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suficiente para permitir o movimento. Nesse caso, há recuo da lombar superior e até mesmo da dorsal (Figura 2). Se o paciente for flexível, mas apresentar uma grande tensão entre L4-S1, o terapeuta pode se enganar ao não considerar um leve recuo que aparece na região lombar superior, quando as espinhosas apenas se insinuam através da pele e a dorsal se mantém vertical. Nesse caso, o terapeuta deve manter o sacro com uma das mãos e com a outra empurrar com leve tração axial as vértebras lombares superiores e aí então observará desvios muito mais evidentes nos outros segmentos.

Figura 2 2.Flexão dos joelhos: -

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Deve ser mínima, por volta de 15 graus. Com o endireitamento da lordose a inserção vertebral do psoas recua, o que naturalmente traciona sua inserção distai sobre o fêmur. Este avança, o que causa uma leve flexão de joelhos. Além disso, o púbis sobe e os músculos que nele se inserem também tracionam suas inserções distais sobre o fêmur. Se a flexão dos joelhos ultrapassar 15 graus: ƒ O psoas deve estar excessivamente retraído. Com o recuo da lombar sua tração sobre o fêmur e a conseqüente flexão dos joelhos manifestam-se de forma igualmente excessiva. ƒ Os adutores que se inserem sobre o púbis (pectíneo, adutor longo, adutor curto e grácil) também podem estar excessivamente retraídos; com a subida do púbis durante o endireitamento lombar, eles tracionam o fêmur para a frente, levando a uma grande flexão de joelhos.

3. Flexãp tibiotársica: livre, o suficiente para permitir a necessária flexão de joelhos, seja esta da amplitude que for. Isso demonstra uma boa flexibilidade do músculo sóleo. Se este estiver retraído, pode levar a um desequilíbrio do calcâneo no plano frontal, mudar seu ponto de apoio ou chegar mesmo a

Angela santos diagnóstico clinico postural  
Angela santos diagnóstico clinico postural  
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