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Quando você pensa em...

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Implemento Agrícola

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Indústria Automotiva

Conjuntos tubulares Tubos para coluna de direção Tubos para pedal de freio indros de direção hidráulica as coxim de câmbio e motor (anti vibratório) para alavanca de câmbio as de suspensão raços de suspensão

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Indústria Agrícola

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Expediente

Editorial

Ufa!!!! Acabou o ano de 2017

Edição 126 - ano 18 Novembro/Dezembro 2017 Siderurgia Brasil é uma publicação de propriedade da Grips Marketing e Negócios Ltda. com registro definitivo arquivado junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial sob nº 823.755.339.

HENRIQUE ISLIKER PÁTRIA EDITOR RESPONSÁVEL

Coordenador Geral: Henrique Isliker Pátria Diretora Executiva: Maria da Glória Bernardo Isliker TI: Vicente Bernardo Consultoria jurídica: Marcia V. Vinci - OAB/SP 132.556 mvvinci@adv.oabsp.org.br Editor e Jornalista Responsável: Henrique Isliker Pátria - MTb-SP 37.567 Repórter Especial: Marcus Frediani MTb:13.953 Projeto Editorial: Grips Editora Projeto Gráfico: Ana Carolina Ermel de Araujo Edição de Arte / DTP: Ana Carolina Ermel de Araujo Capa: Criação: André Siqueira Fotos: Montagem com foto de André Siqueira e Shutterstock Impressão: Ipsis Gráfica e Editora DISTRIBUIÇÃO DIRIGIDA A EMPRESAS DO SETOR E ASSINATURAS A opinião expressada em artigos técnicos ou pelos entrevistados são de sua total responsabilidade e não refletem necessariamente a opinião dos editores. TODOS OS DIREITOS RESERVADOS Rua Cardeal Arcoverde 1745 – conj. 113 São Paulo/SP – CEP 05407-002 Tel.: +55 11 3811-8822 grips@grips.com.br www.siderurgiabrasil.com.br Proibida a reprodução total ou parcial de qualquer forma ou qualquer meio, sem prévia autorização.

E

Em nossa história recente poucos anos foram tão intensos em alternativas econômicas e políticas como o de 2017, que está chegando ao seu final. Se de um lado, foram observados inúmeros avanços na sociedade brasileira em vários campos, de outro continua extensa a lista de necessidades e prioridades que o cidadão comum terá de enfrentar para se mostrar completamente aliviado. As boas notícias ficam por conta da recuperação da economia brasileira que já se apresenta consistente e foi objeto de uma matéria que você vai encontrar nas páginas desta edição. Alguns indicadores mostram que chegamos ao final do ano, com o nível de juros (medido pela Selic) mais baixo da história desde que começaram a ser divulgadas por parte do Banco Central. Também a inflação está sob controle e no último mês de novembro,segundo o IBGE, ficou em 0,28% em relação ao mês anterior, o que projeta uma inflação anual de 2,8% – portanto abaixo da meta projetada de 3,5%. Por fim, as projeções do PIB apontam para algo entre 0,5% a 1%, portanto muito diferente dos -3,6 % observados em 2016. Mas há o lado negativo, pois não passamos nenhuma semana durante todo o ano sem ouvirmos que tal dirigente, ou tal político teve a sua prisão preventiva decretada, ou estava envolvido em maracutaias, corrupção, propinas, desvios e outros inúmeros “malfeitos”sempre a dano do Brasil. E muito do que esperávamos que fosse feito, como reformas fundamentais, não saíram das discussões e das páginas de jornais.

O que mais se ouve no Brasil, neste momento, é que precisamos cuidar da “Reconstrução do Brasil”. Há até um movimento com este nome, com direito a ONG, a Hashtag na Internet e pronunciamentos diversos sempre com o objetivo de colocar o Brasil nos trilhos. Nesta última edição apresentamos uma retrospectiva de como se comportou o ano no setor siderúrgico em 2017, com resumo de matérias e opiniões de especialistas, de economistas, advogados e pessoal que entende de gestão de empresa. Falamos ainda acerca do setor de logística e transportes, de estatísticas e muito mais, sempre no intuito de manter nosso leitor muito bem informado. Particularmente tivemos duas situações antagônicas que merecem nosso comentário. A primeira foi a infeliz perda do Marcio Machado, nosso colaborador, amigo e um dos pilares na formação da Grips, que precocemente faleceu vitimado pelas consequências nefastas de uma diabetes severa. E do outro lado a alegria de termos recebido agora em novembro pela terceira vez o “Prêmio Especialistas” escolhido que fomos como um dos três principais jornalistas brasileiros na categoria de Siderurgia e Metalurgia. Queremos expressar a todos nossos leitores, amigos e colaboradores nossos votos de um feliz e amoroso Natal e o desejo de iniciarem o ano de 2018, com muitas realizações e muito sucesso. Feliz Natal e Próspero Ano Novo!

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Índice Índice

4 SID SIDE SI DERU RURG RG GIA A BR RA ASI ASI SILL NO OVE V MBRO MB BRO RO/D //D DEZ EZEEM MBRO BR B RO 20 2017 2017 1

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EDITORIAL Ufa!!!! Acabou o ano de 2017

RETROSPECTIVA A evolução e as transformações que passamos em 2017

PREMIAÇÃO O esforço do trabalho foi reconhecido

EMPRESAS

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LOGÍSTICA E TRANSPORTES

30 32 34 34

ENTIDADES

Balanças Navarro

HOMENAGEM Saudades Eternas

EMPRESAS Elfe

PROJEÇÕES Economia vive momento de crescimento

Aperfeiçoamento logístico: a porta de entrada e a maior garantia para o sucesso

Os dados de comércio exterior do 3º trimestre

ESTATÍSTICAS

VITRINE

ANUNCIANTES

NO N OV VEEM MB BRO O//D DEZZEM E B BR RO 20 201 17 1 7 SID DERUR ER RUR URG GIIA BR RAS ASIL 5

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A evolução e as transformações que passamos em 2017

Retrospectiva

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Não há dúvida de que terminamos o ano de 2017 melhor do que iniciamos. Também não há dávidas de que estamos longe de respirarmos ares de prosperidade em nossas empresas. Infelizmente, em vários casos, o futuro ficou comprometido e o retorno às origens, com encolhimento e fechamento de setores e até unidades de produção ou comercialização, mostrou-se a única saída para a crise, que pegou a todos indistintamente e deixou marcas profundas. O nosso alento é que ao olharmos para o futuro, vamos encontrar sinais inequívocos de retomada da economia e algo que até bem pouco tempo estava longe, que era a retomada da esperança. Todos os institutos que medem o comportamento das pessoas e dos empresários mostram que a maioria dos brasileiros voltou a acreditar que estamos no caminho do crescimento individual e por conseqüência no crescimento coletivo do Brasil. Como acontece tradicionalmente em nossa edição de dezembro da revista Siderurgia Brasil, nas páginas seguintes apresentamos uma breve retrospectiva, onde retratamos o que mais importante aconteceu neste ano de 2017 e que foi veiculado nas várias edições. Fevereiro de 2017 – Anuário Brasileiro da Siderurgia 2017_alta.pdf capa_anuario_

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O ano começava bem e em ç nossa abertura n do d Anuário já acreditávamos a que existia uma “Luz no fim do Túnel”. Tal afirmação se deu com base nas inúmeras promessas do novo governo que se instalava, como um controle absoluto da inflação, queda dos juros e apreciação do real perante o dólar, o que nos colocaria em condições de maior competitividade. Nas várias matérias apresentadas no anuário podia-se perceber que a maioria

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Anuário Brasileiro

da Siderurgia / Nº

18 / 2017

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I SSN 1984 - 607X

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/ R$ 200,00 Número 18/ 2017

SITUAÇÃO ATUAL DA INDÚSTRIA DO AÇO NO BRASIL Distribuição setorial do consumo aparente TUBOS C/ COSTURA EMBALAGENS E DE PEQUENO RECIPIENTES; 3,3% DIÂMETRO; 4,5%

Variação setorial da produção OUTROS SETORES; 5,3%

UTILIDADES DOMÉSTICAS E COMERCIAIS; 7,2% AUTOMOTIVO; 17,8% CONSTRUÇÃO CIVIL; 39,6%

BENS DE CAPITAL; 22,3%

2014/ 2015/ JAN-SET 2016/ 2013 (%) 2014 (%) 2016 (%) 2013 (%)* Indústria

-3

-8,2

-7,8

Construção Civil

-5,7

-12,7

-12,5

-16,7 -25,4

Bens de Capital

-9,3

-25,4

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-40,3

Automotivo

-16,7

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Eletrodomésticos

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(*) Compararação entre Jan-Set/16 - Jan-Set/13 FONTE: IBGE

