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inverte, torna-se esquerda. Portanto, a causa da rotação pélvica direita é o recurvatum do joelho direito. Gibosidade lombar leve à esquerda: uma rotação pélvica pode estar associada a uma gibosidade lombar homolateral. Havendo rotação pequena entre sacroL5 e rotações ainda menores entre todas as vértebras lombares, uma rotação pélvica causada por um desequilíbrio dos membros inferiores leva facilmente toda a região lombar a uma rotação homolateral. Aqui vemos que a rotação pélvica é direita, enquanto a gibosidade é esquerda, mas, se eliminarmos a hiperextensão do joelho direito, a rotação pélvica tornase esquerda. Aí precisamos procurar qual a causa desta rotação esquerda. O exame detalhado das torções do membro inferior revela um ângulo de torção submaleolar negativo à direita, o que demonstra uma diminuição do arco plantar longitudinal do pé direito que se apoia mais sobre o bordo interno, o que leva a uma rotação pélvica, acompanhada por gibosidade contralateral, isto é, esquerda. Caída de membros superiores no plano sagital: membro superior direito cai no terço anterior da coxa. Membro superior esquerdo cai parte no terço anterior da coxa e parte diante dela. O exame do sulco deltopeitoral revela maior profundidade do lado esquerdo, portanto o membro superior deve estar sendo tracionado para a frente desde a sua porção proximal em virtude provavelmente da maior tensão de peitoral maior. O exame do posicionamento das escápulas revela o bordo interno da escápula esquerda mais afastado do eixo raquidiano do que o da escápula direita — confirma-se maior tensão de peitoral maior deste lado. O exame da flexibilidade geral em torção indica distância cotovelo-châo à esquerda — 25 cm, à direita — 10 cm. Portanto, do lado esquerdo o peitoral deve estar bloqueando a chegada da mão no chão. Efetiva-mente há uma diferença importante de tensão de peitoral maior, mais significante à esquerda. Caída de membros superiores no plano frontal: o membro superior direito é mais caudal. O esquerdo é mais cefálico. Como a pelve está equilibrada no plano frontal, esta diferença deve estar relacionada com um desequilíbrio da cintura escapular. O exame das clavículas revela uma maior inclinação da clavícula esquerda. Sua extremidade externa encontra-se mais cefálica, o que demonstra excesso de tensão do elevador da escápula e do trapézio superior. Como a escápula esquerda está em báscula interna, a maior tensão deve ser do elevador da escápula. O antebraço direito tem maior contato com a região lateral do quadril do que o esquerdo: esta diferença deve estar relacionada com a posição do tronco no plano frontal. O exame do perfil da cintura revela um ângulo da cintura mais fechado à direita, o exame do deslocamento do tronco no plano frontal, uma tendência para a direita. Deslocamento do tronco para o lado do ângulo mais fechado corresponde a uma possível escoliose. O exame para diagnóstico de gibosidade confirma uma leve gibosidade à esquerda (o que leva o tronco a uma inclinação à direita).

Angela santos diagnóstico clinico postural  
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