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SU MÁ RIO

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1. Resumo. ....................................................................................... 03 2. Introdução.................................................................................... 04 3. Exames obrigatórios e subsidiários do primeiro trimestre. 05 4. Exames obrigatórios e subsidiários do segundo trimestre. 18 5. Exames obrigatórios e subsidiários do terceiro trimestre. ............. 20 6. Outros exames complementares. ................................................. 23 7. Conclusão. ................................................................................... 28 8. Sobre o LabVW................................................................................ 30

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Resumo

Este check-list reúne os principais exames laboratoriais solicitados a cada trimestre da gravidez. Já os exames de imagem (ultrassonografias) e ginecológicos são apenas citados—no entanto, têm extrema importância e devem ser realizados periodicamente. Ao longo dos descritivos, você verá que nem todos os exames laboratoriais na gravidez são obrigatórios. As solicitações dos obstetras variam de acordo com o histórico clínico de cada paciente. Por fim, não se assuste com o tamanho da lista. Apesar de extensa, você verá que, a cada resultado obtido, uma alegria imensa toma conta de você. Afinal, se cuidar bem na gestação é uma das primeiras demonstrações do amor de mãe! Aviso: Este é um infográfico interativo. Quando você ver um texto sublinhado, clique nele para conferir mais conteúdos em nosso blog!

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InTRODUÇÃO

O pré-natal é o período no qual são avaliadas as condições préexistentes (como hipertensão, diabetes, comportamentos de risco, etc) e decorrentes da gestação. Para isso, o obstetra faz uma anamnese detalhada, realiza alguns exames físicos e solicita uma série de exames. Entre os exames laboratoriais, há os obrigatórios e os subsidiários, solicitados em virtude de certas complicações. Por isso, a lista de exames na gravidez não é igual para todas as mulheres. Nesse check-list, detalhamos os exames laboratoriais. Eles são importantes tanto para prevenir o aparecimento de doenças no bebê, como para monitorar o estado de saúde da mãe. Não à toa, a lista é extensa. Por isso, prepare a agenda! Outro ponto importante: sempre siga as orientações do laboratório para a realização dos exames. A ingestão de certos medicamentos, bem como o consumo de bebida alcoólica, por exemplo, podem afetar os resultados.

Saiba mais quais fatores influenciam os resultados dos seus exames.

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De acordo com a Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia (Febrasgo), os exames subsidiários indicados para o primeiro trimestre são: ( ) HCG fração beta quantitativo Esse é um momento de grande emoção. Afinal, trata-se do primeiro exame de sangue para grávidas. O HCG serve para confirmar a gestação e verificar o período em que se encontra. Também permite avaliar o desenvolvimento do feto, por meio do crescimento da produção hormonal. ( ) Tipagem sanguínea (ABO e Fator Rh) e teste de Coombs indireto Além de determinar o tipo sanguíneo, a tipagem sanguínea é um exame importante para selecionar pacientes com risco de isoimunização Rh. Trata-se de uma incompatibilidade sanguínea que pode afetar o desenvolvimento do feto. Quando a gestante tem Rh negativo e seu parceiro Rh positivo (ou desconhecido), deve-se fazer o teste de Coombs indireto. Se o resultado for negativo, indica-se repetir o exame mensalmente, a partir da 20ª semana. Já se o Rh for positivo, considera-se um pré-natal de alto risco. Nesse caso é preciso evitar que a mãe produza anticorpos contra o sangue do bebê. Para isso, inicia-se o uso de uma medicação específica.

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Ainda que a administração de 100 mcg de imunoglobulina anti-D, entre 28 e 34 semanas de gravidez, para mulheres na primeira gestação, não reduza o risco de isoimunização, a sensibilização diminui nas gestações subsequentes. Por isso, trata-se de uma indicação que necessita ser avaliada caso a caso. ( ) Hemograma completo O clássico exame de sangue para grávidas é necessário para determinar se a mãe está com anemia, bem como em qual grau (leve a moderada ou grave). Em caso de anemias graves, considera-se o pré-natal de alto risco. Isso porque, como os leucócitos aumentam no segundo trimestre, existe uma tendência à queda das plaquetas. Consequentemente, a anemia pode piorar. O hemograma completo ainda é usado para avaliar as condições de imunidade materna. Afinal, a quantidade de plaquetas também indica se há algum processo infeccioso.

