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POR UM PRESENTE ALTERNATIVO ENTRE O REAL E O DESEJADO

CONCURSO CURADORIA XII Bienal Internacional de Arquitetura de São Paulo

PROPOSTA CURATORIAL ELISABETE FRANÇA MARIA TERESA DINIZ MARIO FIGUEROA

SÃO PAULO, 10 DE JULHO DE 2018.

ORGANIZADOR

PARCERIAS


PROPOSTA CURATORIAL

POR UM PRESENTE ALTERNATIVO ENTRE O REAL E O DESEJADO

RESUMO

CENÁRIOS que vislumbramos na nossa proposta, III. cenário de mudanças climáticas e riscos ambientais considerando os desafios que os arquitetos enfrentam em seu cotidiano do século XXI:

XII BIA : POR UM PRESENTE ALTERNATIVO ARQUITETURA e URBANISMO são, por essência, um exercício intelectual, com ações prospectivas pensadas e lançadas em ações futuras. O atual estado de emergência que a humanidade vive, seja em questões de âmbito local ou global, leva a todos nós que habitamos o planeta a um ponto crítico de tomada de decisões. Por isso, a nossa proposta para a XII BIA, passa por um chamamento nacional e internacional, para que coletivamente possamos construir um revisão (auto)crítica, de (re)conhecimento amplo, de ações possíveis dentro de uma realidade tão angustiante para a absoluta maioria das pessoas. Buscamos saídas, dentro e fora de nosso ofício, que sejam contundente e que ofereçam diversidade, generosidade e otimismo como respostas.

A nossa proposta se estrutura em três eventos inter-relacionados: [1] EXPOSIÇÃO INTERATIVA , [2] XII MANIFESTOS (SEMINÁRIOS E DEBATES) e [3] CONCURSO DE ESCOLAS (AÇÃO SOCIAL). Para isso, imaginamos a XII BIA, com um acontecimento DINÂMICO (em vários lugares e formas de divulgação), INCLU­SIVO (aberto e convidativo) como um projeto EDUCATIVO (específico e categórico) e INSTIGANTE (reflexivo, estimulante dos sentidos e amplificador, para quem participe, da visão sobre as pessoas e o meio que habitamos.

I.

cenário de instabilidades institucionais •• há um clima de desalento cívico e de desinteresse

XII BIENAL INTERNACIONAL DE ARQUITETURA DE SÃO PAULO •• para melhor compreensão desse complexo século XXI, adotamos Manuel Castells, para quem ‘em nossa sociedade, o espaço público dos movimen-

•• segundo o Relatório Mundial de Desastres

tos sociais é construído como espaço híbrido entre

Naturais (2010), 2,6 bilhões de moradores urba-

redes sociais da internet e espaço urbano ocupado,

nos do mundo estavam expostos ao risco de de-

numa interação implacável e constituindo, tecno-

sastres naturais, sendo os mais vulneráveis aque-

lógica e culturalmente, comunidades instantâneas

les que vivem em favelas.

de práticas transformadoras’.

e até uma animosidade contra a política no país, que pode ou não mudar no período pós-eleitoral.

•• o IBGE e o Centro Nacional de Monitoramento e

O mundo globalizado encontra-se dilacerado por

Alertas de Desastres Naturais divulgaram, recen-

profissão transita entre o real e o desejado, res-

muitos dramas em função da onda de conservado-

temente, que 8,2 milhões de brasileiros vivem em

peitando a tradição, mas rompendo quando ela se

rismo que parece crescer a cada dia.

áreas consideradas de risco para desastres naturais.

•• isso significa que neste cenário alternativo, nossa

mostra conservadora; que se apropria das redes e da tecnologia como instrumento de trabalho; que

II. cenário de desigualdades sociais

•• aumenta a preocupação dos estudiosos com o desmatamento crescente na Amazônia, que pode

está junto dos movimentos sociais e dos movimentos urbanos transformadores.

estar próximo ao limite das mudanças irreversí•• a pobreza urbana vem crescendo no mundo: atualmente, quase um bilhão de pessoas vivem em fave-

veis, aliada à apreensão com as populações e culturas nativas que devem ser preservadas.

las e, em 2050, esse número chegará a 1,8 bilhão. •• as cidades se veem frente ao desafio da mobilida•• no Brasil, os números do Instituto Trata Brasil infor-

de urbana que deveria ser cada vez mais susten-

mam que 100 milhões de brasileiros não têm aces-

tável, substituindo o transporte individual pelo co-

so à coleta de esgotos e 35 milhões não possuem

letivo, menos poluente e dependente do petróleo,

abastecimento de água tratada.

bem como buscando a substituição por modais alternativos e integrados.

•• essa população, representa a desigualdade social urbana que cresce a cada década e vive em estado

•• a mobilidade deve também buscar maior seguran-

de carência ou ausência de serviços públicos, em

ça: dados do Observatório Nacional de Segurança

especial redes de saneamento básico, equipamen-

Viária revelam que o Brasil registrou 47 mil mor-

tos de educação e saúde.

tes no trânsito em 2017, além das 400 mil que ficaram com alguma sequela.

•• nesse ambiente urbano de escassez, cresce a criminalidade relacionada ao uso de drogas entre os adolescentes e jovens e a violência contra as mu- IV. cenário alternativo lheres, bem como o aumento dos índices de gravidez na infância e adolescência.

•• arquitetos chegam ao século XXI com um quadro da profissão jovem (60% dos 143 mil profissionais

•• dados do Núcleo de Estudos da Violência da USP

têm até 40 anos), feminino (62,5%) e ativo, distri-

apontam que em 2017, 59.103 pessoas foram as-

buído em mais de 20 mil empresas por todo o país.

sassinadas no país, a maioria homens negros, de baixa renda e escolaridade, com até 29 anos e moradores de bairros pobres, ‘especialmente onde o Estado é ausente e não atua em políticas públicas’.

Diante desses cenários nossa proposta para a XII BIA – Por um presente alternativo - entre o real e o desejado é de resistência e insistência, um esforço para quebrar a inércia, que passa pela busca de propostas e projetos inovadores que levem em conta a complexidade das sociedades atuais, que proponham práticas coletivas, que aproximem os que pensem de modo diferente, mas compartilhem dos mesmos sonhos sobre as cidades mais justas e inclusivas. E recomendamos que os resultados desse projeto estejam alinhados às linhas conceituais do XXVII Congresso Internacional de Arquitetos / UIA2020 – Todos os mundos. Um só mundo, quando mais de 25 mil arquitetos virão ao Rio de Janeiro para discutir pautas relacionadas à diversidade e mistura de culturas; às mudanças tecnológicas do mundo contemporâneo e seus reflexos no campo da arquitetura; e, aos desafios mundiais da territorialidade de 1 bilhão de pessoas vivendo em assentamentos precários.


PROPOSTA CURATORIAL

[1]

POR UM PRESENTE ALTERNATIVO ENTRE O REAL E O DESEJADO

XII BIENAL INTERNACIONAL DE ARQUITETURA DE SÃO PAULO

EXPOSIÇÃO INTERATIVA

A estrutura expositiva proposta para a XII bienal é EIXOS TEMÁTICOS composta por uma exposição principal e exposições paralelas, além de irradiações expositivas. Em res•• RECUPERAÇÃO URBANA antigas estruturas posta à temática Por um presente alternativo - entre ferroviárias que transportaram as riquezas do o real e o desejado, a exposição principal, intitulada país e antigas regiões portuárias por onde escoExposição Interativa, concentra 100 trabalhos ou avam as nossas exportações durante séculos e projetos selecionados por um júri internacional, a perderam suas funções. Um cenário fantasmapartir de um processo de seleção aberto a todos os górico corta as cidades onde estruturas urbanas arquitetos e profissões afinadas com um dos eixos encontram-se abandonadas, áreas centrais desopropostos. Os trabalhos devem responder aos desacupadas com relações de propriedade questionafios apresentados nos cenários, ponto de partida da das, quando não, ocupadas irregularmente. Um nossa proposta curatorial. valoroso patrimônio a ser recuperado, ocupado

