela sai, ouve-se seu galope, acompanhado de longos relinchos. Às vezes, parece chorar como se fosse uma pessoa. Ao ver a Mula, deve-se deitar de Fonte: Infoescola bruços no chão e esconder unhas e dentes para não ser atacado. Se alguém, com muita coragem, tirar os freios de sua boca, o encanto será desfeito e a Mula-Sem-Cabeça, voltará a ser gente, ficando livre da maldição que a castiga, para sempre. Nomes comuns: Burrinha do Padre, Burrinha, Mula Preta, Cavalo-sem-cabeça, Padre-sem-cabeça, Malora (México). Origem Provável: É um mito que já existia no Brasil colônia. Apesar de ser comum em todo Brasil, variando um pouco entre as regiões, é um mito muito forte entre Goiás e Mato Grosso. Mesmo assim não é exclusivo do Brasil, existindo versões muito semelhantes em alguns países Hispânicos. Fonte: http://sugestoescolaresdiversas.blogspot.com.br/2012/03/folclore-agosto.html

O Programa Mais Educação Trata-se da construção de uma ação intersetorial entre as políticas públicas educacionais e sociais, contribuindo, desse modo, tanto para a diminuição das desigualdades educacionais, quanto para a valorização da diversidade cultural brasileira. Transcrevemos parte de entrevista com a coordenadora do Programa Mais Educação da Escola Municipal Alfredo Jacomossi de Anápolis:

“Em um ninho de mafagafos haviam sete mafagafinhos; quem amafagafar Qual o objetivo do programa? O objeto de realização final de tudo que é desenvolvimais do é a implantação e implementação da educação integral. A forma que acreditamos mafagafinhos, ser mais apropriada não é manter o aluno na escola tendo aulas o dia todo, mas busbom camos através da riqueza cultural desenvolver valores humanos nos alunos. amagafanhador será.” Como a valorização da diversidade cultural é trabalhada no programa? É trabalhada principalmente através das danças. Porem em qualquer atividade é possível abordar esse tema. No judô, futsal, voleibol e fanfarra tratamos de estudar a história (de cada atividade) antes de passar a prática, é ensinado aos alunos onde surgiu, com que povo, para atender a quais necessidades, quais valores humanos atemporais eles buscavam, no letramento/ alfabetização são usadas várias formas pedagógicas, mas as “historinhas” que trazem também temas de civilizações passadas também são usadas [...]. Por que trabalhar com a diversidade cultural como forma pedagógica? Os alunos de escolas como a nossa, na periferia, em geral conhecem uma dura realidade [...] onde o acesso que tem em relação à cultura é insignificante. Conhecendo outras culturas e formas de viver, lhes damos a dimensão do mundo e das várias maneiras que temos de atuar no nele. Isso não é feito para mudar a forma com que os alunos vivem, mas gera respeito por todas as outras formas que os rodeia e que ainda as que encontrarão em suas vidas. Quais os avanços o programa trouxe para a escola e comunidade? O resultado dentro da escola é imediato, assim que passa a frequentar o programa o aluno se sente mais comprometido com a escola, as notas melhoram, [...]. É claro que cada um melhora em seu grau, porem, algo que todos eles desenvolvem e que é a causa de todas as outras melhoras é o respeito. Em conversar informais com as mães elas contam que em casa a melhora também é visível, o que me faz crer que o respeito reflete em todas as atitudes dessas crianças.

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Receitinhas típicas sempre são muito bem vindas, e como estamos em tempo de festas juninas, vamos aprender a fazer paçoquinha de amendoim e biscoito, bem fácil e rapdinha. Bom Apetite!

Paçoquinha rápida de biscoito Ingredientes:. . 1 pacote de biscoito tipo maizena . 250g de amendoim torrado e moíd o . 1 lata ou 1 caixinha de leite con densado Mococa . Manteiga Mococa para untar Modo de Preparo:. 1- Em um liquidificador triture o biscoito até obter ponto de farinha. Coloque em uma vasilha, acrescente o amendoim e o leite condensado. Misture bem e amasse com as mãos até formar uma pasta. 2- Espalhe em uma forma retangu lar untada com manteiga. Leve à geladeira por 2 horas, corte em quadradinhos e sirva gelada passada no açúcar cristal. Fonte <http://www.blogdamococa.com .br/pacoquinha/>

Maria-Mole é molenga, se não é molenga, Não é Maria-Mole. É coisa malemolente, Nem mala, nem mola, nem Maria, nem mole.

Operações diferentes— resultados iguais!

1

8

∗2

16

\4

4

Sendo assim, segue que (1 + 4) * 9 = 45, ou 45 ÷ 9 = 5.

½ Provavelmente, uma das mais antigas formas de divisão era usada pelos egípcios. Ela era baseada sobre o processo de duplação e mediação. Sendo assim, para dividir 19 por 8 eles pegavam 2 x 8 = 16, ½ de 8 = 4, e selecionavam os números na coluna direita (vide tabela abaixo) cuja soma tinha como resultado 19, por exemplo, 16 + 2 + 1 = 19. Portanto, o quociente era 2 + ¼ + 1/8. Na ilustração os multiplicadores foram assinalados por asteriscos.

∗1/4

2

∗1/8

1

É interessante notar que o processo de divisão egípcia tem uma vantagem pedagógica de não parecer uma nova operação. Por exemplo, ao invés deles calcularem 45÷9, eles diziam: “Calcule com 9 até conseguir chegar no 45”. Nós começamos multiplicando 9 como segue: \1

9

2

18 36 Soma 45.

Fonte: Extraído da dissertação de mestrado “As operações de multiplicação e divisão junto aos alunos de 5ae7aséries” de Maria Carolina C.da Cunha, PUC, 1997


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