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Abordagem do General Qi às Artes Marciais

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Artigo publicado originalmente no Journal of the Chen Style Taijiquan Research Association Of Hawaii, Vol. 3, No. 2, Summer 1995, 1-3 (minor editorial changes/clarifications, July 2006)

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Por Stanley Henning

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Seguidores O General da Dinastia Ming, Qi Jiguang (1528-1587 ), apresenta concisa e claramente sua visão no treinamento em artes marciais no seu Novo Livro de Disciplina Eficaz (1561) e Registro Real do Treinamento (157 1). [1] Nestes trabalhos, podemos ver aplicações práticas do melhor em tradições militares chineses. Eles revelam que, provavelmente mesmo bem antes do tempo de Qi, as artes marciais praticadas em vilarejos como parte do treinamento de milícia, também tinham evoluído gradualmente em uma forma de recreação, e tinham se tornado caracterizados pelos movimentos "floreados" associados com uma expressão pessoal do estilo de um indivíduo. Qi condenava estas artes marciais "floreadas" como indisciplinadas e inapropriadas para uso militar em combate, e enfatizava que, "... em treinamento de tropas, o bonito não é prático e o prático não é bonito..." [2]

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A visão de Qi no papel do boxe era como fundação e desenvolvimento de habilidades com armas (primariamente facão e armas longas em operações anti piratas), conforme as explicações rigorosamente contidas na Bibliografia Histórica de Han (c. 90 A.D). [3] Com este propósito em mente, Qi desenvolveu uma rotina de boxe composta de 32 formas selecionadas com o que era considerado serem os melhores estilos da época. O resultado foi seu capítulo entitulado, "Clássicos Essenciais do Boxe", no Novo Livro de Disciplina Eficaz. [4]

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Arquivo do blog ▼ 201 1 (9) ► Julho (1 ) ► Fev ereiro (1 ) ▼ Janeiro (7 ) Artes Marciais Chinesas no Século 1 9 - Parte 1 Mito e História nas Artes Marciais Chinesas Abordagem do General Qi às Artes Marciais Mapeando o DNA do Kung Fu Uma Entrev ista com o Professor Ma Mingda Mitos das Artes Marciais do Monastério Shaolin Ignorância, Lendas e Taijiquan ► 201 0 (4) ► 2009 (8)

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Embora o boxe, com seus ágeis movimentos, era considerado ser a fundação para o uso de armas, era apenas um elemento do regime completo de treinamento de Qi. O regime de treinamento incluía: manter uma constituição completa de luta (através dos trabalhadores remanescentes); fortes mãos e braços através do treinamento com armas mais pesadas que o normal; pés fortes através de corridas por mais de 550 metros sem arfar para respirar e, usando pesos de tornozelo (sacos de areia) enquanto corre, e resistência e força geral do corpo por treinamento enquanto vestia armaduras mais pesadas que o normal. [5] Força, resistência e agilidade eram traços físicos valorizados nos militares chineses dos tempos mais antigos. Levantamento de pesos, corridas de longa distância, pulo, escalada, e natação estavam entre as atividades associadas ao treinamento militar e proezas de artes marciais pelos séculos. [6] No entanto, isto não quer dizer que a força bruta era considerada um fator determinante em batalha. Pelo contrário, cérebro era favorecido sobre músculos em táticas de combate corporal. Isto é mais claramente mostrado em no Clássico da Espada de Yu Dayou (15031580), que Qi incluiu na sua integridade como um capítulo no seu Novo Livro de Disciplina Eficaz. De acordo com um dos versos comuns de Yu, "Use força antes que seu oponente libere a força. Enquanto o oponente está ocupado,eu espero calmamente; observo seu rítmo e deixo que se debata." A chave da tática de Yu é, "Ganhe vantagem do ponto em que sua força velha passou e antes que sua nova força seja liberada" [7 ] Portanto, pode-se ver no período Ming das artes militares, teorias básicas escritas similares com as que mais tarde apareceriam no chamado clássicos do taijiquan. Qi combinou sua necessidade por aptidão física e táticas corporais efetivas em um programa de treinamento geral que absteve rotinas "floreadas" e salientou técnicas de armas realísticas usando lutas controladas e acerto de alvos. Recompensas e punições eram usadas para encorajar alta proficiência. [8]