•• RECUPERAÇÃO DE CENTROS URBANOS em

com novas funções, mas centralmente, um dos

evitar a expulsão das famílias mais pobres que aí

São definidos cinco eixos temáticos para a Exposição Interativa, separados não como formas de categorizar a atuação da profissão, mas como reconhecimento da atuação dos arquitetos nas últimas décadas, na transformação das nossas cidades. Não só os arquitetos vêm ampliando o campo de atuação profissional – ou buscando ampliar – , mas vêm mudando sua forma de atuar, mais próximos de um público que na maioria da vezes desconhece a existência da profissão. Os trabalhos convocados pelo edital do processo de seleção internacional podem ter sido desenvolvidos durante os últimos dez anos, construídos ou não, ou então elaborados com o propósito específico de participar da bienal.

função do modelo de crescimento que adotamos nas últimas décadas, expansionista, abrindo novos territórios, deixamos para trás um patrimônio de séculos, uma memória, uma história, um conjunto rico de infraestruturas. Essa riqueza em que se constituíram nossos centros de cidade voltou ao debate e queremos que a XII BIA seja o espaço para a exposição, divulgação e argumentação sobre o futuro desse patrimônio urbano. Como reformar para morar, como legislar para atrair os investidores, como atrair novos negócios, como

principais eixos de recuperação urbana das cida-

vivem, como recuperar o patrimônio e a memória

des brasileiras e mundiais que compartilham a

das nossas cidades, são algumas das questões

mesma problemática.

que estão presentes neste eixo.

•• RECUPERAÇÃO AMBIENTAL  só em São Paulo

•• PRODUÇÃO HABITACIONAL E URBANIZAÇÃO

temos números desalentadores: desde 1930, 300

DE ASSENTAMENTOS PRECÁRIOS conforme

córregos e 70 rios se transformaram em avenidas,

apontado nos cenários que condicionam nossa

resultado do que chamamos da opção rodoviaris-

proposta curatorial, a realidade urbana das cida-

ta que os gestores adotaram para nossas cidades.

des mundiais apresenta territórios caracterizados

Mas esse cenário, aos poucos, está mudando, com

pela pobreza urbana aliada à ausência de serviços

novas legislações que requerem a implantação de

básicos. Expor experiências de sucesso já reali-

parques lineares urbanos ao longo de córregos, a

zadas, projetos integrados para a recuperação de

retomada de áreas públicas verdes ocupadas de

assentamentos precários; reabilitação de conjun-

forma irregular, a implantação de espaços públi-

tos habitacionais precarizados; projetos de regu-

cos apropriados pela comunidade. Somam-se aos

larização fundiária; enfim, projetos de toda ordem

espaços públicos os projetos para as orlas de lagos,

que tenham mudado a realidade destas comuni-

rios, braços de mar, que a cada dia se tornam mais

dades – nas cidades brasileiras e de outras nações

presentes no quotidiano das nossas cidades, às ve-

– são fundamentais para influenciar a mudança

zes conquistadas a partir da luta de grupos da so-

do ‘status quo’ dominante. Projetos que se en-

ciedade civil organizada. Esses e todos os projetos

quadrem como Assistência Técnica em Habitação

que expressem a possibilidade de recuperar am-

de Interesse Social - ATHIS (LF 11.888/2008) in-

bientalmente a cidade deverão estar representados

tegram este eixo, como consequência do número

na exposição, como forma de atrair a atenção do

considerável de profissionais que vem desenvol-

grande público para a importância do tema.

vendo atividades nessa área, com bons resultados que devem ser apresentados na exposição para que sejam divulgados e conhecidos pelas novas gerações, como campo de atuação a ser explorado.


PROPOSTA CURATORIAL

[1]

POR UM PRESENTE ALTERNATIVO ENTRE O REAL E O DESEJADO

XII BIENAL INTERNACIONAL DE ARQUITETURA DE SÃO PAULO

EXPOSIÇÃO INTERATIVA

•• POIESIS  Frente aos cenários apresentados, nos- A Exposição Interativa será realizada durante o perío- As REDES também se irradiam para espaços parcei-

do da Bienal, conforme estabelecido no Edital, e sugerimos como local o Pavilhão das Culturas Brasileiras, cidades e podem ser do campo das artes, da lite- localizado no Parque Ibirapuera, que atualmente enratura, da música, entre outras. A complexidade contra-se sem uso, à espera da finalização de uma das sociedades atuais implica em níveis maiores reforma, embora venha sendo utilizado para eventos de consciência e aumenta a pressão para a des- ocasionais. Com área aproximada de 11 mil metros coberta ou invenção de novos caminhos para quadrados, acesso fácil, transporte público, cicloevitar o risco de colapso do ordenamento social. via, espaço para localização de foodtrucks, receberia Entendemos que a integração de todas as artes a Exposição Interativa, alguns dos Manifestos e a é um dos caminhos que dá sentido à organização Exposição das Escolas.

sa proposta curatorial se desenvolve em uma rede

de intervenções que dividem o mesmo espaço das

das cidades e abrimos esse espaço à participação de projetos elaborados por artistas plásticos, poetas, literatos, entre outros.

Com o objetivo de fortalecer e amplificar o impacto e alcance da XII BIA, é proposta uma estrutura difusa de exposições paralelas e irradiações expositivas, em âmbitos nacional e internacional, denominadas REDES. Estas configuram espaços que abrigam atividades expositivas, práticas paralelas e afins à proposta curatorial da Bienal, promovendo sua movimentação em meio à cidade.

ros localizados em outras cidades, e que funcionam como plataformas de trocas complementares e simultâneas com a XII Bienal. Por meio de projetores instalados na exposição principal, em São Paulo, e nos espaços parceiros, os materiais da Bienal são expostos nacional e internacionalmente, ao mesmo tempo em que estes compartilham suas atividades correntes com o público da Bienal. Os parceiros são definidos por convite do corpo curatorial e com foco no ambiente acadêmico.


PROPOSTA CURATORIAL

[2]

POR UM PRESENTE ALTERNATIVO ENTRE O REAL E O DESEJADO

XII BIENAL INTERNACIONAL DE ARQUITETURA DE SÃO PAULO

XII MANIFESTOS (SEMINÁRIOS E DEBATES)

A série de seminários e debates, chamada de XII MANIFESTOS, acontecerá durante toda a extensão da XII BIA e será distribuída espacialmente conforme planejamento a ser desenvolvido segundo o cronograma apresentado nesta proposta. Durante os eventos, especialistas em distintas disciplinas relacionados à criação, ao pensamento, à pesquisa e à comunicação dialogarão abertamente com o público presente, a partir de um roteiro pré-estabelecido sobre temas latentes e de interesse da sociedade, estabelecendo uma relação aberta e horizontal que permita compartilhar experiências e criar um ambiente de reflexão acerca do papel da profissão e de seu alcance.

Cada evento dos XII MANIFESTOS será coordenado por um mediador e por um relator, ambos convidados pela Curadoria para antecipadamente organizar a abordagem do tema, os demais convidados e a escolhas dos trabalhos selecionados a partir do chamamento público.

Os 12 encontros programados para compor esta série de eventos serão organizados em 4 temas dedicados para o debate do ENSINO e da PROFISSÃO. Os temas propostos seriam:

Este formato de encontro será realizado em torno de manifestações artísticas (música, poesia, etc.), que abrirão e encerrarão cada encontro. Assim, as atividades combinarão reflexão e arte, culminando sempre em um debate de encerramento. Os encontros serão gratuitos, sendo necessária apenas inscrição antecipada, e serão transmitidos pela web e redes sociais.

•• [01] Ensino: que formação queremos, que [de]formação precisamos •• [02] Equidade profissional: mitos, fatos e propostas •• [03] Centro histórico além da preservação •• [04] Saneamento ambiental: por que deveria ser prioridade pública e não é? •• [05] Violência urbana e exclusão territorial •• [06] Do lote para dentro; o lote e lá fora •• [07] Mobilidade versus Território •• [08] Arte Urbana como experiência de cidadania •• [09] Resistir, ocupar: novos atores e novos processos •• [10] Se essa rua fosse minha: crianças projetando cidades •• [11] Zero Lixo: estratégias para cidades sem resíduos •• [12] Temos um futuro em comum?


