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Crédito: Prefeitura de Brusque

Crédito: Prefeitura de Guabiruba


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EDITORIAL Manifestações e Audiência Ao iniciarmos o segundo semestre de 2013 dois assuntos fazem parte deste editorial: as manifestações dos brasileiros nas ruas e a audiência que a ACIBr e as en!dades que compõem o CESCB, juntamente com lideranças polí!cas e empresariais de Guabiruba e Botuverá !veram, em Florianópolis, com o Diretor Presidente da CELESC. Quanto ao manifesto de milhares e milhares de brasileiros nas ruas do Brasil, de norte a sul e de leste a oeste, expressamos nosso aval quando, de maneira educada e sem vandalismo, exige dos poderes execu!vos e legisla!vos federal, estadual e municipal, melhoria na educação, saúde, segurança, transportes, reforma polí!ca, tributária e econômica. Como consequência destas mudanças poderemos alcançar um país mais democrá!co, cuja tônica é a seriedade na administração das causas públicas, mais é!ca dos sujeitos envolvidos nesta administração, na desoneração das cargas tributárias, na melhoria do real poder aquisi!vo, no cumprimento das obrigações cons!tucionais em relação à educação e saúde públicas, enfim na melhoria da qualidade de vida do povo brasileiro. Como já foi divulgado pela imprensa falada e escrita de nossa cidade, uma comi!va de lideranças empresariais e polí!cas de Brusque, Guabiruba e Botuverá, esteve reunida no úl!mo dia três

de julho com o Diretor Presidente da CELESC, Cléverson Siewert, na Capital do Estado. Nesta audiência o Observatório Social e o CEAB - Clube de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Brusque fizeram uma explanação sobre a arrecadação de ICMS e o crescimento populacional de nossa região salientando o incremento no consumo de energia elétrica nos três municípios. Em suma, este estudo apresentado concluiu que o setor da indústria de Brusque, Guabiruba e Botuverá juntos ocupa a quarta posição estadual do ranking de consumo de energia elétrica e no consumo geral de energia ocupamos a sé!ma posição do Estado de Santa Catarina. Neste sen!do solicitamos da CELESC: preservar atendimento emergencial 24 horas, com equipe permanente; repor o corpo de engenheiros e eletrotécnicos permi!ndo con!nuidade dos serviços que vinham sendo prestados em Brusque e região; ampliar e melhorar os alimentadores e redes de distribuição; construir uma nova subestação. Segundo Siewert, uma causa frequente da interrupção de energia se deve ao plan!o de árvores próximas à rede elétrica. Neste sen!do, solicitou das en!dades presentes iniciarem um diálogo com o Poder Público obje!vando criar mecanismos para coibir o plan!o de árvores nas proximidades da rede elétrica. Uma correspondência já foi encaminhada para os prefeitos de Brusque, Guabiruba e Botuverá. Edemar Fischer - Presidente ACIBr

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FLEX 10 E AS SOLUÇÕES EM WEBSITES Empresa de Guabiruba mantêm mais de 100 endereços eletrônicos a•vos

H

á seis anos, o técnico em Processamento de Dados, Chêonio Junior Tomio, fundou a Flex 10, especializada na criação de websites. Ele, que já trabalhou em gráfica como artefinalista, sempre gostou de tecnologia, sistema e programação. Assim, decidiu montar o próprio negócio e hoje mantêm, pelo menos, 130 endereços eletrônicos em funcionamento. “Desenvolver um site é diferente de vender uma televisão. Depois de pronto, o trabalho con•nua com algum suporte necessário, administração de contas de email, atualizações, embora a empresa não cobre nenhuma taxa de mensalidade”, explica Chêonio. Segundo o profissional, todos os sites criados pela Flex 10 são facilmente administrados, sendo necessário apenas um treinamento para que os colaboradores da empresa possam fazer as devidas alterações, bem como alimentar com conteúdo, fotos, vídeos e o que mais julgar necessário. “Uma caracterís•ca dessa área é que a tecnologia se atualiza com velocidade. Por isso, além do desenvolvimento dos sites, é preciso reservar um tempo para pesquisa e busca de novos conhecimentos”, acrescenta. O PRIMEIRO NUNCA SE ESQUECE O primeiro site desenvolvido por Chêonio foi para uma •nturaria. Era, até então, o único na América La•na no qual o cliente podia acessar e verificar em qual etapa do processo o seu pedido estava. Desde então, a maioria dos clientes da Flex 10 chegam através do mesmo des•no: indicação. “Há quem encare a criação de site como algo simples e fácil de fazer, dando espaço para pessoas pouco profissionais. Claro que o resultado final nem sempre é o desejado. Tem muita diferença apostar em empresas formadas, com CNPJ e que tra-

O diretor da Flex 10, Chêonio Junior Tomio, explica que a maior parte de seus clientes surgem a par•r de indicações balham apenas com isso”, observa. Para Chêonio, não existe negócio que não possa obter vantagens através da internet. “Claro que manter um site já é o primeiro passo. Mas também é essencial prestar um bom serviço e passar uma mensagem de qualidade através dele”, completa.

Outra dica importante é imprimir iden•dade na criação de endereços eletrônicos. Por essa razão, a Flex 10 propõe soluções individuais, focadas nas necessidades de cada cliente. E cada novo projeto é, também, um novo desafio que, dependendo da complexidade, pode levar entre uma semana a três meses para ficar pronto.


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EMBRULHE FESTAS É REFERÊNCIA EM BRUSQUE E REGIÃO Empresa fundada para a distribuição de embalagens mudou o foco e descobriu um próspero nicho de mercado

Embrulhe Festas oferece tudo que a sua festa precisa e, inclusive, oportuniza treinamentos gastronômicos

S

ão mais de 8.500 itens disponíveis, que contemplam absolutamente tudo que uma festa precisa, desde os convites às lembrancinhas. A Embrulhe Festas foi fundada em 2000, tendo como principal a!vidade a distribuição de embalagens e material escolar, mas, cinco anos depois mudou o foco e passou a inves!r e se especializar em ar!gos para festas. “Desde então, a empresa vem se adaptando às exigências da sociedade, com o propósito de oferecer para seus clientes, produtos e serviços com qualidade inovadora. É, certamente, a loja de festas mais completa do Vale do Itajaí”, explica o responsável pelo marke!ng da empresa, João Knihs Neto. Além de copos, pratos, guardanapos, forminhas e toda a linha de decoração, a Embrulhe Festas também oferece uma variada linha de produtos alimen"cios. E, aos sábados, costuma distribuir pipoca, algodão doce e outros quitutes para que os clientes pres!giem toda a variedade de sabores. E, para quem tem interesse de fazer a própria decoração da festa mas falta inspiração, a empresa oferece logo

atrás dos caixas, um espaço com diferentes sugestões para todas as idades e temas. Outro diferencial é a importância que a Embrulhe tem dado para a organização dos produtos e elaboração das vitrines, levando em consideração a miscelânea de itens que oferece. Por essa razão, em 2013, a empresa foi vencedora do concurso nacional de decoração, promovido pela fornecedora Harold. Para finalizar, há o aluguel de piscina de bolinhas, cama elás!ca, compressores de balão e máquina de sky paper.

programação mensal pode ser acompanhada pelo site da empresa (www. embrulhefestas.com.br) ou na própria loja. Os cursos são realizados no período da tarde e noite. Já o valor da inscrição é simbólico.