FONTE: AÇO BRASIL

dos comandantes de entidades empresariais via com muita esperança a chegada do novo ano, como era o caso do presidente da Anfavea, Antonio Megale, que disse: “A conjuntura macroeconômica indica fatos positivos como o crescimento do PIB. Inflação convergindo para o centro da meta, reduções contínuas da taxa básica de juros e estabilização do dólar”. A par destes fatos a entidade previa naquele momento um crescimento para o setor na casa dos 4%. Ao longo do ano, pudemos ver que a Anfavea promoveu dois ajustes nesta previsão, e atualmente trabalha com crescimento beirando os 10%. Já João Carlos Marchesan, presidente do Conselho Diretor da Abimaq, entendia que o pior já estava ficando para trás e naquele momento havia sinais claros de que as quedas do setor haviam estancado, podendo se esperar um retorno, ainda que lento, mas consistente de crescimento. Foi dele a famosa frase que acabou dando titulo a matéria no Anuário. “Um ano para esquecer e outro para esperançar”, referindo-se ao ano de 2016, recém-terminado e 2017, que se iniciava. Na área da construção civil entrevistamos Carolina Fonseca, presidente executiva do CBCA e Flavio Amary, presidente do Secovi e ambos manifestaram a expectativa do governo retornar aos investimentos no setor da construção civil, pois este setor deve ser considerado como uma das principais alavancas do desenvolvimento e geração de empregos. Já os presidentes

de entidades representativas de empresas relacionadas ao processamento de aço, como Carlos Loureiro do Inda e Danielle Pestelli do Sicetel, entendiam que suas empresas continuariam a ter dificuldades dado o elevado nível dos estoques, mas que a exportação seria a válvula de escape mais eficiente para este momento. O mesmo sentimento era vivido pelos presidentes Executivo e do Conselho Diretor do IABr, respectivamente Marco Polo de Melo Lopes e Alexandre Lyra, que entendiam que com o baixo consumo no mercado interno seria impossível as usinas reverterem o índice de ociosidade, que era altíssimo e passava dos 40%. O problema a ser enfrentado era a baixa competitividade do aço brasileiro, em função das anomalias do sistema tributário nacional e o gigantesco estoque mundial de excedentes que passam das 700 milhões de toneladas. Ainda apresentamos mais duas matérias com Flávio Conde, analista de investimentos da consultoria Whats Call, com 30 anos de experiência no mercado financeiro e especialmente em ações de siderúrgicas nacionais e internacionais e com Moisés Bagagi, economista, professor universitário, consultor empresarial e sócio da Opportunity Consult. Ambos ressaltaram que nos seus entendimentos o “momento ruim” da siderurgia nacional já havia passado. Era o momento da reconstrução com as empresas preocupando-se em reorganizar seus objetivos,

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repensar em seus processos organizacionais e principalmente começar a se preocupar com seus clientes. A competitividade em função de toda a recessão que não só o Brasil passou, tinha estreitado o espaço do mercado e era a hora de criar novos atrativos, lançar novos produtos, buscar novos métodos de trabalho, reduzir custos e partir para um ataque mais consistente em busca da reconquista do mercado. Por fim nosso colaborador Marcus Alberto Flocke nos apresentou um resumo de como havia se comportado a área de metais não ferrosos e todas as suas perspectivas para o ano.

O quadro desafiador que nos defrontamos foi assunto de outra matéria importante apresentada nessa edição, e que foi gerada após entrevista com o prof. Paulo Ferreira Barbosa, doutor em Economia, especializado em indústria e filiado ao IBE-FGV, um braço da FGV, relacionado a escolas de economia, no interior de São Paulo. Ele disse que o governo brasileiro é caro, porque é ineficiente e que a economia dependia de ações governamentais para decolar. Mas mostrava muita esperança do governo concretizar o processo de concessões e privatizações que estava engavetado, para que os novos projetos em áreas como telecomunicações, energia, rodovias, ferrovias, portos, aeroportos e infraestrutura em geral, pudessem ser iniciados e levassem o país para a modernidade. Ainda no campo da Competitividade, Moisés Bagagi, que já havia sido entrevistado no Anuário, nos apresentou um artigo sobre a gestão nas empresas e suas estruturas de custos. No campo dos assuntos técnicos um importante artigo que nos foi elaborado pelo Eng. Claudio Flor, presidente da Divimec e uma de nossas parceiras permanentes, sobre os procedimentos e equipamentos voltados para o endireitamento de chapas.

Abril de 2017 – Revista Siderurgia Brasil nº 122 TA.pdf capa122_OK_AL

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A primeira novidade apresentav da d neste ano foi o novo projeto gráfico, em que procuramos deixar a revista mais leve, mais atrativa e com mais facilidade de ser manuseada. Nesta edição apresentamos uma entrevista exclusiva feita com Luiz Augusto de Souza Ferreira, mais conhecido como Guto Ferreira, presidente da ABDI, Junho de 2017 – Revista Siderurgia Agência Brasileira de Desenvolvimento Brasil nº 123. Industrial, uma autarquia fomentadora A principal matéria do desenvolvimento ligada ao Ministério da Indústria e Comércio, da edição referiaComércio Exterior e Serviços, que -se a recuperação OBILÍSTICA INDÚSTRIA AUTOM oferece à industria um centro de in- AINICIA A RECUPERAÇÃO do setor automotivo nacional. Com teligência, visando a construção de base em informações agendas de ações setoriais e de inoapresentadas pela vação através de estudos conjuntuAnfavea, principal rais, estratégicos e tecnológicos. entidade que agreGuto Ferreira fez uma análise ga os montadores pormenorizada do ano de 2016 e prode veículos no Brajetou o que poderia se esperar para sil, houve uma reunião realiza2017, na visão a entidade que preside, não se furtando em falar de empregos, da entre os representantes da indústria, desenvolvimento, inovação na indústria o presidente Michel Temer, o ministro e até mesmo nos aspectos políticos que da fazenda Henrique Meirelles e vários poderiam impactar negativamente neste representantes dos ministérios em que foi apresentado o plano denominado desenvolvimento. pdf capa123_ALTA.

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2017 18 – Nº 123 – maio/junho Grips Editora – Ano

ócios do aço A revista de neg

As verdades sobre a reforma trabalhista O ajuste de máquinas pode se tornar o ladrão da produtividade

Eventos empresariais nte criam um bom ambie para negócios

brasil

Foto: Divulgação

Retrospectiva

Almir Pazzianoto, ex-ministro do Trabalho

“Agenda Automotiva Brasil”, que será a bússola indicadora do setor para os próximos dez anos. Neste programa, em que estarão engajados representantes das empresas, entidades empresariais e órgãos do governo, serão discutidos os pilares da indústria automotiva brasileira, envolvendo a recuperação de empresas fornecedoras de insumos, lançamentos de novos produtos, aperfeiçoamento tecnológico, pesquisa e desenvolvimento de novos materiais, engenharia e eficiência energética que entre outros assuntos discutirá a criação e produção de combustível limpo e por fim as questões de logística, entraves burocráticos e as relações tributárias e trabalhistas. Ainda entrevistamos o ex-ministro do Trabalho Almir Pazzianoto, que causou polêmica entre nossos leitores ao expressar suas opiniões acerca da reforma trabalhista, que naquele momento era a “bola da vez”. Pra que serve e como funciona um “coaching” foi o tema de uma matéria apresentada pela engenheira Juliana Isliker, que nos contou como esta técnica colocada em prática cada vez com mais constância nas empresas que buscam o planejamento e a competitividade tem colaborado no desenvolvimento das pessoas e das empresas. Como se faz para sair da zona de conforto e fazer as coisas acontecerem. Relatamos o perfil e o acontecimento de várias feiras empresariais em diversos pontos do Brasil em que a revista esteve representada, e as indispensá-