PROPOSTA CURATORIAL

[3]

POR UM PRESENTE ALTERNATIVO ENTRE O REAL E O DESEJADO

XII BIENAL INTERNACIONAL DE ARQUITETURA DE SÃO PAULO

CONCURSO DE ESCOLAS (AÇÃO SOCIAL)

CONCURSO INTERNACIONAL DE ESTUDANTES DE ARQUITETURA DA XII BIA

AÇÕES para um TECIDO SOCIAL

AÇÕES para um TERRITÓRIO URBANO

Será elaborado um edital de participação que irá permitir conhecer melhor o território através da visão dos agentes sociais, identificando lugares e decidindo coletivamente os melhores usos para cada um desses espaços. O Guia será um instrumento de transforCONTEXTO mação e apropriação do espaço público, assim como O tema do concurso se alinha diretamente com a pro- para estabelecer uma série de parâmetros facilmente posta curatorial da XII BIA e tem como objetivo gerar reconhecíveis que servirão como orientadores para as uma “reflexão-ação” sobre o espaço público como propostas do concurso. prá­ tica de regeneração urbana, abrindo processos, repensando espaços, tecendo redes vinculadas e as- O documento desenvolvido funcionará como um guia e sociadas com o território, integrando-se à cidade du- terá como conteúdo mínimo: rante as atividades da Bienal.

TEMA: “CIDADES EM TRANSIÇÃO: UM PRESENTE ALTERNATIVO”

Nesse sentido, persegue a reativação de espaços Cartografia coletiva subutilizados, não consolidados, áreas residuais, resConterá registro do espaço, saberes e iniciaquícios territoriais e não necessariamente lotes fortivas (formais e informais) e experiências comalmente constituídos. Isso deverá ser feito a partir letivas no território no qual o espaço estiver de estratégias simultâneas de participação cidadã e inserido. arquitetura, que tenham em conta a rede de agentes sociais existentes na trama territorial vizinha aos lo- Catálogo de espaços cais escolhidos e, dessa forma, construindo corresConterá os espaços selecionados, nos quais ponsabilidades nas decisões e ideias para transformar teremos que atender aos interesses dos Pro­ os espaços subutilizados em espaços potenciais. tocolos de Ativação. O propósito é que o Concurso Internacional de Estu­ Estratégias de Transformação dantes da XII BIA viabilize a possibilidade de construir Conterá um resumo das estratégias de transem núcleos dinamizadores e, a partir deles, irradiar formações físicas como modelo de gestão progressivamente um processo de transformação e local as quais permitirão gerar dinâmicas consolidação da vida urbana e do seu entorno imediato. sustentáveis com as práticas sociais e comunitárias.

Convoca para o desenvolvimento de propostas que possam oferecer condições de ativação urbana a partir de micro-arquiteturas, quer dizer, que não envolvam grandes investimentos, mas sim, focalizar em intervenções os sobre espaços pontuais que virão descritos no “Guia de Ativação dos Espaços” deste concurso. Se trata de valorizar a capacidade das propostas em transformar o entorno imediato introduzindo novos sentidos, assim como atendendo necessidades, expectativas e dinâmicas cotidianas. A partir do proposto, serão desenvolvidas as propostas para os dois espaços através de convocatória pública e aberta considerando que as escolhas finais serão distribuídas da seguinte forma: •• 1 espaço para [projeto e construção] da melhor proposta por uma escola de arquitetura e urbanismo sediada no Brasil; •• 1 espaço para [projeto e construção] para a melhor proposta enviada por uma escola de arquitetura e urbanismo estrangeira.


CRONOGRAMA DE FLUXO DE TRABALHO DESTACANDO OS MARCOS DO PROCESSO [1] EXPOSIÇÃO INTERATIVA

[2] XII MANIFESTOS (SEMINÁRIOS E DEBATES)

[3] CONCURSO DE ESCOLAS (AÇÃO SOCIAL)

NOV 18  —  FEV 19

NOV 18  —  FEV 19

NOV 18  —  FEV 19

• Revisão final do conceito da Exposição Interativa;

• Debate e definição temática dos XII Manifestos;

• Escolha dos espaços de intervenção;

• Elaboração do conceito do projeto expográfico;

• Início elaboração “Roteiro para o evento dos XII Manifestos”;

• Elaboração coletiva do “Guia de Ativação dos Espaços”;

• Elaboração "Normas de Apresentação de Propostas”; • Estudo e avaliação das opções de espaços disponíveis; • Divulgação nacional e internacional: chamada a comunicações.

• Divulgação nacional: chamada a comunicações.

MAR — JUN 19 • Desenvolvimento das temáticas;

MAR — JUN 19

• Escolha dos Relatores por temática;

• Escolha e acerto entre as parte do espaço a ser utilizado;

• Detalhamento do roteiro para os eventos;

• Desenvolvimento do projeto expográfico;

• Conclusão do “Roteiro para o evento dos XII Manifestos”.

• Organização dos eventos Educativos; • Recebimento das propostas.

JUL 19 • Recebimento das propostas de comunicação;

JUL 19

• Julgamento e escolha das propostas de comunicação;

• Recebimento das propostas para Exposição Interativa;

• Divulgação das propostas de comunicação;

• Julgamento das propostas recebidas;

• Divulgação dos Convidados para os Seminários e Debates.

• Divulgação dos diversos eventos do Educativo; • Apresentação do projeto expográfico.

AGO 19

AGO 19

• Divulgação internacional do concurso.

MAR — JUN 19 •

Lançamento do concurso;

• Inscrição das Escolas; • Desenvolvimento das propostas; • Entrega das propostas.

JUL 19 • Julgamento e escolha das propostas; • Divulgação das propostas; • Abertura das vagas para os “Ateliers de Construção”.

AGO — SET 19 • Revisão coletiva das propostas;

• Revisão final do cronograma para os eventos;

• Desenvolvimento dos desenhos executivos das propostas;

• Confirmação dos Convidados para Seminários e Debates;

• Fabricação dos componentes de cada proposta;

• Revisão final do projeto expográfico da Exposição;

• Preparação física do espaço que receberá os eventos;

• Preparação física coletiva dos espaços.

• Recebimento do material expositivo;

• Divulgação e abertura de inscrições para os eventos.

OUT — NOV 19

• Preparação física do espaço; • Início da Montagem da exposição.

SET — NOV 19 • Fim da montagem da exposição; • Abertura da XII BIA; • Festa de encerramento da XII BIA; • Desmontagem da Exposição; • Fechamento dos relatos para divulgação digital e impressa.

SET — NOV 19 • Distribuição temporal dos XII Manifestos segundo programa; • A pós o encerramento do evento, Reunião dos Relatores; • Fechamento dos relatos para divulgação digital e impressa.

• Apresentação pública das propostas a serem construídas; • Semana da construção e montagem das propostas; • Festas de inauguração dos espaços.


CRONOGRAMA FÍSICO FINANCEIRO

OBSERVAÇÕES • Este cronograma físico-financeiro não considera impostos, taxas, assim como aluguel de espaços e implantação do site do evento; • Este cronograma não considera o custo específico para eventual captação complementar de receitas e patrocínios; mas permite adequação e ampliação do evento em função de sucesso de arrecadação de patrocinadores e ou parcerias. • Este cronograma não considera nenhum tipo de impressão, apesar disso pode ser considerado eventualmente a possibilidade de propor um crowfound para a publicação de um Catálogo Geral da XII BIA.