ESPAÇO KIDS Para dinamizar o atendimento das famílias, a Embrulhe Festas oferece o Espaço Kids. Assim, os pais podem fazer suas compras tranquilos, enquanto seus filhos são entre!dos por jogos educa!vos e televisão.

CENTRO CULINÁRIO Há cerca de dois anos, a Embrulhe Festas lançou o “Centro Culinário”, anexo à loja. É ali que todos os meses acontecem cursos relacionados à gastronomia das festas. As aulas são ministradas de forma assis!da, semelhantes às receitas acompanhadas pela televisão. Já os professores são de todo o Brasil e definidos pelas parcerias firmadas com fornecedores. Doces finos, cupcakes e bolos ar"s!cos são algumas das formações que já foram realizadas no Centro Culinário. A

O patriarca do empreendimento: Isaías (in memoriam)


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“UM DIA MELHOR QUE O OUTRO” Sócios da Rikju comprovam que, com trabalho árduo e muita dedicação, é possível avançar no mercado e conquistar o Brasil

A

té 2001, o empresário Juscelino Cesar Tachini trabalhava como talhador, em Botuverá. Foi quando passou a produzir e vender suas primeiras camisetas e encontrou no então patrão e no seu filho, respec"vamente Célio e Ricardo Vargas, a parceria para uma sociedade de sucesso. Nascia, então, a Rikju que, em 2013, já assumiu a média de produção mensal de 20 mil peças. “Aprendi a talhar e passei a desenvolver um trabalho informal, com a venda de uniformes. Formalizamos o negócio em abril de 2001 e, desde então, um dia tem sido melhor do que o outro”, afirma Juscelino. Hoje, apenas Juscelino e Ricardo dividem a sociedade e a empresa quase que trabalha exclusivamente com Private Label, restando poucas peças com a marca própria. São 30 colaboradores diretos, mais de 20 indiretos e cinco representantes que cobrem os estados de São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul. “Trabalhamos com camisetas polo, gola redonda e decote V, nos segmentos masculino, feminino e infantil. O cresci-

Ricardo Vargas e Juscelino Cesar Tachini: os empreendedores da Rikju mento da empresa superou nossas expectativas e pode ser atribuído à qualidade do atendimento e dos produtos,

além do bom preço e de todo o nosso esforço para avançar no mercado”, avalia Juscelino. Segundo ele, todos os clientes, independente da região do Brasil, fazem questão de visitar a fábrica. Em Botuverá, esses profissionais estão sempre interessados em ver o que se está produzindo, como forma de buscar inspiração para novas criações. Outro objetivo da visita é levar para suas empresas um mostruário da malha desenvolvida no local, para que os estilistas possam analisar o tecido, fazer os testes necessários e produzir a coleção.

SEDE PRÓPRIA

DGPS Hoje, a Rikju mantém 30 colaboradores diretos e mais de 20 indiretos, além de cinco representantes

A Rikju comemora sua nova instalação, cerca de um quilômetro distante do Centro de Botuverá. De acordo com o plano de crescimento da empresa, o espaço estará adequado para os próximos dois anos de atuação. Depois disso, a intensão é ampliar o empreendimento, nos terrenos ao lado. Um dos objetivos da empresa é, num breve futuro, passar a produzir também a malha que utiliza, na intenção de padronizar o produto que oferece.


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UMA LUZ PARA BRUSQUE E REGIÃO

OS DADOS DA CELESC

Presidente da Celesc recebeu comi•va de en•dades em Florianópolis

De acordo com o gerente regional da Celesc de Blumenau, Cláudio Varela, existem duas subestações de 138kV em Brusque, que distribuem energia através de 18 alimentadores. São 800 quilômetros com redes de média e baixa tensão, mais de 130 mil postes e 2240 transformadores, para atender cerca de 56 mil consumidores, com uma carga instalada de 133.300 KVA. Com esses números, Brusque integra um grupo de mais 11 municípios, responsáveis pelo consumo de 50% da energia elétrica de Santa Catarina. “Em agosto de 2011 nós par!cipamos de uma reunião na sede da ACIBr, em Brusque, na qual foi apresentada uma série de reivindicações. Desde então, a diretoria da Celesc ampliou sua força de trabalho e avançou em diversos sen!dos. Na época, havia apenas uma viatura de plantão. Hoje são três: uma com cobertura de 16 horas normais e mais seis horas de sobreaviso e duas de atendimento emergencial e horário comercial. Havia apenas um caminhão com cinco eletricistas para manutenção. Agora são três, um deles especificamente para poda e roçada”, observou Varela. O gerente regional também mostrou gráficos que confirmam melhorias nos índices de Duração Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora (DEC) e Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora (FEC), entre os anos de 2011, 2012 até junho de 2013.

N

o dia 3 de julho, uma comi!va de empresários de Brusque, Guabiruba e Botuverá, par!cipou de um encontro com o diretor presidente da Celesc, Cléverson Siewert, em Florianópolis. Es!veram representadas as seguintes en!dades: Associação Empresarial de Brusque (ACIBr) e seus Núcleos de Empresários de Guabiruba (NEG) e Botuverá (NEB), Sindicato das Indústrias do Vestuário de Brusque, Botuverá, Guabiruba e Nova Trento (Sindivest), Sindicato do Comércio Varejista e Atacadista de Brusque (Sindilojas), Sindicato das Indústrias da Construção e do Mobiliário de Brusque (Sinduscon), Sindicato das Indústrias de Fiação, Tecelagem, Malharias e Tinturarias de Brusque e Região (Sifitec), Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), Observatório Social de Brusque (OSB) e o Clube de Engenharia e Arquitetura de Brusque (CEAB). Também es!veram presentes o prefeito de Botuverá, José Luiz Colombi, o presidente da Câmara de Vereadores de Botuverá e vice coordenador do NEB, Edson Vanelli e o secretário do legisla!vo botuveraense, Mário Fachini e o engenheiro Denis Dognini representando a Inspetoria do CREA/SC - Brusque. Na oportunidade, o Observatório Social, em parceria com o CEAB, fez uma explanação sobre a arrecadação de ICMS e o crescimento populacional nos três municípios, paralelo ao aumento do consumo de energia

elétrica. Entre os anos de 2009 e 2012, a arrecadação de impostos aumentou 48,53% em Brusque, 46,46% em Guabiruba e 137,86% em Botuverá. O aumento populacional acompanhou essa crescente e, entre os anos de 2002 e 2012, recebeu o incremento de 37,76% em Brusque, 41,34% em Guabiruba e 24,13% em Botuverá. Já o consumo de energia geral entre os anos de 2011 e 2012 aumentou 6,33% em Brusque, 26,25% em Guabiruba e 25,23% em Botuverá. Nas mesmas cidades, apenas para o setor da indústria, a expansão foi de 5,27% em Brusque, 14,07% em Guabiruba e 27,79% em Botuverá. Somados, o incremento geral de energia elétrica na região a!ngiu 10,23% dos quais 8,99% foram des!nados especificamente para as indústrias. O estudo conclui, então, que Brusque, Guabiruba e Botuverá juntos, estão na quarta posição estadual do ranking de consumo de energia elétrica para a indústria e, na sé!ma colocação quando se trata de consumo geral. “Apenas esses dados já jus!ficam um maior inves!mento da Celesc na nossa região. Mas também podemos lembrar que cerca de 70% da população a!va trabalha na indústria e o aumento de carga é necessário para o crescimento dessas empresas, manutenção dos empregos atuais e criação de novas vagas”, explicou o presidente da ACIBr, Edemar Fischer.