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( ) Glicemia de jejum e testes orais de tolerância à sobrecarga de glicose (Teste de Sullivan) A glicemia de jejum é usada para verificar se a gestante tem diabetes gestacional. A partir da realização do exame, decorrem quatro possibilidades: • inferior a 85 mg/dl e sem fatores de risco: rastreamento negativo; • inferior a 85 mg/dl, mas com fatores de risco: rastreamento positivo. Indica-se realizar o teste de tolerância à sobrecarga de glicose entre 24 e 28 semanas; • maior ou igual a 126 mg/dl ou glicemia ao acaso maior ou igual a 200 mg/dl: considerada com diabetes gestacional; • entre 85 e 125 mg/dl com ou sem fatores de risco: rastreamento positivo. Deve fazer o teste de tolerância à sobrecarga de glicose entre 24 e 28 semanas.

Já no teste de tolerância à sobrecarga de glicose, mais conhecido como Teste de Sullivan (GPD), a medição é feita em três momentos (em jejum, após 1 hora e após 2 horas). Caso surjam dois ou mais valores alterados, o diagnóstico de diabetes gestacional é confirmado.

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( ) Urina I com urocultura/antibiograma O exame de urina é feito com o intuito de checar se há alguma infecção ativa. Trata-se de uma investigação importante, pois certas infecções podem levar ao abortamento. A solicitação da urocultura associada ao exame de urina, por sua vez, é essencial para o rastreamento das bactérias assintomáticas. Sabe-se que parte delas, cerca de 30%, evolui para pielonefrite (doença inflamatória infecciosa que atinge os rins) durante a gestação. Isso explica o fato de muitos obstetras fazerem questão de tratá-las. Já a presença de proteinúria (perda excessiva de proteínas pela urina) pode ser indicativa de pré-eclâmpsia; e a presença de cilindrúria (cilindros encontrados na urina), de problemas renais. São quadros que podem tornar o pré-natal de alto risco. ( ) Sorologia para rubéola A sorologia para rubéola é indispensável, pois não existe tratamento para impedir a sua transmissão vertical (da mãe para o bebê). A doença pode levar à malformação fetal, com problemas como surdez, catarata, deficiência mental, entre outros.

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Após realizar o exame, caso a gestante apresente anticorpos imunoglobulina G (IgG) positivos, significa que já teve contato com o vírus (seja por ter contraído rubéola no passado ou ter sido vacinada contra a doença). Nesse caso, o risco de contágio é mínimo. Porém, se o IgG der negativo há chances de transmissão. ( ) Sorologia para toxoplasmose A toxoplasmose é uma doença parasitária adquirida por meio da ingestão de carne crua ou mal passada, proveniente de animal contaminado. A sorologia para toxoplasmose é essencial, pois a doença apresenta alto risco de transmissão vertical. A infecção pode provocar consequências imediatas ou sequelas tardias, como problemas neurológicos (hidrocefalia e calcificações intracranianas) e oculares (retinocoroidite). Além disso, a gestante com toxoplasmose é mais propensa ao parto prematuro ou ao abortamento. O diagnóstico da toxoplasmose é feito pela detecção de IgG e IgM. A soroconversão, por sua vez, serve para confirmar a infecção aguda.

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( ) Sorologia para sífilis (VDRL) A sorologia para sífilis (uma doença sexualmente transmissível) é importante porque o risco de o bebê contrair a doença é muito alto (de 70 a 100%). A boa notícia é que, caso seja diagnosticada, pode-se realizar o tratamento intrauterino (até 30 dias antes do parto). Para diagnosticá-la são feitos exames não treponêmicos. O VDRL (do inglês venereal disease research laboratory), que pesquisa a existência de doenças venéreas, é o mais comum. Se não tratada, ou tratada inadequadamente, pode ocorrer a transmissão vertical para o bebê, resultando na sífilis congênita. Isso implica no aumento de 40% do risco de abortamento, parto prematuro ou óbito perinatal, além de manifestações congênitas. ( ) Sorologia para citomegalovírus O citomegalovírus é contraído pelo ar, geralmente por pessoas com baixa imunidade. O objetivo do exame é verificar se a gestante nunca teve contato com o vírus, o que é preocupante, pois significa que não apresenta defesa. Nesse caso, o bebê corre risco de ser infectado ainda na placenta, no parto ou na amamentação. Se isso acontecer, poderá apresentar deficiências auditivas, cognitivas, entre outras malformações.