XII BIA

DEZ-18 JAN-19 FEV-19 MAR-19 ABR-19 MAI-19 JUN-19 JUL-19 AGO-19 SET-19 OUT-19 NOV-19 DEZ-19 TOTAL [0] PRÉ-PRODUÇÃO 0.1 EQUIPE CURATORIAL R$6.000,00 R$6.000,00 R$6.000,00 R$6.000,00 R$6.000,00 R$6.000,00 R$6.000,00 R$6.000,00 R$6.000,00 R$6.000,00 R$6.000,00 R$6.000,00 R$72.000,00

0.2 COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL R$10.000,00 R$10.000,00 R$15.000,00 R$15.000,00 R$50.000,00

0.3 PROGRAMAÇÃO VISUAL R$10.000,00 R$10.000,00 R$10.000,00 R$10.000,00 R$40.000,00

0.4 GASTOS COMPLEMENTARES

R$1.000,00 R$1.000,00 R$1.000,00 R$1.000,00 R$1.000,00 R$1.000,00 R$1.000,00 R$1.000,00 R$1.000,00 R$1.000,00 R$10.000,00

[1] EXPOSIÇÃO INTERATIVA 1.1 PRODUÇÃO R$10.000,00 R$15.000,00 R$15.000,00 R$15.000,00 R$15.000,00 R $70.000,00

1.2 IMPRESSÕES E OUTROS R$30.000,00 R$50.000,00 R$80.000,00

1.3 MONTAGEM E OUTROS R$110.000,00 R$120.000,00 R$20.000,00 R$50.000,00 R$30.000,00 R$330.000,00

1.4 SERVIÇOS COMPLEMENTARES R$2.000,00 R$2.000,00 R$2.000,00 R$2.000,00 R$2.000,00 R$10.000,00

[2] XII MANIFESTOS 2.1 PRODUÇÃO R$7.000,00 R$7.000,00 R$14.000,00

2.3 EVENTOS R$10.000,00 R$10.000,00 R$10.000,00 R$30.000,00

2.4 SERVIÇOS COMPLEMENTARES

R$1.000,00 R$1.000,00 R$1.000,00 R$1.000,00 R$1.000,00 R$1.000,00 R$6.000,00

[3] CONCURSO DE ESCOLAS 3.1 PRODUÇÃO R$10.000,00 R$10.000,00 R$20.000,00

3.2 FABRICAÇÃO R$15.000,00 R$15.000,00 R $30.000,00

3.3 MONTAGEM R$10.000,00 R$10.000,00 R$10.000,00 R$30.000,00

3.4 SERVIÇOS COMPLEMENTARES

R$1.000,00 R$1.000,00 R$1.000,00 R$1.000,00 R$1.000,00 R$1.000,00 R$1.000,00 R$1.000,00 R$8.000,00

R$26.000,00 R$6.000,00 R$7.000,00 R$37.000,00 R$30.000,00 R$40.000,00 R$59.000,00 R$71.000,00 R$186.000,00 R$176.000,00 R$51.000,00 R$81.000,00 R$30.000,00 R$800.000,00


ESTRUTURA ORGANIZACIONAL DA EQUIPE COMISSÃO EXECUTIVA

CURADORES

CONSELHO CONSULTIVO

Elisabete França  +  Maria Teresa Diniz  +  Mario Figueroa

Alexsandro Souza   [COMUNICAÇÃO VISUAL] 

Eduardo Pizarro  

Fabiano Sobreira  

Gabriel Visconti  

Marcy Junqueira

▪ 

Alexandros Washburn

▪ 

Daniel Corsi

▪ 

Fabianne Hoelzel

Letícia Tamisari  

▪ 

Inés Moisset

Marcos Boldarini  

▪ 

Luciano Margotto

▪ 

Lubby Springall

▪ 

Marta Lagreca

[EDUCATIVO]  ▪

▪ 

Nuno Sampaio

▪ 

Shelley McNamara

▪ 

Yolande Daniels

[1] EXPOSIÇÃO INTERATIVA

[2] XII MANIFESTOS [COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL]  ▪

Orlando Vasquez   Paulo Portella Jr.

Stephanie Ribeiro  

Vanessa Padiá  

Vasco Caldeira

[EXPOGRAFIA]  ▪

[3] CONCURSO INTERNACIONAL


CURRÍCULO DOS MEMBROS DA EQUIPE

CURADORES

ELISABETE FRANÇA

MARIA TERESA DINIZ

MARIO FIGUEROA

[Residente em São Paulo, Brasil]  Arquiteta com mais 30 anos dedicados à vida pública, coordenando e implantando programas habitacionais, de desenvolvimento urbano e ambientais. Entre os vários reconhecimentos recebidos, merece destaque o Prêmio Scroll of Honours da UN-Habitat 2012 para o Programa de Urbanização de Favelas da cidade de São Paulo e, em 2015, constar da lista produzida pelo Coletivo Arquitetas Invisíveis, como uma das 48 arquitetas que fizeram a diferença na profissão, na categoria arquitetura social.

[Residente em São Paulo, Brasil] Arquiteta e urba­ nista formada pelo Izabela Hendrix em Belo Hori­ zonte [2002], é mestre em geografia pela Université Panthéon-Sorbonne [2004]. Na SEHAB [2005 a 2012], foi coordenadora do Programa Paraisópolis e do GT Projetos, integrando equipe que conquistou diversas premiações como UN-Habitat Scroll of Honour Award 2012 e Prêmio João Batista Vilanova Artigas IAB 2012. Coordenou junto ao IAB o concurso nacional de projetos Renova SP, a maior concorrência pública desta natureza no Brasil. Fluente em inglês, francês e espanhol, foi responsável por parcerias internacionais e studios com universidades como 4ª Bienal de Roterdã (Open City: Designing Coexistence / Sub-tema SQUAT), Harvard, Columbia, ETH Zurich, e palestrante em eventos, com destaque para a Cúpula C40, as 5ª e 6ª edições do WUF e TEDx FMUSP - Sanus urben, sanus civis. Dirigiu a produção de conteúdo e montagem de exposições no MCB ( 'Redesenhando a cidade informal', 'A cidade informal no século XXI' e 'São Paulo: da cidade informal aos novos bairros'), Centro Cultural São Paulo e Paraisópolis (Jornada da Habitação / SP Calling) e AEDES Berlin ('The Informal City of XXI Century'). Atualmente, é editora no Urbitandem, professora no curso de Planejamento e Gestão de Cidades do USP Cidades e assessora técnica na CDHU.

[Residente em São Paulo, Brasil] Arquiteto e Urba­ nista formado pela PUCCAMP [1988], Doutor pela FAUUSP [2002]. Premiado em 21 concursos de arquitetura e urbanismo [entre eles 2 internacionais e 7 primeiros prêmios]. Alguns do seus croquis para a criação e desenvolvimento do Museu da Memoria em Santiago/Chile fazem parte desde 2011 da Coleção de Arquitetura do Centre George Pompidou em Paris/ França, e a partir deste ano também da Coleção da Casa de Arquitectura em Matosinhos/Portugal. Professor visitante e conferencista em distintas instituições no Brasil e no exterior [Argentina, Bolívia, Chile, Colômbia, Equador, Espanha, México e Panamá]. Foi professor na FAU Mackenzie por 21 anos, coordenou o Curso de Arquitetura e Urbanismo da FAAP de 2013 a 2015. Atualmente é professor na Escola da Cidade desde 2006 e da UDC em Foz de Iguaçu desde 2017. No final de 2011 funda a FIGUEROA.ARQ associada a arquiteta Leticia Tamisari.

Desde 1991, vem se dedicando à divulgação da arqui­ tetura e do urbanismo, tendo participado de várias gestões do IAB.SP e IAB.DN. Em 2002, foi curadora do Pavilhão Brasileiro em Veneza, apresentando Favelas Upgrading. Em parceria com a Bienal de Roterdã e o Museu da Casa Brasileira, organizou duas exposições: A Cidade Informal no Século 21 (2010) e São Paulo: da cidade informal aos novos bairros (2012). Coordenadora da Jornada da Habitação (SP Calling), com a curadoria do arquiteto Stefano Boeri, que compartilhou experiências entre seis assentamentos precários da cidade de São Paulo, com as cidades de Roma, Nairóbi, Medellín, Mumbai, Moscou e Bagdá. Organizadora de diversas publicações, em 2017, publicou Arquitetura em retrospectiva: 10 bienais de São Paulo, um percurso através da produção da arquitetura apresentada nos 40 anos de realização das exposições.

Foi Diretor de Ensino do IAB/SP nas gestões do Arq. Pedro Cury no anos 1996-97 e 1998-99, durante esse período foi Consultor Técnico para os Concursos Internacionais de Escolas de Arquitetura da III BIA [1997] e IV BIA [1999]. Desta última foi também membro do Conselho Consultivo.