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ENCAMINHAMENTOS Com pouco mais de duas horas de duração, o encontro da comi•va de en•dades com o diretor presidente da Celesc, foi marcado pela obje•vidade. O prefeito e o Núcleo de Empresários de Botuverá entregaram um o•cio com an•gas reivindicações e saíram com a promessa de instalação de um alimentador de rede compacta até o final desse ano, um inves•mento que a•nge a marca de R$ 1,8 milhão. Da mesma forma, Cléverson pediu auxílio aos empresários na busca por um terreno que possa servir para a construção da terceira subestação da Celesc, com obras inicialmente previstas para 2015, mas que podem ser antecipadas mediante a essa aquisição. Por fim, pediu aos empresários que dialoguem com o Poder Público, no sen•do de criar mecanismos para coibir o plan•o de árvores próximas à rede elétrica, já que

acidentes dessa natureza transitam entre as principais causas de interrupção de energia. Quanto a estrutura da Celesc em Brusque, Siewert disse que ainda não •nha nenhuma previsão da chegada de funcionários (engenheiros e técnicos) para subs•tuir os que deixaram nossa agência através do Programa de Aposentadoria Incen•vada da estatal. “Diria que foi um encontro com início, meio e fim. A comi•va apresentou seus problemas e também ouviu o que a Celesc tem feito desde nossa úl•ma reunião, em 2011. Saímos sa•sfeitos com as respostas dadas e, sobretudo, com o inves•mento que já será feito em Botuverá, devido à urgência da situação. Agora devemos formular correspondências para que o Poder Público tome conhecimento do que foi discu•do e possa nos auxiliar na resolução das pendências e na cobrança do que mais foi prome•do por parte da Celesc”, concluiu Edemar.

OBRAS PREVISTAS •Ampliação da SE 138 kV Brusque Rio Branco - Instalação de 1 transformador 138/23 kV 26,6 MVA (50% a mais de capacidade) - Inves•mento previsto: R$ 3 milhões - Prazo previsto: dezembro/2013 (assinado contrato em 01/07/2013) •Ampliação da SE 138 kV Brusque - Subs•tuição de dois transformadores de 138/23 kV / 26,6 MVA por dois de 40 MVA – (26,8 MVA – 34% a mais de capacidade) - Inves•mento previsto: R$ 4 milhões - Prazo Previsto: dezembro/2014 •Construção da SE 138 kV Brusque III - Construção de uma nova Subestação com a instalação de um transformador 138/23 kV 26,6 MVA - Inves•mento previsto: R$ 12 milhões - Prazo Previsto: dezembro/2015

Presidentes das en•dades que organizaram a comi•va de empresários na sede da Celesc


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DESONERAÇÃO DA FOLHA BENEFICIA CONSTRUÇÃO CIVIL E COMÉRCIO VAREJISTA Medida entrou em vigor no mês de abril, foi suspensa em junho e retomou em julho

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m 2012 foi lançado o Plano Brasil Maior, que instituiu a desoneração da folha de pagamento, prevista para ocorrer em diversas etapas. E no mês de julho desse ano, depois de muita discussão, os setores de Construção Civil e Comércio Varejista passaram a integrar a lista de beneficiados. “A Medida Provisória 601, de 28 de dezembro de 2012, determinava que esses dois setores seriam enquadrados a partir de abril de 2013. Mas, como até junho desse ano ainda estavam pendentes algumas adequações, o Congresso Nacional, através do Ato Declaratório no 36, encerrou sua vigência. As empresas, então, fi-

caram sem saber o que fazer e essa dúvida só foi solucionada em julho, através da Lei no 12.844/2013”,

explica o coordenador do Núcleo de Empresas Contábeis, Beno A Buttchevits.

ENTENDA MELHOR AS ALTERAÇÕES Abril de 2013 Regra geral: Aplica-se a regra de desoneração da folha Regra Matrícula CEI: Para empresas do setor de construção civil sujeitas à desoneração da folha, referente com as competências de abril e maio, as regras con!nuam sendo as mesmas: 1 – para as obras matriculadas no CEI em abril e maio / 2013, o recolhimento da contribuição previdenciária ocorrerá com base na receita bruta, à alíquota de 2% até seu término; 2 – para obras matriculadas no CEI até o dia 31 de março de 2013, o recolhimento da contribuição previdenciária ocorrerá na forma do ar!go 22, incisos I e III, da Lei no 8.212/91, até o seu término; 3 – serão excluídas da base de cálculo, as receitas provenientes das obras cujo recolhimento da contribuição tenha ocorrido na forma do ar!go 22, incisos I e III, da Lei no 8.212/91 (20% da folha). Maio de 2013 Regra geral: Aplica-se a regra de desoneração da folha Regra Matrícula CEI: Aplica-se a mesma regra do mês de abril de 2013 Junho de 2013 Regra geral: Até o vencimento da contribuição previdenciária da competência junho (19 de julho de 2013), a empresa poderá optar pelo recolhimento da contribuição previdenciária. A – 20% da folha (ar!go 22, incisos I

e III, da Lei no 8.212/91); ou B – 2% sobre a receita bruta (ar!go 7o da Lei no 12.546/2011). Regra Matrícula CEI: 1 – Para obras matriculadas no CEI até o dia 31 de março de 2013, o recolhimento da contribuição previdenciária ocorrerá com base em 20% da folha, até o seu término; 2 – Para obras matriculadas no CEI em abril e maio, o recolhimento da contribuição previdenciária ocorrerá com base na receita bruta, à alíquota de 2% até seu término; 3 – Para as obras matriculadas no CEI entre junho até outubro de 2013, o recolhimento da contribuição previdenciária poderá ocorrer tanto na forma da regra da desoneração da folha (2% da receita), como na forma de 20% da folha, a depender da opção realizada na competência de junho. Julho, agosto, setembro e outubro de 2013 Regra geral: A opção realizada no recolhimento do mês de junho é irretratável até o mês de outubro, ou seja, optando pelo recolhimento de 20% da folha, deverá recolher da mesma forma nestas competências. Regra Matrícula CEI: 1 - Para as obras matriculadas no CEI até o dia 31 de março de 2013, o recolhimento da contribuição previdenciária ocorrerá com base em 20% da folha, até seu término; 2 – Para as obras matriculadas no CEI em abril e maio, o recolhimento da contribuição previdenciária ocorrerá com base na re-

ceita bruta, à alíquota de 2% até o seu término; 3 – Para as obras matriculadas no CEI entre junho e outubro de 2013, o recolhimento da contribuição previdenciária poderá ocorrer tanto na forma da regra da desoneração da folha (2% da receita), como na forma de 20% da folha, a depender da opção realizada na competência junho. Novembro de 2013 Regra geral: A par!r de novembro de 2013, obrigatoriamente deverá ser aplicada a regra da desoneração da folha. Regra Matrícula CEI: 1 – Para obras matriculadas no CEI até o dia 31 de março de 2013, o recolhimento da contribuição previdenciária ocorrerá com base em 20% da folha, até o seu término; 2 – Para as obras matriculadas no CEI em abril e maio, o recolhimento da contribuição previdenciária ocorrerá com base na receita bruta, à alíquota de 2% até o seu término; 3 – Para as obras matriculadas no CEI entre junho e outubro de 2013, o recolhimento da contribuição previdenciária poderá ocorrer tanto na forma da regra da desoneração da folha (2% da receita), como na forma de 20% da folha, a depender da opção realizada na competência de junho; 4 – Para as obras matriculadas no CEI a par!r de novembro de 2013, o recolhimento da contribuição previdenciária ocorrerá com base na receita bruta, à alíquota de 2%, até o seu término.