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Apesar dos riscos, a sorologia para citomegalovírus não é um consenso, pois além de o diagnóstico da doença ser difícil, parte das infecções fetais ocorrem por reativação em mulheres previamente expostas. Ou seja, pacientes com IgG positivo não se isentam do risco. Ao mesmo tempo, não há tratamento comprovadamente eficaz que previna a infecção fetal. Por isso, recomenda-se a pesquisa sorológica em pacientes de alto risco, como funcionárias de educação infantil e de unidades neonatais, bem como naquelas com suspeita de infecção aguda ou cujas ultrassonografias sugiram infecção fetal. ( ) Sorologias para hepatite B e hepatite C A sorologia para hepatite B é feita pela dosagem do marcador HBsAg. Se o resultado for negativo, o exame é repetido no terceiro trimestre; se der positivo, inicia-se a pesquisa dos outros antígenos e respectivos anticorpos. A gestante com hepatite B deve fazer o tratamento para minimizar as chances de contagiar o bebê, que será vacinado no pós-parto. O exame que identifica a doença também é importante para a mãe saber se poderá amamentar.

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O rastreamento para hepatite C, por sua vez, é indicado apenas para gestantes consideradas de risco. São elas: • usuárias de drogas injetáveis; • presidiárias; • mulheres HIV positivas ou com parceiros HIV positivos; • expostas a hemoderivados ou que receberam transfusão de sangue; • com alteração da função hepática; • mulheres que se relacionem com múltiplos parceiros; • tatuadas e/ou com piercings. ( ) HIV O exame para detecção do vírus da imunodeficiência humana (HIV) deve ser realizado no primeiro trimestre. Quanto antes for identificado, maiores as chances de evitar a contaminação do bebê. A Febrasgo recomenda sua repetição no final da gestação ou no momento do parto, para descartar a hipótese de se encontrar na chamada janela imunológica. Se detectado, existem medicamentos que reduzem, consideravelmente, os riscos de transmissão vertical.

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( ) TSH O exame para identificar doenças da tireoide, as quais acometem as mulheres na fase reprodutiva, é indispensável. Isso porque, o hipotireoidismo subclínico, com aumento de TSH e níveis normais de T4 livre, tem sido associado ao decréscimo do coeficiente de inteligência de filhos de mães não tratadas. ( ) Protoparasitológico de fezes (PPF) Exame indicado, principalmente, em locais sem saneamento básico, nos quais a prevalência de parasitoses é muita alta. Deve ser realizado em pacientes com quadro de anemia. ( ) Rastreamento de cromossomopatia fetal ou teste do DNA livre fetal Procedimento de rastreamento do DNA fetal presente no sangue materno. Pode ser realizado por gestantes com um ou mais conceptos ou que tenham feito fertilização in vitro. O exame genético serve para identificar síndrome de Down, síndrome de Patau (trissomia do cromossomo 13), síndrome de Edwards (trissomia do 18) e alterações nos cromossomos sexuais, como nas síndromes de Turner e Kleinefelter. Também pode ser realizado isoladamente e serve para conhecer o sexo do bebê. Esse exame, conhecido como sexagem fetal, deve ser feito a partir da 8ª semana. Essa tem sido a procura mais comum de mães e pais. Saiba mais sobre o exame na próxima página.

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Sexagem fetal - técnica PCR A determinação confiável do sexo fetal por meio de ultrassonografia não pode ser feita no 1º trimestre, porque o desenvolvimento da genitália externa ainda não está completo. O uso de técnicas moleculares não invasivas, tais como a análise da reação em cadeia da polimerase (PCR) em tempo real, permitiu um grande avanço na identificação do sexo fetal, principalmente em fases precoces da gravidez. O exame é realizado a partir de uma coleta de sangue e se baseia na detecção e identificação de marcadores do cromossomo Y no DNA fetal presente no plasma materno. O resultado masculino é observado quando no exame de sexagem fetal são verificadas regiões Y-exclusivas, denominada SRY. Isto é, na presença dessas regiões, conclui-se que o bebê é menino biologicamente. Na ausência delas, o sexo fetal indicado é feminino. Resultados Sexo masculino