CURRÍCULO DOS MEMBROS DA EQUIPE

COMISSÃO EXECUTIVA

ALEXSANDRO SOUZA

EDUARDO PIZARRO

FABIANO SOBREIRA

[Residente no Rio de Janeiro, Brasil] Designer formado pela Escola Superior de Desenho Industrial - ESDI/ UERJ [2009], trabalhou como estagiário no programa de monitorias acadêmicas, representou a Escola no Microsoft Design Expo - Seattle [2006] e estudou fotografia e tipografia em intercâmbio no Instituto de Artes, Design e Marketing de Lisboa - IADE [2008]. No estúdio Tecnopop [2006-2013] participou de diversos projetos no cenário cultural nacional, como exposições realizadas no MAM SP, CCBB RJ, Museu da Língua Portuguesa, CCSP, Caixa Cultural, Fundação Bienal de São Paulo e Biblioteca Nacional; sinalização para o Museu Ciência e Vida, Museu do Meio Ambiente e Biblioteca Parque do Rio de Janeiro; assim como projetos de branding e identidade visual para Aliança Francesa, Museu do Meio Ambiente e Cais do Sertão. Desde 2014 desenvolve projetos ligados à área cultural em seu estúdio, Dínamo, tais como identidade visual e peças de comunicação para residências artísticas, festivais de cinema e publicações de arte. Continua desenvolvendo projetos de identidade e comunicação em exposições no CCBB RJ, Caixa Cultural RJ, Museu do Amanhã, Museu de Arte do Rio - MAR, MAM RJ, Museu de Arte Contemporânea - MAC, Sesc Consolação e 24 de Maio, Galeria BNDES e Museu da Imigração do Estado de São Paulo.

[Residente em São Paulo, Brasil] Arquiteto e urbanista pela Universidade de São Paulo, FAUUSP, graduado como o primeiro classificado (2012). Mestre pela FAUUSP (2014), com estágio de pesquisa na Architectural Association Graduate School, AA, em Londres (2013). Doutorando pela FAUUSP (desde 2015), com estágio de pesquisa na ETH Zurich, na Suíça (2017). Ganhador de prêmios nacionais e internacionais como o Prêmio Jovem Cientista, promovido pelo CNPq e Fundação Roberto Marinho e entregue pelo Presidente da República do Brasil (Brasília, 2012); 1st Prize na LafargeHolcim Forum Student Poster Competition (Detroit, 2016); LafargeHolcim Awards for outstanding creativity and contribution to sustainable construction (Cairo, 2016); além de outros prêmios concedidos em São Paulo, Nova Iorque, Buenos Aires, Londres e Pequim. Curador da Exposição "Cidade Vivida/Cidade Sonhada", na Tenda Ortega y Gasset da USP, 2014, com desenhos desenvolvidos por crianças da Favela de Paraisópolis, segunda maior da cidade. Pizarro é Embaixador da Latitudes Global Network (University of Westminster, Londres), Embaixador do LafargeHolcim Awards (Zurique), Research Fellow da Caju Initiative (USP/UnB/Harvard) e Professor do Curso de Arquitetura e Urbanismo da Universidade São Judas Tadeu (São Paulo).

[Residente em Brasília, Brasil] Arquiteto e urbanis­ ta, pela UFPE (1996). Arquiteto da Câmara dos De­ pu­ tados desde 2004, onde coordena a Seção de Acessibilidade e Planejamento Sustentável. Professor e pesquisador do curso de Arquitetura e Urbanismo do Centro Universitário de Brasília. Sócio do escritório MGS – Macedo, Gomes & Sobreira, co-fundador da ONG Movimento Preservar e idealizador e editor do portal e revista eletrônica concursosdeprojeto.org . Doutor em Desenvolvimento Urbano pela UFPE e University College London (2002). Pós-doutorado na École d’Architecture – Université de Montréal (2008-2009), sobre Concursos de Arquitetura e Sustentabilidade. Tem artigos publicados sobre o Projeto de Arquitetura, Desenvolvimento Urbano e Favelas, Desenho Inclusivo e Universal, Arquitetura Sustentável e Concursos. É co-autor/organizador do livro Forma Estática, Forma Estética, ensaios de Joaquim Cardozo sobre Arquitetura e Engenharia. Integra a equipe que em 2005 venceu o concurso para a Sede da Fundação Habitacional do Exército em Brasilia. Obteve o primeiro prêmio na categoria Obra Construída – Paisagismo e Interiores, na Bienal Internacional de Arquitetura de Brasília, em 2006, com o projeto do Espaço Lúdico para a Escola Classe 304 Nna mesma cidade.


CURRÍCULO DOS MEMBROS DA EQUIPE

COMISSÃO EXECUTIVA

GABRIEL VISCONTI STOPELLO

LETÍCIA TAMISARI

MARCOS BOLDARINI

[Residente em Caracas, Venezuela] Arquiteto pela Universidad Santa María com Diploma em Design e Inovação Social pela UCAB-ProDiseño, ambas em Caracas, Venezuela. Co-Fundador do AGA estúdio junto a Orlando Vásquez Pérez. Professor e conferencista convidado em diversas universidades e instituições da Venezuela e América. Seu trabalho tem sido publicado em diversos meios e exibido nacional e internacionalmente, chegando a fazer parte de mostras oficiais da Venezuela em distintas Bienais de Arquitetura e Urbanismo. Recebeu o Prêmio Young Architect in Latin America pela CA’ASI na Bienal Internacional de Arquitetura de Veneza 2018, Prêmio Espacio Público Sustentable na Bienal Internacional de Arquitetura de Buenos Aires 2017, Prêmio Hábitat Social y Desarrollo no Concurso Mundial da Bienal Panamericana de Quito 2016, e o Prêmio Diseño Sostenible no 1º Salón de Diseño Industrial Venezuelano 2014.

[Residente em São Paulo, Brasil] Arquiteta e Urbanista formada pela FAU Mackenzie em 2012 com o trabalho final de graduação “Estratégias Contemporâneas para Espaços Museológicos”. Além disso possui formação técnica em Design de Interiores pela ETEC Getúlio Vargas [2006]. No final de 2011 cria a FIGUEROA. ARQ associada aos arquitetos Mario Figueroa. Desde 2015 tem participado regularmente como conferencista convidada em seminários e oficinas em distintas cidades no Brasil e no estrangeiro como: Talca [Chile], La Paz [Bolívia], Zacatecas e Cidade Guzmán [México], Chapecó, Itajaí e Joinville [SC], Curitiba e Cascavel [PR], Fortaleza [CE] e São Paulo [SP]. Os seus trabalhos profissionais tem sido publicado com regularidade em revista e sites especializados. Tem participado regularmente de cursos de especialização nas áreas de Arte, Arquitetura e Cultura. Atualmente cursa a pós-graduação “Arquitetura, Educação e Sociedade” na Escola da Cidade onde também é Professora Assistente no Estúdio Vertical desde 2017.

[Residente em São Paulo, Brasil] Arquiteto e Urba­ nista pela Universidade Braz Cubas em 1998, professor universitário nos cursos de graduação e pós-graduação da Escola da Cidade, coordena e desenvolve projetos de espaços e equipamentos públicos, habitação de interesse social, urbanização de assentamentos precários há mais de 18 anos. Autor de projetos premiados. Um dos representantes do Brasil na XII Bienal Internacional de Veneza, em 2010. Titular do escritório Boldarini Arquitetos Associados, com trabalhos nas bienais internacionais de Veneza (2002, 2010, 2014 e 2018), Roterdã (2009 e 2012), Quito (2010), Buenos Aires (2011) e São Paulo (2011 e 2013), premiado nas últimas três.