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Retrospectiva cap – Fundação Escola de Comércio Álvares Penteado – e com Marcia Ogawa, líder responsável pelas soluções de Analytics da Delloitte Brasil. A primeira resaltou que, se não houver um choque de gestão imediato nas indústrias nacionais, ficará difícil recolocar o Brasil nos trilhos. A atual estrutura produtiva está esgotada e os preços dos produtos têm de ser mais competitivos, para ter chance no disputado comércio internacional. As empresas não devem só esperar "milagres" do governo, mas olhar para dentro e alterar suas estruturas, sem o que não há como sobreviver. A segunda entrevistada já entra mais pesado no campo da "Indústria 4.0" e afirma com toda a segurança de quem não aderir a "Internet das Coisas", conhecida pela sigla em inglês IoT o Internet of Things, está fadado ao fracasso. Na era da robótica, da impressora 3D, nas comunicações ultra rápidas, estas novas tecnologias que devem ser implantadas desde o chão de fábrica, tornarão a empresa um sucesso ou um fracasso total em pouco tempo. Hoje, seus parceiros podem estar nas mais diversas localidades do mundo e a sinergia entre ambos vai ditar normas nunca esperadas. Cita a GM, produtora de veículos, e a AT&T, uma empresa de telecomunicações que estão em conjunto desenvolvendo sistemas que permitam manipular veículos à distância. O Sicetel nos trouxe sua estatística de como se comportava o setor neste momento de retomada e como o comércio exterior vinha contribuindo diretamente para seu sucesso. Em outro artigo, a engenheira Juliana Isliker apresentou um trabalho sobre uma nova técnica de gestão empresarial que é a Constelação Organizacional. Empresas como a Natura, a GE americana e outras já se utilizam deste e de novos recursos para escrever a sua história.

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Agosto de 2017 – Revista Siderurgia Brasil nº 124. capa124B2.pdf

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Esta foi a edição prepae ratória para o r Congresso InC O A COMPETIÇÃ ERÚRGICA NA INDÚSTRIA SID ternacional do t Aço, que se realizaria em 22 de agosto em Brasília e acabou sendo distribuída a todos os participantes d nacionais e internacionais do evento. A edição veio recheada de atrativos a começar pela polemica declaração dos dirigentes do IABr, de que o mercado interno não iria se recuperar em 2017 e mesmo em 2018 ainda havia dúvidas quanto a isto. Em pormenores foi explicado porque tal afirmação tinha um conteúdo de verdade e não se deveria esperar muito para os próximos meses. Apresentamos a segunda parte, já que a primeira foi apresentada na edição anterior de uma matéria técnica acerca do ajuste das máquinas de conformação de tubos e quanto a inobservância de certas técnicas causavam um roubo acentuado da produtividade do setor. Continuamos batendo na tecla da produtividade e apresentamos duas matérias respectivamente com a professora Juliana Inhaesz, economista da Fe2017 18 – Nº 124 – julho/agosto Grips Editora – Ano

ócios do aço A revista de neg

Conheça os cinco passos fundamentais para a redução de custos Um balanço da indústria siderúrgica brasileira

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Na economia teremos o ainda um longo caminh pela frente

brasil

Outubro de 2017 – Revista Siderurgia Brasil nº 125. 1

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O mercado de tubos de aço está em evidência e entrevistamos Ribamar Bassi, Diretor Comercial da Açotubo, que de forma bem espontânea colocou seus pontos de vista sobre o mercado de tubos no Brasil, as dificuldades superadas e os desafios que o setor encontra. Falou sobre política, sobre a formação de sua empresa que é atualmente uma das maiores produtoras de tubos de aço e sobre o que ele espera do Brasil do futuro. Já no campo institucional e jurídico, apresentamos uma bem elaborada matéria pela doutora Marcia V. Vinci, que é líder de nosso departamento jurídico e que abordou um assunto de grande repercussão no momento, a chamada Lei Anticorrupção, a lei 12.846/2013. Como as empresas devem se precaver contra este problema e quais as consequências jurídicas, pois em casos extremos é prevista até mesmo a dissolução da empresa por problemas de corrupção. Como a edição estava voltada para o setor de tubos, nada melhor do que no aspecto técnico contarmos com a presença de um especialista e com o artigo intitulado "Os tubos de aço carbono com costura" Ciro de Toledo

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veis estatísticas que colocaram nossos leitores a par de todos os movimentos.

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Dezembro de 2017 – Siderurgia Brasil nº 126 1

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Revista

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O destaque para esta edição de dee zembro fica por z conta de termos rec cebido pela terceira c vez consecutiva o v "Prêmio Especialistas" que nos colocou como um dos três principais jornalistas de siderurgia do Brasil. Em matéria especifica sobre o assunto contamos os bastidores da premiação e apresentamos parte das manifestações recebidas de nossos leitores e amigos. Também falamos da logística e transportes de aço. Em entrevista exclusiva com o Diretor de Logística da Usiminas, ficamos sabendo que o mo-

Foto: Divulgação

Pizza descreveu desde a matéria-prima, produção e acabamento deste importante produto. Continuando com o otimismo reinando no setor automotivo, apresentamos uma matéria sobre a recuperação da indústria de caminhões incluindo os extra pesados até os mais leves. O sucesso da recente feira Fenatran, realizada em São Paulo, despertou o interesse deste setor de transportes e logística. Do campo das "reminiscências", garimpamos uma publicação criada em 1987 dedicada à siderurgia brasileira, mas que infelizmente não prosperou. Os princípios daquela publicação são os mesmos que nos norteiam até os dias atuais. A nota de destaque desta matéria é a constatação de nas estatísticas daquele ano a China mostrava uma produção de 51,2 milhões de aço bruto e hoje produz 803 milhões de toneladas. É espantoso!

nitoramento constante é chave principal para que seja minimizado o problema de roubo de carga e ainda quais são as técnicas modernas de controle dos processos de logística e transportes de produtos siderúrgicos. Em outra matéria exclusiva comemoramos o aniversário de 60 anos da Balanças Navarro, uma das empresas nossa parceira nesta caminhada.

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Feliz e emocionado. É assim que eu me senti, quando fui comunicado do prêmio. Mesmo diante das grandes dificuldades enfrentadas no ano, continuamos trabalhando com amor e nos preocupamos em manter o alto nível e a qualidade da revista Siderurgia Brasil. E fomos reconhecidos. Obrigado a todos. Henrique Pátria

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Pelo terceiro ano consecutivo recebemos, na condição de Editor Chefe da revista Siderurgia Brasil, o Prêmio Especialistas concedido pelo Cecom – Centro de Estudos da Comunicação e pelo portal e revista Negócios da Comunicação. O prêmio foi criado em 2015 com o objetivo de identificar, reconhecer e homenagear os profissionais jornalistas, experts em 32 áreas de negócios da economia que, com sua especialidade, contribuem para que a sociedade esteja informada sobre todos os acontecimentos relevantes. São profissionais de funfun damental importância inclusive para o planejamento e andamento dos negócios e consequentemente para o país.

Segundo Marcio Cardial, publisher e diretor da revista Negócios da comunicação: “Esses jornalistas entregam ao público informação de qualidade, bem apurada e relevante para o cotidiano do leitor em seus respectivos segmentos, por isso merecem ser reconhecidos”. A escolha dos premiados é feita após a apuração da eleição livre e direta executada junto a 60 mil profissionais da comunicação ligados diretamente às empresas destes setores, ocupando cargos junto às áreas de comunicação ou junto a profissionais que atuam em órgãos de imprensa, que indicam espontaneamente até três jornalistas de cada especialidade em todo o Brasil.

Foto: André Siqueira

O esforço do trabalho foi reconhecido

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O Prêmio Especialistas valoriza o papel dos profissionais da imprensa especializada, aqueles profissionais que atuam em determinada área ou setor da economia e que são reconhecidos pelo conhecimento e propriedade com que tratam os assuntos de sua especialidade. Esse reconhecimento contribui e valori-

za quem está lidando com as empresas no seu dia a dia, levando informações setoriais para a sociedade. Para garantir a transparência todo o processo é auditado pela consultoria britânica BDO Brazil. Com este reconhecimento a revista Siderurgia Brasil, confirma novamente a sua marcante presença na história da siderurgia brasileira. Fundada no ano 2000, portanto com 17 anos de sucesso ela tornou-se o porta-voz do setor, pois apresenta em suas páginas um conteúdo rico em pormenores jornalístico da grande maioria dos acontecimentos que impactam diretamente na siderurgia nacional. Além do aspecto jornalístico e informativo, sempre pautada na ética e no comprometimento com a verdade a revista Siderurgia Brasil tem sido ao longo de toda a sua vida também um veículo ideal para as empresas que atuam ou que têm interesses no setor apresentem

suas novidades, lançamentos, produtos ou inovações. Já contabilizamos em nosso período de circulação a apresentação de mais de 2.500 anúncios publicitários de empresas que elegeram a Siderurgia Brasil, como o seu canal de comunicação com seus potenciais clientes pela sua eficiência e seriedade. E o futuro? Primeiro, os nossos agradecimentos a todos os que votaram em nosso nome e nos escolheram, aos organizadores do prêmio e a todos os colaboradores que compõem nossa equipe. Todos, sem exceção, têm nosso agradecimento, reconhecimento e carinho. Após esta premiação nos sentimos fortalecidos e revigorados e com disposição para continuar a busca da excelência sem abandonar os princípios da coragem e determinação, conscientes de nosso papel no segmento. Muito obrigado! www.siderurgiabrasil.com.br

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Empresas

No peso ideal! José Paulo Marin, diretor da Balanças Navarro, concedeu uma entrevista exclusiva à revista Siderurgia Brasil na qual revelou que aproveitou o tempo de recessão econômica para projetar seu crescimento e seu futuro.

