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LENDAS E CONTOS DE NATAL [Escreva a síntese do documento aqui. Normalmente, a síntese é um breve resumo do conteúdo do documento. Escreva a síntese do documento aqui. Normalmente, a síntese é um breve resumo do conteúdo do documento.]

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Lendas e Contos de Natal Lendas .............................................................................................. 2 O Natal Daquele Ano ........................................................................... 2 A Lenda das Renas do Pai Natal ............................................................ 4 LENDA DA ÁRVORE DE NATAL .............................................................. 5 Lenda da Árvore de Natal .......................... Erro! Marcador não definido. Poemas ............................................................................................. 7 Doces de Natal ................................................................................... 8 Aletria Doce ....................................................................................... 9 Letras de natal .................................................................................. 10 Tradições de Natal ............................................................................. 11 A Estrela de Natal .............................................................................. 12 O Azevinho ....................................................................................... 13 Letra da Canção ................................................................................ 14


Lendas e Contos de Natal

Lendas O Natal Daquele Ano O Francisco frequentava o terceiro ano de escolaridade com muito bom aproveitamento. Era um miúdo admirável! Já vivera razoavelmente mas, actualmente, sofria as consequências da quase indigência do pai por, no início daquele ano, ter perdido o emprego. Era um bom trabalhador, mas a oficina fechara. Andava o miudinho muito triste e amargurado porque a fome, o frio e a tristeza eram o pão-nosso de cada dia naquela casa. Como habitualmente, ao aproximarem-se as férias do Natal, a professora mandou que os alunos fizessem uma redacção sobre essa quadra festiva. O Francisco debruça-se sobre o papel e, numa letra mais adulta que infantil, intitula a sua composição de APELO e escreve: «Menino Jesus: não acredito no que tenho ouvido dizer a teu respeito, ou seja, que só dás a quem já tem, e nada dás a quem nada tem! Explico-te porquê: eu sei que são os pais a darem essas prendas e não tu, que tens mais que fazer; se fosses tu, de certeza que davas a todos e, se calhar, em primeiro lugar aos mais pobres.»


Lendas e Contos de Natal Sim, eu tenho certeza que davas a todos e, se calhar, em primeiro lugar aos mais pobres. Sim, eu tenho a certeza que seria assim, pois nunca te esqueces que também nasceste pobre e pobre morreste. «Não venho pedir nada para mim. Quero lembrar-me que o meu pai está há um ano sem trabalho e precisa de ganhar dinheiro para nos sustentar. Por isso, não te esqueças de lhe arranjar um emprego. Eu sei que Natal quer dizer nascimento e, olha, nós também nascemos e, com certeza, não foi para que morrêssemos já, sem dar testemunho sobre a terra. Se assim fosse, como é que poderíamos dar os parabéns pelo teu aniversário?! Já agora podes ficar a saber que eu nasci no mesmo dia: nasci no Natal» Pouco antes de as férias começarem, a professora chamou o Francisco e disse-lhe que tinha arranjado trabalho para o seu pai e, que já poderia começar a trabalhar no princípio de Janeiro do próximo ano. Foi tal a alegria dele que chorou copiosamente e, então, passou a andar tão contente, que os pais não sabiam que dizer. No entanto ele não disse porque é que andava assim. Na véspera de Natal todos se deitaram cedo, pois a consoada consistiria em sopa e pão, por o dono da mercearia, atendendo ao dia que era, ter condescendido em acrescentar ao rol do livro da dívidas. O Francisco não adormeceu logo. Depois de ter verificado que toda a gente estava a dormir, foi colocar o seu sapatinho à porta do quarto dos pais, com um bilhete dentro. No dia de Natal, a mãe, que era sempre a primeira a levantarse, ao sair do quarto tropeçou no sapato do filho. Baixou-se, pegou nele, e leu o bilhete: "Pai, a partir de Janeiro vai ter trabalho. Foi a minha professora que lho arranjou, por causa da minha redacção ao Menino Jesus. É a nossa prenda de Natal". Com as lágrimas nos olhos, de contentamento já se vê, aquele casal entrou, pé ante pé, no quarto do filho. Ao vê-lo profundamente adormecido e a sorrir, ambos disseram: eis aqui o nosso Menino Jesus!