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REUNIÃO ITINERANTE EM BOTUVERÁ Coordenador do Sine e professor da Unifebe ministraram palestras

E

m julho, a Associação Empresarial de Brusque (ACIBr), realizou mais uma reunião de diretoria em caráter i!nerante, no município de Botuverá. Além dos empresários, o evento reuniu líderes comunitários e o prefeito José Luiz Colombi. O primeiro a fazer uso da palavra foi o coordenador do Sine de Brusque, Gilson dos Santos. Ele falou sobre o “Portal Mais Emprego”, um projeto do Governo Federal que facilita a divulgação de vagas e novas admissões. “Um dos obje!vos é inibir o uso inconsciente do Seguro Desemprego. Com o teto em R$ 1253, muitas pessoas encontram aí uma forma de aumentar a renda sem precisar trabalhar”, afirma. De acordo com o coordenador do Sine, as regras para receber o Seguro Desemprego mudaram. Agora, para solicitar o bene#cio é necessário ir até a unidade do Sine e consultar no sistema vagas abertas e compa%veis com a experiência de cada trabalhador. Caso exista a oportunidade, o desempregado precisa passar pelo processo de seleção e, se recusar o novo emprego, também perde o bene#cio. “Depois de par!cipar de três processos de seleção e não ser aprovado em nenhum deles, o trabalhador deverá, obrigatoriamente, par!cipar de um curso de qualificação, sob o risco de ter o Seguro Desemprego suspenso”, adverte Gilson.

Gilson dos Santos falou sobre o “Portal Mais Emprego”

Professor Haider apresentou um panorama da economia no Brasil

SETOR TÊXTIL Também durante o encontro em Botuverá, o professor da Unifebe, Luiz Felipe Haider, fez uma explanação sobre o setor têx!l e de confecção. U!lizando reportagens recentes, ele comparou os modelos econômicos adotados pelo Governo Lula e pelo Governo Dilma. “Quando Lula assumiu a presidência, foi orientado a não mudar radicalmente o tripé econômico, formado pelo superávit fiscal primário (controle de contas públicas), câmbio flutuante (flutuação da taxa cambial) e metas da inflação. Lula resis!u às pressões e manteve o que estava dando certo até então. O mesmo não aconteceu no Governo Dilma. Ela relaxou no controle da inflação, desmontou mecanismos complexos e de delicado equilíbrio que regem as relações entre o Estado e a economia de mercado, com a jus!fica!va de acelerar o crescimento do país. E o que se vê nesse momento são sinais de falência da nova economia, baseada no crédito farto, na ingerência

da vida econômica, na negação das leis de mercado e na farra fiscal”, destacou o professor. Segundo Haider, o fracasso do atual modelo econômico pode ser percebido pela estagnação do PIB que, nos úl!mos três anos, cresceu na faixa de 2% e não tem nenhuma perspec!va de melhora em curto prazo. Ele também citou o Custo Brasil e exemplificou como os importados ficam caros quando desembarcam nos portos do país. A medida visa beneficiar a indústria nacional, embora ela também sofra com a alta dos impostos. E, para resolver esse contexto, o professor vislumbra apenas um caminho: a reforma tributária. Sobre o setor têx!l, Haider apresentou um estudo da Fiesc, que coloca Santa Catarina em segundo lugar no ranking de principal polo do Brasil, atrás apenas de São Paulo. A expecta!va é buscar o status de líder absoluta nos próximos anos, desde que se resolvam entraves ligados à logís!ca e custo de energia elétrica.


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FIESC APRESENTA O MOVIMENTO “ A INDÚSTRIA PELA EDUCAÇÃO” Termo de adesão foi assinado pela maioria dos empresários que pres•giaram o evento

A

intervenção no ensino médio brasileiro é uma medida necessária e urgente para que o desempenho da educação melhore. A afirmação é do conferencista Mozart Neves, membro do Conselho Nacional de Educação, que par"cipou, no dia 31 de julho, em Brusque, do lançamento do Movimento A Indústria pela Educação que já superou as mil adesões em todo o Estado. Segundo Mozart, enquanto que o ensino fundamental vem evoluindo grada"vamente, o ensino médio recua, indicando estagnação. Uma das estratégias para que isso ocorra é a ar"culação entre o ensino médio e o ensino profissionalizante. Mozart comenta que o Brasil fez um belíssimo dever de casa nos úl"mos 15 anos. “Universalizamos o ensino fundamental e ampliamos a pré-escola e o ensino médio, mas ainda precisamos avançar nessas duas etapas, principalmente em relação à escola do jovem que dialoga com a indústria”. O presidente da FIESC, Glauco José Côrte, destacou em sua fala a urgência de inves"r na qualificação, especialmente, dos jovens. Um estudo da consultoria McKinsey & Company mostra que 72% dos jovens brasileiros acreditam ser mais fácil empregar-se com formação técnica. “Vamos precisar de sete milhões de jovens qualificados até 2015 para atender a demanda do mercado de trabalho”, alertou. “Só há uma forma das indústrias se tornarem mais compe""vas e melhorar a produ"vidade. É por meio da elevação da escolaridade e es-

Empresas assinaram o Termo de Adesão tamos inves"ndo vigorosamente nesta área”, complementou o presidente. Apesar dos inúmeros avanços, Mozart acredita que há um grande trabalho a ser feito a respeito da escolaridade e da qualificação dos trabalhadores. “Precisamos do empresário se envolvendo com o movimento, desde criar ambientes favoráveis à educação ou mesmo liberando o seu trabalhador para estudar, Assim daremos um salto no ponto de vista da produ"vidade e da compe""vidade no Estado”, fala.

ÍNDICE DE DESENVOLVIMENTO HUMANO A educação foi o fator que mais impactou nega"vamente no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), divulgado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento. O indicador ainda é menor em relação à longevidade e à renda. No entan-

Edemar Fischer, Glauco José Côrte, Ingo Fischer e Mozart Neves

to, explica Mozart, este indicador foi o que mais evoluiu nos úl"mos 20 anos. “O crescimento foi notável. Na próxima medição a educação estará igual ou vai ultrapassar os outros dois indicadores”, avalia. O conferencista afirma ainda que a ar"culação com o poder público e com todo o Sistema S é fundamental. “Hoje, por exemplo, o Brasil é o sé"mo país em riqueza (PIB), mas em desenvolvimento humano ocupa a 85ª posição. A educação é o único vetor capaz de alinhar esses índices”, fala Mozart. Uma das inicia"vas que corroboram para a melhoria deste indicador é o Movimento A Indústria pela Educação, liderado pela FIESC. As indústrias signatárias podem cooperar, por exemplo, oferecendo infraestrutura necessária para a realização de formação dentro da empresa, promovendo o acesso a cursos de educação básica e profissional e premiando os trabalhadores que con"nuam seus estudos, entre outras ações.