CURRÍCULO DOS MEMBROS DA EQUIPE

COMISSÃO EXECUTIVA

MARCY JUNQUEIRA

ORLANDO VÁSQUEZ-PÉREZ

PAULO PORTELLA FILHO

Trabalhou durante dez anos na Gerência de Comu­ nicação da Rhodia S/A, ocupando a chefia de Rela­ ções Públicas. Foi assessora de comunicação do Procon, de 1990 a 1993, quando associou-se a Pro­ fession Comunicações. Em 1994, fundou o Pool de Comunicação voltado ao segmento de cultura – artes plásticas, arquitetura, design, cinema, dança, teatro, música e literatura. Entre os principais projetos destacam-se: 31ª e 32ª edições da Bienal Internacional de São Paulo e respectivas representações em Veneza, 6ª Bienal do Mercosul, Pavilhão Brasileiro na Bienal de Arquitetura de Veneza, Projetos da Secretaria Municipal de Habitação de SP, Seminário Cidades Performáticas, os Prêmios de Arquitetura e de Design do Instituto Tomie Ohtake, além de mais de 30 exposições na área, de nomes como Sejima e Nishizawa – SANAA, Thom Mayne, Álvaro Siza, Gaudí, Oscar Niemeyer, Vilanova Artigas, Ruy Ohtake, Karim Rashid, Arne Jacobsen, cinco edições do Programa Arquitetura Brasileira, entre outras individuais e coletivas.

[Residente em Medellín, Colômbia] Mestre em De­ senho Urbano Menção Design pela Universidad Cen­ tral de Venezuela e Arquiteto pela Universidad Santa María, ambas em Caracas, Venezuela. Co-Fundador de AGA estúdio junto a Gabriel Visconti Stopello. Professor e conferencista convidado em universidades e instituições de Venezuela e América. Desenvolve trabalhos de investigação, intervenção e docência, no âmbito do desenho arquitetônico e urbano, projetos de recuperação de espaços públicos através de estratégias de desenho participativo e iniciativas comunitárias, apoiados por instituições do Estado Venezuelano, faculdades e escolas de arquitetura, organizações estudantis e de vizinhanças, a nível nacional e internacional. Entre os projetos que participou, destacam-se: Parque cultural La Pantalla (Cumaná, Edo. Sucre), Simulacro de Sistema de Transporte em Bicicleta para Caracas (Plan Caracas 2020) e Sistema de Equipamentos turísticos comunitários para o ordenamento de Punta Arenas (Edo. Sucre). Recebeu o Premio Diseño Sostenible no 1º Salón de Diseño Industrial Venezuelano 2014.

[Residente em São Paulo, Brasil] Artista plástico, educador e museólogo. Graduado em Artes Plásticas pela ECA-USP, com curso de Especialização em Arte e Educação em Museus. Implantou e coordenou os Ser­ viços Educativos da Pinacoteca do Estado, SP (197688) e do MASP (1997-2014). Desenvolveu programas educativos para o Museu Vale em mostras de Regina Silveira e dos Irmãos Campana. Concebeu e realizou para a Fundação Vale o Programa Edu­ cativo para o Projeto Wholetrain nas etapas de Minas Gerais e Espírito Santo bem como na do Maranhão, Pará, atuando em 8 municípios, com 240 professores, 24 Escolas Públicas e 950 estudantes. Desenvolveu programas educativos para mostras de Carmela Gross e Regina Silveira - no Brasil e no exterior. Integrou por 10 anos o Conselho de Orientação da Pinacoteca do Estado e por dois anos participou do Conselho Curatorial do Masp. Foi curador assistente de Aracy Amaral na I Trienal de Arte de Santiago, Chile; nas mostras Foujita, Kaminagai e o Jovem Mori: um círculo de ligações, e Volpi: Pequenos For­matos. Organizou seminários sobre ensino da arte no Brasil, em SP e no Museu Picasso de Málaga, Espanha. Tem obras em coleções públicas e privadas. Atua como curador independente.


CURRÍCULO DOS MEMBROS DA EQUIPE

COMISSÃO EXECUTIVA

STEPHANIE RIBEIRO

Formada em arquitetura e urbanismo, mas não atuante na área, Stephanie Ribeiro é um escritora e feminista negra, que palestra, escreve e atua através da arte, política, cultura entre outros no papel fundamental do ativismo negro interseccional e temas adjacente a experiência de mulheres e negros no mundo. Já teve textos seus postados em diversos portais entre eles o Huffington Post e um no ArchDaily Brasil que recebeu tradução para Espanhol, Inglês e Russo na Strelka Magazine. No ano de 2016 e 2017 foi talker do TEDx SãoPaulo e em 2015 recebeu da Assembleia Legislativa de São Paulo a Medalha Theodosina Ribeiro, que homenageou seu ativismo em prol das mulheres negras em 2015. Atualmente é colunista na Marie Claire Brasil e foi considerada uma das 100 Afrodescentes Mais Influentes do Mundo pela organização MIPAD 100 na categoria religious & humanitarian.

VANESSA PADIÁ SOUZA

Arquiteta e Urbanista, concluiu seu mestrado na Universidade Presbiteriana Mackenzie, com foco em morfologia urbana. Atuou nas esferas de Go­ verno Municipal, Estadual e na iniciativa Privada. Representou o Município de São Paulo em eventos nacionais e internacionais. Em especial, destaca-se a premiação recebida no evento das Nações Unidas - Design with the other 90% Cities - Sustainable and Inclusive Cities - The Right to the city, pelo trabalho de gestão participativa com foco na gestão dos residuos/reciclagem na comunidade de Heliópolis (em parceria com o Swiss Federal Institute of Technology Zurich – ETH). Entre 2005 e 2012 esteve à frente da Coordenação do Projeto Heliópolis (parte do Programa de Urbanização de Favelas da Prefeitura de São Paulo). Coordenou a Jornada da Habitação - Heliópolis, evento que possibilitou mostrar a criatividade dos moradores da comunidade, em atuações artísticas e vivências urbanas.

VASCO CALDEIRA

[Residente em São Paulo, Brasil] Arquiteto formado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie em 1978, cursou também Ciências Sociais na Universidade de São Paulo, entre 1975 e 1980. Mestre em Urbanismo pela Universidade de Paris XII em 1983. Autor de livros e artigos sobre arquitetura, urbanismo e museografia, editadas no Brasil e no exterior. Curador, produtor e designer de exposições desde 1987, foi responsável pela produção e museografia de centenas de exposiçõesrealizadas no Masp entre 1994 e 2006, entre as quais Monet, Michelangelo, Caravaggio, Salvador Dali, Degas, Renoir, Brasil 500 Anos, Portinari, Picasso, Le Corbusier e o Brasil, Gaudí, Alvar Aalto, Freud, Lina Bo Bardi, entre tantas outras. Desde 2005, através de seu escritório, a Artifício Arquitetura e Exposições, realizou exposições premiadas com o Prêmio APCA de melhores do ano em suas categorias, além de ter desenhado a museografia ou ter sido consultor técnico de alguns dos mais importantes projetos de museu do Brasil nos últimos anos como o Museu da Língua Portuguesa, o Museu do Futebol, o Museu de Ciências da Unicamp, o Catavento Cultural, o Museu do Clube de Regatas do Flamengo, o Museu da Imagem e do Som e o Museu do Amanhã, estes últimos no Rio de Janeiro. É professor de arquitetura e design de interiores da Faculdade das Americas e da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Pres­ biteriana Mackenzie.


CURRÍCULO DOS MEMBROS DA EQUIPE

CONSELHO CONSULTIVO

ALEXANDROS WASHBURN

BETA GERMANO

É diretor fundador do Centro de Resiliência Costeira e Urban Xcellence (CRUX) do Stevens Institute of Technology. Anteriormente, foi o principal urbanista do Departamento de Planejamento da Cidade de Nova York, sob o comando do prefeito Michael Bloomberg e ex-assessor de obras públicas e arquiteto-chefe do senador Daniel Patrick Moynihan. Mora em Red Hook, no Brooklyn.

[Residente em São Paulo, Brasil] Formada em jornalismo pela PUC do Rio de Janeiro, trabalhou em diferentes áreas do mercado da moda: figurino para dança, cinema, teatro e televisão; pesquisas sobre história da moda e tendências contemporâneas e estilo. Também teve a oportunidade de trabalhar em diferentes mídias da moda, sempre buscando as diversas maneiras de comunicar “cultura fashion”: websites, jornais diários, revistas e televisão. O objetivo é mostrar ao público leigo (ou não) que a moda caminha de mãos dadas com arte e que a roupa é uma forma riquíssima de comunicação visual. Por isso também já trabalhou em exposições de moda. Morou em New York. Atualmente é Editora de Cultura e Estilo de Vida na Casa Vogue Brasil.