Fonte: http://natal.com.pt/contos-e-lendas-de-natal


Lendas e Contos de Natal

A Lenda das Renas do Pai Natal O mito das Renas do Pai Natal foi criado na Europa do séc. XIX, a partir do costume de nos países como o Canadá (Norte), Alasca, Rússia, Escandinávia e Islândia, as pessoas se deslocarem na neve, usando um trenó puxado por renas. Porém, as renas do Pai Natal são especiais pois, apesar de serem semelhantes às renas que existem nesses países, são as únicas renas que conseguem voar, de modo a que o Pai Natal possa entregar os presentes no dia certo e sem atrasos a todas as crianças do mundo inteiro. Na tradição Anglo-saxónica original só existem oito renas, número habitualmente utilizado para puxar os trenós tradicionais. Os seus nomes são: Dasher, Dancer, Prancer, Vixen, Comet, Cupid, Donner e Blitzen ou em português, Corredora, Dançarina, Empinadora, Raposa, Cometa, Cupido, Trovão e Relâmpago. A rena Rudolph ou Rodolfo, que acabou por ser a mais conhecida, só mais tarde integrou o grupo (1939). Conta-se que o Pai Natal ao chegar a uma das casas para entregar os presentes, encontrou por acaso a rena Rodolfo, que era diferente das suas outras renas pois tinha um nariz vermelho e luminoso. Como nessa noite o nevoeiro era muito intenso, o Pai Natal pediu a Rodolfo que se juntasse a ele e liderasse as suas renas de modo a que não se perdessem pelo caminho. A partir daí, Rodolfo passou a ser a rena que guia o trenó do Pai Natal todos os Natais.


Lendas e Contos de Natal Fonte: http://natal.com.pt/contos-e-lendas-de-natal

LENDA DA ÁRVORE DE NATAL Quando o Menino Jesus nasceu, todas as pessoas e animais e até as árvores sentiram uma imensa alegria. Do lado de fora do estábulo onde o Menino dormia, estavam três árvores: uma palmeira, uma oliveira, e um pequeno pinheirinho. Todos os dias as pessoas passavam e deixavam presentes ao Menino. - Nós também Lhe devíamos dar prendas! - disseram as árvores. - Eu vou dar-lhe a minha folha mais larga - disse a palmeira quando vier o tempo do calor ele pode abanar-se com ela e sentir-se mais fresco. Então disse a oliveira: - E eu vou dar-lhe óleo. Perfumados óleos poderão ser feitos a partir do meu sangue. - Mas que lhe poderei dar eu? - Perguntou ansioso o pequeno pinheiro. - Tu? Os teus ramos são agudos e picam - disseram as outras duas árvores .-Tu não tens nada para lhe dar! O pequeno pinheiro estava triste. Pensou muito,muito,em qualquer coisa que pudesse oferecer ao Menino que dormia, qualquer coisa de que o Menino pudesse gostar. Mas não tinha nada para lhe dar. Então um anjo, que tinha ouvido a conversa toda, sentiu pena da arvorezinha que não tinha nada para dar ao Menino. As estrelas estavam a brilhar no céu. Então o anjo, muito de mansinho, trouxe-as uma a uma cá para baixo, desde a mais pequeina à mais brilhante e colocou - as nos ramos

pontiabgudos do pinheiro. Dentro do estábulo, o Menino acordou. E olhou para as três árvores do lago de lá da gruta, contra a escuridão do céu. De repente as folhas escuras do pinheiro brilharam, resplandecentes, porque nelas as estrelas descansavam como se fossem elas.


Lendas e Contos de Natal Que lindo estava o pequeno pinheiro, que não tinha nada a oferecer ao Menino... E o Menino Jesus levantou as mãozinhas, tal como fazem os bebés, e sorriu para as estrelas e para aquela árvore que lhe iluminara a escuridão da noite. E desde então o pinheiro ficou a ser, para todo o sempre, a Árvore de Natal. Eu hei-de dar ao Menino Uma fitinha pró chapéu E ele também me há-de dar Um lugarzinho no céu. Olhei para o céu Estava estrelado Vi o Deus Menino Em palhas deitado. Em palhas deitado, Em palhas estendido, Filho duma rosa, Dum cravo nascido! Arre, burriquito, Vamos a Belém, A ver o Menino Que a senhora tem; Que a senhora tem, Que a senhora adora Arre burriquito, Vamo-nos embora. Estas palavras disse a Virgem Ai quando nasceu o Menino Ai vinde cá meu anjo loiro Meu sacramento divino.


