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semimembranoso retraídos, porém a retração destes manifestase nesta posição preferencialmente pela flexão dos joelhos.

Figura 6

Figura7

4. Consagrada como jargão profissional, cuvette, termo francês que significa bacia, poça, quando associada à região lombossacral, significa exatamente uma depressão sem muita profundidade encontrada na transição entre L5-S1, com o indivíduo inclinado para a frente (Figura 8). É decorrente da pouca mobilidade destas duas vértebras. Isto é, L5 não se desabita de SI, e esta pequena "retificação" em uma região entre o final de uma lordose (a lombar), início de uma cifose (sacra), manifesta-se dessa forma, como uma depressão. Portanto, cuvette lombossacral não deve existir. Esta pequena depressão de forma arredondada na região de L5-S1 significa um desequilíbrio estático. 5. Retificações vertebrais - Não devem existir. Toda a coluna tem de estar harmonicamente solta para a frente, formando uma suave curva do sacro ao occipital (Figuras 9 e 10). - Devem-se à não desabitação de um grupo de vértebras, o que impede que todo um segmento não consiga entrar na leve curvatura que deveria formar-se do sacio à cervical, permanecendo como uma reta rígida inserta dentro do arco que, bem ou mal, tenta desenhar-se quando o tronco inclina-se à frente. Observar os exemplos de retificação de toda lombar na Figura 11 e da região lombar e dorsal inferior na Figura 12. - Por vezes, em uma coluna mais flexível, nota-se uma diferença de mobilidade em pequenos segmentos porque as apófises espinhosas, bastante evidentes através da pele, deixam de aparecer nestes pontos de maior tensão dos paravertebrais.

Angela santos diagnóstico clinico postural  
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