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seu consumidor pode ter facilmente acesso a ele. Nas indústrias mais variadas e aqui falamos principalmente daquelas que comercializam aço e seus derivados um dos desafios mais presentes é quanto o seu estoque, sua expedição e sua logística. Os sistemas de controle exigem precisão e confiabilidade cada vez com maior rapidez. Já esta definitivamente ficando para trás, aquele tempo em que o operador pesava o fardo ou a bobina de aço, anotava manualmen-

Fotos: Depositphotos.com e Divulgação

Um dos grandes desafios das empresas nos tempos modernos é encurtar, através de avanços tecnológicos, o caminho da modernidade e da eficiência visando aumentar sua competitividade. O mundo empresarial está globalizado e é grande a disputa por mercados de inúmeros produtos entre países, empresas e até entre as pessoas. Surgem novos produtos a todo instante e neste momento seu concorrente pode estar do outro lado do mundo, mas

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te em uma planilha e depois outro funcionário iria digitar em um programa de estoques ou de expedição. Há neste intervalo vários momentos passíveis de falha humana que poderão comprometer toda a operação. Para acelerar tais mudanças e manter-se no nível da concorrência internacional a Balanças Navarro, que está completando 60 anos de vida dedicados a processos de pesagem, possui várias linhas de equipamentos que vão desde balanças de 3 a 50 mil quilos, em forma de plataformas, ganchos suspensos, de bancadas e piso ou até em modelos customizados com as melhores soluções para cada caso. A Balanças Navarro está concluindo o desenvolvimento de um novo produto que são as “balanças contadoras de peças”, cujo lançamento está previsto para o início do próximo ano. A empresa que foi fundada em 1957 pelos irmãos José Maria Barquilha Na-

varro e Lucas Marin Barquilha em uma garagem improvisada no bairro do Pari em São Paulo, hoje funciona na Vila Guilherme, mas está com seu plano de expansão em andamento e pretende levar a indústria para o interior de São Paulo em um raio de 100 km da capital paulista. Assim como toda a economia brasileira a empresa amargou um retrocesso de cerca de 20% em seus negócios entre os anos de 2013 e 2016, mas já avistou sinais de recuperação em 2017 e projeta uma expansão na casa dos 12% para 2018. Marin, o atual diretor e proprietário da Balanças Navarro se mostra muito otimista e entende que o crescimento de setores onde ele atua como o setor siderúrgico incluindo as usinas e os processadores e distribuidores, as fundições, a indústria eletro eletrônica, de papel e celulose, além dos setores do agro negócio, como produtores de

sementes, insumos e fertilizantes agrícolas, fará com que sua empresa encare um novo surto de desenvolvimento imediatamente. Perguntado sobre a eficiência e modernidade de seus produtos, Marin afirma que atualmente as empresas mais desenvolvidas do mundo trabalham com processos de pesagem acoplados, ou seja, as medições relativas a peso do produto são transmitidas online diretamente para os sistemas integrados sem a intervenção de operadores que resulta numa economia de mão de obra e tempo, além da plena garantia de um resultado final sem falhas. Sua empresa vem oferecendo este tipo de solução cada vez com maior frequência. Afirmou ainda que a Balanças Navarro está entre as três maiores empresas fornecedoras de balanças suspensas e disse que em seu cardápio de ofertas oferece produtos de sua fabricação, de fabricantes nacionais e produtos importados como “Sistemas integrados de colheita para madeiras e sucatas ferrosas” ou “ Sistemas integrados de colheita de produtos agrícolas e indicadores de peso” para usos diversos em áreas classificadas. A empresa possui todas as certificações internacionais de qualidade como ISO 9001 e 17025, além das autorizações de INMETRO e órgãos credenciados para aferição e liberação de equipamentos de pesagem. Por último a empresa possui um moderno centro de assistência técnica que atende não somente seus equipamentos quanto o de outras marcas, pois Marin acredita que o equipamento de pesagem é peça fundamental e a sua parada pode acarretar sérios prejuízos para o bom funcionamento da empresa. Complementa dizendo que mesmo tendo passado por desafios que em determinados momentos pareceram insuperáveis a retomada do crescimento econômico e a retomada dos negócios que vem se consolidando colocam a Balanças Navarro aos 60 anos, como uma senhora jovem e pronta para novos desafios. www.balancasnavarro.com.br

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Homenagem

Saudades eternas

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Foto: Divulgação

Q

Queremos render nossa homenagem a uma pessoa que nos deixou neste ano de 2017 e que irá fazer muita falta. No último dia 22/09 faleceu precocemente o nosso ex-funcionário, amigo e colaborador, Márcio Machado. Ele vinha lutando bravamente contra complicações severas advindas de um diabetes, mas não resistiu às consequências da enfermidade e nos deixou. Márcio Machado iniciou sua trajetória na Grips como auxiliar administrativo, passando a seguir para o departamento comercial. Ocupou cargo de supervisor comercial e depois gerente do departamento comercial.

Ele fez história em nossa empresa e sem dúvida foi um dos alicerces do crescimento da Grips desde a sua

fundação. Muito comunicativo, manteve contato com praticamente todos nossos clientes e colaboradores, seja pessoalmente ou em feiras e outros eventos em que participamos. Esteve presente de forma muito positiva em campanhas vitoriosas que colocaram nossas publicações entre as mais importantes do cenário empresarial brasileiro. Ficam aqui nossas homenagens e a certeza que ele partiu deixando um legado de muitas virtudes como competência, ética, respeito, honestidade, companheirismo, amor ao trabalho, boas amizades e realizações. *Márcio José Machado - 08/10/79 – 22/09/17

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Empresas

Fotos: Divulgação

Tecnologia, segurança e competitividade A Elfe está inovando e com a utilização da arquitetura da Internet das Coisas (IoT) vem conquistando espaços no campo da manutenção industrial.

C

Com histórico em operações de alta complexidade em seus 23 anos de existência, a Elfe construiu um currículo de bons serviços prestados em manutenção industrial e facilities, atendendo aos principais setores da economia com cobertura em todo o território nacional. É com esse nível de competitividade que pretende ampliar sua atuação no segmento de siderurgia. A empresa possui experiência, qualificação técnica e processos maduros de SMS, sempre reafirmando seus compromissos com segurança, meio ambiente e saúde. Conta com mão de obra altamente treinada e qualificada e governança forte e atuante.

Tecnologia Como diferencial de mercado, a Elfe está empregando o melhor das inovações tecnológicas para gerar eficiência e produtividade aos clientes. Com um pacote de serviços que usa a arquitetura da Internet das Coisas (IoT), tem conquistado excelentes resultados nas linhas de produção e na segurança do colaborador. Dois produtos de ponta resultaram do desenvolvimento dessa tecnologia. Um deles é o MachineFlow, que prevê a necessidade de manutenção de equipamentos. Por meio de sensores, aplicativos e B.I., monitora o funcionamento de máquinas através de indicadores como vibração, temperatura e desequilíbrio elétrico. Já o SmartField é uma plataforma composta por ambiente web online, app mobile e B.I. integrado, para gestão eficaz de serviços executados.