Lendas e Contos de Natal Poemas SE eu pudesse Eu queria A todo o mundo dar Alegria Paz, Pão e muito Amor Habitação E dar valor ao Ser Humano em qualquer lugar sem raça, cor ou religião descriminar. Se eu pudesse Eu fazia uma grande revolução Para que ninguém passasse fome ou outro tipo de privação Festejaria cada dia Como algo especial Reunia as famílias Como se faz no Natal. Um intercâmbio de afectos Eu iria promover Muitas prendas haveria dando a todos prazer Isto tudo e muito mais Eu faria se pudesse A todos daria saúde Para que ninguém morresse. Mas tudo isto é utopia A realidade é bem diferente Não faz mal porém sonhar A fantasia, ajuda a gente!


Lendas e Contos de Natal Doces de Natal Broas Castelar I Ingredientes: • 400 gr de batata doce cozida • 750 gr de açúcar • 125 gr de amêndoa moída sem pele • 1 casca de laranja; 50 gr de coco ralado • 150 gr de farinha de milho • 75 gr de farinha de trigo s/ fermento • 3 ovos Preparação: Cozer a batata descascar e passar por um passevite, juntar o açúcar e levar ao lume. Deixar ferver mexendo sempre para não queimar. Quando começar a ferver (borbulhar), juntar a amêndoa, o coco, a casca de laranja e os ovos e misturar tudo muito bem sem retirar do lume; juntar as farinhas misturadas previamente, envolvendo-as bem. Tenderá: Fazer pequenas bolas (+ ou -30 grs). Esticar tipo croquete mais gordo no meio e colocar em tabuleiro untado e polvilhado com um pouco de farinha, separadas por + ou - 3cm. Quando o tabuleiro estiver cheio espalme um pouco as broas, pinte com gema de ovo por cima e leve a cozer em forno bastante forte.


Lendas e Contos de Natal Aletria Doce Ingredientes: • 75 Gr de aletria • 100 gr de açúcar • 4 gemas • 0,5 litro de leite • 15 gr de manteiga • Sal • Canela • Casca de limão q.b. • Água q.b. Preparação: Cozer a aletria em água e sal durante seis minutos. Retire do lume e deixe escorrer. Adicione o leite e a casca de limão à aletria escorrida. Leve ao lume até cozer. Adicione o açúcar e deixe levantar fervura. Retire do lume e junte as gemas, mexendo muito bem para não talharem. Distribua por pratinhos. Enfeite com canela, colocando tirinhas de papel sobre o doce.


Lendas e Contos de Natal Letras de natal Sinos de Belém Bate o sino pequenino sino de Belém Já nasceu o Deus menino para o nosso bem! É Natal, é Natal sininhos de luz! Replicai, badalai que nasceu Jesus! Paz na Terra pede o sino alegre a cantar! Abençoe! Deus Menino sempre o nosso lar Foi na Noite de Natal noite de santa alegria caminhando vai José caminhando vai Maria.

Ambos vão para Belém mais de noite que de dia e chegaram a Belém já toda a gente dormia Buscou lume S.José pois a noite estava fria e ficou ao desamparo sozinha a Virgem Maria Quando S.José voltou já viu a Virgem Maria com o Deus Menino nos braços que toda a gente alumia.


Lendas e Contos de Natal Tradições de Natal O Presépio A palavra Presépio deriva do latim praesepium, que quer dizer curral, estábulo ou lugar de recolha de gado. Conta a tradição católica que o presépio teve origem surgiu no séc. XIII, em Úmbria (região da Itália central). Foi S. Francisco de Assis que, com a permissão do Papa, criou um presépio com figuras humanas e animais, recreando o local de nascimento de Jesus, que serviu de pano de fundo para a missa de Natal desse ano. Esta representação teve tanto sucesso, que se tornou numa referência Cristã, representativa do Natal, em quase todo o mundo. Em Portugal, o presépio tem tradições muito antigas (por volta do séc. XVII). É colocado no início do Advento sem a figura do menino Jesus, que será posta na noite de Natal, após a missa do galo. O presépio é desmontado no dia seguinte ao Dia de Reis. Na tradição Portuguesa, as figuras que se colocam no presépio, além da Sagrada família (S. José, Maria e o Menino Jesus), dos pastores e alguns animais, e dos três Reis Magos, também encontramos figuras como o moleiro e o seu moinho, lavadeiras, membros de um rancho folclórico e outros personagens típicos da cultura portuguesa. Tradicionalmente feito de barro, podemos encontrar ainda peças de diversos materiais, desde tecido ou madeira até porcelana fina.