Ingo Fischer


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A INDÚSTRIA PELA EDUCAÇÃO Durante o evento, os empresários presentes já puderam assinar o termo de adesão, no qual a educação é reconhecida como estratégia para alavancar o aumento da compe••vidade. Da mesma forma, com a assinatura, as empresas demonstram interesse em apoiar as ações educacionais do Sistema Fiesc para o alcance das metas previstas, no intuito de melhorar o nível educacional, a profissionalização e o aprimoramento profissional. Hoje, o movimento “A Indústria pela Educação” está fundamentado em dois grandes pilares: buscar o engajamento dos empresários catarinenses à causa da educação pela adesão ao movimento e o inves•mento em educação pelo Sistema Fiesc, para a realização de 823.530 matrículas até 2014. Mais informações estão disponíveis no endereço eletrônico www.fiescnet.com.br/aindustriapelaeducacao.

Vice-prefeito, Evandro de Farias

O presidente da Fiesc, Glauco José Côrte

O palestrante da noite, Mozart Neves


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ACIBR DOA COBERTORES PARA ENTIDADES

E

m julho, a Associação Empresarial de Brusque (ACIBr), em parceria com a CDL e Sindilojas, fez a doação de 360 cobertores para en•dades do município. Foram beneficiadas as paróquias São Luís Gonzaga, Santa Terezinha, Santa Catarina e São Judas Tadeu, além das comunidades de Bateas e Cedro Alto. “Essa é a nossa contribuição para a Campanha do Agasalho. Unimos as três en•dades para contribuir com quem necessita”, afirmou o presidente da ACIBr, Edemar Fischer. O padre da Paróquia São Luís Gonzaga, Flávio Morelli, agradeceu e disse que doações são sempre bem-vindas. “Não é fácil passar pelo inverno. Temos muita carência e, às vezes, o maior desafio é conseguir chegar nas pessoas, fazer com que elas não sintam vergonha de receber assistência e que entendam que aquele momento é passageiro, já que nossa missão não é apenas de dar o peixe, mas também de ensinar a pescar”, garan•u.

EMPRESÁRIOS VISITARAM A TRÜTZSCHLER EM CURITIBA

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m grupo de empresários e profissionais que atuam nas empresas do Núcleo de Fabricantes de Toalhas da ACIBr es•veram em Curi•ba no úl•mo dia 18/07, visitando o parque industrial da Trützschler Indústria e Comércio de Máquinas, líder mundial na preparação de fiação. Eles foram recebidos pelo gerente de vendas Bruno Ziehfuss e pelo engenheiro Marco Zanon que apresentaram aos visitantes o histórico da empresa e todo o seu processo produ•vo. A Trützschler especializada na fabricação de máquinas têxteis, oferece soluções completas para o processo de preparação da fibra. Está presente em todo o mundo, com matriz na Alemanha e fábricas nos USA, Índia, Brasil e China. São cerca de 2.000 funcionários em mais de 100 países ao redor do mundo. Chegou no Brasil em 1976, instalando uma unidade na Cidade Industrial de Curi•ba. Hoje ela detém a liderança do mercado brasileiro em fabricação de máquinas têxteis e sistemas de preparação para fiação. As instalações projetadas e desenvolvidas pela Trützschler incluem diversas máquinas que compõem sua linha de produtos, atendendo da preparação à fiação e ao segmento de não tecidos, além de instalações recuperadoras de resíduos de algodão, filtros de ar de alta capacidade e prensa de fardos.

INTEGRANTES DO NÚCLEO DE FARMÁCIAS PARTICIPARAM DE CURSO

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estão em Farmácia foi tema do curso promovido pelo Núcleo de Farmácias e Drogarias da ACIBr. Ministrado pelo Professor Arani Schroeder, do Ins•tuto CAT, a capacitação contou com a par•cipação de empresários e profissionais que atuam nas farmácias integrantes do Núcleo e tratou de assuntos relacionados aos cenários atuais e futuros do mercado farmacêu•co, custos, marke•ng, apresentação de ‘cases’ e avaliação dos resultados.


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DIRETORA DA ACIBR PARTICIPA DE AUDIÊNCIAS SOBRE O SETOR TÊXTIL

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m poucos dias, a presidente do Sindivest e, também, diretora da ACIBr, Rita Cássia Con•, par•cipou de uma maratona de audiências e encontros que discu•ram o setor têx•l no Brasil. Além da audiência, na Câmara de Vereadores de Brusque, realizada em 20 de junho, Rita também acompanhou encontros da mesma temá•ca na sede da Fiesc, em Florianópolis, bem como promovido pela ABIT, em Brasília. “Nossas principais bandeiras são a reforma tributária e a dilatação de prazos dos impostos em geral. Hoje, o têx•l é um dos setores que mais emprega no país. Não conseguimos automa•zar nossos processos e isso precisa ser levado em consideração pelo Governo. É preciso manter o o•mismo e correr atrás de mudanças”, afirma Rita. Desde que assumiu a presidência do Sindivest, ela se comprometeu em acompanhar as reuniões mensais da Fiesc.

NR!12 FOI TEMA DE PALESTRA DO NÚCLEO DE METALMECÂNICA

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rofissionais que atuam nas empresas integrantes do Núcleo de Metalmecânica da ACIBr par•ciparam no dia 09/07, de importante palestra sobre NR-12, criada para assegurar ampla proteção nas operações de máquinas. A palestra foi ministrada por Sidnei Rinaldi, gerente de operações da Ambientec. Rinaldi é engenheiro mecânico graduado pela Faculdade Brás Cubas, Mogi das Cruzes/SP, em 1980; Administrador de Recursos Humanos pela FACE/FURJ 1988; Pós-graduado em Engenharia de Segurança do Trabalho pela Fundacentro-SP em 1981; Pós-Graduado em Planejamento Industrial pela Faculdade Mauá-SP 1981, e Mestrado em Ergonomia na Universidade Federal de Santa Catarina. Sidnei atua na Ambietec como gerente de Operações, onde é responsável pela coordenação dos trabalhos nas contas corpora•vas em empresas de grande porte como Tigre, Teka, Hering, Votoran•m, Infraero, Cia Vale do Rio Doce, Varig, Rio Sul, Transbrasil, Bradesco, HSBC e City Bank, Shell, Ipiranga dentre outras. Na área de Segurança do Trabalho, desenvolve projetos e gerencia serviços de engenharia, segurança e medicina do trabalho na VDO do Brasil e Tigre Tubos e Conexões. Controlador dos processos administra•vos, atua como gestor desde 1995. Sidnei ministra palestra sobre Segurança, Saúde Ocupacional e Qualidade de Vida em Congressos e Seminários.

REDUÇÃO DA JORNADA DE TRABALHO A CNI – Confederação Nacional da Indústria elaborou uma cartilha com mitos e verdades sobre a redução da jornada de trabalho. Tramita no Congresso Nacional a Proposta de Emenda à Constituição 231/95 que reduz a jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem o ajuste correspondente no salário, e aumenta o valor do adicional da hora extra de 50% para 75% sobre o valor da hora trabalhada. Elaborada com o objetivo de criar empregos, a proposta requer a avaliação dos reais efeitos de tal mudança na vida dos trabalhadores e das empresas. É especialmente preocupante o impacto da aprovação da proposta sobre micro e pequenas empresas, que não terão condições de absorver ou repassar a elevação dos custos do trabalho. A experiência internacional e a teoria econômica mostram que a geração de emprego depende de vários fatores. Entre os mais importantes estão os investimentos, o crescimento sustentado e a educação de boa qualidade. Leis sozinhas não criam empregos. Confira o conteúdo da cartilha acessando o link Artigos no nosso site www.acibr.org.br.