Abrangência e credenciais Presente em 23 estados e no Distrito Federal e com centros de serviço operacionais nas regiões Sul, Sudeste e Nordeste, a Elfe tem capacidade de atendimento em todos os estados do país, além de flexibilidade operacional e alta capacidade de mobilização. Além disso, possui as principais certificações nacionais e internacionais: ISO 9001 (qualidade), ISO 14001 (gestão ambiental), ISO 18001 (saúde e segurança), ISO 19600 (compliance) e ISO 37001 (antissuborno). www.elfe.com.br

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Projeções

Economia vive momento de

crescimento

Observamos a inflação sob controle em índices aceitáveis, os juros caindo e a produção aumentando gradativamente. Esta conjunção de fatores nos permite afirmar que deixamos para trás o período mais cinzento da nossa história recente.

D

Henrique Pátria

Definitivamente ingressamos em uma nova era nos negócios em que os indicativos mostram a recuperação da economia brasileira e na maioria das projeções para o próximo ano encontramos um alento positivo. A grande diferença em relação a fases anteriores é que neste momento os empresários estão com cuidados redobrados em suas projeções e planos de expansão. Em passado recente foram muitos casos em que empresas partiram para voos mais altos, onde se incluía compras de novas sedes, atualização de equipamentos, construção de novos depósitos com endividamentos monstruosos e foram surpreendidos no meio do caminho por dificuldades que em alguns casos se mostraram insuperáveis. Ainda existe a dificuldade de que o consumo interno ainda não está restabelecido. A boa notícia é que está crescendo de forma sustentável. Há também uma mudança perceptível de comportamento dos integrantes da grande classe média, que está olhando com desconfiança a chegada desta nova era na sua vida diária. A preocupação em manter o baixo índice de endividamento das famílias é perceptível. Não é menos verdade que se os empresários brasileiros quiserem disputar e conquistar novos espaços no mercado nacional e alguns espaços no mercado internacional (aumento de seu market-share) terão de investir forte em tecnologia e produtividade. O quesito preço aliado à qualidade dos produtos ganha mais corpo entre os consumidores. No campo internacional aqueles espaços onde existe o consumo de

produtos de maior valor agregado ainda estão reservados para poucos países que detém tecnologias mais avançadas. Infelizmente o maior percentual de nossas exportações é composto de produtos primários – grãos e minérios – restando um índice menor para os produtos que carregam tecnologia e inovação em seu conteúdo. Analisando recentes dados divulgados nota-se uma prova consistente que o mercado globalizado está de portas abertas para quem tiver competência. Segundo projeções do Banco Central do Brasil, aceita e confirmada pela maioria dos analistas econômicos, estamos perto de fechar o ano de 2017, com um saldo na balança comercial brasileira na ordem de US$ 65 bilhões o que irá representar um crescimento na ordem de 44,32% em relação ao ano anterior. Ou seja, o mundo está de portas abertas e receptivo para os negócios. No entanto as mesmas estatísticas mostram que a participação de empresas brasileiras no exterior caiu na ordem de 57% em relação ao ano anterior fruto da pouca ousadia e interesse em fincar uma bandeira brasileira em outros países. Creio que este é o momento das empresas, olharem para o comércio exterior com maior interesse. Também devemos considerar que este extraordinário superávit na balança comercial leva a analisar se este também não é o momento de uma maior abertura comercial, já que o Brasil é sempre acusado em ser um dos países comercialmente mais fechados em todo o mundo. No mercado interno e particularmente no setor industrial pode-se perceber que o crescimento em setores

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Projeçþes industriais alĂŠm de fazer uma diferença positiva, vem mexendo com os Ă­ndicies de satisfação e em quase todas as mediçþes a população estĂĄ mais otimista. No segmento siderĂşrgico, segundo dados do Instituto Aço Brasil, a produção de aço bruto entre janeiro e outubro deste ano, havia crescido em 8,5% em relação ao ano anterior. No mesmo perĂ­odo as vendas internas ainda nĂŁo reagiram, pois cresceram somente 1%, mas a boa notĂ­cia ĂŠ que as exportaçþes de aço vĂŞm ganhando corpo e neste mesmo perĂ­odo registraram em valor (US$) crescimento acima de 40%. HĂĄ muito espaço para crescer pois as indĂşstrias ainda trabalham com ociosidade muito acentuada, acima de 40%. A indĂşstria automotiva deďŹ nitivamente ingressou em um novo surto de crescimento e principalmente a exportação de veĂ­culos registrou Ă­ndices extraordinĂĄrios que ďŹ zeram a produção alcançar nĂşmeros que hĂĄ muito tempo nĂŁo se via. A principal associação que congrega os produtores de veĂ­culos revisou para cima em dois momentos as suas projeçþes para este ano e jĂĄ se prepara para novos recordes nos prĂłximos anos. Registre-se aqui que a Volkswagem, uma das lĂ­deres do setor, divulgou que seus planos para o Brasil projetam a produção atĂŠ 2020 de 800 mil veĂ­culos/ano, mais do que o dobro produzido em 2016. O setor de serviços ĂŠ o que vem apresentando um crescimento mais lento e isso se deve ao alto Ă­ndice de desempregados, que obviamente estĂŁo fora do mercado de consumo. É bem verdade que as relaçþes de trabalho estĂŁo passando por mudanças, mas tais alteraçþes no entender de muitos especialistas ĂŠ insuďŹ ciente para estabelecer uma taxa de conďŹ ança entre as partes envolvidas. HĂĄ ainda o problema das anomalias no sistema tributĂĄrio, com muitas distorçþes que precisam ser corrigidas e isto em um estado democrĂĄtico ĂŠ muito lento a sua execução. Outra boa nota a ser ressaltada ĂŠ o clima de empreendedorismo, em muitos casos atĂŠ forçado pelas circunstâncias, pois muitas funçþes deixaram de existir, enquanto outras estĂŁo surgindo. AtĂŠ bem pouco tempo nĂŁo se ouvia falar em proďŹ ssional de TI ou de analista de compliance, mas hoje as portas estĂŁo abertas para tais proďŹ ssionais. Por ďŹ m a questĂŁo polĂ­tica ainda ĂŠ uma incĂłgnita. As pesquisas mais sĂŠrias mostram que as pessoas que sĂŁo formadoras de opiniĂŁo estĂŁo procurando “o novo na polĂ­ticaâ€?, pois a desconďŹ ança e a descrença atingiram nĂ­veis altĂ­ssimos no Brasil. HĂĄ uma crise de representatividade, nos trĂŞs poderes da repĂşblica nunca anteriormente observada. Mas aquilo que se chama de ‘novo’ na verdade nada mais ĂŠ que a volta aos valores ĂŠticos e morais, o repĂşdio a corrupção, a mostra real da transparĂŞncia em todos os atos, o afastamento da desonestidade no trato da coisa pĂşblica. Na verdade o ‘novo’ que estĂĄ sendo falado nada mais ĂŠ do que lideranças polĂ­ticas que possam dirigir a nação brasileira para um crescimento consistente, atĂŠ mesmo conservador e dentro de uma rota planejada, observando os valores republicanos e democrĂĄticos. NĂŁo existe e nĂŁo precisamos de um super herĂłi.

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*Henrique PĂĄtria ĂŠ editor chefe da revista Siderurgia Brasil. www.favorit.com.br

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Fotos: Depositphotos.com

a porta de entrada e a maior garantia para o sucesso

Aperfeiçoamento logístico:

Logística e Transportes

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Leonardo Zenóbio, diretor da Usiminas, fala da evolução do modelo de logística como ferramenta para o engrandecimento do setor siderúrgico. Marcus Frediani