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Sexo feminino

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É importante saber: • Pacientes que tenham recebido transfusões sanguíneas nos últimos 4 meses ou realizaram transplante de medula óssea não podem realizar o exame. • A coleta deverá ser feita a partir da 8ª semana completa de gestação. • O teste não detecta gravidez, assim, se uma mulher que não estiver grávida fizer o teste, este apontará resultado feminino, pois apenas identificará a ausência de DNA masculino. • Em 5% dos casos pode haver resultado inconclusivo • Gestação gemelar e desordens genéticas que envolvam cromossomos sexuais e diferenciação sexual podem levar a resultados falso-positivos para o sexo masculino. • O uso de anticoagulantes pode inibir a reação, interferindo no resultado do exame.

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Outros exames do 1º trimestre Além dos exames, no primeiro semestre ainda são realizados: • ultrassonografia obstétrica morfológica de primeiro trimestre com perfil bioquímico - para avaliar anormalidades cromossômicas; • colpocitologia oncológica ou Papanicolau - para rastrear lesões precursoras ou iniciais do câncer cervical; • cultura de estreptococo do grupo B do introito vaginal e perianal - para identificar essa bactéria, a qual é ligada à pneumonia, meningite e septicemia, além do aumento da morbidade perinatal.

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No segundo trimestre, os exames são reforçados para analisar a evolução da saúde da gestante. Neste período, são indicados: ( ) Hemograma completo ( ) Teste de tolerância oral à glicose ( ) Sorologia para toxoplasmose ( ) Sorologia para sífilis (VDRL)

Além desses exames, no segundo trimestre ainda são realizados: • ultrassonografia obstétrica morfológica com dopplerfluxometria colorida das artérias uterinas maternas para identificar malformações fetais; • avaliação do colo por via vaginal.

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Por fim, no terceiro trimestre são realizados: ( ) Hemograma completo ( ) Sorologia para sífilis (VDRL) ( ) Sorologia para toxoplasmose ( ) Sorologia para hepatite B ( ) HIV ( ) Urina I com urocultura/antibiograma

Outros exames do 3º trimestre Além desses exames, no terceiro trimestre ainda são realizados: • ultrassonografia obstétrica com dopplerfluxometria colorida - com o objetivo de avaliar o crescimento do bebê; • cardiotocografia basal - para verificar a frequência cardíaca do feto e as contrações uterinas; • cultura de estreptococo

do grupo B do introito vaginal e

perianal.

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Como dito, há exames indicados para casos específicos, de acordo com a avaliação do obstetra. São exemplos: ( ) Biópsia do vilo corial Exame realizado entre a 11ª e a 14ª semana de gestação, quando há suspeita de alterações cromossômicas. É feito com uma amostra da placenta, colhida por meio da introdução de uma agulha no abdômen da mulher. ( ) Amniocentese com estudo do cariótipo Exame feito por meio da análise do líquido amniótico na 16ª semana. Indicado apenas para gestantes com idade superior a 35 anos ou que tenham histórico de fetos com alterações genéticas. Além desses, outros possíveis exames complementares são: • ecocardiograma fetal com doppler (para analisar o coração do feto); • ultrassonografia 3D ou 4D (para os pais que desejam ver o rosto do bebê).

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Cuidados neonatal Após o nascimento, os pais podem ir além nos cuidados com a saúde do bebê. Conheça 2 cuidados para tomar logo após o nascimento do bebê. ( ) Criopreservação* A preservação das células-tronco do cordão umbilical está se tornando cada vez mais comum. A célula-tronco pode auxiliar no tratamento de algumas doenças por meio da sua capacidade de autorrenovação, diferenciação e especialização. Essas características permitem seu uso nos tratamentos imunológicos e de produção de células sanguíneas. A técnica consiste no congelamento de material biológico a baixas temperaturas para que sua composição seja mantida e para que ela possa ser utilizada no futuro. Conheça os diferentes tipos de células-tronco que podem ser coletados: • Células-tronco hematopoéticas: capazes de dar origem às células do sangue e do sistema imunológico (hemácias, leucócitos e plaquetas). • Células-tronco mesenquimais: dão origem às células presentes nos ossos, nas cartilagens, nos músculos, nos tendões e na gordura.