Referências 1. Qi Jiguang 戚繼光, Jixiao Xinshu 紀效新書( New Book of Effective Discipline) , 1561 (Taibei: Taiwan Commercial Press, 197 8); Lianbing Shiji 練兵 實紀 (Actual Record of Training), 157 1, in Zhang Haipeng, ed., 張海鵬 Mohai Jinhu 墨海金壺, Vol. 23 (Taibei: Wenyou Shudian, 1969). Qi Jiguang, New Book of Effective Discipline, Introduction, pp. 5, 17 ; Actual Record of Training, Introduction, p. 13812, juan 4, 13963. Henning, “The Chinese Martial Arts in Historical Perspective”, Military Affairs Vol. XLV, No. 4, 1981, p. 17 4: “The Han History Bibliographies – completed around 90 A.D.) provide the first broad definition of the martial arts, which constituted one of four categories under the major heading, “Military Writings”. They are defined simply as “skills’ or “techniques” to practice use of the hands and feet, and to converted by Web2PDFConvert.com


facilitate the use of weapons to gain victory through offense or defense. Based on the bibliographical listing, these skills included archery, fencing, boxing, and even an ancient game of football or cuju 蹴鞠for agility and maneuver in the field. The entry on boxing or shoubo 手搏as it was called, appears to be the earliest clearly identifiable reference to Chinese boxing. Commentaries on the entry differentiate shoubo from wrestling, which was categorized as a military sport as opposed to a combat skill.” Wang Xiangqian 王先謙, ed., Hanshu Buzhu 漢書補注 (Annotated Han History), Changsha, 1901, juan 30, p. 64. Qi Jiguang, New Book of Effective Discipline, juan 14, pp. 187 -194; Gu Shi 顧實, ed., Hanshu Yiwenzhi Jiangshu 漢書藝文志講疏 (Annotated Han History Bibliographies) Shanghai: Shanghai Guji Chubanshe, 1987 , pp. 204206; Shen Shou 沈壽, Taijiquanfa Yanjiu 太極拳法研究( Taiji Boxing Methods Research) , Fuzhou: Fujian Renmin Chubanshe, 1984, p. 131. Qi Jiguang, Actual Record of Training, pp. 1397 8-7 9. 6. Li Quan 李筌, Taibai Yinjing 太白陰經 (Mysterious Military Classic, lit. Dark Classic of Planet Venus), Tang Dynasty, in Zhang Haipeng, ed., Mohai Jinhu, Taibei: Wenyou Shudian, 1969, juan 2, pp. 13345-47 ; Du You 杜佑, Tang Dynasty, Tong Dian 通典( Comprehensive Compendium) Zhejiang Shuju, 1896, juan 148, pp. 23a, b; Zhao Silian 兆思廉, Chen Shu 陳書 (Chen History), 557 -589 A.D., Shanghai: Zhonghua Shuju, 1936, juan 8, p. 2a, juan 10, p. 2a, juan 11, p. 1a.Qi, New Book of Effective Discipline, juan 12, pp. 152-169. 8. Qi, ibid, juan 6. Os nossos leitores gostaram igualmente de

A Doutrina de Espada da Dama de Yue As Quatro Fases das Artes Marciais Chinesas Kuoshu BR: Quem é o seu Pai? Kuoshu BR: Mestre e Comandante: Chang, Fu Chen de Taiwan

Postado por Mark o às 17:36 Marcadores: História das Artes Marciais Chinesas

3 comentários: Trevanian disse... showw, adorei o blog. =) 16 de janeiro de 2011 21:35

Julio disse... muito bom 17 de janeiro de 2011 05:42

Vanderlei disse... Muito bom,ótimos textos. Bom trabalho na tradução, obrigado! sucesso e parabéns pelo blog. 19 de janeiro de 2011 14:07

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