A

Foto: Leonardo Galvani

A competição é inerente ao mundo dos negócios. Por conta disso, as organizações estão sempre buscando se diferenciar de seus concorrentes, investindo cada vez mais na atualização tecnológica de seus parques industriais, notadamente por meio da aquisição de ferramentas, máquinas e matérias-primas de alta qualidade, capazes de garantir a a durabilidade de seus produtos. Com isso, logística deixou de ser apenas a movimentação interna ou externa dos materiais produzidos, para ganhar um upgrade de status. Dentro da proposta do Supply Chain Management, ela passou a ser a entrega dos produtos no tempo certo, na quantidade certa, no lugar certo e da maneira correta, trazendo consigo a fidelização dos clientes e, ainda, outro aspecto importantíssimo: a redução de custos. Por tudo isso, no setor siderúrgico, a manutenção da logística num papel de protagonismo, perfeitamente alinhado ao planejamento de negócios da empresa, é absolutamente fundamental. Entre outros aspectos relevantes – tais como as tendências do setor

e os novos desafios que virão a reboque do tão esperado reaquecimento da economia brasileira –, é o que revela Leonardo Zenóbio, diretor executivo de Logística da Usiminas, nesta entrevista exclusiva concedida à revista Siderurgia Brasil. Acompanhe! Siderurgia Brasil: Segundo especialistas, os custos logísticos, hoje, no Brasil, são, no mínimo, o dobro da média dos países desenvolvidos, o que, seguramente, reduz a competitividade de nossas empresas. De que forma isso afeta as atividades da Usiminas, notadamente no que diz respeito à precificação dos produtos? Leonardo Zenóbio: Os custos logísticos têm se tornado cada vez mais relevantes dentro dos custos e despesas da cadeia do aço no Brasil justamente pela carência de uma infraestrutura logística adequada e integrada entre modais. Isso, é claro, afeta a competitividade dos preços dos produtos brasileiros frente a produtos de países desenvolvidos, que em sua maioria tem o desenvolvimento da

infraestrutura logística como política de Estado e não política de governo, o que garante a continuidade dos planos estratégicos ao longo do tempo. Existe também uma consciência que investir em infraestrutura alavanca a economia do país em um primeiro momento e, num segundo momento, alavanca os usuários desse sistema com uma logística mais “limpa e racional”, com uma matriz de custo adequada e competitiva, que reflete na precificação dos produtos. Face a esses problemas, como vocês operam e conseguem eficientizar os custos do sistema de controle de estoques da companhia, a fim de otimizar a competitividade? A Usiminas tem como prioridade máxima honrar seus compromissos com os clientes, e nossos estoques de acabados são posicionados de tal forma que garantam o nível de serviço esperado. Tendo isso como premissa, trabalhamos a nossa matriz logística com menor custo possível frente aos desafios, criando as possibilidades de atendimento logístico, por meio de

Dentro da usina, a maior parte da nossa movimentação é feita através de recursos ferroviários. Temos uma malha ferroviária extensa em nossas usinas, o que torna os nossos custos competitivos. NOVEMBRO/DEZEMBRO 2017 SIDERURGIA BRASIL 25

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Logística e Transportes várias rotas possíveis, definindo as ideais e as alternativas para eventuais necessidades. E como se dá a movimentação interna dos produtos? Dentro da usina, a maior parte da nossa movimentação é feita através de recursos ferroviários. Temos uma malha ferroviária extensa em nossas usinas, o que torna os nossos custos competitivos. E o nosso maior desafio internamente é reduzir e otimizar os movimentos dentro das solicitações. Nas entregas, a Usiminas atua exclusivamente pelo modal rodoviário? Têm frota própria, terceirizada ou mista? Não. Utilizamos os três modais possíveis e as possíveis integrações entre eles: rodoviário, ferroviário e marítimo. Não temos frotas próprias para o modal rodoviário. Contratamos empresas transportadoras especializadas no transporte de produtos siderúrgicos. Quais sãos as vantagens e desvantagens da terceirização para vocês? No Brasil, existem várias empresas transportadoras de produtos si-

No Brasil, existem várias empresas transportadoras de produtos siderúrgicos extremamente competentes. derúrgicos extremamente competentes, focadas em dar competitividade em suas operações, seja por meio de redução de custo operacional, seja pelo desenvolvimento de cargas entre vários clientes, de tal forma que estejam sempre ou em grande parte do tempo carregados quando em movimento nas estradas. Carretas vazias e ou paradas implicam perda de eficiência.

Assumir essa operação, entretanto, não seria mais positivo para a Usiminas? Não. Não faria sentido para nós assumirmos essa operação. Em primeiro lugar, porque esse não é o nosso core bussiness e, em segundo, porque somos somente uma “perna” dessa viagem. Além disso, dependemos de outros modais também que não estariam sob nossa gestão. A nossa função é trabalhar com parceiros dos três modais, que garantam o nível de atendimento e competitividade adequado com a segurança e a qualidade exigidas. Como funciona o processo de expedição da Usiminas até chegar ao destino, em termos de fornecimento aos clientes no Brasil? A Usiminas produz para maioria de seus clientes através de MTO (NE: Manual Técnico Orçamentário, do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, que contém instruções técnicas e orçamentárias, principalmente as referentes ao processo de elaboração da Proposta Orçamentária da União das Esferas Fiscal e da Seguridade Social) e faz o transporte de seus produtos até a porta do cliente. A empresa possui a estratégia de atendimento para cada um dos seus clientes. Basicamente, com essa estratégia – após a liberação do material –, confirmamos ou alteramos a rota logística prevista, criando as programações das cargas otimizadas para carregamento dos modais previstos e solicitamos os recursos. Claro que já existe um compromisso de recursos previstos ao longo do tempo em função dos planejamentos definidos previamente. Sem este planejamento praticamente seria impossível buscar a otimização da malha para atendimento. E nos de exportação, como funciona essa logística? Da mesma forma. Exceto pelo fato de que o destino final serão os nossos terminais portuários, ou de terceiros, considerando, naturalmente, a nossa necessidade de garantir que o lote integral de produtos a serem carregados

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Logística e Transportes

no navio esteja no terminal no ato da chegada, pois as multas de espera são altas e relevantes em termos de custo. Como pode ser considerada, em termos de níveis de ocorrências, a incidência de roubo de carga no negócio de vocês? Como a empresa se previne contra ele? São relativamente baixas, principalmente em função do trabalho de prevenção que realizamos. A chave do sucesso é a “Gerenciadora de Riscos”, que em conjunto conosco cria ações mitigadoras para minimizar as possibilidades de roubo de carga, seja por meio do monitoramento, seja por meio do plano de viagem proposto, entre outras ações. E como funcionam os sistemas de rastreamento dos produtos que vocês utilizam? A Usiminas consegue identificar em nossos sistemas internos o status do produto, estando ele nos armazéns das usinas, nos centros de distribuição ou em depósitos fechados. O sistema indica também se os produtos estão em trânsito. O rastreamento dos produtos em trânsito é realizado por meio de aplicações específicas disponibilizados para os modais ferroviários e marítimos. Para o modal rodoviário existe uma especificidade: para nós são considerados “rastreados” somente os conjuntos (ca-

valos e carretas) que possuírem localizador, interface de comunicação com o motorista e sensor de desengate do cavalo/carreta. Já os conjuntos que possuem somente o localizador ou celular são denominados por nós de tele monitorados. Atualmente 50% dos conjuntos que trabalham conosco são rastreados e 50% tele monitorados. Quais são as principais novidades e tendências em termos de logística e transporte de aço que você enxerga no horizonte e, eventualmente, já se encontram implantadas na Usiminas? São várias. Entre elas, podemos relacionar as tecnologias que transformam os armazéns convencionais em armazéns autônomos, com baixa interferência humana; o uso de sistemas de rastreamento mais seguros, com custos mais acessíveis, seja nos produtos, seja no ativo em circulação; e o surgimento, no Brasil, de empresas especializadas em logísticas integradoras, com soluções otimizadas de entregas e consolidação de cargas. Nesse campo, o que deveremos ver em breve especificamente para o setor rodoviário? Muita coisa também, como o uso de tecnologias de forma massiva para o controle e garantia de cumprimen-

to da legislação de trânsito nas estradas (excesso de velocidade, excesso de peso, entre outras). E a boa notícia é que já existem iniciativas claras do governo nesse sentido. Outra novidade/ tendência é a Logística Compartilhada – que sempre foi uma busca, mas limitada pelo alcance entre as empresas/ transportadoras –, que, a partir de agora, deixa de ser um limitador por meio do desenvolvimento de aplicativos de consolidação de cargas e recursos para diversos destinos, permitindo, assim, compartilhar efetivamente as viagens ou aproveitar as origens e destinos, evitando que as carretas viajem vazias. Hoje, já existem aplicativos no mercado, mas reconhecemos que eles necessitam ainda ser aprimorados como modelo de negócio. A Usiminas tem avaliado todas estas tendências. E quais os principais desafios que vêm por aí, em função de um possível reaquecimento da economia nacional? Como vocês estão preparados para vencê-los? O aquecimento da atividade econômica é sempre uma grande notícia. Mas, claro, com essa retomada, chegam também novos desafios. Especificamente na logística – mas não tão diferentemente do que ocorreu em outros setores –, quando houve a retração econômica, muitos investimentos deixaram de ser realizados e equipamentos foram deixados parados, gerando inclusive perdas tecnológicas. O principal desafio para todos nós agora é saber o quão ágeis todos seremos para que, num pequeno espaço de tempo, possamos adequar o sistema logístico. Isso porque funcionamos como uma engrenagem, e se um setor for a um ritmo diferente dos demais, pode travar toda a máquina. Em função dos níveis de crescimento do nosso mercado, a Usiminas tem se planejado e replanejado periodicamente, de tal forma que possamos antever o que virá, compartilhando tais informações com nossos parceiros, a fim de garantir que todos estejam no mesmo ritmo de retomada e a “máquina não trave”.