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Um dos benefícios para a saúde da criança está no fato que as células-tronco do cordão umbilical são mais imaturas e mais tolerantes imunologicamente, do que as da medula. Outra vantagem é que a coleta é simples e indolor, aproveitando o cordão umbilical que seria descartado após o parto. ( ) Teste do Pezinho O teste do pezinho é um dos mais importantes realizados logo após o nascimento. Esta triagem neonatal é um exame de prevenção, que identifica anormalidades metabólicas, congênitas e infecciosas. Essas anomalias não estão, necessariamente, manifestadas no nascimento, mas podem ser desenvolvidas ao longo da vida. Este teste deve ser realizado até o 3º dia de vida do bebê, com gotas de sangue coletadas, geralmente, do seu calcanhar. O material coletado permite identificar doenças como: • hipotireoidismo congênito; • fibrose cística e • doenças que afetam o sangue, como a anemia falciforme.

*A contratação desse serviço deve ser realizada com pelo menos 60 dias de antecedência a data prevista do parto.

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Com os resultados obtidos, é possível tratar doenças identificadas, prevenir efeitos e sequelas que elas podem vir a causar, como a deficiência intelectual. O teste mais comum detecta seis doenças congênitas, mas os pais também podem buscar por opções mais completas. No LabVW, por exemplo, existem testes que podem fazer uma varredura de cerca de 100 doenças.

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Realizar os exames laboratoriais na gravidez, bem como respeitar toda a rotina do pré-natal, é essencial tanto para a saúde da mãe como do bebê. Por isso, leve esse check- list na bolsa e aproveite para tirar as dúvidas sobre possíveis indicações com seu obstetra. Ao mesmo tempo, nessa fase é importante haver uma maior participação do parceiro. Cabe a ele não apenas reforçar o comprometimento materno com as orientações médicas, mas fazer os exames para detectar possíveis DSTs. Diagnosticar e tratá-las o quanto antes também é essencial para a saúde perinatal. Assim, os futuros pais precisam se cuidar. Quando derem por si, já terão um bebê lindo e saudável em seus braços!

Você ainda tem alguma dúvida? Envie sua pergunta para o nosso WhatsApp!

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O Laboratório Verner Willrich surgiu em 1963, anexo ao Hospital de Azambuja, em Brusque (SC). Hoje, possui várias unidades de coleta distribuídas nas cidades de Brusque, Blumenau, São João Batista e Nova Trento. O que nos faz seguir adiante é prevenir e diagnosticar doenças. Somos qualificados como Excelente pela qualidade dos exames prestados, por uma das principais entidades do setor. Nossa coleta, realizada através do sistema alemão Sarstedt, é moderna e menos dolorosa. E nossa entrega é ágil, com mais de 80% dos resultados disponibilizados em apenas 24h. Sabemos que, de maneira mais humana e responsável, é possível evoluir na sua qualidade de vida e bem-estar. Assim, você pode aproveitar todos os momentos de prazer e felicidade que a vida proporciona. Nossa atenção e cuidado com pacientes e médicos nos diferencia. Oferecer um diagnóstico que sirva de apoio à decisão médica é uma das nossas prioridades.

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Acreditamos que a tecnologia e os processos modernos, como o sistema fechado de coleta, garantem maior segurança aos resultados laboratoriais. Aliados à experiência de mais de 50 anos e a profissionais capacitados, essa inovação em saúde faz toda a diferença. Afinal, segurança, atenção e confiança são essenciais para o diagnóstico e garantem o nosso diferencial: resultados precisos e confiáveis. Conheça o nosso blog e fique por dentro de dicas de saúde!

(47) 3355-5663 (47) 9983-8605

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Endereço Matriz Rua Azambuja, 1089 - Bairro Azambuja - Brusque/SC CEP: 88.353-460 Responsável técnica: Adriana Helena Sedrez - CRF/SC: 3380 Nosso material tem caráter meramente informativo e não deve ser utilizado para realizar autodiagnóstico, autotratamento ou automedicação. Em caso de dúvidas, consulte o seu médico.

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Check-list dos exames para fazer na gravidez  

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