DANIEL CORSI

[Residente em São Paulo, Brasil] Graduado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Univer­ sidade Mackenzie (2003). Mestre pela FAU da Uni­ versidade de São Paulo (2012). Professor da FAUMackenzie e da Escola da Cidade. Sócio fundador do Atelier Daniel Corsi. Premiado em diversos concursos públicos nacionais e internacionais como o 1º Prêmio - Complexo Trabalhista do TRT-Goiânia, 1º Prêmio Museu Exploratório de Ciências da Unicamp, 1º Prêmio - Nova Sede Administrativa da Câmara Municipal de Porto Alegre. Seus projetos já foram expostos no Brasil e no exterior, incluindo as 12a, 14a e 16a Mostra Internazionale di Architettura della Biennale di Venezia e o DAM - Deutsches Architekturmuseum em Frankfurt, onde sua obra concluída do Fórum Trabalhista em Goiânia passou a integrar a coleção permanente. Além das exposições também recebeu diversos prêmios como o Fórum Trabalhista em Goiânia - Menção Honrosa no Prêmio AsBEA e as Casas AV - vencedora em sua categoria do Prêmio O Melhor da Arquitetura e Prêmio W Award.


CURRÍCULO DOS MEMBROS DA EQUIPE

CONSELHO CONSULTIVO

FABIENNE HOELZEL

INÉS MOISSET

[Residente em Zurique, Suíça] É professora de Desenho Urbano na Academia Estadual de Arte e Design de Stuttgart. É sócia-fundadora da FABULOUS URBAN, escritório especializado em projeto, pesquisa e planejamento para regiões em desenvolvimento. Foi criada em 2013/2014 depois de trabalhar em São Paulo, Brasil em um dos maiores programas de reurbanização da América Latina o chefe da equipe de planejamento urbano e na Secretaria de Habitação Social e Desenvolvimento Urbano da cidade e foi premiada em 2012 pelo Rolo de Honra Habitat da ONU pelo seu trabalho pioneiro. Atualmente está envolvida no Plano de Regeneração Makoko, Lagos, Nigéria, plano este que foi pré-selecionados para o Fuller Challenge de 2014 e a partir de 2014/2017 participou da implantação do Makoko Neighborhood Hotspot, um centro-piloto comunitário multiuso.

[Residente em Buenos Aires, Argentina] Arquiteta pela Universidad Nacional de Córdoba, Argentina. Doutora pelo Istituto Universitario di Architettura di Venezia. Investigadora do Conicet (Conselho Na­cional de Investigações Científicas e Tecnológicas, obteve o Prêmio Bernardo Houssay da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação Produtiva na categoria Jovem Investigador na disciplina Arquitetura em 2003. Editora na revista "30-60 Cuaderno Latinoamericano de Arquitectura", publicação que recebeu menção honrosa na Bienal Panamericana de Quito 2010. Seus artigos têm sido publicados em distintos meios da Argentina e exterior: ARQ Clarín, Summa, Vitruvius, Quaderns. É autora de 3 livros e coautora de 14. Coordenadora do Coletivo Um Día | Uma Arquitecta que, em 2016, obteve o Prêmio Milka Bliznakov, oferecido pelo International Archive of Women in Architecture (Virginia Tech, EE. UU.). Ministrou cursos e conferências em universidades de distintos países: Brasil, Bolívia, Uruguai, Equador, Chile, Peru, México e Espanha.

KRISTINE STIPHANY

[Reside Austin, Texas] Ela recebeu um Bacharel em Belas Artes pela Universidade de Michigan em 1998 e um Mestrado em Arquitetura pela Universidade do Texas em Austin. Ela é arquiteta e professora assistente de Arquitetura na Faculdade de Arquitetura da Texas Tech University. Ela foi anteriormente bolsista de pós-doutorado da National Science Foundation SBE na Universidade do Texas em Austin, onde obteve seu doutorado em Planejamento e Desenvolvimento Internacional. Sua pesquisa e prática enfocam a interseção da análise socioespacial, da democratização de dados e do design urbano em grandes cidades latino-americanas, com um foc o particular na informalidade. Atualmente, ela ensina estúdios de design urbano e seminários sobre habitação, infraestrutura e urbanização.


CURRÍCULO DOS MEMBROS DA EQUIPE

CONSELHO CONSULTIVO

LUBY SPRINGALL

LUCIANO MARGOTTO

MARTA LAGRECA

[Residente em Ciudad de México] Arquiteta e Artista Plástica, com estudos de pós-graduação no Royall College of Art en Londres. Possuí importantes obrasconstruídas e em construção, muitas delas obtidas pelaconquista de concursos. Nos últimos anos seu escritório tem sido reconhecido com importantes prêmiosentre os quais se destacam: Primeiro lugar no Concurso Internacional do ParqueLinear Ferrocarril de Curenavaca na Cidade do Méxicoem 2017. Primeiro lugar em concursos nacionais: Catedral de Celaya (2015), Mejorando la Unidad Infonavit (2015), Mejorando la Unidad- Infonavit (2015), Pavilhão do México para a 14ª. Bienal de Veneza (2014), Memorial a las Víctimas de la violencia en México (2012).Foi curadora do ARCHMX2010 de Melbourne e do Pavilhão Mexicano da 14a Bienal de Arquitetura de Veneza (2014). Sua obra foi exposta Individualmente em Building in the Metropolis, Aedes Berlin, 2014 e GAETA- SPRINGALL, IUAV em Veneza 2016. Em Exposições coletivas: México, Espanha, Israel, Uruguai, Argentina, Brasil, Equador, Roma, Paris, Berlim e Veneza. Como Curadora: ARCH-MX2010 de Arquitectura Mexicana Contemporánea, Melbourne, Australia; Condenados a ser modernos, Pavilhão do México na 14a Bienal de Veneza. Como artista plástica teve diversas exposições coletivas e individuais no México, Inglaterra e Canadá. Foi bolsista da FONCACONACULTA de residência artística em Banff Center for the Arts, Canadá, 2003.

[Residente em São Paulo, Brasil] Arquiteto e Urba­ nista formado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanis­ mo da Universidade de São Paulo-FAUUSP) em 1989, onde também obteve os títulos de Mes­trado em 2001 e de Doutorado em 2016. É Professor de Pro­jeto desde 1994, na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Presbiteriana Mackenzie desde 2002 e na Escola da Cidade desde 2004.BTem experiência na área de Arquitetura e Urbanismo, com ênfase em Projeto de Arquitetura e Urbanismo, atuando principalmente nos seguintes temas: projetos de edificações e projetos de renovação urbana. Foi um dos fundadores do escritório Núcleo de Arquitetura e sócio-diretor, entre 1988-2010. Fundou e dirige o escritório REPUBLICA Arquitetura desde 2010. Premiado em diversos Concurso Públicos de Arquitetura e Urbanismo, dos quais se destaca o projeto vencedor para a nova Sede do SEBRAE em Brasília, o qual foi vencedor também do Prêmio APCA de 2011.

[Residente em São Paulo, Brasil] Arquiteta e urbanista. Doutora em História e Fundamentos da Arquitetura e do Urbanismo pela Universidade de São Paulo em 2008. Mestre em Estruturas Ambientais Urbanas pela Universidade de São Paulo em 1998 e graduada em Arquitetura pela Universidade Federal de Pernambuco em 1983. Professora de Instituição de Ensino Superior, atualmente leciona na Escola da Cidade e na Universidade de São Paulo. Possui mais de 20 anos em coordenação e elaboração de planos e projetos urbanos, envolvendo operações urbanas, infraestrutura, habitação e recuperação ambiental em áreas de baixa renda, com financiamento de agentes internacionais.