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A

6ª - 10H

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19H - SÁBADO - 9H

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1 0 MI N U TOS DO A E ROP ORTO DE C ON G ON H AS

17H

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Entidades

Os dados de comércio exterior do 3º trimestre Com as exportações não confirmando a escalada de crescimento e o mercado interno devagar, o setor representado pelo Sicetel ainda vive índices altos de ociosidade.

O

O déficit comercial do Sicetel, acumulado até setembro de 2017, foi de 125,8 milhões de dólares e representa uma queda de 13% sobre igual período do ano passado. Esse montante é resultado de um déficit de 6 milhões de dólares nos produtos planos (21%) e 119,8 milhões de dólares nos produtos longos (12%). Embora no acumulado do ano os números ainda mostrem uma importante redução do déficit em relação ao ano passado, quando analisamos o 3º trimestre verificamos um forte aumento do déficit comparado com igual trimestre do ano anterior. O aumento do déficit no terceiro trimestre de 2017 interrompe uma sequência de 12 trimestres consecutivos de redução do déficit comercial desses produtos. O último aumento do déficit foi no segundo trimestre de 2014. O aumento do déficit é influenciado mais pela forte queda nas exportações do que pelo aumento das importações, o que está em linha com ajuste das contas externas do Brasil As importações dos produtos fabricados pelas empresas associadas ao Sicetel no acumulado até setembro caíram 2% em relação ao mesmo período de 2016 e aumentou 5% quando analisamos o terceiro trimestre em relação ao mesmo trimestre do ano passado. As importações aumentaram pelo segundo trimestre seguido e, se mantida essa tendência, deveremos fechar o ano com um ligeiro crescimento, após dois anos de fortes quedas. O aumento das importações era esperado com o fim da recessão que atingiu a economia brasileira nos últimos anos, mas esperamos que a maior parte do aumento da demanda gerada pelo reaquecimento da economia seja atendida pelo parque industrial brasileiro, que trabalha com elevada ociosidade. Temos reiteradamente – diria até obsessivamente – chamado a atenção para a importância da taxa de cambio para competitividade do produto industrial brasileiro, tanto no

mercado doméstico quanto no mercado externo; talvez isto seja até mais importante do que a proteção tarifaria do imposto de importação. O Sicetel entende que, neste momento que o Brasil projeta uma maior inserção no mercado internacional, seria importante uma revisão das alíquotas do imposto de importação, implantando uma escalada tarifaria que permita uma proteção efetiva e equilibrada nas cadeias produtivas, de modo que, quanto maior o valor agregado do produto, maior seria a sua tarifa. As exportações dos produtos fabricados pelas associadas do Sicetel caíram 5% no acumulado até setembro de 2017 em relação a igual período de 2016, resultado de uma queda de 11% nas exportações de produtos planos e de um aumento de 5% nas exportações de longos. No terceiro trimestre de 2017, comparado com igual período de 2016, as exportações do segmento caíram 17%, resultado de uma queda 25% nas exportações de planos e de 3% nas exportações de longos. Mantida essa tendência, o setor deverá apresentar em 2017 uma queda nas suas exportações, depois de dois anos de forte crescimento. O mercado mundial de aço vive a sua pior crise da história, com um excedente de capacidade de mais de 700 milhões de toneladas, e não se vê perspectiva de melhora neste mercado no curto e médio prazo – embora a OCDE venha coordenando discussões para uma redução voluntária do excedente – mas o sucesso dessa empreitada depende fortemente da China, que detém a maior parte desta capacidade. A produção mundial de aço, acumulada até setembro de 2017, cresceu 5,7% em relação a igual período do ano passado. A produção chinesa cresceu 6,3% e representou 50% do total. A produção brasileira de aço bruto acumulada até setembro aumentou 9,1% e o consumo aparente de aço cresceu 5%, resultado do aumento de 13,1% no consumo de planos e da queda de 4,8% no de longos.

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1) Saldo Comercial do Sicetel

Unid. U$1000

3º trimestre

Linhas de produto

2017

Planos

2016

-11.322

-5.319

Acumulado do ano Var. 113%

2017 -6.034

2016 -7.669

Var. -21%

Longos

-44.968

-38.525

17%

-119.763

-136.863

-12%

Total

-56.290

-43.844

28%

-125.797

-144.532

-13%

2) Importação Linhas de produto Planos

Unid: kt 3º trimestre 2017

2016

23.082

22.838

Acumulado do ano Var. 1%

2017 58.062

2016

Var.

64.720

-10%

Longos

54.740

51.247

7%

151.607

149.401

1%

Total

77.822

74.085

5%

209.669

214.121

-2%

3) Exportação Linhas de produto

Unid: kt 3º trimestre

Acumulado do ano

2017

2016

Var.

2017

2016

Var.

Planos

45.516

60.468

-25%

149.028

167.385

-11%

Longos

31.412

32.315

-3%

93.391

88.772

5%

Total

76.928

92.783

-17%

242.419

256.157

-5%

Fonte: Alice MDIC

Lembramos que a China tem expectativa de ser reconhecida como economia de mercado, o que dificultaria enormemente os processos antidumping contra os produtos daquele país. As autoridades dos Estados Unidos e da União Europeia já colocaram restrições a esse reconhecimento e o Brasil ainda não se posicionou. A China é atualmente o nosso maior parceiro comercial. As principais entidades do setor empresarial – o Sicetel incluso – têm atuado fortemente junto as autoridades governamentais para o imediato aumento do Reintegra para, no mínimo, 5%, como forma de compensar, pelo menos parcialmente, os impostos não compensáveis. O Sicetel vai além e sugere um Reintegra com percentuais mais robustos e crescentes de acordo com a agregação de valor ao produto: quanto maior o valor agregado, maior deve ser o percentual do rebate. A retomada do crescimento da economia brasileira está sendo mais lento e é importante comemorar o desempenho da indústria automobilística, que vem conseguindo forte aumento no volume exportado, dado o elevado valor agregado desses produtos e do alto poder de alavancagem da produção de toda a cadeia metal mecânica. Esperamos que o sucesso na exportação de automóveis se torne perene e se constitua num primeiro passo para reduzir a participação dos produtos primários na nossa pauta de exportação. Precisamos agregar valor aos produtos brasileiros exportados. www.sicetel.org.br

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Estatísticas

Setor espera por correções de anomalias para voltar a crescer

S

considerarmos a queda de 32,2% registrada entre os anos de 2013 e 2016, e ainda deixarmos de considerar nsiderar o que era possível ter crescido o neste período. Já a produção deve aumentar 9,2% em relação o ao ano passado. Mas estee número deve-se à entradaa em operação da Companhia Siderúrgica do Pecém m (CSP), enquanto o consumo aparente t de d aço deve crescer 5,2% em 2017. Não há muito a comemorar com o crescimento do consumo aparente porque ele será significativamente suprido pelas importações, cuja previsão de crescimento é de 33,5% este ano. Há ainda a preocupação do setor com o aço no mundo. Segundo dados divulgados pela World Steel Association, existe um excedente mundial na casa das 770 milhões de toneladas. Com este estoque, aliado a ociosidade que as empresas enfrentam e que no Brasil está

Sem a correção das assimetrias competitivas e da retomada dos investimentos em infraestrutura, a estimativa do Instituto Aço Brasil é de que as vendas de aço no mercado interno só retornarão aos níveis de 2013 em 2028, ou seja, 15 anos depois! No acumulado do ano, entre janeiro e outubro a produção revelou um avanço de 8,5%, passando de 26.279 milhões de toneladas em 2016 para 28.513 milhões. Neste numero está considerada a produção da Usina de Pécem no Ceará que somente começou a operar no fim do ano passado. Se expurgarmos esta produção o crescimento registrado será de 3,4%. Já no mercado interno as vendas foram de 14.055 milhões de toneladas em 2017, contra 13.935 milhões em 2016. Praticamente não houve avanço. Segundo os dirigentes do Instituto Aço Brasil, as vendas internas em 2017, deverão registrar crescimento na ordem de 1,2% que é muito tímido se

Indústria do Aço no Brasil - Síntese Previsão divulgada em 26/07/2017

ESTIMADO 2017

17/16 (%)