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NOTA ACIBR SOBRE A INTERVENÇÃO NO HOSPITAL DE AZAMBUJA Associação Empresarial se manifesta sobre as mudanças na administração do Hospital

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Associação Empresarial de Brusque (ACIBr), em virtude dos fatos ocorridos no início do mês de junho, com a intervenção no Hospital de Azambuja pela Prefeitura Municipal de Brusque, vem manifestar-se publicamente acerca do referido ato, expressando sua insa!sfação e reprovação sobre a forma como a Prefeitura Municipal conduziu esta delicada situação. Nossa en!dade congrega expressiva força representa!va de nossa sociedade, sempre tendo exercido par!cipação a!va e relevante em todas as questões municipais, incluída com destaque neste rol a atuação a!va da en!dade e de vários de nossos associados no auxílio ao Hospital de Azambuja, tanto na esfera consul!va,

como principalmente na esfera financeira, tendo colaborado decisivamente para manutenção do funcionamento do hospital ao longo de toda a sua história. Para surpresa de nossa en!dade, a Associação Empresarial de Brusque, em nenhum momento foi procurada pelo Poder Público Municipal quando tomou ciência da crise relacionada ao funcionamento do Hospital de Azambuja, a fim de manter um diálogo estratégico capaz de buscar uma solução amigável ao problema exposto pela en!dade hospitalar. Lamentamos, assim, que a Prefeitura Municipal tenha optado por seguir um caminho de completo isolamento na condução do problema, mesmo ciente de sua gravidade, eis que julgávamos ter

uma parceria já enraizada com a administração municipal, que sempre prega uma gestão democrá!ca e par!cipa!va, o que não parece ter sido aplicado neste caso. Por fim, lamentamos ainda mais, que a no#cia da tomada de tão drás!ca decisão pelo Município de Brusque, ao intervir no Hospital de Azambuja, tenha chegado a esta en!dade pela imprensa e após a consumação do fato, sem qualquer deferência ou consideração da administração Municipal com esta en!dade e com seus associados, mesmo ciente de nossa importância e engajamento histórico na manutenção do Hospital de Azambuja.

Edemar Fischer - Presidente ACIBr

ACIBr par!cipa do Conselho Administra!vo do Hospital Após o decreto de calamidade pública na Saúde, uma comissão foi nomeada para compor o Conselho Administra!vo do Hospital de Azambuja até 31 de dezembro de 2013. A Associação Empresarial de Brusque (ACIBr) ocupa uma dessas cadeiras e é representada por seu diretor execu!vo, Cândido Godoy. “Logo que tomamos posse, sugeri uma visita à estrutura do Hospital, para que fosse possível entender melhor como ele funciona. Sem essa noção, mesmo que mínima, seria di$cil exercer o cargo para o qual fui nomeado. Então, todos os conselheiros par!ciparam dessa visita e fomos muito bem recebidos pelo corpo clínico e técnico do hospital”, explica Godoy. Segundo ele, no final de julho, foi apresentado o relatório preliminar da auditoria que está sendo realizada na unidade de saúde. Esse documento, no entanto, só será divulgado depois que en!dades de classe e a própria Mitra, em Florianópolis, tomarem conhecimento de seu conteúdo.

“Foi uma decisão do prefeito apresentar primeiro às partes envolvidas e, só depois, para a imprensa. Mas a auditoria

também con!nua e, certamente, há muito trabalho até o final de 2013”, completa Godoy.


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ARTIGO DO NÚCLEO DAS INSTITUIÇÕES EDUCACIONAIS

As relações de ensino aprendizagem sempre fizeram parte da humanidade. No início, através de atitudes que eram passadas de pai para filho, dos mais velhos para os mais novos, aprender e ensinar pelo exemplo. Desde a era primitiva, aprender sempre fez parte da vida do ser humano. A formalização da transmissão do conhecimento científico se estabelece com a criação do espaço escolar e suas estruturas. Pensar em uma educação de qualidade nos leva a refletir a importância do profissional da educação inserido neste processo. E aqui devemos destacar o envolvimento do corpo diretivo, corpo docente, coordenação pedagógica, serviço de psicologia e todos os colaboradores indiretos que contribuem para que o espaço escolar seja o mais apropriado para o desenvolvimento dos alunos. Neste momento de reflexão devemos destacar os professores que sempre cobram de seus alunos atenção e dedicação. O mínimo exigido diante de uma realidade cada vez mais complexa e plena de informações. O interesse pela disciplina é indispensável. A busca constante de conhecimento é imprescindível. A oferta de um bom currículo e de locais adequados para a prática educativa é essencial. Contudo, além destas necessidades, há uma que muitas vezes é esquecida, a valorização do professor. É este quem tem o dever principal de motivar os seus alunos para que se encantem com o conhecimento e façam dele, pelo menos por alguns anos, o objetivo principal de suas vidas. O professor que não se encanta com o que ensina não conquista seus alunos. Um bom professor é capaz de plantar no espírito de seu aluno uma força de caráter inimaginável. Palavras ditas com ternura e firmeza são capazes de transformar um menino em um homem, uma simples inteligência infantil feminina em um tesouro de boas ideias. O caminho até a maturidade intelectual é duro. São necessárias boas leituras e comprometimento por

A BUSCA POR UM EDUCADOR IDEAL

parte do educador. Quem ensina precisa ter condições de ensinar. O tão conhecido ato de ensinar por amor, praticado por inúmeros profissionais, é sim, condição indispensável para ser um bom mestre. Mas não deve ser a única motivação. Algo a mais precisa ser oferecido a quem dedica a maior parte de seu tempo, inclusive o sagrado tempo da família, para a educação. Não são apenas as boas condições de trabalho, ou unicamente, um salário compa!vel com a responsabilidade da profissão que formam um bom educador, mas acima de tudo, é a convivência em um clima no qual se respire a sabedoria, em que cada ação seja importante, e o menor dos acontecimentos seja visto como fundamental. Soma-se a isto, a par•cipação no desenvolvi-mento de uma sociedade que prese mais a qualidade do que a quan•dade. É a par•lha despreocupada do conhecimento que mo•va o ser humano a doar-se cada vez mais ao mistério da existência. Somente com uma efe•va inserção do professor em um am-biente cultural livre de modismos

e arbitrariedades inconsequentes será possível sustentar tão elevado ideal. Mais importante do que ensinar algo é ajudar na formação do caráter e da personalidade de uma pessoa. O conhecimento estará sempre à disposição, mas o ser humano completo, o mestre, o professor, aquele que influencia em muitas decisões na vida de um jovem nem sempre estará por perto. Quanto mais os professores forem valorizados, incentivados e revitalizados em seu espírito, pela sociedade como um todo, mais os jovens perceberão a necessidade de uma boa formação. Somente assim o obje•vo principal da educação, qual seja, o de reiteradamente tornar o humano um ser completo será alcançado.