CURRÍCULO DOS MEMBROS DA EQUIPE

CONSELHO CONSULTIVO

NUNO SAMPAIO

SHELLEY MCNAMARA

YOLANDE DANIELS

[Residente no Porto, Portugal] Arquiteto formado pela Universidade Lusíada no Porto, em 1997. É mestre pela ETSA Barcelona da Universidade Politécnica de Catalunha (UPC). Foi Professor convidado da Universitad Politécnica de Catalunya (UPC 2002). Em 2000 funda o atelier “Nuno Sampaio - Arquitectos”. Foi Comissário de várias Exposições e conferencista em diversas instituições e escolas. Júri em concursos de arquitectura onde se destacam os Prémios FAD 2013.Membro da Mesa da Assembleia Geral da Ordem dos Arquitectos. Membro da Direcção da “Casa da Arquitetura”.Vice-Presidente da Associação Trienal de Arquitetura de Lisboa. Presidente da “Estratégia Urbana” – Laboratório de Inovação. No âmbito do seu ateliê, tanto em Portugal como mais recentemente no Brasil, tem desenvolvido uma intensa actividade profissional na realização de diversos projectos e concursos com primeiras classificações. Das obras construídas recentemente salienta-se os Escritórios da Estratégia Urbana/ Nuno Sampaio arquitectos em Matosinhos, obra finalista do prémio FAD 2012.

[Residente em Dublin, Irlanda] Arquiteta irlandesa, co-fundadora do escritório Grafton Architects junto de Yovenne Farrell e curadora da 16ª Bienal de Arquitetura de Veneza [2018]. Grafton Architects recebeu o Leão de Prata na Bienal de Veneza de 2012 por sua exposição intitulada Arquitetura como Nova Geografia, focada no trabalho do arquiteto brasileiro Paulo Mendes da Rocha. McNamara também foi agraciada com diversos prêmios ao redor do mundo, como o World Building Award em 2008 pela Universidade Bocconi em Milão; o quarto prêmio anual Jane Drew Prize por sua massiva influência na profissão; e o RIBA International Prize em 2016 por seu projeto para a Universidad de Ingeniería y Tecnologia em Lima, Peru. McNamara ocupou a Kenzo Tange Chair em GSD Harvard e a Louis Kahn Chair na Yale University e tem sido professora visitante na EPFL, em Lausanne, Suíça; e na Accademia d’Archittettura, em Mendrisio, Suíça.

[Residente em NYC] Yolande Daniels recebeu diplomas da Columbia University e City College, CUNY. Ela ensina arquitetura desde 1991 e atualmente é professora visitante associada no Massachusetts Institute of Technology Graduate School of Architecture. Sua pesquisa de design independente sobre os efeitos espaciais e técnicas de poder foi apoiada por bolsas do Rome Prize in Architecture e do Independent Study Program do Museu de Arte Americana Whitney e foi publicado em uma ampla gama de antologias. Daniels é co-fundadora do studioSUMO, um escritório de arquitetura e design que recebeu prêmios da NYSCA/New York State Council on the Arts; NYFA/ New York Foundation for the Arts; Também recebeu vários prêmios de design, incluindo o Prêmio da American Academy of Arts and Letters Architecture Award, Emerging Voices Award, Design Vanguard Award, and the League Prize. Seus trabalhos construídos em Nova York e Tóquio foram reconhecidos pela excelência de design em prêmios do Conselho Nacional de Design do Japão, do Conselho Nacional de Design da Alemanha, do Chicago Athenaeum, da Câmara de Comércio do Brooklyn, New York City AIA, and the New York State AIA.


PLANO DE DIVULGAÇÃO E COMUNICAÇÃO Toda a proposta curatorial está assentada sobre parâmetros de significação e ressignificação de valores culturais que têm pensado recentemente a arquitetura e o urbanismo. Por consequência estará aberta a proposições e ações de natureza educativa envolvendo o público que já lhe é habitual, por afinidades de interesse, e outros públicos que necessitam ser tocados ativamente para uma composição mais homogênea e representativa de resultados pretendidos, permitindo que o evento todo possa ser compreendido e admirado por um espectro de público diferente do que lhe tem sido habitual. Antecedendo a apresentação dos participantes selecionados, e, portanto, do início oficial da XII BIA, será desenvolvido um curso de média duração, realizado por especialistas, voltado para professores com o intuito de difundir não somente os temas tratados pela Bienal, pré-sensibilizado para futuras atividades a serem organizadas com escolares, bem como familiarizando docentes em geral com a história da arquitetura e do urbanismo no país. Em cada local em que se definir uma apresentação da XII BIA, será desenvolvido um conjunto de ações mobilizando especialmente a comunidade: escola locais, associações, público em geral. Um amplo e diversificado programa de ações e visitas a grupos agendados aos diferentes núcleos expositivos da Bienal é pretendido como forma de mediação institucional a assuntos que dizem respeito a todos. Desenvolver canais de informação da XII BIA para o público em geral por meio de ações de comunicação institucional e junto à imprensa nacional e internacional.

Envio de material I. COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL 1. Implantação e gerenciamento de redes sociais – Facebook e Instagram. 2. Criação e alimentação de site. 3. Edição de newsletter dirigida a mailing de arquitetos, professores, alunos e críticos. 4. Mídia impressa, online e out of home (relógios de rua, pontos de ônibus e estações de metrô). Pela vocação cultural do evento, esta mídia paga pode ser negociada, introduzindo a marca dos parceiros no material institucional da bienal. 5. Produção de catálogo e material gráfico de divulgação. Obs.: A arte de todas as peças será padronizada e desenvolvida pela equipe de design gráfico da exposição.

Cobertura da inauguração

Envio do release para imprensa em geral e es-

Contato com colunas sociais e revistas para

pecializada nacional e internacional. Follow-

envio de fotógrafo no dia da abertura.

up com os principais veículos. Ativação do tema Arquitetura e Urbanismo Esforço para que a Arquitetura e o Urbanismo

3. Pós-inauguração

ocupem mais espaço na mídia, propondo arti-

(outubro, novembro e dezembro)

gos dos curadores, além de entrevistas com

Foco na Programação

arquitetos brasileiros de relevo sobre temas enfocados nesta proposta para a 12ª edição. Sugestão de pautas exclusivas Articulação de matérias e entrevistas exclusivas dos curadores junto aos principais veículos, a partir de recortes dos temas abordados na exposição. Sugestão de notas para colunistas Seleção de informações com potencial de gerar interesse para as colunas dos principais veículos do país.

Redigir releases para cada atividade programada e envio para a respectiva mídia relacionada ao tema abordado. Ajuste nas ações Retomar ações sugeridas anteriormente que possam render novas pautas, ou mesmo aquelas propostas que não frutificaram na ocasião e que se tornaram mais pertinentes neste período. Acompanhamento da repercussão Criar novas possibilidades de presença na mídia, por meio da análise do material publicado.

2. Inauguração (agosto/setembro) II. DIVULGAÇÃO / IMPRENSA

Imprensa nacional - revistas, jornais, rádios, TV, agências de notícias e serviços noticiosos on-line, nas áreas de arquitetura, urbanismo, habitação, construção, arte, cultura, educação e comportamento. Imprensa internacional - serão trabalhados os veículos indicados pelos curadores. 1. Pré-inauguração Produção de material Redação de release em português e inglês sobre a XII BIA, a partir da exposição, curadores e projetos envolvidos.

Envio de material

Redação e envio de novo release para imprensa em geral e especializada nacional e internacional, adicionando informações sobre concurso, debates, ações educativas e demais atividades programadas. Follow-up com os principais veículos. Contato Rádio e TV Agendamento de entrevistas com os curadores para programas específicos e de jornalismo. Coletiva de Imprensa Envio de convite a jornalistas da mídia impressa, online, rádio e TV para apresentação do projeto e visita guiada à exposição com os curadores (dois dias antes da abertura).

Serviço de clipping impresso, online e eletrônico: Enviar clipping digital sistematicamente aos principais envolvidos e, em dezembro, apresentar relatório com a valoração do material publicado. Atendimento à imprensa Atender permanentemente às solicitações dos jornalistas, durante todo o período.


POR UM PRESENTE ALTERNATIVO ENTRE O REAL E O DESEJADO

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PROPOSTA 38  

PROPOSTA 38  

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