3,8

34.154

9,2

-9,0

-1,3

16.723

1,2

13.432

-2,1

9,1

15.383

14,5

8.446

-3,1

-

9.912

17,4

2016

16/15 (%)

PRODUÇÃO AÇO BRUTO (106 t)

31.275

-6,0

VENDAS INTERNAS (*)

16.525

COMÉRCIO EXTERIOR EXPORTAÇÕES (106 t)

ESPECIFICAÇÃO

Semi-acabados

Previsão 17/16 (%)

NOVA Previsão

(US$ Bilhões)

5.594

-15,0

32,6

7.690

37,5

IMPORTAÇÕES (106 t) (US$ Bilhões)

1.879 1.683

-41,5 -45,9

18,8 11,8

2.508 2.375

33,5 41,2

18.217

-14,4

1,1

19.167

5,2

CONSUMO APARENTE (106 t)(**)

PREVISÃO 2018

18/17

17.414

4,1

20.104

4,9

(*) Exclui as vendas para dentro do parque. (**) Vendas Internas + Importação por Distribuidores e Consumidores. Fonte: Aço Brasil/MDIC-SECEX

7

na casa dos 35% a relação produto X preço fica muito prejudicada. Alé disso, o IABr cobra a neAlém cessid cessidade do governo brasileiro esta atento a medidas ágeis e estar e eficazes de defesa comercial c contra práticas abusivas de c comércio praticadas por out tros países, como é o caso do antidumping de bobinas a quente. N curto prazo, devido a previsão No do Instituto Aço Brasil é que as exportações de aço cresçam 14,5% este ano na comparação com 2016, ressaltando-se que este aumento em relação ao ano anterior deve-se em parte às exportações da CSP. Esta tem sido a válvula de escoamento do produto nacional. O IABr juntamente com outras sete entidades está tratando de estabelecer uma coalizão entre empresas relacionadas a construção civil como Associação de Cimento Portland, o Secovi, a Anamaco e outras cujo objetivo é apresentar ao governo uma pauta emergencial, para ser implantada imediatamente visando a reativação da área da construção civil no Brasil com a consequente retomada das atividades além da geração de um grande número de empregos diretos no setor. Ao lado deste pleito o IABr, também classifica como emergencial suas demandas no sentido de recolocar o Programa Reintegra na casa da devolução de 5% por meios de créditos de produtos exportados e o pleito do Brasil junto ao governo americano, para que o Brasil fique fora da chamada emenda 232, que irá taxar a importação de aço por empresas americanas sob a alegação de fator de segurança nacional. Se tal medida ocorrer, isto irá restringir as nossas exportações, causando grandes danos para a indústria siderúrgica nacional. www.acobrasil.org.br

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Registrada estabilidade nas vendas em níveis muito baixos

C

Conforme divulgado pela ABIMAQ – entidade que representa o setor de máquinas e equipamentos – as vendas realizadas pelo setor de bens de capital mecânicos, ficaram estáveis em outubro de 2017, registrando uma queda de 0,4%. Este resultado somente foi obtido porque as exportações continuam sendo a “tábua de salvação” uma vez que o consumo interno no mesmo período registrou uma queda de 10%. As receitas líquidas totais registraram queda de 3,1% enquanto as exportações registraram crescimento de 13,1%. Segundo o presidente executivo da entidade, José Velloso, a entidade ainda não consegue ver sinais de melhora. O único ponto positivo a ser ressaltado é que a queda deste ano é menor do que os anos anteriores e a exportação, principalmente para a América do Sul tem apresentado crescimento muito consistente. Segundo ele e Mario Bernardini, que foram

os porta-vozes da entidade os financiamentos disponíveis, via Finame ou BNDES, a despeito da queda de juros que o Brasil vem observando, ainda não são motivadoras suficiente para retornarem os investimentos em novos equipamentos. A ociosidade da indústria em níveis muito altos, também contribui para que seja retardada a retomada do crescimento do setor. Segundo eles, já houve alguma melhora no setor principalmente a reforma trabalhista que veio dar uma pouco mais de segurança jurídica para as empresas, assim como facilitar a relação entre as partes envolvidas. Esta reforma, no entanto amenizou o problema, mas deverá ser retomada o mais breve possível para que seja concluída e para que o Brasil se torne um país moderno e tenha mais

possibilidades de geração de empregos. Outro ponto salientado é quanto à discussão e aprovação do mecanismo chamado Reintegra que devolverá aos exportadores em forma de compensações até 5% dos valores exportados. Segundo eles o processo de exportarmos impostos, nos tira a competitividade no mercado internacional. Este projeto vem sendo aguardado não somente pela Abimaq, assim como todas as entidades que abrigam empresas exportadoras em seus quadros. Finalizando, a projeção de crescimento do setor para este ano, está na casa dos 3 a 5% e é muito grande a expectativa de que com a retomada da economia em 2018, possamos esperar um quadro mais positivo. www.abimaq.org.br

Distribuição de aço ainda não encontrou o ritmo ideal

S

Segundo dados divulgados pelo Sindisider – entidade que congrega os distribuidores de aços planos – no mês de outubro foi registrada uma alta nas vendas de 0,6%. Foram comercializadas 267 mil toneladas, contra 265,4 mil toneladas do mês anterior. E se comparado com outubro do ano passado o crescimento apurado foi de 4,2%. No acumulado do ano há uma retração de 3,3% pois no período de janeiro a outubro de 2016, foram vendidas 2.569,9 mil toneladas contra 2.485,7 mil toneladas deste ano. Já com respeito às compras das usinas foi registrada uma queda de

2,2% sendo adquiridos 257,5 mil toneladas. Também se comparado com m outubro de 2016, a queda foi maior, de 5,6% pois naquele mês haviam sido compradas 272,9 mil toneladas. Com respeito às importações diretas foi registrada uma queda de 13,6 % com um total de 117,9 mil toneladas. Se comparado com o ano passado a queda foi de 13,5%. Deste total 48,2% foi originário da China que continua sendo o maior exportador de aços planos para nosso país.

Com este movimento os Co estoques tiveram uma queda de 1,1% e atualmente representam um giro de 3,3 de vendas. 3 3 meses me Segundo Carlos Loureiro, presidente do Sindisider estes números mostram que o setor ainda não conseguiu adquirir musculatura suficiente para sair confortavelmente da crise por que passou nos últimos anos. Ele ainda afirmou que as projeções para o mês de novembro indicam para mais uma queda na casa dos 5 a 7%. www.sindisider.org.br

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Vitrine

Setor de implementos rodoviários na rota do crescimento Divulgação

Mesmo apresentando uma retração perto da casa de 5%, a indústria de implementos rodoviários comemora o bom desempenho neste ano. “O segmento está completando sua recuperação e deverá seguir em rota ascendente daqui para diante”, celebra Alcides Braga, presidente da ANFIR-Associação Nacional dos Fabricantes de Implementos Rodoviários. A indústria emplacou, de janeiro a novembro, 22.454 unidades ante 21.492 entregues ao mercado no mesmo período de 2016. O segmento de carroceria sobre chassis segue em retração de 11,2%, com 31.314 emplacamentos em 2017 contra 35.263 produtos entregues ao mercado de janeiro a novembro de 2016.

Anunciantes

Aços Favorit Distribuidora Ltda. ............................................................................................................................... 23 Anuário Brasileiro da Siderurgia 2018 ...............................................................................................................3a capa Balanças Navarro Indústria e Comércio Ltda. .............................................................................................................13 Divimec Tecnologia Industrial Ltda. ........................................................................................................................... 9 Elfe - Operação e Manutenção S.A. .........................................................................................................................11 Esquadros Indústria e Comércio Ltda. ....................................................................................................... 21 e 4 a capa Feimec 2018 .......................................................................................................................................................... 29 Fenasucro 2018 ..................................................................................................................................................... 27 Grips Editora .......................................................................................................................................................... 31 JI Desenvolvimento Humano ................................................................................................................................... 31 Lubrimatic Comercial Ltda. - EPP ..............................................................................................................................15 Mecânica 2018 ...................................................................................................................................................... 22 Metalúrgica Golin S.A. ....................................................................................................................................2a capa Opportunity ...........................................................................................................................................................19 Steel Warehouse Cisa Indústrias de Aço Ltda. .......................................................................................................... 23

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Revista Siderurgia Brasil  
Revista Siderurgia Brasil  

A revista de negócios do aço - edição 126

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