Lendas e Contos de Natal A Estrela de Natal A estrela de Natal, também conhecida como a estrela de Belém, tornou-se num ornamento típico das nossas casas, na época de Natal. É colocada no topo da árvore de Natal ou no presépio e lembra-nos a estrela que guiou os três Reis Magos até ao local onde o menino Jesus nasceu. A estrela característica possui quatro pontas que representam os pontos cardeais (norte, sul, este, oeste) e uma cauda luminosa, fazendo lembrar um cometa. Também se usa a estrela de cinco pontas lembrando o ser humano (Cabeça, braços e pernas). A estrela de Natal para além de ter orientado os reis magos, representa a Luz do Mundo, Jesus Cristo. Cientificamente, Johannes Kepler, astrónomo, matemático e astrólogo alemão do séc. XVII, explica o aparecimento da estrela de Belém com o facto de ter havido, na altura, uma conjunção entre o planeta Júpiter e o planeta Saturno, na constelação de peixes, que levou a formação de uma luz intensa, fora do normal, e que deu origem a esta “estrela”. A referência bíblica da estrela de Natal é feita no Evangelho de Mateus, onde relata a vinda de sábios do oriente para visitar o Messias recém-nascido. Como não sabiam onde se encontrava Jesus, os três Reis Magos perguntaram na corte do Rei Herodes, mas sem sucesso. Herodes ao saber do nascimento do Rei dos Judeus, pediu-lhes que assim que encontrassem Jesus, o informassem. Os reis magos, vendo surgir no céu uma luz intensa, seguiram-na, encontrando em Belém o menino Jesus. Estes ofereceram a Jesus prendas mas não voltaram à corte do Rei Herodes.


Lendas e Contos de Natal O Azevinho Arbusto de folha persistente, o azevinho nasce espontaneamente na Europa, perdurando todo o inverno. Pertence à família das Aquifoliaceae, cujos ramos verdes constituídos por folhas brilhantes possuem espinhos afiados, contrastando com os seus frutos vermelhos, bagas ou azevinhos. É um arbusto de crescimento bastante lento que pode durar cerca de 100 anos. Possui flores brancas de pequena dimensão. Hoje em dia é uma planta muito utilizada nas decorações natalícias, simbolizando amor e esperança. Também é colocada à porta das casas como sinal de protecção. O seu uso teve origem na Europa, no paganismo pré-cristão. Para os druidas, o azevinho era considerado sagrado. Os celtas usavam a sua madeira para fabricar as pontas das lanças, pela sua dureza, considerando-o também símbolo de firmeza. Na antiga Roma atribuía-se ao azevinho poderes mágicos, principalmente através do uso das suas flores brancas. O azevinho também era conhecido em alguns países europeus, como árvore dos sátiros, útil para afastar os espíritos da noite. Também os monges medievais o usavam para espantar os espíritos malignos. Acreditava-se que ter plantada uma árvore de azevinho numa propriedade, a protegia de feitiços negros e maus-olhados. Em certas regiões da Alemanha o azevinho era utilizado para limpar a chaminé das casas, considerada o centro sagrado da casa, isentando-a de maus espíritos. Os ingleses, além de o utilizarem como elemento decorativo na época natalícia, usavam a madeira do azevinho para fabricar as asas das chaleiras.


Lendas e Contos de Natal Letra da Canção

A RENA RODOLFO Prendas! Frio! Renas! Neve! Trenó no céu a aproximar-se! U-lá-lá mas quem vem lá? Que coisa estranha… O quê? Ali!... Rodolfo era uma rena com um nariz encarnado, que brilhava no escuro e era mesmo engraçado. Mas todas as outras renas se riam daquele nariz, e o pobre do Rodolfo andava muito infeliz. Refrão: Mas numa noite de nevoeiro o Pai Natal veio dizer: - Rodolfo, tu és perfeito p’ra nos conduzir, esta noite, a preceito! E assim foi naquela noite o Rodolfo a comandar, o trenó do Pai Natal com o seu nariz a brilhar. E entregaram muitas prendas, ai, em todos os países, e deixaram as crianças muito alegres e felizes. E o nosso amigo Rodolfo não cabia de contente, pois conduzir o trenó não era para toda a gente. Refrão: Mas numa noite de nevoeiro o Pai Natal veio dizer: - Rodolfo, tu és perfeito p’ra nos conduzir, esta noite, a preceito! E assim foi naquela noite o Rodolfo a comandar, o trenó do Pai Natal com o seu nariz a brilhar.


Lendas e Contos de Natal Sobe sobe, balão sobe Sobe, sobe, balão sobe Vai pedir àquela estrela Que me deixe lá viver e sonhar Levo o meu amor comigo Pois eu sei que encontrei O lugar ideal para amar

Fonte: http://letras.mus.br/manuela-bravo/1411410/


Lendas e Contos de Natal


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