Colégio Cenecista Honório Miranda. Professor: Rogério Perego Colégio Energia Maicon Rodrigo Moresco


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CINE GRACHER E SUA HISTÓRIA DE CINEMA Fundado em 1915, espaço no coração de Brusque pertence à história de muita gente

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i!cil é mensurar a importância que o Cine Gracher tem na história das famílias de Brusque e região. Isso porque, há quase 100 anos, ele é ponto de encontro e já reuniu gerações, desde o cinema mudo até a linha digital e toda a tecnologia 3D. Assim, o empreendimento da família Gracher é formado, também, pela experiência pessoal de cada cliente que já se emocionou com o longa-metragem exibido na telona e, quem sabe, com os romances reais que costumam iniciar no local. E tudo isso se deve a um visionário chamado Carlos Gracher que, no início do século passado, para atender os caixeiros viajantes, formou um salão de bilhar, uma hospedaria e, mais tarde, a instalação do Cine Esperança, com exibição dos filmes mudos. “Foi, sem dúvida, um avanço para a época, quando as pessoas estavam acostumadas apenas com as novelas de rádio”, explica a gestora do Hotel e Shopping Gracher, Gisela Gracher S#evens. Em 1932, o Cine Esperança deu lugar ao Cine Guarany, que apresentou uma grande novidade: os filmes sonoros, deixando as

sessões mais populares. Dez anos depois, sob o comando de Arno Carlos Gracher, a sala foi remodelada e, com 500 lugares, tornou-se palco para os grandes clássicos como Tarzan, Flash Gordon e as comédias de Oscarito, Grande Otelo e Mazzaropi. Era apenas o início da história do Cine Real. Já em 1956 o cinema foi demolido para dar espaço a uma nova estrutura, com 1.250 lugares, que permaneceu em funcionamento até 1994. “A década de 80 foi a mais complicada, sobretudo com o lançamento do videocassete e dos filmes assis#dos em casa. Mas o Cine Gracher também man#nha espaço para o teatro e trouxemos para cá peças de Tônia Carreiro, Oscarito, Cos#nha e diversos outros humoristas, além de shows musicais, como o de Paulo Ricardo”, lembra Gisela.

SHOPPING GRACHER Depois de quatro anos fechado, o Shopping Gracher foi inaugurado em 17 de março de 1999, com uma nova sala de cinema, adequada aos padrões da época. Em 2005, durante a comemoração dos 90 anos do empreendimento, mais duas salas foram lançadas com o melhor da

qualidade de som e imagem disponível no mercado. Em 2010 chegou a tecnologia 3D e, esse ano, as poltronas foram remodeladas, dando mais espaço e conforto aos clientes. E, ainda para 2013, a expecta#va é a inauguração de mais três salas de cinema, nas dependências da Loja Havan.


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DIA DO PANIFICADOR É COMEMORADO COM JANTAR FESTIVO Evento foi realizado nas dependências da AABB e reuniu nucleados, suas famílias e amigos

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oi realizado no dia 6 de julho, nas dependências da AABB, um jantar fes•vo em comemoração ao Dia do Panificador, celebrado em 8 de julho. O evento, promovido pelo Núcleo de Panificadoras e com o apoio de seus fornecedores, reuniu empresários nucleados, familiares e amigos. Fundado em 11 de janeiro de 1993, o Núcleo de Panificadoras e Confeitarias de Brusque tem o obje•vo de aprimorar essa área, seus gestores

e colaboradores, no que concerne à a•vidade gerencial, aperfeiçoamento profissional, técnico, par•cipa•vo e é•co. Ao todo, 13 empresas integram o Núcleo, que está sempre aberto para novas adesões de quem acredita nas vantagens e bene!cios do associa•vismo. Durante o evento, foram homenageados a coordenadora do Núcleo, a empresária Renate Wegner Tromm e o ex-consultor da ACIBr, Vendelino Imhof.

Membros do Núcleo de Panificadoras e Confeitarias da ACIBr

Na sequência, todos pres•giaram a palestra “Alimentação saudável em uma padaria”, proferida pelo médico endocrinologista Frederico G. Marchisso". “Desde 500 anos a.C, o pão se consolidou como um principal alimento. Tamanha é a sua importância que está citado na oração do Pai Nosso. No Brasil, o pão se popularizou no século 19 e sua receita era aprimorada de acordo com o relato dos viajantes. Hoje o pão é indispensável em nossa mesa, sobretudo durante o café da manhã. Isso acontece porque ele é barato, de fácil acesso e oferece a energia necessária para o dia de trabalho. Esta#s•cas apontam que uma pessoa pode comer até 50 quilos de pão por ano. No Brasil, esse número está em 33,5%, o que demonstra ainda um potencial crescimento”,destacou o endocrinologista. Segundo ele, no ano passado, através da Polí•ca Pública de Saúde, foi orientado para que todas as receitas de pão diminuíssem em 10% a quan•dade de sal u•lizada, como forma de prevenir hipertensão e doenças cardiovasculares.

NÚCLEO DE METALMECÂNICA REASSUME ATIVIDADES

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m dos primeiros Núcleos Setoriais da Associação Empresarial de Brusque (ACIBr) retomou as a•vidades em maio desse ano e voltou com força total. É o Núcleo de Metalmecânica, agora sob coordenação do empresário Laércio Pavesi. “Não nos reuníamos desde agosto de 2012 mas, sem dúvida, é importante resgatar essa parceria, já que somos um dos primeiros núcleos formados pela ACIBr”, afirma Laércio. Para ele, o encontro entre empresários do mesmo segmento possibilita a troca de informações, a solução de problemas semelhantes e o fortalecimento do setor. Além disso, a intenção agora é desenvolver projetos de responsabilidade social, que possam envolver os demais Núcleos da en•dade e que contribuam para a preservação do meio-ambiente. “Estamos pensando em criar um projeto de reciclagem que envolva e beneficie as empresas associadas. Ainda estamos em fase de análise de ideias,

Meta do Núcleo é criar um projeto de sustentabilidade mas gostaríamos de propor um caminho para o lixo pesado, talvez algo que envolva uma incubadora industrial e uma parceria com a prefeitura”, explica Pavesi. O Núcleo de Metalmecânica se reúne toda primeira terça-feira do mês, às 20h, na sede da en•dade. Além das empresas já atuantes, a intenção é que outros empresários do segmento possam par•cipar e contribuir com

suas ideias. “Estamos empenhados em fazer algo em comum e enxergamos o lixo como um problema a ser solucionado para garan•r o crescimento sustentável da cidade e da região”, acrescenta. Segundo Pavesi, os desafios são grandes. Mas a força do associa•vismo é capaz de alcançar grandes feitos, já que canaliza mais energia em torno do mesmo ideal.


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ACIB$ E UNIFEBE FIRMAM CONVÊNIO DE CONSULTORIA EMPRESARIAL Atendimentos são gratuitos e realizados nas manhãs de quinta-feira, mediante agendamento

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Associação Empresarial de Brusque (ACIBr), em parceria com a Unifebe, firmou mais um convênio que es!mula a capacitação empresarial. Agora, todos os associados podem contar com o apoio de consultorias gratuitas, proferidas pelo mestre em Gestão Organizacional de Empresas, professor Ciel Antunes de Oliveira Filho. Os atendimentos são gratuitos, têm a duração inicial de uma hora, acontecem nas manhãs de quinta-feira e podem ser requeridos mediante agendamento na secretaria da ACIBr. “Foi uma forma que encontramos de colocar os recursos da Universidade à disposição das empresas. É uma oportunidade para que professores e alunos possam refle!r sobre problemas reais e, juntamente com os empresários, buscar soluções”, explica Ciel. O projeto está vinculado ao Núcleo de Estudos e Pesquisas em Administração da Unifebe e a expecta!va é de que, logo após as primeiras conversas e, conforme a necessidade, possa haver encaminhamentos através de inicia!vas conjuntas ou individuais. “Nas primeiras consultorias prestadas

do empreendedor que busca o serviço: micro e pequeno, alguns até sem colaborador, mas com um comprome!mento muito grande para crescer. Já os assuntos em pauta são bastante variados: custos, impostos, carga tributária, mercado, oportunidade e mais conhecimento administra!vo. “São pessoas extremamente ocupadas. Então, o encontro de uma hora também serve como um bate-papo sobre o negócio, uma chance de oxigenar as ideias. Alguns ali mesmo já se dão conta do que é preciso para resolver determinado problema ou qual caminho é mais oportuno seguir”, observa.

NOVOS DESAFIOS Ciel A. de Oliveira Filho têm mais de 30 anos de experiências empresariais percebi que muitos empresários têm dúvidas sobre o controle financeiro. Por isso, estamos montando um grupo de treinamento nessa área”, acrescenta Ciel. De acordo com o professor, outra caracterís!ca das consultorias prestadas é o perfil

Além da formação superior, o professor Ciel acumula mais de 30 anos de experiências empresariais. “É importante que os empresários não desistam e saibam que há solução. Às vezes o que falta é informação para tomar uma decisão mais asser!va”, conclui. Mais informações e inscrições para a consultoria podem ser feitas através do telefone (47) 3351-1339, ou na sede da ACIBr.

HORST HEINIG COMEMORA 25 ANOS DE FUNDAÇÃO Escritório con•nua com as portas abertas e oferece soluções imobiliárias

F

oi a negociação de um imóvel par!cular, no final da década de 80, que levou o empresário Horst Heinig a conhecer a profissão de corretor de imóvel. Ele, que até então trabalhava na cerâmica e serraria da família, decidiu traçar um novo caminho e, assim, fundou o escritório, em junho de 1988. “Nunca aceitei aquela afirmação do ‘não sei fazer outra coisa’. Se fosse assim, eu estaria fadado a fazer !jolos até hoje. Precisava tentar, buscar conhecimento e lutar para que o negócio desse certo em uma época muito diferente da atual. Foi uma opção que fiz na vida e que, com entusiasmo, precisei enfrentar”, revela Horst, mais conhecido como O#. Hoje, no seu escritório, trabalham também a mulher e o filho. Mais do que conquistar o respeito e a confiança do mercado, O# apostou no associa!vismo e agora aplica boa parte do que aprendeu pelo caminho nas lideranças que exerce, como delegado do Sindimoveis e Creci, bem como na coordenação do Núcleo de Corretores e Imobiliárias de Brusque. “Reconheço que ninguém é mais inteligente do que todos nós, juntos. Somando forças, conseguimos alcançar os obje!vos traçados”, ressalta.

MOTIVAÇÃO PARA SEGUIR Deixar os negócios da família e apostar em uma área totalmente diferente. O desafio inicial foi grande, mas certamente não foi o único enfrentado por O#. Assim, sempre que bate o desânimo, ele aposta em vídeos e mensagens mo!vacionais. É no exemplo e na história de outros que ele busca uma base para seguir em frente. “Costumo manter o o!mismo em alta. Sei que é no desânimo

que surgem as doenças e eu quero viver até os 120 anos”, revela. E a receita para se manter durante 25 anos no mercado é atribuído aos contratos justos que sempre prezou por fazer. “Aprendi isso com meu pai e ensino isso aos meus filhos. Quando construímos um caminho limpo, é mais fácil para quem vem depois da gente con!nuar caminhando”, ensina O#, que de fabricante de !jolos, se tornou em vendedor de sonhos.


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EMPRESAS ANIVERSARIANTES ! MÊS DE JUNHO Adrithila Malhas AM Contabilidade Mercado Minella Auge Contabilidade Banco Bradesco S/A Brastec CDL de Brusque Center System Centro Esté•ca sob Medida Cervi Contabilidade CESCB Colégio Energia Contabilidade Colombi Contasse Contabilidade Con•data Contabilidade Cozinhas Cunha Brasil Dafe Ind e Com. Dicolore Cosmé•cos Drogaria Farmaposto – Maluche Edit. Jornal O Município Elite E•quetas Estamparia Cores e Tons

Estamparia Rosin Estamparia Wenskann Estofaria Tomasi Farmácia Lindóia Farmácia Nissei Fiação Águas Negras Fischer Eletrodutos Gracher Empreend. Turís•cos Havan HHC Adm. de Bens Horst Heinig Escrit.Imob. Jateamento Floriani JLM Tecidos Kanto Ín•mo Ind. com. Lavanderia Tom da Cor Magnus Asses. e Inf. Malhas Cadore Malhas Pemgir Malossi Com. U•lidades Malossi Eletrodomés•cos Manatex Tex•l MC’JU Confecções

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EMPRESAS ANIVERSARIANTES ! MÊS DE JULHO 3 RHO Interruptores Automo•vos Academia do Triunfo Treinamento Corpora•vo Adenacon Marcas e Patentes Amaralfarma Medic. e Perfumaria AMD Peças Ape Ind. Com. Confec. Aradefe Malhas Auto Posto Opa Baterias Erbs Bing Brasil Ind Máquinas Caixa Econômica Federal – Agência Centro Cine Vision Midia Digital CLO Oficina de Veículos Colégio São Luiz Contabily Contabilidade Coretex Ind.Têx•l – Marazul CTG Malhas Dadefer Usinagem Decorgesso

Degustus Restaurante Dimensional Engenharia Drogaria Farmaposto Erpa Corretora Seguros Fama Beneficiamento Tex•l Farmácia e Manipulação Farma Dom Floricultura Tropiflora Foto Primavera Garmisch Têx•l Heinig Pré-Moldados Ind Com Malhas GBA Ind Com Malhas RVB Irmãos Beilfuss J & J Contabilidade Juvenal Financiamentos – Caixa Aqui Brusque Kohmar Ind. Com. Conf. Leoni Contabilidade Link Language School Malharia Feito Criança – Sly Malhas River Sport DESTAQUES Cozinhas Cunha Brasil Fundada em 10 de junho de 1999 Proprietário: Silvio da Cunha Foto Primavera Fundada em 4 de julho de 1972 Proprietária: Darci Helmann

MC Oficina Latoaria e Pintura Metalúrgica Coelho O Barateiro Padaria e Conf. Guabiruba Panif. e Conf. Panissa Pega Mania Confecções Plano Imóveis RC Com Assist. Tec. Máq.Costura Retzem Projetos de Inves•mentos Rolasul Com. Repr. S & C Soluções em Captura Dados San•nvest S/A Smanio"o Imóveis Stoltenberg Irmãos Tac-Trade Imp e Exp – Brusweb Tecelagem LM Torrefação e Moagem Café Colonial Totalsig So#wares Corpora•vos Transville Transp. e Serviços Tricotex•l Ind e Com V. Kings Instrumentos Musicais


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